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Celebridades

TÁ BOM: Hyunjin do Stray Kids viraliza com expressão brasileira que tem origem em comercial de suco de 1989

A expressão “tá bom” que conquistou o fandom de K-pop e o Brasil O “tá bom” se transformou em um fenômeno viral nas redes sociais, saindo de uma entrevista descontraída para se tornar um meme adorado pelos fãs de K-pop. A simplicidade e o timing cômico da frase a impulsionaram para montagens, animações e cenas inusitadas, espalhadas em alta velocidade pela internet. Tudo começou após uma entrevista concedida pelo grupo Stray Kids ao g1, nos bastidores do festival Rock in Rio. Em um momento de descontração, o integrante Hyunjin pegou o microfone e soltou a expressão que, sem que ele soubesse, já era um clássico no Brasil. No entanto, a origem dessa popularidade brasileira não está ligada ao festival ou à cultura do país. A frase “tá bom” possui uma história surpreendente na Coreia do Sul, onde é conhecida e utilizada desde o ano de 1989, conforme informação divulgada pelo g1. Um comercial de suco que marcou época na Coreia do Sul A popularidade do “tá bom” na Coreia do Sul tem um ponto de partida inusitado: um comercial de suco de laranja da marca Del Monte, lançado em 1989. Na propaganda, o cantor Lee Soo-man viajava pelo Brasil, sobrevoando plantações de laranjas. Lee Soo-man explicava na ocasião que, ao encontrarem a fruta ideal, os brasileiros costumam dizer “tá bom!”. Ao final do comercial, ele experimenta um copo de suco, faz um sinal de positivo com o polegar e aprova a bebida utilizando a expressão em português, o que gerou grande repercussão. De comercial a gigante do K-pop O detalhe mais fascinante é que Lee Soo-man, o protagonista do comercial de suco, tornou-se uma figura central na indústria do K-pop. Seis anos após aparecer na televisão provando o suco, ele fundou a renomada SM Entertainment. A SM Entertainment é a casa de alguns dos maiores nomes do K-pop mundial, incluindo grupos como aespa, NCT, EXO, RIIZE e Super Junior. A longevidade da expressão “tá bom”, que atravessou gerações desde o comercial até a entrevista de Hyunjin no Rock in Rio, evidencia a força da cultura pop coreana e sua capacidade de se conectar com diferentes públicos e idiomas. A força da cultura pop coreana A viralização do “tá bom” demonstra como elementos da cultura pop podem transcender fronteiras e se integrar de maneiras inesperadas. A expressão, que pode parecer simples, carrega consigo uma história rica e uma conexão com um momento marcante da publicidade sul-coreana. Isso prova que, com apenas duas sílabas, é possível não apenas expressar aprovação, mas também conectar culturas e criar um fenômeno viral que une fãs de diferentes partes do mundo. A jornada do “tá bom” é um testemunho da influência global e da criatividade do K-pop.

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Ney Matogrosso: Voz que Inspira Liberdade e Transgressão Ganha Tributos Inéditos em Todo o Brasil

Ney Matogrosso é celebrado com série de tributos que ressaltam sua ousadia e legado como símbolo de liberdade. O Brasil está em festa para celebrar a trajetória de Ney Matogrosso, um artista que transcende gerações com sua voz única e sua postura transgressora. Diversas homenagens têm marcado o ano de 2026, culminando em um show inédito no Rio de Janeiro que reúne seis talentosas cantoras. Esses tributos sucessivos não são por acaso. Aos 85 anos, Ney Matogrosso consolida-se como uma lenda viva da MPB, um verdadeiro ícone de **liberdade**, ousadia e transgressão. Sua obra e sua postura continuam a inspirar artistas e o público. A influência de Ney se estende por diversas áreas, desde a música até a arte performática. Sua maneira de se apresentar e de viver, sempre autêntica, ressoa fortemente em um país que ainda busca sua própria liberdade em muitos aspectos. Seis Cantoras se Unem em Tributo Inédito no Rio de Janeiro Um dos destaques dessa onda de homenagens é o espetáculo “Eu prefiro ser – Uma homenagem a Ney Matogrosso”, que acontecerá no próximo domingo, 27 de setembro, às 18h, nos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro. O show reunirá pela primeira vez no palco as cantoras Juliana Linhares, Linn da Quebrada, MC Tha, Melly, Tássia Reis e Xênia França, representando a geração dos anos 2010. Este evento inédito faz parte da Semana de Arte do Rio, dentro da programação do festival promovido pelo Solar em homenagem ao cantor. A exposição em cartaz desde junho já celebra a obra do artista, e o show com as seis cantoras promete ser um momento marcante na celebração. Ney Matogrosso: Um Legado de Ousadia e Expressão Artística A série de tributos a Ney Matogrosso ao longo de 2026 demonstra a força e a relevância contínua do artista. Em fevereiro, o cantor e ator Fitti estreou um show em São Paulo com repertório de Ney, e a escola de samba Imperatriz Leopoldinense homenageou o cantor com o enredo “Camaleônico” no Carnaval do Rio. Em junho, em Portugal, o cantor César Soares abriu a temporada de verão da Casa da Música no Porto com um show dedicado a Ney. Já em julho, Gustavus apresentou o show “Eu bandoleiro – Um tributo a Ney Matogrosso” no Sesc de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. O mês de agosto, quando Ney completou 85 anos, também foi de celebrações. A ginasta Flávia Soares apresentou sua série solo com coreografia inspirada na música “Homem com H”, um dos grandes sucessos de Ney. Em setembro, o ator e cantor Fabiano Medeiros reapresentou em São José dos Campos o show “Pura alquimia”, que celebra a estética libertária de Ney em clima psicodélico. A Voz da Vitória e da Individualidade Ney Matogrosso é frequentemente associado à comunidade LGBTQIA+, e os tributos muitas vezes partem de artistas ligados a esse universo. Sua trajetória, marcada pela autenticidade e pela recusa em se adequar a padrões, inspira aqueles que buscam expressar sua individualidade em um país ainda conservador. Conforme

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Nara Couto: ‘Travessia’ celebra laços ancestrais entre Bahia e África lusófona em novo álbum

Nara Couto explora a profunda conexão entre a Bahia e a África lusófona em seu aguardado álbum “Travessia”. A cantora e compositora baiana Nara Couto mergulha em suas raízes com o lançamento de seu terceiro álbum, “Travessia”. O projeto, dividido em dois volumes, promete ser uma jornada sonora que reconecta a Bahia com países africanos de língua portuguesa, como Cabo Verde e Guiné-Bissau. O primeiro volume, “Travessia vol. 1”, chega aos aplicativos de áudio nesta sexta-feira, 25 de setembro, apresentando sete faixas que celebram essa herança compartilhada. A inspiração para o álbum veio, em parte, do single “Laço Ancestral”, que já antecipa a temática do disco. A obra reforça a ideia de que a cultura baiana tem um forte elo com o continente africano. Nara Couto, que nasceu em Salvador e foi criada no bairro da Liberdade, agora residente em São Paulo, utiliza a música para tecer essa ponte intercontinental. Conforme informação divulgada, a letra de “Laço Ancestral” já prenuncia essa conexão com o verso “O outro lado da Bahia vem da África”. “Laço Ancestral”: A Ponte Sonora que Une Continentes O álbum “Travessia” foi impulsionado pelo lançamento do primeiro single, “Laço Ancestral”, em 21 de agosto. A música, composição de Mateus Aleluia, conta com a participação especial do artista Mû Mbana, de Guiné-Bissau. A colaboração traz os sons autênticos de instrumentos tradicionais africanos, como o simbi e o tonkorongh, enriquecendo a sonoridade. Essa escolha musical não foi aleatória. A letra do single encapsula a essência do álbum, estabelecendo um **laço ancestral** direto entre a Bahia e a África. É um convite para que o ouvinte embarque nessa viagem de redescoberta e celebração da identidade afro-brasileira. Colaborações Internacionais e Regionais em “Travessia vol. 1” “Travessia vol. 1” apresenta um rico mosaico de colaborações, unindo artistas da Bahia, Cabo Verde e Guiné-Bissau. Além da participação de Mû Mbana, o álbum conta com a presença de dois artistas cabo-verdianos. Kady empresta sua voz à canção “Herança Sagrada”, uma composição de Nara Couto em parceria com François Muleka. Já Zidi Andrade, também de Cabo Verde, assina e participa da música “Djunto”. Do lado baiano, Tiganá Santana se junta a Nara Couto na faixa “Promessa”, uma parceria da artista com Sued Nunes. O repertório de “Travessia vol. 1” é completado pelas músicas “Mindjer Doce Mel” (Admir Lopes e Mimito), “Preta Portê” (Rafael Mike e Lucas Ramaciotti) e “Si Ma Bô” (Ricardo Alves, Ricardo Quintas e Nara Couto). Essa última faixa, inclusive, conta com parceiros portugueses na composição, evidenciando a amplitude da **travessia** musical. Produção e Expectativas para o Futuro O primeiro volume de “Travessia” foi produzido musicalmente por Ndu Carlos, com coprodução de Otis Selimane e da própria Nara Couto em três faixas. A expectativa é que o **laço ancestral** explorado neste trabalho continue a ecoar. O sucessor de álbuns como “Retinta” (2022) e “Ori” (2024) demonstra a maturidade artística de Nara Couto e seu compromisso em fortalecer os laços culturais. O segundo volume de “Travessia” já tem previsão de lançamento para 2027, prometendo

