
Novo “Resident Evil” no Cinema: Terror e Suspense Brilham, Mas Humor Exagerado Tira o Fôlego dos Fãs
Novo “Resident Evil” no Cinema: Terror e Suspense Brilham, Mas Humor Exagerado Tira o Fôlego dos Fãs O novo Resident Evil, que acaba de estrear nos cinemas brasileiros, tem sido apontado como um sopro de ar fresco para a franquia cinematográfica, que muitas vezes falhou em capturar a essência dos amados games da Capcom. O filme, dirigido por Zach Cregger, conhecido por “A Hora do Mal” e “Noites Brutais”, foca em entregar uma experiência de terror e suspense genuína, agradando tanto aos fãs veteranos quanto aos recém-chegados. Diferente de adaptações anteriores que optaram por caminhos mais fáceis, o reboot aposta em uma narrativa original de sobrevivência angustiante. A trama acompanha Bryan, um jovem entregador que se vê em meio a um surto viral apocalíptico em Racoon City. Ele precisa lutar pela vida enquanto cumpre uma misteriosa entrega, enfrentando criaturas mortas-vivas ferozes e imprevisíveis. A crítica tem elogiado a capacidade de Cregger em criar cenas de medo e desconforto, com perigos que surgem de maneiras inesperadas e um clima sufocante que remete aos melhores momentos dos jogos. No entanto, um ponto de atrito tem sido o excesso de humor, que, segundo alguns, compromete a tensão e o impacto das sequências de terror. A informação é do g1. Terror e Suspense Bem Executados Zach Cregger demonstra maestria na construção de cenas de terror e suspense, utilizando sustos eficazes e uma atmosfera opressora. A sensação de isolamento e vulnerabilidade do protagonista, Bryan, é transmitida com sucesso ao público, superando a de muitas versões anteriores do cinema. A preocupação em replicar a linguagem visual e os movimentos de câmera dos games, como as sequências em primeira pessoa, é um ponto forte. O filme se distancia propositalmente do estilo de lutas estilizadas e zumbis menos ameaçadores vistos em produções anteriores, como as de Paul W. S. Anderson. Em vez disso, o foco é em monstros realmente assustadores, criados com efeitos especiais convincentes, algo que muitos fãs dos games sempre desejaram ver nas telonas. Essa abordagem mais fiel à fonte original é um dos grandes trunfos do novo Resident Evil. O Humor que Desvia o Foco Apesar das qualidades evidentes em terror e suspense, o roteiro coescrito por Cregger e Shay Haten, conhecido por “John Wick”, peca pelo excesso de piadas. O humor, que segundo o g1, foi atenuado após testes com o público, ainda assim surge em momentos inoportunos, quebrando a tensão e distraindo o espectador do medo e nervosismo que deveriam predominar. Por outro lado, o humor serve para evidenciar a versatilidade do ator Austin Abrams, que interpreta Bryan. Ele transita com competência entre os momentos cômicos e dramáticos, especialmente em cenas que exigem emoção e empatia, como uma sequência em que o personagem envia uma mensagem para sua namorada. Abrams consegue manter o interesse do público em sua luta pela sobrevivência, transmitindo a vulnerabilidade e a força necessárias para o papel. Potencial e Futuro da Franquia Com um final surpreendente, o novo Resident Evil cumpre o objetivo de se reinventar e reacender o








