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Celebridades

Pernambulô agita o cenário musical com ‘Baque Irado’: a fusão explosiva de percussão, beats e rock pernambucano

Pernambulô lança “Baque Irado”, álbum que une a alma de Pernambuco à força do rock com percussão e beats marcantes. A cena musical pernambucana ganha um novo fôlego com o lançamento de “Baque Irado”, o aguardado primeiro álbum da banda Pernambulô. O trabalho, que chega em 4 de setembro, é uma celebração da rica cultura rítmica do estado, mesclada à vivacidade da cultura urbana do Recife e à energia contagiante do rock. Formado por Dio Santos (voz), Leo D (sintetizadores e programações) e Márcio Alencar (baixo), o trio Pernambulô apresenta um repertório autoral com 10 faixas inéditas. A proposta da banda é clara: amalgamar as batidas e ritmos da cultura popular pernambucana, especialmente das periferias do Recife, com a potência do rock, seguindo a trilha de grandes nomes como Alceu Valença, Lenine e o movimento Manguebeat. O álbum “Baque Irado” foi moldado com uma assinatura sonora distintiva, onde a percussão se encontra de forma orgânica com beats eletrônicos, criando uma paisagem sonora única e envolvente. Essa fusão é um dos pilares que definem a identidade do grupo, originado do bloco de carnaval de mesmo nome. Faixas que prometem agitar o público Entre as 10 músicas que compõem “Baque Irado”, algumas já foram previamente apresentadas em formato de single, como “Caboclo”, “Capibaribe”, “Hino de Pernambuco” e a vibrante “Pedra de Badoque”, que já antecipava a vibe roqueira do projeto. O disco traz ainda novidades como a pulsante “Bala Perdida”, a contagiante “Beira de Mar”, a reflexiva “Conto Cotidiano” e a misteriosa “Quiprocó”. Um dos destaques é “Carnavalizô”, um instrumental de apenas um minuto que encapsula perfeitamente o espírito folião e a energia da banda. A força da tradição com a modernidade sonora A sonoridade de “Baque Irado” se destaca pela habilidade do Pernambulô em tecer elementos tradicionais da música pernambucana com a produção moderna. A percussão, elemento central da cultura local, ganha novas texturas ao dialogar com sintetizadores e programações eletrônicas, resultando em faixas que são ao mesmo tempo familiares e inovadoras. A banda busca inspiração nos sons que ecoam pelas ruas do Recife, desde os ritmos mais tradicionais até as batidas que embalam a vida noturna e os blocos de carnaval. Essa mistura se reflete em cada música, criando uma experiência auditiva que celebra a diversidade e a criatividade de Pernambuco. “Baque Irado” e o legado do Manguebeat O projeto “Baque Irado” se insere em um contexto musical rico, dialogando com a herança de movimentos como o Manguebeat, que revolucionou a música brasileira ao misturar regionalismo com influências globais. Pernambulô carrega essa bandeira com originalidade, adicionando sua própria visão a essa fórmula de sucesso. A banda demonstra maestria ao equilibrar a sofisticação das arranjos com a crueza e a energia que são a marca registrada do rock e da música de raiz. O resultado é um álbum que promete conquistar tanto os fãs de longa data quanto um novo público, seduzido pela mistura envolvente de percussão, beats e a alma pulsante de Pernambuco. Conforme informações divulgadas sobre o lançamento, “Baque

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Belo, Junior e Ana Clara Revelam os Segredos do “Estrela da Casa”: O Que Define o Participante Ideal?

Reality “Estrela da Casa” estreia com foco em qualidades além do canto, segundo Belo, Junior e Ana Clara A nova temporada do reality show “Estrela da Casa” começa nesta terça-feira, 25 de junho, prometendo uma dinâmica inovadora. Com 32 participantes divididos nos universos do pagode e do pop, a competição vai além da voz, buscando características essenciais para o sucesso na indústria musical. A apresentadora Ana Clara, ao lado dos mentores Belo (pagode) e Junior (pop), compartilhou insights valiosos sobre o que realmente diferencia os competidores. Em uma entrevista coletiva, os artistas destacaram que a habilidade vocal, embora importante, já não é o principal fator de desempate. “Todos que estão aqui cantam bem. Saber cantar já não é mais um critério tão importante. Eu já disse para eles: ‘Você canta muito, você é afinado(a), mas não é mais sobre isso’”, explicou Belo, ressaltando a necessidade de outras competências. O Diferencial Além do Talento Vocal Com todos os participantes possuindo uma base sólida em canto, a questão que se impõe é: o que os fará se destacar em “Estrela da Casa”? Junior aponta a importância do trabalho em equipe e da autoconsciência dentro do grupo. “Como teremos a dinâmica de grupos, é importante também saber seu espaço, no que você se destaca. Por exemplo: em um grupo, tem o que entende mais de estilo, outro que entende mais de produção, o que entende de logística. É muito importante saber ouvir”, complementou Junior, enfatizando a colaboração. Carisma: A “Star Quality” Indispensável Ana Clara, por sua vez, identificou o carisma como o principal “star quality” em um reality show musical. Para ela, essa qualidade é inata e fundamental para a conexão com o público e para uma carreira de sucesso. “Acho que um grande diferencial é o carisma. É algo que não se ensina e que é muito importante, valorizado. Ter carisma é tudo”, afirmou a apresentadora, sublinhando o poder de atração pessoal. Dinâmica Semanal e Votação A programação de “Estrela da Casa” é intensa. As terças-feiras são dedicadas às apresentações ao vivo com plateia e à abertura da votação popular no Gshow. As quintas-feiras trazem mais shows e a temida noite de eliminação. Nas sextas-feiras, após as eliminações, os mentores Belo e Junior têm a tarefa de reorganizar os participantes em novas formações para os desafios da semana seguinte, mantendo a competição dinâmica e imprevisível. A votação popular no Gshow é mista, combinando 70% de voto único por CPF com 30% de voto da torcida. Os quatro mais votados de cada estilo (homem e mulher do pop, homem e mulher do pagode) garantem permanência automática, enquanto os mentores e a conselheira Anitta definem os demais. Semanalmente, um homem e uma mulher de cada gênero musical deixam a casa. Na reta final, a dinâmica muda, com o foco da votação passando para a representatividade dos grupos de cada estilo musical, culminando em uma final épica entre o pop e o pagode.

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Sósia de Vini Jr. recusa harmonização facial e revela convites para fofocas: ‘Sou o Vini já harmonizado’

Wagner William, sósia de Vini Jr., detalha sua vida e recusa procedimentos estéticos para manter a identidade. A semelhança de Wagner William com o jogador de futebol Vinícius Júnior, do Real Madrid, transformou sua vida. O que começou como uma brincadeira durante a Copa do Mundo de 2022, viralizou e o levou a deixar o emprego de garçom para viver exclusivamente de publicidade e monetização de suas redes sociais. Com mais de 8,5 milhões de seguidores somando suas plataformas, Wagner se tornou uma figura conhecida, mas faz questão de manter uma linha tênue entre seu personagem e a vida pessoal do atleta. Ele revelou ter recebido propostas para participar de programas de TV e inventar fofocas sobre o relacionamento de Vini Jr., mas sempre recusou. Recentemente, a dúvida sobre se Vini Jr. teria feito harmonização facial gerou burburinho. Essa situação influenciou diretamente Wagner, que recebeu diversos convites de clínicas estéticas para realizar o procedimento gratuitamente, além de receber pagamento. No entanto, ele optou por não alterar suas feições, brincando que “já era o Vini harmonizado”. As informações são do portal g1, que publicou uma série de entrevistas com sósias de jogadores de futebol. De garçom a influenciador: a ascensão do sósia de Vini Jr. Mineiro e torcedor fanático do Real Madrid, Wagner William começou a notar a semelhança com Vini Jr. em 2022. Um vídeo que ele gravou brincando com a situação se tornou viral, abrindo portas para uma nova carreira. Em poucos meses, ele já estava fechando contratos de publicidade com grandes marcas. Hoje, Wagner vive exclusivamente da sua imagem como sósia, o que lhe permitiu comprar um carro, mudar-se para São Paulo e proporcionar uma vida confortável para sua família. Ele destaca que ser sósia exige dedicação constante, com a necessidade de produzir conteúdo diariamente para manter o crescimento e os contratos. Recusa a polêmicas e convites inusitados Com a vida pessoal de Vini Jr. cada vez mais em evidência, especialmente após o relacionamento com a influenciadora Virginia se tornar público, Wagner William tem redobrado o cuidado para não se envolver em polêmicas. Ele afirma que recebe propostas para dar entrevistas se passando pelo jogador e inventando histórias sobre relacionamentos, mas que todas são recusadas. “Tomo cuidado de não falar da vida pessoal dele. Recebo propostas de canais para dar entrevista me passando por ele e inventando fofocas de relacionamento, mas recuso”, declarou Wagner ao g1. Ele também atua como dublê oficial de Vini Jr. em comerciais. Relação com Vini Jr.: proximidade virtual e respeito mútuo Apesar de não se conhecerem pessoalmente, Wagner William mantém um canal de comunicação com Vini Jr. através de amigos em comum e chamadas de vídeo. Ele conta que o jogador respeita seu trabalho como sósia, e em uma ocasião, durante a Copa do Mundo, chegou a conversar diretamente com Vini por vídeo chamada. “Nós somos muito próximos porque tenho muitos amigos em comum. Na Copa do Mundo encontrei várias vezes o irmão dele, fiz uma chamada de vídeo e pude falar com

