Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Veja Também

Péricles lança “Camuflagem”: feat com Ana Castela e Zeca Pagodinho em novo álbum

Péricles surpreende com “Camuflagem”, álbum de parcerias inéditas após sucesso no Rock in Rio Após encantar o público do Rock in Rio 2026 com um show memorável interpretando clássicos da Motown, Péricles retorna com o lançamento de seu novo álbum, intitulado “Camuflagem”. O disco, que chegou ao mercado na última sexta-feira, 25 de setembro, traz 12 faixas e se destaca pelas colaborações com nomes de peso da música brasileira. O repertório de “Camuflagem” explora diversas sonoridades, com participações de Ana Castela, Jota.Pê, Ney Matogrosso e Zeca Pagodinho. Essas parcerias prometem expandir o alcance do artista, misturando seus tradicionais sucessos com novos gêneros musicais. A produção musical do álbum ficou a cargo de Izaías Marcelo, e o projeto busca apresentar um Péricles versátil, explorando diferentes facetas de sua voz e estilo. Conforme informação divulgada, o álbum também conta com faixas como “Deixei ir”, “Marcando território”, “My love” e “Tá tudo errado”. Péricles e Ana Castela: A união do pagode com o fenômeno sertanejo Uma das parcerias mais comentadas do álbum é a colaboração de Péricles com Ana Castela na música “Simplesmente acontece”. A canção, escrita por Guga Capanema, Guilherme Grins e Rayan Felipe, marca a incursão do cantor no universo do pagonejo, prometendo agradar fãs de ambos os artistas. Ney Matogrosso e Jota.Pê: Releituras e harmonia de estilos O álbum também apresenta um dueto emocionante com Ney Matogrosso, onde Péricles revive o clássico “Faz parte do meu show”, sucesso na voz de Cazuza. A interpretação, com uma aura bossa-novista, remete à composição original de Cazuza em parceria com Renato Ladeira. Já a parceria com Jota.Pê na faixa “Até quando”, uma composição de Daniel Lemos e Leonardo Ferreira, demonstra a habilidade dos artistas em harmonizar seus estilos. A música transita entre o samba-canção e o xote romântico, destacando-se pela sintonia vocal. Zeca Pagodinho: O ponto alto do samba em “Camuflagem” O encontro de Péricles com Zeca Pagodinho na regravação do samba “Não quero mais amar a ninguém”, de Cartola, Carlos Cachaça e Zé da Zilda, é apontado como o ponto alto do álbum. Lançada originalmente há 90 anos na voz de Aracy de Almeida, a canção ganha uma nova roupagem com a colaboração de Zeca, reafirmando a força do samba. Apesar das parcerias e da exploração de novos ritmos, o repertório de “Camuflagem”, em muitos momentos, parece não explorar todo o potencial vocal de Péricles. Críticos apontam que a maioria das músicas pode não estar à altura da expressividade que o cantor demonstrou ao interpretar o repertório da Motown no Rock in Rio, seduzindo o público com sua voz única. “Tá tudo errado”, um pagode que abre o disco, exemplifica essa percepção, com algumas faixas que, segundo a crítica, podem ter “camuflado” parte das imensas possibilidades vocais de Péricles.

Leia mais

Feito Pipa: O Sertão Colorido que Representa o Brasil no Oscar e Quebra Estereótipos do Cinema

“Feito Pipa”: O representante brasileiro no Oscar que reinventa o Sertão com cores e afeto O filme “Feito Pipa”, escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional, chega com a proposta de **desmistificar a imagem tradicionalmente associada ao Nordeste brasileiro** no cinema. Em vez de focar na seca e na pobreza, o longa-metragem dirigido por Allan Deberton mergulha em um universo de cores vibrantes, memórias afetivas e música, contando a história de Gugu, um menino de 11 anos criado pela avó. Gravado no Ceará, o filme busca oferecer um novo olhar sobre o interior nordestino. O roteirista André Araújo destaca que uma das principais preocupações durante a escrita foi **revisitar a forma como o cinema historicamente retrata o Sertão**, afastando-se das representações de miséria e escassez. “Quando estou escrevendo, sempre me preocupo em atualizar as imagens e os imaginários que o cinema produz sobre o Sertão. No ‘Feito Pipa’, esse Sertão colorido surge como uma forma de se distanciar daquele Sertão que a gente costuma ver da fotografia alaranjada ou da luz estourada, o Sertão da miséria, o Sertão da seca”, explicou Araújo ao g1. A narrativa propõe um Sertão onde o colorido se manifesta nas pessoas, na fotografia e na própria identidade dos personagens, que usam esse universo lúdico para se expressarem no mundo. O Sertão reinventado nas telas brasileiras O interior nordestino é um cenário recorrente no cinema brasileiro, tendo sido palco de diversas estéticas e movimentos. Desde produções como “O Cangaceiro” (1953) até as obras do Cinema Novo, que usaram a paisagem sertaneja para simbolizar as desigualdades sociais, a região sempre ocupou um lugar central. Glauber Rocha, com filmes como “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), é um expoente dessa representação. Para a pesquisadora Eliana Guerra, o Sertão tem uma posição singular na cinematografia nacional por ser um território simbólico, construído a partir de questões profundas da sociedade brasileira, como desigualdade, conflitos agrários, religiosidade e migrações, mas também de afetos e modos de vida. “Durante muito tempo, determinadas representações acabaram associando esse território principalmente à seca, à pobreza, à violência e ao cangaço. Mas o cinema brasileiro também foi transformando essas imagens e mostrando que existem muitos sertões, com diferentes paisagens, sujeitos, experiências e modos de vida”, afirma Guerra. Ela define o Sertão como um “dispositivo estético e político” do cinema, onde a paisagem e os elementos visuais participam da construção de sentidos e a escolha da representação é um ato político. Novos olhares sobre o interior nordestino Nas últimas décadas, cineastas têm apresentado novas leituras do Sertão. Filmes como “O Céu de Suely” (2006), “Bacurau” (2019) e “Paloma” (2022) contribuíram para ampliar o repertório de experiências e personagens associados à região. É nesse contexto que “Feito Pipa” se insere, ajudando a ampliar o imaginário sobre o Sertão e a romper com representações cristalizadas. O roteirista André Araújo cita como referências próximas obras como a de Karim Aïnouz e “Pacarrete” (2019), que também teve colaboração de

Leia mais

Celulares Pouco Conhecidos Que Desafiam Gigantes: Conheça 4 Opções Que Podem Te Surpreender

Celulares Pouco Populares que Podem Superar os Famosos em Desempenho e Recursos Nem sempre os celulares mais badalados do mercado são os únicos capazes de entregar uma experiência de uso premium. Fabricantes menos conhecidas no Brasil apostam em especificações competitivas, oferecendo aparelhos com recursos que podem surpreender até mesmo os modelos mais populares. A proposta é apresentar alternativas que fogem do lugar-comum sem abrir mão de tecnologia de ponta. Selecionamos quatro smartphones que se destacam pelo desempenho, qualidade de tela, câmeras, bateria e construção. A ideia é mostrar que é possível encontrar aparelhos com especificações técnicas de alto nível, que rivalizam com os concorrentes mais conhecidos, mas por preços potencialmente mais acessíveis. Esses aparelhos valem a pena por investirem em características que os colocam em pé de igualdade com marcas mais estabelecidas. Os preços mencionados foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer variações. Conforme informação divulgada pelo TechTudo, que mantém parceria comercial com lojas e pode ganhar comissões sobre vendas, a seleção considera modelos avaliados positivamente e com especificações técnicas competitivas. Infinix GT 30 Pro (512 GB): O Campeão dos Gamers O Infinix GT 30 Pro, com preço a partir de R$ 2.649 no Mercado Livre, é um forte candidato para quem busca um celular voltado para jogos. Lançado no Brasil em novembro de 2025, ele conta com gatilhos laterais sensíveis à pressão integrados, que simulam a experiência de consoles portáteis, além de fitas de LED RGB personalizáveis. Sua tela AMOLED de 6,78 polegadas com 144 Hz é um dos pontos altos, oferecendo brilho elevado e nitidez, segundo o GSMArena. A bateria de 5.500 mAh proporciona uma autonomia decente, com cerca de 13 horas e 44 minutos de uso ativo em testes. O aparelho é equipado com o chip MediaTek Dimensity 8350 Ultimate, acompanhado por 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento interno. As câmeras, com sensor principal de 108 MP, entregam fotos com cores naturais e boa nitidez, mas o foco automático da lente ultrawide pode deixar a desejar. Apesar de apresentar throttling frequente, o GT 30 Pro é uma opção sólida para gamers que buscam desempenho e recursos inspirados em consoles. realme 16 Pro+ (512 GB): Autonomia e Câmeras de Destaque O realme 16 Pro+, disponível a partir de R$ 4.049 no Mercado Livre, posiciona-se como um intermediário premium focado em oferecer longa duração de bateria. Sua impressionante bateria de 7.000 mAh garantiu cerca de 18 horas e 18 minutos de uso ativo em testes, tornando-o ideal para usuários intensos. O conjunto de câmeras é outro grande atrativo, com um sensor principal de 200 MP, uma telefoto de 50 MP com zoom óptico de 3,5x e uma ultrawide de 8 MP. As fotos capturadas apresentam ótima nitidez, cores vibrantes e um bom alcance dinâmico. O desempenho é garantido pelo processador Snapdragon 7 Gen 4 com 12 GB de RAM, que oferece boa performance em multitarefas. A tela AMOLED curva de 6,8 polegadas com até 144 Hz e 6.500 nits é considerada acima da média

