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Drone Russo Ataca Trem Perto da Polônia Pouco Após Viagem de Diplomatas Europeus, Aumentando Tensões na Fronteira da OTAN

Ataque de drone russo próximo à fronteira polonesa gera alerta após passagem de diplomatas europeus Um drone russo atingiu um trem de passageiros na Ucrânia, a poucos quilômetros da fronteira com a Polônia, país membro da OTAN. O incidente ocorreu em uma linha férrea utilizada com frequência por delegações estrangeiras em suas visitas a Kiev, o que intensifica as preocupações sobre a segurança e a possível escalada do conflito. Felizmente, não houve registro de vítimas no ataque. O trem foi evacuado momentos antes, após a aproximação do drone. Autoridades ucranianas e ex-líderes europeus que utilizavam a mesma rota indicam que o alvo poderia ter sido o comboio diplomático. Este evento se insere em um contexto de intensificação dos ataques de longa distância por parte de Moscou e Kiev nas últimas semanas. O aumento da atividade militar próximo às fronteiras da OTAN tem sido classificado como uma escalada perigosa por diplomatas poloneses. Conforme informação divulgada pela operadora ferroviária da Ucrânia, Ukrzaliznytsia, o ataque aconteceu a apenas dois quilômetros da fronteira polonesa. O trem em questão transportava, inclusive, o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson e outros diplomatas europeus, que retornavam de uma conferência em Kiev. Carl Bildt, ex-primeiro-ministro da Suécia, relatou que o trem atingido vinha logo após o seu. Possível alvo diplomático e “escalada” russa A operadora ferroviária ucraniana, Ukrzaliznytsia, expressou em sua conta no Telegram a possibilidade de que o alvo pretendido pelo drone russo fosse o trem diplomático. Eles explicaram que os horários dos trens foram ajustados em tempo real devido à ameaça constante de ataques, e o comboio diplomático partiu antes do previsto. Boris Johnson descreveu o incidente como “aleatório e sem sentido” em uma publicação no Instagram. O ministro das Relações Exteriores da Polônia, Radoslaw Sikorski, classificou o aumento dos ataques russos “às portas da OTAN” como uma “escalada” significativa. A Rússia tem reforçado seus ataques a locais próximos à fronteira ucraniana com aliados como parte de uma campanha contra a infraestrutura econômica do adversário. Ataques recentes e alvos na Ucrânia e Rússia O incidente com o trem não foi o único evento de destaque na região. Mais cedo no mesmo dia, um caminhão foi atingido a menos de um quilômetro da fronteira entre Ucrânia e Polônia, próximo ao posto de passagem de Dorohusk-Yahodyn, que precisou interromper suas operações brevemente, segundo guardas de fronteira. O Ministério da Defesa da Rússia declarou que seus alvos eram infraestruturas ucranianas que facilitam o transporte de cargas militares da Europa. Em outra frente, o chefe da empresa estatal nuclear russa Rosatom acusou a Ucrânia de atacar caminhões de combustível perto da usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia ocupada pela Rússia. Por outro lado, o prefeito de Nizhnekamsk, na Rússia, relatou que drones ucranianos atingiram alvos “civis e industriais” na cidade, resultando em pelo menos duas mortes e vários feridos. As autoridades ucranianas não comentaram o ataque a Nizhnekamsk, mas afirmaram ter atingido outra refinaria na região de Krasnodar, no sul da Rússia.

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Brics: Brasil e aliados condenam tarifas de Trump e buscam alternativas ao dólar em comércio e investimentos

Brics avança no uso de moedas locais e condena tarifas unilaterais em resposta ao protecionismo Em um cenário global marcado pelo aumento do protecionismo e sanções econômicas, os líderes do Brics, bloco que inclui o Brasil, aprovaram a Declaração de Nova Déli. O documento condena firmemente o aumento de tarifas e barreiras comerciais impostas de forma unilateral, além de anunciar um aprofundamento no uso de moedas locais para transações comerciais e investimentos entre os países membros. A declaração ressalta que o sistema multilateral de comércio se encontra em um ponto crítico. O aumento de restrições comerciais eleva a incerteza na economia mundial, afetando de maneira desproporcional as nações em desenvolvimento, conforme apontado pelos líderes do bloco. Com unanimidade, os países expressaram profunda preocupação com a proliferação de tarifas e barreiras não tarifárias. Segundo eles, tais medidas são incompatíveis com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e representam uma ameaça às cadeias globais de suprimentos. A declaração também critica medidas protecionistas disfarçadas de justificativas ambientais, defendendo a recuperação do sistema multilateral de comércio. Conforme informação divulgada pela fonte, os líderes condenaram sanções econômicas unilaterais e secundárias não autorizadas pelo Conselho de Segurança da ONU, sem citar diretamente os Estados Unidos ou Donald Trump. Líderes do Brics pedem reforma em instituições financeiras globais Os países membros do Brics reiteraram a necessidade de reformas na governança do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial e da OMC. O objetivo é ampliar a participação de países em desenvolvimento nas instituições que definem as regras da economia global. A cúpula, que celebrou os 20 anos do Brics, também fortaleceu a integração de sistemas nacionais de pagamentos. Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) terá mais recursos em moedas locais O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como banco do Brics, terá sua capacidade de mobilizar recursos ampliada. Os líderes pediram que o banco diversifique suas fontes de financiamento e aumente a oferta de crédito em moedas locais. O foco será em projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável, fortalecendo a capacidade dos países emergentes de financiar investimentos sem depender exclusivamente de organismos multilaterais tradicionais. A instituição é vista como uma das principais ferramentas do grupo para a expansão econômica. Os líderes também apoiaram o aumento da base de membros do banco e deram continuidade às discussões para a criação de uma plataforma de investimentos. A inteligência artificial foi incluída na agenda econômica, vista como um potencial para estimular o crescimento e o desenvolvimento sustentável, com defesa da cooperação internacional para ampliar o acesso a recursos de IA, garantindo segurança e confiabilidade. Moeda comum do Brics não é prioridade, foco é em pagamentos mais eficientes A agenda econômica da cúpula, no entanto, se manteve distante de uma ruptura com o sistema financeiro internacional. Os líderes reconheceram os esforços da força-tarefa de pagamentos do Brics para aumentar a interoperabilidade entre os canais de pagamento e sistemas de mensagens financeiras dos países membros. A proposta visa tornar as transações transfronteiriças mais rápidas, baratas e eficientes. O texto registra as

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Colômbia: Nova Era de Segurança com Apoio dos EUA Promete Combater Narcotráfico com Rigor

Colômbia muda rumo na segurança com promessa de “cela ou sepultura” para traficantes e apoio dos EUA. O presidente colombiano Abelardo de la Espriella declarou uma nova postura na segurança do país, prometendo ações enérgicas contra o narcotráfico. Sua declaração “uma cela ou uma sepultura” resume a determinação em combater grupos criminosos. Ao lado do secretário de Estado americano, Marco Rubio, Espriella anunciou o “Plan Patriota Siglo 21”. O plano visa modernizar equipamentos como aviões, radares e drones, além de aprimorar os sistemas de inteligência para intensificar a perseguição a plantações de coca, laboratórios e chefes do tráfico. A eleição de Espriella ocorreu em um cenário de deterioração da segurança, com o aumento de grupos armados durante o governo anterior. Em 2025, a Colômbia enfrentou graves consequências humanitárias, com o Clan del Golfo e o ELN expandindo significativamente seu número de integrantes. Conforme informações da Cruz Vermelha, foi a pior crise humanitária em uma década. O Legado do Acordo de Paz e a “Paz Total” de Petro A atual guinada na segurança na Colômbia ocorre em um momento delicado, com a lembrança dos dez anos do acordo de paz com as Farc, assinado em 2016. O acordo, apesar de desafios na implementação, não foi um fracasso, mantendo a maioria dos ex-combatentes em programas de reintegração e criando mecanismos para o combate ao crime. Em contrapartida, a política de “Paz Total” do ex-presidente Gustavo Petro buscou negociações amplas com diversos grupos armados. No entanto, essa abordagem produziu resultados limitados, enquanto algumas organizações se fortaleceram. Espriella iniciou seu mandato desfazendo muitos desses diálogos, retomando ordens de prisão, extradições e ofensivas militares. Força e Negociação: Uma Dança Complexa na Colômbia É tentador ver a mudança de governo como um abandono da paz em favor da guerra. Contudo, a história colombiana revela uma dinâmica mais complexa. Força e negociação não são, necessariamente, opostos, mas sim ferramentas cujo sucesso depende de como, quando e contra quem são aplicadas. A experiência do ex-presidente Álvaro Uribe também serve de lição. Sua política de “Segurança Democrática”, com forte cooperação dos EUA, reduziu homicídios e sequestros e enfraqueceu as Farc. No entanto, nem a força bruta nem os investimentos bilionários do “Plan Colombia” erradicaram o narcotráfico, e sua gestão deixou um rastro de violações de direitos humanos. A Nova Fronteira da Segurança Colombiana A experiência da Colômbia demonstra que o uso da força pode diminuir a violência, mas não garante a vitória definitiva na guerra contra as drogas. Dez anos após o acordo de paz de Cartagena, o país volta a testar os limites dessa abordagem. O “Plan Patriota Siglo 21” sinaliza claramente a direção escolhida pelo novo presidente, com foco em modernização e ações repressivas. A grande questão agora é quais resultados concretos essa nova estratégia de força conseguirá produzir para a segurança nacional.

