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Celebridades

Austríaco que planejou ataque terrorista em show de Taylor Swift é condenado a 15 anos de prisão em Viena

Austríaco condenado a 15 anos de prisão por planejar ataque terrorista em show de Taylor Swift em Viena Um tribunal austríaco proferiu uma sentença de 15 anos de prisão contra um jovem de 21 anos, identificado como Beran A., que confessou ter arquitetado um plano de ataque islâmico frustrado contra um show da cantora Taylor Swift na capital Viena, em 2024. O réu foi considerado culpado de uma série de crimes, a maioria deles relacionada a atividades terroristas. Beran A. foi preso em 7 de agosto de 2024, um dia antes da primeira das três apresentações marcadas da estrela pop americana em Viena. A prisão levou ao cancelamento dos shows, causando grande comoção entre os fãs, conhecidos como “Swifties”, e a própria artista, que descreveu o episódio como “devastador”. Embora multidões de fãs decepcionados tenham se reunido nas ruas de Viena para cantar e se consolar mutuamente na época, nem a cantora nem seus admiradores compareceram ao julgamento em Wiener Neustadt, cidade ao sul da capital. A informação foi divulgada por fontes jornalísticas locais. Detalhes do Planejamento Terrorista Beran A., que possui nacionalidade austríaca, declarou-se culpado das acusações relacionadas ao planejamento do atentado, que previa uma pena máxima de 20 anos. Durante sua entrada no tribunal, ele cobriu o rosto com uma pasta para evitar a identificação em fotografias, demonstrando apreensão com a exposição pública. Em seu pronunciamento final, o jovem declarou: “Eu gostaria apenas de dizer que sinto muito”. A investigação revelou que Beran A. tentou, sem sucesso, adquirir armas ilegalmente, como uma metralhadora e uma granada de mão. Ele também seguiu as instruções de um vídeo do Estado Islâmico para produzir uma pequena quantidade do explosivo triperóxido de triacetona (TATP). Conexão com Ataques no Oriente Médio No mesmo julgamento, Beran A. foi acusado de conspirar com dois amigos de escola para realizar ataques individuais no início de 2024 em diferentes cidades do Oriente Médio. O jovem e outro réu, Arda K., admitiram ter viajado para Dubai e Istambul, respectivamente, com a intenção de cometer os atentados, mas acabaram desistindo dos planos. Ao abrir o julgamento no mês anterior, Beran A. afirmou ao tribunal que chegou a circular por Dubai em março de 2024 em busca de vítimas para esfaquear, mas sofreu um ataque de pânico ao tentar agir. Ao retornar para Viena, ele decidiu intensificar seus planos e acabou escolhendo o show de Taylor Swift como alvo principal. Terceiro Suspeito e Negativa de Apoio Moral Tanto Beran A. quanto Arda K. negaram, no entanto, ter fornecido apoio moral a um terceiro envolvido, que foi preso em Meca sob a suspeita de esfaquear um segurança na Grande Mesquita da cidade sagrada. Este terceiro suspeito permanece sob custódia na Arábia Saudita. As alegações finais dos advogados focaram nos aspectos de apoio ao terceiro homem, sem mencionar especificamente o show de Taylor Swift. A defensora de Beran A., Anna Mair, e o advogado de Arda K., David Jodlbauer, reiteraram que seus clientes não forneceram suporte material ao terceiro homem e que,

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Jovem Austríaco Planejava Ataque Terrorista em Show de Taylor Swift e é Condenado a 15 Anos de Prisão

Jovem planejou ataque islâmico em show de Taylor Swift e é condenado a 15 anos de prisão na Áustria Um tribunal austríaco sentenciou nesta quinta-feira (28) um jovem de 21 anos a 15 anos de reclusão por planejar um ataque islâmico contra um show da cantora Taylor Swift em Viena. O homem, identificado como Beran A., admitiu as acusações, que incluíam diversos crimes relacionados a terrorismo, frustrando um plano que poderia ter tido consequências devastadoras. A prisão ocorreu em 7 de agosto de 2024, um dia antes da primeira de três apresentações agendadas da artista na capital austríaca. Os shows foram cancelados na ocasião, gerando grande comoção entre os fãs, os chamados “Swifties”, e a própria cantora, que descreveu o episódio como “devastador”. Embora a notícia tenha causado forte impacto, nem Taylor Swift nem seus fãs compareceram ao julgamento em Wiener Neustadt, cidade ao sul de Viena. As autoridades austríacas, com base em leis de privacidade, não divulgaram o sobrenome do jovem condenado. Conforme informações divulgadas, o jovem admitiu ter planejado o atentado, que previa uma pena máxima de 20 anos de prisão. Tentativa de compra de armas e fabricação de explosivos Durante o julgamento, Beran A. declarou-se culpado das acusações. Ele tentou, sem sucesso, adquirir ilegalmente armamentos, incluindo uma metralhadora e uma granada de mão. Além disso, o jovem seguiu instruções de um vídeo do Estado Islâmico para produzir uma pequena quantidade do explosivo TATP, conhecido como “mãe de Satanás”. Beran A. também foi acusado de conspirar com dois amigos de escola para realizar ataques individuais em cidades do Oriente Médio no início de 2024. Ele e outro réu, Arda K., admitiram ter viajado para Dubai e Istambul, respectivamente, com a intenção de cometer os atentados, mas acabaram desistindo dos planos. Histórico de planos e influência ideológica Em seu pronunciamento final, o jovem pediu desculpas: “Eu gostaria apenas de dizer que sinto muito”. Ele afirmou ao tribunal que chegou a circular por Dubai em março de 2024 em busca de vítimas para esfaquear, mas sofreu um ataque de pânico ao tentar agir. Após o episódio, ele decidiu intensificar seus planos e escolheu o show de Taylor Swift como alvo. O caso também envolveu um terceiro suspeito, preso na Arábia Saudita sob suspeita de esfaquear um segurança na Grande Mesquita de Meca. Tanto Beran A. quanto Arda K. negaram ter oferecido apoio moral a este terceiro envolvido. A defesa dos réus argumentou que seus clientes não forneceram suporte material e que, se houve influência, foi o inverso. Condenações e penas O júri considerou Beran A. culpado em 13 de 15 pontos apresentados pela acusação, incluindo o fornecimento de apoio moral ao suspeito preso na Arábia Saudita. A defesa de Beran A., Anna Mair, argumentou que ele “não é um líder” nem “uma mente ideológica brilhante”. Arda K. foi considerado culpado de todas as acusações e condenado a 12 anos de prisão. O terceiro suspeito permanece sob custódia na Arábia Saudita, com o julgamento e as investigações sobre seu envolvimento ainda

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Fisiculturistas Influencers: Jovens Famosos que Vendem Dicas de ‘Shape Perfeito’ Sem Formação Profissional

