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Flávio Augusto: Do Cheque Especial a Gigante da Educação, A Jornada Bilionária que Inspira Empreendedores no Brasil

A impressionante ascensão de Flávio Augusto no mundo da educação, de um início modesto a um faturamento milionário. Flávio Augusto, um nome que se tornou sinônimo de sucesso no empreendedorismo brasileiro, construiu sua fortuna a partir de uma ideia audaciosa e um empréstimo considerável. Fundada em 1995, a escola de idiomas Wise Up é o embrião de um império que hoje engloba a holding Wiser, com um faturamento expressivo e milhões de alunos atendidos. A trajetória de Flávio Augusto é marcada por resiliência e visão estratégica, elementos essenciais para quem navega no complexo cenário empresarial brasileiro. Ele não apenas superou dificuldades financeiras, mas também soube se adaptar às mudanças do mercado, incluindo os desafios impostos pela pandemia de Covid-19. A história de Flávio Augusto é um testemunho do poder da inovação e da persistência. A jornada de transformar uma dívida bancária em um negócio bilionário serve de inspiração para muitos que sonham em empreender no Brasil. Conforme informação divulgada em reportagem da Gazeta do Povo, a história completa de Flávio Augusto e sua empresa. O Início Arriscado com R$ 20 Mil do Cheque Especial Em 1995, Flávio Augusto deu o pontapé inicial na Wise Up com um capital inicial de R$ 20 mil, provenientes diretamente do cheque especial. Uma linha de crédito conhecida pelos juros elevados, que na época atingiam 12% ao mês. O valor era apertado para cobrir os custos de estrutura e contratação, mas Flávio apostou em um método de ensino acelerado, com duração de 18 meses. O foco eram profissionais que precisavam aprender inglês rapidamente para impulsionar suas carreiras. Curiosamente, o próprio Flávio Augusto não dominava o idioma na época. Sua estratégia se concentrou na força das vendas e na leitura atenta do mercado, delegando a expertise acadêmica a profissionais contratados. Da Venda Milionária à Surpreendente Recompra da Wise Up Após um crescimento expressivo, que resultou em centenas de unidades da Wise Up espalhadas pelo país, Flávio Augusto tomou a decisão de vender a empresa em 2013 para a Abril Educação, por R$ 877 milhões. No entanto, a história reservava uma reviravolta inesperada. Apenas dois anos depois, em 2015, Flávio Augusto recomprou o negócio por aproximadamente R$ 390 milhões, um valor significativamente inferior ao da venda original. Ao reassumir a gestão, ele encontrou a empresa em um cenário delicado, com queda nos lucros e alta inadimplência, problemas atribuídos a mudanças nas políticas de cobrança. Com um investimento pessoal de US$ 16 milhões, Flávio Augusto dedicou três anos intensos à reestruturação da operação. Seu objetivo era restaurar a saúde financeira e a lucratividade da companhia, recolocando-a no caminho do sucesso sob sua liderança. Adaptação Digital Durante a Pandemia: Um Salto de Alunos A chegada da pandemia de Covid-19 impôs um novo e grande desafio: a interrupção das aulas presenciais. A Wise Up, que já ensaiava uma transição para o ambiente digital desde 2019, acelerou drasticamente essa mudança. Flávio Augusto orientou os franqueados a fecharem os imóveis físicos e a migrarem completamente para o modelo online. Essa virada estratégica

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J. D. Vance mira 2028: Senador usa palco de Trump em Dallas para se projetar como herdeiro do MAGA

J. D. Vance, o vice-senador em ascensão, capitaliza evento de Trump em Dallas para fortalecer sua imagem e projetar futuras ambições presidenciais, visando 2028. Em Dallas, a convenção republicana, idealizada para impulsionar candidatos nas eleições de meio de mandato, serviu como um palco estratégico para J. D. Vance. O vice-senador, conhecido por sua lealdade a Donald Trump, aproveitou os holofotes para demonstrar seu apreço pela base do partido e, sutilmente, para pavimentar seu caminho rumo a uma potencial candidatura presidencial em 2028. Enquanto o evento, organizado sob o comando de Trump, visava reforçar a imagem do ex-presidente e sua influência sobre o partido, Vance demonstrou que também possui ambições próprias. A atmosfera de exaltação a Trump, com gritos de incentivo e juramentos de lealdade, foi o pano de fundo para que o vice-senador se apresentasse como um possível sucessor, um herdeiro natural do movimento MAGA. A postura de Vance em Dallas, conforme apurado pelo The New York Times, revela uma cuidadosa estratégia de posicionamento político. Ele buscou evitar temas controversos que pudessem alienar parte da base e, em vez disso, focou em sua história pessoal e em ataques aos democratas, buscando um equilíbrio entre a lealdade a Trump e a construção de uma marca própria. As informações são do The New York Times. Vance adota discurso cauteloso e apelo pessoal Em seu discurso, J. D. Vance optou por uma abordagem mais conservadora, evitando polêmicas como a guerra com o Irã, tarifas comerciais ou a promessa de campanha de Trump de US$ 5.000 aos eleitores. Em vez disso, o vice-senador deu ênfase à sua trajetória pessoal, mencionando sua família e o recente nascimento de seu quarto filho. A estratégia pareceu surtir efeito, especialmente em sua resposta a um manifestante, que gerou entusiasmo na multidão. A resposta improvisada de Vance ao manifestante, que exibiu bandeiras do México e da Palestina, foi um dos momentos de maior destaque de sua participação. Ao dizer, “Meu amigo, se você ama tanto o México, leve essa sua bunda para lá. Eu compro sua passagem de avião”, o vice-senador provocou uma ovação, demonstrando habilidade em lidar com situações inesperadas e em se conectar com a energia do público. Posicionamento como herdeiro de Trump e o desafio de 2028 Apesar de ter sido um crítico de Trump no passado, Vance se tornou um dos mais firmes apoiadores do ex-presidente. Republicanos veem em Vance um forte candidato para a indicação presidencial, com a multidão em Dallas chegando a gritar “48”, em referência ao 48º presidente dos Estados Unidos. Contudo, o desafio de Vance reside em consolidar o apoio da base trumpista, especialmente entre eleitores menos engajados politicamente. Jack Posobiec, comentarista de extrema direita e apoiador de Vance, destaca a importância de alcançar públicos específicos, como os ouvintes de podcasts populares. “Ele tem essas relações com os apresentadores de podcasts – Theo Von, Joe Rogan – que esse pessoal ouve”, disse Posobiec ao The New York Times. “O trabalho que ele terá de fazer é convencê-los a voltar em 2028.”

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Cúpula do BRICS na Índia: Interesses Divergentes e Tensão Geopolítica Marcam Reunião