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Ataques Russos na Ucrânia: 10 Mortos, Dezenas de Feridos e Alvos Industriais em Foco

Ataques russos na Ucrânia deixam 10 mortos e dezenas de feridos em um sábado de intensos bombardeios. A Ucrânia foi alvo de ataques aéreos russos em diversas regiões neste sábado, resultando na morte de dez civis e deixando dezenas de feridos. Edifícios residenciais e infraestruturas críticas sofreram danos significativos em todo o país. A escalada dos ataques russos, que nos últimos dois meses têm visado usinas de energia e outras infraestruturas, eleva o número de vítimas civis. Em resposta, a Ucrânia também tem atacado instalações de energia e armazéns em território russo, além de embarcações de ambos os lados. As informações foram divulgadas por autoridades ucranianas, que relatam um cenário de destruição e perdas humanas em meio ao conflito. Ataques a civis em Kramatorsk e Jitomír Em Kramatorsk, cidade na linha de frente que a Rússia busca capturar, a Câmara Municipal informou que ataques russos contra carros particulares causaram a morte de três pessoas em um período de 90 minutos, com quatro feridos. A Câmara ressaltou que os alvos eram carros comuns, e não instalações militares. Na região de Jitomír, o governador Vitalii Bunechko relatou que um ataque russo a um mercado na cidade de Zviahel matou duas pessoas. Dois postos de gasolina e uma empresa com investimento estrangeiro não identificado também foram atingidos. Zaporíjia e Krivii Rih sob fogo O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, confirmou ataques às cidades de Zaporíjia e Krivii Rih. O governador da região de Zaporíjia, Ivan Fedorov, informou que duas pessoas morreram e onze ficaram feridas em ataques à cidade e outras localidades. Em Krivii Rih, o chefe da administração militar, Oleksandr Vilkul, disse que dois civis morreram em ataques com drones e mísseis durante a noite. Rússia alega alvos industriais e portos As Forças Armadas russas declararam ter atingido a siderúrgica ucraniana Zaporijistal, um complexo da Interpipe Steel em Dnipro e várias fábricas em Krivii Rih. O Ministério da Defesa da Rússia também afirmou ter atingido um navio cargueiro em Odessa, alegando que transportava mercadorias para uso militar, e dois navios cargueiros no porto de Chornomorsk. A Reuters não pôde verificar de forma independente os relatos de ambos os lados. Na região de Odessa, o governador Oleh Kiper relatou que 37 pessoas, incluindo um bebê, ficaram feridas em ataques noturnos, com duas pessoas desaparecidas. Ucrânia revida com ataques a fábricas russas Em resposta, as Forças Armadas da Ucrânia anunciaram ter atingido um dos maiores fabricantes de borracha sintética da Rússia, em Togliatti, na região de Samara, o que teria provocado um incêndio. Segundo os militares ucranianos, a fábrica era especializada em componentes para combustível de mísseis russos. O governador regional russo Viacheslav Fedorishchev confirmou ataques com drones a instalações industriais na região de Samara, sem especificar quais. Em Togliatti, vários edifícios residenciais foram danificados e uma pessoa ficou ferida. Em Taganrog, quatro imóveis comerciais foram incendiados.

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Flávio Augusto: De dívidas no cheque especial a bilionário, a jornada do fundador da Wise Up no Brasil

Flávio Augusto: a saga de um empreendedor que transformou desafios em império bilionário no Brasil A história de Flávio Augusto, aos 54 anos, é um verdadeiro estudo de caso sobre resiliência e visão de negócios no Brasil. Hoje, com o grupo educacional Wiser e a escola de inglês Wise Up consolidados, o caminho para o sucesso foi pavimentado com apostas arriscadas, recomeços e uma notável capacidade de adaptação. O jovem Flávio Augusto, que um dia viajava de ônibus pelo Rio de Janeiro para vender cursos de inglês e usava telefones públicos para prospectar clientes, personifica a superação. Sua trajetória desmistifica a ideia de um caminho linear para o topo, mostrando que os desvios e as dificuldades podem ser os maiores catalisadores do sucesso. A busca por estabilidade, que o levou a tentar a carreira militar no Colégio Naval, foi frustrada por sua própria natureza inquieta e insubordinada. Essa experiência, no entanto, se tornou um ensinamento fundamental: a estabilidade, para ele, é uma ilusão. A faculdade de Ciência da Computação também ficou pelo caminho, mas as vendas, inicialmente um meio, tornaram-se o fim. Uma aposta audaciosa no cheque especial para fundar a Wise Up Em 1995, Flávio Augusto e sua esposa deram um passo ousado: recorreram a R$ 20 mil do cheque especial, com juros exorbitantes de 12% ao mês, para abrir a primeira unidade da Wise Up. O valor mal cobria os custos iniciais de reforma, aluguel e contratação de equipe. Um detalhe curioso é que o próprio Flávio Augusto não falava inglês fluentemente na época, delegando a parte acadêmica a profissionais contratados, enquanto focava em vendas e análise de mercado. A tese por trás do negócio era clara: com a economia brasileira se abrindo e a chegada de multinacionais, havia uma demanda crescente por comunicação em inglês para ascensão profissional, e o público não queria esperar anos para aprender. A Wise Up propôs um programa de 18 meses, rompendo com o padrão do mercado. A história do cheque especial é uma das mais emblemáticas de sua carreira, mas Flávio Augusto ressalva a estratégia. Conforme relatado à Folha de S. Paulo em 2014, ele não aconselharia ninguém a repetir o feito, considerando-o “tecnicamente desaconselhável”. O sucesso inicial foi estrondoso. Em um ano, a primeira unidade já contava com mil alunos, e em oito meses uma filial foi aberta na Avenida Paulista. Em apenas três anos, a rede somava 24 escolas próprias e mais de mil funcionários. O modelo de franquias, implementado em 2000, expandiu a operação para 396 unidades antes de sua venda. Da aquisição de um time de futebol à recompra do próprio negócio A expansão, contudo, não foi isenta de percalços. Em 2008, já com patrimônio considerável, Flávio Augusto sofreu uma perda de cerca de R$ 12 milhões na Bolsa de Valores devido à crise financeira, de um patrimônio estimado em R$ 15 milhões na época. Em 2013, a Wise Up foi vendida para a Abril Educação por R$ 877 milhões. A redução drástica na carga de trabalho

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Equador em Crise Eleitoral: Noboa Suspende Partidos e Antecipa Votações sob Alerta da CIDH