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Rick, da dupla Rick & Renner, desaparece em helicóptero em SC: Quem é o cantor sertanejo e quais seus maiores sucessos?

Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner, está desaparecido em helicóptero em Santa Catarina. A aeronave decolou de Porto Belo e perdeu contato com a torre de controle na região de Urubici, na Serra catarinense. A busca pela aeronave está em andamento. O cantor Rick, conhecido por formar a dupla sertaneja Rick & Renner, embarcou em um helicóptero que desapareceu na tarde desta segunda-feira (21), em Santa Catarina. A informação foi confirmada pela assessoria do artista, que também informou que o empresário Bruno Avelar estava na mesma aeronave. Ambos estão desaparecidos. A aeronave decolou de Porto Belo, no litoral catarinense, e tinha como destino a cidade de Urubici, na Serra. No entanto, o contato com a aeronave foi perdido antes de chegar ao destino previsto. Equipes de resgate já foram acionadas e buscam pela aeronave na região serrana. Momentos antes do desaparecimento, Rick publicou um vídeo em suas redes sociais em frente a uma aeronave, acompanhado de seu empresário. A assessoria de Rick confirmou que ambos estavam a bordo do helicóptero que agora é procurado pelas autoridades. Conforme divulgado pelo g1, a busca pela aeronave está concentrada na região de Urubici. Quem é Rick, da dupla Rick & Renner? Geraldo Antônio de Carvalho, conhecido artisticamente como Rick, nasceu em Porto Nacional, no Tocantins, em 5 de dezembro de 1966. Aos seis anos, mudou-se com a família para Brasília e, precocemente, iniciou sua carreira musical cantando em bares aos nove anos, ao lado de uma irmã. Sua pouca idade chegou a levá-lo a ter problemas com o Juizado de Menores. A dupla Rick & Renner foi formada em Brasília, em meados dos anos 1980. O parceiro de Rick era Ivair Gonçalves, o Renner, nascido em 19 de novembro de 1971. Renner começou a cantar rock aos 14 anos e, aos 16, tornou-se pai, passando a ajudar a sustentar a família com a música. O auge do sucesso com “Ela é Demais” Rick & Renner ganharam notoriedade nacional nos anos 1990, consolidando-se no cenário sertanejo romântico. O grande divisor de águas na carreira da dupla ocorreu em 1998, com o lançamento do álbum “Mil Vezes Cantarei”, que trazia o megahit “Ela é Demais”. A música “Ela é Demais”, com seu refrão marcante “uma deusa, uma louca, uma feiticeira”, permaneceu por cinco meses consecutivos nas paradas de sucesso e se tornou um dos maiores símbolos da trajetória da dupla. Até hoje, é a canção mais tocada de Rick & Renner nas plataformas de streaming. No ano seguinte, em 1999, o álbum “Instante Mágico” ampliou ainda mais a popularidade do duo, emplacando sucessos como “Muleca”, “Cara-de-Pau”, “Fim de Semana” e “Na Pontinha do Pé”, esta última com a participação do grupo Molejo. A dupla manteve uma sequência de lançamentos e shows pelo país. Separação, carreira solo e o retorno da dupla Em 2010, após 25 anos de parceria, Rick & Renner anunciaram uma pausa em seus trabalhos. Na época, Rick seguiu carreira solo com o nome artístico Rick Sollo, lançando os álbuns “Pronto pra

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Luiz Melodia: ‘Maravilhas Contemporâneas’ completa 50 anos, um tesouro musical que desafiou preconceitos e encanta até hoje

50 Anos de ‘Maravilhas Contemporâneas’: A Obra-Prima de Luiz Melodia que Resiste ao Tempo Lançado em 1976, o segundo álbum de Luiz Melodia, ‘Maravilhas Contemporâneas’, completa meio século em 2026, consolidando-se como um marco na música popular brasileira. O disco, que traz sucessos como ‘Juventude Transviada’ e ‘Congênito’, ganha uma edição comemorativa em vinil, celebrando a genialidade de um artista que sempre desafiou barreiras. A trajetória até ‘Maravilhas Contemporâneas’ foi marcada por lutas. Três anos após o aclamado ‘Pérola Negra’ (1973), Melodia enfrentou resistência da gravadora Philips, que desejava um disco apenas de sambas. Escaldado pelo preconceito, o artista recusou a proposta, optando por um caminho autoral e inovador. Essa resistência, como aponta o conteúdo, foi um reflexo da visão racista da época. A persistência de Luiz Melodia o levou a lançar a música ‘Ébano’ pela Som Livre em 1975, após sua participação no festival ‘Abertura’ da TV Globo. O sucesso da canção abriu as portas para a gravação de seu segundo LP. Conforme informação divulgada, essa jornada demonstra a força de vontade do artista em seguir sua visão musical. ‘Maravilhas Contemporâneas’: Um Mosaico de Ritmos e Emoções Produzido por Guto Graça Mello e com produção artística de Márcio Antonucci, ‘Maravilhas Contemporâneas’ apresenta onze faixas, dez delas de autoria de Luiz Melodia. A exceção é ‘Quando o Carnaval Chegou’, de Célio José. O álbum é um reflexo da diversidade rítmica que sempre caracterizou a obra de Melodia, misturando samba, rock, blues e jazz à sua maneira única, um autêntico ‘sabor do Estácio’. O grande sucesso do disco, ‘Juventude Transviada’, ganhou o país ao embalar a novela ‘Pecado Capital’ da TV Globo em 1975. A música, com sua letra surrealista e melodia envolvente, foi um prenúncio do impacto que o álbum teria. Outra joia autoral, ‘Congênito’, também foi lançada em 1975, na voz de Vanusa, antes de integrar o LP. A Sofisticação Instrumental e a Profundidade das Letras Gravado com músicos virtuoses como Chico Batera, Fredera, Jamil Joanes, Oberdan Magalhães e Mário Montarroyos, ‘Maravilhas Contemporâneas’ ostenta um acabamento instrumental impecável. A capa, criada por Henrique Nitzsche, complementa a atmosfera sonora do disco. As letras de Melodia em ‘Maravilhas Contemporâneas’ revelam um poeta sensível e observador. Em ‘Questão de Posse’, ele se dirige ao filho Hiran com certa inquietação. Canções como ‘Amor’ e ‘Memórias Modestas’ transmitem uma melancolia sutil, enquanto ‘Veleiro Azul’ aborda a hipocrisia social com uma paisagem onírica. ‘Paquistão’ reforça a ideia de que o álbum se destaca mais pelo groove do que pelas melodias, com as exceções notáveis de ‘Juventude Transviada’ e ‘Congênito’. Um Legado que Continua a Inspirar Embora alguns críticos considerem a safra autoral de 1976 menos impactante que a de 1973, ‘Maravilhas Contemporâneas’ se mantém como uma obra atraente e relevante. Cinquenta anos após seu lançamento, o álbum continua a ser uma ‘maravilha contemporânea’, provando a atemporalidade da música de Luiz Melodia e sua capacidade de tocar o público com autenticidade e maestria. A reedição em vinil pelo Noize Record Club, prevista para novembro, é uma