Fisiculturistas influencers: os jovens com milhares de fãs que vendem dicas para ‘evoluir o shape’ A ascensão de jovens fisiculturistas como celebridades nas redes sociais tem levantado debates sobre a monetização de dicas de treinos e dietas, muitas vezes sem a devida formação na área. Um exemplo trágico foi o do fisiculturista Gabriel Ganley, que faleceu aos 22 anos, acumulando mais de 2,3 milhões de seguidores no Instagram. Sua morte súbita foi atribuída à cardiomiopatia hipertrófica, uma condição cardíaca que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. Ganley falava abertamente sobre o uso de hormônios e insulina, ciente dos riscos. Sua trajetória demonstra o poder do conteúdo online, a interação com outros famosos e a criação de uma base de fãs engajada, características de uma verdadeira celebridade. O Brasil se consolidou como o segundo maior mercado de fisiculturismo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, impulsionando um número crescente de influenciadores. Esses jovens, muitos na casa dos 20 anos, exibem treinos intensos e dietas rigorosas, prometendo o alcance do “shape perfeito”. Patrocinados por marcas de suplementos, eles monetizam seus conteúdos com dicas que, em muitos casos, não são embasadas por conhecimento técnico ou formação específica. Conforme informação divulgada na fonte, o “close friends” se tornou uma prática comum entre esses influenciadores para oferecer conteúdo exclusivo mediante pagamento. O mercado de influenciadores fitness e a busca pelo “shape ideal” O fisiculturismo, sempre popular, ganhou uma nova dimensão com a internet, transformando-se em entretenimento e conteúdo diário. Gabriel Ganley exemplifica esse fenômeno, tendo ganhado fama inclusive como “atleta natural” antes de usar anabolizantes. Sua interação com outras personalidades do meio, como Leo Stronda, em programas com alto número de visualizações, contribuiu para sua popularidade e para a monetização de seu conteúdo através de publicidade. Outros jovens influenciadores seguem o mesmo caminho. Dudu Fit, com cerca de 390 mil seguidores, cobra R$ 75 trimestrais pelo acesso ao seu “close friends”, onde promete compartilhar sua “vida de atleta” e responder a perguntas. Matheus Lacerda, conhecido como Mahhtla, de 19 anos e com cerca de 184 mil seguidores, também vende acesso ao seu “close friends” por R$ 37,90 trimestrais, compartilhando dicas sobre o uso de anabolizantes e os resultados da testosterona. A influência horizontal e a identificação com o público jovem Segundo a psicanalista Cínthia Demaria, a atração que esses influenciadores exercem sobre jovens de idade similar se deve à identificação e à percepção de um ideal “possível”. A figura do “super-herói” masculino é particularmente forte na adolescência, um período de busca por identidade. Esses influenciadores oferecem um modelo de como ser “esse homem”. Enquanto profissionais de educação física e médicos também compartilham conteúdo sobre treinos, a linguagem e a proximidade com a idade dos influenciadores tornam o acompanhamento mais atraente para os jovens. Essa relação “horizontal”, de semelhança, cria uma ilusão de acessibilidade e a promessa de resultados rápidos e atingir um ideal desejado, como explica Cinthia. A psicóloga reforça que essa dinâmica vai além da inspiração. Muitos jovens consumidores de conteúdo acabam replicando

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Youtuber de 20 anos lança terror ‘Backrooms’ indicado ao Oscar e conquista Hollywood após viralizar com lenda urbana

Youtuber de 20 anos transforma lenda urbana da internet em sucesso de bilheteria com filme indicado ao Oscar Aos 20 anos, o youtuber Kane Parsons está fazendo sua estreia em Hollywood com o filme de terror “Backrooms: Um não-lugar”, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (28). O longa, baseado na série viral criada pelo próprio Parsons no YouTube, tem potencial para liderar as bilheterias americanas em seu fim de semana de lançamento. Especialistas projetam uma arrecadação entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões nos Estados Unidos, o que seria um recorde para o estúdio independente A24, conhecido por produções aclamadas como “Moonlight” e “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo”. A adaptação da lenda urbana, ou “creepypasta”, conta com a participação de dois atores indicados ao Oscar: Chiwetel Ejiofor, de “12 anos de escravidão”, e Renate Reinsve, de “Valor sentimental”. Conforme informação divulgada pela fonte, o primeiro vídeo de “Backrooms” publicado por Parsons em 2022, quando ele tinha apenas 16 anos, alcançou 20 milhões de visualizações em duas semanas, acumulando atualmente 78 milhões de acessos. A série completa possui 22 capítulos. A ascensão de Kane Pixels e a criação do “não-lugar” O cineasta, conhecido como Kane Pixels na plataforma, relata que sua familiaridade com o universo de “Backrooms” o ajudou a conduzir as gravações sem intimidação. “Eu sei como construir esse mundo. Estou muito familiarizado com ‘Backrooms’ e definitivamente não tenho nenhum tipo de confusão criativa”, afirmou. O filme “Backrooms” é visto por Parsons como uma continuação de sua série. A trama acompanha o encontro de um dono de loja de móveis frustrado, interpretado por Ejiofor, com o “não-lugar” – um espaço extradimensional com ambientes bizarros e repetitivos. A inspiração para a obra surgiu de uma foto de uma sala de escritório com papel de parede amarelo e carpete, publicada em um fórum online em 2019. Essa imagem peculiar impulsionou a criação coletiva de uma mitologia em torno dessas “salas dos fundos”, que deram origem a “Backrooms” em inglês. Do YouTube para Hollywood: uma nova geração de cineastas Parsons produziu o primeiro vídeo de “Backrooms” praticamente sozinho, utilizando programas de modelagem 3D e a colaboração de amigos. Para mascarar as limitações técnicas e de iniciante, ele adotou uma perspectiva em primeira pessoa, simulando a gravação com uma antiga câmera de videocassete. Em pouco tempo, Parsons começou a receber inúmeros e-mails de interessados em uma adaptação cinematográfica. “Eu era muito cético sobre o que poderia acontecer, porque eu não sabia nada dessas pessoas, e não conheço nada da indústria”, confessou o jovem diretor. Com o apoio das produtoras de James Wan (“Jogos Mortais”) e Shawn Levy (“Deadpool e Wolverine”), e a colaboração do roteirista Will Soodik (“Ash. vs. Evil Dead”), um rascunho foi apresentado à A24, que prontamente aceitou a parceria. A tendência de youtubers no cinema Kane Parsons se junta a uma crescente lista de youtubers que migraram para Hollywood após ganharem notoriedade na plataforma. Nomes como David F. Sandberg (“Shazam!”) e os irmãos Danny e Michael Philippou

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Ana Castela inova no 5º álbum ‘Fire Arena’: Country encontra funk na nova era da boiadeira

Ana Castela lança “Fire Arena” misturando country e funk A artista Ana Castela acaba de lançar seu quinto álbum, intitulado “Fire Arena”, prometendo agitar os fãs com uma mistura sonora ousada. O disco, que chegou aos aplicativos de música nesta sexta-feira, 28 de maio, após uma festa de lançamento em São Paulo, traz nove composições inéditas que exploram novas vertentes musicais. O principal destaque inicial do álbum é a faixa “Hoje tem rodeio”, que já ganhou um videoclipe dirigido por Jacques JR e está disponível no YouTube. No entanto, a música que mais tem gerado burburinho é “Pa pa pa pa”, reconhecida por sua inovadora fusão entre o country e o funk, mostrando a versatilidade da cantora. A novidade sonora foi divulgada conforme informação divulgada pela fonte do conteúdo jornalístico. O álbum “Fire Arena” consolida a trajetória de Ana Castela, que continua a explorar o universo do rodeio e do sertanejo pop, com influências claras da música country norte-americana, como já visto em seu trabalho anterior, “Let’s go rodeo” (2025). Um repertório diversificado para “Fire Arena” Além dos singles de destaque, “Fire Arena” apresenta outras sete músicas inéditas que compõem o repertório completo do álbum. Entre elas estão “Eu não vou mudar”, “É que eu não te esqueci”, “É bom demais”, “Beijando outra morena”, “Não depende só de mim”, “Vou vender o meu chapéu” e “Meu erro”. Essa diversidade de faixas promete agradar a diferentes públicos. “Meu erro” e a conexão com o universo sertanejo A letra da música “Meu erro”, com versos como “Cê me fez / Pegar raiva / De rodeio / Cê me fez / Jogar fora / Meu chapéu preto”, reforça a conexão de Ana Castela com o universo do rodeio e do sertanejo. Essa temática, já presente em seu álbum anterior, é revisitada e enriquecida no novo trabalho, mantendo a identidade que a consagrou. “Pa pa pa pa”: a aposta na mistura de gêneros A canção “Pa pa pa pa” se destaca como a grande aposta de Ana Castela na experimentação musical. A fusão de elementos do country, com suas raízes e sonoridades características, com o ritmo contagiante do funk, cria uma proposta sonora única. Essa mistura tem o potencial de atrair tanto os fãs de longa data quanto um novo público. “Fire Arena”: o quinto capítulo da carreira da Boiadeira O lançamento de “Fire Arena” marca mais um importante capítulo na carreira de Ana Castela, conhecida como a “Boiadeira”. Com um público fiel e em constante crescimento, a cantora demonstra maturidade artística ao ousar em suas produções, sem perder a essência que a tornou um fenômeno nacional. O álbum está disponível nas principais plataformas digitais.