BRICS: União de Interesses ou Fórum de Divergências? A Índia sedia a 18ª reunião de cúpula do BRICS neste fim de semana, um evento que, mais uma vez, expõe a **vocação do bloco como um palco para interesses díspares** de seus membros. As agendas individuais de países como China, Rússia, Índia, Brasil e África do Sul frequentemente se sobrepõem ao discurso oficial de união contra a hegemonia ocidental. Essa falta de coesão não é novidade e já foi evidenciada na cúpula do ano passado, realizada no Brasil, quando nem o líder chinês Xi Jinping compareceu. Agora, a presença de líderes é mais robusta, mas as tensões internas persistem, dificultando a formação de um consenso forte. A reunião na Índia promete ser um teste para a capacidade do BRICS de apresentar uma frente unida, especialmente diante das complexas relações geopolíticas atuais. Conforme informações divulgadas, a expectativa é que a cúpula reforce a ideia de que o BRICS é, na prática, um **fórum para interesses de nações com diferentes visões de mundo**. Líderes Presentes e Ausentes Destacam Divisões Internas Dos quatro países fundadores do BRICS em 2009 (Brasil, Rússia, Índia e China), o único líder ausente será Luiz Inácio Lula da Silva, devido à sua campanha à reeleição, sendo representado pelo chanceler Mauro Vieira. Estarão presentes o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, e convidados da expansão de 2023. Um dos nomes de maior relevância política é o iraniano Masoud Pezeshkian, buscando apoio internacional em um momento de tensão militar com os Estados Unidos. A presença do príncipe herdeiro dos Emirados Árabes Unidos, Khaled bin Mohamed bin Zayed, também é notável, visto que os EAU romperam relações comerciais com o Irã, um dos novos membros do bloco. Tensões Geopolíticas e o Papel da China e Rússia A relação entre Irã e Emirados Árabes Unidos já **bloqueou um comunicado oficial do BRICS neste ano**, e há receio de que o mesmo possa ocorrer na cúpula atual. Xi Jinping e Vladimir Putin apoiam o Irã, mas não necessariamente a Índia, evidenciando a complexidade das alianças dentro do grupo. A importância do encontro se concentra na presença de Xi Jinping em solo indiano pela primeira vez em sete anos. Este movimento ocorre em um contexto de **escaramuças fronteiriças entre China e Índia**, potências nucleares asiáticas. Narendra Modi, anfitrião, busca articular alianças militares que desconfiam das intenções de Pequim no Indo-Pacífico. Interesses Econômicos e Retórica Anti-Ocidental Vladimir Putin, já em Nova Délhi, prioriza a manutenção do canal de exportação de petróleo russo para a Índia, crucial para a economia de Moscou sob sanções. Durante o fórum empresarial da cúpula, Putin acusou o Ocidente de orquestrar ataques a infraestruturas energéticas de países do BRICS para **retomar a hegemonia econômica**. Para o Brasil, a cúpula representa mais uma oportunidade para debater a integração de meios de pagamento digitais entre os países do BRICS. Embora de difícil execução, a discussão gera irritação em Washington, que vê o bloco como uma frente hostil, apesar das linhas de diálogo e interesses próprios que

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Xi Jinping: A Vantagem Comercial Chinesa que Pode Virar Veneno na Negociação com Trump

Xi Jinping viaja para fortalecer coalizão e negociar com Trump, mas desafios econômicos internos e externos pairam sobre a China. A recente agenda internacional do presidente chinês, Xi Jinping, marcada pela participação na cúpula do BRICS em Nova Deli e uma iminente visita de Estado a Washington, tem sido apresentada pela imprensa oficial como uma estratégia para formar uma coalizão contra as tarifas americanas. No entanto, a narrativa oficial esconde complexidades e desafios que podem minar a posição de barganha de Pequim. A sequência de compromissos, que incluiu Bishkek e o Cairo, foi divulgada como um movimento para consolidar o Sul Global. Contudo, os acordos financeiros firmados, como o empréstimo para a ferrovia China-Quirguistão-Uzbequistão e a renovação do swap cambial com o Egito, já estavam em andamento antes da viagem, segundo informações divulgadas. A verdadeira força que Xi Jinping pretende demonstrar a Donald Trump reside nos robustos números de exportação chineses, que registraram um crescimento de 25% em agosto, com um superávit recorde de US$ 119,1 bilhões. Essa performance, impulsionada por setores como semicondutores e automóveis, confere a Pequim uma posição de negociação aparentemente confortável, especialmente diante de um Trump pressionado pela eleição presidencial americana. Conforme informações divulgadas, essa vantagem, porém, vem sendo corroída por um mecanismo autoimposto: a estratégia de exportação massiva, embora barata, tem gerado desequilíbrios e desindustrialização em outros países. O Dilema do Superávit Comercial Chinês A estratégia chinesa de inundar o mercado global com produtos a preços competitivos, embora benéfica para o consumo em países em desenvolvimento, tem criado um efeito colateral perigoso. A falta de um desenvolvimento industrial proporcional em contrapartida, que gere empregos locais, tem levado à criação de barreiras comerciais. Este é um ponto crucial que a China precisa gerenciar em suas negociações internacionais. O caso da Índia é emblemático. No ano fiscal encerrado em março, a China se tornou a maior parceira comercial indiana, com um fluxo comercial recorde de US$ 151,1 bilhões. Contudo, o déficit comercial indiano também atingiu um pico histórico de US$ 112,2 bilhões. Em resposta, o governo indiano tem intensificado investigações antidumping contra produtos chineses, demonstrando o crescente descontentamento. Europa e a Reação à Supercapacidade Chinesa A Europa também tem demonstrado preocupação com a política comercial chinesa. Após um pedido de cinco países do bloco por medidas mais restritivas contra produtos chineses em maio, o Ministério do Comércio da China publicou em julho sua primeira posição formal sobre a supercapacidade industrial. O documento, no entanto, nega a relação direta entre subsídios industriais e o excesso de produção, classificando o consumo interno fraco como uma fase transitória. Os dados de agosto, porém, não sustentam essa tese. As importações chinesas ficaram abaixo das projeções pelo segundo mês consecutivo, e o consumo interno ainda não compensa a demanda externa. Essa fragilidade interna pode ser um ponto de vulnerabilidade na estratégia de negociação de Xi Jinping. O Futuro das Negociações: Barreiras ou Tréguas? A equipe de Donald Trump, ciente dos números de alfândega que fortalecem a posição de Xi, também sabe que

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Casa Branca de Trump Propõe Excluir Imigrantes Irregulares do Censo 2030, Gerando Debate sobre Representação e Verbas Federais nos EUA

Proposta da Casa Branca de Trump para o Censo de 2030: Imigrantes sem Green Card Excluídos da Contagem Populacional A Casa Branca, sob a administração Trump, propôs uma reformulação significativa para o Censo de 2030 nos Estados Unidos. A medida principal é a exclusão de imigrantes sem green card da contagem populacional. Essa mudança, se implementada, alteraria drasticamente a forma como os residentes são definidos para fins federais. Essa proposta abrange também a interrupção de perguntas sobre raça e etnia, além de orientação sexual. O objetivo declarado é redefinir quem é considerado um residente do país para o governo federal, o que pode ter implicações profundas na representação política e na alocação de recursos. Historicamente, o censo, realizado a cada dez anos, contabiliza todos os residentes do país, independentemente de sua situação migratória, e inclui perguntas sobre raça e etnia. A proposta atual representa um desvio radical dessas práticas estabelecidas e da Constituição americana. Conforme informação divulgada, a proposta de regulamentação publicada na internet não contabilizaria na pesquisa os não-cidadãos sem green card. Isso se diferencia do processo que a Constituição determina, que é a contagem de todas as pessoas em cada estado, e não apenas dos cidadãos. Impacto na Representação Política e Verbas Federais A exclusão de imigrantes, tanto irregulares quanto em situação regular sem green card, da contagem censitária pode ter um impacto desproporcional em áreas com maior concentração de imigrantes. Essas regiões, que frequentemente votam no Partido Democrata, poderiam perder representação no Congresso e ter seu acesso a bilhões de dólares em verbas federais comprometido. Especialistas alertam que a falta de dados precisos sobre a população pode dificultar a implementação de políticas destinadas a combater disparidades sistêmicas. Kimball Brace, presidente da Election Data Services, destacou que, sem os dados necessários, seria como “enterrar a cabeça na areia”, impossibilitando a visualização e a compreensão dos problemas sociais. Desafios Legais e Históricos da Proposta A proposta enfrenta obstáculos significativos. A 14ª Emenda da Constituição dos EUA determina a “contagem do número total de pessoas em cada estado”, sem distinção de status migratório. Além disso, a iniciativa é vista por alguns como uma tentativa de reverter avanços do movimento pelos direitos civis, como apontou William Frey, demógrafo da Brookings Institution. Esta não é a primeira vez que a administração Trump tenta reformular o censo. Em seu primeiro mandato, uma tentativa de incluir uma pergunta sobre cidadania no Censo de 2020 falhou após ser rejeitada por tribunais federais e pela Suprema Corte. Servidores de carreira do Escritório do Censo também resistiram às pressões governamentais anteriores. Medo de Retaliação e Desconfiança na Coleta de Dados Grupos de defesa dos direitos civis alertam que a simples consideração de incluir uma pergunta sobre a situação migratória no censo pode gerar um **efeito inibidor**. Imigrantes, com ou sem situação regular, poderiam se sentir receosos de preencher o formulário por medo de retaliações, resultando em uma contagem populacional ainda menor e menos precisa. A justificativa apresentada na proposta de regulamentação, assinada pelo secretário de Comércio de

