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Lula a Trump: “Ninguém respeita lambe-botas”, diz sobre reunião e negociações comerciais

Lula revela franqueza em diálogo com Trump e alfineta sobre respeito mútuo em política internacional O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou, nesta sexta-feira (8), sobre o encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington. Lula afirmou que a reunião foi marcada pela franqueza, destacando que aceita debater qualquer assunto de interesse entre os dois países, sem vetos. Durante um evento em que anunciou a renovação de contratos de energia elétrica, o presidente brasileiro detalhou a abordagem utilizada com Trump. Ele enfatizou que a disposição para discutir temas como “big techs”, plataformas digitais e combate ao crime organizado demonstra a seriedade e a capacidade de negociação do Brasil. A declaração sobre a necessidade de respeito mútuo e a menção a “lambe-botas” foram feitas em um contexto de maturidade política, segundo o próprio Lula. Ele ressaltou que, como homens mais velhos, “não brincam em serviço” e têm um tempo mais limitado para alcançar objetivos. Conforme informação divulgada pelo G1, Lula afirmou: “somos dois homens de 80 anos de idade. E dois homens de 80 anos de idade não brincam em serviço, a natureza é implacável, teoricamente nós temos menos tempo pela frente. Por isso, nós temos que saber o que queremos fazer”. Proposta para resolver impasse comercial em 30 dias Lula reafirmou o compromisso de que equipes dos governos brasileiro e americano apresentem, em até 30 dias, uma proposta para solucionar o impasse sobre tarifas de exportação. Além disso, busca-se resolver uma investigação comercial iniciada pelos EUA contra o Brasil no ano passado. A determinação é para que as negociações avancem rapidamente, refletindo a urgência e a importância do tema para ambas as nações. Brasil aberto a negócios com o mundo, sob soberania nacional O presidente reforçou a posição do Brasil de manter uma política externa aberta a negócios com todos os países. A condição primordial, no entanto, é a garantia da soberania brasileira. Lula declarou que não há vetos em relação a parcerias com os Estados Unidos, China, Rússia, França, México ou Alemanha. “Quem quiser fazer negócio com o Brasil, que venha. Estaremos de braços abertos para comprar e para vender, estaremos de braços abertos para fazer transferência de tecnologia e receber tecnologia nova”, disse. Trump elogia Lula e menciona “muitos tópicos” em conversa Em suas redes sociais, Donald Trump informou que a conversa com Lula abordou “muitos tópicos”, incluindo questões comerciais e de tarifas. O ex-presidente americano descreveu Lula como “um presidente muito dinâmico”, indicando um diálogo produtivo e multifacetado entre os dois líderes. A interação sinaliza um canal de comunicação estabelecido para discutir interesses comuns. Respeito e pragmatismo marcam a relação diplomática A declaração de Lula sobre “ninguém respeitar lambe-botas” pode ser interpretada como um manifesto pela autonomia e pelo respeito nas relações internacionais. A postura de não se curvar a interesses externos, mas sim de dialogar de igual para igual, é vista como fundamental para construir relações diplomáticas sólidas e baseadas no respeito mútuo. A negociação de tarifas e investigações comerciais entra

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CNH com Renovação Automática: Câmara Aprova MP que Beneficia Bons Motoristas e Simplifica Processos

Câmara aprova MP que prevê renovação automática da CNH para bons condutores A Câmara dos Deputados deu um passo importante nesta semana ao aprovar a Medida Provisória (MP) 1327/25, que traz novidades significativas para os motoristas brasileiros. Um dos pontos de maior destaque é a possibilidade de renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para aqueles que se enquadram em critérios específicos. O texto agora segue para o Senado, onde será analisado. A MP visa modernizar e simplificar os procedimentos relacionados ao trânsito, além de oferecer benefícios concretos para condutores que demonstram responsabilidade ao volante. A expectativa é que essas mudanças tragam mais agilidade e menos burocracia para o dia a dia dos habilitados. A principal inovação, a renovação automática da CNH, está atrelada à criação do Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). Este registro é destinado a motoristas que mantiveram um bom histórico de condução, sem cometer infrações que gerem pontuação nos últimos 12 meses. A aprovação da medida representa um avanço na valorização do bom condutor, conforme informações divulgadas. RNPC: Benefícios para quem dirige sem infrações Para os motoristas que se mantêm longe de multas e pontos na carteira, o RNPC promete uma série de vantagens. Além da já mencionada renovação automática da CNH, o registro pode garantir descontos em diversos serviços e tributos. Isso inclui desde impostos relacionados a veículos até pedágios, estacionamentos e seguros. A proposta busca incentivar a direção segura, criando um ciclo virtuoso onde a boa conduta é recompensada. A ideia é que, ao dirigir com responsabilidade, o cidadão possa economizar e ter processos mais simples, como a própria renovação da habilitação, que pode ocorrer sem custos adicionais para os inscritos no RNPC. CNH Física e Digital: Opção do Condutor Outra mudança trazida pela MP 1327/25 é a flexibilização na emissão da CNH. A partir da nova regra, o condutor terá a opção de escolher entre a versão física ou digital da sua Carteira Nacional de Habilitação. Essa decisão fica a critério do próprio motorista, o que visa atender às diferentes necessidades e preferências. Essa medida acompanha a tendência de digitalização de documentos e serviços, buscando oferecer mais praticidade. A emissão em ambos os formatos visa garantir que todos os motoristas, independentemente do seu acesso ou preferência por tecnologia, possam portar o documento de forma válida e acessível. Tabela de Preços para Exames Definida pela União A Medida Provisória também estabelece que a União terá a prerrogativa de fixar os preços dos exames de aptidão física e mental, bem como da avaliação psicológica. Esses valores não serão fixos e sofrerão reajustes anuais. O índice utilizado para essa correção será o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que garante que os valores acompanhem a inflação oficial do país. Essa padronização busca evitar disparidades regionais e dar mais previsibilidade aos custos para os condutores que precisam realizar esses exames. Modernização e Racionalização do Sistema de Habilitação O senador Renan Filho (MDB-AL), relator da MP na comissão mista, destacou que as alterações propostas

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Mineradoras Privadas Elogiam PL de Minerais Críticos, Mas Municípios e Especialistas Alertam Para Risco de Exportação de Matéria-Prima

