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Economia

Bairro do Jóquei tem previsão de início para setembro de 2025

Lançamento do novo bairro, voltado para a classe média, avança para fase de licitação no segundo semestre O Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) tem sido um instrumento fundamental para a expansão planejada da capital. Entre os principais projetos viabilizados, destaca-se a criação do bairro Jóquei, destinado ao público de classe média. O tema foi abordado pelo presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Roberto Botelho, durante entrevista ao programa CB.Poder — uma parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília. Além do novo bairro, Botelho também discutiu o uso do trecho 4 do Setor de Clubes Sul e os desafios da habitação popular no DF. Novidades imobiliárias trazidas pelo PPCub Entre as mudanças previstas, um dos pontos de destaque é a flexibilização do uso das quadras 900 na Asa Sul. “A única maneira de ampliar a oferta habitacional dentro do Plano Piloto é permitindo novos usos para essas áreas”, explica Botelho. Outro avanço importante é a transformação do trecho 4 do Setor de Clubes Sul. Atualmente, a área abriga uma mistura de hotéis e clubes, mas a proposta do PPCub prevê sua destinação exclusiva para empreendimentos hoteleiros. “Os clubes que estavam ali não existem mais, incluindo a Academia de Tênis. Caso seja aprovado, o setor será dedicado apenas a hotéis”, esclarece. Bairro Jóquei: um projeto moderno e sustentável O bairro Jóquei está sendo projetado para oferecer uma infraestrutura completa e sustentável, com calçadas amplas, ciclovias e um Parque Central que homenageia a antiga pista do Jockey Clube. Segundo Botelho, a previsão é que o projeto seja apreciado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) entre julho e agosto. “Uma vez aprovado, ele segue para registro, e acredito que até setembro ou outubro a Terracap terá condições de licitar os primeiros terrenos”, afirma. A nova área habitacional terá capacidade para aproximadamente 45 mil moradores e contará com edifícios altos, proporcionando melhor ventilação, maior aproveitamento da luz natural e um ambiente urbano mais agradável. O projeto busca atender a um público com renda intermediária, posicionado entre os moradores de Águas Claras e Guará, regiões que atualmente carecem de novas ofertas de moradia para essa faixa econômica. Redução do ITBI: impacto para o setor imobiliário Outro tema abordado foi a demanda da Ademi-DF para a redução do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que passou de 2% para 3% nos últimos governos. A entidade defende o retorno à alíquota anterior, visando facilitar a regularização de contratos de gaveta e estimular a formalização de escrituras. “O secretário de Economia, Ney Ferraz, nos recebeu e já está conduzindo um estudo para essa mudança. Acreditamos que o governador Ibaneis Rocha cumprirá essa promessa de campanha em breve”, diz Botelho. A redução da alíquota pode impulsionar a arrecadação do governo, uma vez que mais compradores se sentirão incentivados a formalizar a escritura de seus imóveis. “Quando houve o aumento temporário de 1% na alíquota, a arrecadação do ITBI cresceu. Nossa expectativa é que,

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Análise do Mercado Imobiliário: A Expectativa para Março de 2025

O mercado imobiliário atravessa uma fase de ajustes contínuos, e para muitos inquilinos, as perspectivas não são favoráveis: os aluguéis devem continuar sua trajetória de alta nos próximos meses. Essa tendência é impulsionada pelos recentes aumentos nos principais índices que impactam o setor, influenciando diretamente os contratos de locação. Além disso, os custos de construção têm se elevado e a valorização dos imóveis segue em um ritmo superior à inflação. O Portal VGV apresenta uma análise aprofundada sobre os principais indicadores que explicam essa dinâmica: IGMI-R, INCC, IGP-M e IPCA. A seguir, examinamos o impacto de cada um deles no mercado e as previsões para o futuro próximo. IGMI-R: Indicador da Valorização Imobiliária O IGMI-R (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Residencial) passou a integrar o Painel do Boletim FOCO VGV, tornando-se um termômetro essencial para entender a valorização dos imóveis residenciais no Brasil. Este indicador tem mostrado uma valorização constante dos imóveis, o que contribui para o aumento dos aluguéis. Proprietários que utilizam o IGMI-R para ajustar os preços podem intensificar a alta dos aluguéis, tornando o cenário mais desafiador para os inquilinos. INCC: O Impacto do Custo de Construção O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) reflete o aumento contínuo nos custos de materiais, mão de obra e serviços no setor da construção civil. A elevação desse índice pressiona os preços dos imóveis novos, uma vez que as incorporadoras atualizam suas tabelas para repassar os custos. Como resultado, os preços de venda e aluguel aumentam, uma vez que investidores buscam retornos proporcionais aos seus custos de aquisição. IGP-M: O Índice de Reajuste dos Aluguéis O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) é o indicador mais familiar para os inquilinos, sendo amplamente utilizado para o reajuste dos contratos de locação. Nos últimos meses, o IGP-M tem apresentado uma aceleração, o que leva a aumentos expressivos nos valores dos aluguéis. Mesmo contratos atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) não estão imunes a esse movimento, já que a inflação geral também afeta os custos do mercado imobiliário. IPCA: Pressão Inflacionária O IPCA de fevereiro de 2025 registrou uma alta vigorosa, reforçando a pressão sobre os contratos de locação indexados a esse índice. Esse aumento tende a influenciar diretamente o custo de vida e, por consequência, os valores dos aluguéis, uma vez que a inflação impacta todos os setores da economia. O Futuro do Mercado de Locação Com base nesse cenário, a expectativa é de que os aluguéis continuem sua trajetória de aumento, especialmente em regiões com alta demanda habitacional. Os principais fatores que devem impulsionar essa tendência incluem: Para inquilinos, é essencial monitorar esses índices e se preparar para eventuais reajustes. Para aqueles que pretendem alugar um imóvel, a negociação cuidadosa se torna crucial para assegurar condições contratuais mais favoráveis. Perspectivas para o Mercado Imobiliário em Março de 2025 Os indicadores atuais mostram que o mercado imobiliário seguirá pressionado nos próximos meses. O IGMI-R sinaliza a valorização dos imóveis, o INCC aponta para um aumento nos