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Morte de Presley Gerber, filho de Cindy Crawford, aos 27 anos: Modelo lutava contra problemas de saúde mental e dependência química

Filho de Cindy Crawford, Presley Gerber morre aos 27 anos em centro de reabilitação O mundo da moda e do entretenimento lamenta a perda de Presley Gerber, filho da icônica supermodelo Cindy Crawford e do empresário Rande Gerber. Aos 27 anos, o jovem modelo faleceu no último domingo, conforme registrado pelo Instituto Médico Legal de Los Angeles. A causa exata de sua morte ainda não foi divulgada oficialmente. Em nota oficial, Allie Jenkins, representante da família, informou à CBS, parceira da BBC nos Estados Unidos, que “A família pede privacidade neste momento muito difícil e doloroso”. A notícia chocou amigos, familiares e fãs, que acompanhavam a trajetória de Presley nas passarelas e suas declarações sobre saúde mental. Presley Gerber, que seguia os passos da mãe no universo da moda, iniciou sua carreira precocemente, aos 16 anos. Sua irmã mais nova, Kaia Gerber, também se destacou como modelo. A família, conhecida por sua união, agora enfrenta um momento de profunda tristeza. Trajetória de Modelo e Reconhecimento Internacional Presley Gerber iniciou sua carreira nas passarelas da marca italiana Moschino, com apenas 16 anos. Rapidamente, seu talento e carisma o levaram a trabalhar com grifes renomadas como Burberry, Dolce & Gabbana e Bottega Veneta. Sua presença marcante no mundo da moda era um reflexo do legado de sua mãe, Cindy Crawford, uma das maiores modelos de sua geração. Além das passarelas, Presley participou de campanhas publicitárias de destaque. Em 2018, estrelou ao lado de sua mãe em um comercial da Pepsi para o Super Bowl, revivendo um momento icônico da carreira de Crawford, que havia gravado o famoso anúncio em 1992. Ele descreveu a experiência como “muito divertido e fácil”, trabalhando “com um amigo”. Luta Pública Contra a Dependência e Problemas de Saúde Mental Nos últimos anos, Presley Gerber falou abertamente sobre suas batalhas pessoais. Ele compartilhou publicamente suas experiências com problemas de saúde mental, depressão e o uso de drogas. Em 2023, em participação no podcast Studio 22, ele expressou seu desejo de ajudar outras pessoas a superarem dificuldades semelhantes. “Tendo lutado contra problemas de saúde mental, depressão e outras coisas que vêm junto com isso, se eu ajudar uma pessoa ou cem pessoas a saírem do lugar em que eu estive na minha vida, é tudo o que preciso fazer”, declarou Presley, demonstrando sua força e vontade de inspirar outros. Apoio Familiar e Laços Fortes A família Gerber sempre demonstrou um forte laço de união. Presley mantinha uma relação próxima com sua irmã, Kaia, com quem chegou a estrelar uma campanha para a Calvin Klein em 2018. Ele inclusive tatuou o nome dela em seu braço, evidenciando o carinho e a cumplicidade entre os irmãos. Em entrevista à revista People em 2018, Presley comentou sobre a proximidade com a família: “Somos uma família unida, especialmente eu e minha irmã, isso é muito bacana”. Ele ressaltou que a companhia da irmã diminuía a sensação de solidão durante as viagens a trabalho. Recentemente, em julho, Cindy Crawford celebrou o 27º aniversário de Presley

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Pabllo Vittar arrasa em ‘Lost in Lust’ com colaborações internacionais de Mahmood e La Cruz

Pabllo Vittar lança “Lost in Lust” com feats inéditos e sonoridade internacional O aguardado sétimo álbum de estúdio de Pabllo Vittar, intitulado “Lost in Lust”, chegou com força total, trazendo uma coleção de 12 faixas que exploram o universo do desejo e da intimidade. O disco, que tem lançamento oficial marcado para 1º de outubro, já está gerando grande expectativa entre os fãs brasileiros e internacionais. Com uma proposta sonora voltada para o mercado global, “Lost in Lust” apresenta canções majoritariamente em inglês e espanhol, mostrando a versatilidade e o alcance da artista brasileira. O álbum conta com colaborações de peso, incluindo o astro italiano Mahmood e o cantor venezuelano La Cruz, que adicionam temperos únicos às faixas. Conforme informação divulgada, “Lost in Lust” significa “Perdido na luxúria” em português e conceitualmente, o álbum é descrito como “uma jornada pelo desejo, pelo excesso, pela intimidade e pelo espaço indefinido entre o prazer e a obsessão”. A produção musical é assinada por um time renomado, com nomes como Rodrigo Gorky, S4tan, PZZS, Chernobruno, Jeska, Ezme, Votú, Eva de LC, Gorfo de Panda, Martinz Beats, LOFIBBGIRL e Carlos do Complexo, muitos deles oriundos da cena LGBTQIA+. Mahmood e La Cruz marcam presença em “Lost in Lust” A presença do cantor italiano Mahmood, conhecido por sucessos como “Soldi”, acontece na faixa “Polizia”. Já o venezuelano La Cruz, radicado em Madrid, participa da música “Big bang”. Essas colaborações internacionais prometem expandir ainda mais o público de Pabllo Vittar. Outras colaborações e faixas do álbum Além de Mahmood e La Cruz, o álbum “Lost in Lust” também conta com a participação de Urias na música “Body type” e da rapper porto-riquenha Villano Antillano em “Rockstar”. A tracklist completa de “Lost in Lust” é composta por “Alone”, “Attention”, “Bad good”, “Better than a feeling”, “Carnaval”, “Friend with…”, “Future” e “Skin”, totalizando 12 faixas. Explorando o desejo e a sensualidade em “Lost in Lust” O conceito de “Lost in Lust” convida o ouvinte a mergulhar em uma atmosfera de desejo e sensualidade, explorando as nuances do prazer e da obsessão. A sonoridade eletrônica e a escolha de idiomas refletem a ambição de Pabllo Vittar em consolidar sua presença no cenário musical global, apresentando um trabalho autoral e ousado. Produção e compositores de “Lost in Lust” O álbum “Lost in Lust” reúne talentos diversos na produção e composição. Nomes como Rodrigo Gorky, S4tan, PZZS, Chernobruno, Jeska, Ezme, Votú, Eva de LC, Gorfo de Panda, Martinz Beats, LOFIBBGIRL e Carlos do Complexo trabalharam nas faixas. A autoria das músicas envolve Pabllo Vittar e colaboradores como Mahmood, La Cruz, Urias, Villano Antillano, além de outros compositores que contribuíram para a riqueza lírica e melódica do disco.

