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Principais Matérias

Melania Trump Mediação Crucial: Cessar-Fogo em Olechki na Ucrânia Abre Caminho para Ajuda Humanitária e Sinaliza Nova Fase Diplomática

Melania Trump, a Mediadora Inesperada: Cessar-Fogo Temporário em Olechki e o Balé Diplomático entre EUA e Rússia na Ucrânia Em um desenvolvimento diplomático surpreendente, a Casa Branca anunciou que a ex-primeira-dama Melania Trump desempenhou um papel fundamental na **mediação e asseguração de um cessar-fogo temporário** na região de Olechki, uma cidade ucraniana sob ocupação russa. A trégua, prevista para iniciar em 29 de novembro, visa permitir a entrada de ajuda humanitária vital para os cerca de 2.000 moradores remanescentes, que enfrentam uma grave crise. A intervenção de Melania Trump, que já havia se posicionado em favor da repatriação de crianças ucranianas junto a Vladimir Putin, destaca a crescente atenção internacional à situação em Olechki. A cidade, que antes da guerra contava com 24.000 habitantes, encontra-se em uma posição geográfica crítica, na margem oposta de Kherson, e tem sofrido com a falta de suprimentos devido aos intensos combates e à ocupação russa. O anúncio da Casa Branca surge em um contexto de movimentações diplomáticas significativas entre os Estados Unidos e a Rússia, incluindo a recente troca de 270 prisioneiros de guerra e a iminente retomada das negociações de paz. Conforme informações divulgadas, a Rússia, pressionada por ataques ucranianos a suas refinarias, parece estar buscando uma posição de força e, ao mesmo tempo, demonstrando abertura para gestos que possam agradar à administração americana, incluindo a mediação de Melania Trump. Essa atuação da ex-primeira-dama pode ser vista como um movimento estratégico no complexo tabuleiro geopolítico, com potencial impacto nas eleições legislativas americanas e no futuro das negociações de paz. O Contexto Humanitário e a Intervenção Papal A situação em Olechki atingiu um ponto crítico, com a população restante vivendo sob condições desumanas. A crise humanitária na cidade ocupada pelos russos chamou a atenção global, levando até mesmo o Papa a intervir. O líder da Igreja Católica entrou em contato com Vladimir Putin e Volodimir Zelenski, solicitando uma trégua pontual para permitir a entrega de suprimentos essenciais. Acordos Econômicos e o Papel dos EUA nas Negociações Paralelamente aos esforços humanitários, a relação entre EUA e Rússia tem visto novos contornos. Donald Trump, buscando reduzir os preços dos combustíveis em seu país, firmou um acordo para a compra de diesel russo, suspendendo sanções ao país. O governo russo anunciou que o primeiro navio com diesel já está a caminho dos EUA. Os Estados Unidos também aliviaram alertas sobre ataques com mísseis balísticos russos, um movimento interpretado como um lembrete da dependência ucraniana de tecnologia externa. A negociação de paz, mediada pelo enviado de Trump, Steve Witkoff, está prevista para ocorrer em novembro em Abu Dhabi. Intensificação do Conflito e Ameaças em Território Russo Apesar dos avanços diplomáticos, a guerra em si continua em alta intensidade. Pela primeira vez no conflito, um aeroporto em Moscou, Cheremetievo, precisou ser evacuado devido à ameaça de drones ucranianos. Enquanto isso, a Rússia retomou bombardeios em Kiev e outras cidades com mísseis balísticos. Um drone, supostamente russo, atingiu e afundou um navio graneleiro na costa da Romênia, no Mar Negro,

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Call of Duty: Invasão Coreia do Norte ao Sul é Ficção ou Realidade? Entenda os Riscos Reais

O trailer de Call of Duty: Modern Warfare 4, que mostra jovens recrutas sul-coreanos em patrulha e, momentos depois, um ataque de mísseis da Coreia do Norte, reacendeu o debate sobre a possibilidade de um conflito real na península coreana. O jogo, que já acumula milhões de visualizações, levanta a questão: a Coreia do Norte poderia realmente lançar uma invasão como a retratada na ficção? O cenário apresentado no game, com o reinício dos combates entre as duas Coreias, remete à história da Guerra da Coreia (1950-1953), um conflito que dividiu o mundo durante a Guerra Fria. A península coreana, dividida após a Segunda Guerra Mundial, tornou-se um palco de disputa entre o bloco oriental, liderado pela União Soviética, e o bloco ocidental, sob influência dos Estados Unidos. A invasão do Sul pela Coreia do Norte em 1950 resultou em anos de batalhas sangrentas, que culminaram em um armistício em 1953, mas não em um tratado de paz. Desde então, as duas nações permanecem tecnicamente em guerra, separadas por uma das fronteiras mais militarizadas do planeta, a Zona Desmilitarizada (DMZ). Conforme informações divulgadas por especialistas e análises de inteligência, a possibilidade de uma invasão em larga escala pela Coreia do Norte é considerada baixa. No entanto, a retórica de Pyongyang mudou significativamente em janeiro de 2024, quando o ditador Kim Jong-un declarou que a reunificação não era mais um objetivo nacional, e a Coreia do Sul passou a ser definida como o “adversário primário e invariavelmente o principal inimigo”. Desdobramentos Recentes e a Mudança de Discurso de Pyongyang A alteração constitucional que reclassifica a Coreia do Sul como “inimigo principal” sinaliza uma mudança drástica na política externa norte-coreana. Essa postura mais hostil, combinada com o desenvolvimento contínuo de seu programa de mísseis balísticos e nucleares, gera preocupações regionais e globais. Relatórios da Comunidade de Inteligência dos Estados Unidos em 2023 indicaram que o arsenal de mísseis e armas nucleares de Pyongyang seria utilizado mais para dissuasão e influência regional do que para uma ofensiva em grande escala. Análise Militar: Forças e Vulnerabilidades da Coreia do Norte Apesar de a Coreia do Norte possuir um exército maior em número de soldados, com cerca de 1,2 milhão de militares contra 450 mil da Coreia do Sul, e um arsenal considerável de tanques, artilharia e mísseis, a superioridade tecnológica e o poderio aéreo sul-coreano são fatores determinantes. O orçamento de defesa da Coreia do Sul, estimado em cerca de US$ 43 bilhões, supera em muito o do Norte, que gira em torno de US$ 1,6 bilhão. A estrutura militar norte-coreana, rigidamente centralizada, é vista como um entrave à eficiência e à capacidade de resposta rápida em cenários de combate. Além disso, grande parte de seu equipamento militar é obsoleto, com muitos aviões de combate sendo modelos da era soviética. A recente participação de soldados norte-coreanos na guerra da Ucrânia pode ter proporcionado aprendizados valiosos no uso de drones, um aspecto cada vez mais crucial em conflitos modernos. A Vulnerabilidade Geográfica da Coreia do