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Centro Urbano do Tororó: O Novo Marco no Desenvolvimento Urbano de Brasília

Brasília está prestes a ganhar um novo bairro planejado que promete revolucionar o conceito de moradia e desenvolvimento sustentável no Distrito Federal. O Centro Urbano do Tororó, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico, surge como um projeto inovador que alia infraestrutura moderna, qualidade de vida e sustentabilidade ambiental. Planejamento Urbano e Infraestrutura O Centro Urbano do Tororó é uma iniciativa conduzida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), visando criar um espaço completo para seus futuros moradores. O projeto prevê a construção de unidades habitacionais, centros comerciais, escolas, postos de saúde, áreas de lazer e infraestrutura viária moderna, garantindo conectividade e acessibilidade para a população. Com investimentos significativos em saneamento básico, iluminação pública e mobilidade urbana, a proposta busca reduzir a necessidade de deslocamentos para outras regiões administrativas, tornando o bairro um modelo de cidade compacta e funcional. Sustentabilidade e Preservação Ambiental Um dos principais diferenciais do Centro Urbano do Tororó é o compromisso com a sustentabilidade. Durante a audiência pública realizada para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), especialistas destacaram a necessidade de medidas ecológicas para a preservação das áreas verdes e dos recursos hídricos locais. O projeto prevê a implementação de tecnologias sustentáveis, como o reuso de águas pluviais, energia solar para iluminação pública e sistemas de gestão de resíduos sólidos eficientes. Além disso, haverá áreas de preservação ambiental e parques integrados ao bairro, garantindo espaços de convivência harmoniosos com a natureza. Perspectivas Econômicas e Mercado Imobiliário Com a criação do Centro Urbano do Tororó, espera-se um crescimento expressivo no mercado imobiliário da região. Incorporadoras já demonstram interesse no projeto, prevendo uma valorização significativa dos imóveis no bairro. O empreendimento atrai investidores, empreendedores e famílias que buscam uma alternativa moderna e sustentável para morar no Distrito Federal. Além disso, a criação de um polo comercial robusto dentro do bairro deverá gerar empregos e fomentar a economia local, promovendo um desenvolvimento integrado e equilibrado. Cronograma e Expectativas O início das obras está previsto para os próximos meses, e a expectativa é que o bairro esteja completamente estruturado dentro de alguns anos. O GDF e a Terracap garantem que o projeto seguirá todas as normativas ambientais e urbanísticas, assegurando que a população tenha um espaço planejado de forma eficiente e sustentável. O Centro Urbano do Tororó se posiciona como um dos empreendimentos mais promissores do Distrito Federal, trazendo um novo conceito de urbanização que une modernidade, qualidade de vida e preservação ambiental. Com essa iniciativa, Brasília dá mais um passo rumo a um futuro urbano mais organizado e sustentável. Helisson de Jesus Pelegrini

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Iguatemi Brasília anuncia expansão para 2026

Novo espaço contará com 90 lojas, restaurantes, cafés e uma alameda wellness O Iguatemi Brasília anunciou detalhes sobre seu projeto de expansão no Lago Norte, que contará com um investimento de R$ 236 milhões. As obras estão previstas para começar até maio de 2024 e devem ser concluídas até novembro de 2026. O projeto prevê a adição de 15,5 mil metros quadrados à Área Bruta Locável (ABL), um aumento de quase 50% em relação ao espaço atual. A expansão incluirá 90 novas lojas, além de restaurantes, cafés, um salão de cabeleireiro e uma alameda wellness. Expansão integrada ao design original O gerente-geral do Iguatemi Brasília, Sany Worcman, destacou que a expansão já estava prevista na concepção original do shopping. Assim, a transição para o novo espaço será natural e harmoniosa para os clientes. “Faremos de tudo para não causar transtornos, pois, durante as obras, as lojas funcionarão normalmente”, garantiu Worcman. Novas marcas e experiências exclusivas Entre as marcas confirmadas para o novo espaço estão: ✅ NK Store – Multimarca de luxo com grifes nacionais e internacionais.✅ Rodeio – Tradicional churrascaria paulistana.✅ Casa Almería – Nova filial de uma das casas gastronômicas mais sofisticadas do país.✅ Salas VIP de cinema – Para uma experiência cinematográfica exclusiva. Além disso, Worcman adiantou que outras marcas internacionais já foram confirmadas, mas seus nomes serão divulgados em breve. Helisson de jesus pelegrini