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Viva Donato: Tributo Emocionante Revive a Sofisticação Musical do Gênio Brasileiro em Álbum Inédito

Álbum “Viva Donato” presta homenagem póstuma ao mestre da sofisticação musical brasileira, com participações de peso. Um tributo emocionante acaba de chegar para celebrar a obra inigualável de João Donato. O álbum “Viva Donato” reúne gravações inéditas de 15 músicas do compositor, arranjador e pianista, que nos deixou há três anos. O projeto conta com um elenco estelar, incluindo nomes como Joyce Moreno, João Bosco, Donatinho e Fernanda Abreu, que dão nova vida às canções. João Donato, um dos pilares da música brasileira, deixou um legado que transcende gêneros e rótulos. Sua obra, marcada por um balanço singular, funde a bossa brasileira com jazz e ritmos latinos, criando uma sonoridade única e sofisticada. O álbum “Viva Donato” se propõe a capturar essa essência, exigindo leveza e requinte dos intérpretes. Editado pelo Selo Sesc, o álbum apresenta arranjos de Dori Caymmi e Marcos Valle, e traz gravações que variam entre a beleza previsível e abordagens surpreendentes. Conforme informações divulgadas, o projeto foi gravado entre junho e julho de 2025, com músicos excepcionais, como o violoncelista Jaques Morelenbaum. O resultado é um mergulho profundo na genialidade de João Donato. Joyce Moreno Brilha em Interpretação Memorável Entre os destaques do álbum, a interpretação de Joyce Moreno em “Até quem sabe” (parceria com Lysias Ênio) é um dos pontos altos. A cantora acerta o tom exato da melancolia da canção, apresentada originalmente no álbum “Quem é quem” (1973), disco que marcou a estreia de Donato como cantor. O arranjo luxuoso e a performance de Joyce fazem desta faixa um momento especial. Do Bolero ao Samba, a Versatilidade de Donato em Evidência O álbum “Viva Donato” demonstra a incrível versatilidade do compositor. “Flor de maracujá”, por exemplo, ganha uma roupagem surpreendente com a guitarra baiana de Roberto Barreto. Já “Falta de ar”, cantada por Djavan, revela a sofisticação harmônica que une as obras dos dois artistas. O bolero “Simples carinho” é entregue ao pianista Antonio Adolfo, que evoca o clima dos bailes dos anos 1950. Novas Gerações e Legados Preservados A presença de Donatinho, filho de João Donato, em “Lua dourada (Leila VI)” adiciona um toque pessoal ao tributo. Ele ilumina o bolero com um groove à moda de Marcos Valle. Fernanda Abreu, por sua vez, encerra o álbum com a latiníssima “Nasci para bailar”, com um toque de funk e sabor caribenho, mostrando como a música de Donato continua a inspirar. Um Legado Que Transcende Gerações “Viva Donato” é mais do que um tributo, é uma celebração da obra atemporal de João Donato. Artistas como Gilberto Gil, Margareth Menezes, João Bosco e Ivan Lins contribuem com interpretações que honram a profundidade e a originalidade do compositor. O álbum, com cotação ★★★★, reafirma a importância de Donato na música brasileira. A sofisticação que marcou a carreira de João Donato, músico nascido com uma bossa própria que transcendeu até mesmo a bossa nova, é revivida em cada faixa. O álbum “Viva Donato” é um convite para redescobrir e se encantar com o legado de um dos

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Banda Varanda Lança Álbum com Título Gigante e Participação de Fernanda Takai: “Às vezes um sonho…”

Banda mineira Varanda lança “Às vezes um sonho…”, álbum com título monumental e participação especial de Fernanda Takai A banda mineira Varanda está prestes a lançar seu segundo álbum, intitulado “Às vezes um sonho pode ser um planeta inteiro ou uma canção ou uma cama com travesseiro de pluma de ganso ou um apagão ou a grande luz no meio desse grande túnel no qual estamos inegavelmente infalível incansavelmente passageiros”. Na prática, o disco, que chega ao mundo digital na próxima sexta-feira, 28 de agosto, será conhecido popularmente como “Às vezes um sonho…”. Este novo trabalho chega dois anos após o álbum de estreia “Beirada” (2024) e um ano após o EP “Rebarba” (2025). O álbum é composto por onze faixas inéditas, todas de autoria da própria banda, formada por Amélia do Carmo (voz), Augusto Vargas (baixo e voz), Bernardo Bara (bateria) e Mario Ricardo (guitarra). As gravações foram realizadas no estúdio YB, em São Paulo, com a produção musical de Fernando Rischbieter, que também assina a mixagem e masterização em parceria com Pedro Vinci. A informação foi divulgada pela banda. Fernanda Takai empresta sua voz a “Sereno” Um dos grandes destaques do álbum é a participação especial de Fernanda Takai, vocalista da renomada banda mineira Pato Fu. Ela divide os vocais com Amélia do Carmo na música “Sereno”, adicionando uma camada extra de emoção e melodia ao repertório. O álbum “Às vezes um sonho…” foi antecipado pelo single “Anjo de papel”, lançado em 14 de agosto, que já deu um gostinho do que o público pode esperar. Entre as faixas inéditas que compõem o disco, estão “Alameda Travessia”, “Caminho”, “Flecha”, “Riso solto”, “Labirinto” e a faixa-título. O sonho como fio condutor do repertório A proposta conceitual do álbum gira em torno do sonho, explorando suas diversas facetas e significados. A capa, com arte de Pietra Coelho, reflete essa atmosfera onírica, que permeia todas as composições. “Costurar todas essas músicas no espaço do sonho fez muito sentido quando olhamos para a amplitude das possibilidades de um sonho”, explica Amélia do Carmo, vocalista da Varanda. “O nome do álbum se fez num grande texto justamente para tentar abarcar essas muitas nuances da nossa perspectiva”. A cantora ressalta ainda a dualidade do sonhar: “Sonhar é também projetar, idealizar, viajar, fugir da realidade, pode ser bom ou ruim – o sonho pode ser o fio de esperança que te conecta com a realidade ou a nuvem que te carrega para bem longe dessa mesma realidade. Ser artista é caminhar por essa corda bamba, essa relação de amor e ódio com o sonho”. Um título que desafia convenções O título extenso e poético do álbum não é apenas uma escolha estética, mas uma forma de expressar a complexidade e a profundidade das temáticas abordadas nas músicas. Ele se propõe a ser um dos maiores títulos de discos da história do universo pop, convidando o ouvinte a mergulhar em um universo de reflexões e sentimentos. A banda Varanda, com “Às vezes um sonho…”, reafirma sua

