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Trump anuncia morte de líder do Estado Islâmico na Nigéria: ‘Terrorista mais ativo do mundo’ eliminado

Trump anuncia morte de líder do Estado Islâmico na Nigéria: ‘Terrorista mais ativo do mundo’ eliminado

O presidente Donald Trump anunciou nesta sexta-feira (15) que forças americanas e nigerianas executaram uma operação bem-sucedida que resultou na morte de um alto dirigente do Estado Islâmico (EI) na Nigéria. Segundo o ex-presidente, o indivíduo era o segundo em comando do grupo terrorista em todo o mundo.

A ação, descrita como uma missão complexa e meticulosamente planejada, foi realizada sob sua ordem. Trump destacou a bravura das tropas americanas e a cooperação com as Forças Armadas da Nigéria na execução da operação.

Abu Bilal al Minuki, o líder do EI eliminado, era natural do estado de Borno, no nordeste da Nigéria, e nasceu em 1982. Sua morte, segundo Trump, representa uma redução considerável nas capacidades operacionais do Estado Islâmico globalmente. A notícia foi divulgada por Trump em sua plataforma Truth Social.

Operação conjunta dos EUA e Nigéria contra o terrorismo

O ex-presidente detalhou que Abu Bilal al Minuki acreditava estar seguro na África, mas não contava com a vigilância das fontes de inteligência que monitoravam suas atividades. A eliminação do terrorista foi enfatizada como um golpe significativo contra a organização.

Com esta ação, as capacidades operacionais do EI em todo o mundo sofrem uma considerável redução, conforme declarado por Trump. A operação conjunta reforça a cooperação militar entre os Estados Unidos e a Nigéria no combate a grupos extremistas.

Nigéria: Um cenário de desafios com jihadistas e gangues

A região norte da Nigéria, o país mais populoso da África, tem sido palco de intensa violência perpetrada por grupos jihadistas e gangues. Esses grupos frequentemente realizam ataques contra vilarejos e sequestros em massa com o objetivo de extorsão.

Trump também mencionou que os cristãos na Nigéria são vítimas de perseguição e de um “genocídio” orquestrado por “terroristas”. No entanto, o governo nigeriano e a maioria dos especialistas discordam dessa caracterização, apontando que a violência afeta tanto cristãos quanto muçulmanos.

Cooperação militar reforçada na luta contra o extremismo

No ano passado, o exército americano, em colaboração com as autoridades nigerianas, realizou bombardeios no estado de Sokoto. Washington afirmou que os alvos eram jihadistas do Estado Islâmico.

Desde então, ambos os países têm intensificado sua cooperação militar, buscando fortalecer as estratégias de combate ao terrorismo e à instabilidade na região. A ação que levou à morte de Abu Bilal al Minuki é um reflexo desse esforço conjunto.

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