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Balneário Camboriú e Itapema lideram ranking do metro quadrado mais caro do Brasil

Quatro cidades catarinenses estão entre as cinco mais valorizadas do país De acordo com o Índice FipeZap de fevereiro de 2025, Balneário Camboriú e Itapema, em Santa Catarina, ocupam as primeiras posições no ranking das cidades com o metro quadrado mais caro do Brasil. O levantamento, que acompanha os preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades, revelou que quatro das cinco localidades mais valorizadas estão no estado catarinense. Ranking das cidades com o metro quadrado mais caro do Brasil:🏆 1º lugar – Balneário Camboriú: R$ 14.206/m²🥈 2º lugar – Itapema: R$ 13.735/m²🥉 3º lugar – Vitória (ES): R$ 12.781/m² (única cidade fora de SC no top 5) Cenário nacional: valorização imobiliária e inflação O mercado imobiliário brasileiro apresentou um crescimento médio de 0,68% em fevereiro de 2025, acelerando em relação ao aumento de 0,59% em janeiro. Das 56 cidades monitoradas, 52 registraram alta nos preços, incluindo 21 das 22 capitais analisadas. Em comparação com outros indicadores econômicos:📈 IGP-M/FGV registrou inflação de 1,06% no período.📈 IPCA-15/IBGE apontou um aumento de 1,23% nos preços ao consumidor. No acumulado de 12 meses, o Índice FipeZap apontou uma valorização de 8,17%, um valor intermediário entre:📊 IGP-M/FGV (+8,44%)📊 IPCA/IBGE e IPCA-15 (+4,97%) Destaques por tipo de imóvel ✅ Imóveis de 1 dormitório tiveram a maior valorização no período, com um aumento de 9,44%.✅ Unidades com 4 ou mais dormitórios registraram o menor crescimento, com 6,15% de valorização. Todas as 56 cidades monitoradas pelo índice apresentaram valorização nos últimos 12 meses, incluindo as 22 capitais avaliadas.

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Imposto de Renda 2025: Declaração começa em 17 de março e vai até 30 de maio

Receita Federal divulga regras e calendário de restituições A Receita Federal anunciou as regras para a declaração do Imposto de Renda 2025 (ano-base 2024). O prazo para a entrega inicia em 17 de março e se estende até 30 de maio. Quem não cumprir o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Novidades e calendário 📌 O programa para preenchimento do Imposto de Renda 2025 estará disponível para download a partir de 13 de março.📌 A Receita estima receber 46,2 milhões de declarações, um aumento em relação aos 42,4 milhões do ano anterior.📌 O calendário de restituições começa em 30 de maio.📌 A declaração pré-preenchida estará disponível a partir de 1º de abril, 13 dias após o início da entrega tradicional. Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2025? A declaração é obrigatória para quem se enquadra em pelo menos um dos seguintes critérios: ✔ Rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024 (valor reajustado em relação ao ano anterior).✔ Rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil.✔ Ganho de capital na venda de bens ou direitos, operações em bolsas de valores acima de R$ 40 mil ou ganhos líquidos tributáveis.✔ Isenção de imposto sobre ganho de capital na venda de imóvel residencial, caso tenha adquirido outro imóvel no prazo de 180 dias.✔ Receita bruta acima de R$ 169.440,00 em atividade rural.✔ Posse ou propriedade de bens acima de R$ 800 mil até 31/12/2024.✔ Mudança para a condição de residente no Brasil em qualquer mês de 2024.✔ Declaração de bens e direitos no exterior, incluindo trust e aplicações financeiras internacionais.✔ Atualização de bens imóveis com ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024). Prioridade nas restituições A ordem de pagamento das restituições segue critérios específicos. Quem entrega a declaração antes recebe primeiro, desde que não haja erros ou omissões. No entanto, alguns grupos têm prioridade: 1️⃣ Idosos acima de 80 anos2️⃣ Idosos entre 60 e 79 anos3️⃣ Contribuintes com deficiência física, mental ou moléstia grave4️⃣ Professores cuja maior fonte de renda seja o magistério5️⃣ Contribuintes que utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem pela restituição via PIX6️⃣ Contribuintes que usarem a declaração pré-preenchida ou optarem pelo PIX 💡 Importante: A restituição via PIX só será aceita se a chave for o CPF do contribuinte. Chaves vinculadas a e-mails ou números de telefone não serão aceitas.