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Trump Revela: Rebeldes Houthi do Iêmen Pediram para EUA Não Intervir e Deixar Navios Passarem, Mas Alertam Arábia Saudita

Houthi do Iêmen Buscam Evitar Confronto Direto com EUA, Afirma Trump, Enquanto Escalada Tensa com Arábia Saudita Continua O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou em declarações recentes que o grupo rebelde Houthi, do Iêmen, teria entrado em contato com o governo americano buscando evitar um confronto direto. Segundo Trump, os Houthi sinalizaram que “não querem lutar conosco” e preferem que os EUA não os ataquem. As afirmações do presidente americano surgem em um momento de crescente tensão na região, especialmente após os Houthi assumirem o controle de uma área estratégica no Mar Vermelho e de ataques a infraestruturas vitais da Arábia Saudita. A declaração de Trump, feita a jornalistas em Dublin, na Irlanda, adiciona uma nova camada à complexa dinâmica do conflito. Apesar de buscar evitar um confronto com os EUA, os Houthi deixaram claro que suas restrições se aplicam especificamente à Arábia Saudita, principal rival do Irã na região e aliada dos Estados Unidos. Essa postura, conforme informações divulgadas pelo próprio grupo e reportadas por Trump, indica um foco direcionado em seu conflito com Riad. Acompanhe os detalhes dessa surpreendente revelação e suas implicações. Houthi Controlam Estreito Estratégico e Sinalizam Liberdade de Navegação Condicionada As declarações de Donald Trump ocorrem um dia após os Houthi terem consolidado seu controle sobre a costa do Iêmen no Mar Vermelho, incluindo o estratégico estreito de Bab el-Mandeb. O grupo rebelde, que tem apoio do Irã, avançou para cidades e ilhas importantes na região, segundo relatos de seus adversários. Trump mencionou que os Houthi estão permitindo a passagem da maioria das embarcações pela área. “Eles prefeririam muito que não estivéssemos envolvidos, e estão deixando a maioria dos navios passar. Há apenas um país com o qual eles não estão muito satisfeitos, e vamos resolver isso”, declarou o presidente. Essa ressalva aponta diretamente para a Arábia Saudita, com a qual os Houthi têm um conflito declarado. Rebeldes já haviam afirmado que a navegação seria segura na via, exceto para navios sauditas. Trump Aponta Irã por Ataque a Oleoduto Saudita e Príncipe Bin Salman Busca Apoio Americano O presidente americano também sugeriu que o regime iraniano é o provável responsável pelo recente ataque ao oleoduto que liga os campos de petróleo sauditas ao porto de Yanbu, no Mar Vermelho. Este oleoduto é uma rota alternativa crucial para a exportação de petróleo saudita, especialmente quando o Estreito de Hormuz, controlado pelo Irã, enfrenta tensões. O Ministério da Energia saudita fechou o oleoduto como medida de precaução após o incidente. Trump revelou que conversou com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, a quem chamou de “amigo”, e expressou otimismo sobre a resolução da crise. No entanto, segundo o site americano Axios, Bin Salman teria ligado duas vezes para Trump solicitando ataques americanos contra os Houthi, pedidos que foram rejeitados por Washington. A Arábia Saudita, maior exportadora mundial de petróleo, considera a segurança da navegação no Mar Vermelho vital para sua economia. EUA Oferecem Apoio Limitado à Arábia Saudita e Monitoram Ameaças à

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Cúpula do BRICS: Resolução genérica sobre guerra no Oriente Médio frustra China e expõe divisões internas

BRICS adota resolução genérica sobre guerra no Oriente Médio, sem citar beligerantes, e expõe divisões internas Apesar das aspirações do líder chinês Xi Jinping para que o BRICS assuma um papel central na busca pela paz no Oriente Médio, o bloco, que inclui o Brasil, emitiu neste sábado (12) uma resolução com teor genérico sobre o conflito na região. O texto final da 18ª reunião anual do grupo, realizada em Nova Délhi, expressou a “profunda preocupação” dos membros com a guerra, pediu “máxima contenção” aos envolvidos e defendeu “uma abordagem multilateral” para a paz. A ausência de menções diretas aos países beligerantes, como Estados Unidos, Israel e Irã, e aos outros 13 países afetados pela guerra, que se iniciou em 28 de fevereiro, reflete as complexidades e divergências internas do bloco. Uma das dificuldades apontadas foi a presença de Irã e Emirados Árabes Unidos, principais alvos da retaliação iraniana contra aliados americanos no Golfo Pérsico, na mesma mesa de discussões. A obtenção de uma declaração unânime, ainda que sem assinaturas específicas, foi considerada uma vitória para o anfitrião, o premiê indiano Narendra Modi. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o enviado emirati, o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Khaled bin Mohamed bin Zayed, chegaram a se encontrar à margem da cúpula, indicando um esforço diplomático em curso. Xi Jinping busca protagonismo e imagem de união em meio a tensões O premiê indiano, Narendra Modi, também buscou reforçar a imagem de unidade do bloco ao divulgar uma nova fotografia ao lado de Vladimir Putin, da Rússia, e Xi Jinping, da China, de mãos dadas. A imagem remete ao encontro dos três líderes na cúpula da Organização de Cooperação de Xangai, em setembro de 2025, na China, que simbolizou um desafio às políticas dos EUA sob a gestão Trump. Atualmente, cada país do BRICS tem trilhado um caminho próprio em relação aos Estados Unidos, pautado por seus interesses nacionais. A resolução também reiterou críticas já feitas anteriormente pelo BRICS a sanções unilaterais, um aceno para a Rússia, punida no Ocidente pela Guerra da Ucrânia, e a guerras tarifárias que marcam a segunda gestão Trump, sem nomear diretamente os responsáveis. O tom pouco específico da declaração reflete as discrepâncias internas do BRICS, que expandiu significativamente seu número de membros, chegando a 10 em 2026, com cinco novos integrantes a partir da expansão promovida por Xi em 2023. Divergências internas e a busca por um papel global do BRICS As divergências dentro do BRICS tornaram-se mais explícitas. Após o encontro de 2024 na Rússia não ter definido uma nova expansão, a reunião de 2025 no Brasil foi impactada pela ausência do presidente Lula, devido à campanha eleitoral. Mesmo na contestação da hegemonia ocidental, uma função primária do BRICS, não há concordância total. A Índia, por exemplo, busca evitar que a China se torne isoladamente o principal polo oposto aos EUA na atual “Guerra Fria 2.0”, mantendo boas relações tanto com Washington quanto com Moscou. Nesta cúpula, a presença de Xi Jinping na Índia pela

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Nova York: 2.753 Cadeiras Vazias em Bryant Park Homenageiam Vítimas do 11 de Setembro em Memorial Emocionante

