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Trump encurralado na guerra com Irã: “Maior martelo do mundo” não garante vitória, alertam aliados

Trump em impasse na guerra com o Irã: o dilema do “maior martelo do mundo” sem saída clara Donald Trump, conhecido por sua imprevisibilidade, encontra-se em uma posição delicada no conflito com o Irã. Apesar de possuir o que ele chama de “o maior martelo do mundo”, o presidente americano parece encurralado, sem uma estratégia clara para encerrar a guerra que se arrasta e consome sua administração. As ambições de Trump de rápido fim para o programa nuclear iraniano e derrubada do regime, anunciadas em fevereiro, permanecem distantes. Cinco meses depois, os objetivos não foram alcançados e a hesitação em novas operações militares em larga escala é palpável, com agências de inteligência alertando para a baixa probabilidade de sucesso em Teerã. A situação é agravada pela impopularidade da guerra nos EUA, com apenas 29% aprovando a gestão do conflito, conforme pesquisa do Washington Post e Ipsos. Aliados republicanos, como o presidente da Câmara, Mike Johnson, expressam a necessidade de “encerrar isso”, mas um caminho viável para a vitória, ou mesmo para uma retirada honrosa, parece inexistente. Conforme apurado pelo The New York Times, Trump não conseguiu controlar a alta dos preços do petróleo nem seus efeitos no mercado de ações. O tráfego marítimo, crucial para o abastecimento global, continua ameaçado em pontos estratégicos como o estreito de Hormuz e o golfo de Aden. A busca por uma saída: opções limitadas e arriscadas O presidente americano tem debatido três opções principais com assessores: escalada militar, repressão econômica ou declaração de vitória com retirada. Todas, no entanto, apresentam obstáculos significativos e riscos consideráveis. A escalada militar, que envolveria bombardeios de grande magnitude, foi considerada, mas recuada. Há o receio de um alto número de vítimas civis, fome em massa e a possibilidade de constituição de crimes de guerra, além do esgotamento dos estoques americanos de mísseis interceptadores. Relatos indicam que metade dos estoques de alguns interceptadores-chave já poderia ter sido utilizada, com números criticamente baixos após intensos ataques e contra-ataques. Sanções econômicas: uma estratégia lenta e incerta A segunda opção, a repressão econômica através de sanções, tem se mostrado lenta. Desde 2018, quando Trump retirou os EUA do acordo nuclear, sanções “esmagadoras” foram impostas, mas o regime iraniano permanece de pé. Essa estratégia exige uma presença militar contínua e onerosa, com risco de confrontos intermitentes e ataques a aliados. Declarar vitória: um legado incerto A terceira via, declarar vitória e se retirar, também carrega custos. Deixar o Irã com seu programa nuclear avançado e controle sobre o estreito de Hormuz pode ser interpretado como uma falha em resolver o problema inicial e criar novas dificuldades para os mercados de energia. Isso deixaria claro que o alcance do poder de Trump, que ele acreditava ser ilimitado em janeiro, possui restrições significativas. A angústia de Trump é clara ao prometer interromper o programa nuclear iraniano a qualquer custo, enquanto aliados republicanos buscam uma saída. A dificuldade em encontrar um caminho para a vitória, ou mesmo para uma retirada que não comprometa sua reputação, define

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Ronaldo Caiado oficializado pelo PSD para Presidência em 2026, com Gilberto Kassab como vice

PSD lança Ronaldo Caiado como candidato à Presidência e Gilberto Kassab a vice, mirando eleições futuras O Partido Social Democrático (PSD) deu um passo importante em sua estratégia política ao oficializar a candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República para as próximas eleições. A decisão foi tomada durante a convenção nacional do partido, realizada em São Paulo. Confirmando as expectativas, o líder da legenda, Gilberto Kassab, aceitou o convite para compor a chapa como candidato a vice-presidente, formando uma dupla que busca consolidar a força do PSD no cenário nacional. O anúncio ocorreu em um evento que reuniu importantes figuras do partido. A oficialização das candidaturas marca o início de uma nova fase para o PSD, que se prepara para disputar os mais altos cargos do Executivo. A escolha de Caiado, com sua vasta experiência política, e Kassab, como figura central do partido, sinaliza a ambição da legenda em apresentar uma alternativa sólida aos eleitores. Conforme informação divulgada pelo partido, em seu discurso, Ronaldo Caiado enfatizou sua trajetória de 40 anos na vida pública, incluindo seus mandatos como deputado federal e senador, além de sua gestão como governador de Goiás. Ele também aproveitou para criticar a acirrada polarização política entre esquerda e direita no Brasil, defendendo um caminho de diálogo e união. Trajetória e Experiência de Ronaldo Caiado Natural de Anápolis, em Goiás, Ronaldo Caiado possui formação médica com mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especializando-se em cirurgia de coluna. Sua carreira política é marcada por cinco mandatos como deputado federal e um como senador. Em 1989, já havia se candidatado à Presidência da República, demonstrando sua longa aspiração nacional. Gestão em Goiás como Destaque Caiado destacou sua atuação como governador de Goiás, período em que esteve à frente do estado de 2019 até março de 2026. Ele ressaltou as realizações de sua gestão, buscando apresentar um histórico de realizações que o credenciam para a disputa presidencial. O apoio de sua esposa, Maria das Graças Caiado, e familiares também foi mencionado com gratidão. A Escolha de Gilberto Kassab para Vice A parceria com Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e ex-prefeito de São Paulo, é vista como estratégica. Kassab, uma figura influente no centro político, traz consigo uma bagagem considerável em articulação e gestão pública, o que pode fortalecer a chapa e ampliar o alcance do partido. O Cenário Político e os Próximos Passos do PSD A oficialização da candidatura de Ronaldo Caiado pelo PSD ocorre em um momento de intensa movimentação política no país. O partido se posiciona para apresentar uma alternativa consistente, buscando dialogar com diferentes setores da sociedade e construir uma plataforma que possa atrair eleitores insatisfeitos com o cenário polarizado.

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Israel Aceita Força Internacional em Gaza: Um Passo Crucial para a Paz no Oriente Médio e no Plano Trump

Israel permitirá entrada de força internacional em Gaza, conforme plano de Trump Uma autoridade israelense revelou à agência Reuters que Israel vai permitir a entrada de uma força de segurança multinacional em Gaza. Essa permissão faz parte do plano de cessar-fogo proposto pelo presidente americano Donald Trump para a região, um desenvolvimento significativo na busca por estabilidade no Oriente Médio. A decisão ocorre na véspera da viagem do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a Washington, onde ele se encontrará com Donald Trump. O gabinete de segurança de Netanyahu já aprovou o marco legal necessário para viabilizar a presença dessas tropas internacionais no território palestino. A missão, denominada Força Internacional de Estabilização, deverá contar com cerca de 200 integrantes de países como Uganda e Marrocos. Elas atuarão em áreas que não estão sob controle israelense, com cada contingente necessitando de aprovação individual de Israel para ingressar em Gaza. Ainda não há uma data definida para o envio das tropas. As informações foram divulgadas pela Reuters. Detalhes do Plano de Paz e a Força Internacional O plano de paz de Donald Trump para Gaza, apresentado após um acordo de cessar-fogo em outubro, previa um aumento da ajuda humanitária, administração civil por tecnocratas palestinos, desarmamento do Hamas e a retirada das forças israelenses. A introdução de uma força internacional é vista como um componente essencial para a implementação dessas medidas. No entanto, o plano enfrenta obstáculos, especialmente com o grupo de tecnocratas, conhecido como Comitê Nacional para a Administração de Gaza, que ainda não obteve permissão de Israel para entrar no território. A região, marcada por dois anos de guerra em larga escala desde os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023, encontra-se em grande parte em ruínas. Situação Atual em Gaza e a Importância da Nova Força Atualmente, Israel controla efetivamente cerca de 64% de Gaza. A vasta maioria da população, estimada em 2 milhões de habitantes, vive sob controle do Hamas, em condições precárias, frequentemente em tendas improvisadas ou edifícios danificados. O Hamas tem se recusado a depor as armas, enquanto Israel sinaliza a intenção de expandir sua área de controle. A Força Internacional de Estabilização tem como objetivo apoiar a desmilitarização e facilitar a transição para uma administração palestina eficaz. Nickolay Mladenov, enviado do Conselho de Paz de Trump para Gaza, elogiou a decisão israelense, descrevendo-a como um passo crucial para a estabilização da região. Próximos Passos e o Conselho de Paz O plano original de Trump previa um Conselho de Paz como autoridade internacional para supervisionar a implementação, incluindo a força de segurança. Recentemente, uma autoridade do conselho mencionou planos para uma zona-piloto humanitária como forma de destravar o plano do presidente americano. A permissão para a entrada da força internacional em Gaza é vista como um avanço significativo, especialmente considerando as dificuldades em concretizar outros aspectos do plano de paz. A expectativa é que essa medida contribua para a melhoria das condições humanitárias e para o processo de pacificação.