Leia mais

Zélia Duncan Reinventa Clássicos e Novos Hits em “Agudo Grave”: A Pulsação Transformadora da Direção Musical de Maria Beraldo

Zélia Duncan explode em “Agudo Grave” com Maria Beraldo: um show que redefine o passado e o presente da artista Zélia Duncan, um ícone da música brasileira, elevou seu 15º álbum de estúdio, “Agudo Grave”, a um novo patamar em sua apresentação homônima. Com a direção musical de Maria Beraldo, o espetáculo, que estreou no Rio de Janeiro em 25 de setembro, é uma celebração vibrante da carreira de 45 anos da cantora. O show “Agudo Grave” não se limita a revisitar o passado, mas o reinventa. Maria Beraldo, também produtora e arranjadora do álbum, orquestra uma sonoridade que ressignifica clássicos de Zélia, como “Me Revelar” e a icônica “Catedral”, catapultando-os para o presente com arranjos frescos e inventivos. Essa alquimia sonora, que mescla a experimentação com a acessibilidade, foi detalhada em crítica divulgada pela fonte original, mostrando como Zélia Duncan, com o suporte de Beraldo e sua banda, cria uma experiência musical que encanta tanto os fãs de longa data quanto novos ouvintes. A Textura Sonora que Transforma Clássicos A banda, composta por músicos multi-instrumentistas como Aline Gonçalves (flautas e clarinete), Amanda Camargo (piano), Antonio Loureiro (bateria), Ciro Bellucci (violões) e Fabio Sá (baixo), é a espinha dorsal dos arranjos de Maria Beraldo. Essa formação cria uma paisagem sonora que transita com maestria entre a urgência urbana de “Olhos de Cimento” e a delicadeza lírica de “Meu Plano”. A direção do show, dividida entre Zélia Duncan e Simone Mina, que assina o cenário com móbiles que lembram cristais, realça a fluidez e a leveza da apresentação. Mesmo em momentos de batida mais marcante, como em “Sentidos”, a voz de Zélia confere uma roupagem nova e surpreendente às canções. Novas Canções e Parcerias que Brilham O repertório do álbum “Agudo Grave” ganha vida no palco, e mesmo que algumas composições autorais do disco não atinjam a mesma força das regravações, a sensação geral é de renovação. Músicas como “Pontes no Ar” ecoam a atmosfera do Clube da Esquina, enquanto “E aí, IA?” demonstra a força das parcerias com Alberto Continentino. A participação de Lenine em “Maravilha Disforme” e “Meu Xamego”, além do bis com “Nos Lençóis Desse Reggae”, adiciona uma camada extra de vitalidade ao espetáculo. A artista também presta homenagem a ícones como Itamar Assumpção, em “Tua Boca”, e Joni Mitchell, com “All I Want”, mostrando a amplitude de suas referências. Zélia Duncan: Um Tempo Presente e Transformador A performance de “Calmo”, em dueto com Zeca Baleiro, e a poderosa reinvenção de “Capitu” evidenciam a versatilidade de Zélia Duncan. A cantora ainda explora a sonoridade vanguardista de “Matagal”, canção em inglês de Maria Beraldo, e a envolvente “Tua Boca” de Itamar Assumpção. O show “Agudo Grave” culmina com um medley emocionante de “Sonho Impossível” e “Que Tal o Impossível?”, deixando claro que o tempo de Zélia Duncan é o agora. Sob a batuta inspirada de Maria Beraldo, a artista prova que é possível fazer brotar o novo do chão do que já foi construído, em um espetáculo que celebra

Leia mais

Setembro Verde: Idosos Podem Ser Heróis da Doação de Órgãos em Vida, Quebrando Mitos e Salvando Vidas

Setembro Verde: Idosos Podem Salvar Vidas Através da Doação de Órgãos em Vida A campanha Setembro Verde busca conscientizar sobre a importância da doação de órgãos e tecidos. Um dos pontos cruciais abordados é que a idade não deve ser um impeditivo para ser um doador vivo, especialmente quando se trata de órgãos como rins e partes do fígado. A história de Arivaldo Sampaio, que aos 69 anos doou um rim ao filho, é um exemplo inspirador de que a generosidade não tem idade. A possibilidade de doação em vida é uma esperança para muitos pacientes que aguardam na fila de transplantes. O Ministério da Saúde detalha que um doador vivo pode ceder um rim, parte do fígado, medula óssea ou parte dos pulmões, sendo a compatibilidade sanguínea um requisito essencial em todos os casos. A avaliação médica é rigorosa, focando na saúde do doador. A preocupação com a saúde após a doação é natural, mas o acompanhamento médico qualificado garante a segurança do processo. Arivaldo Sampaio, após a doação bem-sucedida, manteve uma rotina ativa e saudável, provando que é possível manter a qualidade de vida mesmo após doar um órgão. Essa realidade desmistifica a ideia de que apenas pessoas jovens podem ser doadores vivos, abrindo um leque de possibilidades para salvar vidas. A Relação entre Doação de Órgãos e a Terceira Idade A avaliação médica para doação em vida, especialmente em doadores com mais de 60 anos, torna-se ainda mais criteriosa. Conforme explica o nefrologista Geraldo Freitas, da Unidade de Transplantes do Hospital Universitário de Brasília (HUB), o objetivo é garantir a segurança de todos os envolvidos. Exames detalhados avaliam a função renal, cardiovascular e a ausência de doenças prévias que possam aumentar os riscos. Freitas ressalta que, embora o envelhecimento possa trazer condições como hipertensão e diabetes, a ausência dessas doenças, aliada a uma boa função renal e um estado geral de saúde favorável, permite que pessoas mais velhas sejam doadoras. A decisão é individualizada, considerando a expectativa de vida e a capacidade do doador de manter a saúde com um órgão a menos. O Processo de Doação em Vida no Brasil A legislação brasileira permite a doação de órgãos em vida entre parentes de até quarto grau e cônjuges, sem a necessidade de autorização judicial. Para doações a pessoas fora desse círculo, a autorização judicial é exigida. Em 2025, o Brasil registrou um número recorde de 4.335 doadores efetivos, mas ainda há 49,4 mil brasileiros aguardando na fila de transplantes, segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes. O médico Geraldo Freitas enfatiza que a avaliação médica é completa, não se limitando a números. O estado geral de saúde, a expectativa de vida e os riscos da cirurgia são ponderados. Paralelamente, o receptor e a condição do órgão a ser doado também são avaliados para garantir a melhor perspectiva de funcionamento a longo prazo. A Experiência de Arivaldo: Um Legado de Solidariedade Arivaldo Sampaio compartilhou sua gratidão ao descobrir a compatibilidade com o filho. Os exames confirmaram que