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Meteoro: A música de 15 minutos que catapultou Luan Santana para o estrelato sertanejo

O hit sertanejo que mudou a história de Luan Santana Em 2009, uma música de apenas 15 minutos de composição se tornaria o divisor de águas na carreira de um jovem artista. ‘Meteoro’, escrita por Sorocaba, não só alçou Luan Santana ao estrelato, como também redefiniu o panorama da música sertaneja. Antes de ‘Meteoro’, Luan Santana era um artista em ascensão, realizando shows para pequenas plateias, por vezes apenas 15 pessoas. A canção, com sua melodia cativante e letra inocente, conquistou o Brasil e transformou o ‘gurizinho’, como era conhecido, em um fenômeno nacional. Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que você pode acompanhar no GloboPop, o aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo. Baixe o app e siga o palco “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Sorocaba, o hitmaker por trás de ‘Meteoro’ Apesar de ter sido a canção que impulsionou Luan Santana, ‘Meteoro’ não foi composta por ele. A autoria é de Sorocaba, parceiro de Fernando e um dos maiores compositores da música sertaneja. O encontro entre Luan e Sorocaba ocorreu em Santa Catarina, onde ambos se apresentavam no mesmo evento. Após o show, em um hotel, Sorocaba apresentou algumas de suas composições para Luan. O jovem artista se encantou e pediu permissão para gravar algumas delas. No encontro seguinte, Sorocaba já trazia ‘Meteoro’ pronta, especificamente pensada para Luan. Um sucesso pensado para o público jovem Sorocaba compôs ‘Meteoro’ em apenas 15 minutos, com um objetivo claro: criar um sucesso que dialogasse com o público jovem de Luan Santana. Ele sabia que a música não poderia conter temas como sexo ou bebida, optando por uma abordagem mais leve e romântica. Assim, nasceu o “meteoro da paixão”, uma metáfora para o amor de forma singela e acessível. A escolha lírica se provou certeira, conectando-se instantaneamente com milhões de ouvintes e consolidando a imagem de Luan como um ídolo juvenil. O legado de ‘Meteoro’ e a evolução de Luan Santana Embora ‘Meteoro’ tenha sido um marco, não foi a música mais tocada de Luan Santana nos anos seguintes, sendo superada por outros sucessos como “Sinais” e “Você não sabe o que é amor”. No entanto, a faixa se tornou **emblemática**, um símbolo do início de sua trajetória de sucesso. A partir de ‘Meteoro’, Luan Santana se consolidou como um dos artistas mais populares do país, dominando as rádios e conquistando reconhecimento nacional. Hoje, o cantor transita com maestria para um público mais maduro, adaptando suas letras e sonoridade, mas sem nunca abandonar o tema do amor, agora com uma perspectiva mais aprofundada e **letras mais maduras**.

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Filme Iraniano Feito com IA Estreia em Festival de NY: “Dreams of Violets” Revoluciona Cinema com Orçamento de US$ 2 Mil

“Dreams of Violets”, primeiro longa-metragem totalmente gerado por IA a integrar programação oficial de grande festival, estreia no Tribeca. O Festival de Tribeca, em Nova York, será palco da estreia mundial de “Dreams of Violets” no dia 10 de junho, durante sua 25ª edição. Este filme marca um momento histórico por ser, segundo a Fountain 0, responsável pelo projeto, o primeiro longa-metragem com atores reais e inteiramente gerado por inteligência artificial a ser selecionado para a programação oficial de um festival de grande porte. Dirigido pelo cineasta iraniano Ash Koosha, o docudrama de 75 minutos é inspirado nos intensos protestos que abalaram Teerã em janeiro deste ano. A obra acompanha a jornada de cinco iranianos em um beco da cidade, prestes a serem executados, sob o olhar de Amir, um menino de 10 anos com paralisia cerebral. Os eventos retratados no filme ecoam os confrontos reais entre autoridades e civis no Irã, que, segundo dados da Agência de Notícias de Direitos Humanos, resultaram em pelo menos 7 mil mortos e mais de 50 mil prisões. A obra aborda a complexidade e a urgência de um conflito global, oferecendo uma perspectiva íntima e rara sobre os acontecimentos. A união da tecnologia e da urgência humana Jane Rosenthal, cofundadora do Festival de Tribeca, ressaltou a importância do equilíbrio entre o avanço tecnológico e a força da mensagem política do filme. Ela destacou que, em um momento em que a inteligência artificial e o Irã são temas centrais no debate mundial, “Dreams of Violets” oferece uma visão única e tocante de um conflito muitas vezes incompreendido. A escolha do filme pelo festival se deu não apenas pela conquista tecnológica, mas pela “imediatidade emocional e a urgência da própria história”. Criação inovadora em Londres Ash Koosha, cineasta iraniano radicado em Londres, concebeu o projeto logo após os massacres serem anunciados. Sem acesso a equipes de filmagem, atores ou ao território iraniano, Koosha utilizou ferramentas digitais para realizar a obra de sua casa. O processo criativo, que durou três meses, teve um custo total de aproximadamente US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil), demonstrando a viabilidade de produções de alto impacto com orçamentos reduzidos. Ferramentas de IA impulsionam a produção Para a concepção de “Dreams of Violets”, Koosha empregou uma variedade de ferramentas de inteligência artificial. A Kling AI foi utilizada para a geração de vídeo, o Claude AI da Anthropic para aprimoramentos linguísticos, e os sistemas Gemini e Nanobanana do Google para pesquisa e imagens. A tecnologia proprietária da Fountain 0 foi crucial para garantir a precisão dos quadros. Defesa da memória e da arte Koosha defende o caráter memorialístico de “Dreams of Violets”, especialmente diante das discussões éticas sobre o uso da IA em contextos de eventos reais. Ele reconhece as complexas questões levantadas por um filme de IA sobre pessoas que morreram, mas argumenta que o silêncio e o esquecimento, favorecidos pelo regime, seriam piores. “O filme existe porque os mortos merecem ser vistos”, afirma o diretor, ressaltando a importância de dar

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Demi Lovato e Jamiroquai: Shows em SP após Rock in Rio 2026 agitam fãs com ingressos e datas confirmadas

Demi Lovato e Jamiroquai anunciam shows em São Paulo após o Rock in Rio 2026, agitando os fãs com datas e preços dos ingressos. A notícia que os fãs brasileiros esperavam finalmente chegou! Duas atrações de peso confirmadas para o Rock in Rio 2026, a cantora americana Demi Lovato e a icônica banda britânica Jamiroquai, acabam de anunciar shows extras em São Paulo. As apresentações ocorrerão logo após as participações dos artistas no renomado festival carioca, prometendo não deixar a energia do público paulistano diminuir. A agenda divulgada nesta quarta-feira (27) já está gerando grande burburinho. Os fãs que não puderem comparecer ao Rock in Rio terão a chance de ver seus ídolos de perto em solo paulistano. Conforme informação divulgada, os detalhes dos shows de Demi Lovato e Jamiroquai em São Paulo já foram confirmados, incluindo locais, datas e valores dos ingressos. Jamiroquai eletriza o Allianz Parque em setembro A banda britânica Jamiroquai, conhecida por seus hits contagiantes e performances energéticas, fará uma apresentação imperdível no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 13 de setembro. Antes disso, o grupo será responsável por fechar o Palco Sunset do Rock in Rio no dia 11 do mesmo mês. Os ingressos para o show do Jamiroquai em São Paulo já têm seus valores divulgados, variando entre R$ 172,50 para a meia-entrada na cadeira superior e R$ 945 para a inteira na modalidade hot seat, oferecendo diferentes opções para os fãs. Demi Lovato brilha no Suhai Music Hall Poucos dias depois, no dia 15 de setembro, será a vez da cantora Demi Lovato encantar o público paulistano. O show da artista americana acontecerá no Suhai Music Hall. Demi Lovato também terá um lugar de destaque no Rock in Rio, se apresentando no Palco Mundo no dia 12 de setembro. Os preços para assistir a Demi Lovato em São Paulo foram anunciados, com valores que vão de R$ 245 (meia, pista) a R$ 890 (inteira, camarote 1º piso), buscando abranger diferentes públicos e possibilidades de acesso. Vendas de ingressos: Fique atento às datas! Para os fãs ansiosos, a boa notícia é que a corrida pelos ingressos já tem data para começar. A pré-venda para o show do Jamiroquai e a venda geral dos ingressos para Demi Lovato iniciam nesta quinta-feira, 28 de setembro, às 10h. É importante garantir seu lugar para não perder essas apresentações que prometem ser inesquecíveis. A confirmação desses shows em São Paulo após o Rock in Rio 2026 reforça a importância do Brasil no circuito de grandes turnês internacionais e a forte conexão dos artistas com o público brasileiro, que sempre demonstra grande entusiasmo por essas atrações.