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Unidade Popular Lança Samara Martins à Presidência: Conheça a Candidata e Suas Propostas Revolucionárias

Unidade Popular formaliza candidatura de Samara Martins à presidência com Raquel Bricio como vice O partido Unidade Popular (UP) deu um passo importante na corrida eleitoral, formalizando neste domingo (26) a candidatura de Samara Martins à presidência da República. A chapa anunciada conta com Raquel Bricio como candidata a vice-presidente, marcando a entrada oficial do partido no cenário nacional. A oficialização da candidatura aconteceu durante a convenção nacional do partido, um evento que reuniu filiados e apoiadores. O local escolhido para a celebração foi a Universidade Zumbi dos Palmares, situada no bairro do Bom Retiro, na vibrante capital paulista, um símbolo de resistência e cultura. Samara Martins é uma figura conhecida por sua atuação em diversas frentes. Como dentista do Sistema Único de Saúde (SUS), ela tem contato direto com as necessidades da população. Além disso, é uma importante dirigente nos movimentos negro e de mulheres, destacando-se sua atuação no Movimento de Mulheres Olga Benario. Este movimento apoia ativamente a luta por moradia digna, especialmente de mulheres negras e pobres. Quem é Samara Martins, a candidata do UP? Samara Martins carrega em sua trajetória um forte compromisso com as causas sociais. Sua experiência como profissional de saúde pública e sua liderança em movimentos sociais a qualificam para debater questões cruciais para o país. Ela já teve experiência em eleições anteriores, tendo sido candidata à vice-presidência em 2022, na chapa encabeçada por Leonardo Péricles, também pelo UP. Raquel Bricio: A Vice-Presidente Sindicalista e Ativista A escolha de Raquel Bricio para compor a chapa como vice-presidente reforça o perfil combativo do partido. Bricio atua como guarda portuária sindicalista e é uma das fundadoras do Movimento de Mulheres Olga Benario, o mesmo movimento onde Samara Martins também tem forte atuação. Essa parceria demonstra uma sintonia de ideais e um compromisso conjunto com as pautas defendidas pelo partido. Principais Propostas da Chapa Samara Martins e Raquel Bricio A plataforma de campanha liderada por Samara Martins e Raquel Bricio apresenta propostas que visam uma profunda transformação na estrutura econômica e social do Brasil. Entre os pontos centrais defendidos pela candidata, destacam-se a reestatização de empresas que foram privatizadas, uma medida que busca retomar o controle estatal sobre setores estratégicos da economia. Outra bandeira forte é a nacionalização das riquezas do país, visando garantir que os recursos naturais beneficiem diretamente a população brasileira. O aumento do orçamento destinado a áreas sociais, como saúde, educação e assistência, também figura como prioridade, buscando fortalecer as políticas públicas. Além disso, a chapa propõe a realização de uma auditoria completa da dívida pública e a consequente suspensão do pagamento. Essa medida visa liberar recursos que poderiam ser investidos em áreas essenciais para o desenvolvimento e bem-estar da sociedade brasileira, conforme informação divulgada pelo partido.

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Cristina Junqueira: A Executiva Que Criou um Banco do Zero e Desafiou Gigantes Financeiros no Brasil

Cristina Junqueira: A visionária por trás do Nubank que quebrou o domínio dos grandes bancos brasileiros Em um mercado financeiro tradicionalmente dominado por poucos e grandes players, uma executiva decidiu que era hora de mudar o jogo. Cristina Junqueira, com sua vasta experiência no setor, percebeu as falhas e insatisfações que permeavam o sistema bancário brasileiro e vislumbrou um novo caminho. Movida por uma “eterna insatisfação” com tarifas altas, burocracia excessiva e um atendimento despersonalizado, Junqueira embarcou em um projeto audacioso. A ideia era construir uma instituição financeira que colocasse o cliente no centro de suas operações, algo que ela considerava amplamente negligenciado pelos bancos estabelecidos. Essa visão resultou na fundação do Nubank, uma das primeiras e mais bem-sucedidas fintechs do Brasil. A história de Cristina Junqueira é um exemplo inspirador de como a determinação e a inovação podem romper barreiras e redefinir um setor inteiro. Conforme informação divulgada pelo Gazeta do Povo, a trajetória de Junqueira faz parte da série “Apesar do Estado”, que destaca empreendedores brasileiros que superaram desafios em um ambiente de negócios complexo. O Início de uma Revolução Financeira A jornada de Cristina Junqueira rumo à criação do Nubank começou em 2013, quando conheceu David Vélez, outro cofundador da fintech. A conversa entre os dois, que se estendeu por horas, desvendou uma visão compartilhada: a necessidade de um banco focado no cliente. “Eu não dormi mais”, relembra Junqueira, sobre o momento em que decidiu que precisava fazer parte daquele projeto. Apesar do entusiasmo, o caminho para fundar um banco no Brasil em 2013 era repleto de obstáculos. O setor era altamente regulado, exigindo autorizações do Banco Central, cumprimento de exigências rigorosas de capital e conformidade. Além disso, competir com um oligopólio já estabelecido e convencer investidores sobre o potencial de um novo concorrente eram desafios consideráveis. Determinação e Pragmatismo no DNA Formada em engenharia de produção pela USP e com um MBA pela Kellogg School of Management, Cristina Junqueira sempre demonstrou uma forte ética de trabalho e foco em seus objetivos. Sua dedicação é evidente em sua trajetória acadêmica e profissional, onde buscava maximizar cada oportunidade de aprendizado. Essa mesma determinação se estendeu à gestão do Nubank. Junqueira é conhecida por sua capacidade de conciliar múltiplas demandas, adaptando-se a rotinas intensas. Ela acorda cedo, pratica exercícios, cuida dos filhos e ainda gerencia uma das maiores instituições financeiras do Brasil, que hoje conta com mais de 135 milhões de clientes em três países. Foco no Cliente: O Pilar do Sucesso Uma das estratégias cruciais para o sucesso do Nubank foi o atendimento personalizado e a busca por soluções simples para problemas complexos. Por mais de um ano, Cristina Junqueira atendeu pessoalmente os consumidores pelos canais de suporte da empresa, muitas vezes durante a madrugada. Essa imersão no dia a dia dos clientes permitiu identificar falhas e refinar o serviço continuamente. A premissa era clara: tecnologia por si só não era suficiente, era preciso reduzir a distância entre o banco e o cliente. Isso se traduziu em uma

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Berlim em Luto: Atentado em Parada LGBT+ Expõe Medo e Discurso de Ódio Pós-Crime