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Oscar 2027: Conheça os 15 filmes brasileiros na disputa para representar o país na categoria Melhor Filme Internacional

Academia Brasileira de Cinema revela lista de filmes que concorrem à vaga para o Oscar 2027 A corrida para representar o Brasil na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2027 já começou. A Academia Brasileira de Cinema divulgou nesta segunda-feira, 24 de junho, os nomes dos 15 filmes que disputam a honra de levar as cores do país para uma das premiações mais prestigiadas do cinema mundial. A seleção promete agitar os amantes da sétima arte. A expectativa agora se volta para as próximas etapas do processo de escolha. A lista inicial de 15 longas-metragens passará por um filtro decisivo em breve. A Comissão de Seleção terá a tarefa de reduzir este número para definir quem realmente terá a chance de concorrer à indicação brasileira. O suspense aumentará à medida que as datas se aproximam. O anúncio do filme que será o representante oficial do Brasil no Oscar 2027 está marcado para meados de setembro, gerando grande expectativa em toda a indústria cinematográfica nacional. A informação foi divulgada pela Academia Brasileira de Cinema. Próximas Etapas da Seleção para o Oscar A jornada para definir o representante brasileiro no Oscar 2027 é meticulosa. Após a divulgação dos 15 concorrentes, a **Comissão de Seleção** da Academia Brasileira de Cinema tem um novo compromisso agendado para o dia 9 de setembro. Nesta data, eles selecionarão um grupo menor de filmes que seguirão na disputa. Serão escolhidos seis filmes que avançam para a próxima fase eliminatória. Essa etapa é crucial, pois definirá os finalistas que ainda têm esperança de conquistar a vaga para o Brasil. A decisão da comissão é um passo fundamental no processo de seleção. Anúncio do Filme Escolhido: Save the Date! A data que todos aguardam com ansiedade já foi definida. Em **16 de setembro**, será revelado o nome do filme que terá a árdua, mas honrosa, missão de representar o Brasil na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2027. A expectativa é alta para saber qual obra cinematográfica conquistará essa vaga tão disputada. A lista completa dos filmes que estão na disputa é composta por títulos diversos, refletindo a riqueza e a pluralidade do cinema brasileiro. Entre os selecionados estão “100 Dias”, de Carlos Saldanha; “A Conspiração Condor”, de André Sturm; “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai; e “A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo. Estes são apenas alguns dos nomes que buscam o reconhecimento internacional. A Diversidade do Cinema Brasileiro na Disputa A lista divulgada pela Academia Brasileira de Cinema demonstra a força e a variedade de gêneros e estilos presentes na produção nacional. Outros filmes que também integram esta corrida incluem “Ato Noturno”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher; “Cinco Tipos de Medo”, de Bruno Bini; e “Dolores”, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes. Cada um com sua proposta artística única. A competição segue acirrada com produções como “Feito Pipa”, de Allan Deberton; “Herança de Narcisa”, de Clarissa Appelt e Daniel Dias; e “Nosso Segredo”, de Grace Passô. A diversidade de diretores

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Larissa Manoela Fora de Cinebiografia de Carmen Miranda: Atriz Revela Motivo e Diretor Tomou a Decisão

Larissa Manoela não interpretará mais Carmen Miranda nos cinemas após decisão do diretor do filme A atriz Larissa Manoela anunciou nesta segunda-feira (24) que não fará mais parte do elenco do longa-metragem “Pra Você Gostar de Mim”, que tinha como objetivo retratar a vida da icônica cantora Carmen Miranda. Em uma publicação nas redes sociais, a artista explicou que a decisão de sua saída do projeto partiu do diretor da obra, Bruno Barreto. A notícia pegou os fãs de surpresa, visto que Larissa já estava confirmada no papel principal. Segundo o comunicado divulgado, a equipe da atriz e seu marido, André Luiz Frambach, que também havia sido convidado para o filme, já haviam reservado suas agendas para as gravações. Conforme informação divulgada pela atriz, a decisão de Larissa Manoela de não seguir no projeto partiu do diretor do filme, que, ao tomar conhecimento de que outro projeto dedicado a Carmen Miranda estava sendo produzido, optou por antecipar as filmagens, mesmo sabendo que a atriz já possuía compromissos profissionais previamente assumidos para as novas datas. Mudança de planos e agenda da atriz Larissa Manoela afirmou que chegou a receber uma sugestão para que readequasse seus compromissos profissionais, mas isso não foi possível devido aos acordos já estabelecidos. A atriz, que interpretaria Carmen Miranda, ressaltou que a mudança de datas das filmagens inviabilizou sua participação. Nota oficial e agradecimentos A nota oficial divulgada pela equipe de Larissa Manoela conclui com uma declaração da atriz: “Larissa Manoela lamenta não seguir no filme, mas mantém a certeza de ter agido com responsabilidade, respeito e coerência com os profissionais envolvidos em todos os projetos e, principalmente, com o público”. O filme “Pra Você Gostar de Mim” O longa, cujo nome faz alusão ao subtítulo do primeiro sucesso de Carmen Miranda, “Taí” (1930), é baseado na biografia escrita por Ruy Castro. O roteiro do filme se concentraria na trajetória de Maria do Carmo Miranda da Cunha (9 de fevereiro de 1909 – 5 de agosto de 1955) nos Estados Unidos, onde a artista se consagrou internacionalmente. Carmen Miranda, um ícone brasileiro Carmen Miranda é uma das figuras mais emblemáticas da cultura brasileira, conhecida por sua energia contagiante no palco, seus figurinos exuberantes e, claro, seus chapéus de frutas. Sua carreira meteórica a levou de Portugal ao Brasil e, posteriormente, a Hollywood, onde se tornou um símbolo de brasilidade para o mundo.

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Kleiton, Kledir e Vitor Ramil: O Trio Que Encanta o Rio com Trio de Emoções e Tradições Gaúchas

Kleiton, Kledir e Vitor Ramil: A Magia de Três Vozes em Harmonia no Rio de Janeiro No último sábado, 22 de agosto, a casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro, foi palco de um encontro musical emocionante e inigualável. Kleiton, Kledir e Vitor Ramil, expoentes da renomada família gaúcha, apresentaram seu show homônimo, reunindo fãs e críticos em uma noite que celebrou a rica tradição musical do clã. O espetáculo, que já percorre o país desde 2025, chega à capital fluminense antes de ser eternizado em um álbum audiovisual, com lançamento previsto para outubro pela gravadora Biscoito Fino. A apresentação no Rio de Janeiro reafirmou o poder da união desses três talentosos irmãos, cada um com sua trajetória singular, mas unidos por um elo musical inquebrável. A dinâmica entre o som mais extrovertido de Kleiton & Kledir e a poética mais introspectiva de Vitor Ramil criou uma atmosfera única, onde a plateia pôde mergulhar em um universo de emoções e memórias afetivas. Conforme informações divulgadas, o show é um verdadeiro relicário de paixões, lembranças e tradições, demonstrando a força da unidade familiar através da música. A Dinastia Ramil: Mais Que Música, Uma Tradição Familiar A família Ramil, originária de Pelotas (RS), é conhecida por sua prolífica descendência musical, que já se apresentou em conjunto no show “Casa Ramil” em 2018. No entanto, o espetáculo “Kleiton, Kledir & Vitor Ramil” tem um charme especial por focar unicamente na interação dos três irmãos mais célebres. Kleiton & Kledir, que ganharam projeção como dupla a partir de 1979, conquistaram o Brasil com um som pop influenciado pela música gaúcha, mas sem cair no folclore. Vitor, o irmão caçula, trilhou um caminho mais particular, cultuado em nichos da MPB por criar um universo lírico centrado na fictícia Satolep, um anagrama de Pelotas, com uma estética fria e poética, onde as “ramilongas” ganham vida. Harmonia de Estilos: A Interação Que Conquista o Público O grande trunfo do show “Kleiton, Kledir & Vitor Ramil” reside na inteligente e emocionante interação entre os estilos distintos dos irmãos. Todos cantam juntos a maior parte do tempo, alternando solos e harmonias que cativam a plateia. Um dos momentos de destaque foi a interpretação de “Joquim”, uma poderosa canção de Bob Dylan e Jacques Levy, com a versão em português de Vitor Ramil. A coragem de apresentar a saga trágica de “Joquim” no bis, com Kleiton e Kledir fazendo coro, demonstrou a entrega dos artistas. Para finalizar, o hit “Deu pra ti”, de Kleiton & Kledir, incendiou o público com sua energia contagiante. Um Repertório Afetivo Que Toca o Coração O roteiro do show, conciso e coeso, reuniu 17 músicas que representam o suprassumo do cancioneiro dos irmãos. Sucessos como “Fonte da saudade” e “Nem pensar” emocionaram o público, que também pôde reviver “Grama verde” e o tema instrumental “Couvert artístico”, este último marcando a abertura, como é tradição da dupla Kleiton & Kledir. A interação entre os irmãos foi evidenciada em momentos como a participação de Kleiton e Kledir