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Tom Zé faz 90 anos com álbum ao vivo inédito: Show de 1996 revela gravações secretas de 30 anos atrás

Tom Zé celebra nove décadas de vida com presente especial para fãs: um álbum ao vivo gravado em 1996, com faixas inéditas. O mês de outubro marca uma data especial para a música brasileira, com a celebração dos 90 anos de Tom Zé, nascido em Irará, Bahia, em 11 de outubro de 1936. O artista, conhecido por sua originalidade e genialidade, não para de criar e já adianta um novo projeto musical em sigilo. Mas antes de completar mais um ano de vida, Tom Zé presenteia seus admiradores com um registro raro. Em 9 de outubro, o Selo Sesc lança o álbum ao vivo “Relicário – Tom Zé – Ao vivo no Sesc 1996”, que traz a gravação de um show realizado há exatos 30 anos, em uma unidade do Sesc São Paulo. O material faz parte da série “Relicário”, dedicada a resgatar memórias sonoras de apresentações históricas da instituição. A notícia foi divulgada com informações sobre o conteúdo do álbum, que promete encantar os fãs com a versatilidade do artista. O disco apresenta 16 canções, incluindo releituras de sucessos próprios e clássicos da música popular brasileira, conforme informado pelo Selo Sesc. Um mergulho no repertório de Tom Zé em 1996 O álbum “Relicário – Tom Zé – Ao vivo no Sesc 1996” oferece um panorama da rica obra do cantor e compositor. Entre as faixas autorais estão “2001”, parceria com Rita Lee, “Augusta, Angélica e Consolação”, “Cademar”, em colaboração com Augusto de Campos, “Hein?”, com Vicente Barreto, “Menina Jesus” e “Nave Maria”. Clássicos e surpresas no show histórico Além de suas composições, o show de 1996, agora eternizado em áudio, também incluiu interpretações de canções icônicas de outros artistas. Tom Zé passeia pelo repertório popular com a marchinha “Taí (Pra você gostar de mim)”, de Joubert de Carvalho, que marcou o início da carreira de Carmen Miranda. A apresentação também conta com um resgate emocionante de “Trem das onze”, obra-prima de Adoniran Barbosa. Tom Zé, um artista em constante reinvenção Aos 90 anos, Tom Zé demonstra uma vitalidade impressionante. Residente em São Paulo há décadas, o artista baiano continua ativo, compondo e se apresentando. Recentemente, lançou a música “Coala coalá”, mostrando que sua veia criativa segue pulsante e que novos projetos musicais já estão em desenvolvimento, mantidos em sigilo, mas que prometem agitar o cenário musical.

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Maria Madalena: Santa ou Pecadora? 10 Obras Revelam a Polêmica Figura Bíblica e a Evolução da Percepção Feminina

Maria Madalena: A Figura Misteriosa que Desafia Interpretações Através da Arte Poucas figuras bíblicas despertam tanta fascinação quanto Maria Madalena. Considerada a primeira a testemunhar a ressurreição de Cristo, ela é conhecida como a “apóstola dos apóstolos”. No entanto, as referências bíblicas a seu respeito são escassas, o que permitiu que a mitologia em torno dela ofuscasse sua figura real. Ao longo dos séculos, o nome de Madalena passou a representar uma amálgama de personagens bíblicos e noções históricas, algumas das quais se associaram a ela com mais força do que os próprios relatos sagrados. Essa complexidade é o foco da exposição “Maria Madalena. Pecado. Oração. Amor”, em exibição no Museu Städel, em Frankfurt, na Alemanha. O curador Bastian Eclercy destaca que existem essencialmente “três Marias Madalenas em uma”: a pecadora anônima, Maria de Betânia e a Maria Madalena estritamente bíblica. A exposição explora essas três representações principais, analisando como “pecado”, “oração” e “amor” moldaram a percepção dessa figura icônica e a evolução da visão sobre as mulheres na sociedade. Conforme informação divulgada pela BBC, a exposição examina 10 obras que ilustram essas diferentes visões e as mudanças de percepção ao longo do tempo. A Ascensão Celestial e a Identidade Velada Na obra “A Elevação de Santa Maria Madalena” (c. 1504-05), de Albrecht Dürer, a santa é retratada nua, sendo elevada aos céus por anjos. Inspirada na “Legenda Áurea”, a imagem evoca a história de Madalena retirando-se para o deserto, onde era levada por anjos ao paraíso para ouvir música, seu sustento espiritual. Já “Maria Madalena no Sepulcro” (c. 1535-40), de Giovanni Girolamo Savoldo, apresenta uma Madalena menos óbvia. O pequeno vaso no canto e seu vestido vermelho, associado à sensualidade, ajudam na identificação. Siobhan Jolley, professora de estudos cristãos, sugere que a presença do jarro de alabastro a associa à “mulher pecadora” da Bíblia que ungiu os pés de Jesus, ressaltando que as obras de arte contam mais sobre o que as culturas desejavam que as mulheres fossem, do que sobre a figura real de Madalena. Entre a Pecadora e a Discípula Devota Lavinia Fontana, em “Jesus Aparece a Maria Madalena” (1581), retrata a santa com seu característico vestido vermelho, fazendo referência à passagem bíblica em que ela confunde Jesus com um jardineiro. Fontana, uma das primeiras artistas mulheres a retratar Madalena, mostra Jesus como um trabalhador italiano do século XVI. A confusão de identidades é um tema recorrente, como em “Marta Repreende sua Vaidosa Irmã Maria Madalena” (1621), de Simon Vouet. Nesta cena inventada, Madalena é repreendida por sua irmã Marta por vaidade. A “confusão de Marias”, termo cunhado pela historiadora Marina Warner, mostra como artistas frequentemente mesclavam personagens para que a narrativa fizesse sentido, sem se prender estritamente aos relatos bíblicos. A Metáfora da Penitência e a Humanidade Profunda A “Madalena Penitente” é uma imagem poderosa na história da arte. Guido Cagnacci, em sua obra homônima (1626-27), explora essa faceta, associando Madalena ao pecado sexual, embora a Bíblia não especifique a transgressão da “mulher pecadora”. Artistas viam

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Marcos Sacramento ‘Sambear’: O Palco Vira Roda de Samba com Alma Afro-Brasileira e Vibração no Circo Voador

Marcos Sacramento celebra a essência do samba em show vibrante que une tradição e ancestralidade no Rio de Janeiro. Na noite de sexta-feira, 18 de setembro, o Circo Voador, no Rio de Janeiro, foi palco da estreia do show “Sambear”, de Marcos Sacramento. A apresentação é uma fiel transposição da roda de samba “Samba do Sacramento”, conhecida por reunir o cantor com seu público em espaços do centro da cidade. O espetáculo, que abriu com o tradicional ponto de umbanda “O sino da igrejinha”, carrega uma forte carga de afro-brasilidade e espiritualidade. Marcos Sacramento demonstra sua fé inabalável no samba e na identidade do povo brasileiro, transformando o palco em um altar de celebração. A musicalidade e a política se entrelaçam em um repertório que passeia por clássicos e pérolas do samba. Acompanhado por uma banda de peso, Sacramento emocionou a plateia com canções que ecoam a resistência e a alegria de um povo, conforme informações divulgadas sobre o evento. A força da ancestralidade e a poesia do samba Desde a emocionante interpretação de “Canto das três raças”, de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, um hino que completa 50 anos de sua gravação por Clara Nunes, até a potente “A batucada dos nossos tantãs”, de Sereno, Adilson Gavião e Robson Guimarães, o show “Sambear” é um manifesto. O samba se revela como ferramenta de resistência e celebração da vida. O palco do Circo Voador se encheu de vida com a presença de Marcos Sacramento, que correu de um lado para o outro, dando voz a um repertório cuidadosamente selecionado. A banda que o acompanhava, com a força de uma orquestra, proporcionou arranjos primorosos, com cordas, sopros e percussões. Virtuosismo musical e entrega teatral Músicos como o violonista Luiz Flávio Alcofra, o multi-instrumentista Elísio Freitas e o cavaquinhista Lucas Machado brilharam em suas performances. O solo de guitarra de Freitas em “Você me vira a cabeça (Me tira do sério)”, de Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, intensificou a entrega emocional de Sacramento. Já Machado conquistou o público com seus improvisos de partideiro em “Alguém me avisou”, de Dona Ivone Lara. Apesar de uma noite com outros eventos gratuitos na Lapa, o que pode ter impactado o público presente, Marcos Sacramento não se intimidou. Ele entregou um show quente, impulsionado pela sua performance e pelos arranjos caprichados da banda. A vibração vinha, em grande parte, do palco. Um repertório que atravessa gerações O show “Sambear” é uma jornada pela história do samba, reverenciando seus pioneiros e celebrando suas vertentes. Sacremento homenageou os bambas do Estácio com sambas como “Se você jurar” e “Nem é bom falar”, de Ismael Silva e Nilton Bastos. A diva Clementina de Jesus foi lembrada com “Yaô” e “Benguelê”, de Pixinguinha e Gastão Viana. A linha temporal do samba se estendeu até as contemporâneas Manu da Cuíca e Marina Iris, parceiras no samba “Virada” (2021). O show também incluiu a força ideológica de Jorge Aragão, com “Identidade”, um manifesto de orgulho negro, e encerrou com o