Leia mais

Pirineus de Girona: Descubra a Joia Catalã que Une História Medieval e Paisagens Deslumbrantes

Pirineus de Girona: Aventura Histórica e Natureza Intocada Esperam por Você A Catalunha, na Espanha, oferece um tesouro escondido para quem busca uma imersão cultural e paisagens de tirar o fôlego: os Pirineus de Girona. Esta região, que se estende a partir da histórica cidade de Girona, convida a uma jornada inesquecível por vilarejos medievais, mosteiros centenários e montanhas majestosas. A apenas 100 quilômetros de Barcelona, Girona serve como porta de entrada perfeita para desvendar os encantos dos Pirineus espanhóis. De trem, a viagem dura cerca de 40 minutos, tornando a região acessível para um bate-volta ou para iniciar um roteiro mais aprofundado. Os Pirineus, que delimitam a fronteira entre Espanha, França e Andorra, são um convite à exploração. Com picos que ultrapassam os 3 mil metros de altitude, a cadeia montanhosa abriga uma biodiversidade rica, rios cristalinos e aldeias pitorescas com vistas deslumbrantes. Conforme informação divulgada pela fonte do conteúdo, a melhor época para visitar é durante o verão, entre junho e setembro, quando o clima é mais ameno e a vegetação floresce, embora seja recomendado planejar com antecedência devido à alta temporada. Girona: A Porta de Entrada para os Pirineus Catalães A cidade de Girona, com sua rica história medieval, é um excelente ponto de partida para explorar os Pirineus. A partir daqui, é possível se aventurar por vilarejos como Boí, Taüll e Bellver de Cerdanya, conhecidos por suas igrejas românicas e pinturas antigas. Outra cidade estratégica para conhecer os Pirineus na Catalunha é Lleida. De lá, o acesso a vilarejos repletos de igrejas e pinturas românicas se torna ainda mais fácil, permitindo uma imersão completa na arquitetura e arte da região. Ripoll e a Lenda de Wilfredo, o Cabeludo Na cidade de Ripoll, a atração principal é o **Mosteiro Beneditino de Santa Maria de Ripoll**, fundado no século IX e um dos centros monásticos mais importantes da Catalunha. A história deste lugar se entrelaça com a lenda de Wilfredo, o Cabeludo, figura histórica responsável pela unificação da Catalunha. A mitologia local atribui a Wilfredo, o Cabeludo, a origem da bandeira catalã. Reza a lenda que, após uma batalha, o rei Carlos, o Calvo, teria passado os dedos ensanguentados sobre o escudo de ouro de Wilfredo, formando as quatro faixas vermelhas que caracterizam o símbolo catalão. Embora sem respaldo histórico, essa fábula adiciona um toque de mistério à visita, especialmente considerando que o mosteiro teria sido construído para o próprio sepultamento de Wilfredo. Próximo ao mosteiro, a Igreja de Sant Pere, com elementos pré-românicos e reformas que datam do século XII, também compõe o cenário histórico de Ripoll. Sant Joan de les Abadesses e os Mitos do Conde Arnau O Mosteiro de Sant Joan de les Abadesses, na província de Girona, também possui uma ligação com Wilfredo, tendo sido administrado por sua filha, Emma. Este mosteiro é notável por ser o único feminino da Catalunha. A região é permeada por lendas, como a do Conde Arnau, um personagem tirânico do folclore catalão. A história conta sobre um romance

Leia mais

Brasil Brilha no Mundial Paralímpico de Judô: Três Ouros, Cinco Pratas e Dois Bronzes na Geórgia

Brasil Conquista Três Ouros e Domina o Mundial Paralímpico de Judô na Geórgia O segundo dia de competições no Mundial Paralímpico de judô, em Tbilisi, na Geórgia, foi um verdadeiro show de força e talento brasileiro. No sábado, 26 de agosto, a delegação nacional subiu ao pódio três vezes para receber a medalha de ouro, somando ainda cinco pratas e dois bronzes, totalizando dez medalhas até o momento. Com esses resultados expressivos, o Brasil reafirma sua posição de destaque no cenário internacional do judô paralímpico. A competição, que segue até domingo, 27 de agosto, com as disputas por equipes, tem sido palco de performances memoráveis dos atletas brasileiros. Conforme informação divulgada, o desempenho brasileiro no Mundial Paralímpico de Judô é fruto de anos de dedicação e treinamento, mostrando a força do esporte paralímpico no país. Alana Maldonado Repete o Feito e Conquista Quarto Título Mundial A grande estrela do dia foi, sem dúvida, Alana Maldonado. A judoca paulista, já bicampeã paralímpica na classe J2 (baixa visão) até 70 kg, demonstrou mais uma vez sua superioridade ao conquistar seu quarto título mundial. Na final, ela enfrentou a cazaque Ayala Mereke e, após uma luta acirrada que foi para o golden score, garantiu a vitória com um wazari. Arthur Silva e Brenda Freitas: Bicampeões Mundiais em Ação Alana não foi a única a celebrar o bicampeonato mundial. Arthur Silva, na classe J1 (cegos) até 95 kg, também levantou o troféu pela segunda vez consecutiva. Ele derrotou o britânico Daniel Powell por um wazari, consolidando seu domínio na categoria. Além do título mundial de 2025 em Astana, Arthur também ostenta o título paralímpico de Paris 2024. Brenda Freitas, na classe J1 até 70 kg, foi a terceira atleta a subir no lugar mais alto do pódio. Com um ippon espetacular em menos de um minuto, ela venceu a chinesa Wang Wenjing na grande final, defendendo com sucesso o título conquistado no ano anterior. Outras Medalhas e Destaques Brasileiros Além dos ouros, o Brasil também celebrou outras conquistas importantes. Milena Freitas trouxe para casa a medalha de prata na classe J1 acima de 70 kg, e Marcelo Casanova conquistou a prata na classe J2 até 95 kg. As medalhas de bronze ficaram com Rebeca Silva, na classe J2 acima de 70 kg, e Felipe Amorim, na classe J2 acima de 95 kg. O desempenho geral da equipe brasileira no Mundial Paralímpico de Judô é motivo de orgulho e demonstra o potencial dos atletas em diversas categorias e classes de deficiência.

Leia mais

São Paulo Feminino Vira Sobre Corinthians na Arena e Faz História Rumo ao Título Brasileiro