Equador vive turbulência eleitoral com suspensões e antecipação de votações regionais. O Equador atravessa um momento delicado em sua política, marcado por sucessões de impedimentos a candidaturas de oposição e a antecipação das eleições regionais. A situação gerou um alerta da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre a necessidade de garantir a participação política plural e igualitária no país. A ex-candidata à Presidência, Luisa González, tem enfrentado dificuldades para concorrer ao governo de Manabí, tendo sua candidatura barrada em três diferentes legendas. A Revolución Ciudadana (RC), partido do ex-presidente Rafael Correa, foi suspensa pela Justiça Eleitoral, e tentativas de alianças com outros movimentos também foram frustradas. Embora não haja provas diretas de envolvimento do presidente Daniel Noboa, as ações têm levantado questionamentos sobre o uso das instituições para afastar adversários. Noboa, por sua vez, nega as acusações e atribui a decisão de antecipar as eleições ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE), citando o risco de fenômenos climáticos como o El Niño. Barreiras judiciais e oposição sob pressão Luisa González, uma das principais vozes da oposição a Daniel Noboa, buscou concorrer pela Revolución Ciudadana (RC), partido do ex-presidente Rafael Correa. No entanto, a legenda foi suspensa pela Justiça Eleitoral por um período de nove meses, a partir de março, no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e financiamento irregular na campanha de 2023. Após a suspensão da RC, González tentou se filiar ao movimento Amigo, que também acabou sendo suspenso. Em seguida, aceitou um convite do Pachakutik, braço político do movimento indígena, mas sua candidatura foi novamente impedida. Essa sucessão de obstáculos tem sido vista pela oposição como uma estratégia para enfraquecer a concorrência. Alerta da CIDH e impacto no pluralismo político A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) emitiu um comunicado no fim de agosto, expressando preocupação com o cenário eleitoral equatoriano. A entidade pediu ao Equador que assegure a “participação política plural e igualitária”, destacando que a antecipação das eleições reduziu o tempo para processos cruciais como primárias, inscrição de candidatos e campanhas. A CIDH manifestou apreensão quanto à possibilidade de os partidos competirem em condições equitativas. A organização ressaltou que restrições à participação política devem ser necessárias e proporcionais, e não podem resultar em exclusão arbitrária ou prejudicar o pluralismo, afetando assim o direito do eleitor de escolher entre diversas opções. Antecipação das eleições e fragilidade institucional As eleições regionais, originalmente previstas para fevereiro de 2027, foram antecipadas para 29 de novembro deste ano pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE). A justificativa oficial mencionou o risco de fortes chuvas causadas pelo El Niño no início de 2025, que poderiam afetar a votação em áreas rurais da Costa, onde a oposição tem forte presença. César Ricaurte, diretor da Fundamedios, organização equatoriana de defesa da liberdade de expressão, considera a argumentação para a antecipação das eleições “muito fraca”. Ele aponta que, embora não seja possível afirmar com certeza o envolvimento direto de Daniel Noboa, os impedimentos a partidos de oposição tornam a eleição menos competitiva, beneficiando o

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Agenda Presidenciáveis Fim de Semana: De Carreatas a Congressos Médicos, Confira os Movimentos dos Candidatos à Presidência em 12 e 13 de Agosto

Agenda Presidenciáveis: Movimentações e Eventos Neste Fim de Semana (12 e 13 de Agosto) Os candidatos à presidência da República seguem com agendas repletas de compromissos neste fim de semana, nos dias 12 e 13 de agosto. Os eventos incluem desde atos políticos e mobilizações em praças públicas até congressos com segmentos específicos da sociedade, além de caravanas e encontros com eleitores em diversas regiões do Brasil. A programação diversificada busca alcançar diferentes públicos e reforçar o contato direto com os cidadãos. As atividades planejadas abrangem desde panfletagens e rodas de conversa até visitas a hospitais e eventos de conscientização, mostrando a amplitude das estratégias de campanha. Conforme informações divulgadas, os presidenciáveis estarão presentes em estados como São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, com o objetivo de consolidar suas bases eleitorais e apresentar suas propostas para o país. Augusto Cury e Clariana Barão em Encontros Estratégicos O candidato Augusto Cury (Avante) participará de um congresso voltado para a classe médica em Barueri, São Paulo, e de um evento do Grupo Nòs no sábado. Já Clariana Barão (DC) estará presente na Arena Enersim, em Várzea Grande, Mato Grosso, no sábado à noite. Edmilson Costa e Flávio Bolsonaro em Mobilizações Regionais Edmilson Costa (PCB) tem agenda em Guarulhos (SP) no sábado, participando do Grito dos Excluídos, e no domingo estará em Caraguatatuba e São Sebastião com caravanas partidárias. Flávio Bolsonaro (PL) terá um sábado movimentado com encontros, carreatas e comícios em cidades do Rio de Janeiro, como Cabo Frio, Macaé, Campos dos Goytacazes e Itaperuna. No domingo, ele participa de um Grande Encontro da Direita e do Encontro das Mulheres em Presidente Prudente (SP). Hertz Dias e Lula em Atos Públicos Hertz Dias (PSTU) realizará panfletagem em uma feira e reunirá agricultores familiares em Ipojuca (PE) no sábado. À noite, participará de uma roda de conversa em Recife. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estará em Curitiba (PR) no sábado para um ato na Boca Maldita e, no domingo, participará de uma mobilização nacional em defesa de seu projeto político, com atividades previstas em todo o país. Renan Santos, Romeu Zema e Rui Costa Pimenta em Eventos Diversificados Renan Santos (Missão) participa do 1º Congresso da Missão em Santa Catarina, em Joinville. Romeu Zema (Novo) estará em Sete Lagoas (MG) para um encontro com mulheres amazonas em uma cavalgada de prevenção ao câncer de mama e visitará o Hospital Regional da cidade. Rui Costa Pimenta (PCO) realizará uma análise política da semana em São Paulo no sábado e participará de uma sessão de autógrafos na Bienal Internacional do Livro de São Paulo no domingo. Samara Martins em Ação Comunitária e Situação de Outros Candidatos Samara Martins (UP) estará em Belo Horizonte (MG) para uma panfletagem na região do Aglomerado da Serra no sábado. O candidato Ronaldo Caiado (PSD) está internado tratando pneumonia no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, e o candidato Wilson Grassi (Democrata) não possui agenda pública de campanha divulgada.

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Suécia em Encruzilhada: Extrema Direita Pode Entrar no Governo Após Eleições Históricas

Suécia em Encruzilhada: O Futuro do Governo Sueco em Jogo A Suécia se encontra em um momento decisivo neste domingo (13), com eleições parlamentares que podem definir a entrada da extrema direita no governo. O partido Democratas Suecos, com origens em movimentos neonazistas, pode ter representantes no gabinete do atual primeiro-ministro, Ulf Kristersson, caso ele seja reconduzido ao cargo. Essa possibilidade, vista como necessária por Kristersson para garantir a estabilidade de sua administração, marca uma guinada significativa na política sueca. Os Democratas Suecos, que já detêm a maior bancada do bloco conservador há quatro anos, agora se aproximam do poder executivo. A decisão eleitoral ocorre em um contexto de endurecimento das políticas migratórias no país, com casos de deportação de longa data residentes e até bebês. O primeiro-ministro Kristersson tem ecoado um discurso de “fazer a Suécia grande novamente”, emulando o slogan de Donald Trump, distanciando-se do tradicional Estado liberal e de amplo amparo social pelo qual o país ficou conhecido. A informação é de reportagem divulgada pela AFP. A Ascensão dos Democratas Suecos Os Democratas Suecos, fundados em 1988 e com raízes em movimentos de extrema-direita, têm ganhado força eleitoral nas últimas décadas. Originado de grupos com ideologias neonazistas e nacionalistas, o partido passou por um processo de “limpeza” de imagem, buscando se apresentar como uma alternativa conservadora e patriótica. Apesar das tentativas de moderação, o passado do partido é constantemente lembrado. O líder Jimmie Akesson apresentou um dossiê detalhando a história da sigla, suas ligações com grupos fascistas e posições xenófobas e antissemitas de alguns de seus membros. Essa estratégia de “expiação pública” se assemelha a táticas de outras forças de ultradireita europeias, como a Marine Le Pen na França. Um recente escândalo abalou a reta final da campanha, com uma investigação da revista sueca Expo apontando supostas ligações de um dos principais ideólogos dos Democratas Suecos, Gustav Gellerbrant, com os serviços de inteligência russos. Essa notícia é particularmente constrangedora para Kristersson, que liderou a adesão da Suécia à OTAN, aliança que vê a Rússia como uma ameaça existencial. Um Debate Nacional sobre Identidade e Bem-Estar A ex-primeira-ministra Magdalena Andersson, líder do bloco de centro-esquerda social-democrata, tem alertado para as consequências de uma vitória da extrema direita. Ela afirma que as eleições decidirão “qual Suécia deve prevalecer”, contrastando um país que busca reforçar o Estado de bem-estar social com uma alternativa “dominada por um partido de extrema direita fundado por neonazistas”. As pesquisas de opinião indicam uma disputa acirrada, com os dois principais blocos em empate técnico. O bloco de centro-esquerda teria entre 49,3% e 50,8% dos votos, garantindo uma maioria justa no Riksdag. Já o bloco conservador liderado por Kristersson ficaria entre 47,6% e 49% das preferências. Analistas preveem um pleito ainda mais apertado que o de 2022. Apesar da possibilidade de formar maioria, Andersson enfrenta o desafio da fragmentação da esquerda, com divergências sobre temas como taxação de bilionários e novas usinas nucleares, que complicam a formação de uma coalizão. O combate à criminalidade, instrumentalizado pelos