Berlim em Luto: Atentado em Parada LGBT+ Expõe Medo e Discurso de Ódio Pós-Crime A vibrante celebração do Christopher Street Day em Berlim foi abruptamente interrompida por um ato de violência chocante. Milhares de pessoas, parte de um público estimado em 700 mil, presenciaram um ataque que deixou uma mulher morta e dezenas de feridos, levantando questões urgentes sobre segurança, extremismo e a polarização política. O autor do ataque, Abdul Ballout, 21 anos, simpatizante do Estado Islâmico, foi morto pela polícia após o crime. Ele possuía um histórico de extremismo e já havia sido condenado a uma pena considerada branda, cumprida em liberdade condicional e com acompanhamento de um programa de desradicalização. O incidente gerou uma onda de comoção e homenagens pela cidade, mas também expôs um lado sombrio nas redes sociais, com comentários de ódio direcionados a minorias. A tragédia ocorre em um momento delicado para a Alemanha, às vésperas de eleições regionais, e já desperta preocupações sobre o uso político do atentado por grupos de extrema direita. O Ataque e a Reação Imediata O ataque ocorreu na noite de sábado (25), durante as celebrações do Christopher Street Day, um evento que reúne anualmente centenas de milhares de pessoas em Berlim. Testemunhas relatam que a interrupção do show em frente ao Portão de Brandemburgo foi inicialmente tratada com discrição para evitar pânico. No entanto, a rápida chegada de ambulâncias sinalizou a gravidade da situação. Abdul Ballout, utilizando uma van branca, atropelou pedestres em uma alameda no Tiergarten antes de bater em uma árvore. Ao sair do veículo, continuou a agressão com um facão contra as pessoas próximas. A polícia, que já estava presente no evento, foi rapidamente acionada e iniciou uma perseguição ao suspeito. Ballout foi cercado e morto pela polícia na região da Potsdamer Platz, onde possuía endereço registrado. As autoridades investigam se o jovem agiu sozinho ou se teve cúmplices, e o prédio onde ele residia, assim como a casa de sua irmã, foram vasculhados por esquadrões antiterrorismo. Luto e Solidariedade em Berlim Em meio à tristeza e à raiva, Berlim demonstrou sua solidariedade. Flores, faixas, bandeiras do arco-íris e velas foram deixadas em homenagem às vítimas, especialmente no Tiergarten e em frente ao Portão de Brandemburgo. Manifestações pacíficas percorreram a cidade, reafirmando a mensagem de resistência e união. Moradores e visitantes expressaram seu choque e apreensão. “Mudamos para cá para nos sentirmos mais seguras e para sermos mais abertas, mais do que em qualquer outro lugar. E fica essa sensação de que não dá para se sentir seguro em lugar nenhum, mesmo com toda a polícia”, relatou Ira, uma estudante russa, evidenciando o sentimento de vulnerabilidade. O Fantasma da Homofobia e o Uso Político da Tragédia O atentado reacendeu o debate sobre a homofobia e o discurso de ódio na Alemanha. Sergio Mazzolini, italiano residente em Berlim há 13 anos, lamentou os comentários de ódio nas redes sociais, direcionados tanto a pessoas queer quanto a imigrantes muçulmanos. “Acho injusto que os partidos de direita possam ganhar

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Cristina Junqueira: A Engenheira Brasileira Que Desafiou Bancos Tradicionais e Construiu o Nubank, o Gigante Financeiro Digital

Quem é Cristina Junqueira, a mente por trás da revolução do Nubank no Brasil Cristina Junqueira, aos 43 anos, é uma figura proeminente no cenário financeiro brasileiro e internacional. Engenheira e executiva, ela é a força motriz por trás do Nubank, instituição que transformou a forma como milhões de brasileiros lidam com serviços bancários. Sua jornada é marcada pela ousadia de desafiar o status quo dos grandes bancos e pela capacidade de construir um negócio digital inovador e centrado no cliente. A ideia de criar o Nubank surgiu em 2013, quando Cristina atuava como executiva de cartões em uma grande instituição financeira. Insatisfeita com as altas tarifas e a burocracia que afastavam os clientes, ela enxergou no setor financeiro uma oportunidade de aplicar seu conhecimento técnico para criar uma alternativa mais humana e acessível. A parceria com David Vélez e o colombiano foi o pontapé inicial para a fundação da fintech. Conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo, o maior obstáculo inicial foi a entrada em um mercado extremamente concentrado, dominado por poucas instituições. A obtenção de autorizações do Banco Central, o cumprimento de exigências de capital e a necessidade de convencer investidores sobre o potencial de uma startup digital foram desafios consideráveis. No entanto, a visão de Cristina Junqueira prevaleceu, impulsionando o Nubank a se tornar um dos maiores bancos do Brasil em número de clientes. O Início de Tudo: A Visão de Cristina Junqueira para um Banco Digital A insatisfação de Cristina Junqueira com o modelo tradicional de bancos brasileiros foi o gatilho para a criação do Nubank. Ela percebia que as necessidades dos clientes eram negligenciadas, com tarifas elevadas e processos complexos. Ao lado de seus sócios, ela decidiu usar a tecnologia como ferramenta para oferecer serviços financeiros mais simples, transparentes e sem custos abusivos. O foco sempre foi a experiência do usuário. O Nubank nasceu com a proposta de ser uma fintech, uma empresa de tecnologia financeira, que priorizasse o atendimento humano e a eliminação de taxas desnecessárias. A engenheira, com sua visão pragmática, buscou incessantemente entender as falhas do sistema para aprimorar os produtos oferecidos. Desafios e Estratégias de Crescimento do Nubank Entrar no mercado financeiro brasileiro, um dos mais fechados do mundo, representou um desafio monumental. Cristina Junqueira e sua equipe tiveram que navegar por um complexo cenário regulatório e convencer um mercado cético sobre a viabilidade de um banco digital competir com gigantes estabelecidos. A obtenção das licenças e a capitalização da empresa foram etapas cruciais. A estratégia principal do Nubank, liderada pela visão de Cristina, baseou-se no uso inteligente da tecnologia para simplificar a vida dos clientes. O lançamento do cartão de crédito sem anuidade, totalmente gerenciado por um aplicativo, foi um marco revolucionário. Essa inovação colocou o poder nas mãos do consumidor, algo inédito na época. A dedicação de Cristina Junqueira era tamanha que, em muitos momentos, ela pessoalmente atendia reclamações de clientes durante a madrugada. Essa proximidade com o público permitiu identificar pontos de melhoria e consolidar a confiança na

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Psicóloga de Curitiba Revela o Inferno dos Brasileiros na Guerra da Ucrânia: “Estão Desabando, com Medo de Morrer”

Psicóloga brasileira oferece apoio a voluntários em meio ao caos da Guerra da Ucrânia, revelando traumas profundos e a dura realidade do conflito. De Curitiba, no Paraná, a psicóloga Cláudia Serathiuk, 54, assume um papel crucial ao oferecer suporte psicológico a brasileiros que se alistaram para lutar na Guerra da Ucrânia. Em atendimentos virtuais, ela testemunha o desespero e o medo de morrer que assolam esses voluntários. Os relatos são crus e perturbadores. Os brasileiros no front descrevem situações de extrema violência e a devastação dos corpos de maneiras que, segundo Cláudia, “são coisas tão terríveis que eu nem tenho coragem de repetir. É nauseante”. A profissional, neta de ucranianos, sente um forte laço com a comunidade e iniciou o trabalho de apoio a pedido de uma ONG. A estimativa da comunidade é que cerca de 2.000 brasileiros tenham ido para a Ucrânia, com aproximadamente 200 mortos, segundo informações de Cláudia. O Itamaraty, até 10 de julho, registrava 86 desaparecidos e 33 mortos. A maioria desses voluntários não possui ligação com a Ucrânia, buscando no conflito algo que lhes falta no Brasil. Conforme informação divulgada pela Folha, Cláudia já atendeu dez brasileiros que estavam na guerra ou haviam retornado, e outros cinco psicólogos voluntários auxiliam familiares de vítimas. O Impacto Psicológico Devastador no Front O principal desafio para Cláudia é ouvir os relatos sobre a **devastação dos corpos** e as descrições explícitas de violência e morte. “Não há espaço em cemitérios, crematórios, são caminhões de corpos”, descreve a psicóloga, ressaltando a dificuldade em fazer com que os voluntários aceitem o tratamento psicológico, visto no contexto de guerra como um sinal de fraqueza. A chegada à Ucrânia já é difícil, com voluntários enfrentando incertezas sobre onde ficarão e a falta de tradutores, gerando uma **tensão enorme**. O convívio em alojamentos com desconhecidos, o nervosismo, o armamento, o uso de bebidas e drogas, e as brigas são constantes. A **morte de amigos** é um dos gatilhos mais pesados, como no caso de um paciente cujo irmão morreu na Ucrânia, gerando raiva e culpa. O Cotidiano de Angústia e o Retorno Traumático Os brasileiros atendidos por Cláudia, estejam no front, aguardando o retorno ou já no Brasil, apresentam quadros de **insônia e hipervigilância**. Mesmo os que desistem do treinamento sentem angústia e medo de morrer. As sessões de psicoterapia, quando possíveis, ocorrem em bases militares, com **pouca privacidade** e a constante preocupação com a segurança, muitas vezes utilizando o celular em busca de um local isolado. A irregularidade nas sessões é um obstáculo, com muitos marcando e não aparecendo, seja por não compreenderem a terapia ou pela impossibilidade de realizá-la. Alguns desaparecem, levantando a preocupação se desistiram do tratamento ou se morreram. Houve casos de feridos, como um jovem que **perdeu uma perna** após um drone explodir em uma casa onde ele se escondia. Desafios das Famílias e o Perfil dos Voluntários As famílias dos brasileiros mortos enfrentam **dificuldades burocráticas** para obter atestados de óbito, um processo que pode levar meses. Frequentemente, não