Críticas ao PL de Minerais Críticos: Amig Brasil e Especialistas Temem Foco em Exportação de Matéria-Prima A recente aprovação do Projeto de Lei 2780 de 2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), na Câmara dos Deputados, gerou reações distintas. Enquanto mineradoras privadas celebram a proposta como um avanço para a industrialização, associações de municípios mineradores e especialistas em mineração expressam profunda preocupação. A principal crítica reside na alegação de que o PL, ao invés de fomentar a industrialização dos minerais críticos no Brasil, incluindo as terras raras, pode aprofundar o papel do país como mero exportador de matéria-prima. Analistas do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) apontam que a proposta se baseia na ideia de que o mercado, por si só, impulsionará o desenvolvimento industrial, um pressuposto considerado equivocado por eles. A Associação Brasileira dos Municípios Mineradores (Amig Brasil) e especialistas como Bruno Milanez, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), também levantam questionamentos sobre a efetividade dos mecanismos propostos para garantir que o Brasil agregue valor aos seus recursos minerais. A falta de clareza sobre a aplicação dos recursos e a capacidade de fiscalização são pontos de atenção. As informações são baseadas em conteúdo divulgado pela Agência Brasil. Amig Brasil Critica Exclusão de Municípios e Falta de Estrutura A Amig Brasil, que representa 63 municípios mineradores, manifestou “profunda preocupação” com a tramitação do PL, considerando-a “precipitada” e que “ignora os municípios mineradores”, que são os mais afetados pela atividade extrativa. A associação argumenta que o Brasil carece de uma estrutura regulatória robusta, fiscalização adequada e capacidade institucional para lidar com os riscos inerentes à expansão da mineração de minerais críticos. A entidade questiona a ausência de mecanismos obrigatórios para a industrialização local e a garantia de que os municípios não continuarão apenas exportando minério bruto, enquanto arcam com os impactos ambientais e a degradação territorial. A Amig Brasil também criticou os incentivos fiscais previstos, argumentando que a lógica tributária atual já beneficia o setor exportador em detrimento de estados, municípios e da própria União. Inesc Alerta Para Risco de Aprofundamento da Exportação de Matéria-Prima O Inesc, em seu parecer, concluiu que o PL se apoia na “mão invisível do mercado” para promover a industrialização de minerais essenciais para a tecnologia, defesa e transição energética. Os analistas consideram essa premissa equivocada, citando o perfil exportador do Brasil em setores como minério de ferro e cobre. Pontos problemáticos destacados incluem o acesso preferencial ao Fundo Clima, o uso de recursos públicos para minerais não críticos e a excessiva financeirização. O Instituto alerta que incentivos para a extração e beneficiamento, em vez de foco exclusivo na industrialização, podem fragilizar o objetivo de criar uma indústria nacional de insumos críticos. A definição vaga dos minerais beneficiados pelo projeto de lei, segundo o Inesc, pode levar ao desvio de recursos do combate às mudanças climáticas para a produção de concentrados de minério de ferro, por exemplo. Terras Raras: Potencial Brasileiro e Desafios da Produção O Brasil possui a

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Brasil aposta em minerais críticos: Câmara debate política para desbloquear reservas estratégicas e impulsionar economia

Câmara inicia análise de projeto que pode revolucionar a mineração de minerais críticos no Brasil A Câmara dos Deputados iniciou o debate sobre um projeto de lei crucial para o futuro econômico do Brasil: o PL 2780/24, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta busca estabelecer diretrizes claras para a exploração e o desenvolvimento desses recursos, essenciais para tecnologias de ponta. O projeto prevê a criação de um comitê para definir quais minerais serão considerados críticos e estratégicos para o país. Além disso, estabelece a oferta de incentivos governamentais e prioridade no licenciamento para projetos que envolvam esses minerais, buscando atrair investimentos e fomentar a indústria nacional. Conforme informação divulgada pela Câmara dos Deputados, a iniciativa visa não apenas mapear e explorar, mas também agregar valor aos minerais dentro do território brasileiro, impulsionando a produção industrial, a geração de renda e a participação da mineração na economia nacional. Criação de Conselho e Fundo Garantidor para Minerais Estratégicos Um dos pontos centrais do projeto é a instituição do Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos (CMCE), um órgão de assessoramento presidencial. Este conselho terá a responsabilidade de formular políticas e diretrizes para o setor mineral, além de definir os minerais críticos e estratégicos do país. O relator da proposta, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), apresentou um substitutivo que inclui a criação do Fundo Garantidor da Atividade Mineral (Fgam). O Fgam contará com um aporte inicial de R$ 2 bilhões da União, destinado a garantir empreendimentos e atividades ligados à produção de minerais críticos e estratégicos. O acesso a esses recursos será restrito a projetos considerados prioritários pela política estabelecida, conforme deliberação do CMCE. Incentivos à Indústria e Limitações à Exportação de Matéria-Prima O texto do PL 2780/24 também propõe um sistema de incentivos fiscais progressivos. Isso significa que empresas que avançarem nas etapas de beneficiamento e processamento dos minerais dentro do Brasil receberão maiores benefícios fiscais. Essa medida visa estimular a cadeia produtiva nacional e evitar a exportação de minerais brutos sem valor agregado. A estratégia busca transformar o Brasil em um polo de desenvolvimento na indústria de minerais críticos e estratégicos. O deputado Arnaldo Jardim destacou em seu parecer que a aprovação da política representa uma “janela de oportunidades para o desenvolvimento do país”, com potencial para melhorar “índices como aumento da produção industrial, aumento da renda per capita e aumento participação da mineração na economia nacional”. Terras Raras: Um Potencial Estratégico para o Brasil Um exemplo notável de mineral crítico são as terras raras, um grupo de 17 elementos químicos essenciais para a fabricação de tecnologias como turbinas eólicas, smartphones, carros elétricos e sistemas de defesa. Apesar de dispersas na natureza, dificultando a extração, seu valor estratégico é imenso. O Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas mapeadas, ficando atrás apenas da China. Contudo, apenas 25% do território nacional foi explorado para identificação desses minerais, indicando um vasto potencial ainda inexplorado e de

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Lula condena prisão de ativista brasileiro em Israel: “Injustificável e afronta ao direito internacional”

Lula se manifesta contra detenção de ativista brasileiro por Israel e exige libertação O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como injustificável a detenção do ativista brasileiro Thiago Ávila pelas forças israelenses. O brasileiro foi preso em 30 de abril a bordo da Flotilha Global Sumud, que tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A embarcação foi interceptada em águas internacionais, perto da Grécia. A ação de Israel, que detém o ativista brasileiro e um espanhol, gerou forte reação do governo brasileiro. Lula destacou que a detenção em águas internacionais já representava uma séria afronta ao direito internacional. Ele reiterou a exigência, em conjunto com a Espanha, pela segurança e libertação imediata dos detidos. O caso tem gerado grande preocupação e a prisão preventiva de Thiago Ávila e do ativista espanhol Saif Abu Keshek chegou a ser prorrogada. Conforme informação divulgada pelo presidente Lula em suas redes sociais, a detenção é uma ação que deve ser condenada por todos, dada a sua natureza e o contexto internacional. Ativistas detidos em tentativa de romper bloqueio a Gaza Thiago Ávila e outros ativistas faziam parte da segunda flotilha organizada pela Global Sumud, com o objetivo de entregar assistência humanitária e tentar romper o bloqueio israelense a Gaza. Os navios haviam partido de Barcelona em 12 de abril. A flotilha buscava levar suprimentos essenciais para a população palestina em meio a um cenário de crise humanitária. Israel justifica prisão por suspeita de crimes graves As autoridades israelenses apresentaram justificativas para a prisão, alegando suspeitas de crimes como assistência ao inimigo em tempo de guerra, contato com agente estrangeiro, associação e prestação de serviços a organização terrorista, além de transferência de propriedade para tal entidade. A defesa dos ativistas contesta essas acusações, afirmando que a ação humanitária não configura crime. Histórico de detenções em flotilhas para Gaza Esta não é a primeira vez que ativistas de flotilhas com destino a Gaza são detidos por Israel. Em outubro do ano passado, militares israelenses abordaram outra embarcação da organização e prenderam mais de 450 participantes, incluindo a conhecida ativista ambiental sueca Greta Thunberg. A Global Sumud relata que já são 180 integrantes sequestrados em ações como essa, sendo o brasileiro e o palestino-espanhol os únicos ainda sob custódia de Israel. Objetivo da flotilha: ajuda humanitária diante de cerco Soraya Misleh, liderança da Frente Palestina São Paulo, destacou o lema da flotilha: “quando os governos falham, nós navegamos”. Ela ressaltou que o objetivo principal é oferecer ajuda humanitária diante do que descreve como um “cerco criminoso” que impõe fome, sede e condições precárias de vida à população de Gaza, submetida a um contexto de genocídio e destruição de infraestruturas básicas como hospitais e escolas.