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Agroecologia em Foco: Entidades pedem compromisso de candidatos em SP para combater fome e agrotóxicos

A Articulação Paulista de Agroecologia e outros movimentos sociais lançaram uma iniciativa crucial visando influenciar as eleições em São Paulo. A meta é obter o compromisso de candidatos, tanto do executivo quanto do legislativo, em prol da agroecologia e da democracia. A campanha “Agroecologia nas Eleições em SP” visa unir forças para combater a fome, a sede e a destruição ambiental, propondo um modelo de produção de alimentos mais justo e sustentável. Mais de 20 organizações da sociedade civil, incluindo a Associação Brasileira de Reforma Agrária e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra SP, endossam a carta, demonstrando a força e a abrangência da mobilização. Incentivo à agricultura familiar e democratização do acesso à terra são pontos centrais da proposta. Uma das principais demandas apresentadas na carta é a garantia de incentivo técnico, econômico e administrativo para agricultores familiares, indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária. O objetivo é democratizar o acesso à terra e aos recursos necessários para o cultivo de alimentos saudáveis. A iniciativa busca assegurar que esses grupos tenham as condições ideais para produzir alimentos de qualidade, fortalecendo a segurança alimentar e nutricional em todo o estado de São Paulo. A articulação entende que o fortalecimento desses produtores é fundamental para a construção de um sistema alimentar mais resiliente e justo. Hortas urbanas e agricultura periurbana ganham destaque na pauta pela sustentabilidade. Outra solicitação importante é a capilarização da execução da Política Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana (PNAUP) em todo o estado. A carta enfatiza a criação e o apoio a hortas urbanas comunitárias. Essas iniciativas promovem o cultivo agroecológico e a compostagem de resíduos, inclusive em escolas e outros serviços públicos, integrando a produção de alimentos à vida urbana de forma sustentável. A expansão dessas práticas contribui para a educação ambiental, a geração de renda e o acesso a alimentos frescos e saudáveis para a população das cidades. Combate rigoroso aos agrotóxicos e monitoramento de resíduos são prioridades. Em relação aos agrotóxicos, o documento defende o combate à pulverização aérea no estado, com sua proibição imediata no entorno de escolas, mananciais e comunidades. Essa medida visa proteger a saúde pública e o meio ambiente. A estruturação de laboratórios públicos estaduais para monitorar resíduos de agrotóxicos na água e nos alimentos é outra medida considerada crucial pelas entidades. A promoção de debates no legislativo e executivo, assim como campanhas informativas, também são propostas. A conscientização sobre os impactos nocivos dos agrotóxicos é vista como essencial para impulsionar a mudança de paradigma na produção de alimentos. Universidades e centros de pesquisa se unem em defesa da agroecologia. Núcleos de estudos de universidades ligadas à agroecologia também subscreveram o documento, reforçando a base científica e acadêmica da iniciativa. Instituições como a Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal do ABC (UFABC) e o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) em São Roque demonstram o engajamento do meio acadêmico. Essa colaboração entre entidades sociais e a academia fortalece a proposta e

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Flávio Augusto: Do Cheque Especial a Gigante da Educação, A Jornada Bilionária que Inspira Empreendedores no Brasil

A impressionante ascensão de Flávio Augusto no mundo da educação, de um início modesto a um faturamento milionário. Flávio Augusto, um nome que se tornou sinônimo de sucesso no empreendedorismo brasileiro, construiu sua fortuna a partir de uma ideia audaciosa e um empréstimo considerável. Fundada em 1995, a escola de idiomas Wise Up é o embrião de um império que hoje engloba a holding Wiser, com um faturamento expressivo e milhões de alunos atendidos. A trajetória de Flávio Augusto é marcada por resiliência e visão estratégica, elementos essenciais para quem navega no complexo cenário empresarial brasileiro. Ele não apenas superou dificuldades financeiras, mas também soube se adaptar às mudanças do mercado, incluindo os desafios impostos pela pandemia de Covid-19. A história de Flávio Augusto é um testemunho do poder da inovação e da persistência. A jornada de transformar uma dívida bancária em um negócio bilionário serve de inspiração para muitos que sonham em empreender no Brasil. Conforme informação divulgada em reportagem da Gazeta do Povo, a história completa de Flávio Augusto e sua empresa. O Início Arriscado com R$ 20 Mil do Cheque Especial Em 1995, Flávio Augusto deu o pontapé inicial na Wise Up com um capital inicial de R$ 20 mil, provenientes diretamente do cheque especial. Uma linha de crédito conhecida pelos juros elevados, que na época atingiam 12% ao mês. O valor era apertado para cobrir os custos de estrutura e contratação, mas Flávio apostou em um método de ensino acelerado, com duração de 18 meses. O foco eram profissionais que precisavam aprender inglês rapidamente para impulsionar suas carreiras. Curiosamente, o próprio Flávio Augusto não dominava o idioma na época. Sua estratégia se concentrou na força das vendas e na leitura atenta do mercado, delegando a expertise acadêmica a profissionais contratados. Da Venda Milionária à Surpreendente Recompra da Wise Up Após um crescimento expressivo, que resultou em centenas de unidades da Wise Up espalhadas pelo país, Flávio Augusto tomou a decisão de vender a empresa em 2013 para a Abril Educação, por R$ 877 milhões. No entanto, a história reservava uma reviravolta inesperada. Apenas dois anos depois, em 2015, Flávio Augusto recomprou o negócio por aproximadamente R$ 390 milhões, um valor significativamente inferior ao da venda original. Ao reassumir a gestão, ele encontrou a empresa em um cenário delicado, com queda nos lucros e alta inadimplência, problemas atribuídos a mudanças nas políticas de cobrança. Com um investimento pessoal de US$ 16 milhões, Flávio Augusto dedicou três anos intensos à reestruturação da operação. Seu objetivo era restaurar a saúde financeira e a lucratividade da companhia, recolocando-a no caminho do sucesso sob sua liderança. Adaptação Digital Durante a Pandemia: Um Salto de Alunos A chegada da pandemia de Covid-19 impôs um novo e grande desafio: a interrupção das aulas presenciais. A Wise Up, que já ensaiava uma transição para o ambiente digital desde 2019, acelerou drasticamente essa mudança. Flávio Augusto orientou os franqueados a fecharem os imóveis físicos e a migrarem completamente para o modelo online. Essa virada estratégica

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Drone Russo Ataca Trem Perto da Polônia Pouco Após Viagem de Diplomatas Europeus, Aumentando Tensões na Fronteira da OTAN