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Mesários Voluntários: Como Cidadãos Comuns Garantem a Transparência e o Futuro das Eleições no Brasil em 2026

O Papel Essencial dos Mesários na Democracia Brasileira e as Oportunidades para 2026 Os mesários são os verdadeiros pilares do processo eleitoral no Brasil. Sua dedicação e trabalho garantem que cada voto seja depositado de forma segura, transparente e organizada. Eles são os responsáveis por conduzir as atividades nas seções eleitorais, desde o raiar do dia da votação até o seu encerramento. Para as eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reitera a importância fundamental desses cidadãos. Eles atuam nas Mesas Receptoras de Votos (MRVs), a linha de frente que acolhe os eleitores e viabiliza o uso das urnas eletrônicas, assegurando a integridade de cada etapa. Esses agentes públicos, convocados para colaborar com a democracia, são cidadãos comuns, sem vínculos diretos com a Justiça Eleitoral. Conforme informações divulgadas pelo TSE, a atuação dos mesários é vital para a confiança no resultado das urnas e na lisura do pleito. A experiência de mesários voluntários, como a da bancária Carolina Carfero, evidencia a dedicação e o senso cívico envolvidos nesta tarefa. A Experiência de Quem Vive a Eleição por Dentro Carolina Carfero, que já atuou como mesária em três eleições, conta que a curiosidade inicial a motivou a participar. “Eu queria saber como era. E queria participar do processo eleitoral por dentro”, relata. O que começou como um interesse pessoal evoluiu para um serviço voluntário à Justiça Eleitoral, onde ela descobriu um propósito maior. Em sua trajetória, Carolina já ocupou a função de presidente de mesa, assumindo mais responsabilidades. “Gosto de participar do processo eleitoral. É bastante cansativo, mas também é muito bom”, afirma. Ela destaca que, mesmo que isso exija dedicação extra, como ir ao local de votação um dia antes para organizar a sala, a satisfação em contribuir é imensa. Direitos e Benefícios de Ser Mesário O serviço prestado como mesário é recompensado com benefícios importantes. Segundo Carolina, cada dia trabalhado nas eleições garante dois dias de folga, um direito que é respeitado em seu local de trabalho. Além disso, o TSE oferece treinamento específico para todos os convocados, que pode ser presencial ou online, garantindo que todos estejam aptos para suas funções. A participação como mesário pode render até dois dias de folga para cada dia de treinamento. Há também um auxílio-alimentação de R$ 65 por turno trabalhado. Em alguns casos, a experiência pode ser utilizada como critério de desempate em concursos públicos ou contar como horas complementares em cursos universitários, conforme as regras de cada instituição. Como se Tornar um Mesário Voluntário em 2026 Para se tornar um mesário voluntário nas eleições de 2026, é preciso ser eleitor maior de 18 anos e estar em situação regular com a Justiça Eleitoral. Candidatos, parentes de candidatos, dirigentes partidários, autoridades públicas, agentes policiais e menores de 18 anos não podem atuar como mesários. A inscrição pode ser feita de forma prática pelo aplicativo e-Título, na opção “Mesário voluntário”, pelo portal do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do seu estado ou diretamente no cartório eleitoral. Após a inscrição, o cartório analisará

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Vitórias da Direita na América Latina Estimulam Trump a Antagonizar o Brasil, Avaliam Especialistas

Especialistas analisam a queda livre na relação Brasil-EUA, com Trump intensificando medidas contra o governo Lula. Após um início de ano com sinais de reaproximação, a relação entre o governo Donald Trump e o Brasil entrou em uma fase de acentuada deterioração. Medidas como a imposição de novas tarifas e declarações públicas hostis indicam uma estratégia de antagonismo, segundo analistas. Essas ações coincidem com um movimento de fortalecimento de aliados de direita em países vizinhos, o que pode ter sido um fator determinante para a postura mais agressiva de Washington em relação a Brasília. A percepção é que o governo Trump busca capitalizar esse cenário regional. A análise dos especialistas sugere que o objetivo seria dificultar a vida do governo Lula e influenciar o cenário eleitoral brasileiro. Conforme informação divulgada pela Folha de S.Paulo, o professor Felipe Loureiro, do Instituto de Relações Internacionais da USP, avalia que a sequência de vitórias de aliados de direita na América Latina pode ter incentivado Trump a pressionar mais o governo brasileiro. Fortalecimento da Extrema-Direita na Região como Fator Chave Felipe Loureiro destaca que a ascensão da extrema-direita em países como Chile, Argentina, Peru e Colômbia pode ter sinalizado para o governo americano uma oportunidade de ouro. “Essa mudança coincide com um fortalecimento da extrema direita na região”, afirma Loureiro. Ele explica que a percepção é que “tudo que puder ser feito para dificultar a vida do governo Lula será feito”. O diplomata Rubens Ricupero compartilha dessa visão, ressaltando que, embora Trump tenha adotado medidas semelhantes contra outros países, no caso do Brasil a motivação política é explícita. “É uma afirmação que não corresponde à realidade. A aplicação das tarifas não ocorre por causa do ego do Lula, mas porque o governo Trump não tolera um governo de orientação diferente na América Latina”, pontua Ricupero. Motivações Políticas e a Busca por uma “Aliança Conservadora” Amâncio Jorge de Oliveira, professor titular de Relações Internacionais da USP, complementa que o desejo de Trump em formar uma “aliança conservadora” nas Américas intensifica o distanciamento entre os países. Ele também especula que o tarifaço pode ter sido uma resposta à falta de concessões esperadas após a suspensão de sanções contra o STF. “Pensando no estilo de Trump, a lei Magnitsky não seria retirada sem uma contrapartida”, afirma Oliveira. Ele observa que a diplomacia americana atual se baseia em posturas unilaterais, com uma potencial desconexão entre o efeito político desejado e as medidas utilizadas. Interferência Explícita e Consequências para o Brasil Os especialistas concordam que a atual tensão representa um dos piores momentos na relação bilateral, com a diferença de que a interferência agora é explícita. “Se na época a participação americana no golpe, com movimentação de esquadra naval e financiamento, foi ocultada, hoje Trump apoia abertamente candidatos contrários a Lula”, compara Rubens Ricupero. Apesar da dificuldade em reverter o tarifaço enquanto Trump estiver no poder, Ricupero avalia que a relação tenderá a uma normalização após o fim de seu mandato, pois seu movimento é personalista e não deixará