São Paulo Feminino Conquista Vitória Histórica Contra Corinthians e Se Aproxima do Título Brasileiro Em um confronto épico neste sábado (26), o São Paulo Feminino escreveu um novo capítulo na história do futebol feminino brasileiro ao derrotar o Corinthians por 2 a 1 na Neo Química Arena. A partida de ida da final do Campeonato Brasileiro Feminino A1, transmitida pela TV Brasil, marcou a primeira derrota do time feminino do Timão em seu estádio desde 2016, encerrando uma sequência impressionante de 32 jogos invicto, com 29 vitórias e três empates. Com este resultado expressivo, o Tricolor paulista chega à partida de volta, no próximo sábado (3) no Morumbis, com a vantagem. Um simples empate garante o primeiro título brasileiro da história do São Paulo Feminino e interrompe a hegemonia de seis troféus consecutivos do rival. Para o Corinthians reverter o placar e conquistar o heptacampeonato, a equipe precisará vencer fora de casa, com nuances que podem levar a decisão para os pênaltis ou garantir a taça diretamente. A jornada das Soberanas até esta vitória histórica foi marcada por superação e organização tática. Conforme informação divulgada, o Corinthians iniciou a partida com mais intensidade, abrindo o placar aos nove minutos com Gabi Zanotti, após cruzamento de Vic Albuquerque. Contudo, o São Paulo demonstrou resiliência e buscou o empate ainda no primeiro tempo, aos 20 minutos, com um gol de Crivelari. Primeiro Tempo de Reviravolta e Oportunidades Perdidas Apesar de sofrer o gol inicial, o São Paulo se recompôs rapidamente. O empate veio com uma jogada bem trabalhada, onde Crivelari, infiltrada entre as zagueiras corintianas, finalizou de primeira após um cruzamento vindo da direita. O Tricolor ainda teve chances claras de virar o placar ainda na primeira etapa, com chutes de Robinha e Isa Guimarães, que pararam na defesa ou foram para fora. Segundo Tempo Cirúrgico e Vitória Histórica Na segunda etapa, o Corinthians buscou alternativas após a saída por lesão de Gabi Zanotti, com Jhonson se tornando uma ameaça pelo alto. No entanto, foi o São Paulo quem mostrou maior precisão. Em um momento crucial do jogo, aproveitando um erro na saída de bola do Corinthians, Isa Guimarães recebeu em profundidade e tocou com maestria na saída da goleira Nicole, selando a virada e o placar final de 2 a 1. O Tricolor, com uma atuação organizada, conseguiu neutralizar as investidas do Corinthians, que insistiu nas bolas alçadas à área sem sucesso. A última chance clara para o Corinthians surgiu nos acréscimos, em uma cobrança de falta na entrada da área, mas a finalização de Duda Sampaio foi defendida pela goleira Carlinha. O apito final confirmou a vitória histórica do São Paulo, celebrada efusivamente pelas jogadoras. Rumo ao Título e Quebra de Sequência Invicta A vitória na Neo Química Arena não é apenas um resultado em uma final, mas um marco para o futebol feminino. A quebra da invencibilidade do Corinthians em casa, que perdurava desde 2016, demonstra a força e a evolução do elenco são-paulino. Agora, o foco se volta

Leia mais

Gal Costa: A voz de cristal que completa 81 anos e ecoa eternamente na MPB com homenagens de Gil e Bethânia

Luminosidade do cristal de Gal Costa reluz no dia em que artista faria 81 anos porque ‘coisas sagradas permanecem’ Neste sábado, 26 de setembro, o Brasil celebra o que seria o 81º aniversário de uma das maiores vozes da música popular brasileira, Gal Costa. Mesmo com sua partida em novembro de 2022, a data especial reacende a saudade e a admiração por sua trajetória artística. A cantora, que nos deixou há menos de dois anos, continua viva na memória e nos corações de seus admiradores. Sua voz, descrita como um “cristal” por amigos e fãs, ecoa forte em suas gravações e na lembrança daqueles que foram tocados por sua arte única. Grandes nomes da MPB, como Gilberto Gil e Maria Bethânia, já estão prestando suas homenagens nas redes sociais, celebrando a vida e o legado de Gal Costa. A data, embora não seja um marco redondo, como os 80 anos a serem festejados em 2025, é um momento de profunda reflexão sobre a magnitude de sua obra. Conforme divulgado nas redes sociais, Bethânia descreve a voz de Gal como “coisa de Deus”, reforçando a ideia de um talento transcendental. Um legado eterno que transcende a existência física Apesar de Gal Costa ter nos deixado, sua presença artística permanece inabalável. A cantora, assim como Elis Regina e Nana Caymmi, faz parte de um seleto grupo de artistas cuja obra transcende o tempo. A frase de Caetano Veloso, “coisas sagradas permanecem”, resume perfeitamente a força do canto de Gal, que se tornou um símbolo de algo sagrado e imortal. A comparação com Elis Regina, que nos deixou em 1982, e Nana Caymmi, que partiu no ano passado, evidencia a força desse quarteto fantástico de cantoras gigantes da MPB. Cada uma, à sua maneira, marcou uma era e deixou uma pegada indelével na música brasileira. Homenagens de amigos e admiradores celebram a voz cristalina Amigos e colegas de profissão, como Gilberto Gil e Maria Bethânia, utilizam as redes sociais para expressar seu carinho e admiração por Gal Costa. Essas homenagens, repletas de afeto e reconhecimento, fazem com que a **luminosidade da voz de Gal Costa** continue a reluzir, mesmo em sua ausência física. A **voz cristalina** de Gal é lembrada como um presente divino. A **imortal cantora baiana** é celebrada não apenas por sua voz, mas por toda a sua contribuição para a cultura brasileira. Sua capacidade de inovar e de se reinventar ao longo de sua carreira a consolidou como um ícone da música. A perpetuação da arte de Gal Costa em gravações e registros Felizmente, o **brilho eterno** do talento de Gal Costa está perpetuado em seus discos, em gravações oficiais e em registros de shows que circulam pela internet. Esses materiais são um tesouro para os fãs e para as futuras gerações, permitindo que a **voz de cristal** da artista continue a encantar. A esperança de que um dia possamos ter acesso a áudios inéditos de shows dos anos 1970, como mencionado na reflexão sobre sua obra, aumenta a expectativa

Leia mais

MC Ryan SP: “Mordomia Acabou” para Quem “Focou Só no Tigrinho” Após Proibição das Apostas

MC Ryan SP alerta sobre “fim da mordomia” para artistas que apostaram no “jogo do tigrinho” e esqueceu do funk, após proibição das bets. O funkeiro MC Ryan SP comentou a recente proibição das apostas esportivas no Brasil, conhecida como “bets”, e as consequências para artistas que se dedicaram a jogos de azar, como o “jogo do tigrinho”. Em seus stories no Instagram, o cantor ironizou a situação, sugerindo que a “mordomia acabou” para quem “focou só no tigrinho”. Ryan SP relembrou sua própria experiência com a Polícia Federal, que o prendeu em abril deste ano na “Operação Narco Fluxo”. Na ocasião, a Justiça determinou sua soltura em maio. A investigação, segundo a PF, envolvia movimentação de recursos ligados a apostas ilegais, rifas digitais e lavagem de dinheiro, com o MC apontado como “beneficiário final” do esquema. “Deu ruim, hein, quem focou só no tiger e esqueceu do funk. Bora pro estúdio que ainda dá tempo. Acabou a mordomia. Eu sempre avisei: vai moiá. Foca no funk”, escreveu o artista, referindo-se ao jogo Fortune Tiger, popularmente chamado de “jogo do tigrinho”. Ele complementou, mencionando os problemas que o jogo lhe trouxe, incluindo a ação da PF em sua residência: “Tiger só me trouxe problema, Paula Fernandes derrubando minha porta, levando tudo que eu tinha”. Proibição das Bets e o “Jogo do Tigrinho” A proibição das apostas de quota fixa, incluindo jogos online e cassinos virtuais como o “jogo do tigrinho”, foi oficializada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) através de uma Medida Provisória (MP) publicada no Diário Oficial da União. A medida, anunciada nove dias antes das eleições, visa combater o endividamento das famílias e a transformação de vício em lucro. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, explicou que, a partir da publicação da MP, não será mais possível depositar dinheiro nas plataformas de apostas. Os sites permanecerão disponíveis para que os apostadores resgatem seus saldos até o dia 5 de outubro. Bancos intermediarão a devolução dos valores entre os dias 9 e 14 de outubro, caso os apostadores não consigam realizar o saque voluntariamente. Novas Regras e Sanções A MP também prevê a retirada de toda publicidade e marketing relacionados a apostas até 5 de outubro, incluindo a retirada de marcas de contratos de patrocínio. A partir de agora, novas publicidades de apostas não serão permitidas. O governo também anunciou o reforço na estrutura do Ministério da Justiça com novas coordenações na Polícia Federal e na Secretaria de Direitos Digitais para combater ativos e lavagem de dinheiro. O governo enviará ao Congresso um projeto de lei que tipifica crimes relacionados à exploração e divulgação das apostas. Explorar ou operar apostas de quota fixa poderá levar à reclusão de 4 a 6 anos, além de multa. A divulgação e publicidade para incentivar apostas terá pena de reclusão de 2 a 4 anos, e multa. O uso de dados pessoais para direcionar publicidade de apostas também será punido. Impacto no Setor e Cronograma A partir desta sexta-feira, novas concessões,