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Impacto da Frente Fria e da Redução de Impostos nos Preços dos Alimentos

As recentes iniciativas do Governo Federal para conter a alta dos preços dos alimentos, incluindo a redução das tarifas de importação para itens como carne, café, açúcar e milho, têm gerado diferentes avaliações por parte de especialistas e do setor agropecuário. Além disso, as condições climáticas, especialmente a atuação de uma frente fria, também exercem influência significativa sobre a oferta e os preços dos produtos agrícolas. Clima e Produção Agropecuária A queda das temperaturas pode impactar diretamente a produção agrícola, sobretudo no Sul do Brasil, onde as baixas temperaturas ainda persistem. O contador, administrador e especialista em recuperação judicial, Marcello Marin, explica como as condições climáticas adversas podem afetar a produção de alimentos. “Temperaturas muito baixas podem comprometer lavouras sensíveis, como hortaliças, frutas e até grãos, reduzindo a oferta e pressionando os preços para cima. Além disso, o aumento da demanda por produtos típicos do frio, como laticínios e carnes, pode encarecer esses itens. A logística também pode ser prejudicada, uma vez que as dificuldades no transporte podem impactar o abastecimento em determinadas regiões”, afirma Marin. Já o advogado especialista em agronegócios e logística marítima, Larry Carvalho, destaca que a ocorrência de geadas em regiões estratégicas pode representar um fator adicional de pressão sobre os custos do setor. “A possibilidade de geadas em áreas produtoras relevantes pode comprometer lavouras e gerar aumento nos custos para os produtores, que podem repassar esse encargo ao consumidor. O impacto tende a ser mais expressivo caso a frente fria atinja o Centro-Sul do Brasil, uma região fundamental para a produção agrícola nacional”, analisa Carvalho. Redução de Impostos: Solução ou Medida Pontual? As ações do governo para mitigar a alta dos preços por meio da redução de impostos geram avaliações divergentes entre especialistas e representantes do agronegócio. Enquanto alguns enxergam a iniciativa como um alívio pontual, outros consideram que o impacto pode ser limitado, especialmente diante de fatores macroeconômicos mais amplos. Para Marcello Marin, a redução de tarifas sobre importações pode trazer alívio momentâneo, mas não representa uma solução definitiva. “O preço final dos alimentos não é determinado apenas pelos impostos. Fatores como custos logísticos, taxa de câmbio, demanda global e margens de lucro também exercem influência. Se a estrutura logística e a oferta interna não forem suficientemente ajustadas, a redução nos preços pode ser pequena e temporária”, avalia. Por outro lado, Larry Carvalho acredita que a medida pode gerar efeitos positivos em itens da cesta básica com maior elasticidade de oferta. “Se os produtos importados conseguirem competir de forma eficiente e os importadores repassarem integralmente a redução tarifária ao consumidor, essa iniciativa pode contribuir para conter a inflação no curto prazo”, destaca Carvalho. No entanto, ele ressalta que a redução de tarifas não elimina os desafios estruturais que afetam a inflação de alimentos. “A inflação decorre de múltiplos fatores, como os custos de transporte, a volatilidade cambial e os eventos climáticos. A redução tarifária pode ser um instrumento auxiliar, mas não substitui políticas estruturais mais amplas”, alerta. Além disso, Marin ressalta que a desoneração

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Token $Eike, na Solana, está por trás de projeto de Eike Batista que pode valer “$63 bilhões”

Eike Batista está lançando um projeto inovador centrado na “super cana”, uma variedade geneticamente aprimorada de cana-de-açúcar que promete revolucionar o agronegócio. Após garantir um investimento inicial de US$ 500 milhões para adquirir 70 mil hectares próximos ao Porto do Açu, Eike planeja expandir a produção com uma tecnologia desenvolvida ao longo de duas décadas por pesquisadores brasileiros, capaz de gerar significativamente mais etanol e biomassa que variedades tradicionais. O elemento mais disruptivo do projeto é o token $EIKE, desenvolvido na blockchain Solana, que será oferecido principalmente a investidores americanos. A meta é captar US$ 100 milhões com a venda de 100 milhões de tokens a US$ 1 cada, garantindo aos detentores o direito a 10% dos lucros futuros do empreendimento. Esta estratégia representa uma abordagem pioneira para financiar um megaprojeto ancorado em ativos reais através da tokenização. Os investidores do $EIKE estarão sujeitos a um período de lock-up de quatro anos, tempo que Eike considera necessário para que o projeto atinja a lucratividade desejada. O modelo de negócio prevê múltiplos módulos de produção com plantio gradual, onde cada módulo poderia gerar um EBITDA de US$ 5,9 bilhões, resultando em um valuation potencial de US$ 63 bilhões na maturidade com base em um múltiplo de 10,5x EBITDA. Além da produção de etanol, a biomassa da “super cana” tem aplicações diversas, incluindo combustíveis sustentáveis para aviação (SAF) e alternativas ecológicas ao plástico convencional. A tecnologia desenvolvida resulta em variedades mais resistentes a pragas e secas, com produtividade superior por hectare em comparação às variedades tradicionais. As informações são do portal Brazil Journal.