Nova York, EUA – Em um tocante tributo às vidas perdidas, Nova York se vestiu de luto e memória nesta sexta-feira, 11 de setembro, marcando 22 anos dos atentados de 2001. O Bryant Park, um dos espaços mais emblemáticos da cidade, transformou-se em um mar de 2.753 cadeiras vazias. Cada assento, cuidadosamente posicionado voltado para o sul, na direção onde outrora se erguiam as Torres Gêmeas, representou uma das vítimas fatais dos ataques terroristas. A iniciativa, que já se tornou uma tradição anual, permitiu que o público se aproximasse e deixasse flores e mensagens de carinho e saudade, criando um ambiente de profunda comoção e união. A atmosfera era de silêncio respeitoso, com muitos visitantes compartilhando abraços e lágrimas em um momento de reflexão coletiva. O memorial no Bryant Park é apenas uma das diversas homenagens que ocorreram na cidade e em todo o país. Conforme noticiado pela mídia local, o ato no parque se repete a cada aniversário, mantendo viva a lembrança das vítimas e a importância de nunca esquecer. Cerimônias e Homenagens em Marco Zero A cerimônia principal aconteceu no Marco Zero, local onde as Torres Gêmeas foram destruídas. O evento contou com a presença de autoridades e familiares das vítimas. Um momento de silêncio foi observado às 8h46, horário exato em que o primeiro avião atingiu a Torre Norte do World Trade Center, um marco doloroso na história americana. A tradicional leitura dos nomes das vítimas por seus entes queridos emocionou os presentes. A solenidade deste ano também incluiu um momento dedicado àqueles que desenvolveram doenças relacionadas à exposição às toxinas no local dos ataques, reconhecendo o sofrimento prolongado de muitos. Ex-presidentes se unem em memória Em um gesto significativo de unidade nacional, os quatro ex-presidentes americanos vivos se reuniram no Memorial do 11 de Setembro. George W. Bush, que liderava os Estados Unidos na época dos ataques, esteve presente ao lado de Bill Clinton, Barack Obama e Joe Biden. O vice-presidente J. D. Vance representou o governo atual na cerimônia. A presença conjunta dos líderes, apesar das diferentes afiliações políticas, reforçou a importância da memória coletiva e da solidariedade em face da tragédia. A ocasião serviu como um lembrete da resiliência e da força do espírito americano diante da adversidade. Um Legado de Memória e Esperança Os memoriais e cerimônias em Nova York e em outras cidades dos Estados Unidos não são apenas um ato de lembrança, mas também um símbolo de esperança e de compromisso com a paz. As cadeiras vazias no Bryant Park, em particular, servem como um poderoso lembrete visual do impacto devastador dos ataques. A comunidade de Nova York, juntamente com o país e o mundo, reafirmou seu compromisso em honrar a memória das vítimas do 11 de Setembro, perpetuando suas histórias e aprendendo com os eventos que moldaram o século XXI. A cada ano, a repetição desses memoriais reforça a ideia de que as lições aprendidas com essa tragédia devem ser transmitidas às futuras gerações.

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O que assistir neste sábado: “Bom Garoto”, legado de Tom Hanks e Spielberg e thrillers que prendem a atenção

Novidades e clássicos para maratonar neste sábado: de suspense perturbador a documentários históricos Este sábado oferece um leque variado de opções para quem busca entretenimento em casa. Desde o perturbador suspense psicológico “Bom Garoto” até o legado da aclamada minissérie “Band of Brothers”, há conteúdo para todos os gostos e idades. Para os fãs de drama com toques de suspense, “Bom Garoto” promete prender a atenção com sua trama sobre reabilitação e controle. Já “Band of Brothers Legacy” revisita o impacto de uma das minisséries mais importantes da TV, com o toque inconfundível de Tom Hanks e Steven Spielberg. Além disso, o dia conta com thrillers políticos instigantes, comédias espanholas com reviravoltas e documentários que mergulham em momentos cruciais da história latino-americana. A programação se completa com filmes focados em superação e amizade, garantindo um fim de semana repleto de boas histórias. Essas são algumas das sugestões, conforme divulgado em fontes especializadas em conteúdo audiovisual. “Bom Garoto”: Um Mergulho na Noite Londrina e na Perturbação Psicológica Em “Bom Garoto“, acompanhamos Tommy, um jovem de 19 anos imerso na vida noturna de Londres, marcada por drogas e violência. Sua rotina vira de cabeça para baixo ao acordar preso por uma coleira no porão de um casal que decide submetê-lo a um peculiar processo de reabilitação, com o objetivo de transformá-lo em um “bom garoto”. Dirigido por Jan Komasa, o suspense psicológico conta com atuações de Stephen Graham, Andrea Riseborough e Anson Boon, em uma narrativa que explora os limites do controle e da transformação humana. O Legado de Tom Hanks e Steven Spielberg: “Band of Brothers” Revivido Para os admiradores de produções épicas e emocionantes, “Band of Brothers Legacy” é um prato cheio. Este especial celebra os 25 anos da minissérie criada por Tom Hanks e Steven Spielberg, que retratou os fortes laços de fraternidade de uma equipe de paraquedistas durante a Segunda Guerra Mundial. O programa explora o impacto duradouro da série nos atores e no público, além de homenagear o legado dos soldados reais que inspiraram a obra. Thrillers e Comédias para Variar o Cardápio de Sábado O sábado também traz “Anniversary: Mudança Radical“, outro filme dirigido por Jan Komasa. O thriller político, que inicia como um drama familiar, ganha contornos sombrios com o ascensão de um novo movimento político nos Estados Unidos. Diane Lane, Kyle Chandler, Phoebe Dynevor e Dylan O’Brien lideram o elenco. Já “Vamos, Time!” é uma comédia espanhola que acompanha uma empresa em decadência que organiza um retiro para seus funcionários, mas a escapada se transforma em uma armadilha ao descobrirem planos de demissões em massa. Documentários Históricos e Histórias de Superação Para quem prefere mergulhar na história, “A Batalha do Chile – A Luta de um Povo sem Armas” é uma obra essencial. A trilogia documental de Patricio Guzmán, filmada em 1972 e 1973, captura a tensão política e social que antecedeu o golpe militar no Chile, tornando-se um documento histórico sobre a América Latina. Fechando as sugestões, “O Último Rodeio” narra a história

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Disputa pela Sucessão no Reino de Tooro: Filho de Monarca Jovem é Apontado em Testamento Contra Escolha de Anciãos

Disputa acirrada pela sucessão abala reino tradicional de Uganda após a morte prematura de seu jovem rei Uma intensa batalha pela sucessão tomou conta do Reino de Tooro, em Uganda, nos dias que antecederam o sepultamento de seu rei, o jovem Oyo Nyimba Kabamba Iguru Rukidi IV. Ele era conhecido mundialmente como o monarca reinante mais jovem do mundo até sua morte. O rei Oyo, que liderou o reino por mais de três décadas, faleceu aos 34 anos enquanto recebia tratamento contra o câncer nos Estados Unidos. Sua morte desencadeou um conflito interno sobre quem assumirá o trono, revelando profundas divergências dentro da família real e do clã dinástico. A tensão aumentou com a nomeação de um novo monarca pelos anciãos do clã, decisão prontamente contestada pela família mais próxima de Oyo. A situação gerou preocupação e apelos por calma em meio ao luto, conforme informações divulgadas pela BBC. Família Real em Confronto: Testamento vs. Escolha do Clã Enquanto os anciãos do clã real de Tooro anunciaram o apresentador de telejornal, príncipe Edward Rukidi Kijanangoma, de 56 anos, como o sucessor escolhido, a irmã do falecido rei, princesa Ruth Komuntale, apresentou uma reviravolta. Segundo Komuntale, o rei Oyo deixou um **testamento datado de 2022** que designa seu filho pequeno, cuja identidade permanece um mistério, como o herdeiro legítimo do trono. “Meu irmão deixou um herdeiro para o trono, e isso foi declarado com muita clareza”, afirmou ela, criticando a nomeação feita pelos anciãos em um momento de profunda dor para a família. A rainha-mãe, Best Kemigisa, mãe do falecido rei, relatou uma situação alarmante, descrevendo a **remoção de guardas reais e a mobilização de soldados** ao redor do palácio. Ela classificou a situação como “prisão domiciliar”, alegando que a família real está sendo impedida de receber visitantes e de realizar seus rituais de luto em paz. Apelo por Paz e o Futuro do Trono de Tooro A rainha-mãe fez um apelo direto à liderança do exército e ao presidente Yoweri Museveni, solicitando intervenção para que a família possa lamentar e enterrar Oyo em paz. “Apelo àqueles que lutam pelo trono, por favor, haverá tempo para tudo isso. Deixem-nos lamentar e enterrar meu filho, o Rei Oyo”, declarou. O corpo do rei Oyo foi repatriado dos Estados Unidos, e os preparativos para o funeral, que deve reunir milhares de pessoas nos túmulos reais perto do palácio em Fort Portal, estão em andamento. O Reino de Tooro, embora não detenha poder político formal, é uma figura cultural de grande importância no oeste de Uganda. Complexidade da Sucessão em Reinos Tradicionais Africanos A divergência na sucessão expõe a complexidade dos processos em reinos tradicionais africanos. Diferentemente de monarquias hereditárias estabelecidas, a escolha do monarca em Tooro recai sobre membros do clã dinástico Babiito. O comitê de sucessão do clã real defende a nomeação de Kijanangoma, citando a autoridade tradicional para selecionar um príncipe adequado para se tornar “o Omukama”, título local para o rei. Eles afirmam ter realizado “a devida diligência, consulta e