Leia mais

Péricles lança “Camuflagem”: feat com Ana Castela e Zeca Pagodinho em novo álbum

Péricles surpreende com “Camuflagem”, álbum de parcerias inéditas após sucesso no Rock in Rio Após encantar o público do Rock in Rio 2026 com um show memorável interpretando clássicos da Motown, Péricles retorna com o lançamento de seu novo álbum, intitulado “Camuflagem”. O disco, que chegou ao mercado na última sexta-feira, 25 de setembro, traz 12 faixas e se destaca pelas colaborações com nomes de peso da música brasileira. O repertório de “Camuflagem” explora diversas sonoridades, com participações de Ana Castela, Jota.Pê, Ney Matogrosso e Zeca Pagodinho. Essas parcerias prometem expandir o alcance do artista, misturando seus tradicionais sucessos com novos gêneros musicais. A produção musical do álbum ficou a cargo de Izaías Marcelo, e o projeto busca apresentar um Péricles versátil, explorando diferentes facetas de sua voz e estilo. Conforme informação divulgada, o álbum também conta com faixas como “Deixei ir”, “Marcando território”, “My love” e “Tá tudo errado”. Péricles e Ana Castela: A união do pagode com o fenômeno sertanejo Uma das parcerias mais comentadas do álbum é a colaboração de Péricles com Ana Castela na música “Simplesmente acontece”. A canção, escrita por Guga Capanema, Guilherme Grins e Rayan Felipe, marca a incursão do cantor no universo do pagonejo, prometendo agradar fãs de ambos os artistas. Ney Matogrosso e Jota.Pê: Releituras e harmonia de estilos O álbum também apresenta um dueto emocionante com Ney Matogrosso, onde Péricles revive o clássico “Faz parte do meu show”, sucesso na voz de Cazuza. A interpretação, com uma aura bossa-novista, remete à composição original de Cazuza em parceria com Renato Ladeira. Já a parceria com Jota.Pê na faixa “Até quando”, uma composição de Daniel Lemos e Leonardo Ferreira, demonstra a habilidade dos artistas em harmonizar seus estilos. A música transita entre o samba-canção e o xote romântico, destacando-se pela sintonia vocal. Zeca Pagodinho: O ponto alto do samba em “Camuflagem” O encontro de Péricles com Zeca Pagodinho na regravação do samba “Não quero mais amar a ninguém”, de Cartola, Carlos Cachaça e Zé da Zilda, é apontado como o ponto alto do álbum. Lançada originalmente há 90 anos na voz de Aracy de Almeida, a canção ganha uma nova roupagem com a colaboração de Zeca, reafirmando a força do samba. Apesar das parcerias e da exploração de novos ritmos, o repertório de “Camuflagem”, em muitos momentos, parece não explorar todo o potencial vocal de Péricles. Críticos apontam que a maioria das músicas pode não estar à altura da expressividade que o cantor demonstrou ao interpretar o repertório da Motown no Rock in Rio, seduzindo o público com sua voz única. “Tá tudo errado”, um pagode que abre o disco, exemplifica essa percepção, com algumas faixas que, segundo a crítica, podem ter “camuflado” parte das imensas possibilidades vocais de Péricles.

Leia mais

Feito Pipa: O Sertão Colorido que Representa o Brasil no Oscar e Quebra Estereótipos do Cinema

“Feito Pipa”: O representante brasileiro no Oscar que reinventa o Sertão com cores e afeto O filme “Feito Pipa”, escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar de Melhor Filme Internacional, chega com a proposta de **desmistificar a imagem tradicionalmente associada ao Nordeste brasileiro** no cinema. Em vez de focar na seca e na pobreza, o longa-metragem dirigido por Allan Deberton mergulha em um universo de cores vibrantes, memórias afetivas e música, contando a história de Gugu, um menino de 11 anos criado pela avó. Gravado no Ceará, o filme busca oferecer um novo olhar sobre o interior nordestino. O roteirista André Araújo destaca que uma das principais preocupações durante a escrita foi **revisitar a forma como o cinema historicamente retrata o Sertão**, afastando-se das representações de miséria e escassez. “Quando estou escrevendo, sempre me preocupo em atualizar as imagens e os imaginários que o cinema produz sobre o Sertão. No ‘Feito Pipa’, esse Sertão colorido surge como uma forma de se distanciar daquele Sertão que a gente costuma ver da fotografia alaranjada ou da luz estourada, o Sertão da miséria, o Sertão da seca”, explicou Araújo ao g1. A narrativa propõe um Sertão onde o colorido se manifesta nas pessoas, na fotografia e na própria identidade dos personagens, que usam esse universo lúdico para se expressarem no mundo. O Sertão reinventado nas telas brasileiras O interior nordestino é um cenário recorrente no cinema brasileiro, tendo sido palco de diversas estéticas e movimentos. Desde produções como “O Cangaceiro” (1953) até as obras do Cinema Novo, que usaram a paisagem sertaneja para simbolizar as desigualdades sociais, a região sempre ocupou um lugar central. Glauber Rocha, com filmes como “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), é um expoente dessa representação. Para a pesquisadora Eliana Guerra, o Sertão tem uma posição singular na cinematografia nacional por ser um território simbólico, construído a partir de questões profundas da sociedade brasileira, como desigualdade, conflitos agrários, religiosidade e migrações, mas também de afetos e modos de vida. “Durante muito tempo, determinadas representações acabaram associando esse território principalmente à seca, à pobreza, à violência e ao cangaço. Mas o cinema brasileiro também foi transformando essas imagens e mostrando que existem muitos sertões, com diferentes paisagens, sujeitos, experiências e modos de vida”, afirma Guerra. Ela define o Sertão como um “dispositivo estético e político” do cinema, onde a paisagem e os elementos visuais participam da construção de sentidos e a escolha da representação é um ato político. Novos olhares sobre o interior nordestino Nas últimas décadas, cineastas têm apresentado novas leituras do Sertão. Filmes como “O Céu de Suely” (2006), “Bacurau” (2019) e “Paloma” (2022) contribuíram para ampliar o repertório de experiências e personagens associados à região. É nesse contexto que “Feito Pipa” se insere, ajudando a ampliar o imaginário sobre o Sertão e a romper com representações cristalizadas. O roteirista André Araújo cita como referências próximas obras como a de Karim Aïnouz e “Pacarrete” (2019), que também teve colaboração de

Leia mais

Celulares Pouco Conhecidos Que Desafiam Gigantes: Conheça 4 Opções Que Podem Te Surpreender

Celulares Pouco Populares que Podem Superar os Famosos em Desempenho e Recursos Nem sempre os celulares mais badalados do mercado são os únicos capazes de entregar uma experiência de uso premium. Fabricantes menos conhecidas no Brasil apostam em especificações competitivas, oferecendo aparelhos com recursos que podem surpreender até mesmo os modelos mais populares. A proposta é apresentar alternativas que fogem do lugar-comum sem abrir mão de tecnologia de ponta. Selecionamos quatro smartphones que se destacam pelo desempenho, qualidade de tela, câmeras, bateria e construção. A ideia é mostrar que é possível encontrar aparelhos com especificações técnicas de alto nível, que rivalizam com os concorrentes mais conhecidos, mas por preços potencialmente mais acessíveis. Esses aparelhos valem a pena por investirem em características que os colocam em pé de igualdade com marcas mais estabelecidas. Os preços mencionados foram verificados em setembro de 2026 e podem sofrer variações. Conforme informação divulgada pelo TechTudo, que mantém parceria comercial com lojas e pode ganhar comissões sobre vendas, a seleção considera modelos avaliados positivamente e com especificações técnicas competitivas. Infinix GT 30 Pro (512 GB): O Campeão dos Gamers O Infinix GT 30 Pro, com preço a partir de R$ 2.649 no Mercado Livre, é um forte candidato para quem busca um celular voltado para jogos. Lançado no Brasil em novembro de 2025, ele conta com gatilhos laterais sensíveis à pressão integrados, que simulam a experiência de consoles portáteis, além de fitas de LED RGB personalizáveis. Sua tela AMOLED de 6,78 polegadas com 144 Hz é um dos pontos altos, oferecendo brilho elevado e nitidez, segundo o GSMArena. A bateria de 5.500 mAh proporciona uma autonomia decente, com cerca de 13 horas e 44 minutos de uso ativo em testes. O aparelho é equipado com o chip MediaTek Dimensity 8350 Ultimate, acompanhado por 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento interno. As câmeras, com sensor principal de 108 MP, entregam fotos com cores naturais e boa nitidez, mas o foco automático da lente ultrawide pode deixar a desejar. Apesar de apresentar throttling frequente, o GT 30 Pro é uma opção sólida para gamers que buscam desempenho e recursos inspirados em consoles. realme 16 Pro+ (512 GB): Autonomia e Câmeras de Destaque O realme 16 Pro+, disponível a partir de R$ 4.049 no Mercado Livre, posiciona-se como um intermediário premium focado em oferecer longa duração de bateria. Sua impressionante bateria de 7.000 mAh garantiu cerca de 18 horas e 18 minutos de uso ativo em testes, tornando-o ideal para usuários intensos. O conjunto de câmeras é outro grande atrativo, com um sensor principal de 200 MP, uma telefoto de 50 MP com zoom óptico de 3,5x e uma ultrawide de 8 MP. As fotos capturadas apresentam ótima nitidez, cores vibrantes e um bom alcance dinâmico. O desempenho é garantido pelo processador Snapdragon 7 Gen 4 com 12 GB de RAM, que oferece boa performance em multitarefas. A tela AMOLED curva de 6,8 polegadas com até 144 Hz e 6.500 nits é considerada acima da média