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Brasil em “Vazio Estratégico”: Luciana Bauer Alerta Sobre Risco à Soberania na Disputa Global por Minerais Críticos e Terras Raras

Brasil enfrenta “vazio estratégico” em minerais críticos, ameaçando soberania e desenvolvimento industrial, adverte especialista. O Brasil possui um arcabouço jurídico robusto para gerir suas riquezas minerais, mas carece de uma estratégia clara para transformá-las em desenvolvimento industrial e tecnológico. Essa é a análise de Luciana Bauer, especialista em justiça e direito climático, que destaca um “vazio estratégico” com potenciais riscos à soberania nacional. Em um cenário de intensa disputa global por minerais críticos e terras raras, essenciais para a transição energética e para indústrias de ponta, o país corre o risco de ficar para trás. A falta de um plano de longo prazo com metas definidas impede que o Brasil capitalize seu vasto potencial geológico. A avaliação de Bauer, que também é ex-juíza federal e fundadora do Instituto Jusclima, foi divulgada pela Agência Brasil e ressalta a necessidade de detalhar os princípios constitucionais em estratégias práticas para o benefício da população. O estudo que ela elaborou com o cientista político Pedro Costa, a pedido da Rede Soberania, embasa recomendações para o Projeto de Lei nº 2.780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A Necessidade de um Plano Estratégico Nacional Luciana Bauer enfatiza que a mera posse de recursos minerais não garante uma vantagem estratégica. O Brasil, segundo ela, precisa ir além da extração e definir seu papel na nova economia global. A questão central é decidir se o país atuará como mero fornecedor de matéria-prima ou como um protagonista na geração de valor, tecnologia e desenvolvimento. A especialista aponta que a Constituição Federal já estabelece a soberania brasileira sobre o subsolo e as commodities minerais, determinando que a exploração só pode ocorrer com autorização da União e de acordo com o interesse nacional. Contudo, a densificação desses princípios em estratégias concretas é o que falta. O Projeto de Lei nº 2.780/2024, que busca instituir a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, é visto por Bauer como um passo positivo, mas ainda um “marco regulatório mínimo”. Ela sugere que o projeto, após aprovação na Câmara dos Deputados, necessitará de aprimoramentos significativos no Senado. Modelo Híbrido e a Disputa por Minerais Críticos A Rede Soberania, com base no estudo de Bauer e Costa, defende um “modelo híbrido de gestão” para os recursos minerais estratégicos. Este modelo, que articula coordenação e controle regulatório estatal com a atuação privada, é inspirado no sistema chinês e visa o controle das cadeias de valor, e não apenas a posse dos recursos. Bauer desmistifica a ideia de que apenas grandes players empresariais podem atuar na mineração de terras raras e minerais críticos, citando o exemplo de diversas pequenas mineradoras na China, Austrália e Canadá. Ela argumenta que a chave está na articulação e no controle regulatório estatal. Entre as propostas da Rede Soberania, estão a adoção de uma política de estoques estratégicos pela União, condicionantes para a exportação de minério bruto ou concentrado, e a obrigatoriedade de consulta a comunidades indígenas e tradicionais. Potencial Brasileiro e a Definição de Minerais Estratégicos O

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Bolsonaro recebe alta após cirurgia no ombro e volta para casa; veja detalhes da recuperação e autorização judicial

Bolsonaro tem alta hospitalar após cirurgia bem-sucedida no ombro direito O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o hospital DF Star, em Brasília, na tarde desta segunda-feira (4), encerrando sua internação iniciada na última sexta-feira (1º). A alta médica marca o fim de um período de cuidados após uma cirurgia no ombro direito, visando tratar uma lesão no manguito rotador. A intervenção cirúrgica, que consistiu em um reparo artroscópico, transcorreu sem complicações. Segundo informações divulgadas, o ex-presidente apresentou uma **boa evolução clínica** após o procedimento, indicando que a recuperação inicial está ocorrendo conforme o esperado pelos médicos responsáveis. A equipe médica que acompanhou Bolsonaro é composta por cinco profissionais renomados. Entre eles, destacam-se o cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago e o cirurgião geral Claudio Birolini, além dos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e o diretor-geral Alisson Borges. A nota do hospital atesta a segurança e o sucesso da operação. Autorização judicial para a cirurgia de Bolsonaro A realização da cirurgia no ombro do ex-presidente **Jair Bolsonaro** demandou uma autorização judicial específica. O procedimento foi liberado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após uma manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Essa etapa ressalta o contexto legal em que se encontra o ex-presidente. Contexto da prisão domiciliar e estado de saúde Jair Bolsonaro, aos 71 anos, encontra-se em regime de **prisão domiciliar humanitária** desde 24 de março. A decisão de Moraes permitiu essa modalidade de cumprimento de pena após uma internação anterior por pneumonia bacteriana. A cirurgia no ombro é mais um capítulo em sua atual condição de saúde e restrições legais. Detalhes do procedimento no manguito rotador O reparo artroscópico do manguito rotador foi realizado para corrigir lesões previamente identificadas por meio de exames e comprovadas em relatório fisioterápico. Essa técnica cirúrgica minimamente invasiva visa restaurar a função e aliviar a dor causada por danos nessa importante estrutura do ombro, permitindo que Bolsonaro inicie sua reabilitação. Próximos passos da recuperação de Bolsonaro Com a alta hospitalar, o ex-presidente Jair Bolsonaro iniciará o período de recuperação em casa. A expectativa é que ele siga as orientações médicas para garantir o sucesso do tratamento e o retorno gradual às suas atividades. O acompanhamento fisioterápico será crucial nos próximos meses para a completa reabilitação do ombro.