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Eleitores 70+: Voto facultativo atrai 43% mais idosos em 2026, superando queda de outros grupos

Eleitores 70+ impulsionam comparecimento nas urnas com crescimento expressivo de 43% em 2026 O primeiro turno das eleições de 2026 registrou um aumento notável na participação de eleitores com 70 anos ou mais. Este grupo, para o qual o voto é facultativo, demonstrou um engajamento 43% maior em comparação com o pleito de 2022. A análise dos microdados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), realizada pelo Movimento Voto 70+ em parceria com o centro de pesquisa Data8, revela que essa tendência foi um fator chave para o aumento geral no número de votantes. Ao todo, 125,2 milhões de brasileiros compareceram às urnas no primeiro turno de 2026, um número ligeiramente superior aos 123,7 milhões de 2022. O crescimento expressivo entre os eleitores mais velhos contrasta com uma leve queda observada em outros segmentos do eleitorado. Este cenário destaca a crescente relevância do voto dos idosos, um grupo que, embora tenha o direito de não votar, escolheu exercer sua cidadania de forma mais ativa. A análise completa dos dados evidencia um movimento democrático importante e a capacidade deste eleitorado de influenciar o resultado das eleições, conforme apontam os pesquisadores. Conforme informação divulgada pelo Movimento Voto 70+ e Data8. Mais da metade dos eleitores 70+ compareceu às urnas em 2026 Em 2022, dos 14,89 milhões de eleitores com 70 anos ou mais aptos a votar, apenas 6,13 milhões compareceram. Já em 4 de outubro de 2026, este número saltou para 8,77 milhões, representando mais da metade do eleitorado de 17,25 milhões de pessoas com 70+ aptas a votar naquele ano. “É a primeira vez, desde 2014, que mais da metade desse eleitorado vota”, destaca Cléia Klouri, idealizadora do Movimento Voto 70+ e cofundadora do Data8. Em termos absolutos, os idosos com mais de 70 anos contribuíram com 2,64 milhões de votos a mais em 2026, um número superior ao total de eleitores de cidades como Brasília. Em contrapartida, o número de eleitores com menos de 70 anos que foram votar diminuiu. Em 2022, eram 117,59 milhões, caindo para 116,51 milhões em 2026, uma redução de 1,07 milhão. Essa diminuição ocorreu mesmo com o universo de eleitores aptos permanecendo estável, em torno de 141,5 milhões em ambos os anos. Eleitorado 70+ se consolida como decisivo em pleitos acirrados A importância do eleitorado com 70 anos ou mais foi ressaltada por Cléia Klouri em entrevista à Agência Brasil. Ela enfatiza que, em eleições polarizadas, a participação desse grupo pode ser o diferencial para definir o resultado. “É importante dizer o poder que eles têm de mudar o ponteiro da eleição. É uma quantidade grande de pessoas e são votos que devem contribuir para que essa eleição seja democrática”, afirmou Klouri. O Movimento Voto 70+ também apontou uma queda expressiva na abstenção deste grupo: de 58,8% em 2022 para 49,1% em 2026, uma redução de 9,7 pontos percentuais. Para os eleitores com menos de 70 anos, o índice de abstenção apresentou uma leve alta, passando de 16,9% para 17,7% no mesmo período. Essa diferença no comportamento

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Herói Inesperado: Repórter de TV e Cidadão Comum Resgatam Homem de Carro Levado por Enchente na Austrália

Repórter de TV australiano se torna herói ao resgatar motorista de carro submerso em enchente Um ato de bravura notável ocorreu no norte de Brisbane, Austrália, quando o repórter de TV Will Murray, da emissora pública ABC, e outro homem não identificado, arriscaram suas vidas para salvar um motorista preso em seu veículo durante uma forte enchente. As imagens do resgate, que circulam rapidamente, mostram o momento exato em que o carro, um veículo com tração nas quatro rodas, começa a ser engolido pelas águas traiçoeiras de uma inundação, após o motorista tentar atravessar uma área alagada. O que começou como uma reportagem sobre as consequências das chuvas intensas se transformou em uma operação de salvamento de vida, demonstrando a importância da ação rápida e da solidariedade humana em situações de desastre. A notícia foi divulgada pela Reuters, com base em informações da própria ABC. Inundações severas causam perigo iminente A cidade de Morayfield, em Queensland, foi atingida por cerca de 170 mm de chuva em um único dia, o que levou a inundações generalizadas e perigosas. Foi nesse cenário caótico que o jornalista Will Murray se encontrava, cobrindo os estragos causados pelas chuvas. Ao observar um motorista tentar a arriscada travessia de uma rua inundada em sua picape, Murray percebeu o perigo iminente. O veículo, apesar de ser um 4×4, não resistiu à força da água e parou, começando a afundar rapidamente. Ação heroica em segundos cruciais Sem hesitar, Murray e outro homem que estava nas proximidades agiram prontamente. Eles nadaram em direção ao carro em perigo, alcançando o motorista momentos antes de o veículo ser completamente submerso pelas águas da enchente. A cinegrafista da ABC, Liz Pickering, testemunha ocular do evento, declarou à emissora que ambos os homens “definitivamente salvaram a vida daquele homem. Não há dúvida disso”, ressaltando a gravidade da situação e a coragem dos envolvidos. Um resgate que poderia ter tido um fim trágico Em entrevista à BBC, o próprio Will Murray relatou a tensão do momento. “Nós estávamos filmando toda a situação e pensamos que ele teria um problema”, disse o repórter. Ao perceber a gravidade do perigo, ele tomou uma decisão rápida: “Falei para o operador de câmera: ‘esquece a câmera, vem me ajudar e ligue para a emergência’.” Após o resgate bem-sucedido, o motorista, visivelmente abalado, abraçou o jornalista em um gesto de profundo alívio e gratidão. Murray, por sua vez, expressou o peso emocional da situação, afirmando que “Se eu tivesse visto esse homem se afogando, seria muito difícil para me recuperar. Estou feliz que ele tenha saído bem.” O episódio serve como um lembrete sombrio dos perigos das inundações e um testemunho da bravura de cidadãos comuns e profissionais.