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Trump encurralado na guerra com Irã: “Maior martelo do mundo” não garante vitória, alertam aliados

Trump em impasse na guerra com o Irã: o dilema do “maior martelo do mundo” sem saída clara Donald Trump, conhecido por sua imprevisibilidade, encontra-se em uma posição delicada no conflito com o Irã. Apesar de possuir o que ele chama de “o maior martelo do mundo”, o presidente americano parece encurralado, sem uma estratégia clara para encerrar a guerra que se arrasta e consome sua administração. As ambições de Trump de rápido fim para o programa nuclear iraniano e derrubada do regime, anunciadas em fevereiro, permanecem distantes. Cinco meses depois, os objetivos não foram alcançados e a hesitação em novas operações militares em larga escala é palpável, com agências de inteligência alertando para a baixa probabilidade de sucesso em Teerã. A situação é agravada pela impopularidade da guerra nos EUA, com apenas 29% aprovando a gestão do conflito, conforme pesquisa do Washington Post e Ipsos. Aliados republicanos, como o presidente da Câmara, Mike Johnson, expressam a necessidade de “encerrar isso”, mas um caminho viável para a vitória, ou mesmo para uma retirada honrosa, parece inexistente. Conforme apurado pelo The New York Times, Trump não conseguiu controlar a alta dos preços do petróleo nem seus efeitos no mercado de ações. O tráfego marítimo, crucial para o abastecimento global, continua ameaçado em pontos estratégicos como o estreito de Hormuz e o golfo de Aden. A busca por uma saída: opções limitadas e arriscadas O presidente americano tem debatido três opções principais com assessores: escalada militar, repressão econômica ou declaração de vitória com retirada. Todas, no entanto, apresentam obstáculos significativos e riscos consideráveis. A escalada militar, que envolveria bombardeios de grande magnitude, foi considerada, mas recuada. Há o receio de um alto número de vítimas civis, fome em massa e a possibilidade de constituição de crimes de guerra, além do esgotamento dos estoques americanos de mísseis interceptadores. Relatos indicam que metade dos estoques de alguns interceptadores-chave já poderia ter sido utilizada, com números criticamente baixos após intensos ataques e contra-ataques. Sanções econômicas: uma estratégia lenta e incerta A segunda opção, a repressão econômica através de sanções, tem se mostrado lenta. Desde 2018, quando Trump retirou os EUA do acordo nuclear, sanções “esmagadoras” foram impostas, mas o regime iraniano permanece de pé. Essa estratégia exige uma presença militar contínua e onerosa, com risco de confrontos intermitentes e ataques a aliados. Declarar vitória: um legado incerto A terceira via, declarar vitória e se retirar, também carrega custos. Deixar o Irã com seu programa nuclear avançado e controle sobre o estreito de Hormuz pode ser interpretado como uma falha em resolver o problema inicial e criar novas dificuldades para os mercados de energia. Isso deixaria claro que o alcance do poder de Trump, que ele acreditava ser ilimitado em janeiro, possui restrições significativas. A angústia de Trump é clara ao prometer interromper o programa nuclear iraniano a qualquer custo, enquanto aliados republicanos buscam uma saída. A dificuldade em encontrar um caminho para a vitória, ou mesmo para uma retirada que não comprometa sua reputação, define

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Ronaldo Caiado oficializado pelo PSD para Presidência em 2026, com Gilberto Kassab como vice

PSD lança Ronaldo Caiado como candidato à Presidência e Gilberto Kassab a vice, mirando eleições futuras O Partido Social Democrático (PSD) deu um passo importante em sua estratégia política ao oficializar a candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República para as próximas eleições. A decisão foi tomada durante a convenção nacional do partido, realizada em São Paulo. Confirmando as expectativas, o líder da legenda, Gilberto Kassab, aceitou o convite para compor a chapa como candidato a vice-presidente, formando uma dupla que busca consolidar a força do PSD no cenário nacional. O anúncio ocorreu em um evento que reuniu importantes figuras do partido. A oficialização das candidaturas marca o início de uma nova fase para o PSD, que se prepara para disputar os mais altos cargos do Executivo. A escolha de Caiado, com sua vasta experiência política, e Kassab, como figura central do partido, sinaliza a ambição da legenda em apresentar uma alternativa sólida aos eleitores. Conforme informação divulgada pelo partido, em seu discurso, Ronaldo Caiado enfatizou sua trajetória de 40 anos na vida pública, incluindo seus mandatos como deputado federal e senador, além de sua gestão como governador de Goiás. Ele também aproveitou para criticar a acirrada polarização política entre esquerda e direita no Brasil, defendendo um caminho de diálogo e união. Trajetória e Experiência de Ronaldo Caiado Natural de Anápolis, em Goiás, Ronaldo Caiado possui formação médica com mestrado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, especializando-se em cirurgia de coluna. Sua carreira política é marcada por cinco mandatos como deputado federal e um como senador. Em 1989, já havia se candidatado à Presidência da República, demonstrando sua longa aspiração nacional. Gestão em Goiás como Destaque Caiado destacou sua atuação como governador de Goiás, período em que esteve à frente do estado de 2019 até março de 2026. Ele ressaltou as realizações de sua gestão, buscando apresentar um histórico de realizações que o credenciam para a disputa presidencial. O apoio de sua esposa, Maria das Graças Caiado, e familiares também foi mencionado com gratidão. A Escolha de Gilberto Kassab para Vice A parceria com Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e ex-prefeito de São Paulo, é vista como estratégica. Kassab, uma figura influente no centro político, traz consigo uma bagagem considerável em articulação e gestão pública, o que pode fortalecer a chapa e ampliar o alcance do partido. O Cenário Político e os Próximos Passos do PSD A oficialização da candidatura de Ronaldo Caiado pelo PSD ocorre em um momento de intensa movimentação política no país. O partido se posiciona para apresentar uma alternativa consistente, buscando dialogar com diferentes setores da sociedade e construir uma plataforma que possa atrair eleitores insatisfeitos com o cenário polarizado.

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Israel Aceita Força Internacional em Gaza: Um Passo Crucial para a Paz no Oriente Médio e no Plano Trump

Israel permitirá entrada de força internacional em Gaza, conforme plano de Trump Uma autoridade israelense revelou à agência Reuters que Israel vai permitir a entrada de uma força de segurança multinacional em Gaza. Essa permissão faz parte do plano de cessar-fogo proposto pelo presidente americano Donald Trump para a região, um desenvolvimento significativo na busca por estabilidade no Oriente Médio. A decisão ocorre na véspera da viagem do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu a Washington, onde ele se encontrará com Donald Trump. O gabinete de segurança de Netanyahu já aprovou o marco legal necessário para viabilizar a presença dessas tropas internacionais no território palestino. A missão, denominada Força Internacional de Estabilização, deverá contar com cerca de 200 integrantes de países como Uganda e Marrocos. Elas atuarão em áreas que não estão sob controle israelense, com cada contingente necessitando de aprovação individual de Israel para ingressar em Gaza. Ainda não há uma data definida para o envio das tropas. As informações foram divulgadas pela Reuters. Detalhes do Plano de Paz e a Força Internacional O plano de paz de Donald Trump para Gaza, apresentado após um acordo de cessar-fogo em outubro, previa um aumento da ajuda humanitária, administração civil por tecnocratas palestinos, desarmamento do Hamas e a retirada das forças israelenses. A introdução de uma força internacional é vista como um componente essencial para a implementação dessas medidas. No entanto, o plano enfrenta obstáculos, especialmente com o grupo de tecnocratas, conhecido como Comitê Nacional para a Administração de Gaza, que ainda não obteve permissão de Israel para entrar no território. A região, marcada por dois anos de guerra em larga escala desde os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023, encontra-se em grande parte em ruínas. Situação Atual em Gaza e a Importância da Nova Força Atualmente, Israel controla efetivamente cerca de 64% de Gaza. A vasta maioria da população, estimada em 2 milhões de habitantes, vive sob controle do Hamas, em condições precárias, frequentemente em tendas improvisadas ou edifícios danificados. O Hamas tem se recusado a depor as armas, enquanto Israel sinaliza a intenção de expandir sua área de controle. A Força Internacional de Estabilização tem como objetivo apoiar a desmilitarização e facilitar a transição para uma administração palestina eficaz. Nickolay Mladenov, enviado do Conselho de Paz de Trump para Gaza, elogiou a decisão israelense, descrevendo-a como um passo crucial para a estabilização da região. Próximos Passos e o Conselho de Paz O plano original de Trump previa um Conselho de Paz como autoridade internacional para supervisionar a implementação, incluindo a força de segurança. Recentemente, uma autoridade do conselho mencionou planos para uma zona-piloto humanitária como forma de destravar o plano do presidente americano. A permissão para a entrada da força internacional em Gaza é vista como um avanço significativo, especialmente considerando as dificuldades em concretizar outros aspectos do plano de paz. A expectativa é que essa medida contribua para a melhoria das condições humanitárias e para o processo de pacificação.