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Filipe Toca lança “Muita Sede”: o Nordeste em versos doces e memórias afetivas com Agnes Nunes e Duda Beat

Filipe Toca encanta com “Muita Sede”, disco que mergulha na doçura nordestina e memórias afetivas O cenário musical brasileiro ganha um novo e promissor artista com o lançamento de “Muita Sede”, o primeiro álbum de estúdio de Filipe Toca. O trabalho, que chegou ao público na quinta-feira, 28 de maio, é um convite para imergir nas sonoridades e sentimentos do Nordeste, embalado por uma delicadeza que marca a identidade do cantor e compositor potiguar. Desde as primeiras notas de “Mangaba menina”, com as referências a “Caju” e “Cajuína”, Filipe Toca deixa claro o seu território afetivo e musical. O álbum, produzido por Juliano Valle, navega com maestria pela rica tapeçaria da música nordestina, explorando temas universais como amor, saudade e a busca por identidade. As participações de Agnes Nunes em “Borboleta furta-cor” e Duda Beat em “Olhar de quem não presta”, já divulgadas como singles, reforçam a conexão do artista com a nova geração da música nordestina e ampliam o alcance de suas melodias. Conforme informação divulgada pela imprensa especializada, o álbum celebra as raízes do artista, que nasceu Filipe Vieira Fonseca em Natal (RN) e hoje reside em São Paulo (SP). A doçura do xote e a força das memórias em “Muita Sede” O xote “Outro áudio meu”, foco atual do álbum, é um exemplo da delicadeza romântica que permeia o trabalho de Filipe Toca. Sua música evoca a doçura de um Geraldo Azevedo, com letras que ecoam memórias afetivas e existenciais. A sonoridade suave e as composições autorais de “Fiapinho de amor” reforçam essa atmosfera introspectiva e sensível. A sanfona, instrumento recorrente em “Muita Sede”, confere um toque ainda mais especial a canções como “Pai e mãe”. Nesta faixa confessional, Filipe Toca expressa o sentimento nostálgico do migrante, a saudade da terra natal e do aconchego familiar, em contraste com a certeza de que a jornada fora de casa foi fundamental para seu crescimento. Festa junina e a vida na metrópole em ritmos nordestinos A alegria contagiante das festas juninas também encontra espaço em “Muita Sede” com “Foi no São João”. A música, um forró animado que conta a saudade de um amor de festa, conta com a participação da paulistana Mariana Aydar, outra artista que transita com desenvoltura pela música nordestina. A colaboração realça a versatilidade do álbum. Já o baião “Quinta, quase sexta” transporta a narrativa afetiva para o universo da cidade de São Paulo, onde o artista potiguar construiu sua vida. A faixa demonstra como as raízes nordestinas de Filipe Toca se entrelaçam com as experiências vividas na metrópole, criando uma ponte entre o passado e o presente. Do sertão à festa, o encerramento de “Muita Sede” O interlúdio “Bença”, com sua aridez que remete ao sertão nordestino e à prosódia dos cantadores, cria um momento de contemplação e sagralidade no álbum. Em contrapartida, a faixa-título, “Muita Sede”, encerra o disco com uma pegada dançante de forró, saciando a vontade de festa e diluindo a suavidade predominante nas outras canções. O álbum “Muita Sede” de

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O Assassinato de Roger Ackroyd: Por Que o Romance de Agatha Christie de 100 Anos é Considerado o Melhor Policial de Todos os Tempos?

Em 2013, a Associação Britânica de Escritores Policiais (CWA) reuniu-se para eleger o melhor romance do gênero de todos os tempos. Entre clássicos como “O Cão dos Baskervilles” e “O Silêncio dos Inocentes”, “O Assassinato de Roger Ackroyd”, de Agatha Christie, emergiu como o grande vencedor, conquistando os 600 votos computados. Publicado originalmente como folhetim no jornal London Evening News entre julho e setembro de 1925, o livro chegou às livrarias brasileiras em 1933. Sua estrutura em 54 capítulos, com o título original “Quem Matou Ackroyd?”, introduziu um elemento que revolucionaria o gênero policial: o “plot twist”, uma reviravolta no final que chocou e encantou leitores, e que hoje é celebrado em diversas mídias. Essa inovação narrativa, segundo especialistas, é um dos pilares do sucesso duradouro de “O Assassinato de Roger Ackroyd”. A obra não apenas consolidou Agatha Christie como a “Rainha do Crime”, mas também redefiniu as expectativas para o mistério e o suspense, inspirando incontáveis autores e obras posteriores. A Inspiração por Trás da Genialidade A própria Agatha Christie, em sua autobiografia, revelou que a inspiração para “O Assassinato de Roger Ackroyd” veio de sugestões de seu cunhado, James Watts, e de Lorde Louis Mountbatten. Watts, frustrado com a tendência de detetives se tornarem criminosos, expressou o desejo de ver um “Watson que virasse criminoso”. Mountbatten, por sua vez, sugeriu que a história fosse narrada em primeira pessoa por alguém que, no final, se revelasse o culpado. Inicialmente, Christie pensou em seu fiel personagem Capitão Hastings para o papel, mas descartou a ideia, considerando-o incapaz de um crime frio e calculado. Assim, ela optou por dar a narrativa ao Dr. James Sheppard, o médico da pacata cidade de King’s Abbot, uma escolha que se provou magistral e enganosamente simples. “Muitos dizem que “O Assassinato de Roger Ackroyd” é enganador. Mas, se o lerem com cuidado, verificarão que estão errados”, ponderou a autora, defendendo a integridade de sua construção narrativa. A capacidade de Christie de enganar o leitor de forma tão engenhosa é um dos aspectos mais admirados da obra. Um Legado que Ultrapassa Gerações Jared Cade, autor de “Secrets from the Agatha Christie Archives”, reitera que o livro é “sem dúvida, o melhor romance policial do século 20”. Ele destaca a “simplicidade enganosa” da trama, que se apresenta como um mistério convencional, mas desafia as regras do gênero, exigindo do leitor a suspeita sobre todos os personagens. A escritora Susanne Lieder, biógrafa de Christie, complementa que a autora “revolucionou o gênero e surpreendeu os leitores”, especialmente pela escolha de um assassino “muito simpático”. Ela também expressa seu carinho pela personagem Caroline Sheppard, irmã do narrador, considerada sua favorita. Apesar de “O Assassinato de Roger Ackroyd” ser aclamado pela crítica, é interessante notar que em uma enquete mundial promovida pelo site oficial de Agatha Christie em 2015, o livro favorito dos fãs foi “E Não Sobrou Nenhum” (1939). “O Assassinato no Expresso do Oriente” (1934) ficou em segundo lugar, e “O Assassinato de Roger Ackroyd” em terceiro, com 8%

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Austríaco que planejou ataque terrorista em show de Taylor Swift é condenado a 15 anos de prisão em Viena