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Flávio Augusto: Do Cheque Especial a Gigante da Educação, A Jornada Bilionária que Inspira Empreendedores no Brasil

A impressionante ascensão de Flávio Augusto no mundo da educação, de um início modesto a um faturamento milionário. Flávio Augusto, um nome que se tornou sinônimo de sucesso no empreendedorismo brasileiro, construiu sua fortuna a partir de uma ideia audaciosa e um empréstimo considerável. Fundada em 1995, a escola de idiomas Wise Up é o embrião de um império que hoje engloba a holding Wiser, com um faturamento expressivo e milhões de alunos atendidos. A trajetória de Flávio Augusto é marcada por resiliência e visão estratégica, elementos essenciais para quem navega no complexo cenário empresarial brasileiro. Ele não apenas superou dificuldades financeiras, mas também soube se adaptar às mudanças do mercado, incluindo os desafios impostos pela pandemia de Covid-19. A história de Flávio Augusto é um testemunho do poder da inovação e da persistência. A jornada de transformar uma dívida bancária em um negócio bilionário serve de inspiração para muitos que sonham em empreender no Brasil. Conforme informação divulgada em reportagem da Gazeta do Povo, a história completa de Flávio Augusto e sua empresa. O Início Arriscado com R$ 20 Mil do Cheque Especial Em 1995, Flávio Augusto deu o pontapé inicial na Wise Up com um capital inicial de R$ 20 mil, provenientes diretamente do cheque especial. Uma linha de crédito conhecida pelos juros elevados, que na época atingiam 12% ao mês. O valor era apertado para cobrir os custos de estrutura e contratação, mas Flávio apostou em um método de ensino acelerado, com duração de 18 meses. O foco eram profissionais que precisavam aprender inglês rapidamente para impulsionar suas carreiras. Curiosamente, o próprio Flávio Augusto não dominava o idioma na época. Sua estratégia se concentrou na força das vendas e na leitura atenta do mercado, delegando a expertise acadêmica a profissionais contratados. Da Venda Milionária à Surpreendente Recompra da Wise Up Após um crescimento expressivo, que resultou em centenas de unidades da Wise Up espalhadas pelo país, Flávio Augusto tomou a decisão de vender a empresa em 2013 para a Abril Educação, por R$ 877 milhões. No entanto, a história reservava uma reviravolta inesperada. Apenas dois anos depois, em 2015, Flávio Augusto recomprou o negócio por aproximadamente R$ 390 milhões, um valor significativamente inferior ao da venda original. Ao reassumir a gestão, ele encontrou a empresa em um cenário delicado, com queda nos lucros e alta inadimplência, problemas atribuídos a mudanças nas políticas de cobrança. Com um investimento pessoal de US$ 16 milhões, Flávio Augusto dedicou três anos intensos à reestruturação da operação. Seu objetivo era restaurar a saúde financeira e a lucratividade da companhia, recolocando-a no caminho do sucesso sob sua liderança. Adaptação Digital Durante a Pandemia: Um Salto de Alunos A chegada da pandemia de Covid-19 impôs um novo e grande desafio: a interrupção das aulas presenciais. A Wise Up, que já ensaiava uma transição para o ambiente digital desde 2019, acelerou drasticamente essa mudança. Flávio Augusto orientou os franqueados a fecharem os imóveis físicos e a migrarem completamente para o modelo online. Essa virada estratégica

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J. D. Vance mira 2028: Senador usa palco de Trump em Dallas para se projetar como herdeiro do MAGA

J. D. Vance, o vice-senador em ascensão, capitaliza evento de Trump em Dallas para fortalecer sua imagem e projetar futuras ambições presidenciais, visando 2028. Em Dallas, a convenção republicana, idealizada para impulsionar candidatos nas eleições de meio de mandato, serviu como um palco estratégico para J. D. Vance. O vice-senador, conhecido por sua lealdade a Donald Trump, aproveitou os holofotes para demonstrar seu apreço pela base do partido e, sutilmente, para pavimentar seu caminho rumo a uma potencial candidatura presidencial em 2028. Enquanto o evento, organizado sob o comando de Trump, visava reforçar a imagem do ex-presidente e sua influência sobre o partido, Vance demonstrou que também possui ambições próprias. A atmosfera de exaltação a Trump, com gritos de incentivo e juramentos de lealdade, foi o pano de fundo para que o vice-senador se apresentasse como um possível sucessor, um herdeiro natural do movimento MAGA. A postura de Vance em Dallas, conforme apurado pelo The New York Times, revela uma cuidadosa estratégia de posicionamento político. Ele buscou evitar temas controversos que pudessem alienar parte da base e, em vez disso, focou em sua história pessoal e em ataques aos democratas, buscando um equilíbrio entre a lealdade a Trump e a construção de uma marca própria. As informações são do The New York Times. Vance adota discurso cauteloso e apelo pessoal Em seu discurso, J. D. Vance optou por uma abordagem mais conservadora, evitando polêmicas como a guerra com o Irã, tarifas comerciais ou a promessa de campanha de Trump de US$ 5.000 aos eleitores. Em vez disso, o vice-senador deu ênfase à sua trajetória pessoal, mencionando sua família e o recente nascimento de seu quarto filho. A estratégia pareceu surtir efeito, especialmente em sua resposta a um manifestante, que gerou entusiasmo na multidão. A resposta improvisada de Vance ao manifestante, que exibiu bandeiras do México e da Palestina, foi um dos momentos de maior destaque de sua participação. Ao dizer, “Meu amigo, se você ama tanto o México, leve essa sua bunda para lá. Eu compro sua passagem de avião”, o vice-senador provocou uma ovação, demonstrando habilidade em lidar com situações inesperadas e em se conectar com a energia do público. Posicionamento como herdeiro de Trump e o desafio de 2028 Apesar de ter sido um crítico de Trump no passado, Vance se tornou um dos mais firmes apoiadores do ex-presidente. Republicanos veem em Vance um forte candidato para a indicação presidencial, com a multidão em Dallas chegando a gritar “48”, em referência ao 48º presidente dos Estados Unidos. Contudo, o desafio de Vance reside em consolidar o apoio da base trumpista, especialmente entre eleitores menos engajados politicamente. Jack Posobiec, comentarista de extrema direita e apoiador de Vance, destaca a importância de alcançar públicos específicos, como os ouvintes de podcasts populares. “Ele tem essas relações com os apresentadores de podcasts – Theo Von, Joe Rogan – que esse pessoal ouve”, disse Posobiec ao The New York Times. “O trabalho que ele terá de fazer é convencê-los a voltar em 2028.”

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Cúpula do BRICS na Índia: Interesses Divergentes e Tensão Geopolítica Marcam Reunião

