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Paulo Miklos surpreende: do rock do Titãs a axé e sertanejo em novo álbum “Coisas da Vida”

Paulo Miklos revela repertório eclético em álbum de intérprete com ‘Cachorro Babucho’, axé e sertanejo

O cantor e multi-instrumentista Paulo Miklos, conhecido por sua trajetória no rock com a banda Titãs, está prestes a lançar seu primeiro álbum como intérprete, intitulado “Coisas da Vida”. O disco, programado para chegar ao público em 22 de maio pela gravadora Deck, promete surpreender ao apresentar um repertório diversificado, que transita por diferentes gêneros musicais brasileiros.

A lista de faixas inclui releituras de clássicos que vão desde o rock rural e a MPB até o axé music e o sertanejo. Essa ousadia na escolha do repertório marca um novo capítulo na carreira de Miklos, explorando sonoridades que fogem do universo pop ao qual o público está habituado a associá-lo. A produção do álbum ficou a cargo de Rafael Ramos e Otávio de Moraes, com arranjos de Moraes.

Entre as canções que integram “Coisas da Vida”, destacam-se “Mestre Jonas”, um marco do rock rural de Sá, Rodrix & Guarabyra, e “Cachorro Babucho”, composição emblemática de Walter Franco. O álbum também traz “O tempo não para”, um dos maiores sucessos de Cazuza, e o inconfundível sertanejo “Evidências”, conforme informações divulgadas.

Releituras Inesperadas e Clássicos Brasileiros

A seleção de “Coisas da Vida” revela um panorama musical rico e surpreendente. A inclusão de “Xibom Bombom”, hit do grupo de axé As Meninas, é apontada como uma das maiores surpresas do álbum, mostrando a versatilidade de Paulo Miklos. Outro destaque é a releitura do clássico sertanejo “Evidências”, que certamente gerará grande repercussão entre os fãs.

O álbum abre com “Mestre Jonas”, canção lançada originalmente pelo trio Sá, Rodrix & Guarabyra em 1973. A música “Cachorro Babucho”, de Walter Franco, também figura entre as faixas, assim como “O tempo não para”, composição de Arnaldo Brandão e Cazuza. Miklos demonstra um desejo claro de revisitar e reinterpretar canções que marcaram diferentes épocas da música brasileira.

Um Álbum Cheio de “Coisas da Vida”

Ao todo, “Coisas da Vida” contará com onze faixas, apresentando uma mistura de estilos que vão desde a poesia de Adoniran Barbosa em “Saudosa Maloca” até a crítica social de “Não existe amor em SP”, de Criolo. A faixa-título, “Coisas da Vida”, de Rita Lee, também integra o repertório, prometendo uma interpretação única de Miklos para a canção.

A obra “O sal da terra”, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos, e “Quero voltar pra Bahia”, de Paulo Diniz e Odibar Moreira da Silva, completam a lista, consolidando “Coisas da Vida” como um projeto ambicioso e eclético. A escolha de interpretar canções tão distintas demonstra a maturidade artística de Paulo Miklos e seu desejo de explorar novas fronteiras musicais.

A Trajetória de Paulo Miklos e a Surpresa do Álbum

Paulo Miklos, com sua vasta experiência no Titãs, consolida-se como um artista multifacetado. A decisão de lançar um álbum como intérprete, focando em canções de outros artistas, abre um leque de possibilidades para sua carreira solo. A diversidade do repertório de “Coisas da Vida” é um testemunho de sua admiração pela música brasileira em suas mais variadas formas.

A expectativa é que o álbum resgate memórias afetivas dos ouvintes, ao mesmo tempo em que apresenta essas canções a novas gerações. A sonoridade de cada faixa, adaptada à interpretação de Miklos, promete trazer uma nova perspectiva para sucessos já conhecidos, criando uma experiência auditiva única e enriquecedora para o público.

O Repertório Completo de “Coisas da Vida”

O álbum “Coisas da Vida” apresenta as seguintes onze canções na voz de Paulo Miklos: “Mestre Jonas” (Guttemberg Guarabyra, Luiz Carlos Sá e Zé Rodrix, 1973), “Coisas da vida” (Rita Lee, 1976), “O sal da terra” (Beto Guedes e Ronaldo Bastos, 1981), “Quero voltar pra Bahia” (Paulo Diniz e Odibar Moreira da Silva, 1970), “Evidências” (João Augusto e Paulo Sérgio Valle, 1989), “Cachorro babucho” (Walter Franco, 1975), “Não existe amor em SP” (Criolo, 2011), “Saudosa maloca” (Adoniran Barbosa, 1955), “Xibom bombom” (Rogério Gaspar e Wesley Rangel, 1999), “Ninguém vive por mim” (Sérgio Sampaio, 1977) e “O tempo não para” (Arnaldo Brandão e Cazuza, 1988).

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