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Trump Revela Que Pediu ao CEO do Google Para Renomear Oceano Atlântico Para “Oceano Americano”, Mas Foi Recusado

Trump afirma que Sundar Pichai, CEO do Google, rejeitou seu pedido para mudar o nome do Oceano Atlântico para “Oceano Americano”. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou em um comício na Carolina do Sul que tentou convencer o CEO do Google, Sundar Pichai, a renomear o Oceano Atlântico. Segundo Trump, a solicitação visava alterar o nome para “Oceano Americano”, mas foi negada pelo líder da gigante da tecnologia. Essa tentativa de alteração geográfica não é um caso isolado. Trump já pressionou por mudanças em outros nomes de locais, como o Golfo do México e o Lago Ontário, buscando associá-los à identidade americana. As informações foram divulgadas inicialmente pelo portal G1. Apesar da recusa em relação ao Oceano Atlântico, o presidente americano destacou que o Google Maps já realizou alterações em outros nomes geográficos sob sua demanda. O episódio reacende o debate sobre a influência política em nomes de locais e como plataformas digitais lidam com tais solicitações. Google Maps e Alterações Geográficas Sob Demanda Presidencial Donald Trump relatou que entrou em contato diretamente com Sundar Pichai, CEO do Google, para discutir a possibilidade de renomear o Oceano Atlântico. O presidente expressou sua preferência por nomes que remetem aos Estados Unidos, declarando: “Eu só gosto de dois oceanos, o Oceano Atlântico e o Oceano Pacífico. Não vou colocar Trump ou América no nome de nenhum outro oceano além desses dois”. Essa conversa ocorreu poucos dias antes das eleições de meio de mandato, em um comício do Partido Republicano na Carolina do Sul. Trump mencionou que o Google Maps já havia sido “realmente ótimo” em relação a uma alteração anterior envolvendo o Lago Ontário e que eles ainda estavam “abalados” por causa de uma mudança referente ao Golfo do México. Histórico de Pressão por Mudanças de Nomes Geográficos O pedido para renomear o Oceano Atlântico se insere em um padrão de ações de Donald Trump visando alterar nomes de locais geográficos. Em janeiro do ano passado, o Google anunciou a mudança do nome do Golfo do México para “Golfo da América” para usuários americanos, após um decreto presidencial. Posteriormente, em agosto, Trump assinou outro decreto exigindo que órgãos federais mudassem o nome do Lago Ontário para “Lago América”. Essa medida foi tomada em meio a tensões comerciais com o Canadá, evidenciando a estratégia de Trump de usar mudanças de nomes como ferramenta política. Visualização dos Nomes Alterados no Google Maps Para os usuários americanos do Google Maps, tanto o Golfo do México quanto o Lago Ontário agora aparecem com os nomes sugeridos pelo presidente. No entanto, a visualização difere para usuários de outros países, como México e Canadá, que continuam vendo os nomes originais. No Brasil, a plataforma exibe ambas as versões, apresentando o nome original seguido pela designação adotada pelo republicano entre parênteses. Essa abordagem busca acomodar diferentes perspectivas geográficas e históricas em sua base de usuários global. Trump Manifesta Desejo por Mais Alterações Geográficas Durante o comício, Donald Trump demonstrou insatisfação com a situação atual e expressou o

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Lula em live do “Exército do Lula”: apelo a idosos e promessa de “Pé-de-Meia” para universitários

Lula participa de live do “Exército do Lula” e estimula ida de idosos às urnas, reforçando políticas sociais e promessa de expansão do “Pé-de-Meia”. O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dedicou a quinta-feira (22) à preparação para o debate presidencial, mas também participou de uma live com o deputado federal André Janones (Rede-MG), idealizador do “Exército do Lula” no WhatsApp. A transmissão, que reuniu milhões de seguidores, teve como foco principal o incentivo ao voto, especialmente entre os idosos, e a discussão de propostas sociais. Durante a live, Lula enviou uma mensagem direta aos eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno, seja por desinteresse ou insatisfação com os candidatos. O discurso foi especialmente direcionado aos mais velhos, aqueles com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo. O candidato buscou evocar um senso de responsabilidade cívica e legado. “Agora você tem que pensar no Brasil, na sua pátria. No país que você trabalhou 60 anos para construir. Naquele país que você viu nascer seu filho, seu neto. É como se a gente fosse uma árvore, a gente vai ficando mais velho e dando frutos, e esses frutos dão sementes que dão novas árvores. Você é isso, você precisa cuidar das árvores que colocou no mundo”, discursou Lula, utilizando uma metáfora para ilustrar a importância da participação de cada cidadão na construção do futuro. Conforme informação divulgada pelo g1, o candidato à reeleição defendeu veementemente as políticas sociais implementadas em seus governos e reiterou o compromisso de expandir o programa “Pé-de-Meia” para universitários. Criado em 2024, o programa “Pé-de-Meia” já beneficia estudantes do ensino médio público com incentivo financeiro-educacional para garantir a permanência e conclusão dos estudos. “Exército do Lula” mobiliza milhões e atrai artistas O “Exército do Lula”, canal mantido por André Janones no WhatsApp, tem sido uma ferramenta fundamental para a organização de militância espontânea e o aumento do apoio ao candidato do PT nas redes sociais, contando com impressionantes 8,5 milhões de pessoas. Foi nesse contexto de forte mobilização digital que a live ocorreu, promovendo o encontro entre Lula, Janones e diversos artistas de diferentes áreas. A atriz Marieta Severo foi uma das convidadas e também fez um forte apelo para que os idosos se motivem a votar no segundo turno, que ocorre neste domingo (25). Severo destacou que o ato de comparecer às urnas pode servir como uma prova de vida, essencial para a continuidade do recebimento de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Jovens e artistas se unem em prol da votação A live também contou com a participação do cantor Jão, que direcionou sua mensagem aos jovens, incentivando-os a exercerem seu direito ao voto. A iniciativa buscou engajar diferentes faixas etárias e públicos, mostrando a força da mobilização conjunta. Outros nomes conhecidos também estiveram presentes na transmissão, como a youtuber Nath Finanças, as atrizes Camila Pitanga e Leandra Leal, e o apresentador Serginho Groismann. A presença desses artistas reforçou a amplitude do alcance da campanha e a

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Vote Segura: Campanha Lança Guia Essencial de Políticas de Segurança para Mulheres Brasileiras