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Bairro do Jóquei tem previsão de início para setembro de 2025

Lançamento do novo bairro, voltado para a classe média, avança para fase de licitação no segundo semestre O Plano de Preservação do Conjunto Urbanístico de Brasília (PPCub) tem sido um instrumento fundamental para a expansão planejada da capital. Entre os principais projetos viabilizados, destaca-se a criação do bairro Jóquei, destinado ao público de classe média. O tema foi abordado pelo presidente da Associação de Empresas do Mercado Imobiliário do Distrito Federal (Ademi-DF), Roberto Botelho, durante entrevista ao programa CB.Poder — uma parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília. Além do novo bairro, Botelho também discutiu o uso do trecho 4 do Setor de Clubes Sul e os desafios da habitação popular no DF. Novidades imobiliárias trazidas pelo PPCub Entre as mudanças previstas, um dos pontos de destaque é a flexibilização do uso das quadras 900 na Asa Sul. “A única maneira de ampliar a oferta habitacional dentro do Plano Piloto é permitindo novos usos para essas áreas”, explica Botelho. Outro avanço importante é a transformação do trecho 4 do Setor de Clubes Sul. Atualmente, a área abriga uma mistura de hotéis e clubes, mas a proposta do PPCub prevê sua destinação exclusiva para empreendimentos hoteleiros. “Os clubes que estavam ali não existem mais, incluindo a Academia de Tênis. Caso seja aprovado, o setor será dedicado apenas a hotéis”, esclarece. Bairro Jóquei: um projeto moderno e sustentável O bairro Jóquei está sendo projetado para oferecer uma infraestrutura completa e sustentável, com calçadas amplas, ciclovias e um Parque Central que homenageia a antiga pista do Jockey Clube. Segundo Botelho, a previsão é que o projeto seja apreciado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do DF (Conplan) entre julho e agosto. “Uma vez aprovado, ele segue para registro, e acredito que até setembro ou outubro a Terracap terá condições de licitar os primeiros terrenos”, afirma. A nova área habitacional terá capacidade para aproximadamente 45 mil moradores e contará com edifícios altos, proporcionando melhor ventilação, maior aproveitamento da luz natural e um ambiente urbano mais agradável. O projeto busca atender a um público com renda intermediária, posicionado entre os moradores de Águas Claras e Guará, regiões que atualmente carecem de novas ofertas de moradia para essa faixa econômica. Redução do ITBI: impacto para o setor imobiliário Outro tema abordado foi a demanda da Ademi-DF para a redução do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), que passou de 2% para 3% nos últimos governos. A entidade defende o retorno à alíquota anterior, visando facilitar a regularização de contratos de gaveta e estimular a formalização de escrituras. “O secretário de Economia, Ney Ferraz, nos recebeu e já está conduzindo um estudo para essa mudança. Acreditamos que o governador Ibaneis Rocha cumprirá essa promessa de campanha em breve”, diz Botelho. A redução da alíquota pode impulsionar a arrecadação do governo, uma vez que mais compradores se sentirão incentivados a formalizar a escritura de seus imóveis. “Quando houve o aumento temporário de 1% na alíquota, a arrecadação do ITBI cresceu. Nossa expectativa é que,

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Análise do Mercado Imobiliário: A Expectativa para Março de 2025

O mercado imobiliário atravessa uma fase de ajustes contínuos, e para muitos inquilinos, as perspectivas não são favoráveis: os aluguéis devem continuar sua trajetória de alta nos próximos meses. Essa tendência é impulsionada pelos recentes aumentos nos principais índices que impactam o setor, influenciando diretamente os contratos de locação. Além disso, os custos de construção têm se elevado e a valorização dos imóveis segue em um ritmo superior à inflação. O Portal VGV apresenta uma análise aprofundada sobre os principais indicadores que explicam essa dinâmica: IGMI-R, INCC, IGP-M e IPCA. A seguir, examinamos o impacto de cada um deles no mercado e as previsões para o futuro próximo. IGMI-R: Indicador da Valorização Imobiliária O IGMI-R (Índice Geral do Mercado Imobiliário – Residencial) passou a integrar o Painel do Boletim FOCO VGV, tornando-se um termômetro essencial para entender a valorização dos imóveis residenciais no Brasil. Este indicador tem mostrado uma valorização constante dos imóveis, o que contribui para o aumento dos aluguéis. Proprietários que utilizam o IGMI-R para ajustar os preços podem intensificar a alta dos aluguéis, tornando o cenário mais desafiador para os inquilinos. INCC: O Impacto do Custo de Construção O INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) reflete o aumento contínuo nos custos de materiais, mão de obra e serviços no setor da construção civil. A elevação desse índice pressiona os preços dos imóveis novos, uma vez que as incorporadoras atualizam suas tabelas para repassar os custos. Como resultado, os preços de venda e aluguel aumentam, uma vez que investidores buscam retornos proporcionais aos seus custos de aquisição. IGP-M: O Índice de Reajuste dos Aluguéis O IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) é o indicador mais familiar para os inquilinos, sendo amplamente utilizado para o reajuste dos contratos de locação. Nos últimos meses, o IGP-M tem apresentado uma aceleração, o que leva a aumentos expressivos nos valores dos aluguéis. Mesmo contratos atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) não estão imunes a esse movimento, já que a inflação geral também afeta os custos do mercado imobiliário. IPCA: Pressão Inflacionária O IPCA de fevereiro de 2025 registrou uma alta vigorosa, reforçando a pressão sobre os contratos de locação indexados a esse índice. Esse aumento tende a influenciar diretamente o custo de vida e, por consequência, os valores dos aluguéis, uma vez que a inflação impacta todos os setores da economia. O Futuro do Mercado de Locação Com base nesse cenário, a expectativa é de que os aluguéis continuem sua trajetória de aumento, especialmente em regiões com alta demanda habitacional. Os principais fatores que devem impulsionar essa tendência incluem: Para inquilinos, é essencial monitorar esses índices e se preparar para eventuais reajustes. Para aqueles que pretendem alugar um imóvel, a negociação cuidadosa se torna crucial para assegurar condições contratuais mais favoráveis. Perspectivas para o Mercado Imobiliário em Março de 2025 Os indicadores atuais mostram que o mercado imobiliário seguirá pressionado nos próximos meses. O IGMI-R sinaliza a valorização dos imóveis, o INCC aponta para um aumento nos