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Bolsonaro está estável após cirurgia no ombro e segue em apartamento para reabilitação em Brasília

Jair Bolsonaro segue internado com quadro estável após cirurgia no ombro no Hospital DF Star, em Brasília. O boletim médico divulgado neste domingo (03) indicou boa evolução clínica e controle da dor, com o ex-presidente em apartamento para analgesia, prevenção de trombose e reabilitação. O ex-presidente Jair Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília, e apresenta um quadro estável após passar por uma cirurgia no ombro. A informação foi confirmada em boletim médico divulgado pelo hospital neste domingo (03). Segundo o comunicado, Bolsonaro está em apartamento para receber analgesia, medidas de prevenção de trombose e para iniciar o processo de reabilitação. A equipe médica ressaltou a boa evolução clínica e o bom controle da dor do paciente. A cirurgia realizada foi um reparo artroscópico do manguito rotador, procedimento destinado a consertar lesões previamente diagnosticadas por exames e relatório fisioterápico. A intervenção foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Equipe médica responsável pela alta do paciente O boletim médico que detalha o estado de saúde de Jair Bolsonaro foi assinado por cinco profissionais do Hospital DF Star. Entre eles estão o cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago, o cirurgião geral Claudio Birolini, os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, além do diretor-geral Alisson Borges. Contexto da internação: prisão domiciliar e decisão do STF Jair Bolsonaro, aos 71 anos, cumpre prisão domiciliar humanitária desde 24 de março. A decisão foi tomada por Alexandre de Moraes após uma internação anterior devido a uma pneumonia bacteriana. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do STF em setembro de 2025, por seu envolvimento na trama golpista. Procedimento cirúrgico e autorização judicial A cirurgia no ombro de Jair Bolsonaro, um reparo artroscópico do manguito rotador, visou tratar lesões identificadas por exames médicos e por avaliação fisioterápica. A realização do procedimento foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, seguindo a manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Estado de saúde e reabilitação em Brasília O hospital informou que Bolsonaro está em um apartamento, onde recebe tratamento para controle da dor e para prevenir complicações, como a trombose. O foco está na sua reabilitação, indicando um plano de cuidados contínuos pós-cirurgia. A equipe médica segue monitorando sua evolução clínica de perto.

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Governo Federal Lança Campanha Nacional Pelo Fim da Escala 6×1 Sem Redução Salarial, Impactando 37 Milhões de Trabalhadores

Governo lança campanha para acabar com a escala 6×1 e garantir mais descanso para trabalhadores O governo federal iniciou neste domingo (3) uma importante campanha nacional com o objetivo de eliminar a escala de trabalho 6×1 sem qualquer tipo de redução salarial. A iniciativa busca assegurar que milhões de brasileiros tenham mais tempo para dedicar à vida fora do ambiente profissional, fortalecendo o convívio familiar, o lazer, a cultura e o descanso. A proposta, que já tramita no Congresso Nacional, tem o potencial de beneficiar cerca de 37 milhões de trabalhadores em todo o país. Para se ter uma ideia da magnitude, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês alcançou aproximadamente 10 milhões de pessoas, evidenciando o alcance desta nova medida. Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom), a garantia de mais dias de descanso está alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que prioriza a combinação de produtividade com bem-estar e inclusão social. A campanha, com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.”, será veiculada em diversas mídias, incluindo TV, rádio, internet e cinema, visando conscientizar empregados e empregadores sobre a importância dessa mudança. Nova jornada de trabalho: 40 horas semanais e dois dias de descanso A proposta do governo estabelece um novo limite de jornada de trabalho, fixando-a em 40 horas semanais, mantendo as oito horas diárias, inclusive para quem atua em escalas especiais. Com isso, os trabalhadores terão assegurados dois dias de repouso semanal, cada um com 24 horas consecutivas, sendo que a preferência é que estes dias sejam aos sábados e domingos. O modelo de cinco dias de trabalho para dois dias de descanso poderá ser definido por meio de negociação coletiva, levando em consideração as particularidades de cada setor de atividade. O governo federal defende que essa mudança dialoga com as transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade, argumentando que jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade de funcionários. Projeto de Lei e Comissão Especial no Congresso Em 14 de abril, o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A proposta, que tramita com urgência constitucional, visa reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantir dois dias de descanso remunerado e proibir qualquer redução salarial, extinguindo, na prática, a escala 6×1. Paralelamente, o Congresso Nacional criou uma comissão especial para analisar uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema. O colegiado, instalado em 29 de abril, tem como objetivo analisar a PEC 221/19, que trata da redução da jornada de trabalho. A comissão é composta por 38 membros titulares e tem um prazo de até 40 sessões para apresentar seu parecer. Outras propostas em análise na Câmara A comissão especial analisará duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria

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Bolsonaro em Recuperação Pós-Cirúrgica: Evolução Positiva no Ombro e Detalhes da Prisão Domiciliar

Bolsonaro apresenta boa evolução após cirurgia no ombro e segue em reabilitação. O ex-presidente Jair Bolsonaro demonstra uma **boa evolução clínica** após a cirurgia realizada em seu ombro na última sexta-feira (1). Ele permanece internado em um quarto do Hospital DF Star, em Brasília, e, segundo o boletim médico divulgado neste sábado (2), o controle da dor está sendo eficaz. A equipe médica responsável pelo acompanhamento do ex-presidente informou que Bolsonaro está recebendo medidas preventivas contra trombose e já iniciou um protocolo de reabilitação motora e funcional. O procedimento cirúrgico foi autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Esta internação ocorre em um contexto particular para o ex-presidente, que está em regime de prisão domiciliar humanitária desde março. A decisão de Alexandre de Moraes, que autorizou a cirurgia, reitera a condição especial de cumprimento de pena de Bolsonaro. Detalhes da Cirurgia e Recuperação O boletim médico, assinado por uma equipe de especialistas que inclui ortopedistas, cirurgiões gerais e cardiologistas, além do diretor do hospital, detalha que a cirurgia no ombro transcorreu **sem intercorrências**. A expectativa é que a recuperação avance conforme o plano de reabilitação estabelecido. O bom controle álgico, ou seja, o manejo eficaz da dor pós-operatória, é um dos pontos destacados pela equipe médica. A continuidade da internação visa garantir a segurança e a recuperação completa do ex-presidente. Prisão Domiciliar Humanitária: Entenda o Contexto A autorização para a cirurgia foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pela execução penal do ex-presidente. Bolsonaro cumpre pena em regime de prisão domiciliar humanitária desde março, uma decisão que estabeleceu um prazo inicial de 90 dias, sujeito a reanálise. Anteriormente, o ex-presidente estava detido no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha. A prisão domiciliar humanitária foi concedida após um período de internação para tratamento de pneumonia bacteriana, também em um hospital privado da capital federal. Condenação e Análise da Pena Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do STF em setembro de 2025, no âmbito da ação penal relacionada à trama golpista. A manutenção da prisão domiciliar, após o prazo inicial, será avaliada pelo ministro Moraes, que poderá solicitar novas perícias médicas. A recuperação de Bolsonaro no hospital e os desdobramentos de sua situação de prisão domiciliar continuam sendo acompanhados de perto, com atualizações médicas e jurídicas que definem os próximos passos.