Campanha Vote Segura orienta parlamentares sobre políticas de segurança para mulheres no Brasil A preocupação com a segurança das mulheres no Brasil motivou o lançamento da campanha Vote Segura, uma iniciativa da Rede Justiça Criminal. A campanha visa municiar candidaturas e parlamentares com um guia de boas práticas legislativas, essencial para a formulação de políticas públicas eficazes contra a violência de gênero. No último ano, o país registrou alarmantes 1.571 vítimas de feminicídio, o que significa que, em média, quatro mulheres foram assassinadas diariamente por motivação de gênero. Para cada feminicídio consumado, outros três foram tentados, evidenciando a gravidade do problema e a urgência de ações concretas. O guia da campanha Vote Segura oferece um roteiro detalhado com 11 recomendações cruciais para os futuros congressistas. O objetivo é qualificar o debate público e subsidiar aqueles comprometidos com a redução da violência contra o público feminino, que representa mais da metade da população brasileira. Prioridade na Prevenção e Responsabilização Uma das diretrizes centrais do guia é a necessidade de priorizar a prevenção da violência sem, contudo, abandonar a responsabilização dos agressores. A campanha defende a estruturação de políticas públicas permanentes, que vão além de ações pontuais e emergenciais. A integração entre os diferentes entes federativos e a articulação entre diversas políticas públicas são vistas como fundamentais para um combate mais efetivo. Base em Evidências e Transparência A campanha Vote Segura também enfatiza a importância de basear decisões em evidências e dados confiáveis. A incorporação de mecanismos permanentes de monitoramento e avaliação é crucial para medir o impacto das políticas implementadas. Além disso, o fortalecimento da transparência e do controle social por parte da sociedade civil é apresentado como um pilar para garantir a efetividade das ações. Critérios Objetivos e Perspectiva de Direitos Humanos O guia recomenda o estabelecimento de critérios objetivos para o acesso a recursos públicos destinados a programas de segurança e combate à violência. A adoção de uma perspectiva de direitos humanos, com foco especial nas necessidades e vulnerabilidades das mulheres, é outro ponto destacado. Busca-se a produção de impactos mensuráveis, evitando respostas legislativas que sejam apenas simbólicas e não tragam resultados concretos para a vida das mulheres. O Medo como Mobilizador Político Janine Salles de Carvalho, coordenadora executiva da Rede Justiça Criminal, ressalta que o medo vivenciado pelas brasileiras é real e justificado. Ela aponta que esse receio, embora compreensível, também se tornou um ativo político capaz de mobilizar votos. No entanto, a resposta à insegurança não deve se limitar a um aumento da presença policial ou a mais prisões. “Precisamos olhar para aquilo que impede que a violência aconteça”, enfatiza.

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Transporte Gratuito no 2º Turno das Eleições: Prefeituras e Estados Garantem Passe Livre para Eleitores em Todo o Brasil

Prefeituras e Estados Garantem Transporte Gratuito no 2º Turno das Eleições Presidenciais e de Governadores Mais de 158,7 milhões de eleitores brasileiros estão aptos a votar neste domingo, 25 de outubro, para decidir o próximo presidente da república e, em alguns estados e no Distrito Federal, seus governadores. Para garantir que o maior número possível de cidadãos exerça sua cidadania, prefeituras e governos estaduais de todo o país implementarão o transporte público gratuito. A medida, que visa facilitar o deslocamento e assegurar o direito ao voto, é uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que estabelecem a obrigatoriedade da oferta de transporte público coletivo urbano e intermunicipal gratuito nos dias de votação. A proibição de fornecimento de transporte por candidatos, partidos ou coligações também está em vigor. A frota de transporte público deverá operar com frequência e horários equivalentes aos de dias úteis, e qualquer redução ou interrupção do serviço pode configurar crime eleitoral. Em caso de descumprimento, os cidadãos podem realizar denúncias ao Ministério Público por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. Conforme informações divulgadas pela Agência Brasil, o transporte público gratuito será essencial para a participação democrática. Transporte Gratuito nas Capitais: Um Guia Completo para o Eleitor Em Curitiba (PR), 206 dos 399 municípios paranaenses terão transporte coletivo gratuito. Embora a capital tenha liberado as catracas no primeiro turno, detalhes específicos para o dia 25 ainda não foram confirmados. Em Florianópolis (SC), o passe livre abrangerá linhas regulares municipais, intermunicipais e metropolitanas, sem necessidade de cartão de transporte. Os horários e itinerários podem ser consultados pelo aplicativo Floripa no Ponto 2.0. Porto Alegre (RS) garante tarifa zero no transporte coletivo, com informações de horários disponíveis no site da Eptc e em diversos aplicativos. Belo Horizonte (MG) oferecerá acesso gratuito às linhas de ônibus convencionais e suplementares, exigindo o cartão BHBus. O metrô também será gratuito, com intervalo reduzido entre os trens. No Rio de Janeiro (RJ), ônibus municipais, BRT, VLT, vans, metrô e barcas serão gratuitos das 6h às 20h. São Paulo e Vitória Detalham Operação Especial para o Voto Em São Paulo (SP), os ônibus municipais circularão gratuitamente das 0h às 23h59, mesmo sem o Bilhete Único. A SPTrans ampliará as linhas em operação, totalizando cerca de 6,9 mil ônibus. Vitória (ES) implementará a gratuidade no Sistema Transcol e no Sistema Aquaviário. A prefeitura ressalta que, por razões contratuais, não garante o passe livre no Sistema Sitrip. Em Brasília (DF), ônibus e metrô operarão gratuitamente, como já é habitual aos domingos, com horários estendidos para atender à demanda eleitoral. Cuiabá (MT) também manterá a gratuidade aos domingos, reforçando a frota para facilitar o deslocamento dos eleitores. Goiânia (GO) e outras 20 cidades da Região Metropolitana terão transporte público gratuito durante todo o dia, com custos ressarcidos pelo governo estadual e prefeituras. Nordeste Garante Mobilidade para o Exercício da Cidadania Aracaju (SE) assegura passagem gratuita no transporte coletivo metropolitano, exigindo título de eleitor ou documento de identificação para quem se desloca

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Lula e Flávio Bolsonaro Aceitam Quebra Total de Sigilos Bancários e Fiscais em Acordo Histórico no TSE