Austríaco condenado a 15 anos de prisão por planejar ataque terrorista em show de Taylor Swift em Viena Um tribunal austríaco proferiu uma sentença de 15 anos de prisão contra um jovem de 21 anos, identificado como Beran A., que confessou ter arquitetado um plano de ataque islâmico frustrado contra um show da cantora Taylor Swift na capital Viena, em 2024. O réu foi considerado culpado de uma série de crimes, a maioria deles relacionada a atividades terroristas. Beran A. foi preso em 7 de agosto de 2024, um dia antes da primeira das três apresentações marcadas da estrela pop americana em Viena. A prisão levou ao cancelamento dos shows, causando grande comoção entre os fãs, conhecidos como “Swifties”, e a própria artista, que descreveu o episódio como “devastador”. Embora multidões de fãs decepcionados tenham se reunido nas ruas de Viena para cantar e se consolar mutuamente na época, nem a cantora nem seus admiradores compareceram ao julgamento em Wiener Neustadt, cidade ao sul da capital. A informação foi divulgada por fontes jornalísticas locais. Detalhes do Planejamento Terrorista Beran A., que possui nacionalidade austríaca, declarou-se culpado das acusações relacionadas ao planejamento do atentado, que previa uma pena máxima de 20 anos. Durante sua entrada no tribunal, ele cobriu o rosto com uma pasta para evitar a identificação em fotografias, demonstrando apreensão com a exposição pública. Em seu pronunciamento final, o jovem declarou: “Eu gostaria apenas de dizer que sinto muito”. A investigação revelou que Beran A. tentou, sem sucesso, adquirir armas ilegalmente, como uma metralhadora e uma granada de mão. Ele também seguiu as instruções de um vídeo do Estado Islâmico para produzir uma pequena quantidade do explosivo triperóxido de triacetona (TATP). Conexão com Ataques no Oriente Médio No mesmo julgamento, Beran A. foi acusado de conspirar com dois amigos de escola para realizar ataques individuais no início de 2024 em diferentes cidades do Oriente Médio. O jovem e outro réu, Arda K., admitiram ter viajado para Dubai e Istambul, respectivamente, com a intenção de cometer os atentados, mas acabaram desistindo dos planos. Ao abrir o julgamento no mês anterior, Beran A. afirmou ao tribunal que chegou a circular por Dubai em março de 2024 em busca de vítimas para esfaquear, mas sofreu um ataque de pânico ao tentar agir. Ao retornar para Viena, ele decidiu intensificar seus planos e acabou escolhendo o show de Taylor Swift como alvo principal. Terceiro Suspeito e Negativa de Apoio Moral Tanto Beran A. quanto Arda K. negaram, no entanto, ter fornecido apoio moral a um terceiro envolvido, que foi preso em Meca sob a suspeita de esfaquear um segurança na Grande Mesquita da cidade sagrada. Este terceiro suspeito permanece sob custódia na Arábia Saudita. As alegações finais dos advogados focaram nos aspectos de apoio ao terceiro homem, sem mencionar especificamente o show de Taylor Swift. A defensora de Beran A., Anna Mair, e o advogado de Arda K., David Jodlbauer, reiteraram que seus clientes não forneceram suporte material ao terceiro homem e que,

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Jovem Austríaco Planejava Ataque Terrorista em Show de Taylor Swift e é Condenado a 15 Anos de Prisão

Jovem planejou ataque islâmico em show de Taylor Swift e é condenado a 15 anos de prisão na Áustria Um tribunal austríaco sentenciou nesta quinta-feira (28) um jovem de 21 anos a 15 anos de reclusão por planejar um ataque islâmico contra um show da cantora Taylor Swift em Viena. O homem, identificado como Beran A., admitiu as acusações, que incluíam diversos crimes relacionados a terrorismo, frustrando um plano que poderia ter tido consequências devastadoras. A prisão ocorreu em 7 de agosto de 2024, um dia antes da primeira de três apresentações agendadas da artista na capital austríaca. Os shows foram cancelados na ocasião, gerando grande comoção entre os fãs, os chamados “Swifties”, e a própria cantora, que descreveu o episódio como “devastador”. Embora a notícia tenha causado forte impacto, nem Taylor Swift nem seus fãs compareceram ao julgamento em Wiener Neustadt, cidade ao sul de Viena. As autoridades austríacas, com base em leis de privacidade, não divulgaram o sobrenome do jovem condenado. Conforme informações divulgadas, o jovem admitiu ter planejado o atentado, que previa uma pena máxima de 20 anos de prisão. Tentativa de compra de armas e fabricação de explosivos Durante o julgamento, Beran A. declarou-se culpado das acusações. Ele tentou, sem sucesso, adquirir ilegalmente armamentos, incluindo uma metralhadora e uma granada de mão. Além disso, o jovem seguiu instruções de um vídeo do Estado Islâmico para produzir uma pequena quantidade do explosivo TATP, conhecido como “mãe de Satanás”. Beran A. também foi acusado de conspirar com dois amigos de escola para realizar ataques individuais em cidades do Oriente Médio no início de 2024. Ele e outro réu, Arda K., admitiram ter viajado para Dubai e Istambul, respectivamente, com a intenção de cometer os atentados, mas acabaram desistindo dos planos. Histórico de planos e influência ideológica Em seu pronunciamento final, o jovem pediu desculpas: “Eu gostaria apenas de dizer que sinto muito”. Ele afirmou ao tribunal que chegou a circular por Dubai em março de 2024 em busca de vítimas para esfaquear, mas sofreu um ataque de pânico ao tentar agir. Após o episódio, ele decidiu intensificar seus planos e escolheu o show de Taylor Swift como alvo. O caso também envolveu um terceiro suspeito, preso na Arábia Saudita sob suspeita de esfaquear um segurança na Grande Mesquita de Meca. Tanto Beran A. quanto Arda K. negaram ter oferecido apoio moral a este terceiro envolvido. A defesa dos réus argumentou que seus clientes não forneceram suporte material e que, se houve influência, foi o inverso. Condenações e penas O júri considerou Beran A. culpado em 13 de 15 pontos apresentados pela acusação, incluindo o fornecimento de apoio moral ao suspeito preso na Arábia Saudita. A defesa de Beran A., Anna Mair, argumentou que ele “não é um líder” nem “uma mente ideológica brilhante”. Arda K. foi considerado culpado de todas as acusações e condenado a 12 anos de prisão. O terceiro suspeito permanece sob custódia na Arábia Saudita, com o julgamento e as investigações sobre seu envolvimento ainda

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Fisiculturistas Influencers: Jovens Famosos que Vendem Dicas de ‘Shape Perfeito’ Sem Formação Profissional