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Anitta na “Equilibrium Tour”: De Larissa a ícone pop, a cantora une fé, funk e alma em show histórico no Rio

Anitta encanta em “Equilibrium Tour” mesclando espiritualidade e batidão no Rio de Janeiro A cantora Anitta demonstrou uma faceta multifacetada em sua recente apresentação da “Equilibrium Tour” em Niterói, no Rio de Janeiro. O show, que aconteceu no dia 22 de agosto, celebrou a união entre a essência pessoal de Larissa, seu nome de batismo, e a artista globalmente reconhecida. A turnê, que percorreu cinco cidades brasileiras neste mês de agosto, propôs uma experiência estética que transita entre o zen e o energético. Anitta conseguiu harmonizar os anseios espirituais com a energia contagiante de seus sucessos, cativando o público presente e os espectadores da transmissão ao vivo. Conforme divulgado pela crítica especializada, a apresentação em Niterói evidenciou a habilidade de Anitta em transitar por diferentes universos musicais e emocionais, reafirmando sua versatilidade e conexão com seu público. A performance foi acompanhada via Globoplay e canal Multishow. A jornada espiritual e o ijexá em “Equilibrium” O show “Equilibrium” iniciou sua trajetória com um primeiro ato profundamente enraizado em temas de inspiração afro-brasileira. A plateia acompanhou com fervor a proposta espiritualizada de Anitta, evidenciando a forte conexão com suas raízes e crenças. Um dos momentos de maior destaque foi a interpretação do ijexá “É d’Oxum”, de Gerônimo Santana e Vevé Calazans. A cantora também reafirmou a força de composições próprias que celebram a fé, os orixás e os santos, como “Bemba” e “Ogum me rodeia”, esta última com a participação especial da recitação de Maria Bethânia. Do forró ao R&B, a sedução do repertório de Anitta A “Equilibrium Tour” também explorou outros gêneros musicais, mostrando a amplitude do repertório de Anitta. O refrão da música forrozeira “Eu não sou santa” demonstrou ter o poder de cativar até mesmo quem não se identifica com o gênero. O R&B romântico “Caso de amor”, presente no primeiro volume do álbum “Equilibrium”, também foi um ponto alto, comprovando o alto poder de sedução das canções escolhidas pela artista para a turnê. Anitta provou que sua habilidade de conquista vai além do funk. O batidão que domina o palco e a alma Apesar da atmosfera zen e espiritual, a Anitta dos bailes não deixou de se fazer presente. O quarto e último ato do show foi dominado pelo funk, com hits energéticos como “Você já sabe”, “Choka choka”, “Meia noite” e o arrebatador “Okê”. Este último, um funk de inspiração indígena, foi cantado duas vezes a pedido do público, demonstrando a força e o apelo das músicas mais dançantes de seu repertório. A energia do batidão carioca, que consagrou Anitta mundialmente, tomou conta do Caminho Niemeyer. Um show ritualístico e de cores vibrantes Com bailarinos, ritmistas e projeções visuais impactantes, Anitta transformou a “Equilibrium Tour” em um verdadeiro show ritualístico. A apresentação buscou atrair e envolver o público através de uma mistura de ijexás, reggaes, sambas e funks. As cores vibrantes dominaram o palco, equilibrando tons de amarelo e vermelho, mas também abrindo espaço para a serenidade da canção “Azul”, de Djavan, em sua versão em espanhol.

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Morre Tomás Improta: O Virtuoso Pianista que Uniu Jazz e MPB e Deixou um Legado Inesquecível na Música Brasileira

Morre Tomás Improta, virtuoso pianista que transitou entre o jazz e a MPB, aos 77 anos O mundo da música brasileira está de luto com o falecimento do pianista, compositor e arranjador Tomás Improta França, que se apresentava artisticamente como Tomás Improta. Ele faleceu neste domingo, 23 de agosto, aos 77 anos, em decorrência de complicações de um câncer de garganta. A notícia interrompe a rica trajetória de um dos músicos mais talentosos e prestigiados do país, que completaria 78 anos no próximo mês. Tomás Improta era reconhecido por sua **extrema musicalidade**, demonstrada desde a infância. Sua carreira, que abrangeu 56 anos, foi marcada pela **versatilidade**, navegando com maestria entre os universos do jazz e da Música Popular Brasileira (MPB), gêneros que abraçou ainda nos anos 1960. Além de sua habilidade no piano, Improta também se destacou como compositor, arranjador e professor, além de ter escrito livros sobre teoria musical. O corpo do artista será velado e cremado amanhã, segunda-feira, 24 de agosto, no Crematório da Penitência, no Caju. A partida de Improta deixa uma lacuna no cenário musical, mas seu legado, construído em inúmeras colaborações e em sua discografia solo, continuará a inspirar gerações. Conforme informação divulgada em obituário, a morte de Tomás Improta encerra a jornada de um músico de imensa importância para a música brasileira. Um Músico de Múltiplas Faces: Do Jazz à MPB com Maestria Ao longo de sua extensa carreira, Tomás Improta teve a oportunidade de tocar em discos e shows ao lado de alguns dos **maiores nomes da MPB**. Sua presença marcante no piano enriqueceu trabalhos de artistas como Chico Buarque, Djavan, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia, entre muitos outros. Essa colaboração constante com a nata da música brasileira solidificou sua reputação como um músico de confiança e talento excepcional. Paralelamente à sua atuação como músico acompanhante, Improta construiu uma **discografia solo** muito apreciada no nicho da música instrumental. Seus álbuns solo demonstram a profundidade de sua pesquisa e a originalidade de suas composições, consolidando-o como um artista completo e com uma visão musical singular. Colaboração com Caetano Veloso e Legado Solo Um dos momentos marcantes na trajetória de Tomás Improta foi sua participação em **A Outra Banda da Terra**, grupo formado por Caetano Veloso no final de 1977. Com essa banda, Improta contribuiu para álbuns icônicos de Caetano, como “Muito (Dentro da estrela azulada)” (1978), “Cinema transcendental” (1979), “Outras palavras” (1981), “Cores, nomes” (1982) e “Uns” (1983). Caetano Veloso, emocionado, prestou uma **homenagem nas redes sociais**, descrevendo o piano de Improta como “totalmente solto mas misteriosamente ligado com o que me vinha à cabeça em cada momento de show”. Na sua discografia solo, Tomás Improta presenteou o público com álbuns notáveis, incluindo “Tear” (1992), “Bartok jazz” (1995), “Certas mulheres” (1998), “Dorival – Tomás Improta interpreta Dorival Caymmi” (2002), “A volta de Alice” (2015) e “Olha pro céu” (2017). Uma parceria especial também resultou no álbum “Andrea Ernest Dias, flauta – Tomás Improta, piano” (2005), evidenciando a versatilidade e a capacidade de

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Pernambulô agita o cenário musical com ‘Baque Irado’: a fusão explosiva de percussão, beats e rock pernambucano