Acordo Histórico no TSE: Lula e Flávio Bolsonaro Aceitam Quebra Total de Sigilos em Movimento Surpreendente Em um movimento que promete agitar o cenário político brasileiro, o senador Camilo Santana (PT-CE) revelou nesta quinta-feira (22) um acordo sem precedentes entre os candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. O termo, assinado por ambos, autoriza a abertura irrestrita e simultânea de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. A decisão, protocolada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), representa um “tudo ou nada” na disputa eleitoral e visa aprofundar a transparência em meio a debates e desconfianças. O acordo, que ainda depende de análise do ministro relator André Mendonça, abrange não apenas os candidatos, mas também familiares e pessoas jurídicas a eles ligadas, intensificando o escrutínio público. A iniciativa partiu de um desafio lançado por Lula durante um debate televisivo no último domingo (18), onde propôs a divulgação mútua de informações. A campanha de Flávio Bolsonaro, após ponderação, aceitou a proposta, que culminou na formalização do acordo no TSE. Conforme informação divulgada pelo portal G1, o documento estabelece que a quebra de sigilos ocorrerá de forma recíproca e integral, com prazo para finalização ainda nesta quinta-feira, até as 23h59. Detalhes do Acordo e Condições Impostas O acordo firmado entre as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro é abrangente e detalhado. A quebra dos sigilos se estende a familiares e empresas ligadas aos dois candidatos, ampliando o alcance da investigação. Essa decisão surge após intensas negociações e a inclusão de condições específicas para ambas as partes, buscando um equilíbrio na exposição de informações pessoais e empresariais. Um dos pontos cruciais para a aceitação por parte da campanha de Flávio Bolsonaro foi a inclusão da empresa Alcazar Holdings, de propriedade de Willer Tomaz. O candidato do PL reconhece Tomaz como amigo e ambos são alvos de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de lavagem de dinheiro. A inclusão da empresa no acordo demonstra a complexidade das negociações e a importância dada a essa investigação específica. Contrapartidas e Exigências de Lula Em contrapartida, Luiz Inácio Lula da Silva concordou com as exigências apresentadas por Flávio Bolsonaro. Entre elas, destacam-se a quebra dos sigilos de seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola. Além disso, Lula autorizou a divulgação dos gastos com cartões corporativos da Presidência e da agenda da primeira-dama, Janja Lula da Silva. Essas contrapartidas foram consideradas essenciais pela campanha de Bolsonaro para selar o acordo. A iniciativa de Lula em propor a quebra de sigilos foi formalizada no TSE na última terça-feira (20), quando protocolou uma autorização para a divulgação de suas informações e de pessoas jurídicas ligadas a ele, condicionada à reciprocidade por parte de Flávio Bolsonaro. Este ato demonstra a estratégia da campanha petista em promover a transparência e, ao mesmo tempo, pressionar o adversário. Representantes e Próximos Passos no TSE Representantes de ambas as campanhas estiveram presentes no TSE para oficializar o acordo. Pela campanha de Lula, participaram o senador

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Aliados de Trump defendem Lei Marcial em caso de derrota eleitoral; Casa Branca nega discussão

Aliados de Trump levantam hipótese de Lei Marcial em eleições; Casa Branca se manifesta A menos de duas semanas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, aliadas do presidente Donald Trump têm discutido abertamente a possibilidade de decretar lei marcial caso as eleições de 3 de novembro sejam consideradas fraudulentas. Essas propostas, que incluem a apreensão de urnas e equipamentos de votação, ganham força entre integrantes do movimento Maga (Faça a América Grandiosa Novamente). A lei marcial, que transfere funções civis para os militares e pode restringir direitos, é um tema controverso nos EUA devido aos limites constitucionais ao poder presidencial de decretá-la unilateralmente. As discussões foram reveladas pela imprensa, e embora não haja evidências de fraude generalizada, a Casa Branca reagiu às especulações. A porta-voz da Casa Branca, Lauren Bis, defendeu as ações do governo na garantia da integridade eleitoral e acusou os democratas de rejeitarem medidas de segurança. Ela afirmou que o presidente Trump tem trabalhado para assegurar eleições livres e justas, e questionou por que a “esquerda radical” se opõe a requisitos como identificação de eleitores e verificação de cidadania. A Casa Branca, no entanto, não confirmou se Trump discutiu a possibilidade de lei marcial com seus apoiadores. Advogado e amigo de infância de Trump defende a medida Um dos defensores explícitos da lei marcial é Peter Ticktin, advogado e amigo de longa data de Donald Trump. Em setembro, Ticktin participou de uma reunião virtual de conservadores onde declarou que seria necessário recorrer à lei marcial se a eleição fosse considerada fraudada. Ele também mencionou a possibilidade de apreender cédulas e equipamentos eleitorais para investigação. Em entrevistas anteriores, Ticktin já havia defendido a medida, afirmando que se a eleição se tornasse um “desastre”, Trump “teria de decretar lei marcial”. Segundo ele, a intervenção seria necessária para evitar violência e garantir que o grupo político de Trump controlasse o governo. Ticktin já se reuniu com a ex-funcionária eleitoral do Colorado, Tina Peters, figura conhecida por contestar o resultado da eleição de 2020, na Casa Branca em junho. Tina Peters e a contestação eleitoral Tina Peters, que foi condenada em 2024 por violar equipamentos eleitorais, voltou a se encontrar com Trump recentemente, segundo informações. Ela defende a contagem manual de todos os votos, registrados em cédulas de papel preenchidas à mão, sem o uso de equipamentos eletrônicos. Atualmente, a maioria dos americanos vota em papel, mas a contagem é majoritariamente feita por scanners eletrônicos. Apesar da proximidade de alguns desses apoiadores com o presidente, não há indícios de que a Casa Branca tenha adotado formalmente essas propostas ou planejado sua implementação. A legislação americana sobre lei marcial não é unívoca, e a Suprema Corte nunca definiu de forma definitiva se o presidente pode decretá-la sozinho, segundo o Brennan Center for Justice. Limites constitucionais e a atuação do Departamento de Justiça Organizações como o Brennan Center for Justice ressaltam que poderes emergenciais não se sobrepõem à Constituição ou às leis do Congresso. Eles também não autorizariam Trump a

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Melania Trump Mediação Crucial: Cessar-Fogo em Olechki na Ucrânia Abre Caminho para Ajuda Humanitária e Sinaliza Nova Fase Diplomática