Leia mais

Zélia Duncan Reinventa Clássicos e Novos Hits em “Agudo Grave”: A Pulsação Transformadora da Direção Musical de Maria Beraldo

Zélia Duncan explode em “Agudo Grave” com Maria Beraldo: um show que redefine o passado e o presente da artista Zélia Duncan, um ícone da música brasileira, elevou seu 15º álbum de estúdio, “Agudo Grave”, a um novo patamar em sua apresentação homônima. Com a direção musical de Maria Beraldo, o espetáculo, que estreou no Rio de Janeiro em 25 de setembro, é uma celebração vibrante da carreira de 45 anos da cantora. O show “Agudo Grave” não se limita a revisitar o passado, mas o reinventa. Maria Beraldo, também produtora e arranjadora do álbum, orquestra uma sonoridade que ressignifica clássicos de Zélia, como “Me Revelar” e a icônica “Catedral”, catapultando-os para o presente com arranjos frescos e inventivos. Essa alquimia sonora, que mescla a experimentação com a acessibilidade, foi detalhada em crítica divulgada pela fonte original, mostrando como Zélia Duncan, com o suporte de Beraldo e sua banda, cria uma experiência musical que encanta tanto os fãs de longa data quanto novos ouvintes. A Textura Sonora que Transforma Clássicos A banda, composta por músicos multi-instrumentistas como Aline Gonçalves (flautas e clarinete), Amanda Camargo (piano), Antonio Loureiro (bateria), Ciro Bellucci (violões) e Fabio Sá (baixo), é a espinha dorsal dos arranjos de Maria Beraldo. Essa formação cria uma paisagem sonora que transita com maestria entre a urgência urbana de “Olhos de Cimento” e a delicadeza lírica de “Meu Plano”. A direção do show, dividida entre Zélia Duncan e Simone Mina, que assina o cenário com móbiles que lembram cristais, realça a fluidez e a leveza da apresentação. Mesmo em momentos de batida mais marcante, como em “Sentidos”, a voz de Zélia confere uma roupagem nova e surpreendente às canções. Novas Canções e Parcerias que Brilham O repertório do álbum “Agudo Grave” ganha vida no palco, e mesmo que algumas composições autorais do disco não atinjam a mesma força das regravações, a sensação geral é de renovação. Músicas como “Pontes no Ar” ecoam a atmosfera do Clube da Esquina, enquanto “E aí, IA?” demonstra a força das parcerias com Alberto Continentino. A participação de Lenine em “Maravilha Disforme” e “Meu Xamego”, além do bis com “Nos Lençóis Desse Reggae”, adiciona uma camada extra de vitalidade ao espetáculo. A artista também presta homenagem a ícones como Itamar Assumpção, em “Tua Boca”, e Joni Mitchell, com “All I Want”, mostrando a amplitude de suas referências. Zélia Duncan: Um Tempo Presente e Transformador A performance de “Calmo”, em dueto com Zeca Baleiro, e a poderosa reinvenção de “Capitu” evidenciam a versatilidade de Zélia Duncan. A cantora ainda explora a sonoridade vanguardista de “Matagal”, canção em inglês de Maria Beraldo, e a envolvente “Tua Boca” de Itamar Assumpção. O show “Agudo Grave” culmina com um medley emocionante de “Sonho Impossível” e “Que Tal o Impossível?”, deixando claro que o tempo de Zélia Duncan é o agora. Sob a batuta inspirada de Maria Beraldo, a artista prova que é possível fazer brotar o novo do chão do que já foi construído, em um espetáculo que celebra

Leia mais

Setembro Verde: Idosos Podem Ser Heróis da Doação de Órgãos em Vida, Quebrando Mitos e Salvando Vidas

Setembro Verde: Idosos Podem Salvar Vidas Através da Doação de Órgãos em Vida A campanha Setembro Verde busca conscientizar sobre a importância da doação de órgãos e tecidos. Um dos pontos cruciais abordados é que a idade não deve ser um impeditivo para ser um doador vivo, especialmente quando se trata de órgãos como rins e partes do fígado. A história de Arivaldo Sampaio, que aos 69 anos doou um rim ao filho, é um exemplo inspirador de que a generosidade não tem idade. A possibilidade de doação em vida é uma esperança para muitos pacientes que aguardam na fila de transplantes. O Ministério da Saúde detalha que um doador vivo pode ceder um rim, parte do fígado, medula óssea ou parte dos pulmões, sendo a compatibilidade sanguínea um requisito essencial em todos os casos. A avaliação médica é rigorosa, focando na saúde do doador. A preocupação com a saúde após a doação é natural, mas o acompanhamento médico qualificado garante a segurança do processo. Arivaldo Sampaio, após a doação bem-sucedida, manteve uma rotina ativa e saudável, provando que é possível manter a qualidade de vida mesmo após doar um órgão. Essa realidade desmistifica a ideia de que apenas pessoas jovens podem ser doadores vivos, abrindo um leque de possibilidades para salvar vidas. A Relação entre Doação de Órgãos e a Terceira Idade A avaliação médica para doação em vida, especialmente em doadores com mais de 60 anos, torna-se ainda mais criteriosa. Conforme explica o nefrologista Geraldo Freitas, da Unidade de Transplantes do Hospital Universitário de Brasília (HUB), o objetivo é garantir a segurança de todos os envolvidos. Exames detalhados avaliam a função renal, cardiovascular e a ausência de doenças prévias que possam aumentar os riscos. Freitas ressalta que, embora o envelhecimento possa trazer condições como hipertensão e diabetes, a ausência dessas doenças, aliada a uma boa função renal e um estado geral de saúde favorável, permite que pessoas mais velhas sejam doadoras. A decisão é individualizada, considerando a expectativa de vida e a capacidade do doador de manter a saúde com um órgão a menos. O Processo de Doação em Vida no Brasil A legislação brasileira permite a doação de órgãos em vida entre parentes de até quarto grau e cônjuges, sem a necessidade de autorização judicial. Para doações a pessoas fora desse círculo, a autorização judicial é exigida. Em 2025, o Brasil registrou um número recorde de 4.335 doadores efetivos, mas ainda há 49,4 mil brasileiros aguardando na fila de transplantes, segundo dados do Sistema Nacional de Transplantes. O médico Geraldo Freitas enfatiza que a avaliação médica é completa, não se limitando a números. O estado geral de saúde, a expectativa de vida e os riscos da cirurgia são ponderados. Paralelamente, o receptor e a condição do órgão a ser doado também são avaliados para garantir a melhor perspectiva de funcionamento a longo prazo. A Experiência de Arivaldo: Um Legado de Solidariedade Arivaldo Sampaio compartilhou sua gratidão ao descobrir a compatibilidade com o filho. Os exames confirmaram que