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Unidade Popular Lança Samara Martins à Presidência: Conheça a Candidata e Suas Propostas Revolucionárias

Unidade Popular formaliza candidatura de Samara Martins à presidência com Raquel Bricio como vice O partido Unidade Popular (UP) deu um passo importante na corrida eleitoral, formalizando neste domingo (26) a candidatura de Samara Martins à presidência da República. A chapa anunciada conta com Raquel Bricio como candidata a vice-presidente, marcando a entrada oficial do partido no cenário nacional. A oficialização da candidatura aconteceu durante a convenção nacional do partido, um evento que reuniu filiados e apoiadores. O local escolhido para a celebração foi a Universidade Zumbi dos Palmares, situada no bairro do Bom Retiro, na vibrante capital paulista, um símbolo de resistência e cultura. Samara Martins é uma figura conhecida por sua atuação em diversas frentes. Como dentista do Sistema Único de Saúde (SUS), ela tem contato direto com as necessidades da população. Além disso, é uma importante dirigente nos movimentos negro e de mulheres, destacando-se sua atuação no Movimento de Mulheres Olga Benario. Este movimento apoia ativamente a luta por moradia digna, especialmente de mulheres negras e pobres. Quem é Samara Martins, a candidata do UP? Samara Martins carrega em sua trajetória um forte compromisso com as causas sociais. Sua experiência como profissional de saúde pública e sua liderança em movimentos sociais a qualificam para debater questões cruciais para o país. Ela já teve experiência em eleições anteriores, tendo sido candidata à vice-presidência em 2022, na chapa encabeçada por Leonardo Péricles, também pelo UP. Raquel Bricio: A Vice-Presidente Sindicalista e Ativista A escolha de Raquel Bricio para compor a chapa como vice-presidente reforça o perfil combativo do partido. Bricio atua como guarda portuária sindicalista e é uma das fundadoras do Movimento de Mulheres Olga Benario, o mesmo movimento onde Samara Martins também tem forte atuação. Essa parceria demonstra uma sintonia de ideais e um compromisso conjunto com as pautas defendidas pelo partido. Principais Propostas da Chapa Samara Martins e Raquel Bricio A plataforma de campanha liderada por Samara Martins e Raquel Bricio apresenta propostas que visam uma profunda transformação na estrutura econômica e social do Brasil. Entre os pontos centrais defendidos pela candidata, destacam-se a reestatização de empresas que foram privatizadas, uma medida que busca retomar o controle estatal sobre setores estratégicos da economia. Outra bandeira forte é a nacionalização das riquezas do país, visando garantir que os recursos naturais beneficiem diretamente a população brasileira. O aumento do orçamento destinado a áreas sociais, como saúde, educação e assistência, também figura como prioridade, buscando fortalecer as políticas públicas. Além disso, a chapa propõe a realização de uma auditoria completa da dívida pública e a consequente suspensão do pagamento. Essa medida visa liberar recursos que poderiam ser investidos em áreas essenciais para o desenvolvimento e bem-estar da sociedade brasileira, conforme informação divulgada pelo partido.

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Cristina Junqueira: A Executiva Que Criou um Banco do Zero e Desafiou Gigantes Financeiros no Brasil

Cristina Junqueira: A visionária por trás do Nubank que quebrou o domínio dos grandes bancos brasileiros Em um mercado financeiro tradicionalmente dominado por poucos e grandes players, uma executiva decidiu que era hora de mudar o jogo. Cristina Junqueira, com sua vasta experiência no setor, percebeu as falhas e insatisfações que permeavam o sistema bancário brasileiro e vislumbrou um novo caminho. Movida por uma “eterna insatisfação” com tarifas altas, burocracia excessiva e um atendimento despersonalizado, Junqueira embarcou em um projeto audacioso. A ideia era construir uma instituição financeira que colocasse o cliente no centro de suas operações, algo que ela considerava amplamente negligenciado pelos bancos estabelecidos. Essa visão resultou na fundação do Nubank, uma das primeiras e mais bem-sucedidas fintechs do Brasil. A história de Cristina Junqueira é um exemplo inspirador de como a determinação e a inovação podem romper barreiras e redefinir um setor inteiro. Conforme informação divulgada pelo Gazeta do Povo, a trajetória de Junqueira faz parte da série “Apesar do Estado”, que destaca empreendedores brasileiros que superaram desafios em um ambiente de negócios complexo. O Início de uma Revolução Financeira A jornada de Cristina Junqueira rumo à criação do Nubank começou em 2013, quando conheceu David Vélez, outro cofundador da fintech. A conversa entre os dois, que se estendeu por horas, desvendou uma visão compartilhada: a necessidade de um banco focado no cliente. “Eu não dormi mais”, relembra Junqueira, sobre o momento em que decidiu que precisava fazer parte daquele projeto. Apesar do entusiasmo, o caminho para fundar um banco no Brasil em 2013 era repleto de obstáculos. O setor era altamente regulado, exigindo autorizações do Banco Central, cumprimento de exigências rigorosas de capital e conformidade. Além disso, competir com um oligopólio já estabelecido e convencer investidores sobre o potencial de um novo concorrente eram desafios consideráveis. Determinação e Pragmatismo no DNA Formada em engenharia de produção pela USP e com um MBA pela Kellogg School of Management, Cristina Junqueira sempre demonstrou uma forte ética de trabalho e foco em seus objetivos. Sua dedicação é evidente em sua trajetória acadêmica e profissional, onde buscava maximizar cada oportunidade de aprendizado. Essa mesma determinação se estendeu à gestão do Nubank. Junqueira é conhecida por sua capacidade de conciliar múltiplas demandas, adaptando-se a rotinas intensas. Ela acorda cedo, pratica exercícios, cuida dos filhos e ainda gerencia uma das maiores instituições financeiras do Brasil, que hoje conta com mais de 135 milhões de clientes em três países. Foco no Cliente: O Pilar do Sucesso Uma das estratégias cruciais para o sucesso do Nubank foi o atendimento personalizado e a busca por soluções simples para problemas complexos. Por mais de um ano, Cristina Junqueira atendeu pessoalmente os consumidores pelos canais de suporte da empresa, muitas vezes durante a madrugada. Essa imersão no dia a dia dos clientes permitiu identificar falhas e refinar o serviço continuamente. A premissa era clara: tecnologia por si só não era suficiente, era preciso reduzir a distância entre o banco e o cliente. Isso se traduziu em uma

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Berlim em Luto: Atentado em Parada LGBT+ Expõe Medo e Discurso de Ódio Pós-Crime