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Lula a Trump: “Ninguém respeita lambe-botas”, diz sobre reunião e negociações comerciais

Lula revela franqueza em diálogo com Trump e alfineta sobre respeito mútuo em política internacional O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou, nesta sexta-feira (8), sobre o encontro bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Washington. Lula afirmou que a reunião foi marcada pela franqueza, destacando que aceita debater qualquer assunto de interesse entre os dois países, sem vetos. Durante um evento em que anunciou a renovação de contratos de energia elétrica, o presidente brasileiro detalhou a abordagem utilizada com Trump. Ele enfatizou que a disposição para discutir temas como “big techs”, plataformas digitais e combate ao crime organizado demonstra a seriedade e a capacidade de negociação do Brasil. A declaração sobre a necessidade de respeito mútuo e a menção a “lambe-botas” foram feitas em um contexto de maturidade política, segundo o próprio Lula. Ele ressaltou que, como homens mais velhos, “não brincam em serviço” e têm um tempo mais limitado para alcançar objetivos. Conforme informação divulgada pelo G1, Lula afirmou: “somos dois homens de 80 anos de idade. E dois homens de 80 anos de idade não brincam em serviço, a natureza é implacável, teoricamente nós temos menos tempo pela frente. Por isso, nós temos que saber o que queremos fazer”. Proposta para resolver impasse comercial em 30 dias Lula reafirmou o compromisso de que equipes dos governos brasileiro e americano apresentem, em até 30 dias, uma proposta para solucionar o impasse sobre tarifas de exportação. Além disso, busca-se resolver uma investigação comercial iniciada pelos EUA contra o Brasil no ano passado. A determinação é para que as negociações avancem rapidamente, refletindo a urgência e a importância do tema para ambas as nações. Brasil aberto a negócios com o mundo, sob soberania nacional O presidente reforçou a posição do Brasil de manter uma política externa aberta a negócios com todos os países. A condição primordial, no entanto, é a garantia da soberania brasileira. Lula declarou que não há vetos em relação a parcerias com os Estados Unidos, China, Rússia, França, México ou Alemanha. “Quem quiser fazer negócio com o Brasil, que venha. Estaremos de braços abertos para comprar e para vender, estaremos de braços abertos para fazer transferência de tecnologia e receber tecnologia nova”, disse. Trump elogia Lula e menciona “muitos tópicos” em conversa Em suas redes sociais, Donald Trump informou que a conversa com Lula abordou “muitos tópicos”, incluindo questões comerciais e de tarifas. O ex-presidente americano descreveu Lula como “um presidente muito dinâmico”, indicando um diálogo produtivo e multifacetado entre os dois líderes. A interação sinaliza um canal de comunicação estabelecido para discutir interesses comuns. Respeito e pragmatismo marcam a relação diplomática A declaração de Lula sobre “ninguém respeitar lambe-botas” pode ser interpretada como um manifesto pela autonomia e pelo respeito nas relações internacionais. A postura de não se curvar a interesses externos, mas sim de dialogar de igual para igual, é vista como fundamental para construir relações diplomáticas sólidas e baseadas no respeito mútuo. A negociação de tarifas e investigações comerciais entra

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CNH com Renovação Automática: Câmara Aprova MP que Beneficia Bons Motoristas e Simplifica Processos

Câmara aprova MP que prevê renovação automática da CNH para bons condutores A Câmara dos Deputados deu um passo importante nesta semana ao aprovar a Medida Provisória (MP) 1327/25, que traz novidades significativas para os motoristas brasileiros. Um dos pontos de maior destaque é a possibilidade de renovação automática da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para aqueles que se enquadram em critérios específicos. O texto agora segue para o Senado, onde será analisado. A MP visa modernizar e simplificar os procedimentos relacionados ao trânsito, além de oferecer benefícios concretos para condutores que demonstram responsabilidade ao volante. A expectativa é que essas mudanças tragam mais agilidade e menos burocracia para o dia a dia dos habilitados. A principal inovação, a renovação automática da CNH, está atrelada à criação do Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). Este registro é destinado a motoristas que mantiveram um bom histórico de condução, sem cometer infrações que gerem pontuação nos últimos 12 meses. A aprovação da medida representa um avanço na valorização do bom condutor, conforme informações divulgadas. RNPC: Benefícios para quem dirige sem infrações Para os motoristas que se mantêm longe de multas e pontos na carteira, o RNPC promete uma série de vantagens. Além da já mencionada renovação automática da CNH, o registro pode garantir descontos em diversos serviços e tributos. Isso inclui desde impostos relacionados a veículos até pedágios, estacionamentos e seguros. A proposta busca incentivar a direção segura, criando um ciclo virtuoso onde a boa conduta é recompensada. A ideia é que, ao dirigir com responsabilidade, o cidadão possa economizar e ter processos mais simples, como a própria renovação da habilitação, que pode ocorrer sem custos adicionais para os inscritos no RNPC. CNH Física e Digital: Opção do Condutor Outra mudança trazida pela MP 1327/25 é a flexibilização na emissão da CNH. A partir da nova regra, o condutor terá a opção de escolher entre a versão física ou digital da sua Carteira Nacional de Habilitação. Essa decisão fica a critério do próprio motorista, o que visa atender às diferentes necessidades e preferências. Essa medida acompanha a tendência de digitalização de documentos e serviços, buscando oferecer mais praticidade. A emissão em ambos os formatos visa garantir que todos os motoristas, independentemente do seu acesso ou preferência por tecnologia, possam portar o documento de forma válida e acessível. Tabela de Preços para Exames Definida pela União A Medida Provisória também estabelece que a União terá a prerrogativa de fixar os preços dos exames de aptidão física e mental, bem como da avaliação psicológica. Esses valores não serão fixos e sofrerão reajustes anuais. O índice utilizado para essa correção será o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o que garante que os valores acompanhem a inflação oficial do país. Essa padronização busca evitar disparidades regionais e dar mais previsibilidade aos custos para os condutores que precisam realizar esses exames. Modernização e Racionalização do Sistema de Habilitação O senador Renan Filho (MDB-AL), relator da MP na comissão mista, destacou que as alterações propostas

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Mineradoras Privadas Elogiam PL de Minerais Críticos, Mas Municípios e Especialistas Alertam Para Risco de Exportação de Matéria-Prima