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TÁ BOM: Hyunjin do Stray Kids viraliza com expressão brasileira que tem origem em comercial de suco de 1989

A expressão “tá bom” que conquistou o fandom de K-pop e o Brasil O “tá bom” se transformou em um fenômeno viral nas redes sociais, saindo de uma entrevista descontraída para se tornar um meme adorado pelos fãs de K-pop. A simplicidade e o timing cômico da frase a impulsionaram para montagens, animações e cenas inusitadas, espalhadas em alta velocidade pela internet. Tudo começou após uma entrevista concedida pelo grupo Stray Kids ao g1, nos bastidores do festival Rock in Rio. Em um momento de descontração, o integrante Hyunjin pegou o microfone e soltou a expressão que, sem que ele soubesse, já era um clássico no Brasil. No entanto, a origem dessa popularidade brasileira não está ligada ao festival ou à cultura do país. A frase “tá bom” possui uma história surpreendente na Coreia do Sul, onde é conhecida e utilizada desde o ano de 1989, conforme informação divulgada pelo g1. Um comercial de suco que marcou época na Coreia do Sul A popularidade do “tá bom” na Coreia do Sul tem um ponto de partida inusitado: um comercial de suco de laranja da marca Del Monte, lançado em 1989. Na propaganda, o cantor Lee Soo-man viajava pelo Brasil, sobrevoando plantações de laranjas. Lee Soo-man explicava na ocasião que, ao encontrarem a fruta ideal, os brasileiros costumam dizer “tá bom!”. Ao final do comercial, ele experimenta um copo de suco, faz um sinal de positivo com o polegar e aprova a bebida utilizando a expressão em português, o que gerou grande repercussão. De comercial a gigante do K-pop O detalhe mais fascinante é que Lee Soo-man, o protagonista do comercial de suco, tornou-se uma figura central na indústria do K-pop. Seis anos após aparecer na televisão provando o suco, ele fundou a renomada SM Entertainment. A SM Entertainment é a casa de alguns dos maiores nomes do K-pop mundial, incluindo grupos como aespa, NCT, EXO, RIIZE e Super Junior. A longevidade da expressão “tá bom”, que atravessou gerações desde o comercial até a entrevista de Hyunjin no Rock in Rio, evidencia a força da cultura pop coreana e sua capacidade de se conectar com diferentes públicos e idiomas. A força da cultura pop coreana A viralização do “tá bom” demonstra como elementos da cultura pop podem transcender fronteiras e se integrar de maneiras inesperadas. A expressão, que pode parecer simples, carrega consigo uma história rica e uma conexão com um momento marcante da publicidade sul-coreana. Isso prova que, com apenas duas sílabas, é possível não apenas expressar aprovação, mas também conectar culturas e criar um fenômeno viral que une fãs de diferentes partes do mundo. A jornada do “tá bom” é um testemunho da influência global e da criatividade do K-pop.

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Ney Matogrosso: Voz que Inspira Liberdade e Transgressão Ganha Tributos Inéditos em Todo o Brasil

Ney Matogrosso é celebrado com série de tributos que ressaltam sua ousadia e legado como símbolo de liberdade. O Brasil está em festa para celebrar a trajetória de Ney Matogrosso, um artista que transcende gerações com sua voz única e sua postura transgressora. Diversas homenagens têm marcado o ano de 2026, culminando em um show inédito no Rio de Janeiro que reúne seis talentosas cantoras. Esses tributos sucessivos não são por acaso. Aos 85 anos, Ney Matogrosso consolida-se como uma lenda viva da MPB, um verdadeiro ícone de **liberdade**, ousadia e transgressão. Sua obra e sua postura continuam a inspirar artistas e o público. A influência de Ney se estende por diversas áreas, desde a música até a arte performática. Sua maneira de se apresentar e de viver, sempre autêntica, ressoa fortemente em um país que ainda busca sua própria liberdade em muitos aspectos. Seis Cantoras se Unem em Tributo Inédito no Rio de Janeiro Um dos destaques dessa onda de homenagens é o espetáculo “Eu prefiro ser – Uma homenagem a Ney Matogrosso”, que acontecerá no próximo domingo, 27 de setembro, às 18h, nos Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro. O show reunirá pela primeira vez no palco as cantoras Juliana Linhares, Linn da Quebrada, MC Tha, Melly, Tássia Reis e Xênia França, representando a geração dos anos 2010. Este evento inédito faz parte da Semana de Arte do Rio, dentro da programação do festival promovido pelo Solar em homenagem ao cantor. A exposição em cartaz desde junho já celebra a obra do artista, e o show com as seis cantoras promete ser um momento marcante na celebração. Ney Matogrosso: Um Legado de Ousadia e Expressão Artística A série de tributos a Ney Matogrosso ao longo de 2026 demonstra a força e a relevância contínua do artista. Em fevereiro, o cantor e ator Fitti estreou um show em São Paulo com repertório de Ney, e a escola de samba Imperatriz Leopoldinense homenageou o cantor com o enredo “Camaleônico” no Carnaval do Rio. Em junho, em Portugal, o cantor César Soares abriu a temporada de verão da Casa da Música no Porto com um show dedicado a Ney. Já em julho, Gustavus apresentou o show “Eu bandoleiro – Um tributo a Ney Matogrosso” no Sesc de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. O mês de agosto, quando Ney completou 85 anos, também foi de celebrações. A ginasta Flávia Soares apresentou sua série solo com coreografia inspirada na música “Homem com H”, um dos grandes sucessos de Ney. Em setembro, o ator e cantor Fabiano Medeiros reapresentou em São José dos Campos o show “Pura alquimia”, que celebra a estética libertária de Ney em clima psicodélico. A Voz da Vitória e da Individualidade Ney Matogrosso é frequentemente associado à comunidade LGBTQIA+, e os tributos muitas vezes partem de artistas ligados a esse universo. Sua trajetória, marcada pela autenticidade e pela recusa em se adequar a padrões, inspira aqueles que buscam expressar sua individualidade em um país ainda conservador. Conforme

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Nara Couto: ‘Travessia’ celebra laços ancestrais entre Bahia e África lusófona em novo álbum

Nara Couto explora a profunda conexão entre a Bahia e a África lusófona em seu aguardado álbum “Travessia”. A cantora e compositora baiana Nara Couto mergulha em suas raízes com o lançamento de seu terceiro álbum, “Travessia”. O projeto, dividido em dois volumes, promete ser uma jornada sonora que reconecta a Bahia com países africanos de língua portuguesa, como Cabo Verde e Guiné-Bissau. O primeiro volume, “Travessia vol. 1”, chega aos aplicativos de áudio nesta sexta-feira, 25 de setembro, apresentando sete faixas que celebram essa herança compartilhada. A inspiração para o álbum veio, em parte, do single “Laço Ancestral”, que já antecipa a temática do disco. A obra reforça a ideia de que a cultura baiana tem um forte elo com o continente africano. Nara Couto, que nasceu em Salvador e foi criada no bairro da Liberdade, agora residente em São Paulo, utiliza a música para tecer essa ponte intercontinental. Conforme informação divulgada, a letra de “Laço Ancestral” já prenuncia essa conexão com o verso “O outro lado da Bahia vem da África”. “Laço Ancestral”: A Ponte Sonora que Une Continentes O álbum “Travessia” foi impulsionado pelo lançamento do primeiro single, “Laço Ancestral”, em 21 de agosto. A música, composição de Mateus Aleluia, conta com a participação especial do artista Mû Mbana, de Guiné-Bissau. A colaboração traz os sons autênticos de instrumentos tradicionais africanos, como o simbi e o tonkorongh, enriquecendo a sonoridade. Essa escolha musical não foi aleatória. A letra do single encapsula a essência do álbum, estabelecendo um **laço ancestral** direto entre a Bahia e a África. É um convite para que o ouvinte embarque nessa viagem de redescoberta e celebração da identidade afro-brasileira. Colaborações Internacionais e Regionais em “Travessia vol. 1” “Travessia vol. 1” apresenta um rico mosaico de colaborações, unindo artistas da Bahia, Cabo Verde e Guiné-Bissau. Além da participação de Mû Mbana, o álbum conta com a presença de dois artistas cabo-verdianos. Kady empresta sua voz à canção “Herança Sagrada”, uma composição de Nara Couto em parceria com François Muleka. Já Zidi Andrade, também de Cabo Verde, assina e participa da música “Djunto”. Do lado baiano, Tiganá Santana se junta a Nara Couto na faixa “Promessa”, uma parceria da artista com Sued Nunes. O repertório de “Travessia vol. 1” é completado pelas músicas “Mindjer Doce Mel” (Admir Lopes e Mimito), “Preta Portê” (Rafael Mike e Lucas Ramaciotti) e “Si Ma Bô” (Ricardo Alves, Ricardo Quintas e Nara Couto). Essa última faixa, inclusive, conta com parceiros portugueses na composição, evidenciando a amplitude da **travessia** musical. Produção e Expectativas para o Futuro O primeiro volume de “Travessia” foi produzido musicalmente por Ndu Carlos, com coprodução de Otis Selimane e da própria Nara Couto em três faixas. A expectativa é que o **laço ancestral** explorado neste trabalho continue a ecoar. O sucessor de álbuns como “Retinta” (2022) e “Ori” (2024) demonstra a maturidade artística de Nara Couto e seu compromisso em fortalecer os laços culturais. O segundo volume de “Travessia” já tem previsão de lançamento para 2027, prometendo