Berlim em Luto: Atentado em Parada LGBT+ Expõe Medo e Discurso de Ódio Pós-Crime A vibrante celebração do Christopher Street Day em Berlim foi abruptamente interrompida por um ato de violência chocante. Milhares de pessoas, parte de um público estimado em 700 mil, presenciaram um ataque que deixou uma mulher morta e dezenas de feridos, levantando questões urgentes sobre segurança, extremismo e a polarização política. O autor do ataque, Abdul Ballout, 21 anos, simpatizante do Estado Islâmico, foi morto pela polícia após o crime. Ele possuía um histórico de extremismo e já havia sido condenado a uma pena considerada branda, cumprida em liberdade condicional e com acompanhamento de um programa de desradicalização. O incidente gerou uma onda de comoção e homenagens pela cidade, mas também expôs um lado sombrio nas redes sociais, com comentários de ódio direcionados a minorias. A tragédia ocorre em um momento delicado para a Alemanha, às vésperas de eleições regionais, e já desperta preocupações sobre o uso político do atentado por grupos de extrema direita. O Ataque e a Reação Imediata O ataque ocorreu na noite de sábado (25), durante as celebrações do Christopher Street Day, um evento que reúne anualmente centenas de milhares de pessoas em Berlim. Testemunhas relatam que a interrupção do show em frente ao Portão de Brandemburgo foi inicialmente tratada com discrição para evitar pânico. No entanto, a rápida chegada de ambulâncias sinalizou a gravidade da situação. Abdul Ballout, utilizando uma van branca, atropelou pedestres em uma alameda no Tiergarten antes de bater em uma árvore. Ao sair do veículo, continuou a agressão com um facão contra as pessoas próximas. A polícia, que já estava presente no evento, foi rapidamente acionada e iniciou uma perseguição ao suspeito. Ballout foi cercado e morto pela polícia na região da Potsdamer Platz, onde possuía endereço registrado. As autoridades investigam se o jovem agiu sozinho ou se teve cúmplices, e o prédio onde ele residia, assim como a casa de sua irmã, foram vasculhados por esquadrões antiterrorismo. Luto e Solidariedade em Berlim Em meio à tristeza e à raiva, Berlim demonstrou sua solidariedade. Flores, faixas, bandeiras do arco-íris e velas foram deixadas em homenagem às vítimas, especialmente no Tiergarten e em frente ao Portão de Brandemburgo. Manifestações pacíficas percorreram a cidade, reafirmando a mensagem de resistência e união. Moradores e visitantes expressaram seu choque e apreensão. “Mudamos para cá para nos sentirmos mais seguras e para sermos mais abertas, mais do que em qualquer outro lugar. E fica essa sensação de que não dá para se sentir seguro em lugar nenhum, mesmo com toda a polícia”, relatou Ira, uma estudante russa, evidenciando o sentimento de vulnerabilidade. O Fantasma da Homofobia e o Uso Político da Tragédia O atentado reacendeu o debate sobre a homofobia e o discurso de ódio na Alemanha. Sergio Mazzolini, italiano residente em Berlim há 13 anos, lamentou os comentários de ódio nas redes sociais, direcionados tanto a pessoas queer quanto a imigrantes muçulmanos. “Acho injusto que os partidos de direita possam ganhar

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Cristina Junqueira: A Engenheira Brasileira Que Desafiou Bancos Tradicionais e Construiu o Nubank, o Gigante Financeiro Digital

Quem é Cristina Junqueira, a mente por trás da revolução do Nubank no Brasil Cristina Junqueira, aos 43 anos, é uma figura proeminente no cenário financeiro brasileiro e internacional. Engenheira e executiva, ela é a força motriz por trás do Nubank, instituição que transformou a forma como milhões de brasileiros lidam com serviços bancários. Sua jornada é marcada pela ousadia de desafiar o status quo dos grandes bancos e pela capacidade de construir um negócio digital inovador e centrado no cliente. A ideia de criar o Nubank surgiu em 2013, quando Cristina atuava como executiva de cartões em uma grande instituição financeira. Insatisfeita com as altas tarifas e a burocracia que afastavam os clientes, ela enxergou no setor financeiro uma oportunidade de aplicar seu conhecimento técnico para criar uma alternativa mais humana e acessível. A parceria com David Vélez e o colombiano foi o pontapé inicial para a fundação da fintech. Conforme informação divulgada pela Gazeta do Povo, o maior obstáculo inicial foi a entrada em um mercado extremamente concentrado, dominado por poucas instituições. A obtenção de autorizações do Banco Central, o cumprimento de exigências de capital e a necessidade de convencer investidores sobre o potencial de uma startup digital foram desafios consideráveis. No entanto, a visão de Cristina Junqueira prevaleceu, impulsionando o Nubank a se tornar um dos maiores bancos do Brasil em número de clientes. O Início de Tudo: A Visão de Cristina Junqueira para um Banco Digital A insatisfação de Cristina Junqueira com o modelo tradicional de bancos brasileiros foi o gatilho para a criação do Nubank. Ela percebia que as necessidades dos clientes eram negligenciadas, com tarifas elevadas e processos complexos. Ao lado de seus sócios, ela decidiu usar a tecnologia como ferramenta para oferecer serviços financeiros mais simples, transparentes e sem custos abusivos. O foco sempre foi a experiência do usuário. O Nubank nasceu com a proposta de ser uma fintech, uma empresa de tecnologia financeira, que priorizasse o atendimento humano e a eliminação de taxas desnecessárias. A engenheira, com sua visão pragmática, buscou incessantemente entender as falhas do sistema para aprimorar os produtos oferecidos. Desafios e Estratégias de Crescimento do Nubank Entrar no mercado financeiro brasileiro, um dos mais fechados do mundo, representou um desafio monumental. Cristina Junqueira e sua equipe tiveram que navegar por um complexo cenário regulatório e convencer um mercado cético sobre a viabilidade de um banco digital competir com gigantes estabelecidos. A obtenção das licenças e a capitalização da empresa foram etapas cruciais. A estratégia principal do Nubank, liderada pela visão de Cristina, baseou-se no uso inteligente da tecnologia para simplificar a vida dos clientes. O lançamento do cartão de crédito sem anuidade, totalmente gerenciado por um aplicativo, foi um marco revolucionário. Essa inovação colocou o poder nas mãos do consumidor, algo inédito na época. A dedicação de Cristina Junqueira era tamanha que, em muitos momentos, ela pessoalmente atendia reclamações de clientes durante a madrugada. Essa proximidade com o público permitiu identificar pontos de melhoria e consolidar a confiança na

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Psicóloga de Curitiba Revela o Inferno dos Brasileiros na Guerra da Ucrânia: “Estão Desabando, com Medo de Morrer”

Psicóloga brasileira oferece apoio a voluntários em meio ao caos da Guerra da Ucrânia, revelando traumas profundos e a dura realidade do conflito. De Curitiba, no Paraná, a psicóloga Cláudia Serathiuk, 54, assume um papel crucial ao oferecer suporte psicológico a brasileiros que se alistaram para lutar na Guerra da Ucrânia. Em atendimentos virtuais, ela testemunha o desespero e o medo de morrer que assolam esses voluntários. Os relatos são crus e perturbadores. Os brasileiros no front descrevem situações de extrema violência e a devastação dos corpos de maneiras que, segundo Cláudia, “são coisas tão terríveis que eu nem tenho coragem de repetir. É nauseante”. A profissional, neta de ucranianos, sente um forte laço com a comunidade e iniciou o trabalho de apoio a pedido de uma ONG. A estimativa da comunidade é que cerca de 2.000 brasileiros tenham ido para a Ucrânia, com aproximadamente 200 mortos, segundo informações de Cláudia. O Itamaraty, até 10 de julho, registrava 86 desaparecidos e 33 mortos. A maioria desses voluntários não possui ligação com a Ucrânia, buscando no conflito algo que lhes falta no Brasil. Conforme informação divulgada pela Folha, Cláudia já atendeu dez brasileiros que estavam na guerra ou haviam retornado, e outros cinco psicólogos voluntários auxiliam familiares de vítimas. O Impacto Psicológico Devastador no Front O principal desafio para Cláudia é ouvir os relatos sobre a **devastação dos corpos** e as descrições explícitas de violência e morte. “Não há espaço em cemitérios, crematórios, são caminhões de corpos”, descreve a psicóloga, ressaltando a dificuldade em fazer com que os voluntários aceitem o tratamento psicológico, visto no contexto de guerra como um sinal de fraqueza. A chegada à Ucrânia já é difícil, com voluntários enfrentando incertezas sobre onde ficarão e a falta de tradutores, gerando uma **tensão enorme**. O convívio em alojamentos com desconhecidos, o nervosismo, o armamento, o uso de bebidas e drogas, e as brigas são constantes. A **morte de amigos** é um dos gatilhos mais pesados, como no caso de um paciente cujo irmão morreu na Ucrânia, gerando raiva e culpa. O Cotidiano de Angústia e o Retorno Traumático Os brasileiros atendidos por Cláudia, estejam no front, aguardando o retorno ou já no Brasil, apresentam quadros de **insônia e hipervigilância**. Mesmo os que desistem do treinamento sentem angústia e medo de morrer. As sessões de psicoterapia, quando possíveis, ocorrem em bases militares, com **pouca privacidade** e a constante preocupação com a segurança, muitas vezes utilizando o celular em busca de um local isolado. A irregularidade nas sessões é um obstáculo, com muitos marcando e não aparecendo, seja por não compreenderem a terapia ou pela impossibilidade de realizá-la. Alguns desaparecem, levantando a preocupação se desistiram do tratamento ou se morreram. Houve casos de feridos, como um jovem que **perdeu uma perna** após um drone explodir em uma casa onde ele se escondia. Desafios das Famílias e o Perfil dos Voluntários As famílias dos brasileiros mortos enfrentam **dificuldades burocráticas** para obter atestados de óbito, um processo que pode levar meses. Frequentemente, não