Melania Trump, a Mediadora Inesperada: Cessar-Fogo Temporário em Olechki e o Balé Diplomático entre EUA e Rússia na Ucrânia Em um desenvolvimento diplomático surpreendente, a Casa Branca anunciou que a ex-primeira-dama Melania Trump desempenhou um papel fundamental na **mediação e asseguração de um cessar-fogo temporário** na região de Olechki, uma cidade ucraniana sob ocupação russa. A trégua, prevista para iniciar em 29 de novembro, visa permitir a entrada de ajuda humanitária vital para os cerca de 2.000 moradores remanescentes, que enfrentam uma grave crise. A intervenção de Melania Trump, que já havia se posicionado em favor da repatriação de crianças ucranianas junto a Vladimir Putin, destaca a crescente atenção internacional à situação em Olechki. A cidade, que antes da guerra contava com 24.000 habitantes, encontra-se em uma posição geográfica crítica, na margem oposta de Kherson, e tem sofrido com a falta de suprimentos devido aos intensos combates e à ocupação russa. O anúncio da Casa Branca surge em um contexto de movimentações diplomáticas significativas entre os Estados Unidos e a Rússia, incluindo a recente troca de 270 prisioneiros de guerra e a iminente retomada das negociações de paz. Conforme informações divulgadas, a Rússia, pressionada por ataques ucranianos a suas refinarias, parece estar buscando uma posição de força e, ao mesmo tempo, demonstrando abertura para gestos que possam agradar à administração americana, incluindo a mediação de Melania Trump. Essa atuação da ex-primeira-dama pode ser vista como um movimento estratégico no complexo tabuleiro geopolítico, com potencial impacto nas eleições legislativas americanas e no futuro das negociações de paz. O Contexto Humanitário e a Intervenção Papal A situação em Olechki atingiu um ponto crítico, com a população restante vivendo sob condições desumanas. A crise humanitária na cidade ocupada pelos russos chamou a atenção global, levando até mesmo o Papa a intervir. O líder da Igreja Católica entrou em contato com Vladimir Putin e Volodimir Zelenski, solicitando uma trégua pontual para permitir a entrega de suprimentos essenciais. Acordos Econômicos e o Papel dos EUA nas Negociações Paralelamente aos esforços humanitários, a relação entre EUA e Rússia tem visto novos contornos. Donald Trump, buscando reduzir os preços dos combustíveis em seu país, firmou um acordo para a compra de diesel russo, suspendendo sanções ao país. O governo russo anunciou que o primeiro navio com diesel já está a caminho dos EUA. Os Estados Unidos também aliviaram alertas sobre ataques com mísseis balísticos russos, um movimento interpretado como um lembrete da dependência ucraniana de tecnologia externa. A negociação de paz, mediada pelo enviado de Trump, Steve Witkoff, está prevista para ocorrer em novembro em Abu Dhabi. Intensificação do Conflito e Ameaças em Território Russo Apesar dos avanços diplomáticos, a guerra em si continua em alta intensidade. Pela primeira vez no conflito, um aeroporto em Moscou, Cheremetievo, precisou ser evacuado devido à ameaça de drones ucranianos. Enquanto isso, a Rússia retomou bombardeios em Kiev e outras cidades com mísseis balísticos. Um drone, supostamente russo, atingiu e afundou um navio graneleiro na costa da Romênia, no Mar Negro,

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Call of Duty: Invasão Coreia do Norte ao Sul é Ficção ou Realidade? Entenda os Riscos Reais

O trailer de Call of Duty: Modern Warfare 4, que mostra jovens recrutas sul-coreanos em patrulha e, momentos depois, um ataque de mísseis da Coreia do Norte, reacendeu o debate sobre a possibilidade de um conflito real na península coreana. O jogo, que já acumula milhões de visualizações, levanta a questão: a Coreia do Norte poderia realmente lançar uma invasão como a retratada na ficção? O cenário apresentado no game, com o reinício dos combates entre as duas Coreias, remete à história da Guerra da Coreia (1950-1953), um conflito que dividiu o mundo durante a Guerra Fria. A península coreana, dividida após a Segunda Guerra Mundial, tornou-se um palco de disputa entre o bloco oriental, liderado pela União Soviética, e o bloco ocidental, sob influência dos Estados Unidos. A invasão do Sul pela Coreia do Norte em 1950 resultou em anos de batalhas sangrentas, que culminaram em um armistício em 1953, mas não em um tratado de paz. Desde então, as duas nações permanecem tecnicamente em guerra, separadas por uma das fronteiras mais militarizadas do planeta, a Zona Desmilitarizada (DMZ). Conforme informações divulgadas por especialistas e análises de inteligência, a possibilidade de uma invasão em larga escala pela Coreia do Norte é considerada baixa. No entanto, a retórica de Pyongyang mudou significativamente em janeiro de 2024, quando o ditador Kim Jong-un declarou que a reunificação não era mais um objetivo nacional, e a Coreia do Sul passou a ser definida como o “adversário primário e invariavelmente o principal inimigo”. Desdobramentos Recentes e a Mudança de Discurso de Pyongyang A alteração constitucional que reclassifica a Coreia do Sul como “inimigo principal” sinaliza uma mudança drástica na política externa norte-coreana. Essa postura mais hostil, combinada com o desenvolvimento contínuo de seu programa de mísseis balísticos e nucleares, gera preocupações regionais e globais. Relatórios da Comunidade de Inteligência dos Estados Unidos em 2023 indicaram que o arsenal de mísseis e armas nucleares de Pyongyang seria utilizado mais para dissuasão e influência regional do que para uma ofensiva em grande escala. Análise Militar: Forças e Vulnerabilidades da Coreia do Norte Apesar de a Coreia do Norte possuir um exército maior em número de soldados, com cerca de 1,2 milhão de militares contra 450 mil da Coreia do Sul, e um arsenal considerável de tanques, artilharia e mísseis, a superioridade tecnológica e o poderio aéreo sul-coreano são fatores determinantes. O orçamento de defesa da Coreia do Sul, estimado em cerca de US$ 43 bilhões, supera em muito o do Norte, que gira em torno de US$ 1,6 bilhão. A estrutura militar norte-coreana, rigidamente centralizada, é vista como um entrave à eficiência e à capacidade de resposta rápida em cenários de combate. Além disso, grande parte de seu equipamento militar é obsoleto, com muitos aviões de combate sendo modelos da era soviética. A recente participação de soldados norte-coreanos na guerra da Ucrânia pode ter proporcionado aprendizados valiosos no uso de drones, um aspecto cada vez mais crucial em conflitos modernos. A Vulnerabilidade Geográfica da Coreia do

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Eleitores 70+: Voto facultativo atrai 43% mais idosos em 2026, superando queda de outros grupos