BRICS: União de Interesses ou Fórum de Divergências? A Índia sedia a 18ª reunião de cúpula do BRICS neste fim de semana, um evento que, mais uma vez, expõe a **vocação do bloco como um palco para interesses díspares** de seus membros. As agendas individuais de países como China, Rússia, Índia, Brasil e África do Sul frequentemente se sobrepõem ao discurso oficial de união contra a hegemonia ocidental. Essa falta de coesão não é novidade e já foi evidenciada na cúpula do ano passado, realizada no Brasil, quando nem o líder chinês Xi Jinping compareceu. Agora, a presença de líderes é mais robusta, mas as tensões internas persistem, dificultando a formação de um consenso forte. A reunião na Índia promete ser um teste para a capacidade do BRICS de apresentar uma frente unida, especialmente diante das complexas relações geopolíticas atuais. Conforme informações divulgadas, a expectativa é que a cúpula reforce a ideia de que o BRICS é, na prática, um **fórum para interesses de nações com diferentes visões de mundo**. Líderes Presentes e Ausentes Destacam Divisões Internas Dos quatro países fundadores do BRICS em 2009 (Brasil, Rússia, Índia e China), o único líder ausente será Luiz Inácio Lula da Silva, devido à sua campanha à reeleição, sendo representado pelo chanceler Mauro Vieira. Estarão presentes o presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, e convidados da expansão de 2023. Um dos nomes de maior relevância política é o iraniano Masoud Pezeshkian, buscando apoio internacional em um momento de tensão militar com os Estados Unidos. A presença do príncipe herdeiro dos Emirados Árabes Unidos, Khaled bin Mohamed bin Zayed, também é notável, visto que os EAU romperam relações comerciais com o Irã, um dos novos membros do bloco. Tensões Geopolíticas e o Papel da China e Rússia A relação entre Irã e Emirados Árabes Unidos já **bloqueou um comunicado oficial do BRICS neste ano**, e há receio de que o mesmo possa ocorrer na cúpula atual. Xi Jinping e Vladimir Putin apoiam o Irã, mas não necessariamente a Índia, evidenciando a complexidade das alianças dentro do grupo. A importância do encontro se concentra na presença de Xi Jinping em solo indiano pela primeira vez em sete anos. Este movimento ocorre em um contexto de **escaramuças fronteiriças entre China e Índia**, potências nucleares asiáticas. Narendra Modi, anfitrião, busca articular alianças militares que desconfiam das intenções de Pequim no Indo-Pacífico. Interesses Econômicos e Retórica Anti-Ocidental Vladimir Putin, já em Nova Délhi, prioriza a manutenção do canal de exportação de petróleo russo para a Índia, crucial para a economia de Moscou sob sanções. Durante o fórum empresarial da cúpula, Putin acusou o Ocidente de orquestrar ataques a infraestruturas energéticas de países do BRICS para **retomar a hegemonia econômica**. Para o Brasil, a cúpula representa mais uma oportunidade para debater a integração de meios de pagamento digitais entre os países do BRICS. Embora de difícil execução, a discussão gera irritação em Washington, que vê o bloco como uma frente hostil, apesar das linhas de diálogo e interesses próprios que

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Xi Jinping: A Vantagem Comercial Chinesa que Pode Virar Veneno na Negociação com Trump

Xi Jinping viaja para fortalecer coalizão e negociar com Trump, mas desafios econômicos internos e externos pairam sobre a China. A recente agenda internacional do presidente chinês, Xi Jinping, marcada pela participação na cúpula do BRICS em Nova Deli e uma iminente visita de Estado a Washington, tem sido apresentada pela imprensa oficial como uma estratégia para formar uma coalizão contra as tarifas americanas. No entanto, a narrativa oficial esconde complexidades e desafios que podem minar a posição de barganha de Pequim. A sequência de compromissos, que incluiu Bishkek e o Cairo, foi divulgada como um movimento para consolidar o Sul Global. Contudo, os acordos financeiros firmados, como o empréstimo para a ferrovia China-Quirguistão-Uzbequistão e a renovação do swap cambial com o Egito, já estavam em andamento antes da viagem, segundo informações divulgadas. A verdadeira força que Xi Jinping pretende demonstrar a Donald Trump reside nos robustos números de exportação chineses, que registraram um crescimento de 25% em agosto, com um superávit recorde de US$ 119,1 bilhões. Essa performance, impulsionada por setores como semicondutores e automóveis, confere a Pequim uma posição de negociação aparentemente confortável, especialmente diante de um Trump pressionado pela eleição presidencial americana. Conforme informações divulgadas, essa vantagem, porém, vem sendo corroída por um mecanismo autoimposto: a estratégia de exportação massiva, embora barata, tem gerado desequilíbrios e desindustrialização em outros países. O Dilema do Superávit Comercial Chinês A estratégia chinesa de inundar o mercado global com produtos a preços competitivos, embora benéfica para o consumo em países em desenvolvimento, tem criado um efeito colateral perigoso. A falta de um desenvolvimento industrial proporcional em contrapartida, que gere empregos locais, tem levado à criação de barreiras comerciais. Este é um ponto crucial que a China precisa gerenciar em suas negociações internacionais. O caso da Índia é emblemático. No ano fiscal encerrado em março, a China se tornou a maior parceira comercial indiana, com um fluxo comercial recorde de US$ 151,1 bilhões. Contudo, o déficit comercial indiano também atingiu um pico histórico de US$ 112,2 bilhões. Em resposta, o governo indiano tem intensificado investigações antidumping contra produtos chineses, demonstrando o crescente descontentamento. Europa e a Reação à Supercapacidade Chinesa A Europa também tem demonstrado preocupação com a política comercial chinesa. Após um pedido de cinco países do bloco por medidas mais restritivas contra produtos chineses em maio, o Ministério do Comércio da China publicou em julho sua primeira posição formal sobre a supercapacidade industrial. O documento, no entanto, nega a relação direta entre subsídios industriais e o excesso de produção, classificando o consumo interno fraco como uma fase transitória. Os dados de agosto, porém, não sustentam essa tese. As importações chinesas ficaram abaixo das projeções pelo segundo mês consecutivo, e o consumo interno ainda não compensa a demanda externa. Essa fragilidade interna pode ser um ponto de vulnerabilidade na estratégia de negociação de Xi Jinping. O Futuro das Negociações: Barreiras ou Tréguas? A equipe de Donald Trump, ciente dos números de alfândega que fortalecem a posição de Xi, também sabe que

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Casa Branca de Trump Propõe Excluir Imigrantes Irregulares do Censo 2030, Gerando Debate sobre Representação e Verbas Federais nos EUA

Proposta da Casa Branca de Trump para o Censo de 2030: Imigrantes sem Green Card Excluídos da Contagem Populacional A Casa Branca, sob a administração Trump, propôs uma reformulação significativa para o Censo de 2030 nos Estados Unidos. A medida principal é a exclusão de imigrantes sem green card da contagem populacional. Essa mudança, se implementada, alteraria drasticamente a forma como os residentes são definidos para fins federais. Essa proposta abrange também a interrupção de perguntas sobre raça e etnia, além de orientação sexual. O objetivo declarado é redefinir quem é considerado um residente do país para o governo federal, o que pode ter implicações profundas na representação política e na alocação de recursos. Historicamente, o censo, realizado a cada dez anos, contabiliza todos os residentes do país, independentemente de sua situação migratória, e inclui perguntas sobre raça e etnia. A proposta atual representa um desvio radical dessas práticas estabelecidas e da Constituição americana. Conforme informação divulgada, a proposta de regulamentação publicada na internet não contabilizaria na pesquisa os não-cidadãos sem green card. Isso se diferencia do processo que a Constituição determina, que é a contagem de todas as pessoas em cada estado, e não apenas dos cidadãos. Impacto na Representação Política e Verbas Federais A exclusão de imigrantes, tanto irregulares quanto em situação regular sem green card, da contagem censitária pode ter um impacto desproporcional em áreas com maior concentração de imigrantes. Essas regiões, que frequentemente votam no Partido Democrata, poderiam perder representação no Congresso e ter seu acesso a bilhões de dólares em verbas federais comprometido. Especialistas alertam que a falta de dados precisos sobre a população pode dificultar a implementação de políticas destinadas a combater disparidades sistêmicas. Kimball Brace, presidente da Election Data Services, destacou que, sem os dados necessários, seria como “enterrar a cabeça na areia”, impossibilitando a visualização e a compreensão dos problemas sociais. Desafios Legais e Históricos da Proposta A proposta enfrenta obstáculos significativos. A 14ª Emenda da Constituição dos EUA determina a “contagem do número total de pessoas em cada estado”, sem distinção de status migratório. Além disso, a iniciativa é vista por alguns como uma tentativa de reverter avanços do movimento pelos direitos civis, como apontou William Frey, demógrafo da Brookings Institution. Esta não é a primeira vez que a administração Trump tenta reformular o censo. Em seu primeiro mandato, uma tentativa de incluir uma pergunta sobre cidadania no Censo de 2020 falhou após ser rejeitada por tribunais federais e pela Suprema Corte. Servidores de carreira do Escritório do Censo também resistiram às pressões governamentais anteriores. Medo de Retaliação e Desconfiança na Coleta de Dados Grupos de defesa dos direitos civis alertam que a simples consideração de incluir uma pergunta sobre a situação migratória no censo pode gerar um **efeito inibidor**. Imigrantes, com ou sem situação regular, poderiam se sentir receosos de preencher o formulário por medo de retaliações, resultando em uma contagem populacional ainda menor e menos precisa. A justificativa apresentada na proposta de regulamentação, assinada pelo secretário de Comércio de