Pernambulô lança “Baque Irado”, álbum que une a alma de Pernambuco à força do rock com percussão e beats marcantes. A cena musical pernambucana ganha um novo fôlego com o lançamento de “Baque Irado”, o aguardado primeiro álbum da banda Pernambulô. O trabalho, que chega em 4 de setembro, é uma celebração da rica cultura rítmica do estado, mesclada à vivacidade da cultura urbana do Recife e à energia contagiante do rock. Formado por Dio Santos (voz), Leo D (sintetizadores e programações) e Márcio Alencar (baixo), o trio Pernambulô apresenta um repertório autoral com 10 faixas inéditas. A proposta da banda é clara: amalgamar as batidas e ritmos da cultura popular pernambucana, especialmente das periferias do Recife, com a potência do rock, seguindo a trilha de grandes nomes como Alceu Valença, Lenine e o movimento Manguebeat. O álbum “Baque Irado” foi moldado com uma assinatura sonora distintiva, onde a percussão se encontra de forma orgânica com beats eletrônicos, criando uma paisagem sonora única e envolvente. Essa fusão é um dos pilares que definem a identidade do grupo, originado do bloco de carnaval de mesmo nome. Faixas que prometem agitar o público Entre as 10 músicas que compõem “Baque Irado”, algumas já foram previamente apresentadas em formato de single, como “Caboclo”, “Capibaribe”, “Hino de Pernambuco” e a vibrante “Pedra de Badoque”, que já antecipava a vibe roqueira do projeto. O disco traz ainda novidades como a pulsante “Bala Perdida”, a contagiante “Beira de Mar”, a reflexiva “Conto Cotidiano” e a misteriosa “Quiprocó”. Um dos destaques é “Carnavalizô”, um instrumental de apenas um minuto que encapsula perfeitamente o espírito folião e a energia da banda. A força da tradição com a modernidade sonora A sonoridade de “Baque Irado” se destaca pela habilidade do Pernambulô em tecer elementos tradicionais da música pernambucana com a produção moderna. A percussão, elemento central da cultura local, ganha novas texturas ao dialogar com sintetizadores e programações eletrônicas, resultando em faixas que são ao mesmo tempo familiares e inovadoras. A banda busca inspiração nos sons que ecoam pelas ruas do Recife, desde os ritmos mais tradicionais até as batidas que embalam a vida noturna e os blocos de carnaval. Essa mistura se reflete em cada música, criando uma experiência auditiva que celebra a diversidade e a criatividade de Pernambuco. “Baque Irado” e o legado do Manguebeat O projeto “Baque Irado” se insere em um contexto musical rico, dialogando com a herança de movimentos como o Manguebeat, que revolucionou a música brasileira ao misturar regionalismo com influências globais. Pernambulô carrega essa bandeira com originalidade, adicionando sua própria visão a essa fórmula de sucesso. A banda demonstra maestria ao equilibrar a sofisticação das arranjos com a crueza e a energia que são a marca registrada do rock e da música de raiz. O resultado é um álbum que promete conquistar tanto os fãs de longa data quanto um novo público, seduzido pela mistura envolvente de percussão, beats e a alma pulsante de Pernambuco. Conforme informações divulgadas sobre o lançamento, “Baque

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Belo, Junior e Ana Clara Revelam os Segredos do “Estrela da Casa”: O Que Define o Participante Ideal?

Reality “Estrela da Casa” estreia com foco em qualidades além do canto, segundo Belo, Junior e Ana Clara A nova temporada do reality show “Estrela da Casa” começa nesta terça-feira, 25 de junho, prometendo uma dinâmica inovadora. Com 32 participantes divididos nos universos do pagode e do pop, a competição vai além da voz, buscando características essenciais para o sucesso na indústria musical. A apresentadora Ana Clara, ao lado dos mentores Belo (pagode) e Junior (pop), compartilhou insights valiosos sobre o que realmente diferencia os competidores. Em uma entrevista coletiva, os artistas destacaram que a habilidade vocal, embora importante, já não é o principal fator de desempate. “Todos que estão aqui cantam bem. Saber cantar já não é mais um critério tão importante. Eu já disse para eles: ‘Você canta muito, você é afinado(a), mas não é mais sobre isso’”, explicou Belo, ressaltando a necessidade de outras competências. O Diferencial Além do Talento Vocal Com todos os participantes possuindo uma base sólida em canto, a questão que se impõe é: o que os fará se destacar em “Estrela da Casa”? Junior aponta a importância do trabalho em equipe e da autoconsciência dentro do grupo. “Como teremos a dinâmica de grupos, é importante também saber seu espaço, no que você se destaca. Por exemplo: em um grupo, tem o que entende mais de estilo, outro que entende mais de produção, o que entende de logística. É muito importante saber ouvir”, complementou Junior, enfatizando a colaboração. Carisma: A “Star Quality” Indispensável Ana Clara, por sua vez, identificou o carisma como o principal “star quality” em um reality show musical. Para ela, essa qualidade é inata e fundamental para a conexão com o público e para uma carreira de sucesso. “Acho que um grande diferencial é o carisma. É algo que não se ensina e que é muito importante, valorizado. Ter carisma é tudo”, afirmou a apresentadora, sublinhando o poder de atração pessoal. Dinâmica Semanal e Votação A programação de “Estrela da Casa” é intensa. As terças-feiras são dedicadas às apresentações ao vivo com plateia e à abertura da votação popular no Gshow. As quintas-feiras trazem mais shows e a temida noite de eliminação. Nas sextas-feiras, após as eliminações, os mentores Belo e Junior têm a tarefa de reorganizar os participantes em novas formações para os desafios da semana seguinte, mantendo a competição dinâmica e imprevisível. A votação popular no Gshow é mista, combinando 70% de voto único por CPF com 30% de voto da torcida. Os quatro mais votados de cada estilo (homem e mulher do pop, homem e mulher do pagode) garantem permanência automática, enquanto os mentores e a conselheira Anitta definem os demais. Semanalmente, um homem e uma mulher de cada gênero musical deixam a casa. Na reta final, a dinâmica muda, com o foco da votação passando para a representatividade dos grupos de cada estilo musical, culminando em uma final épica entre o pop e o pagode.

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Sósia de Vini Jr. recusa harmonização facial e revela convites para fofocas: ‘Sou o Vini já harmonizado’

Wagner William, sósia de Vini Jr., detalha sua vida e recusa procedimentos estéticos para manter a identidade. A semelhança de Wagner William com o jogador de futebol Vinícius Júnior, do Real Madrid, transformou sua vida. O que começou como uma brincadeira durante a Copa do Mundo de 2022, viralizou e o levou a deixar o emprego de garçom para viver exclusivamente de publicidade e monetização de suas redes sociais. Com mais de 8,5 milhões de seguidores somando suas plataformas, Wagner se tornou uma figura conhecida, mas faz questão de manter uma linha tênue entre seu personagem e a vida pessoal do atleta. Ele revelou ter recebido propostas para participar de programas de TV e inventar fofocas sobre o relacionamento de Vini Jr., mas sempre recusou. Recentemente, a dúvida sobre se Vini Jr. teria feito harmonização facial gerou burburinho. Essa situação influenciou diretamente Wagner, que recebeu diversos convites de clínicas estéticas para realizar o procedimento gratuitamente, além de receber pagamento. No entanto, ele optou por não alterar suas feições, brincando que “já era o Vini harmonizado”. As informações são do portal g1, que publicou uma série de entrevistas com sósias de jogadores de futebol. De garçom a influenciador: a ascensão do sósia de Vini Jr. Mineiro e torcedor fanático do Real Madrid, Wagner William começou a notar a semelhança com Vini Jr. em 2022. Um vídeo que ele gravou brincando com a situação se tornou viral, abrindo portas para uma nova carreira. Em poucos meses, ele já estava fechando contratos de publicidade com grandes marcas. Hoje, Wagner vive exclusivamente da sua imagem como sósia, o que lhe permitiu comprar um carro, mudar-se para São Paulo e proporcionar uma vida confortável para sua família. Ele destaca que ser sósia exige dedicação constante, com a necessidade de produzir conteúdo diariamente para manter o crescimento e os contratos. Recusa a polêmicas e convites inusitados Com a vida pessoal de Vini Jr. cada vez mais em evidência, especialmente após o relacionamento com a influenciadora Virginia se tornar público, Wagner William tem redobrado o cuidado para não se envolver em polêmicas. Ele afirma que recebe propostas para dar entrevistas se passando pelo jogador e inventando histórias sobre relacionamentos, mas que todas são recusadas. “Tomo cuidado de não falar da vida pessoal dele. Recebo propostas de canais para dar entrevista me passando por ele e inventando fofocas de relacionamento, mas recuso”, declarou Wagner ao g1. Ele também atua como dublê oficial de Vini Jr. em comerciais. Relação com Vini Jr.: proximidade virtual e respeito mútuo Apesar de não se conhecerem pessoalmente, Wagner William mantém um canal de comunicação com Vini Jr. através de amigos em comum e chamadas de vídeo. Ele conta que o jogador respeita seu trabalho como sósia, e em uma ocasião, durante a Copa do Mundo, chegou a conversar diretamente com Vini por vídeo chamada. “Nós somos muito próximos porque tenho muitos amigos em comum. Na Copa do Mundo encontrei várias vezes o irmão dele, fiz uma chamada de vídeo e pude falar com