Eleitores 70+ impulsionam comparecimento nas urnas com crescimento expressivo de 43% em 2026 O primeiro turno das eleições de 2026 registrou um aumento notável na participação de eleitores com 70 anos ou mais. Este grupo, para o qual o voto é facultativo, demonstrou um engajamento 43% maior em comparação com o pleito de 2022. A análise dos microdados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), realizada pelo Movimento Voto 70+ em parceria com o centro de pesquisa Data8, revela que essa tendência foi um fator chave para o aumento geral no número de votantes. Ao todo, 125,2 milhões de brasileiros compareceram às urnas no primeiro turno de 2026, um número ligeiramente superior aos 123,7 milhões de 2022. O crescimento expressivo entre os eleitores mais velhos contrasta com uma leve queda observada em outros segmentos do eleitorado. Este cenário destaca a crescente relevância do voto dos idosos, um grupo que, embora tenha o direito de não votar, escolheu exercer sua cidadania de forma mais ativa. A análise completa dos dados evidencia um movimento democrático importante e a capacidade deste eleitorado de influenciar o resultado das eleições, conforme apontam os pesquisadores. Conforme informação divulgada pelo Movimento Voto 70+ e Data8. Mais da metade dos eleitores 70+ compareceu às urnas em 2026 Em 2022, dos 14,89 milhões de eleitores com 70 anos ou mais aptos a votar, apenas 6,13 milhões compareceram. Já em 4 de outubro de 2026, este número saltou para 8,77 milhões, representando mais da metade do eleitorado de 17,25 milhões de pessoas com 70+ aptas a votar naquele ano. “É a primeira vez, desde 2014, que mais da metade desse eleitorado vota”, destaca Cléia Klouri, idealizadora do Movimento Voto 70+ e cofundadora do Data8. Em termos absolutos, os idosos com mais de 70 anos contribuíram com 2,64 milhões de votos a mais em 2026, um número superior ao total de eleitores de cidades como Brasília. Em contrapartida, o número de eleitores com menos de 70 anos que foram votar diminuiu. Em 2022, eram 117,59 milhões, caindo para 116,51 milhões em 2026, uma redução de 1,07 milhão. Essa diminuição ocorreu mesmo com o universo de eleitores aptos permanecendo estável, em torno de 141,5 milhões em ambos os anos. Eleitorado 70+ se consolida como decisivo em pleitos acirrados A importância do eleitorado com 70 anos ou mais foi ressaltada por Cléia Klouri em entrevista à Agência Brasil. Ela enfatiza que, em eleições polarizadas, a participação desse grupo pode ser o diferencial para definir o resultado. “É importante dizer o poder que eles têm de mudar o ponteiro da eleição. É uma quantidade grande de pessoas e são votos que devem contribuir para que essa eleição seja democrática”, afirmou Klouri. O Movimento Voto 70+ também apontou uma queda expressiva na abstenção deste grupo: de 58,8% em 2022 para 49,1% em 2026, uma redução de 9,7 pontos percentuais. Para os eleitores com menos de 70 anos, o índice de abstenção apresentou uma leve alta, passando de 16,9% para 17,7% no mesmo período. Essa diferença no comportamento

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Herói Inesperado: Repórter de TV e Cidadão Comum Resgatam Homem de Carro Levado por Enchente na Austrália

Repórter de TV australiano se torna herói ao resgatar motorista de carro submerso em enchente Um ato de bravura notável ocorreu no norte de Brisbane, Austrália, quando o repórter de TV Will Murray, da emissora pública ABC, e outro homem não identificado, arriscaram suas vidas para salvar um motorista preso em seu veículo durante uma forte enchente. As imagens do resgate, que circulam rapidamente, mostram o momento exato em que o carro, um veículo com tração nas quatro rodas, começa a ser engolido pelas águas traiçoeiras de uma inundação, após o motorista tentar atravessar uma área alagada. O que começou como uma reportagem sobre as consequências das chuvas intensas se transformou em uma operação de salvamento de vida, demonstrando a importância da ação rápida e da solidariedade humana em situações de desastre. A notícia foi divulgada pela Reuters, com base em informações da própria ABC. Inundações severas causam perigo iminente A cidade de Morayfield, em Queensland, foi atingida por cerca de 170 mm de chuva em um único dia, o que levou a inundações generalizadas e perigosas. Foi nesse cenário caótico que o jornalista Will Murray se encontrava, cobrindo os estragos causados pelas chuvas. Ao observar um motorista tentar a arriscada travessia de uma rua inundada em sua picape, Murray percebeu o perigo iminente. O veículo, apesar de ser um 4×4, não resistiu à força da água e parou, começando a afundar rapidamente. Ação heroica em segundos cruciais Sem hesitar, Murray e outro homem que estava nas proximidades agiram prontamente. Eles nadaram em direção ao carro em perigo, alcançando o motorista momentos antes de o veículo ser completamente submerso pelas águas da enchente. A cinegrafista da ABC, Liz Pickering, testemunha ocular do evento, declarou à emissora que ambos os homens “definitivamente salvaram a vida daquele homem. Não há dúvida disso”, ressaltando a gravidade da situação e a coragem dos envolvidos. Um resgate que poderia ter tido um fim trágico Em entrevista à BBC, o próprio Will Murray relatou a tensão do momento. “Nós estávamos filmando toda a situação e pensamos que ele teria um problema”, disse o repórter. Ao perceber a gravidade do perigo, ele tomou uma decisão rápida: “Falei para o operador de câmera: ‘esquece a câmera, vem me ajudar e ligue para a emergência’.” Após o resgate bem-sucedido, o motorista, visivelmente abalado, abraçou o jornalista em um gesto de profundo alívio e gratidão. Murray, por sua vez, expressou o peso emocional da situação, afirmando que “Se eu tivesse visto esse homem se afogando, seria muito difícil para me recuperar. Estou feliz que ele tenha saído bem.” O episódio serve como um lembrete sombrio dos perigos das inundações e um testemunho da bravura de cidadãos comuns e profissionais.

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Trump Revela Que Pediu ao CEO do Google Para Renomear Oceano Atlântico Para “Oceano Americano”, Mas Foi Recusado