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Centro Urbano do Tororó: O Novo Marco no Desenvolvimento Urbano de Brasília

Brasília está prestes a ganhar um novo bairro planejado que promete revolucionar o conceito de moradia e desenvolvimento sustentável no Distrito Federal. O Centro Urbano do Tororó, localizado na Região Administrativa do Jardim Botânico, surge como um projeto inovador que alia infraestrutura moderna, qualidade de vida e sustentabilidade ambiental. Planejamento Urbano e Infraestrutura O Centro Urbano do Tororó é uma iniciativa conduzida pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e pela Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), visando criar um espaço completo para seus futuros moradores. O projeto prevê a construção de unidades habitacionais, centros comerciais, escolas, postos de saúde, áreas de lazer e infraestrutura viária moderna, garantindo conectividade e acessibilidade para a população. Com investimentos significativos em saneamento básico, iluminação pública e mobilidade urbana, a proposta busca reduzir a necessidade de deslocamentos para outras regiões administrativas, tornando o bairro um modelo de cidade compacta e funcional. Sustentabilidade e Preservação Ambiental Um dos principais diferenciais do Centro Urbano do Tororó é o compromisso com a sustentabilidade. Durante a audiência pública realizada para apresentação do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e do Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), especialistas destacaram a necessidade de medidas ecológicas para a preservação das áreas verdes e dos recursos hídricos locais. O projeto prevê a implementação de tecnologias sustentáveis, como o reuso de águas pluviais, energia solar para iluminação pública e sistemas de gestão de resíduos sólidos eficientes. Além disso, haverá áreas de preservação ambiental e parques integrados ao bairro, garantindo espaços de convivência harmoniosos com a natureza. Perspectivas Econômicas e Mercado Imobiliário Com a criação do Centro Urbano do Tororó, espera-se um crescimento expressivo no mercado imobiliário da região. Incorporadoras já demonstram interesse no projeto, prevendo uma valorização significativa dos imóveis no bairro. O empreendimento atrai investidores, empreendedores e famílias que buscam uma alternativa moderna e sustentável para morar no Distrito Federal. Além disso, a criação de um polo comercial robusto dentro do bairro deverá gerar empregos e fomentar a economia local, promovendo um desenvolvimento integrado e equilibrado. Cronograma e Expectativas O início das obras está previsto para os próximos meses, e a expectativa é que o bairro esteja completamente estruturado dentro de alguns anos. O GDF e a Terracap garantem que o projeto seguirá todas as normativas ambientais e urbanísticas, assegurando que a população tenha um espaço planejado de forma eficiente e sustentável. O Centro Urbano do Tororó se posiciona como um dos empreendimentos mais promissores do Distrito Federal, trazendo um novo conceito de urbanização que une modernidade, qualidade de vida e preservação ambiental. Com essa iniciativa, Brasília dá mais um passo rumo a um futuro urbano mais organizado e sustentável. Helisson de Jesus Pelegrini

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Iguatemi Brasília anuncia expansão para 2026

Novo espaço contará com 90 lojas, restaurantes, cafés e uma alameda wellness O Iguatemi Brasília anunciou detalhes sobre seu projeto de expansão no Lago Norte, que contará com um investimento de R$ 236 milhões. As obras estão previstas para começar até maio de 2024 e devem ser concluídas até novembro de 2026. O projeto prevê a adição de 15,5 mil metros quadrados à Área Bruta Locável (ABL), um aumento de quase 50% em relação ao espaço atual. A expansão incluirá 90 novas lojas, além de restaurantes, cafés, um salão de cabeleireiro e uma alameda wellness. Expansão integrada ao design original O gerente-geral do Iguatemi Brasília, Sany Worcman, destacou que a expansão já estava prevista na concepção original do shopping. Assim, a transição para o novo espaço será natural e harmoniosa para os clientes. “Faremos de tudo para não causar transtornos, pois, durante as obras, as lojas funcionarão normalmente”, garantiu Worcman. Novas marcas e experiências exclusivas Entre as marcas confirmadas para o novo espaço estão: ✅ NK Store – Multimarca de luxo com grifes nacionais e internacionais.✅ Rodeio – Tradicional churrascaria paulistana.✅ Casa Almería – Nova filial de uma das casas gastronômicas mais sofisticadas do país.✅ Salas VIP de cinema – Para uma experiência cinematográfica exclusiva. Além disso, Worcman adiantou que outras marcas internacionais já foram confirmadas, mas seus nomes serão divulgados em breve. Helisson de jesus pelegrini