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Viva Donato: Tributo Emocionante Revive a Sofisticação Musical do Gênio Brasileiro em Álbum Inédito

Álbum “Viva Donato” presta homenagem póstuma ao mestre da sofisticação musical brasileira, com participações de peso. Um tributo emocionante acaba de chegar para celebrar a obra inigualável de João Donato. O álbum “Viva Donato” reúne gravações inéditas de 15 músicas do compositor, arranjador e pianista, que nos deixou há três anos. O projeto conta com um elenco estelar, incluindo nomes como Joyce Moreno, João Bosco, Donatinho e Fernanda Abreu, que dão nova vida às canções. João Donato, um dos pilares da música brasileira, deixou um legado que transcende gêneros e rótulos. Sua obra, marcada por um balanço singular, funde a bossa brasileira com jazz e ritmos latinos, criando uma sonoridade única e sofisticada. O álbum “Viva Donato” se propõe a capturar essa essência, exigindo leveza e requinte dos intérpretes. Editado pelo Selo Sesc, o álbum apresenta arranjos de Dori Caymmi e Marcos Valle, e traz gravações que variam entre a beleza previsível e abordagens surpreendentes. Conforme informações divulgadas, o projeto foi gravado entre junho e julho de 2025, com músicos excepcionais, como o violoncelista Jaques Morelenbaum. O resultado é um mergulho profundo na genialidade de João Donato. Joyce Moreno Brilha em Interpretação Memorável Entre os destaques do álbum, a interpretação de Joyce Moreno em “Até quem sabe” (parceria com Lysias Ênio) é um dos pontos altos. A cantora acerta o tom exato da melancolia da canção, apresentada originalmente no álbum “Quem é quem” (1973), disco que marcou a estreia de Donato como cantor. O arranjo luxuoso e a performance de Joyce fazem desta faixa um momento especial. Do Bolero ao Samba, a Versatilidade de Donato em Evidência O álbum “Viva Donato” demonstra a incrível versatilidade do compositor. “Flor de maracujá”, por exemplo, ganha uma roupagem surpreendente com a guitarra baiana de Roberto Barreto. Já “Falta de ar”, cantada por Djavan, revela a sofisticação harmônica que une as obras dos dois artistas. O bolero “Simples carinho” é entregue ao pianista Antonio Adolfo, que evoca o clima dos bailes dos anos 1950. Novas Gerações e Legados Preservados A presença de Donatinho, filho de João Donato, em “Lua dourada (Leila VI)” adiciona um toque pessoal ao tributo. Ele ilumina o bolero com um groove à moda de Marcos Valle. Fernanda Abreu, por sua vez, encerra o álbum com a latiníssima “Nasci para bailar”, com um toque de funk e sabor caribenho, mostrando como a música de Donato continua a inspirar. Um Legado Que Transcende Gerações “Viva Donato” é mais do que um tributo, é uma celebração da obra atemporal de João Donato. Artistas como Gilberto Gil, Margareth Menezes, João Bosco e Ivan Lins contribuem com interpretações que honram a profundidade e a originalidade do compositor. O álbum, com cotação ★★★★, reafirma a importância de Donato na música brasileira. A sofisticação que marcou a carreira de João Donato, músico nascido com uma bossa própria que transcendeu até mesmo a bossa nova, é revivida em cada faixa. O álbum “Viva Donato” é um convite para redescobrir e se encantar com o legado de um dos

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Banda Varanda Lança Álbum com Título Gigante e Participação de Fernanda Takai: “Às vezes um sonho…”

Banda mineira Varanda lança “Às vezes um sonho…”, álbum com título monumental e participação especial de Fernanda Takai A banda mineira Varanda está prestes a lançar seu segundo álbum, intitulado “Às vezes um sonho pode ser um planeta inteiro ou uma canção ou uma cama com travesseiro de pluma de ganso ou um apagão ou a grande luz no meio desse grande túnel no qual estamos inegavelmente infalível incansavelmente passageiros”. Na prática, o disco, que chega ao mundo digital na próxima sexta-feira, 28 de agosto, será conhecido popularmente como “Às vezes um sonho…”. Este novo trabalho chega dois anos após o álbum de estreia “Beirada” (2024) e um ano após o EP “Rebarba” (2025). O álbum é composto por onze faixas inéditas, todas de autoria da própria banda, formada por Amélia do Carmo (voz), Augusto Vargas (baixo e voz), Bernardo Bara (bateria) e Mario Ricardo (guitarra). As gravações foram realizadas no estúdio YB, em São Paulo, com a produção musical de Fernando Rischbieter, que também assina a mixagem e masterização em parceria com Pedro Vinci. A informação foi divulgada pela banda. Fernanda Takai empresta sua voz a “Sereno” Um dos grandes destaques do álbum é a participação especial de Fernanda Takai, vocalista da renomada banda mineira Pato Fu. Ela divide os vocais com Amélia do Carmo na música “Sereno”, adicionando uma camada extra de emoção e melodia ao repertório. O álbum “Às vezes um sonho…” foi antecipado pelo single “Anjo de papel”, lançado em 14 de agosto, que já deu um gostinho do que o público pode esperar. Entre as faixas inéditas que compõem o disco, estão “Alameda Travessia”, “Caminho”, “Flecha”, “Riso solto”, “Labirinto” e a faixa-título. O sonho como fio condutor do repertório A proposta conceitual do álbum gira em torno do sonho, explorando suas diversas facetas e significados. A capa, com arte de Pietra Coelho, reflete essa atmosfera onírica, que permeia todas as composições. “Costurar todas essas músicas no espaço do sonho fez muito sentido quando olhamos para a amplitude das possibilidades de um sonho”, explica Amélia do Carmo, vocalista da Varanda. “O nome do álbum se fez num grande texto justamente para tentar abarcar essas muitas nuances da nossa perspectiva”. A cantora ressalta ainda a dualidade do sonhar: “Sonhar é também projetar, idealizar, viajar, fugir da realidade, pode ser bom ou ruim – o sonho pode ser o fio de esperança que te conecta com a realidade ou a nuvem que te carrega para bem longe dessa mesma realidade. Ser artista é caminhar por essa corda bamba, essa relação de amor e ódio com o sonho”. Um título que desafia convenções O título extenso e poético do álbum não é apenas uma escolha estética, mas uma forma de expressar a complexidade e a profundidade das temáticas abordadas nas músicas. Ele se propõe a ser um dos maiores títulos de discos da história do universo pop, convidando o ouvinte a mergulhar em um universo de reflexões e sentimentos. A banda Varanda, com “Às vezes um sonho…”, reafirma sua