Ataque de drone russo próximo à fronteira polonesa gera alerta após passagem de diplomatas europeus Um drone russo atingiu um trem de passageiros na Ucrânia, a poucos quilômetros da fronteira com a Polônia, país membro da OTAN. O incidente ocorreu em uma linha férrea utilizada com frequência por delegações estrangeiras em suas visitas a Kiev, o que intensifica as preocupações sobre a segurança e a possível escalada do conflito. Felizmente, não houve registro de vítimas no ataque. O trem foi evacuado momentos antes, após a aproximação do drone. Autoridades ucranianas e ex-líderes europeus que utilizavam a mesma rota indicam que o alvo poderia ter sido o comboio diplomático. Este evento se insere em um contexto de intensificação dos ataques de longa distância por parte de Moscou e Kiev nas últimas semanas. O aumento da atividade militar próximo às fronteiras da OTAN tem sido classificado como uma escalada perigosa por diplomatas poloneses. Conforme informação divulgada pela operadora ferroviária da Ucrânia, Ukrzaliznytsia, o ataque aconteceu a apenas dois quilômetros da fronteira polonesa. O trem em questão transportava, inclusive, o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson e outros diplomatas europeus, que retornavam de uma conferência em Kiev. Carl Bildt, ex-primeiro-ministro da Suécia, relatou que o trem atingido vinha logo após o seu. Possível alvo diplomático e “escalada” russa A operadora ferroviária ucraniana, Ukrzaliznytsia, expressou em sua conta no Telegram a possibilidade de que o alvo pretendido pelo drone russo fosse o trem diplomático. Eles explicaram que os horários dos trens foram ajustados em tempo real devido à ameaça constante de ataques, e o comboio diplomático partiu antes do previsto. Boris Johnson descreveu o incidente como “aleatório e sem sentido” em uma publicação no Instagram. O ministro das Relações Exteriores da Polônia, Radoslaw Sikorski, classificou o aumento dos ataques russos “às portas da OTAN” como uma “escalada” significativa. A Rússia tem reforçado seus ataques a locais próximos à fronteira ucraniana com aliados como parte de uma campanha contra a infraestrutura econômica do adversário. Ataques recentes e alvos na Ucrânia e Rússia O incidente com o trem não foi o único evento de destaque na região. Mais cedo no mesmo dia, um caminhão foi atingido a menos de um quilômetro da fronteira entre Ucrânia e Polônia, próximo ao posto de passagem de Dorohusk-Yahodyn, que precisou interromper suas operações brevemente, segundo guardas de fronteira. O Ministério da Defesa da Rússia declarou que seus alvos eram infraestruturas ucranianas que facilitam o transporte de cargas militares da Europa. Em outra frente, o chefe da empresa estatal nuclear russa Rosatom acusou a Ucrânia de atacar caminhões de combustível perto da usina nuclear de Zaporizhzhia, na Ucrânia ocupada pela Rússia. Por outro lado, o prefeito de Nizhnekamsk, na Rússia, relatou que drones ucranianos atingiram alvos “civis e industriais” na cidade, resultando em pelo menos duas mortes e vários feridos. As autoridades ucranianas não comentaram o ataque a Nizhnekamsk, mas afirmaram ter atingido outra refinaria na região de Krasnodar, no sul da Rússia.

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Brics: Brasil e aliados condenam tarifas de Trump e buscam alternativas ao dólar em comércio e investimentos

Brics avança no uso de moedas locais e condena tarifas unilaterais em resposta ao protecionismo Em um cenário global marcado pelo aumento do protecionismo e sanções econômicas, os líderes do Brics, bloco que inclui o Brasil, aprovaram a Declaração de Nova Déli. O documento condena firmemente o aumento de tarifas e barreiras comerciais impostas de forma unilateral, além de anunciar um aprofundamento no uso de moedas locais para transações comerciais e investimentos entre os países membros. A declaração ressalta que o sistema multilateral de comércio se encontra em um ponto crítico. O aumento de restrições comerciais eleva a incerteza na economia mundial, afetando de maneira desproporcional as nações em desenvolvimento, conforme apontado pelos líderes do bloco. Com unanimidade, os países expressaram profunda preocupação com a proliferação de tarifas e barreiras não tarifárias. Segundo eles, tais medidas são incompatíveis com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) e representam uma ameaça às cadeias globais de suprimentos. A declaração também critica medidas protecionistas disfarçadas de justificativas ambientais, defendendo a recuperação do sistema multilateral de comércio. Conforme informação divulgada pela fonte, os líderes condenaram sanções econômicas unilaterais e secundárias não autorizadas pelo Conselho de Segurança da ONU, sem citar diretamente os Estados Unidos ou Donald Trump. Líderes do Brics pedem reforma em instituições financeiras globais Os países membros do Brics reiteraram a necessidade de reformas na governança do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Mundial e da OMC. O objetivo é ampliar a participação de países em desenvolvimento nas instituições que definem as regras da economia global. A cúpula, que celebrou os 20 anos do Brics, também fortaleceu a integração de sistemas nacionais de pagamentos. Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) terá mais recursos em moedas locais O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), conhecido como banco do Brics, terá sua capacidade de mobilizar recursos ampliada. Os líderes pediram que o banco diversifique suas fontes de financiamento e aumente a oferta de crédito em moedas locais. O foco será em projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável, fortalecendo a capacidade dos países emergentes de financiar investimentos sem depender exclusivamente de organismos multilaterais tradicionais. A instituição é vista como uma das principais ferramentas do grupo para a expansão econômica. Os líderes também apoiaram o aumento da base de membros do banco e deram continuidade às discussões para a criação de uma plataforma de investimentos. A inteligência artificial foi incluída na agenda econômica, vista como um potencial para estimular o crescimento e o desenvolvimento sustentável, com defesa da cooperação internacional para ampliar o acesso a recursos de IA, garantindo segurança e confiabilidade. Moeda comum do Brics não é prioridade, foco é em pagamentos mais eficientes A agenda econômica da cúpula, no entanto, se manteve distante de uma ruptura com o sistema financeiro internacional. Os líderes reconheceram os esforços da força-tarefa de pagamentos do Brics para aumentar a interoperabilidade entre os canais de pagamento e sistemas de mensagens financeiras dos países membros. A proposta visa tornar as transações transfronteiriças mais rápidas, baratas e eficientes. O texto registra as

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Colômbia: Nova Era de Segurança com Apoio dos EUA Promete Combater Narcotráfico com Rigor

Colômbia muda rumo na segurança com promessa de “cela ou sepultura” para traficantes e apoio dos EUA. O presidente colombiano Abelardo de la Espriella declarou uma nova postura na segurança do país, prometendo ações enérgicas contra o narcotráfico. Sua declaração “uma cela ou uma sepultura” resume a determinação em combater grupos criminosos. Ao lado do secretário de Estado americano, Marco Rubio, Espriella anunciou o “Plan Patriota Siglo 21”. O plano visa modernizar equipamentos como aviões, radares e drones, além de aprimorar os sistemas de inteligência para intensificar a perseguição a plantações de coca, laboratórios e chefes do tráfico. A eleição de Espriella ocorreu em um cenário de deterioração da segurança, com o aumento de grupos armados durante o governo anterior. Em 2025, a Colômbia enfrentou graves consequências humanitárias, com o Clan del Golfo e o ELN expandindo significativamente seu número de integrantes. Conforme informações da Cruz Vermelha, foi a pior crise humanitária em uma década. O Legado do Acordo de Paz e a “Paz Total” de Petro A atual guinada na segurança na Colômbia ocorre em um momento delicado, com a lembrança dos dez anos do acordo de paz com as Farc, assinado em 2016. O acordo, apesar de desafios na implementação, não foi um fracasso, mantendo a maioria dos ex-combatentes em programas de reintegração e criando mecanismos para o combate ao crime. Em contrapartida, a política de “Paz Total” do ex-presidente Gustavo Petro buscou negociações amplas com diversos grupos armados. No entanto, essa abordagem produziu resultados limitados, enquanto algumas organizações se fortaleceram. Espriella iniciou seu mandato desfazendo muitos desses diálogos, retomando ordens de prisão, extradições e ofensivas militares. Força e Negociação: Uma Dança Complexa na Colômbia É tentador ver a mudança de governo como um abandono da paz em favor da guerra. Contudo, a história colombiana revela uma dinâmica mais complexa. Força e negociação não são, necessariamente, opostos, mas sim ferramentas cujo sucesso depende de como, quando e contra quem são aplicadas. A experiência do ex-presidente Álvaro Uribe também serve de lição. Sua política de “Segurança Democrática”, com forte cooperação dos EUA, reduziu homicídios e sequestros e enfraqueceu as Farc. No entanto, nem a força bruta nem os investimentos bilionários do “Plan Colombia” erradicaram o narcotráfico, e sua gestão deixou um rastro de violações de direitos humanos. A Nova Fronteira da Segurança Colombiana A experiência da Colômbia demonstra que o uso da força pode diminuir a violência, mas não garante a vitória definitiva na guerra contra as drogas. Dez anos após o acordo de paz de Cartagena, o país volta a testar os limites dessa abordagem. O “Plan Patriota Siglo 21” sinaliza claramente a direção escolhida pelo novo presidente, com foco em modernização e ações repressivas. A grande questão agora é quais resultados concretos essa nova estratégia de força conseguirá produzir para a segurança nacional.