Fisiculturistas influencers: os jovens com milhares de fãs que vendem dicas para ‘evoluir o shape’ A ascensão de jovens fisiculturistas como celebridades nas redes sociais tem levantado debates sobre a monetização de dicas de treinos e dietas, muitas vezes sem a devida formação na área. Um exemplo trágico foi o do fisiculturista Gabriel Ganley, que faleceu aos 22 anos, acumulando mais de 2,3 milhões de seguidores no Instagram. Sua morte súbita foi atribuída à cardiomiopatia hipertrófica, uma condição cardíaca que pode ser agravada pelo uso de anabolizantes. Ganley falava abertamente sobre o uso de hormônios e insulina, ciente dos riscos. Sua trajetória demonstra o poder do conteúdo online, a interação com outros famosos e a criação de uma base de fãs engajada, características de uma verdadeira celebridade. O Brasil se consolidou como o segundo maior mercado de fisiculturismo do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, impulsionando um número crescente de influenciadores. Esses jovens, muitos na casa dos 20 anos, exibem treinos intensos e dietas rigorosas, prometendo o alcance do “shape perfeito”. Patrocinados por marcas de suplementos, eles monetizam seus conteúdos com dicas que, em muitos casos, não são embasadas por conhecimento técnico ou formação específica. Conforme informação divulgada na fonte, o “close friends” se tornou uma prática comum entre esses influenciadores para oferecer conteúdo exclusivo mediante pagamento. O mercado de influenciadores fitness e a busca pelo “shape ideal” O fisiculturismo, sempre popular, ganhou uma nova dimensão com a internet, transformando-se em entretenimento e conteúdo diário. Gabriel Ganley exemplifica esse fenômeno, tendo ganhado fama inclusive como “atleta natural” antes de usar anabolizantes. Sua interação com outras personalidades do meio, como Leo Stronda, em programas com alto número de visualizações, contribuiu para sua popularidade e para a monetização de seu conteúdo através de publicidade. Outros jovens influenciadores seguem o mesmo caminho. Dudu Fit, com cerca de 390 mil seguidores, cobra R$ 75 trimestrais pelo acesso ao seu “close friends”, onde promete compartilhar sua “vida de atleta” e responder a perguntas. Matheus Lacerda, conhecido como Mahhtla, de 19 anos e com cerca de 184 mil seguidores, também vende acesso ao seu “close friends” por R$ 37,90 trimestrais, compartilhando dicas sobre o uso de anabolizantes e os resultados da testosterona. A influência horizontal e a identificação com o público jovem Segundo a psicanalista Cínthia Demaria, a atração que esses influenciadores exercem sobre jovens de idade similar se deve à identificação e à percepção de um ideal “possível”. A figura do “super-herói” masculino é particularmente forte na adolescência, um período de busca por identidade. Esses influenciadores oferecem um modelo de como ser “esse homem”. Enquanto profissionais de educação física e médicos também compartilham conteúdo sobre treinos, a linguagem e a proximidade com a idade dos influenciadores tornam o acompanhamento mais atraente para os jovens. Essa relação “horizontal”, de semelhança, cria uma ilusão de acessibilidade e a promessa de resultados rápidos e atingir um ideal desejado, como explica Cinthia. A psicóloga reforça que essa dinâmica vai além da inspiração. Muitos jovens consumidores de conteúdo acabam replicando

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Youtuber de 20 anos lança terror ‘Backrooms’ indicado ao Oscar e conquista Hollywood após viralizar com lenda urbana

Youtuber de 20 anos transforma lenda urbana da internet em sucesso de bilheteria com filme indicado ao Oscar Aos 20 anos, o youtuber Kane Parsons está fazendo sua estreia em Hollywood com o filme de terror “Backrooms: Um não-lugar”, que chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (28). O longa, baseado na série viral criada pelo próprio Parsons no YouTube, tem potencial para liderar as bilheterias americanas em seu fim de semana de lançamento. Especialistas projetam uma arrecadação entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões nos Estados Unidos, o que seria um recorde para o estúdio independente A24, conhecido por produções aclamadas como “Moonlight” e “Tudo em todo lugar ao mesmo tempo”. A adaptação da lenda urbana, ou “creepypasta”, conta com a participação de dois atores indicados ao Oscar: Chiwetel Ejiofor, de “12 anos de escravidão”, e Renate Reinsve, de “Valor sentimental”. Conforme informação divulgada pela fonte, o primeiro vídeo de “Backrooms” publicado por Parsons em 2022, quando ele tinha apenas 16 anos, alcançou 20 milhões de visualizações em duas semanas, acumulando atualmente 78 milhões de acessos. A série completa possui 22 capítulos. A ascensão de Kane Pixels e a criação do “não-lugar” O cineasta, conhecido como Kane Pixels na plataforma, relata que sua familiaridade com o universo de “Backrooms” o ajudou a conduzir as gravações sem intimidação. “Eu sei como construir esse mundo. Estou muito familiarizado com ‘Backrooms’ e definitivamente não tenho nenhum tipo de confusão criativa”, afirmou. O filme “Backrooms” é visto por Parsons como uma continuação de sua série. A trama acompanha o encontro de um dono de loja de móveis frustrado, interpretado por Ejiofor, com o “não-lugar” – um espaço extradimensional com ambientes bizarros e repetitivos. A inspiração para a obra surgiu de uma foto de uma sala de escritório com papel de parede amarelo e carpete, publicada em um fórum online em 2019. Essa imagem peculiar impulsionou a criação coletiva de uma mitologia em torno dessas “salas dos fundos”, que deram origem a “Backrooms” em inglês. Do YouTube para Hollywood: uma nova geração de cineastas Parsons produziu o primeiro vídeo de “Backrooms” praticamente sozinho, utilizando programas de modelagem 3D e a colaboração de amigos. Para mascarar as limitações técnicas e de iniciante, ele adotou uma perspectiva em primeira pessoa, simulando a gravação com uma antiga câmera de videocassete. Em pouco tempo, Parsons começou a receber inúmeros e-mails de interessados em uma adaptação cinematográfica. “Eu era muito cético sobre o que poderia acontecer, porque eu não sabia nada dessas pessoas, e não conheço nada da indústria”, confessou o jovem diretor. Com o apoio das produtoras de James Wan (“Jogos Mortais”) e Shawn Levy (“Deadpool e Wolverine”), e a colaboração do roteirista Will Soodik (“Ash. vs. Evil Dead”), um rascunho foi apresentado à A24, que prontamente aceitou a parceria. A tendência de youtubers no cinema Kane Parsons se junta a uma crescente lista de youtubers que migraram para Hollywood após ganharem notoriedade na plataforma. Nomes como David F. Sandberg (“Shazam!”) e os irmãos Danny e Michael Philippou

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Ana Castela inova no 5º álbum ‘Fire Arena’: Country encontra funk na nova era da boiadeira

Ana Castela lança “Fire Arena” misturando country e funk A artista Ana Castela acaba de lançar seu quinto álbum, intitulado “Fire Arena”, prometendo agitar os fãs com uma mistura sonora ousada. O disco, que chegou aos aplicativos de música nesta sexta-feira, 28 de maio, após uma festa de lançamento em São Paulo, traz nove composições inéditas que exploram novas vertentes musicais. O principal destaque inicial do álbum é a faixa “Hoje tem rodeio”, que já ganhou um videoclipe dirigido por Jacques JR e está disponível no YouTube. No entanto, a música que mais tem gerado burburinho é “Pa pa pa pa”, reconhecida por sua inovadora fusão entre o country e o funk, mostrando a versatilidade da cantora. A novidade sonora foi divulgada conforme informação divulgada pela fonte do conteúdo jornalístico. O álbum “Fire Arena” consolida a trajetória de Ana Castela, que continua a explorar o universo do rodeio e do sertanejo pop, com influências claras da música country norte-americana, como já visto em seu trabalho anterior, “Let’s go rodeo” (2025). Um repertório diversificado para “Fire Arena” Além dos singles de destaque, “Fire Arena” apresenta outras sete músicas inéditas que compõem o repertório completo do álbum. Entre elas estão “Eu não vou mudar”, “É que eu não te esqueci”, “É bom demais”, “Beijando outra morena”, “Não depende só de mim”, “Vou vender o meu chapéu” e “Meu erro”. Essa diversidade de faixas promete agradar a diferentes públicos. “Meu erro” e a conexão com o universo sertanejo A letra da música “Meu erro”, com versos como “Cê me fez / Pegar raiva / De rodeio / Cê me fez / Jogar fora / Meu chapéu preto”, reforça a conexão de Ana Castela com o universo do rodeio e do sertanejo. Essa temática, já presente em seu álbum anterior, é revisitada e enriquecida no novo trabalho, mantendo a identidade que a consagrou. “Pa pa pa pa”: a aposta na mistura de gêneros A canção “Pa pa pa pa” se destaca como a grande aposta de Ana Castela na experimentação musical. A fusão de elementos do country, com suas raízes e sonoridades características, com o ritmo contagiante do funk, cria uma proposta sonora única. Essa mistura tem o potencial de atrair tanto os fãs de longa data quanto um novo público. “Fire Arena”: o quinto capítulo da carreira da Boiadeira O lançamento de “Fire Arena” marca mais um importante capítulo na carreira de Ana Castela, conhecida como a “Boiadeira”. Com um público fiel e em constante crescimento, a cantora demonstra maturidade artística ao ousar em suas produções, sem perder a essência que a tornou um fenômeno nacional. O álbum está disponível nas principais plataformas digitais.