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Rick, da dupla Rick & Renner, desaparece em helicóptero em SC: Quem é o cantor sertanejo e quais seus maiores sucessos?

Rick, da dupla sertaneja Rick & Renner, está desaparecido em helicóptero em Santa Catarina. A aeronave decolou de Porto Belo e perdeu contato com a torre de controle na região de Urubici, na Serra catarinense. A busca pela aeronave está em andamento. O cantor Rick, conhecido por formar a dupla sertaneja Rick & Renner, embarcou em um helicóptero que desapareceu na tarde desta segunda-feira (21), em Santa Catarina. A informação foi confirmada pela assessoria do artista, que também informou que o empresário Bruno Avelar estava na mesma aeronave. Ambos estão desaparecidos. A aeronave decolou de Porto Belo, no litoral catarinense, e tinha como destino a cidade de Urubici, na Serra. No entanto, o contato com a aeronave foi perdido antes de chegar ao destino previsto. Equipes de resgate já foram acionadas e buscam pela aeronave na região serrana. Momentos antes do desaparecimento, Rick publicou um vídeo em suas redes sociais em frente a uma aeronave, acompanhado de seu empresário. A assessoria de Rick confirmou que ambos estavam a bordo do helicóptero que agora é procurado pelas autoridades. Conforme divulgado pelo g1, a busca pela aeronave está concentrada na região de Urubici. Quem é Rick, da dupla Rick & Renner? Geraldo Antônio de Carvalho, conhecido artisticamente como Rick, nasceu em Porto Nacional, no Tocantins, em 5 de dezembro de 1966. Aos seis anos, mudou-se com a família para Brasília e, precocemente, iniciou sua carreira musical cantando em bares aos nove anos, ao lado de uma irmã. Sua pouca idade chegou a levá-lo a ter problemas com o Juizado de Menores. A dupla Rick & Renner foi formada em Brasília, em meados dos anos 1980. O parceiro de Rick era Ivair Gonçalves, o Renner, nascido em 19 de novembro de 1971. Renner começou a cantar rock aos 14 anos e, aos 16, tornou-se pai, passando a ajudar a sustentar a família com a música. O auge do sucesso com “Ela é Demais” Rick & Renner ganharam notoriedade nacional nos anos 1990, consolidando-se no cenário sertanejo romântico. O grande divisor de águas na carreira da dupla ocorreu em 1998, com o lançamento do álbum “Mil Vezes Cantarei”, que trazia o megahit “Ela é Demais”. A música “Ela é Demais”, com seu refrão marcante “uma deusa, uma louca, uma feiticeira”, permaneceu por cinco meses consecutivos nas paradas de sucesso e se tornou um dos maiores símbolos da trajetória da dupla. Até hoje, é a canção mais tocada de Rick & Renner nas plataformas de streaming. No ano seguinte, em 1999, o álbum “Instante Mágico” ampliou ainda mais a popularidade do duo, emplacando sucessos como “Muleca”, “Cara-de-Pau”, “Fim de Semana” e “Na Pontinha do Pé”, esta última com a participação do grupo Molejo. A dupla manteve uma sequência de lançamentos e shows pelo país. Separação, carreira solo e o retorno da dupla Em 2010, após 25 anos de parceria, Rick & Renner anunciaram uma pausa em seus trabalhos. Na época, Rick seguiu carreira solo com o nome artístico Rick Sollo, lançando os álbuns “Pronto pra

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Luiz Melodia: ‘Maravilhas Contemporâneas’ completa 50 anos, um tesouro musical que desafiou preconceitos e encanta até hoje

50 Anos de ‘Maravilhas Contemporâneas’: A Obra-Prima de Luiz Melodia que Resiste ao Tempo Lançado em 1976, o segundo álbum de Luiz Melodia, ‘Maravilhas Contemporâneas’, completa meio século em 2026, consolidando-se como um marco na música popular brasileira. O disco, que traz sucessos como ‘Juventude Transviada’ e ‘Congênito’, ganha uma edição comemorativa em vinil, celebrando a genialidade de um artista que sempre desafiou barreiras. A trajetória até ‘Maravilhas Contemporâneas’ foi marcada por lutas. Três anos após o aclamado ‘Pérola Negra’ (1973), Melodia enfrentou resistência da gravadora Philips, que desejava um disco apenas de sambas. Escaldado pelo preconceito, o artista recusou a proposta, optando por um caminho autoral e inovador. Essa resistência, como aponta o conteúdo, foi um reflexo da visão racista da época. A persistência de Luiz Melodia o levou a lançar a música ‘Ébano’ pela Som Livre em 1975, após sua participação no festival ‘Abertura’ da TV Globo. O sucesso da canção abriu as portas para a gravação de seu segundo LP. Conforme informação divulgada, essa jornada demonstra a força de vontade do artista em seguir sua visão musical. ‘Maravilhas Contemporâneas’: Um Mosaico de Ritmos e Emoções Produzido por Guto Graça Mello e com produção artística de Márcio Antonucci, ‘Maravilhas Contemporâneas’ apresenta onze faixas, dez delas de autoria de Luiz Melodia. A exceção é ‘Quando o Carnaval Chegou’, de Célio José. O álbum é um reflexo da diversidade rítmica que sempre caracterizou a obra de Melodia, misturando samba, rock, blues e jazz à sua maneira única, um autêntico ‘sabor do Estácio’. O grande sucesso do disco, ‘Juventude Transviada’, ganhou o país ao embalar a novela ‘Pecado Capital’ da TV Globo em 1975. A música, com sua letra surrealista e melodia envolvente, foi um prenúncio do impacto que o álbum teria. Outra joia autoral, ‘Congênito’, também foi lançada em 1975, na voz de Vanusa, antes de integrar o LP. A Sofisticação Instrumental e a Profundidade das Letras Gravado com músicos virtuoses como Chico Batera, Fredera, Jamil Joanes, Oberdan Magalhães e Mário Montarroyos, ‘Maravilhas Contemporâneas’ ostenta um acabamento instrumental impecável. A capa, criada por Henrique Nitzsche, complementa a atmosfera sonora do disco. As letras de Melodia em ‘Maravilhas Contemporâneas’ revelam um poeta sensível e observador. Em ‘Questão de Posse’, ele se dirige ao filho Hiran com certa inquietação. Canções como ‘Amor’ e ‘Memórias Modestas’ transmitem uma melancolia sutil, enquanto ‘Veleiro Azul’ aborda a hipocrisia social com uma paisagem onírica. ‘Paquistão’ reforça a ideia de que o álbum se destaca mais pelo groove do que pelas melodias, com as exceções notáveis de ‘Juventude Transviada’ e ‘Congênito’. Um Legado que Continua a Inspirar Embora alguns críticos considerem a safra autoral de 1976 menos impactante que a de 1973, ‘Maravilhas Contemporâneas’ se mantém como uma obra atraente e relevante. Cinquenta anos após seu lançamento, o álbum continua a ser uma ‘maravilha contemporânea’, provando a atemporalidade da música de Luiz Melodia e sua capacidade de tocar o público com autenticidade e maestria. A reedição em vinil pelo Noize Record Club, prevista para novembro, é uma