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Ataques Russos na Ucrânia: 10 Mortos, Dezenas de Feridos e Alvos Industriais em Foco

Ataques russos na Ucrânia deixam 10 mortos e dezenas de feridos em um sábado de intensos bombardeios. A Ucrânia foi alvo de ataques aéreos russos em diversas regiões neste sábado, resultando na morte de dez civis e deixando dezenas de feridos. Edifícios residenciais e infraestruturas críticas sofreram danos significativos em todo o país. A escalada dos ataques russos, que nos últimos dois meses têm visado usinas de energia e outras infraestruturas, eleva o número de vítimas civis. Em resposta, a Ucrânia também tem atacado instalações de energia e armazéns em território russo, além de embarcações de ambos os lados. As informações foram divulgadas por autoridades ucranianas, que relatam um cenário de destruição e perdas humanas em meio ao conflito. Ataques a civis em Kramatorsk e Jitomír Em Kramatorsk, cidade na linha de frente que a Rússia busca capturar, a Câmara Municipal informou que ataques russos contra carros particulares causaram a morte de três pessoas em um período de 90 minutos, com quatro feridos. A Câmara ressaltou que os alvos eram carros comuns, e não instalações militares. Na região de Jitomír, o governador Vitalii Bunechko relatou que um ataque russo a um mercado na cidade de Zviahel matou duas pessoas. Dois postos de gasolina e uma empresa com investimento estrangeiro não identificado também foram atingidos. Zaporíjia e Krivii Rih sob fogo O presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, confirmou ataques às cidades de Zaporíjia e Krivii Rih. O governador da região de Zaporíjia, Ivan Fedorov, informou que duas pessoas morreram e onze ficaram feridas em ataques à cidade e outras localidades. Em Krivii Rih, o chefe da administração militar, Oleksandr Vilkul, disse que dois civis morreram em ataques com drones e mísseis durante a noite. Rússia alega alvos industriais e portos As Forças Armadas russas declararam ter atingido a siderúrgica ucraniana Zaporijistal, um complexo da Interpipe Steel em Dnipro e várias fábricas em Krivii Rih. O Ministério da Defesa da Rússia também afirmou ter atingido um navio cargueiro em Odessa, alegando que transportava mercadorias para uso militar, e dois navios cargueiros no porto de Chornomorsk. A Reuters não pôde verificar de forma independente os relatos de ambos os lados. Na região de Odessa, o governador Oleh Kiper relatou que 37 pessoas, incluindo um bebê, ficaram feridas em ataques noturnos, com duas pessoas desaparecidas. Ucrânia revida com ataques a fábricas russas Em resposta, as Forças Armadas da Ucrânia anunciaram ter atingido um dos maiores fabricantes de borracha sintética da Rússia, em Togliatti, na região de Samara, o que teria provocado um incêndio. Segundo os militares ucranianos, a fábrica era especializada em componentes para combustível de mísseis russos. O governador regional russo Viacheslav Fedorishchev confirmou ataques com drones a instalações industriais na região de Samara, sem especificar quais. Em Togliatti, vários edifícios residenciais foram danificados e uma pessoa ficou ferida. Em Taganrog, quatro imóveis comerciais foram incendiados.

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Flávio Augusto: De dívidas no cheque especial a bilionário, a jornada do fundador da Wise Up no Brasil

Flávio Augusto: a saga de um empreendedor que transformou desafios em império bilionário no Brasil A história de Flávio Augusto, aos 54 anos, é um verdadeiro estudo de caso sobre resiliência e visão de negócios no Brasil. Hoje, com o grupo educacional Wiser e a escola de inglês Wise Up consolidados, o caminho para o sucesso foi pavimentado com apostas arriscadas, recomeços e uma notável capacidade de adaptação. O jovem Flávio Augusto, que um dia viajava de ônibus pelo Rio de Janeiro para vender cursos de inglês e usava telefones públicos para prospectar clientes, personifica a superação. Sua trajetória desmistifica a ideia de um caminho linear para o topo, mostrando que os desvios e as dificuldades podem ser os maiores catalisadores do sucesso. A busca por estabilidade, que o levou a tentar a carreira militar no Colégio Naval, foi frustrada por sua própria natureza inquieta e insubordinada. Essa experiência, no entanto, se tornou um ensinamento fundamental: a estabilidade, para ele, é uma ilusão. A faculdade de Ciência da Computação também ficou pelo caminho, mas as vendas, inicialmente um meio, tornaram-se o fim. Uma aposta audaciosa no cheque especial para fundar a Wise Up Em 1995, Flávio Augusto e sua esposa deram um passo ousado: recorreram a R$ 20 mil do cheque especial, com juros exorbitantes de 12% ao mês, para abrir a primeira unidade da Wise Up. O valor mal cobria os custos iniciais de reforma, aluguel e contratação de equipe. Um detalhe curioso é que o próprio Flávio Augusto não falava inglês fluentemente na época, delegando a parte acadêmica a profissionais contratados, enquanto focava em vendas e análise de mercado. A tese por trás do negócio era clara: com a economia brasileira se abrindo e a chegada de multinacionais, havia uma demanda crescente por comunicação em inglês para ascensão profissional, e o público não queria esperar anos para aprender. A Wise Up propôs um programa de 18 meses, rompendo com o padrão do mercado. A história do cheque especial é uma das mais emblemáticas de sua carreira, mas Flávio Augusto ressalva a estratégia. Conforme relatado à Folha de S. Paulo em 2014, ele não aconselharia ninguém a repetir o feito, considerando-o “tecnicamente desaconselhável”. O sucesso inicial foi estrondoso. Em um ano, a primeira unidade já contava com mil alunos, e em oito meses uma filial foi aberta na Avenida Paulista. Em apenas três anos, a rede somava 24 escolas próprias e mais de mil funcionários. O modelo de franquias, implementado em 2000, expandiu a operação para 396 unidades antes de sua venda. Da aquisição de um time de futebol à recompra do próprio negócio A expansão, contudo, não foi isenta de percalços. Em 2008, já com patrimônio considerável, Flávio Augusto sofreu uma perda de cerca de R$ 12 milhões na Bolsa de Valores devido à crise financeira, de um patrimônio estimado em R$ 15 milhões na época. Em 2013, a Wise Up foi vendida para a Abril Educação por R$ 877 milhões. A redução drástica na carga de trabalho

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Equador em Crise Eleitoral: Noboa Suspende Partidos e Antecipa Votações sob Alerta da CIDH