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Trump Revela: Rebeldes Houthi do Iêmen Pediram para EUA Não Intervir e Deixar Navios Passarem, Mas Alertam Arábia Saudita

Houthi do Iêmen Buscam Evitar Confronto Direto com EUA, Afirma Trump, Enquanto Escalada Tensa com Arábia Saudita Continua O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou em declarações recentes que o grupo rebelde Houthi, do Iêmen, teria entrado em contato com o governo americano buscando evitar um confronto direto. Segundo Trump, os Houthi sinalizaram que “não querem lutar conosco” e preferem que os EUA não os ataquem. As afirmações do presidente americano surgem em um momento de crescente tensão na região, especialmente após os Houthi assumirem o controle de uma área estratégica no Mar Vermelho e de ataques a infraestruturas vitais da Arábia Saudita. A declaração de Trump, feita a jornalistas em Dublin, na Irlanda, adiciona uma nova camada à complexa dinâmica do conflito. Apesar de buscar evitar um confronto com os EUA, os Houthi deixaram claro que suas restrições se aplicam especificamente à Arábia Saudita, principal rival do Irã na região e aliada dos Estados Unidos. Essa postura, conforme informações divulgadas pelo próprio grupo e reportadas por Trump, indica um foco direcionado em seu conflito com Riad. Acompanhe os detalhes dessa surpreendente revelação e suas implicações. Houthi Controlam Estreito Estratégico e Sinalizam Liberdade de Navegação Condicionada As declarações de Donald Trump ocorrem um dia após os Houthi terem consolidado seu controle sobre a costa do Iêmen no Mar Vermelho, incluindo o estratégico estreito de Bab el-Mandeb. O grupo rebelde, que tem apoio do Irã, avançou para cidades e ilhas importantes na região, segundo relatos de seus adversários. Trump mencionou que os Houthi estão permitindo a passagem da maioria das embarcações pela área. “Eles prefeririam muito que não estivéssemos envolvidos, e estão deixando a maioria dos navios passar. Há apenas um país com o qual eles não estão muito satisfeitos, e vamos resolver isso”, declarou o presidente. Essa ressalva aponta diretamente para a Arábia Saudita, com a qual os Houthi têm um conflito declarado. Rebeldes já haviam afirmado que a navegação seria segura na via, exceto para navios sauditas. Trump Aponta Irã por Ataque a Oleoduto Saudita e Príncipe Bin Salman Busca Apoio Americano O presidente americano também sugeriu que o regime iraniano é o provável responsável pelo recente ataque ao oleoduto que liga os campos de petróleo sauditas ao porto de Yanbu, no Mar Vermelho. Este oleoduto é uma rota alternativa crucial para a exportação de petróleo saudita, especialmente quando o Estreito de Hormuz, controlado pelo Irã, enfrenta tensões. O Ministério da Energia saudita fechou o oleoduto como medida de precaução após o incidente. Trump revelou que conversou com o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, a quem chamou de “amigo”, e expressou otimismo sobre a resolução da crise. No entanto, segundo o site americano Axios, Bin Salman teria ligado duas vezes para Trump solicitando ataques americanos contra os Houthi, pedidos que foram rejeitados por Washington. A Arábia Saudita, maior exportadora mundial de petróleo, considera a segurança da navegação no Mar Vermelho vital para sua economia. EUA Oferecem Apoio Limitado à Arábia Saudita e Monitoram Ameaças à

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Cúpula do BRICS: Resolução genérica sobre guerra no Oriente Médio frustra China e expõe divisões internas

BRICS adota resolução genérica sobre guerra no Oriente Médio, sem citar beligerantes, e expõe divisões internas Apesar das aspirações do líder chinês Xi Jinping para que o BRICS assuma um papel central na busca pela paz no Oriente Médio, o bloco, que inclui o Brasil, emitiu neste sábado (12) uma resolução com teor genérico sobre o conflito na região. O texto final da 18ª reunião anual do grupo, realizada em Nova Délhi, expressou a “profunda preocupação” dos membros com a guerra, pediu “máxima contenção” aos envolvidos e defendeu “uma abordagem multilateral” para a paz. A ausência de menções diretas aos países beligerantes, como Estados Unidos, Israel e Irã, e aos outros 13 países afetados pela guerra, que se iniciou em 28 de fevereiro, reflete as complexidades e divergências internas do bloco. Uma das dificuldades apontadas foi a presença de Irã e Emirados Árabes Unidos, principais alvos da retaliação iraniana contra aliados americanos no Golfo Pérsico, na mesma mesa de discussões. A obtenção de uma declaração unânime, ainda que sem assinaturas específicas, foi considerada uma vitória para o anfitrião, o premiê indiano Narendra Modi. O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, e o enviado emirati, o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, Khaled bin Mohamed bin Zayed, chegaram a se encontrar à margem da cúpula, indicando um esforço diplomático em curso. Xi Jinping busca protagonismo e imagem de união em meio a tensões O premiê indiano, Narendra Modi, também buscou reforçar a imagem de unidade do bloco ao divulgar uma nova fotografia ao lado de Vladimir Putin, da Rússia, e Xi Jinping, da China, de mãos dadas. A imagem remete ao encontro dos três líderes na cúpula da Organização de Cooperação de Xangai, em setembro de 2025, na China, que simbolizou um desafio às políticas dos EUA sob a gestão Trump. Atualmente, cada país do BRICS tem trilhado um caminho próprio em relação aos Estados Unidos, pautado por seus interesses nacionais. A resolução também reiterou críticas já feitas anteriormente pelo BRICS a sanções unilaterais, um aceno para a Rússia, punida no Ocidente pela Guerra da Ucrânia, e a guerras tarifárias que marcam a segunda gestão Trump, sem nomear diretamente os responsáveis. O tom pouco específico da declaração reflete as discrepâncias internas do BRICS, que expandiu significativamente seu número de membros, chegando a 10 em 2026, com cinco novos integrantes a partir da expansão promovida por Xi em 2023. Divergências internas e a busca por um papel global do BRICS As divergências dentro do BRICS tornaram-se mais explícitas. Após o encontro de 2024 na Rússia não ter definido uma nova expansão, a reunião de 2025 no Brasil foi impactada pela ausência do presidente Lula, devido à campanha eleitoral. Mesmo na contestação da hegemonia ocidental, uma função primária do BRICS, não há concordância total. A Índia, por exemplo, busca evitar que a China se torne isoladamente o principal polo oposto aos EUA na atual “Guerra Fria 2.0”, mantendo boas relações tanto com Washington quanto com Moscou. Nesta cúpula, a presença de Xi Jinping na Índia pela

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Nova York: 2.753 Cadeiras Vazias em Bryant Park Homenageiam Vítimas do 11 de Setembro em Memorial Emocionante