Críticas ao PL de Minerais Críticos: Amig Brasil e Especialistas Temem Foco em Exportação de Matéria-Prima A recente aprovação do Projeto de Lei 2780 de 2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE), na Câmara dos Deputados, gerou reações distintas. Enquanto mineradoras privadas celebram a proposta como um avanço para a industrialização, associações de municípios mineradores e especialistas em mineração expressam profunda preocupação. A principal crítica reside na alegação de que o PL, ao invés de fomentar a industrialização dos minerais críticos no Brasil, incluindo as terras raras, pode aprofundar o papel do país como mero exportador de matéria-prima. Analistas do Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) apontam que a proposta se baseia na ideia de que o mercado, por si só, impulsionará o desenvolvimento industrial, um pressuposto considerado equivocado por eles. A Associação Brasileira dos Municípios Mineradores (Amig Brasil) e especialistas como Bruno Milanez, professor da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), também levantam questionamentos sobre a efetividade dos mecanismos propostos para garantir que o Brasil agregue valor aos seus recursos minerais. A falta de clareza sobre a aplicação dos recursos e a capacidade de fiscalização são pontos de atenção. As informações são baseadas em conteúdo divulgado pela Agência Brasil. Amig Brasil Critica Exclusão de Municípios e Falta de Estrutura A Amig Brasil, que representa 63 municípios mineradores, manifestou “profunda preocupação” com a tramitação do PL, considerando-a “precipitada” e que “ignora os municípios mineradores”, que são os mais afetados pela atividade extrativa. A associação argumenta que o Brasil carece de uma estrutura regulatória robusta, fiscalização adequada e capacidade institucional para lidar com os riscos inerentes à expansão da mineração de minerais críticos. A entidade questiona a ausência de mecanismos obrigatórios para a industrialização local e a garantia de que os municípios não continuarão apenas exportando minério bruto, enquanto arcam com os impactos ambientais e a degradação territorial. A Amig Brasil também criticou os incentivos fiscais previstos, argumentando que a lógica tributária atual já beneficia o setor exportador em detrimento de estados, municípios e da própria União. Inesc Alerta Para Risco de Aprofundamento da Exportação de Matéria-Prima O Inesc, em seu parecer, concluiu que o PL se apoia na “mão invisível do mercado” para promover a industrialização de minerais essenciais para a tecnologia, defesa e transição energética. Os analistas consideram essa premissa equivocada, citando o perfil exportador do Brasil em setores como minério de ferro e cobre. Pontos problemáticos destacados incluem o acesso preferencial ao Fundo Clima, o uso de recursos públicos para minerais não críticos e a excessiva financeirização. O Instituto alerta que incentivos para a extração e beneficiamento, em vez de foco exclusivo na industrialização, podem fragilizar o objetivo de criar uma indústria nacional de insumos críticos. A definição vaga dos minerais beneficiados pelo projeto de lei, segundo o Inesc, pode levar ao desvio de recursos do combate às mudanças climáticas para a produção de concentrados de minério de ferro, por exemplo. Terras Raras: Potencial Brasileiro e Desafios da Produção O Brasil possui a

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Brasil aposta em minerais críticos: Câmara debate política para desbloquear reservas estratégicas e impulsionar economia

Câmara inicia análise de projeto que pode revolucionar a mineração de minerais críticos no Brasil A Câmara dos Deputados iniciou o debate sobre um projeto de lei crucial para o futuro econômico do Brasil: o PL 2780/24, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A proposta busca estabelecer diretrizes claras para a exploração e o desenvolvimento desses recursos, essenciais para tecnologias de ponta. O projeto prevê a criação de um comitê para definir quais minerais serão considerados críticos e estratégicos para o país. Além disso, estabelece a oferta de incentivos governamentais e prioridade no licenciamento para projetos que envolvam esses minerais, buscando atrair investimentos e fomentar a indústria nacional. Conforme informação divulgada pela Câmara dos Deputados, a iniciativa visa não apenas mapear e explorar, mas também agregar valor aos minerais dentro do território brasileiro, impulsionando a produção industrial, a geração de renda e a participação da mineração na economia nacional. Criação de Conselho e Fundo Garantidor para Minerais Estratégicos Um dos pontos centrais do projeto é a instituição do Conselho Especial de Minerais Críticos e Estratégicos (CMCE), um órgão de assessoramento presidencial. Este conselho terá a responsabilidade de formular políticas e diretrizes para o setor mineral, além de definir os minerais críticos e estratégicos do país. O relator da proposta, deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), apresentou um substitutivo que inclui a criação do Fundo Garantidor da Atividade Mineral (Fgam). O Fgam contará com um aporte inicial de R$ 2 bilhões da União, destinado a garantir empreendimentos e atividades ligados à produção de minerais críticos e estratégicos. O acesso a esses recursos será restrito a projetos considerados prioritários pela política estabelecida, conforme deliberação do CMCE. Incentivos à Indústria e Limitações à Exportação de Matéria-Prima O texto do PL 2780/24 também propõe um sistema de incentivos fiscais progressivos. Isso significa que empresas que avançarem nas etapas de beneficiamento e processamento dos minerais dentro do Brasil receberão maiores benefícios fiscais. Essa medida visa estimular a cadeia produtiva nacional e evitar a exportação de minerais brutos sem valor agregado. A estratégia busca transformar o Brasil em um polo de desenvolvimento na indústria de minerais críticos e estratégicos. O deputado Arnaldo Jardim destacou em seu parecer que a aprovação da política representa uma “janela de oportunidades para o desenvolvimento do país”, com potencial para melhorar “índices como aumento da produção industrial, aumento da renda per capita e aumento participação da mineração na economia nacional”. Terras Raras: Um Potencial Estratégico para o Brasil Um exemplo notável de mineral crítico são as terras raras, um grupo de 17 elementos químicos essenciais para a fabricação de tecnologias como turbinas eólicas, smartphones, carros elétricos e sistemas de defesa. Apesar de dispersas na natureza, dificultando a extração, seu valor estratégico é imenso. O Brasil possui a segunda maior reserva de terras raras do mundo, com cerca de 21 milhões de toneladas mapeadas, ficando atrás apenas da China. Contudo, apenas 25% do território nacional foi explorado para identificação desses minerais, indicando um vasto potencial ainda inexplorado e de

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Lula condena prisão de ativista brasileiro em Israel: “Injustificável e afronta ao direito internacional”

Lula se manifesta contra detenção de ativista brasileiro por Israel e exige libertação O presidente Luiz Inácio Lula da Silva classificou como injustificável a detenção do ativista brasileiro Thiago Ávila pelas forças israelenses. O brasileiro foi preso em 30 de abril a bordo da Flotilha Global Sumud, que tentava levar ajuda humanitária à Faixa de Gaza. A embarcação foi interceptada em águas internacionais, perto da Grécia. A ação de Israel, que detém o ativista brasileiro e um espanhol, gerou forte reação do governo brasileiro. Lula destacou que a detenção em águas internacionais já representava uma séria afronta ao direito internacional. Ele reiterou a exigência, em conjunto com a Espanha, pela segurança e libertação imediata dos detidos. O caso tem gerado grande preocupação e a prisão preventiva de Thiago Ávila e do ativista espanhol Saif Abu Keshek chegou a ser prorrogada. Conforme informação divulgada pelo presidente Lula em suas redes sociais, a detenção é uma ação que deve ser condenada por todos, dada a sua natureza e o contexto internacional. Ativistas detidos em tentativa de romper bloqueio a Gaza Thiago Ávila e outros ativistas faziam parte da segunda flotilha organizada pela Global Sumud, com o objetivo de entregar assistência humanitária e tentar romper o bloqueio israelense a Gaza. Os navios haviam partido de Barcelona em 12 de abril. A flotilha buscava levar suprimentos essenciais para a população palestina em meio a um cenário de crise humanitária. Israel justifica prisão por suspeita de crimes graves As autoridades israelenses apresentaram justificativas para a prisão, alegando suspeitas de crimes como assistência ao inimigo em tempo de guerra, contato com agente estrangeiro, associação e prestação de serviços a organização terrorista, além de transferência de propriedade para tal entidade. A defesa dos ativistas contesta essas acusações, afirmando que a ação humanitária não configura crime. Histórico de detenções em flotilhas para Gaza Esta não é a primeira vez que ativistas de flotilhas com destino a Gaza são detidos por Israel. Em outubro do ano passado, militares israelenses abordaram outra embarcação da organização e prenderam mais de 450 participantes, incluindo a conhecida ativista ambiental sueca Greta Thunberg. A Global Sumud relata que já são 180 integrantes sequestrados em ações como essa, sendo o brasileiro e o palestino-espanhol os únicos ainda sob custódia de Israel. Objetivo da flotilha: ajuda humanitária diante de cerco Soraya Misleh, liderança da Frente Palestina São Paulo, destacou o lema da flotilha: “quando os governos falham, nós navegamos”. Ela ressaltou que o objetivo principal é oferecer ajuda humanitária diante do que descreve como um “cerco criminoso” que impõe fome, sede e condições precárias de vida à população de Gaza, submetida a um contexto de genocídio e destruição de infraestruturas básicas como hospitais e escolas.