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Oscar 2027: Conheça os 15 filmes brasileiros na disputa para representar o país na categoria Melhor Filme Internacional

Academia Brasileira de Cinema revela lista de filmes que concorrem à vaga para o Oscar 2027 A corrida para representar o Brasil na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2027 já começou. A Academia Brasileira de Cinema divulgou nesta segunda-feira, 24 de junho, os nomes dos 15 filmes que disputam a honra de levar as cores do país para uma das premiações mais prestigiadas do cinema mundial. A seleção promete agitar os amantes da sétima arte. A expectativa agora se volta para as próximas etapas do processo de escolha. A lista inicial de 15 longas-metragens passará por um filtro decisivo em breve. A Comissão de Seleção terá a tarefa de reduzir este número para definir quem realmente terá a chance de concorrer à indicação brasileira. O suspense aumentará à medida que as datas se aproximam. O anúncio do filme que será o representante oficial do Brasil no Oscar 2027 está marcado para meados de setembro, gerando grande expectativa em toda a indústria cinematográfica nacional. A informação foi divulgada pela Academia Brasileira de Cinema. Próximas Etapas da Seleção para o Oscar A jornada para definir o representante brasileiro no Oscar 2027 é meticulosa. Após a divulgação dos 15 concorrentes, a **Comissão de Seleção** da Academia Brasileira de Cinema tem um novo compromisso agendado para o dia 9 de setembro. Nesta data, eles selecionarão um grupo menor de filmes que seguirão na disputa. Serão escolhidos seis filmes que avançam para a próxima fase eliminatória. Essa etapa é crucial, pois definirá os finalistas que ainda têm esperança de conquistar a vaga para o Brasil. A decisão da comissão é um passo fundamental no processo de seleção. Anúncio do Filme Escolhido: Save the Date! A data que todos aguardam com ansiedade já foi definida. Em **16 de setembro**, será revelado o nome do filme que terá a árdua, mas honrosa, missão de representar o Brasil na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2027. A expectativa é alta para saber qual obra cinematográfica conquistará essa vaga tão disputada. A lista completa dos filmes que estão na disputa é composta por títulos diversos, refletindo a riqueza e a pluralidade do cinema brasileiro. Entre os selecionados estão “100 Dias”, de Carlos Saldanha; “A Conspiração Condor”, de André Sturm; “A Fabulosa Máquina do Tempo”, de Eliza Capai; e “A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo. Estes são apenas alguns dos nomes que buscam o reconhecimento internacional. A Diversidade do Cinema Brasileiro na Disputa A lista divulgada pela Academia Brasileira de Cinema demonstra a força e a variedade de gêneros e estilos presentes na produção nacional. Outros filmes que também integram esta corrida incluem “Ato Noturno”, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher; “Cinco Tipos de Medo”, de Bruno Bini; e “Dolores”, de Maria Clara Escobar e Marcelo Gomes. Cada um com sua proposta artística única. A competição segue acirrada com produções como “Feito Pipa”, de Allan Deberton; “Herança de Narcisa”, de Clarissa Appelt e Daniel Dias; e “Nosso Segredo”, de Grace Passô. A diversidade de diretores

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Larissa Manoela Fora de Cinebiografia de Carmen Miranda: Atriz Revela Motivo e Diretor Tomou a Decisão

Larissa Manoela não interpretará mais Carmen Miranda nos cinemas após decisão do diretor do filme A atriz Larissa Manoela anunciou nesta segunda-feira (24) que não fará mais parte do elenco do longa-metragem “Pra Você Gostar de Mim”, que tinha como objetivo retratar a vida da icônica cantora Carmen Miranda. Em uma publicação nas redes sociais, a artista explicou que a decisão de sua saída do projeto partiu do diretor da obra, Bruno Barreto. A notícia pegou os fãs de surpresa, visto que Larissa já estava confirmada no papel principal. Segundo o comunicado divulgado, a equipe da atriz e seu marido, André Luiz Frambach, que também havia sido convidado para o filme, já haviam reservado suas agendas para as gravações. Conforme informação divulgada pela atriz, a decisão de Larissa Manoela de não seguir no projeto partiu do diretor do filme, que, ao tomar conhecimento de que outro projeto dedicado a Carmen Miranda estava sendo produzido, optou por antecipar as filmagens, mesmo sabendo que a atriz já possuía compromissos profissionais previamente assumidos para as novas datas. Mudança de planos e agenda da atriz Larissa Manoela afirmou que chegou a receber uma sugestão para que readequasse seus compromissos profissionais, mas isso não foi possível devido aos acordos já estabelecidos. A atriz, que interpretaria Carmen Miranda, ressaltou que a mudança de datas das filmagens inviabilizou sua participação. Nota oficial e agradecimentos A nota oficial divulgada pela equipe de Larissa Manoela conclui com uma declaração da atriz: “Larissa Manoela lamenta não seguir no filme, mas mantém a certeza de ter agido com responsabilidade, respeito e coerência com os profissionais envolvidos em todos os projetos e, principalmente, com o público”. O filme “Pra Você Gostar de Mim” O longa, cujo nome faz alusão ao subtítulo do primeiro sucesso de Carmen Miranda, “Taí” (1930), é baseado na biografia escrita por Ruy Castro. O roteiro do filme se concentraria na trajetória de Maria do Carmo Miranda da Cunha (9 de fevereiro de 1909 – 5 de agosto de 1955) nos Estados Unidos, onde a artista se consagrou internacionalmente. Carmen Miranda, um ícone brasileiro Carmen Miranda é uma das figuras mais emblemáticas da cultura brasileira, conhecida por sua energia contagiante no palco, seus figurinos exuberantes e, claro, seus chapéus de frutas. Sua carreira meteórica a levou de Portugal ao Brasil e, posteriormente, a Hollywood, onde se tornou um símbolo de brasilidade para o mundo.

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Kleiton, Kledir e Vitor Ramil: O Trio Que Encanta o Rio com Trio de Emoções e Tradições Gaúchas

Kleiton, Kledir e Vitor Ramil: A Magia de Três Vozes em Harmonia no Rio de Janeiro No último sábado, 22 de agosto, a casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro, foi palco de um encontro musical emocionante e inigualável. Kleiton, Kledir e Vitor Ramil, expoentes da renomada família gaúcha, apresentaram seu show homônimo, reunindo fãs e críticos em uma noite que celebrou a rica tradição musical do clã. O espetáculo, que já percorre o país desde 2025, chega à capital fluminense antes de ser eternizado em um álbum audiovisual, com lançamento previsto para outubro pela gravadora Biscoito Fino. A apresentação no Rio de Janeiro reafirmou o poder da união desses três talentosos irmãos, cada um com sua trajetória singular, mas unidos por um elo musical inquebrável. A dinâmica entre o som mais extrovertido de Kleiton & Kledir e a poética mais introspectiva de Vitor Ramil criou uma atmosfera única, onde a plateia pôde mergulhar em um universo de emoções e memórias afetivas. Conforme informações divulgadas, o show é um verdadeiro relicário de paixões, lembranças e tradições, demonstrando a força da unidade familiar através da música. A Dinastia Ramil: Mais Que Música, Uma Tradição Familiar A família Ramil, originária de Pelotas (RS), é conhecida por sua prolífica descendência musical, que já se apresentou em conjunto no show “Casa Ramil” em 2018. No entanto, o espetáculo “Kleiton, Kledir & Vitor Ramil” tem um charme especial por focar unicamente na interação dos três irmãos mais célebres. Kleiton & Kledir, que ganharam projeção como dupla a partir de 1979, conquistaram o Brasil com um som pop influenciado pela música gaúcha, mas sem cair no folclore. Vitor, o irmão caçula, trilhou um caminho mais particular, cultuado em nichos da MPB por criar um universo lírico centrado na fictícia Satolep, um anagrama de Pelotas, com uma estética fria e poética, onde as “ramilongas” ganham vida. Harmonia de Estilos: A Interação Que Conquista o Público O grande trunfo do show “Kleiton, Kledir & Vitor Ramil” reside na inteligente e emocionante interação entre os estilos distintos dos irmãos. Todos cantam juntos a maior parte do tempo, alternando solos e harmonias que cativam a plateia. Um dos momentos de destaque foi a interpretação de “Joquim”, uma poderosa canção de Bob Dylan e Jacques Levy, com a versão em português de Vitor Ramil. A coragem de apresentar a saga trágica de “Joquim” no bis, com Kleiton e Kledir fazendo coro, demonstrou a entrega dos artistas. Para finalizar, o hit “Deu pra ti”, de Kleiton & Kledir, incendiou o público com sua energia contagiante. Um Repertório Afetivo Que Toca o Coração O roteiro do show, conciso e coeso, reuniu 17 músicas que representam o suprassumo do cancioneiro dos irmãos. Sucessos como “Fonte da saudade” e “Nem pensar” emocionaram o público, que também pôde reviver “Grama verde” e o tema instrumental “Couvert artístico”, este último marcando a abertura, como é tradição da dupla Kleiton & Kledir. A interação entre os irmãos foi evidenciada em momentos como a participação de Kleiton e Kledir