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Meteoro: A música de 15 minutos que catapultou Luan Santana para o estrelato sertanejo

O hit sertanejo que mudou a história de Luan Santana Em 2009, uma música de apenas 15 minutos de composição se tornaria o divisor de águas na carreira de um jovem artista. ‘Meteoro’, escrita por Sorocaba, não só alçou Luan Santana ao estrelato, como também redefiniu o panorama da música sertaneja. Antes de ‘Meteoro’, Luan Santana era um artista em ascensão, realizando shows para pequenas plateias, por vezes apenas 15 pessoas. A canção, com sua melodia cativante e letra inocente, conquistou o Brasil e transformou o ‘gurizinho’, como era conhecido, em um fenômeno nacional. Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que você pode acompanhar no GloboPop, o aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo. Baixe o app e siga o palco “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Sorocaba, o hitmaker por trás de ‘Meteoro’ Apesar de ter sido a canção que impulsionou Luan Santana, ‘Meteoro’ não foi composta por ele. A autoria é de Sorocaba, parceiro de Fernando e um dos maiores compositores da música sertaneja. O encontro entre Luan e Sorocaba ocorreu em Santa Catarina, onde ambos se apresentavam no mesmo evento. Após o show, em um hotel, Sorocaba apresentou algumas de suas composições para Luan. O jovem artista se encantou e pediu permissão para gravar algumas delas. No encontro seguinte, Sorocaba já trazia ‘Meteoro’ pronta, especificamente pensada para Luan. Um sucesso pensado para o público jovem Sorocaba compôs ‘Meteoro’ em apenas 15 minutos, com um objetivo claro: criar um sucesso que dialogasse com o público jovem de Luan Santana. Ele sabia que a música não poderia conter temas como sexo ou bebida, optando por uma abordagem mais leve e romântica. Assim, nasceu o “meteoro da paixão”, uma metáfora para o amor de forma singela e acessível. A escolha lírica se provou certeira, conectando-se instantaneamente com milhões de ouvintes e consolidando a imagem de Luan como um ídolo juvenil. O legado de ‘Meteoro’ e a evolução de Luan Santana Embora ‘Meteoro’ tenha sido um marco, não foi a música mais tocada de Luan Santana nos anos seguintes, sendo superada por outros sucessos como “Sinais” e “Você não sabe o que é amor”. No entanto, a faixa se tornou **emblemática**, um símbolo do início de sua trajetória de sucesso. A partir de ‘Meteoro’, Luan Santana se consolidou como um dos artistas mais populares do país, dominando as rádios e conquistando reconhecimento nacional. Hoje, o cantor transita com maestria para um público mais maduro, adaptando suas letras e sonoridade, mas sem nunca abandonar o tema do amor, agora com uma perspectiva mais aprofundada e **letras mais maduras**.

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Filme Iraniano Feito com IA Estreia em Festival de NY: “Dreams of Violets” Revoluciona Cinema com Orçamento de US$ 2 Mil

“Dreams of Violets”, primeiro longa-metragem totalmente gerado por IA a integrar programação oficial de grande festival, estreia no Tribeca. O Festival de Tribeca, em Nova York, será palco da estreia mundial de “Dreams of Violets” no dia 10 de junho, durante sua 25ª edição. Este filme marca um momento histórico por ser, segundo a Fountain 0, responsável pelo projeto, o primeiro longa-metragem com atores reais e inteiramente gerado por inteligência artificial a ser selecionado para a programação oficial de um festival de grande porte. Dirigido pelo cineasta iraniano Ash Koosha, o docudrama de 75 minutos é inspirado nos intensos protestos que abalaram Teerã em janeiro deste ano. A obra acompanha a jornada de cinco iranianos em um beco da cidade, prestes a serem executados, sob o olhar de Amir, um menino de 10 anos com paralisia cerebral. Os eventos retratados no filme ecoam os confrontos reais entre autoridades e civis no Irã, que, segundo dados da Agência de Notícias de Direitos Humanos, resultaram em pelo menos 7 mil mortos e mais de 50 mil prisões. A obra aborda a complexidade e a urgência de um conflito global, oferecendo uma perspectiva íntima e rara sobre os acontecimentos. A união da tecnologia e da urgência humana Jane Rosenthal, cofundadora do Festival de Tribeca, ressaltou a importância do equilíbrio entre o avanço tecnológico e a força da mensagem política do filme. Ela destacou que, em um momento em que a inteligência artificial e o Irã são temas centrais no debate mundial, “Dreams of Violets” oferece uma visão única e tocante de um conflito muitas vezes incompreendido. A escolha do filme pelo festival se deu não apenas pela conquista tecnológica, mas pela “imediatidade emocional e a urgência da própria história”. Criação inovadora em Londres Ash Koosha, cineasta iraniano radicado em Londres, concebeu o projeto logo após os massacres serem anunciados. Sem acesso a equipes de filmagem, atores ou ao território iraniano, Koosha utilizou ferramentas digitais para realizar a obra de sua casa. O processo criativo, que durou três meses, teve um custo total de aproximadamente US$ 2.000 (cerca de R$ 10 mil), demonstrando a viabilidade de produções de alto impacto com orçamentos reduzidos. Ferramentas de IA impulsionam a produção Para a concepção de “Dreams of Violets”, Koosha empregou uma variedade de ferramentas de inteligência artificial. A Kling AI foi utilizada para a geração de vídeo, o Claude AI da Anthropic para aprimoramentos linguísticos, e os sistemas Gemini e Nanobanana do Google para pesquisa e imagens. A tecnologia proprietária da Fountain 0 foi crucial para garantir a precisão dos quadros. Defesa da memória e da arte Koosha defende o caráter memorialístico de “Dreams of Violets”, especialmente diante das discussões éticas sobre o uso da IA em contextos de eventos reais. Ele reconhece as complexas questões levantadas por um filme de IA sobre pessoas que morreram, mas argumenta que o silêncio e o esquecimento, favorecidos pelo regime, seriam piores. “O filme existe porque os mortos merecem ser vistos”, afirma o diretor, ressaltando a importância de dar

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Demi Lovato e Jamiroquai: Shows em SP após Rock in Rio 2026 agitam fãs com ingressos e datas confirmadas

Demi Lovato e Jamiroquai anunciam shows em São Paulo após o Rock in Rio 2026, agitando os fãs com datas e preços dos ingressos. A notícia que os fãs brasileiros esperavam finalmente chegou! Duas atrações de peso confirmadas para o Rock in Rio 2026, a cantora americana Demi Lovato e a icônica banda britânica Jamiroquai, acabam de anunciar shows extras em São Paulo. As apresentações ocorrerão logo após as participações dos artistas no renomado festival carioca, prometendo não deixar a energia do público paulistano diminuir. A agenda divulgada nesta quarta-feira (27) já está gerando grande burburinho. Os fãs que não puderem comparecer ao Rock in Rio terão a chance de ver seus ídolos de perto em solo paulistano. Conforme informação divulgada, os detalhes dos shows de Demi Lovato e Jamiroquai em São Paulo já foram confirmados, incluindo locais, datas e valores dos ingressos. Jamiroquai eletriza o Allianz Parque em setembro A banda britânica Jamiroquai, conhecida por seus hits contagiantes e performances energéticas, fará uma apresentação imperdível no Allianz Parque, em São Paulo, no dia 13 de setembro. Antes disso, o grupo será responsável por fechar o Palco Sunset do Rock in Rio no dia 11 do mesmo mês. Os ingressos para o show do Jamiroquai em São Paulo já têm seus valores divulgados, variando entre R$ 172,50 para a meia-entrada na cadeira superior e R$ 945 para a inteira na modalidade hot seat, oferecendo diferentes opções para os fãs. Demi Lovato brilha no Suhai Music Hall Poucos dias depois, no dia 15 de setembro, será a vez da cantora Demi Lovato encantar o público paulistano. O show da artista americana acontecerá no Suhai Music Hall. Demi Lovato também terá um lugar de destaque no Rock in Rio, se apresentando no Palco Mundo no dia 12 de setembro. Os preços para assistir a Demi Lovato em São Paulo foram anunciados, com valores que vão de R$ 245 (meia, pista) a R$ 890 (inteira, camarote 1º piso), buscando abranger diferentes públicos e possibilidades de acesso. Vendas de ingressos: Fique atento às datas! Para os fãs ansiosos, a boa notícia é que a corrida pelos ingressos já tem data para começar. A pré-venda para o show do Jamiroquai e a venda geral dos ingressos para Demi Lovato iniciam nesta quinta-feira, 28 de setembro, às 10h. É importante garantir seu lugar para não perder essas apresentações que prometem ser inesquecíveis. A confirmação desses shows em São Paulo após o Rock in Rio 2026 reforça a importância do Brasil no circuito de grandes turnês internacionais e a forte conexão dos artistas com o público brasileiro, que sempre demonstra grande entusiasmo por essas atrações.