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Balneário Camboriú e Itapema lideram ranking do metro quadrado mais caro do Brasil

Quatro cidades catarinenses estão entre as cinco mais valorizadas do país De acordo com o Índice FipeZap de fevereiro de 2025, Balneário Camboriú e Itapema, em Santa Catarina, ocupam as primeiras posições no ranking das cidades com o metro quadrado mais caro do Brasil. O levantamento, que acompanha os preços de venda de imóveis residenciais em 56 cidades, revelou que quatro das cinco localidades mais valorizadas estão no estado catarinense. Ranking das cidades com o metro quadrado mais caro do Brasil:🏆 1º lugar – Balneário Camboriú: R$ 14.206/m²🥈 2º lugar – Itapema: R$ 13.735/m²🥉 3º lugar – Vitória (ES): R$ 12.781/m² (única cidade fora de SC no top 5) Cenário nacional: valorização imobiliária e inflação O mercado imobiliário brasileiro apresentou um crescimento médio de 0,68% em fevereiro de 2025, acelerando em relação ao aumento de 0,59% em janeiro. Das 56 cidades monitoradas, 52 registraram alta nos preços, incluindo 21 das 22 capitais analisadas. Em comparação com outros indicadores econômicos:📈 IGP-M/FGV registrou inflação de 1,06% no período.📈 IPCA-15/IBGE apontou um aumento de 1,23% nos preços ao consumidor. No acumulado de 12 meses, o Índice FipeZap apontou uma valorização de 8,17%, um valor intermediário entre:📊 IGP-M/FGV (+8,44%)📊 IPCA/IBGE e IPCA-15 (+4,97%) Destaques por tipo de imóvel ✅ Imóveis de 1 dormitório tiveram a maior valorização no período, com um aumento de 9,44%.✅ Unidades com 4 ou mais dormitórios registraram o menor crescimento, com 6,15% de valorização. Todas as 56 cidades monitoradas pelo índice apresentaram valorização nos últimos 12 meses, incluindo as 22 capitais avaliadas.

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Imposto de Renda 2025: Declaração começa em 17 de março e vai até 30 de maio

Receita Federal divulga regras e calendário de restituições A Receita Federal anunciou as regras para a declaração do Imposto de Renda 2025 (ano-base 2024). O prazo para a entrega inicia em 17 de março e se estende até 30 de maio. Quem não cumprir o prazo estará sujeito a multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido. Novidades e calendário 📌 O programa para preenchimento do Imposto de Renda 2025 estará disponível para download a partir de 13 de março.📌 A Receita estima receber 46,2 milhões de declarações, um aumento em relação aos 42,4 milhões do ano anterior.📌 O calendário de restituições começa em 30 de maio.📌 A declaração pré-preenchida estará disponível a partir de 1º de abril, 13 dias após o início da entrega tradicional. Quem deve declarar o Imposto de Renda em 2025? A declaração é obrigatória para quem se enquadra em pelo menos um dos seguintes critérios: ✔ Rendimentos tributáveis acima de R$ 33.888,00 em 2024 (valor reajustado em relação ao ano anterior).✔ Rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte acima de R$ 200 mil.✔ Ganho de capital na venda de bens ou direitos, operações em bolsas de valores acima de R$ 40 mil ou ganhos líquidos tributáveis.✔ Isenção de imposto sobre ganho de capital na venda de imóvel residencial, caso tenha adquirido outro imóvel no prazo de 180 dias.✔ Receita bruta acima de R$ 169.440,00 em atividade rural.✔ Posse ou propriedade de bens acima de R$ 800 mil até 31/12/2024.✔ Mudança para a condição de residente no Brasil em qualquer mês de 2024.✔ Declaração de bens e direitos no exterior, incluindo trust e aplicações financeiras internacionais.✔ Atualização de bens imóveis com ganho de capital diferenciado em dezembro/2024 (Lei nº 14.973/2024). Prioridade nas restituições A ordem de pagamento das restituições segue critérios específicos. Quem entrega a declaração antes recebe primeiro, desde que não haja erros ou omissões. No entanto, alguns grupos têm prioridade: 1️⃣ Idosos acima de 80 anos2️⃣ Idosos entre 60 e 79 anos3️⃣ Contribuintes com deficiência física, mental ou moléstia grave4️⃣ Professores cuja maior fonte de renda seja o magistério5️⃣ Contribuintes que utilizarem a declaração pré-preenchida e optarem pela restituição via PIX6️⃣ Contribuintes que usarem a declaração pré-preenchida ou optarem pelo PIX 💡 Importante: A restituição via PIX só será aceita se a chave for o CPF do contribuinte. Chaves vinculadas a e-mails ou números de telefone não serão aceitas.