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Brasil em “Vazio Estratégico”: Luciana Bauer Alerta Sobre Risco à Soberania na Disputa Global por Minerais Críticos e Terras Raras

Brasil enfrenta “vazio estratégico” em minerais críticos, ameaçando soberania e desenvolvimento industrial, adverte especialista. O Brasil possui um arcabouço jurídico robusto para gerir suas riquezas minerais, mas carece de uma estratégia clara para transformá-las em desenvolvimento industrial e tecnológico. Essa é a análise de Luciana Bauer, especialista em justiça e direito climático, que destaca um “vazio estratégico” com potenciais riscos à soberania nacional. Em um cenário de intensa disputa global por minerais críticos e terras raras, essenciais para a transição energética e para indústrias de ponta, o país corre o risco de ficar para trás. A falta de um plano de longo prazo com metas definidas impede que o Brasil capitalize seu vasto potencial geológico. A avaliação de Bauer, que também é ex-juíza federal e fundadora do Instituto Jusclima, foi divulgada pela Agência Brasil e ressalta a necessidade de detalhar os princípios constitucionais em estratégias práticas para o benefício da população. O estudo que ela elaborou com o cientista político Pedro Costa, a pedido da Rede Soberania, embasa recomendações para o Projeto de Lei nº 2.780/2024, que institui a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos. A Necessidade de um Plano Estratégico Nacional Luciana Bauer enfatiza que a mera posse de recursos minerais não garante uma vantagem estratégica. O Brasil, segundo ela, precisa ir além da extração e definir seu papel na nova economia global. A questão central é decidir se o país atuará como mero fornecedor de matéria-prima ou como um protagonista na geração de valor, tecnologia e desenvolvimento. A especialista aponta que a Constituição Federal já estabelece a soberania brasileira sobre o subsolo e as commodities minerais, determinando que a exploração só pode ocorrer com autorização da União e de acordo com o interesse nacional. Contudo, a densificação desses princípios em estratégias concretas é o que falta. O Projeto de Lei nº 2.780/2024, que busca instituir a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, é visto por Bauer como um passo positivo, mas ainda um “marco regulatório mínimo”. Ela sugere que o projeto, após aprovação na Câmara dos Deputados, necessitará de aprimoramentos significativos no Senado. Modelo Híbrido e a Disputa por Minerais Críticos A Rede Soberania, com base no estudo de Bauer e Costa, defende um “modelo híbrido de gestão” para os recursos minerais estratégicos. Este modelo, que articula coordenação e controle regulatório estatal com a atuação privada, é inspirado no sistema chinês e visa o controle das cadeias de valor, e não apenas a posse dos recursos. Bauer desmistifica a ideia de que apenas grandes players empresariais podem atuar na mineração de terras raras e minerais críticos, citando o exemplo de diversas pequenas mineradoras na China, Austrália e Canadá. Ela argumenta que a chave está na articulação e no controle regulatório estatal. Entre as propostas da Rede Soberania, estão a adoção de uma política de estoques estratégicos pela União, condicionantes para a exportação de minério bruto ou concentrado, e a obrigatoriedade de consulta a comunidades indígenas e tradicionais. Potencial Brasileiro e a Definição de Minerais Estratégicos O

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Bolsonaro recebe alta após cirurgia no ombro e volta para casa; veja detalhes da recuperação e autorização judicial

Bolsonaro tem alta hospitalar após cirurgia bem-sucedida no ombro direito O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o hospital DF Star, em Brasília, na tarde desta segunda-feira (4), encerrando sua internação iniciada na última sexta-feira (1º). A alta médica marca o fim de um período de cuidados após uma cirurgia no ombro direito, visando tratar uma lesão no manguito rotador. A intervenção cirúrgica, que consistiu em um reparo artroscópico, transcorreu sem complicações. Segundo informações divulgadas, o ex-presidente apresentou uma **boa evolução clínica** após o procedimento, indicando que a recuperação inicial está ocorrendo conforme o esperado pelos médicos responsáveis. A equipe médica que acompanhou Bolsonaro é composta por cinco profissionais renomados. Entre eles, destacam-se o cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago e o cirurgião geral Claudio Birolini, além dos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e o diretor-geral Alisson Borges. A nota do hospital atesta a segurança e o sucesso da operação. Autorização judicial para a cirurgia de Bolsonaro A realização da cirurgia no ombro do ex-presidente **Jair Bolsonaro** demandou uma autorização judicial específica. O procedimento foi liberado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após uma manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Essa etapa ressalta o contexto legal em que se encontra o ex-presidente. Contexto da prisão domiciliar e estado de saúde Jair Bolsonaro, aos 71 anos, encontra-se em regime de **prisão domiciliar humanitária** desde 24 de março. A decisão de Moraes permitiu essa modalidade de cumprimento de pena após uma internação anterior por pneumonia bacteriana. A cirurgia no ombro é mais um capítulo em sua atual condição de saúde e restrições legais. Detalhes do procedimento no manguito rotador O reparo artroscópico do manguito rotador foi realizado para corrigir lesões previamente identificadas por meio de exames e comprovadas em relatório fisioterápico. Essa técnica cirúrgica minimamente invasiva visa restaurar a função e aliviar a dor causada por danos nessa importante estrutura do ombro, permitindo que Bolsonaro inicie sua reabilitação. Próximos passos da recuperação de Bolsonaro Com a alta hospitalar, o ex-presidente Jair Bolsonaro iniciará o período de recuperação em casa. A expectativa é que ele siga as orientações médicas para garantir o sucesso do tratamento e o retorno gradual às suas atividades. O acompanhamento fisioterápico será crucial nos próximos meses para a completa reabilitação do ombro.