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Mesários Voluntários: Como Cidadãos Comuns Garantem a Transparência e o Futuro das Eleições no Brasil em 2026

O Papel Essencial dos Mesários na Democracia Brasileira e as Oportunidades para 2026 Os mesários são os verdadeiros pilares do processo eleitoral no Brasil. Sua dedicação e trabalho garantem que cada voto seja depositado de forma segura, transparente e organizada. Eles são os responsáveis por conduzir as atividades nas seções eleitorais, desde o raiar do dia da votação até o seu encerramento. Para as eleições de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reitera a importância fundamental desses cidadãos. Eles atuam nas Mesas Receptoras de Votos (MRVs), a linha de frente que acolhe os eleitores e viabiliza o uso das urnas eletrônicas, assegurando a integridade de cada etapa. Esses agentes públicos, convocados para colaborar com a democracia, são cidadãos comuns, sem vínculos diretos com a Justiça Eleitoral. Conforme informações divulgadas pelo TSE, a atuação dos mesários é vital para a confiança no resultado das urnas e na lisura do pleito. A experiência de mesários voluntários, como a da bancária Carolina Carfero, evidencia a dedicação e o senso cívico envolvidos nesta tarefa. A Experiência de Quem Vive a Eleição por Dentro Carolina Carfero, que já atuou como mesária em três eleições, conta que a curiosidade inicial a motivou a participar. “Eu queria saber como era. E queria participar do processo eleitoral por dentro”, relata. O que começou como um interesse pessoal evoluiu para um serviço voluntário à Justiça Eleitoral, onde ela descobriu um propósito maior. Em sua trajetória, Carolina já ocupou a função de presidente de mesa, assumindo mais responsabilidades. “Gosto de participar do processo eleitoral. É bastante cansativo, mas também é muito bom”, afirma. Ela destaca que, mesmo que isso exija dedicação extra, como ir ao local de votação um dia antes para organizar a sala, a satisfação em contribuir é imensa. Direitos e Benefícios de Ser Mesário O serviço prestado como mesário é recompensado com benefícios importantes. Segundo Carolina, cada dia trabalhado nas eleições garante dois dias de folga, um direito que é respeitado em seu local de trabalho. Além disso, o TSE oferece treinamento específico para todos os convocados, que pode ser presencial ou online, garantindo que todos estejam aptos para suas funções. A participação como mesário pode render até dois dias de folga para cada dia de treinamento. Há também um auxílio-alimentação de R$ 65 por turno trabalhado. Em alguns casos, a experiência pode ser utilizada como critério de desempate em concursos públicos ou contar como horas complementares em cursos universitários, conforme as regras de cada instituição. Como se Tornar um Mesário Voluntário em 2026 Para se tornar um mesário voluntário nas eleições de 2026, é preciso ser eleitor maior de 18 anos e estar em situação regular com a Justiça Eleitoral. Candidatos, parentes de candidatos, dirigentes partidários, autoridades públicas, agentes policiais e menores de 18 anos não podem atuar como mesários. A inscrição pode ser feita de forma prática pelo aplicativo e-Título, na opção “Mesário voluntário”, pelo portal do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do seu estado ou diretamente no cartório eleitoral. Após a inscrição, o cartório analisará

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Vitórias da Direita na América Latina Estimulam Trump a Antagonizar o Brasil, Avaliam Especialistas

Especialistas analisam a queda livre na relação Brasil-EUA, com Trump intensificando medidas contra o governo Lula. Após um início de ano com sinais de reaproximação, a relação entre o governo Donald Trump e o Brasil entrou em uma fase de acentuada deterioração. Medidas como a imposição de novas tarifas e declarações públicas hostis indicam uma estratégia de antagonismo, segundo analistas. Essas ações coincidem com um movimento de fortalecimento de aliados de direita em países vizinhos, o que pode ter sido um fator determinante para a postura mais agressiva de Washington em relação a Brasília. A percepção é que o governo Trump busca capitalizar esse cenário regional. A análise dos especialistas sugere que o objetivo seria dificultar a vida do governo Lula e influenciar o cenário eleitoral brasileiro. Conforme informação divulgada pela Folha de S.Paulo, o professor Felipe Loureiro, do Instituto de Relações Internacionais da USP, avalia que a sequência de vitórias de aliados de direita na América Latina pode ter incentivado Trump a pressionar mais o governo brasileiro. Fortalecimento da Extrema-Direita na Região como Fator Chave Felipe Loureiro destaca que a ascensão da extrema-direita em países como Chile, Argentina, Peru e Colômbia pode ter sinalizado para o governo americano uma oportunidade de ouro. “Essa mudança coincide com um fortalecimento da extrema direita na região”, afirma Loureiro. Ele explica que a percepção é que “tudo que puder ser feito para dificultar a vida do governo Lula será feito”. O diplomata Rubens Ricupero compartilha dessa visão, ressaltando que, embora Trump tenha adotado medidas semelhantes contra outros países, no caso do Brasil a motivação política é explícita. “É uma afirmação que não corresponde à realidade. A aplicação das tarifas não ocorre por causa do ego do Lula, mas porque o governo Trump não tolera um governo de orientação diferente na América Latina”, pontua Ricupero. Motivações Políticas e a Busca por uma “Aliança Conservadora” Amâncio Jorge de Oliveira, professor titular de Relações Internacionais da USP, complementa que o desejo de Trump em formar uma “aliança conservadora” nas Américas intensifica o distanciamento entre os países. Ele também especula que o tarifaço pode ter sido uma resposta à falta de concessões esperadas após a suspensão de sanções contra o STF. “Pensando no estilo de Trump, a lei Magnitsky não seria retirada sem uma contrapartida”, afirma Oliveira. Ele observa que a diplomacia americana atual se baseia em posturas unilaterais, com uma potencial desconexão entre o efeito político desejado e as medidas utilizadas. Interferência Explícita e Consequências para o Brasil Os especialistas concordam que a atual tensão representa um dos piores momentos na relação bilateral, com a diferença de que a interferência agora é explícita. “Se na época a participação americana no golpe, com movimentação de esquadra naval e financiamento, foi ocultada, hoje Trump apoia abertamente candidatos contrários a Lula”, compara Rubens Ricupero. Apesar da dificuldade em reverter o tarifaço enquanto Trump estiver no poder, Ricupero avalia que a relação tenderá a uma normalização após o fim de seu mandato, pois seu movimento é personalista e não deixará

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