Nova York, EUA – Em um tocante tributo às vidas perdidas, Nova York se vestiu de luto e memória nesta sexta-feira, 11 de setembro, marcando 22 anos dos atentados de 2001. O Bryant Park, um dos espaços mais emblemáticos da cidade, transformou-se em um mar de 2.753 cadeiras vazias. Cada assento, cuidadosamente posicionado voltado para o sul, na direção onde outrora se erguiam as Torres Gêmeas, representou uma das vítimas fatais dos ataques terroristas. A iniciativa, que já se tornou uma tradição anual, permitiu que o público se aproximasse e deixasse flores e mensagens de carinho e saudade, criando um ambiente de profunda comoção e união. A atmosfera era de silêncio respeitoso, com muitos visitantes compartilhando abraços e lágrimas em um momento de reflexão coletiva. O memorial no Bryant Park é apenas uma das diversas homenagens que ocorreram na cidade e em todo o país. Conforme noticiado pela mídia local, o ato no parque se repete a cada aniversário, mantendo viva a lembrança das vítimas e a importância de nunca esquecer. Cerimônias e Homenagens em Marco Zero A cerimônia principal aconteceu no Marco Zero, local onde as Torres Gêmeas foram destruídas. O evento contou com a presença de autoridades e familiares das vítimas. Um momento de silêncio foi observado às 8h46, horário exato em que o primeiro avião atingiu a Torre Norte do World Trade Center, um marco doloroso na história americana. A tradicional leitura dos nomes das vítimas por seus entes queridos emocionou os presentes. A solenidade deste ano também incluiu um momento dedicado àqueles que desenvolveram doenças relacionadas à exposição às toxinas no local dos ataques, reconhecendo o sofrimento prolongado de muitos. Ex-presidentes se unem em memória Em um gesto significativo de unidade nacional, os quatro ex-presidentes americanos vivos se reuniram no Memorial do 11 de Setembro. George W. Bush, que liderava os Estados Unidos na época dos ataques, esteve presente ao lado de Bill Clinton, Barack Obama e Joe Biden. O vice-presidente J. D. Vance representou o governo atual na cerimônia. A presença conjunta dos líderes, apesar das diferentes afiliações políticas, reforçou a importância da memória coletiva e da solidariedade em face da tragédia. A ocasião serviu como um lembrete da resiliência e da força do espírito americano diante da adversidade. Um Legado de Memória e Esperança Os memoriais e cerimônias em Nova York e em outras cidades dos Estados Unidos não são apenas um ato de lembrança, mas também um símbolo de esperança e de compromisso com a paz. As cadeiras vazias no Bryant Park, em particular, servem como um poderoso lembrete visual do impacto devastador dos ataques. A comunidade de Nova York, juntamente com o país e o mundo, reafirmou seu compromisso em honrar a memória das vítimas do 11 de Setembro, perpetuando suas histórias e aprendendo com os eventos que moldaram o século XXI. A cada ano, a repetição desses memoriais reforça a ideia de que as lições aprendidas com essa tragédia devem ser transmitidas às futuras gerações.

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O que assistir neste sábado: “Bom Garoto”, legado de Tom Hanks e Spielberg e thrillers que prendem a atenção

Novidades e clássicos para maratonar neste sábado: de suspense perturbador a documentários históricos Este sábado oferece um leque variado de opções para quem busca entretenimento em casa. Desde o perturbador suspense psicológico “Bom Garoto” até o legado da aclamada minissérie “Band of Brothers”, há conteúdo para todos os gostos e idades. Para os fãs de drama com toques de suspense, “Bom Garoto” promete prender a atenção com sua trama sobre reabilitação e controle. Já “Band of Brothers Legacy” revisita o impacto de uma das minisséries mais importantes da TV, com o toque inconfundível de Tom Hanks e Steven Spielberg. Além disso, o dia conta com thrillers políticos instigantes, comédias espanholas com reviravoltas e documentários que mergulham em momentos cruciais da história latino-americana. A programação se completa com filmes focados em superação e amizade, garantindo um fim de semana repleto de boas histórias. Essas são algumas das sugestões, conforme divulgado em fontes especializadas em conteúdo audiovisual. “Bom Garoto”: Um Mergulho na Noite Londrina e na Perturbação Psicológica Em “Bom Garoto“, acompanhamos Tommy, um jovem de 19 anos imerso na vida noturna de Londres, marcada por drogas e violência. Sua rotina vira de cabeça para baixo ao acordar preso por uma coleira no porão de um casal que decide submetê-lo a um peculiar processo de reabilitação, com o objetivo de transformá-lo em um “bom garoto”. Dirigido por Jan Komasa, o suspense psicológico conta com atuações de Stephen Graham, Andrea Riseborough e Anson Boon, em uma narrativa que explora os limites do controle e da transformação humana. O Legado de Tom Hanks e Steven Spielberg: “Band of Brothers” Revivido Para os admiradores de produções épicas e emocionantes, “Band of Brothers Legacy” é um prato cheio. Este especial celebra os 25 anos da minissérie criada por Tom Hanks e Steven Spielberg, que retratou os fortes laços de fraternidade de uma equipe de paraquedistas durante a Segunda Guerra Mundial. O programa explora o impacto duradouro da série nos atores e no público, além de homenagear o legado dos soldados reais que inspiraram a obra. Thrillers e Comédias para Variar o Cardápio de Sábado O sábado também traz “Anniversary: Mudança Radical“, outro filme dirigido por Jan Komasa. O thriller político, que inicia como um drama familiar, ganha contornos sombrios com o ascensão de um novo movimento político nos Estados Unidos. Diane Lane, Kyle Chandler, Phoebe Dynevor e Dylan O’Brien lideram o elenco. Já “Vamos, Time!” é uma comédia espanhola que acompanha uma empresa em decadência que organiza um retiro para seus funcionários, mas a escapada se transforma em uma armadilha ao descobrirem planos de demissões em massa. Documentários Históricos e Histórias de Superação Para quem prefere mergulhar na história, “A Batalha do Chile – A Luta de um Povo sem Armas” é uma obra essencial. A trilogia documental de Patricio Guzmán, filmada em 1972 e 1973, captura a tensão política e social que antecedeu o golpe militar no Chile, tornando-se um documento histórico sobre a América Latina. Fechando as sugestões, “O Último Rodeio” narra a história

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Disputa pela Sucessão no Reino de Tooro: Filho de Monarca Jovem é Apontado em Testamento Contra Escolha de Anciãos

Disputa acirrada pela sucessão abala reino tradicional de Uganda após a morte prematura de seu jovem rei Uma intensa batalha pela sucessão tomou conta do Reino de Tooro, em Uganda, nos dias que antecederam o sepultamento de seu rei, o jovem Oyo Nyimba Kabamba Iguru Rukidi IV. Ele era conhecido mundialmente como o monarca reinante mais jovem do mundo até sua morte. O rei Oyo, que liderou o reino por mais de três décadas, faleceu aos 34 anos enquanto recebia tratamento contra o câncer nos Estados Unidos. Sua morte desencadeou um conflito interno sobre quem assumirá o trono, revelando profundas divergências dentro da família real e do clã dinástico. A tensão aumentou com a nomeação de um novo monarca pelos anciãos do clã, decisão prontamente contestada pela família mais próxima de Oyo. A situação gerou preocupação e apelos por calma em meio ao luto, conforme informações divulgadas pela BBC. Família Real em Confronto: Testamento vs. Escolha do Clã Enquanto os anciãos do clã real de Tooro anunciaram o apresentador de telejornal, príncipe Edward Rukidi Kijanangoma, de 56 anos, como o sucessor escolhido, a irmã do falecido rei, princesa Ruth Komuntale, apresentou uma reviravolta. Segundo Komuntale, o rei Oyo deixou um **testamento datado de 2022** que designa seu filho pequeno, cuja identidade permanece um mistério, como o herdeiro legítimo do trono. “Meu irmão deixou um herdeiro para o trono, e isso foi declarado com muita clareza”, afirmou ela, criticando a nomeação feita pelos anciãos em um momento de profunda dor para a família. A rainha-mãe, Best Kemigisa, mãe do falecido rei, relatou uma situação alarmante, descrevendo a **remoção de guardas reais e a mobilização de soldados** ao redor do palácio. Ela classificou a situação como “prisão domiciliar”, alegando que a família real está sendo impedida de receber visitantes e de realizar seus rituais de luto em paz. Apelo por Paz e o Futuro do Trono de Tooro A rainha-mãe fez um apelo direto à liderança do exército e ao presidente Yoweri Museveni, solicitando intervenção para que a família possa lamentar e enterrar Oyo em paz. “Apelo àqueles que lutam pelo trono, por favor, haverá tempo para tudo isso. Deixem-nos lamentar e enterrar meu filho, o Rei Oyo”, declarou. O corpo do rei Oyo foi repatriado dos Estados Unidos, e os preparativos para o funeral, que deve reunir milhares de pessoas nos túmulos reais perto do palácio em Fort Portal, estão em andamento. O Reino de Tooro, embora não detenha poder político formal, é uma figura cultural de grande importância no oeste de Uganda. Complexidade da Sucessão em Reinos Tradicionais Africanos A divergência na sucessão expõe a complexidade dos processos em reinos tradicionais africanos. Diferentemente de monarquias hereditárias estabelecidas, a escolha do monarca em Tooro recai sobre membros do clã dinástico Babiito. O comitê de sucessão do clã real defende a nomeação de Kijanangoma, citando a autoridade tradicional para selecionar um príncipe adequado para se tornar “o Omukama”, título local para o rei. Eles afirmam ter realizado “a devida diligência, consulta e

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