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PF prende MCs Ryan SP e Poze do Rodo e dono da Choquei em operação contra lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 1,6 bilhão, diz investigação

Operação Narco Fluxo cumpre 45 mandados e 39 prisões temporárias, investiga esquema de ocultação de valores e uso de criptoativos em suposta lavagem de dinheiro

A Polícia Federal prendeu, na manhã desta quarta-feira, os MCs de funk Ryan SP e Poze do Rodo, e o dono da empresa Choquei, durante ações em diferentes estados do país.

As diligências fazem parte da chamada Operação Narco Fluxo, que mira uma organização acusada de movimentar recursos de forma ilícita, incluindo transações com criptoativos.

Ao todo, foram cumpridos 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária, com bloqueios patrimoniais e apreensões de bens, veículos, valores em espécie e equipamentos eletrônicos, conforme apuração da CNN Brasil e informações da Polícia Federal.

Como a PF descreve o esquema

A Polícia Federal afirma que o grupo investigado usava um sistema para ocultar e dissimular valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de numerário em espécie e transações com criptoativos.

Segundo a corporação, “O volume financeiro movimentado pelo grupo ultrapassa R$ 1,6 bilhão”, informação que constou nas fases da investigação e motivou as medidas de bloqueio patrimonial, como sequestro de bens e imposição de restrições societárias.

Prisão de artistas e apreensões

De acordo com apuração da imprensa e com informações da PF, Poze foi preso em casa, no Recreio dos Bandeirantes, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Além das prisões, foram apreendidos veículos, valores em espécie, documentos e equipamentos eletrônicos.

A operação teve ações em endereços localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná, Goiás e no Distrito Federal.

Posicionamentos e trechos das defesas

A reportagem entrou em contato com a defesa de Poze, que informou desconhecer os autos ou teor do mandado de prisão, e afirmou, “com acesso aos mesmos, se manifestará na Justiça para restabelecer sua liberdade e prestar os devidos esclarecimentos ao Poder Judiciário.”

A defesa de Ryan SP informou que, “até o presente momento não teve acesso ao procedimento que tramita sob sigilo, razão pela qual está impossibilitada de apresentar manifestação específica sobre os fatos.”

A nota completa da defesa de Ryan traz a seguinte passagem, citada na íntegra, “A defesa técnica de MC Ryan informa, de forma respeitosa, que até o presente momento não teve acesso ao procedimento que tramita sob sigilo, razão pela qual está impossibilitada de apresentar manifestação específica sobre os fatos. Ressalta-se, contudo, a absoluta integridade de MC Ryan, bem como a lisura de todas as suas transações financeiras. Todos os valores que transitam por suas contas possuem origem devidamente comprovada, sendo submetidos a rigoroso controle e ao regular recolhimento de tributos, o que sempre foi observado de maneira contínua e responsável. A defesa confia plenamente que os esclarecimentos necessários serão prestados oportunamente, acreditando que, já no início da investigação, a verdade dos fatos será devidamente demonstrada.”

Impacto e próximos passos

A PF informou que as medidas visam interromper as atividades ilícitas e preservar ativos para eventual ressarcimento. Investigações devem seguir para mapear participação de demais investigados e localização de bens e recursos supostamente vinculados ao grupo.

Fontes oficiais devem detalhar prisões e resultados das buscas à medida que os procedimentos sigilosos forem concluídos, e as defesas poderão apresentar manifestações na Justiça conforme acesso aos autos, conforme apuração da CNN Brasil e informações da Polícia Federal.

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