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Filipe Toca lança “Muita Sede”: o Nordeste em versos doces e memórias afetivas com Agnes Nunes e Duda Beat

Filipe Toca encanta com “Muita Sede”, disco que mergulha na doçura nordestina e memórias afetivas O cenário musical brasileiro ganha um novo e promissor artista com o lançamento de “Muita Sede”, o primeiro álbum de estúdio de Filipe Toca. O trabalho, que chegou ao público na quinta-feira, 28 de maio, é um convite para imergir nas sonoridades e sentimentos do Nordeste, embalado por uma delicadeza que marca a identidade do cantor e compositor potiguar. Desde as primeiras notas de “Mangaba menina”, com as referências a “Caju” e “Cajuína”, Filipe Toca deixa claro o seu território afetivo e musical. O álbum, produzido por Juliano Valle, navega com maestria pela rica tapeçaria da música nordestina, explorando temas universais como amor, saudade e a busca por identidade. As participações de Agnes Nunes em “Borboleta furta-cor” e Duda Beat em “Olhar de quem não presta”, já divulgadas como singles, reforçam a conexão do artista com a nova geração da música nordestina e ampliam o alcance de suas melodias. Conforme informação divulgada pela imprensa especializada, o álbum celebra as raízes do artista, que nasceu Filipe Vieira Fonseca em Natal (RN) e hoje reside em São Paulo (SP). A doçura do xote e a força das memórias em “Muita Sede” O xote “Outro áudio meu”, foco atual do álbum, é um exemplo da delicadeza romântica que permeia o trabalho de Filipe Toca. Sua música evoca a doçura de um Geraldo Azevedo, com letras que ecoam memórias afetivas e existenciais. A sonoridade suave e as composições autorais de “Fiapinho de amor” reforçam essa atmosfera introspectiva e sensível. A sanfona, instrumento recorrente em “Muita Sede”, confere um toque ainda mais especial a canções como “Pai e mãe”. Nesta faixa confessional, Filipe Toca expressa o sentimento nostálgico do migrante, a saudade da terra natal e do aconchego familiar, em contraste com a certeza de que a jornada fora de casa foi fundamental para seu crescimento. Festa junina e a vida na metrópole em ritmos nordestinos A alegria contagiante das festas juninas também encontra espaço em “Muita Sede” com “Foi no São João”. A música, um forró animado que conta a saudade de um amor de festa, conta com a participação da paulistana Mariana Aydar, outra artista que transita com desenvoltura pela música nordestina. A colaboração realça a versatilidade do álbum. Já o baião “Quinta, quase sexta” transporta a narrativa afetiva para o universo da cidade de São Paulo, onde o artista potiguar construiu sua vida. A faixa demonstra como as raízes nordestinas de Filipe Toca se entrelaçam com as experiências vividas na metrópole, criando uma ponte entre o passado e o presente. Do sertão à festa, o encerramento de “Muita Sede” O interlúdio “Bença”, com sua aridez que remete ao sertão nordestino e à prosódia dos cantadores, cria um momento de contemplação e sagralidade no álbum. Em contrapartida, a faixa-título, “Muita Sede”, encerra o disco com uma pegada dançante de forró, saciando a vontade de festa e diluindo a suavidade predominante nas outras canções. O álbum “Muita Sede” de

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O Assassinato de Roger Ackroyd: Por Que o Romance de Agatha Christie de 100 Anos é Considerado o Melhor Policial de Todos os Tempos?

Em 2013, a Associação Britânica de Escritores Policiais (CWA) reuniu-se para eleger o melhor romance do gênero de todos os tempos. Entre clássicos como “O Cão dos Baskervilles” e “O Silêncio dos Inocentes”, “O Assassinato de Roger Ackroyd”, de Agatha Christie, emergiu como o grande vencedor, conquistando os 600 votos computados. Publicado originalmente como folhetim no jornal London Evening News entre julho e setembro de 1925, o livro chegou às livrarias brasileiras em 1933. Sua estrutura em 54 capítulos, com o título original “Quem Matou Ackroyd?”, introduziu um elemento que revolucionaria o gênero policial: o “plot twist”, uma reviravolta no final que chocou e encantou leitores, e que hoje é celebrado em diversas mídias. Essa inovação narrativa, segundo especialistas, é um dos pilares do sucesso duradouro de “O Assassinato de Roger Ackroyd”. A obra não apenas consolidou Agatha Christie como a “Rainha do Crime”, mas também redefiniu as expectativas para o mistério e o suspense, inspirando incontáveis autores e obras posteriores. A Inspiração por Trás da Genialidade A própria Agatha Christie, em sua autobiografia, revelou que a inspiração para “O Assassinato de Roger Ackroyd” veio de sugestões de seu cunhado, James Watts, e de Lorde Louis Mountbatten. Watts, frustrado com a tendência de detetives se tornarem criminosos, expressou o desejo de ver um “Watson que virasse criminoso”. Mountbatten, por sua vez, sugeriu que a história fosse narrada em primeira pessoa por alguém que, no final, se revelasse o culpado. Inicialmente, Christie pensou em seu fiel personagem Capitão Hastings para o papel, mas descartou a ideia, considerando-o incapaz de um crime frio e calculado. Assim, ela optou por dar a narrativa ao Dr. James Sheppard, o médico da pacata cidade de King’s Abbot, uma escolha que se provou magistral e enganosamente simples. “Muitos dizem que “O Assassinato de Roger Ackroyd” é enganador. Mas, se o lerem com cuidado, verificarão que estão errados”, ponderou a autora, defendendo a integridade de sua construção narrativa. A capacidade de Christie de enganar o leitor de forma tão engenhosa é um dos aspectos mais admirados da obra. Um Legado que Ultrapassa Gerações Jared Cade, autor de “Secrets from the Agatha Christie Archives”, reitera que o livro é “sem dúvida, o melhor romance policial do século 20”. Ele destaca a “simplicidade enganosa” da trama, que se apresenta como um mistério convencional, mas desafia as regras do gênero, exigindo do leitor a suspeita sobre todos os personagens. A escritora Susanne Lieder, biógrafa de Christie, complementa que a autora “revolucionou o gênero e surpreendeu os leitores”, especialmente pela escolha de um assassino “muito simpático”. Ela também expressa seu carinho pela personagem Caroline Sheppard, irmã do narrador, considerada sua favorita. Apesar de “O Assassinato de Roger Ackroyd” ser aclamado pela crítica, é interessante notar que em uma enquete mundial promovida pelo site oficial de Agatha Christie em 2015, o livro favorito dos fãs foi “E Não Sobrou Nenhum” (1939). “O Assassinato no Expresso do Oriente” (1934) ficou em segundo lugar, e “O Assassinato de Roger Ackroyd” em terceiro, com 8%

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