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Morte de Presley Gerber, filho de Cindy Crawford, aos 27 anos: Modelo lutava contra problemas de saúde mental e dependência química

Filho de Cindy Crawford, Presley Gerber morre aos 27 anos em centro de reabilitação O mundo da moda e do entretenimento lamenta a perda de Presley Gerber, filho da icônica supermodelo Cindy Crawford e do empresário Rande Gerber. Aos 27 anos, o jovem modelo faleceu no último domingo, conforme registrado pelo Instituto Médico Legal de Los Angeles. A causa exata de sua morte ainda não foi divulgada oficialmente. Em nota oficial, Allie Jenkins, representante da família, informou à CBS, parceira da BBC nos Estados Unidos, que “A família pede privacidade neste momento muito difícil e doloroso”. A notícia chocou amigos, familiares e fãs, que acompanhavam a trajetória de Presley nas passarelas e suas declarações sobre saúde mental. Presley Gerber, que seguia os passos da mãe no universo da moda, iniciou sua carreira precocemente, aos 16 anos. Sua irmã mais nova, Kaia Gerber, também se destacou como modelo. A família, conhecida por sua união, agora enfrenta um momento de profunda tristeza. Trajetória de Modelo e Reconhecimento Internacional Presley Gerber iniciou sua carreira nas passarelas da marca italiana Moschino, com apenas 16 anos. Rapidamente, seu talento e carisma o levaram a trabalhar com grifes renomadas como Burberry, Dolce & Gabbana e Bottega Veneta. Sua presença marcante no mundo da moda era um reflexo do legado de sua mãe, Cindy Crawford, uma das maiores modelos de sua geração. Além das passarelas, Presley participou de campanhas publicitárias de destaque. Em 2018, estrelou ao lado de sua mãe em um comercial da Pepsi para o Super Bowl, revivendo um momento icônico da carreira de Crawford, que havia gravado o famoso anúncio em 1992. Ele descreveu a experiência como “muito divertido e fácil”, trabalhando “com um amigo”. Luta Pública Contra a Dependência e Problemas de Saúde Mental Nos últimos anos, Presley Gerber falou abertamente sobre suas batalhas pessoais. Ele compartilhou publicamente suas experiências com problemas de saúde mental, depressão e o uso de drogas. Em 2023, em participação no podcast Studio 22, ele expressou seu desejo de ajudar outras pessoas a superarem dificuldades semelhantes. “Tendo lutado contra problemas de saúde mental, depressão e outras coisas que vêm junto com isso, se eu ajudar uma pessoa ou cem pessoas a saírem do lugar em que eu estive na minha vida, é tudo o que preciso fazer”, declarou Presley, demonstrando sua força e vontade de inspirar outros. Apoio Familiar e Laços Fortes A família Gerber sempre demonstrou um forte laço de união. Presley mantinha uma relação próxima com sua irmã, Kaia, com quem chegou a estrelar uma campanha para a Calvin Klein em 2018. Ele inclusive tatuou o nome dela em seu braço, evidenciando o carinho e a cumplicidade entre os irmãos. Em entrevista à revista People em 2018, Presley comentou sobre a proximidade com a família: “Somos uma família unida, especialmente eu e minha irmã, isso é muito bacana”. Ele ressaltou que a companhia da irmã diminuía a sensação de solidão durante as viagens a trabalho. Recentemente, em julho, Cindy Crawford celebrou o 27º aniversário de Presley

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Pabllo Vittar arrasa em ‘Lost in Lust’ com colaborações internacionais de Mahmood e La Cruz

Pabllo Vittar lança “Lost in Lust” com feats inéditos e sonoridade internacional O aguardado sétimo álbum de estúdio de Pabllo Vittar, intitulado “Lost in Lust”, chegou com força total, trazendo uma coleção de 12 faixas que exploram o universo do desejo e da intimidade. O disco, que tem lançamento oficial marcado para 1º de outubro, já está gerando grande expectativa entre os fãs brasileiros e internacionais. Com uma proposta sonora voltada para o mercado global, “Lost in Lust” apresenta canções majoritariamente em inglês e espanhol, mostrando a versatilidade e o alcance da artista brasileira. O álbum conta com colaborações de peso, incluindo o astro italiano Mahmood e o cantor venezuelano La Cruz, que adicionam temperos únicos às faixas. Conforme informação divulgada, “Lost in Lust” significa “Perdido na luxúria” em português e conceitualmente, o álbum é descrito como “uma jornada pelo desejo, pelo excesso, pela intimidade e pelo espaço indefinido entre o prazer e a obsessão”. A produção musical é assinada por um time renomado, com nomes como Rodrigo Gorky, S4tan, PZZS, Chernobruno, Jeska, Ezme, Votú, Eva de LC, Gorfo de Panda, Martinz Beats, LOFIBBGIRL e Carlos do Complexo, muitos deles oriundos da cena LGBTQIA+. Mahmood e La Cruz marcam presença em “Lost in Lust” A presença do cantor italiano Mahmood, conhecido por sucessos como “Soldi”, acontece na faixa “Polizia”. Já o venezuelano La Cruz, radicado em Madrid, participa da música “Big bang”. Essas colaborações internacionais prometem expandir ainda mais o público de Pabllo Vittar. Outras colaborações e faixas do álbum Além de Mahmood e La Cruz, o álbum “Lost in Lust” também conta com a participação de Urias na música “Body type” e da rapper porto-riquenha Villano Antillano em “Rockstar”. A tracklist completa de “Lost in Lust” é composta por “Alone”, “Attention”, “Bad good”, “Better than a feeling”, “Carnaval”, “Friend with…”, “Future” e “Skin”, totalizando 12 faixas. Explorando o desejo e a sensualidade em “Lost in Lust” O conceito de “Lost in Lust” convida o ouvinte a mergulhar em uma atmosfera de desejo e sensualidade, explorando as nuances do prazer e da obsessão. A sonoridade eletrônica e a escolha de idiomas refletem a ambição de Pabllo Vittar em consolidar sua presença no cenário musical global, apresentando um trabalho autoral e ousado. Produção e compositores de “Lost in Lust” O álbum “Lost in Lust” reúne talentos diversos na produção e composição. Nomes como Rodrigo Gorky, S4tan, PZZS, Chernobruno, Jeska, Ezme, Votú, Eva de LC, Gorfo de Panda, Martinz Beats, LOFIBBGIRL e Carlos do Complexo trabalharam nas faixas. A autoria das músicas envolve Pabllo Vittar e colaboradores como Mahmood, La Cruz, Urias, Villano Antillano, além de outros compositores que contribuíram para a riqueza lírica e melódica do disco.