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Bolsonaro está estável após cirurgia no ombro e segue em apartamento para reabilitação em Brasília

Jair Bolsonaro segue internado com quadro estável após cirurgia no ombro no Hospital DF Star, em Brasília. O boletim médico divulgado neste domingo (03) indicou boa evolução clínica e controle da dor, com o ex-presidente em apartamento para analgesia, prevenção de trombose e reabilitação. O ex-presidente Jair Bolsonaro está internado no Hospital DF Star, em Brasília, e apresenta um quadro estável após passar por uma cirurgia no ombro. A informação foi confirmada em boletim médico divulgado pelo hospital neste domingo (03). Segundo o comunicado, Bolsonaro está em apartamento para receber analgesia, medidas de prevenção de trombose e para iniciar o processo de reabilitação. A equipe médica ressaltou a boa evolução clínica e o bom controle da dor do paciente. A cirurgia realizada foi um reparo artroscópico do manguito rotador, procedimento destinado a consertar lesões previamente diagnosticadas por exames e relatório fisioterápico. A intervenção foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Equipe médica responsável pela alta do paciente O boletim médico que detalha o estado de saúde de Jair Bolsonaro foi assinado por cinco profissionais do Hospital DF Star. Entre eles estão o cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago, o cirurgião geral Claudio Birolini, os cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, além do diretor-geral Alisson Borges. Contexto da internação: prisão domiciliar e decisão do STF Jair Bolsonaro, aos 71 anos, cumpre prisão domiciliar humanitária desde 24 de março. A decisão foi tomada por Alexandre de Moraes após uma internação anterior devido a uma pneumonia bacteriana. O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do STF em setembro de 2025, por seu envolvimento na trama golpista. Procedimento cirúrgico e autorização judicial A cirurgia no ombro de Jair Bolsonaro, um reparo artroscópico do manguito rotador, visou tratar lesões identificadas por exames médicos e por avaliação fisioterápica. A realização do procedimento foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, seguindo a manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Estado de saúde e reabilitação em Brasília O hospital informou que Bolsonaro está em um apartamento, onde recebe tratamento para controle da dor e para prevenir complicações, como a trombose. O foco está na sua reabilitação, indicando um plano de cuidados contínuos pós-cirurgia. A equipe médica segue monitorando sua evolução clínica de perto.

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Governo Federal Lança Campanha Nacional Pelo Fim da Escala 6×1 Sem Redução Salarial, Impactando 37 Milhões de Trabalhadores

Governo lança campanha para acabar com a escala 6×1 e garantir mais descanso para trabalhadores O governo federal iniciou neste domingo (3) uma importante campanha nacional com o objetivo de eliminar a escala de trabalho 6×1 sem qualquer tipo de redução salarial. A iniciativa busca assegurar que milhões de brasileiros tenham mais tempo para dedicar à vida fora do ambiente profissional, fortalecendo o convívio familiar, o lazer, a cultura e o descanso. A proposta, que já tramita no Congresso Nacional, tem o potencial de beneficiar cerca de 37 milhões de trabalhadores em todo o país. Para se ter uma ideia da magnitude, a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês alcançou aproximadamente 10 milhões de pessoas, evidenciando o alcance desta nova medida. Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom), a garantia de mais dias de descanso está alinhada com uma visão moderna de desenvolvimento, que prioriza a combinação de produtividade com bem-estar e inclusão social. A campanha, com o slogan “Mais tempo para viver. Sem perder salário. Porque tempo não é um benefício. É um direito.”, será veiculada em diversas mídias, incluindo TV, rádio, internet e cinema, visando conscientizar empregados e empregadores sobre a importância dessa mudança. Nova jornada de trabalho: 40 horas semanais e dois dias de descanso A proposta do governo estabelece um novo limite de jornada de trabalho, fixando-a em 40 horas semanais, mantendo as oito horas diárias, inclusive para quem atua em escalas especiais. Com isso, os trabalhadores terão assegurados dois dias de repouso semanal, cada um com 24 horas consecutivas, sendo que a preferência é que estes dias sejam aos sábados e domingos. O modelo de cinco dias de trabalho para dois dias de descanso poderá ser definido por meio de negociação coletiva, levando em consideração as particularidades de cada setor de atividade. O governo federal defende que essa mudança dialoga com as transformações recentes na economia, como o avanço tecnológico e os ganhos de produtividade, argumentando que jornadas mais equilibradas tendem a reduzir afastamentos, melhorar o desempenho e diminuir a rotatividade de funcionários. Projeto de Lei e Comissão Especial no Congresso Em 14 de abril, o governo federal encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de lei que altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A proposta, que tramita com urgência constitucional, visa reduzir o limite da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, garantir dois dias de descanso remunerado e proibir qualquer redução salarial, extinguindo, na prática, a escala 6×1. Paralelamente, o Congresso Nacional criou uma comissão especial para analisar uma proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema. O colegiado, instalado em 29 de abril, tem como objetivo analisar a PEC 221/19, que trata da redução da jornada de trabalho. A comissão é composta por 38 membros titulares e tem um prazo de até 40 sessões para apresentar seu parecer. Outras propostas em análise na Câmara A comissão especial analisará duas propostas de redução na jornada de trabalho. A primeira, de autoria

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Bolsonaro em Recuperação Pós-Cirúrgica: Evolução Positiva no Ombro e Detalhes da Prisão Domiciliar

Bolsonaro apresenta boa evolução após cirurgia no ombro e segue em reabilitação. O ex-presidente Jair Bolsonaro demonstra uma **boa evolução clínica** após a cirurgia realizada em seu ombro na última sexta-feira (1). Ele permanece internado em um quarto do Hospital DF Star, em Brasília, e, segundo o boletim médico divulgado neste sábado (2), o controle da dor está sendo eficaz. A equipe médica responsável pelo acompanhamento do ex-presidente informou que Bolsonaro está recebendo medidas preventivas contra trombose e já iniciou um protocolo de reabilitação motora e funcional. O procedimento cirúrgico foi autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Esta internação ocorre em um contexto particular para o ex-presidente, que está em regime de prisão domiciliar humanitária desde março. A decisão de Alexandre de Moraes, que autorizou a cirurgia, reitera a condição especial de cumprimento de pena de Bolsonaro. Detalhes da Cirurgia e Recuperação O boletim médico, assinado por uma equipe de especialistas que inclui ortopedistas, cirurgiões gerais e cardiologistas, além do diretor do hospital, detalha que a cirurgia no ombro transcorreu **sem intercorrências**. A expectativa é que a recuperação avance conforme o plano de reabilitação estabelecido. O bom controle álgico, ou seja, o manejo eficaz da dor pós-operatória, é um dos pontos destacados pela equipe médica. A continuidade da internação visa garantir a segurança e a recuperação completa do ex-presidente. Prisão Domiciliar Humanitária: Entenda o Contexto A autorização para a cirurgia foi concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pela execução penal do ex-presidente. Bolsonaro cumpre pena em regime de prisão domiciliar humanitária desde março, uma decisão que estabeleceu um prazo inicial de 90 dias, sujeito a reanálise. Anteriormente, o ex-presidente estava detido no 19º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha. A prisão domiciliar humanitária foi concedida após um período de internação para tratamento de pneumonia bacteriana, também em um hospital privado da capital federal. Condenação e Análise da Pena Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela Primeira Turma do STF em setembro de 2025, no âmbito da ação penal relacionada à trama golpista. A manutenção da prisão domiciliar, após o prazo inicial, será avaliada pelo ministro Moraes, que poderá solicitar novas perícias médicas. A recuperação de Bolsonaro no hospital e os desdobramentos de sua situação de prisão domiciliar continuam sendo acompanhados de perto, com atualizações médicas e jurídicas que definem os próximos passos.

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