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Anitta na “Equilibrium Tour”: De Larissa a ícone pop, a cantora une fé, funk e alma em show histórico no Rio

Anitta encanta em “Equilibrium Tour” mesclando espiritualidade e batidão no Rio de Janeiro A cantora Anitta demonstrou uma faceta multifacetada em sua recente apresentação da “Equilibrium Tour” em Niterói, no Rio de Janeiro. O show, que aconteceu no dia 22 de agosto, celebrou a união entre a essência pessoal de Larissa, seu nome de batismo, e a artista globalmente reconhecida. A turnê, que percorreu cinco cidades brasileiras neste mês de agosto, propôs uma experiência estética que transita entre o zen e o energético. Anitta conseguiu harmonizar os anseios espirituais com a energia contagiante de seus sucessos, cativando o público presente e os espectadores da transmissão ao vivo. Conforme divulgado pela crítica especializada, a apresentação em Niterói evidenciou a habilidade de Anitta em transitar por diferentes universos musicais e emocionais, reafirmando sua versatilidade e conexão com seu público. A performance foi acompanhada via Globoplay e canal Multishow. A jornada espiritual e o ijexá em “Equilibrium” O show “Equilibrium” iniciou sua trajetória com um primeiro ato profundamente enraizado em temas de inspiração afro-brasileira. A plateia acompanhou com fervor a proposta espiritualizada de Anitta, evidenciando a forte conexão com suas raízes e crenças. Um dos momentos de maior destaque foi a interpretação do ijexá “É d’Oxum”, de Gerônimo Santana e Vevé Calazans. A cantora também reafirmou a força de composições próprias que celebram a fé, os orixás e os santos, como “Bemba” e “Ogum me rodeia”, esta última com a participação especial da recitação de Maria Bethânia. Do forró ao R&B, a sedução do repertório de Anitta A “Equilibrium Tour” também explorou outros gêneros musicais, mostrando a amplitude do repertório de Anitta. O refrão da música forrozeira “Eu não sou santa” demonstrou ter o poder de cativar até mesmo quem não se identifica com o gênero. O R&B romântico “Caso de amor”, presente no primeiro volume do álbum “Equilibrium”, também foi um ponto alto, comprovando o alto poder de sedução das canções escolhidas pela artista para a turnê. Anitta provou que sua habilidade de conquista vai além do funk. O batidão que domina o palco e a alma Apesar da atmosfera zen e espiritual, a Anitta dos bailes não deixou de se fazer presente. O quarto e último ato do show foi dominado pelo funk, com hits energéticos como “Você já sabe”, “Choka choka”, “Meia noite” e o arrebatador “Okê”. Este último, um funk de inspiração indígena, foi cantado duas vezes a pedido do público, demonstrando a força e o apelo das músicas mais dançantes de seu repertório. A energia do batidão carioca, que consagrou Anitta mundialmente, tomou conta do Caminho Niemeyer. Um show ritualístico e de cores vibrantes Com bailarinos, ritmistas e projeções visuais impactantes, Anitta transformou a “Equilibrium Tour” em um verdadeiro show ritualístico. A apresentação buscou atrair e envolver o público através de uma mistura de ijexás, reggaes, sambas e funks. As cores vibrantes dominaram o palco, equilibrando tons de amarelo e vermelho, mas também abrindo espaço para a serenidade da canção “Azul”, de Djavan, em sua versão em espanhol.

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Morre Tomás Improta: O Virtuoso Pianista que Uniu Jazz e MPB e Deixou um Legado Inesquecível na Música Brasileira

Morre Tomás Improta, virtuoso pianista que transitou entre o jazz e a MPB, aos 77 anos O mundo da música brasileira está de luto com o falecimento do pianista, compositor e arranjador Tomás Improta França, que se apresentava artisticamente como Tomás Improta. Ele faleceu neste domingo, 23 de agosto, aos 77 anos, em decorrência de complicações de um câncer de garganta. A notícia interrompe a rica trajetória de um dos músicos mais talentosos e prestigiados do país, que completaria 78 anos no próximo mês. Tomás Improta era reconhecido por sua **extrema musicalidade**, demonstrada desde a infância. Sua carreira, que abrangeu 56 anos, foi marcada pela **versatilidade**, navegando com maestria entre os universos do jazz e da Música Popular Brasileira (MPB), gêneros que abraçou ainda nos anos 1960. Além de sua habilidade no piano, Improta também se destacou como compositor, arranjador e professor, além de ter escrito livros sobre teoria musical. O corpo do artista será velado e cremado amanhã, segunda-feira, 24 de agosto, no Crematório da Penitência, no Caju. A partida de Improta deixa uma lacuna no cenário musical, mas seu legado, construído em inúmeras colaborações e em sua discografia solo, continuará a inspirar gerações. Conforme informação divulgada em obituário, a morte de Tomás Improta encerra a jornada de um músico de imensa importância para a música brasileira. Um Músico de Múltiplas Faces: Do Jazz à MPB com Maestria Ao longo de sua extensa carreira, Tomás Improta teve a oportunidade de tocar em discos e shows ao lado de alguns dos **maiores nomes da MPB**. Sua presença marcante no piano enriqueceu trabalhos de artistas como Chico Buarque, Djavan, Gal Costa, Gilberto Gil e Maria Bethânia, entre muitos outros. Essa colaboração constante com a nata da música brasileira solidificou sua reputação como um músico de confiança e talento excepcional. Paralelamente à sua atuação como músico acompanhante, Improta construiu uma **discografia solo** muito apreciada no nicho da música instrumental. Seus álbuns solo demonstram a profundidade de sua pesquisa e a originalidade de suas composições, consolidando-o como um artista completo e com uma visão musical singular. Colaboração com Caetano Veloso e Legado Solo Um dos momentos marcantes na trajetória de Tomás Improta foi sua participação em **A Outra Banda da Terra**, grupo formado por Caetano Veloso no final de 1977. Com essa banda, Improta contribuiu para álbuns icônicos de Caetano, como “Muito (Dentro da estrela azulada)” (1978), “Cinema transcendental” (1979), “Outras palavras” (1981), “Cores, nomes” (1982) e “Uns” (1983). Caetano Veloso, emocionado, prestou uma **homenagem nas redes sociais**, descrevendo o piano de Improta como “totalmente solto mas misteriosamente ligado com o que me vinha à cabeça em cada momento de show”. Na sua discografia solo, Tomás Improta presenteou o público com álbuns notáveis, incluindo “Tear” (1992), “Bartok jazz” (1995), “Certas mulheres” (1998), “Dorival – Tomás Improta interpreta Dorival Caymmi” (2002), “A volta de Alice” (2015) e “Olha pro céu” (2017). Uma parceria especial também resultou no álbum “Andrea Ernest Dias, flauta – Tomás Improta, piano” (2005), evidenciando a versatilidade e a capacidade de

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