Leia mais

Pirineus de Girona: Descubra a Joia Catalã que Une História Medieval e Paisagens Deslumbrantes

Pirineus de Girona: Aventura Histórica e Natureza Intocada Esperam por Você A Catalunha, na Espanha, oferece um tesouro escondido para quem busca uma imersão cultural e paisagens de tirar o fôlego: os Pirineus de Girona. Esta região, que se estende a partir da histórica cidade de Girona, convida a uma jornada inesquecível por vilarejos medievais, mosteiros centenários e montanhas majestosas. A apenas 100 quilômetros de Barcelona, Girona serve como porta de entrada perfeita para desvendar os encantos dos Pirineus espanhóis. De trem, a viagem dura cerca de 40 minutos, tornando a região acessível para um bate-volta ou para iniciar um roteiro mais aprofundado. Os Pirineus, que delimitam a fronteira entre Espanha, França e Andorra, são um convite à exploração. Com picos que ultrapassam os 3 mil metros de altitude, a cadeia montanhosa abriga uma biodiversidade rica, rios cristalinos e aldeias pitorescas com vistas deslumbrantes. Conforme informação divulgada pela fonte do conteúdo, a melhor época para visitar é durante o verão, entre junho e setembro, quando o clima é mais ameno e a vegetação floresce, embora seja recomendado planejar com antecedência devido à alta temporada. Girona: A Porta de Entrada para os Pirineus Catalães A cidade de Girona, com sua rica história medieval, é um excelente ponto de partida para explorar os Pirineus. A partir daqui, é possível se aventurar por vilarejos como Boí, Taüll e Bellver de Cerdanya, conhecidos por suas igrejas românicas e pinturas antigas. Outra cidade estratégica para conhecer os Pirineus na Catalunha é Lleida. De lá, o acesso a vilarejos repletos de igrejas e pinturas românicas se torna ainda mais fácil, permitindo uma imersão completa na arquitetura e arte da região. Ripoll e a Lenda de Wilfredo, o Cabeludo Na cidade de Ripoll, a atração principal é o **Mosteiro Beneditino de Santa Maria de Ripoll**, fundado no século IX e um dos centros monásticos mais importantes da Catalunha. A história deste lugar se entrelaça com a lenda de Wilfredo, o Cabeludo, figura histórica responsável pela unificação da Catalunha. A mitologia local atribui a Wilfredo, o Cabeludo, a origem da bandeira catalã. Reza a lenda que, após uma batalha, o rei Carlos, o Calvo, teria passado os dedos ensanguentados sobre o escudo de ouro de Wilfredo, formando as quatro faixas vermelhas que caracterizam o símbolo catalão. Embora sem respaldo histórico, essa fábula adiciona um toque de mistério à visita, especialmente considerando que o mosteiro teria sido construído para o próprio sepultamento de Wilfredo. Próximo ao mosteiro, a Igreja de Sant Pere, com elementos pré-românicos e reformas que datam do século XII, também compõe o cenário histórico de Ripoll. Sant Joan de les Abadesses e os Mitos do Conde Arnau O Mosteiro de Sant Joan de les Abadesses, na província de Girona, também possui uma ligação com Wilfredo, tendo sido administrado por sua filha, Emma. Este mosteiro é notável por ser o único feminino da Catalunha. A região é permeada por lendas, como a do Conde Arnau, um personagem tirânico do folclore catalão. A história conta sobre um romance

Leia mais

Brasil Brilha no Mundial Paralímpico de Judô: Três Ouros, Cinco Pratas e Dois Bronzes na Geórgia

Brasil Conquista Três Ouros e Domina o Mundial Paralímpico de Judô na Geórgia O segundo dia de competições no Mundial Paralímpico de judô, em Tbilisi, na Geórgia, foi um verdadeiro show de força e talento brasileiro. No sábado, 26 de agosto, a delegação nacional subiu ao pódio três vezes para receber a medalha de ouro, somando ainda cinco pratas e dois bronzes, totalizando dez medalhas até o momento. Com esses resultados expressivos, o Brasil reafirma sua posição de destaque no cenário internacional do judô paralímpico. A competição, que segue até domingo, 27 de agosto, com as disputas por equipes, tem sido palco de performances memoráveis dos atletas brasileiros. Conforme informação divulgada, o desempenho brasileiro no Mundial Paralímpico de Judô é fruto de anos de dedicação e treinamento, mostrando a força do esporte paralímpico no país. Alana Maldonado Repete o Feito e Conquista Quarto Título Mundial A grande estrela do dia foi, sem dúvida, Alana Maldonado. A judoca paulista, já bicampeã paralímpica na classe J2 (baixa visão) até 70 kg, demonstrou mais uma vez sua superioridade ao conquistar seu quarto título mundial. Na final, ela enfrentou a cazaque Ayala Mereke e, após uma luta acirrada que foi para o golden score, garantiu a vitória com um wazari. Arthur Silva e Brenda Freitas: Bicampeões Mundiais em Ação Alana não foi a única a celebrar o bicampeonato mundial. Arthur Silva, na classe J1 (cegos) até 95 kg, também levantou o troféu pela segunda vez consecutiva. Ele derrotou o britânico Daniel Powell por um wazari, consolidando seu domínio na categoria. Além do título mundial de 2025 em Astana, Arthur também ostenta o título paralímpico de Paris 2024. Brenda Freitas, na classe J1 até 70 kg, foi a terceira atleta a subir no lugar mais alto do pódio. Com um ippon espetacular em menos de um minuto, ela venceu a chinesa Wang Wenjing na grande final, defendendo com sucesso o título conquistado no ano anterior. Outras Medalhas e Destaques Brasileiros Além dos ouros, o Brasil também celebrou outras conquistas importantes. Milena Freitas trouxe para casa a medalha de prata na classe J1 acima de 70 kg, e Marcelo Casanova conquistou a prata na classe J2 até 95 kg. As medalhas de bronze ficaram com Rebeca Silva, na classe J2 acima de 70 kg, e Felipe Amorim, na classe J2 acima de 95 kg. O desempenho geral da equipe brasileira no Mundial Paralímpico de Judô é motivo de orgulho e demonstra o potencial dos atletas em diversas categorias e classes de deficiência.

Leia mais

São Paulo Feminino Vira Sobre Corinthians na Arena e Faz História Rumo ao Título Brasileiro