Equador vive turbulência eleitoral com suspensões e antecipação de votações regionais. O Equador atravessa um momento delicado em sua política, marcado por sucessões de impedimentos a candidaturas de oposição e a antecipação das eleições regionais. A situação gerou um alerta da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) sobre a necessidade de garantir a participação política plural e igualitária no país. A ex-candidata à Presidência, Luisa González, tem enfrentado dificuldades para concorrer ao governo de Manabí, tendo sua candidatura barrada em três diferentes legendas. A Revolución Ciudadana (RC), partido do ex-presidente Rafael Correa, foi suspensa pela Justiça Eleitoral, e tentativas de alianças com outros movimentos também foram frustradas. Embora não haja provas diretas de envolvimento do presidente Daniel Noboa, as ações têm levantado questionamentos sobre o uso das instituições para afastar adversários. Noboa, por sua vez, nega as acusações e atribui a decisão de antecipar as eleições ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE), citando o risco de fenômenos climáticos como o El Niño. Barreiras judiciais e oposição sob pressão Luisa González, uma das principais vozes da oposição a Daniel Noboa, buscou concorrer pela Revolución Ciudadana (RC), partido do ex-presidente Rafael Correa. No entanto, a legenda foi suspensa pela Justiça Eleitoral por um período de nove meses, a partir de março, no âmbito de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e financiamento irregular na campanha de 2023. Após a suspensão da RC, González tentou se filiar ao movimento Amigo, que também acabou sendo suspenso. Em seguida, aceitou um convite do Pachakutik, braço político do movimento indígena, mas sua candidatura foi novamente impedida. Essa sucessão de obstáculos tem sido vista pela oposição como uma estratégia para enfraquecer a concorrência. Alerta da CIDH e impacto no pluralismo político A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) emitiu um comunicado no fim de agosto, expressando preocupação com o cenário eleitoral equatoriano. A entidade pediu ao Equador que assegure a “participação política plural e igualitária”, destacando que a antecipação das eleições reduziu o tempo para processos cruciais como primárias, inscrição de candidatos e campanhas. A CIDH manifestou apreensão quanto à possibilidade de os partidos competirem em condições equitativas. A organização ressaltou que restrições à participação política devem ser necessárias e proporcionais, e não podem resultar em exclusão arbitrária ou prejudicar o pluralismo, afetando assim o direito do eleitor de escolher entre diversas opções. Antecipação das eleições e fragilidade institucional As eleições regionais, originalmente previstas para fevereiro de 2027, foram antecipadas para 29 de novembro deste ano pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE). A justificativa oficial mencionou o risco de fortes chuvas causadas pelo El Niño no início de 2025, que poderiam afetar a votação em áreas rurais da Costa, onde a oposição tem forte presença. César Ricaurte, diretor da Fundamedios, organização equatoriana de defesa da liberdade de expressão, considera a argumentação para a antecipação das eleições “muito fraca”. Ele aponta que, embora não seja possível afirmar com certeza o envolvimento direto de Daniel Noboa, os impedimentos a partidos de oposição tornam a eleição menos competitiva, beneficiando o

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Agenda Presidenciáveis Fim de Semana: De Carreatas a Congressos Médicos, Confira os Movimentos dos Candidatos à Presidência em 12 e 13 de Agosto

Agenda Presidenciáveis: Movimentações e Eventos Neste Fim de Semana (12 e 13 de Agosto) Os candidatos à presidência da República seguem com agendas repletas de compromissos neste fim de semana, nos dias 12 e 13 de agosto. Os eventos incluem desde atos políticos e mobilizações em praças públicas até congressos com segmentos específicos da sociedade, além de caravanas e encontros com eleitores em diversas regiões do Brasil. A programação diversificada busca alcançar diferentes públicos e reforçar o contato direto com os cidadãos. As atividades planejadas abrangem desde panfletagens e rodas de conversa até visitas a hospitais e eventos de conscientização, mostrando a amplitude das estratégias de campanha. Conforme informações divulgadas, os presidenciáveis estarão presentes em estados como São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais, com o objetivo de consolidar suas bases eleitorais e apresentar suas propostas para o país. Augusto Cury e Clariana Barão em Encontros Estratégicos O candidato Augusto Cury (Avante) participará de um congresso voltado para a classe médica em Barueri, São Paulo, e de um evento do Grupo Nòs no sábado. Já Clariana Barão (DC) estará presente na Arena Enersim, em Várzea Grande, Mato Grosso, no sábado à noite. Edmilson Costa e Flávio Bolsonaro em Mobilizações Regionais Edmilson Costa (PCB) tem agenda em Guarulhos (SP) no sábado, participando do Grito dos Excluídos, e no domingo estará em Caraguatatuba e São Sebastião com caravanas partidárias. Flávio Bolsonaro (PL) terá um sábado movimentado com encontros, carreatas e comícios em cidades do Rio de Janeiro, como Cabo Frio, Macaé, Campos dos Goytacazes e Itaperuna. No domingo, ele participa de um Grande Encontro da Direita e do Encontro das Mulheres em Presidente Prudente (SP). Hertz Dias e Lula em Atos Públicos Hertz Dias (PSTU) realizará panfletagem em uma feira e reunirá agricultores familiares em Ipojuca (PE) no sábado. À noite, participará de uma roda de conversa em Recife. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estará em Curitiba (PR) no sábado para um ato na Boca Maldita e, no domingo, participará de uma mobilização nacional em defesa de seu projeto político, com atividades previstas em todo o país. Renan Santos, Romeu Zema e Rui Costa Pimenta em Eventos Diversificados Renan Santos (Missão) participa do 1º Congresso da Missão em Santa Catarina, em Joinville. Romeu Zema (Novo) estará em Sete Lagoas (MG) para um encontro com mulheres amazonas em uma cavalgada de prevenção ao câncer de mama e visitará o Hospital Regional da cidade. Rui Costa Pimenta (PCO) realizará uma análise política da semana em São Paulo no sábado e participará de uma sessão de autógrafos na Bienal Internacional do Livro de São Paulo no domingo. Samara Martins em Ação Comunitária e Situação de Outros Candidatos Samara Martins (UP) estará em Belo Horizonte (MG) para uma panfletagem na região do Aglomerado da Serra no sábado. O candidato Ronaldo Caiado (PSD) está internado tratando pneumonia no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, e o candidato Wilson Grassi (Democrata) não possui agenda pública de campanha divulgada.

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Suécia em Encruzilhada: Extrema Direita Pode Entrar no Governo Após Eleições Históricas

Suécia em Encruzilhada: O Futuro do Governo Sueco em Jogo A Suécia se encontra em um momento decisivo neste domingo (13), com eleições parlamentares que podem definir a entrada da extrema direita no governo. O partido Democratas Suecos, com origens em movimentos neonazistas, pode ter representantes no gabinete do atual primeiro-ministro, Ulf Kristersson, caso ele seja reconduzido ao cargo. Essa possibilidade, vista como necessária por Kristersson para garantir a estabilidade de sua administração, marca uma guinada significativa na política sueca. Os Democratas Suecos, que já detêm a maior bancada do bloco conservador há quatro anos, agora se aproximam do poder executivo. A decisão eleitoral ocorre em um contexto de endurecimento das políticas migratórias no país, com casos de deportação de longa data residentes e até bebês. O primeiro-ministro Kristersson tem ecoado um discurso de “fazer a Suécia grande novamente”, emulando o slogan de Donald Trump, distanciando-se do tradicional Estado liberal e de amplo amparo social pelo qual o país ficou conhecido. A informação é de reportagem divulgada pela AFP. A Ascensão dos Democratas Suecos Os Democratas Suecos, fundados em 1988 e com raízes em movimentos de extrema-direita, têm ganhado força eleitoral nas últimas décadas. Originado de grupos com ideologias neonazistas e nacionalistas, o partido passou por um processo de “limpeza” de imagem, buscando se apresentar como uma alternativa conservadora e patriótica. Apesar das tentativas de moderação, o passado do partido é constantemente lembrado. O líder Jimmie Akesson apresentou um dossiê detalhando a história da sigla, suas ligações com grupos fascistas e posições xenófobas e antissemitas de alguns de seus membros. Essa estratégia de “expiação pública” se assemelha a táticas de outras forças de ultradireita europeias, como a Marine Le Pen na França. Um recente escândalo abalou a reta final da campanha, com uma investigação da revista sueca Expo apontando supostas ligações de um dos principais ideólogos dos Democratas Suecos, Gustav Gellerbrant, com os serviços de inteligência russos. Essa notícia é particularmente constrangedora para Kristersson, que liderou a adesão da Suécia à OTAN, aliança que vê a Rússia como uma ameaça existencial. Um Debate Nacional sobre Identidade e Bem-Estar A ex-primeira-ministra Magdalena Andersson, líder do bloco de centro-esquerda social-democrata, tem alertado para as consequências de uma vitória da extrema direita. Ela afirma que as eleições decidirão “qual Suécia deve prevalecer”, contrastando um país que busca reforçar o Estado de bem-estar social com uma alternativa “dominada por um partido de extrema direita fundado por neonazistas”. As pesquisas de opinião indicam uma disputa acirrada, com os dois principais blocos em empate técnico. O bloco de centro-esquerda teria entre 49,3% e 50,8% dos votos, garantindo uma maioria justa no Riksdag. Já o bloco conservador liderado por Kristersson ficaria entre 47,6% e 49% das preferências. Analistas preveem um pleito ainda mais apertado que o de 2022. Apesar da possibilidade de formar maioria, Andersson enfrenta o desafio da fragmentação da esquerda, com divergências sobre temas como taxação de bilionários e novas usinas nucleares, que complicam a formação de uma coalizão. O combate à criminalidade, instrumentalizado pelos