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Impacto da Frente Fria e da Redução de Impostos nos Preços dos Alimentos

As recentes iniciativas do Governo Federal para conter a alta dos preços dos alimentos, incluindo a redução das tarifas de importação para itens como carne, café, açúcar e milho, têm gerado diferentes avaliações por parte de especialistas e do setor agropecuário. Além disso, as condições climáticas, especialmente a atuação de uma frente fria, também exercem influência significativa sobre a oferta e os preços dos produtos agrícolas. Clima e Produção Agropecuária A queda das temperaturas pode impactar diretamente a produção agrícola, sobretudo no Sul do Brasil, onde as baixas temperaturas ainda persistem. O contador, administrador e especialista em recuperação judicial, Marcello Marin, explica como as condições climáticas adversas podem afetar a produção de alimentos. “Temperaturas muito baixas podem comprometer lavouras sensíveis, como hortaliças, frutas e até grãos, reduzindo a oferta e pressionando os preços para cima. Além disso, o aumento da demanda por produtos típicos do frio, como laticínios e carnes, pode encarecer esses itens. A logística também pode ser prejudicada, uma vez que as dificuldades no transporte podem impactar o abastecimento em determinadas regiões”, afirma Marin. Já o advogado especialista em agronegócios e logística marítima, Larry Carvalho, destaca que a ocorrência de geadas em regiões estratégicas pode representar um fator adicional de pressão sobre os custos do setor. “A possibilidade de geadas em áreas produtoras relevantes pode comprometer lavouras e gerar aumento nos custos para os produtores, que podem repassar esse encargo ao consumidor. O impacto tende a ser mais expressivo caso a frente fria atinja o Centro-Sul do Brasil, uma região fundamental para a produção agrícola nacional”, analisa Carvalho. Redução de Impostos: Solução ou Medida Pontual? As ações do governo para mitigar a alta dos preços por meio da redução de impostos geram avaliações divergentes entre especialistas e representantes do agronegócio. Enquanto alguns enxergam a iniciativa como um alívio pontual, outros consideram que o impacto pode ser limitado, especialmente diante de fatores macroeconômicos mais amplos. Para Marcello Marin, a redução de tarifas sobre importações pode trazer alívio momentâneo, mas não representa uma solução definitiva. “O preço final dos alimentos não é determinado apenas pelos impostos. Fatores como custos logísticos, taxa de câmbio, demanda global e margens de lucro também exercem influência. Se a estrutura logística e a oferta interna não forem suficientemente ajustadas, a redução nos preços pode ser pequena e temporária”, avalia. Por outro lado, Larry Carvalho acredita que a medida pode gerar efeitos positivos em itens da cesta básica com maior elasticidade de oferta. “Se os produtos importados conseguirem competir de forma eficiente e os importadores repassarem integralmente a redução tarifária ao consumidor, essa iniciativa pode contribuir para conter a inflação no curto prazo”, destaca Carvalho. No entanto, ele ressalta que a redução de tarifas não elimina os desafios estruturais que afetam a inflação de alimentos. “A inflação decorre de múltiplos fatores, como os custos de transporte, a volatilidade cambial e os eventos climáticos. A redução tarifária pode ser um instrumento auxiliar, mas não substitui políticas estruturais mais amplas”, alerta. Além disso, Marin ressalta que a desoneração

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Token $Eike, na Solana, está por trás de projeto de Eike Batista que pode valer “$63 bilhões”

Eike Batista está lançando um projeto inovador centrado na “super cana”, uma variedade geneticamente aprimorada de cana-de-açúcar que promete revolucionar o agronegócio. Após garantir um investimento inicial de US$ 500 milhões para adquirir 70 mil hectares próximos ao Porto do Açu, Eike planeja expandir a produção com uma tecnologia desenvolvida ao longo de duas décadas por pesquisadores brasileiros, capaz de gerar significativamente mais etanol e biomassa que variedades tradicionais. O elemento mais disruptivo do projeto é o token $EIKE, desenvolvido na blockchain Solana, que será oferecido principalmente a investidores americanos. A meta é captar US$ 100 milhões com a venda de 100 milhões de tokens a US$ 1 cada, garantindo aos detentores o direito a 10% dos lucros futuros do empreendimento. Esta estratégia representa uma abordagem pioneira para financiar um megaprojeto ancorado em ativos reais através da tokenização. Os investidores do $EIKE estarão sujeitos a um período de lock-up de quatro anos, tempo que Eike considera necessário para que o projeto atinja a lucratividade desejada. O modelo de negócio prevê múltiplos módulos de produção com plantio gradual, onde cada módulo poderia gerar um EBITDA de US$ 5,9 bilhões, resultando em um valuation potencial de US$ 63 bilhões na maturidade com base em um múltiplo de 10,5x EBITDA. Além da produção de etanol, a biomassa da “super cana” tem aplicações diversas, incluindo combustíveis sustentáveis para aviação (SAF) e alternativas ecológicas ao plástico convencional. A tecnologia desenvolvida resulta em variedades mais resistentes a pragas e secas, com produtividade superior por hectare em comparação às variedades tradicionais. As informações são do portal Brazil Journal.

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