São Paulo Feminino Conquista Vitória Histórica Contra Corinthians e Se Aproxima do Título Brasileiro Em um confronto épico neste sábado (26), o São Paulo Feminino escreveu um novo capítulo na história do futebol feminino brasileiro ao derrotar o Corinthians por 2 a 1 na Neo Química Arena. A partida de ida da final do Campeonato Brasileiro Feminino A1, transmitida pela TV Brasil, marcou a primeira derrota do time feminino do Timão em seu estádio desde 2016, encerrando uma sequência impressionante de 32 jogos invicto, com 29 vitórias e três empates. Com este resultado expressivo, o Tricolor paulista chega à partida de volta, no próximo sábado (3) no Morumbis, com a vantagem. Um simples empate garante o primeiro título brasileiro da história do São Paulo Feminino e interrompe a hegemonia de seis troféus consecutivos do rival. Para o Corinthians reverter o placar e conquistar o heptacampeonato, a equipe precisará vencer fora de casa, com nuances que podem levar a decisão para os pênaltis ou garantir a taça diretamente. A jornada das Soberanas até esta vitória histórica foi marcada por superação e organização tática. Conforme informação divulgada, o Corinthians iniciou a partida com mais intensidade, abrindo o placar aos nove minutos com Gabi Zanotti, após cruzamento de Vic Albuquerque. Contudo, o São Paulo demonstrou resiliência e buscou o empate ainda no primeiro tempo, aos 20 minutos, com um gol de Crivelari. Primeiro Tempo de Reviravolta e Oportunidades Perdidas Apesar de sofrer o gol inicial, o São Paulo se recompôs rapidamente. O empate veio com uma jogada bem trabalhada, onde Crivelari, infiltrada entre as zagueiras corintianas, finalizou de primeira após um cruzamento vindo da direita. O Tricolor ainda teve chances claras de virar o placar ainda na primeira etapa, com chutes de Robinha e Isa Guimarães, que pararam na defesa ou foram para fora. Segundo Tempo Cirúrgico e Vitória Histórica Na segunda etapa, o Corinthians buscou alternativas após a saída por lesão de Gabi Zanotti, com Jhonson se tornando uma ameaça pelo alto. No entanto, foi o São Paulo quem mostrou maior precisão. Em um momento crucial do jogo, aproveitando um erro na saída de bola do Corinthians, Isa Guimarães recebeu em profundidade e tocou com maestria na saída da goleira Nicole, selando a virada e o placar final de 2 a 1. O Tricolor, com uma atuação organizada, conseguiu neutralizar as investidas do Corinthians, que insistiu nas bolas alçadas à área sem sucesso. A última chance clara para o Corinthians surgiu nos acréscimos, em uma cobrança de falta na entrada da área, mas a finalização de Duda Sampaio foi defendida pela goleira Carlinha. O apito final confirmou a vitória histórica do São Paulo, celebrada efusivamente pelas jogadoras. Rumo ao Título e Quebra de Sequência Invicta A vitória na Neo Química Arena não é apenas um resultado em uma final, mas um marco para o futebol feminino. A quebra da invencibilidade do Corinthians em casa, que perdurava desde 2016, demonstra a força e a evolução do elenco são-paulino. Agora, o foco se volta

Leia mais

Gal Costa: A voz de cristal que completa 81 anos e ecoa eternamente na MPB com homenagens de Gil e Bethânia

Luminosidade do cristal de Gal Costa reluz no dia em que artista faria 81 anos porque ‘coisas sagradas permanecem’ Neste sábado, 26 de setembro, o Brasil celebra o que seria o 81º aniversário de uma das maiores vozes da música popular brasileira, Gal Costa. Mesmo com sua partida em novembro de 2022, a data especial reacende a saudade e a admiração por sua trajetória artística. A cantora, que nos deixou há menos de dois anos, continua viva na memória e nos corações de seus admiradores. Sua voz, descrita como um “cristal” por amigos e fãs, ecoa forte em suas gravações e na lembrança daqueles que foram tocados por sua arte única. Grandes nomes da MPB, como Gilberto Gil e Maria Bethânia, já estão prestando suas homenagens nas redes sociais, celebrando a vida e o legado de Gal Costa. A data, embora não seja um marco redondo, como os 80 anos a serem festejados em 2025, é um momento de profunda reflexão sobre a magnitude de sua obra. Conforme divulgado nas redes sociais, Bethânia descreve a voz de Gal como “coisa de Deus”, reforçando a ideia de um talento transcendental. Um legado eterno que transcende a existência física Apesar de Gal Costa ter nos deixado, sua presença artística permanece inabalável. A cantora, assim como Elis Regina e Nana Caymmi, faz parte de um seleto grupo de artistas cuja obra transcende o tempo. A frase de Caetano Veloso, “coisas sagradas permanecem”, resume perfeitamente a força do canto de Gal, que se tornou um símbolo de algo sagrado e imortal. A comparação com Elis Regina, que nos deixou em 1982, e Nana Caymmi, que partiu no ano passado, evidencia a força desse quarteto fantástico de cantoras gigantes da MPB. Cada uma, à sua maneira, marcou uma era e deixou uma pegada indelével na música brasileira. Homenagens de amigos e admiradores celebram a voz cristalina Amigos e colegas de profissão, como Gilberto Gil e Maria Bethânia, utilizam as redes sociais para expressar seu carinho e admiração por Gal Costa. Essas homenagens, repletas de afeto e reconhecimento, fazem com que a **luminosidade da voz de Gal Costa** continue a reluzir, mesmo em sua ausência física. A **voz cristalina** de Gal é lembrada como um presente divino. A **imortal cantora baiana** é celebrada não apenas por sua voz, mas por toda a sua contribuição para a cultura brasileira. Sua capacidade de inovar e de se reinventar ao longo de sua carreira a consolidou como um ícone da música. A perpetuação da arte de Gal Costa em gravações e registros Felizmente, o **brilho eterno** do talento de Gal Costa está perpetuado em seus discos, em gravações oficiais e em registros de shows que circulam pela internet. Esses materiais são um tesouro para os fãs e para as futuras gerações, permitindo que a **voz de cristal** da artista continue a encantar. A esperança de que um dia possamos ter acesso a áudios inéditos de shows dos anos 1970, como mencionado na reflexão sobre sua obra, aumenta a expectativa

Leia mais

MC Ryan SP: “Mordomia Acabou” para Quem “Focou Só no Tigrinho” Após Proibição das Apostas

MC Ryan SP alerta sobre “fim da mordomia” para artistas que apostaram no “jogo do tigrinho” e esqueceu do funk, após proibição das bets. O funkeiro MC Ryan SP comentou a recente proibição das apostas esportivas no Brasil, conhecida como “bets”, e as consequências para artistas que se dedicaram a jogos de azar, como o “jogo do tigrinho”. Em seus stories no Instagram, o cantor ironizou a situação, sugerindo que a “mordomia acabou” para quem “focou só no tigrinho”. Ryan SP relembrou sua própria experiência com a Polícia Federal, que o prendeu em abril deste ano na “Operação Narco Fluxo”. Na ocasião, a Justiça determinou sua soltura em maio. A investigação, segundo a PF, envolvia movimentação de recursos ligados a apostas ilegais, rifas digitais e lavagem de dinheiro, com o MC apontado como “beneficiário final” do esquema. “Deu ruim, hein, quem focou só no tiger e esqueceu do funk. Bora pro estúdio que ainda dá tempo. Acabou a mordomia. Eu sempre avisei: vai moiá. Foca no funk”, escreveu o artista, referindo-se ao jogo Fortune Tiger, popularmente chamado de “jogo do tigrinho”. Ele complementou, mencionando os problemas que o jogo lhe trouxe, incluindo a ação da PF em sua residência: “Tiger só me trouxe problema, Paula Fernandes derrubando minha porta, levando tudo que eu tinha”. Proibição das Bets e o “Jogo do Tigrinho” A proibição das apostas de quota fixa, incluindo jogos online e cassinos virtuais como o “jogo do tigrinho”, foi oficializada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) através de uma Medida Provisória (MP) publicada no Diário Oficial da União. A medida, anunciada nove dias antes das eleições, visa combater o endividamento das famílias e a transformação de vício em lucro. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, explicou que, a partir da publicação da MP, não será mais possível depositar dinheiro nas plataformas de apostas. Os sites permanecerão disponíveis para que os apostadores resgatem seus saldos até o dia 5 de outubro. Bancos intermediarão a devolução dos valores entre os dias 9 e 14 de outubro, caso os apostadores não consigam realizar o saque voluntariamente. Novas Regras e Sanções A MP também prevê a retirada de toda publicidade e marketing relacionados a apostas até 5 de outubro, incluindo a retirada de marcas de contratos de patrocínio. A partir de agora, novas publicidades de apostas não serão permitidas. O governo também anunciou o reforço na estrutura do Ministério da Justiça com novas coordenações na Polícia Federal e na Secretaria de Direitos Digitais para combater ativos e lavagem de dinheiro. O governo enviará ao Congresso um projeto de lei que tipifica crimes relacionados à exploração e divulgação das apostas. Explorar ou operar apostas de quota fixa poderá levar à reclusão de 4 a 6 anos, além de multa. A divulgação e publicidade para incentivar apostas terá pena de reclusão de 2 a 4 anos, e multa. O uso de dados pessoais para direcionar publicidade de apostas também será punido. Impacto no Setor e Cronograma A partir desta sexta-feira, novas concessões,

Leia mais

Newsletter

Assine nossa newsletter e fique por dentro das novidades!