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Tom Zé faz 90 anos com álbum ao vivo inédito: Show de 1996 revela gravações secretas de 30 anos atrás

Tom Zé celebra nove décadas de vida com presente especial para fãs: um álbum ao vivo gravado em 1996, com faixas inéditas. O mês de outubro marca uma data especial para a música brasileira, com a celebração dos 90 anos de Tom Zé, nascido em Irará, Bahia, em 11 de outubro de 1936. O artista, conhecido por sua originalidade e genialidade, não para de criar e já adianta um novo projeto musical em sigilo. Mas antes de completar mais um ano de vida, Tom Zé presenteia seus admiradores com um registro raro. Em 9 de outubro, o Selo Sesc lança o álbum ao vivo “Relicário – Tom Zé – Ao vivo no Sesc 1996”, que traz a gravação de um show realizado há exatos 30 anos, em uma unidade do Sesc São Paulo. O material faz parte da série “Relicário”, dedicada a resgatar memórias sonoras de apresentações históricas da instituição. A notícia foi divulgada com informações sobre o conteúdo do álbum, que promete encantar os fãs com a versatilidade do artista. O disco apresenta 16 canções, incluindo releituras de sucessos próprios e clássicos da música popular brasileira, conforme informado pelo Selo Sesc. Um mergulho no repertório de Tom Zé em 1996 O álbum “Relicário – Tom Zé – Ao vivo no Sesc 1996” oferece um panorama da rica obra do cantor e compositor. Entre as faixas autorais estão “2001”, parceria com Rita Lee, “Augusta, Angélica e Consolação”, “Cademar”, em colaboração com Augusto de Campos, “Hein?”, com Vicente Barreto, “Menina Jesus” e “Nave Maria”. Clássicos e surpresas no show histórico Além de suas composições, o show de 1996, agora eternizado em áudio, também incluiu interpretações de canções icônicas de outros artistas. Tom Zé passeia pelo repertório popular com a marchinha “Taí (Pra você gostar de mim)”, de Joubert de Carvalho, que marcou o início da carreira de Carmen Miranda. A apresentação também conta com um resgate emocionante de “Trem das onze”, obra-prima de Adoniran Barbosa. Tom Zé, um artista em constante reinvenção Aos 90 anos, Tom Zé demonstra uma vitalidade impressionante. Residente em São Paulo há décadas, o artista baiano continua ativo, compondo e se apresentando. Recentemente, lançou a música “Coala coalá”, mostrando que sua veia criativa segue pulsante e que novos projetos musicais já estão em desenvolvimento, mantidos em sigilo, mas que prometem agitar o cenário musical.

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Maria Madalena: Santa ou Pecadora? 10 Obras Revelam a Polêmica Figura Bíblica e a Evolução da Percepção Feminina

Maria Madalena: A Figura Misteriosa que Desafia Interpretações Através da Arte Poucas figuras bíblicas despertam tanta fascinação quanto Maria Madalena. Considerada a primeira a testemunhar a ressurreição de Cristo, ela é conhecida como a “apóstola dos apóstolos”. No entanto, as referências bíblicas a seu respeito são escassas, o que permitiu que a mitologia em torno dela ofuscasse sua figura real. Ao longo dos séculos, o nome de Madalena passou a representar uma amálgama de personagens bíblicos e noções históricas, algumas das quais se associaram a ela com mais força do que os próprios relatos sagrados. Essa complexidade é o foco da exposição “Maria Madalena. Pecado. Oração. Amor”, em exibição no Museu Städel, em Frankfurt, na Alemanha. O curador Bastian Eclercy destaca que existem essencialmente “três Marias Madalenas em uma”: a pecadora anônima, Maria de Betânia e a Maria Madalena estritamente bíblica. A exposição explora essas três representações principais, analisando como “pecado”, “oração” e “amor” moldaram a percepção dessa figura icônica e a evolução da visão sobre as mulheres na sociedade. Conforme informação divulgada pela BBC, a exposição examina 10 obras que ilustram essas diferentes visões e as mudanças de percepção ao longo do tempo. A Ascensão Celestial e a Identidade Velada Na obra “A Elevação de Santa Maria Madalena” (c. 1504-05), de Albrecht Dürer, a santa é retratada nua, sendo elevada aos céus por anjos. Inspirada na “Legenda Áurea”, a imagem evoca a história de Madalena retirando-se para o deserto, onde era levada por anjos ao paraíso para ouvir música, seu sustento espiritual. Já “Maria Madalena no Sepulcro” (c. 1535-40), de Giovanni Girolamo Savoldo, apresenta uma Madalena menos óbvia. O pequeno vaso no canto e seu vestido vermelho, associado à sensualidade, ajudam na identificação. Siobhan Jolley, professora de estudos cristãos, sugere que a presença do jarro de alabastro a associa à “mulher pecadora” da Bíblia que ungiu os pés de Jesus, ressaltando que as obras de arte contam mais sobre o que as culturas desejavam que as mulheres fossem, do que sobre a figura real de Madalena. Entre a Pecadora e a Discípula Devota Lavinia Fontana, em “Jesus Aparece a Maria Madalena” (1581), retrata a santa com seu característico vestido vermelho, fazendo referência à passagem bíblica em que ela confunde Jesus com um jardineiro. Fontana, uma das primeiras artistas mulheres a retratar Madalena, mostra Jesus como um trabalhador italiano do século XVI. A confusão de identidades é um tema recorrente, como em “Marta Repreende sua Vaidosa Irmã Maria Madalena” (1621), de Simon Vouet. Nesta cena inventada, Madalena é repreendida por sua irmã Marta por vaidade. A “confusão de Marias”, termo cunhado pela historiadora Marina Warner, mostra como artistas frequentemente mesclavam personagens para que a narrativa fizesse sentido, sem se prender estritamente aos relatos bíblicos. A Metáfora da Penitência e a Humanidade Profunda A “Madalena Penitente” é uma imagem poderosa na história da arte. Guido Cagnacci, em sua obra homônima (1626-27), explora essa faceta, associando Madalena ao pecado sexual, embora a Bíblia não especifique a transgressão da “mulher pecadora”. Artistas viam

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Marcos Sacramento ‘Sambear’: O Palco Vira Roda de Samba com Alma Afro-Brasileira e Vibração no Circo Voador

Marcos Sacramento celebra a essência do samba em show vibrante que une tradição e ancestralidade no Rio de Janeiro. Na noite de sexta-feira, 18 de setembro, o Circo Voador, no Rio de Janeiro, foi palco da estreia do show “Sambear”, de Marcos Sacramento. A apresentação é uma fiel transposição da roda de samba “Samba do Sacramento”, conhecida por reunir o cantor com seu público em espaços do centro da cidade. O espetáculo, que abriu com o tradicional ponto de umbanda “O sino da igrejinha”, carrega uma forte carga de afro-brasilidade e espiritualidade. Marcos Sacramento demonstra sua fé inabalável no samba e na identidade do povo brasileiro, transformando o palco em um altar de celebração. A musicalidade e a política se entrelaçam em um repertório que passeia por clássicos e pérolas do samba. Acompanhado por uma banda de peso, Sacramento emocionou a plateia com canções que ecoam a resistência e a alegria de um povo, conforme informações divulgadas sobre o evento. A força da ancestralidade e a poesia do samba Desde a emocionante interpretação de “Canto das três raças”, de Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro, um hino que completa 50 anos de sua gravação por Clara Nunes, até a potente “A batucada dos nossos tantãs”, de Sereno, Adilson Gavião e Robson Guimarães, o show “Sambear” é um manifesto. O samba se revela como ferramenta de resistência e celebração da vida. O palco do Circo Voador se encheu de vida com a presença de Marcos Sacramento, que correu de um lado para o outro, dando voz a um repertório cuidadosamente selecionado. A banda que o acompanhava, com a força de uma orquestra, proporcionou arranjos primorosos, com cordas, sopros e percussões. Virtuosismo musical e entrega teatral Músicos como o violonista Luiz Flávio Alcofra, o multi-instrumentista Elísio Freitas e o cavaquinhista Lucas Machado brilharam em suas performances. O solo de guitarra de Freitas em “Você me vira a cabeça (Me tira do sério)”, de Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, intensificou a entrega emocional de Sacramento. Já Machado conquistou o público com seus improvisos de partideiro em “Alguém me avisou”, de Dona Ivone Lara. Apesar de uma noite com outros eventos gratuitos na Lapa, o que pode ter impactado o público presente, Marcos Sacramento não se intimidou. Ele entregou um show quente, impulsionado pela sua performance e pelos arranjos caprichados da banda. A vibração vinha, em grande parte, do palco. Um repertório que atravessa gerações O show “Sambear” é uma jornada pela história do samba, reverenciando seus pioneiros e celebrando suas vertentes. Sacremento homenageou os bambas do Estácio com sambas como “Se você jurar” e “Nem é bom falar”, de Ismael Silva e Nilton Bastos. A diva Clementina de Jesus foi lembrada com “Yaô” e “Benguelê”, de Pixinguinha e Gastão Viana. A linha temporal do samba se estendeu até as contemporâneas Manu da Cuíca e Marina Iris, parceiras no samba “Virada” (2021). O show também incluiu a força ideológica de Jorge Aragão, com “Identidade”, um manifesto de orgulho negro, e encerrou com o

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