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Agroecologia em Foco: Entidades pedem compromisso de candidatos em SP para combater fome e agrotóxicos

A Articulação Paulista de Agroecologia e outros movimentos sociais lançaram uma iniciativa crucial visando influenciar as eleições em São Paulo. A meta é obter o compromisso de candidatos, tanto do executivo quanto do legislativo, em prol da agroecologia e da democracia. A campanha “Agroecologia nas Eleições em SP” visa unir forças para combater a fome, a sede e a destruição ambiental, propondo um modelo de produção de alimentos mais justo e sustentável. Mais de 20 organizações da sociedade civil, incluindo a Associação Brasileira de Reforma Agrária e o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra SP, endossam a carta, demonstrando a força e a abrangência da mobilização. Incentivo à agricultura familiar e democratização do acesso à terra são pontos centrais da proposta. Uma das principais demandas apresentadas na carta é a garantia de incentivo técnico, econômico e administrativo para agricultores familiares, indígenas, quilombolas e assentados da reforma agrária. O objetivo é democratizar o acesso à terra e aos recursos necessários para o cultivo de alimentos saudáveis. A iniciativa busca assegurar que esses grupos tenham as condições ideais para produzir alimentos de qualidade, fortalecendo a segurança alimentar e nutricional em todo o estado de São Paulo. A articulação entende que o fortalecimento desses produtores é fundamental para a construção de um sistema alimentar mais resiliente e justo. Hortas urbanas e agricultura periurbana ganham destaque na pauta pela sustentabilidade. Outra solicitação importante é a capilarização da execução da Política Nacional de Agricultura Urbana e Periurbana (PNAUP) em todo o estado. A carta enfatiza a criação e o apoio a hortas urbanas comunitárias. Essas iniciativas promovem o cultivo agroecológico e a compostagem de resíduos, inclusive em escolas e outros serviços públicos, integrando a produção de alimentos à vida urbana de forma sustentável. A expansão dessas práticas contribui para a educação ambiental, a geração de renda e o acesso a alimentos frescos e saudáveis para a população das cidades. Combate rigoroso aos agrotóxicos e monitoramento de resíduos são prioridades. Em relação aos agrotóxicos, o documento defende o combate à pulverização aérea no estado, com sua proibição imediata no entorno de escolas, mananciais e comunidades. Essa medida visa proteger a saúde pública e o meio ambiente. A estruturação de laboratórios públicos estaduais para monitorar resíduos de agrotóxicos na água e nos alimentos é outra medida considerada crucial pelas entidades. A promoção de debates no legislativo e executivo, assim como campanhas informativas, também são propostas. A conscientização sobre os impactos nocivos dos agrotóxicos é vista como essencial para impulsionar a mudança de paradigma na produção de alimentos. Universidades e centros de pesquisa se unem em defesa da agroecologia. Núcleos de estudos de universidades ligadas à agroecologia também subscreveram o documento, reforçando a base científica e acadêmica da iniciativa. Instituições como a Universidade Federal de São Carlos (Ufscar), a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal do ABC (UFABC) e o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) em São Roque demonstram o engajamento do meio acadêmico. Essa colaboração entre entidades sociais e a academia fortalece a proposta e

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Flávio Augusto: Do Cheque Especial a Gigante da Educação, A Jornada Bilionária que Inspira Empreendedores no Brasil

A impressionante ascensão de Flávio Augusto no mundo da educação, de um início modesto a um faturamento milionário. Flávio Augusto, um nome que se tornou sinônimo de sucesso no empreendedorismo brasileiro, construiu sua fortuna a partir de uma ideia audaciosa e um empréstimo considerável. Fundada em 1995, a escola de idiomas Wise Up é o embrião de um império que hoje engloba a holding Wiser, com um faturamento expressivo e milhões de alunos atendidos. A trajetória de Flávio Augusto é marcada por resiliência e visão estratégica, elementos essenciais para quem navega no complexo cenário empresarial brasileiro. Ele não apenas superou dificuldades financeiras, mas também soube se adaptar às mudanças do mercado, incluindo os desafios impostos pela pandemia de Covid-19. A história de Flávio Augusto é um testemunho do poder da inovação e da persistência. A jornada de transformar uma dívida bancária em um negócio bilionário serve de inspiração para muitos que sonham em empreender no Brasil. Conforme informação divulgada em reportagem da Gazeta do Povo, a história completa de Flávio Augusto e sua empresa. O Início Arriscado com R$ 20 Mil do Cheque Especial Em 1995, Flávio Augusto deu o pontapé inicial na Wise Up com um capital inicial de R$ 20 mil, provenientes diretamente do cheque especial. Uma linha de crédito conhecida pelos juros elevados, que na época atingiam 12% ao mês. O valor era apertado para cobrir os custos de estrutura e contratação, mas Flávio apostou em um método de ensino acelerado, com duração de 18 meses. O foco eram profissionais que precisavam aprender inglês rapidamente para impulsionar suas carreiras. Curiosamente, o próprio Flávio Augusto não dominava o idioma na época. Sua estratégia se concentrou na força das vendas e na leitura atenta do mercado, delegando a expertise acadêmica a profissionais contratados. Da Venda Milionária à Surpreendente Recompra da Wise Up Após um crescimento expressivo, que resultou em centenas de unidades da Wise Up espalhadas pelo país, Flávio Augusto tomou a decisão de vender a empresa em 2013 para a Abril Educação, por R$ 877 milhões. No entanto, a história reservava uma reviravolta inesperada. Apenas dois anos depois, em 2015, Flávio Augusto recomprou o negócio por aproximadamente R$ 390 milhões, um valor significativamente inferior ao da venda original. Ao reassumir a gestão, ele encontrou a empresa em um cenário delicado, com queda nos lucros e alta inadimplência, problemas atribuídos a mudanças nas políticas de cobrança. Com um investimento pessoal de US$ 16 milhões, Flávio Augusto dedicou três anos intensos à reestruturação da operação. Seu objetivo era restaurar a saúde financeira e a lucratividade da companhia, recolocando-a no caminho do sucesso sob sua liderança. Adaptação Digital Durante a Pandemia: Um Salto de Alunos A chegada da pandemia de Covid-19 impôs um novo e grande desafio: a interrupção das aulas presenciais. A Wise Up, que já ensaiava uma transição para o ambiente digital desde 2019, acelerou drasticamente essa mudança. Flávio Augusto orientou os franqueados a fecharem os imóveis físicos e a migrarem completamente para o modelo online. Essa virada estratégica

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