Trump afirma que Sundar Pichai, CEO do Google, rejeitou seu pedido para mudar o nome do Oceano Atlântico para “Oceano Americano”. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou em um comício na Carolina do Sul que tentou convencer o CEO do Google, Sundar Pichai, a renomear o Oceano Atlântico. Segundo Trump, a solicitação visava alterar o nome para “Oceano Americano”, mas foi negada pelo líder da gigante da tecnologia. Essa tentativa de alteração geográfica não é um caso isolado. Trump já pressionou por mudanças em outros nomes de locais, como o Golfo do México e o Lago Ontário, buscando associá-los à identidade americana. As informações foram divulgadas inicialmente pelo portal G1. Apesar da recusa em relação ao Oceano Atlântico, o presidente americano destacou que o Google Maps já realizou alterações em outros nomes geográficos sob sua demanda. O episódio reacende o debate sobre a influência política em nomes de locais e como plataformas digitais lidam com tais solicitações. Google Maps e Alterações Geográficas Sob Demanda Presidencial Donald Trump relatou que entrou em contato diretamente com Sundar Pichai, CEO do Google, para discutir a possibilidade de renomear o Oceano Atlântico. O presidente expressou sua preferência por nomes que remetem aos Estados Unidos, declarando: “Eu só gosto de dois oceanos, o Oceano Atlântico e o Oceano Pacífico. Não vou colocar Trump ou América no nome de nenhum outro oceano além desses dois”. Essa conversa ocorreu poucos dias antes das eleições de meio de mandato, em um comício do Partido Republicano na Carolina do Sul. Trump mencionou que o Google Maps já havia sido “realmente ótimo” em relação a uma alteração anterior envolvendo o Lago Ontário e que eles ainda estavam “abalados” por causa de uma mudança referente ao Golfo do México. Histórico de Pressão por Mudanças de Nomes Geográficos O pedido para renomear o Oceano Atlântico se insere em um padrão de ações de Donald Trump visando alterar nomes de locais geográficos. Em janeiro do ano passado, o Google anunciou a mudança do nome do Golfo do México para “Golfo da América” para usuários americanos, após um decreto presidencial. Posteriormente, em agosto, Trump assinou outro decreto exigindo que órgãos federais mudassem o nome do Lago Ontário para “Lago América”. Essa medida foi tomada em meio a tensões comerciais com o Canadá, evidenciando a estratégia de Trump de usar mudanças de nomes como ferramenta política. Visualização dos Nomes Alterados no Google Maps Para os usuários americanos do Google Maps, tanto o Golfo do México quanto o Lago Ontário agora aparecem com os nomes sugeridos pelo presidente. No entanto, a visualização difere para usuários de outros países, como México e Canadá, que continuam vendo os nomes originais. No Brasil, a plataforma exibe ambas as versões, apresentando o nome original seguido pela designação adotada pelo republicano entre parênteses. Essa abordagem busca acomodar diferentes perspectivas geográficas e históricas em sua base de usuários global. Trump Manifesta Desejo por Mais Alterações Geográficas Durante o comício, Donald Trump demonstrou insatisfação com a situação atual e expressou o

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Lula em live do “Exército do Lula”: apelo a idosos e promessa de “Pé-de-Meia” para universitários

Lula participa de live do “Exército do Lula” e estimula ida de idosos às urnas, reforçando políticas sociais e promessa de expansão do “Pé-de-Meia”. O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dedicou a quinta-feira (22) à preparação para o debate presidencial, mas também participou de uma live com o deputado federal André Janones (Rede-MG), idealizador do “Exército do Lula” no WhatsApp. A transmissão, que reuniu milhões de seguidores, teve como foco principal o incentivo ao voto, especialmente entre os idosos, e a discussão de propostas sociais. Durante a live, Lula enviou uma mensagem direta aos eleitores que não compareceram às urnas no primeiro turno, seja por desinteresse ou insatisfação com os candidatos. O discurso foi especialmente direcionado aos mais velhos, aqueles com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo. O candidato buscou evocar um senso de responsabilidade cívica e legado. “Agora você tem que pensar no Brasil, na sua pátria. No país que você trabalhou 60 anos para construir. Naquele país que você viu nascer seu filho, seu neto. É como se a gente fosse uma árvore, a gente vai ficando mais velho e dando frutos, e esses frutos dão sementes que dão novas árvores. Você é isso, você precisa cuidar das árvores que colocou no mundo”, discursou Lula, utilizando uma metáfora para ilustrar a importância da participação de cada cidadão na construção do futuro. Conforme informação divulgada pelo g1, o candidato à reeleição defendeu veementemente as políticas sociais implementadas em seus governos e reiterou o compromisso de expandir o programa “Pé-de-Meia” para universitários. Criado em 2024, o programa “Pé-de-Meia” já beneficia estudantes do ensino médio público com incentivo financeiro-educacional para garantir a permanência e conclusão dos estudos. “Exército do Lula” mobiliza milhões e atrai artistas O “Exército do Lula”, canal mantido por André Janones no WhatsApp, tem sido uma ferramenta fundamental para a organização de militância espontânea e o aumento do apoio ao candidato do PT nas redes sociais, contando com impressionantes 8,5 milhões de pessoas. Foi nesse contexto de forte mobilização digital que a live ocorreu, promovendo o encontro entre Lula, Janones e diversos artistas de diferentes áreas. A atriz Marieta Severo foi uma das convidadas e também fez um forte apelo para que os idosos se motivem a votar no segundo turno, que ocorre neste domingo (25). Severo destacou que o ato de comparecer às urnas pode servir como uma prova de vida, essencial para a continuidade do recebimento de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Jovens e artistas se unem em prol da votação A live também contou com a participação do cantor Jão, que direcionou sua mensagem aos jovens, incentivando-os a exercerem seu direito ao voto. A iniciativa buscou engajar diferentes faixas etárias e públicos, mostrando a força da mobilização conjunta. Outros nomes conhecidos também estiveram presentes na transmissão, como a youtuber Nath Finanças, as atrizes Camila Pitanga e Leandra Leal, e o apresentador Serginho Groismann. A presença desses artistas reforçou a amplitude do alcance da campanha e a

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Vote Segura: Campanha Lança Guia Essencial de Políticas de Segurança para Mulheres Brasileiras

Campanha Vote Segura orienta parlamentares sobre políticas de segurança para mulheres no Brasil A preocupação com a segurança das mulheres no Brasil motivou o lançamento da campanha Vote Segura, uma iniciativa da Rede Justiça Criminal. A campanha visa municiar candidaturas e parlamentares com um guia de boas práticas legislativas, essencial para a formulação de políticas públicas eficazes contra a violência de gênero. No último ano, o país registrou alarmantes 1.571 vítimas de feminicídio, o que significa que, em média, quatro mulheres foram assassinadas diariamente por motivação de gênero. Para cada feminicídio consumado, outros três foram tentados, evidenciando a gravidade do problema e a urgência de ações concretas. O guia da campanha Vote Segura oferece um roteiro detalhado com 11 recomendações cruciais para os futuros congressistas. O objetivo é qualificar o debate público e subsidiar aqueles comprometidos com a redução da violência contra o público feminino, que representa mais da metade da população brasileira. Prioridade na Prevenção e Responsabilização Uma das diretrizes centrais do guia é a necessidade de priorizar a prevenção da violência sem, contudo, abandonar a responsabilização dos agressores. A campanha defende a estruturação de políticas públicas permanentes, que vão além de ações pontuais e emergenciais. A integração entre os diferentes entes federativos e a articulação entre diversas políticas públicas são vistas como fundamentais para um combate mais efetivo. Base em Evidências e Transparência A campanha Vote Segura também enfatiza a importância de basear decisões em evidências e dados confiáveis. A incorporação de mecanismos permanentes de monitoramento e avaliação é crucial para medir o impacto das políticas implementadas. Além disso, o fortalecimento da transparência e do controle social por parte da sociedade civil é apresentado como um pilar para garantir a efetividade das ações. Critérios Objetivos e Perspectiva de Direitos Humanos O guia recomenda o estabelecimento de critérios objetivos para o acesso a recursos públicos destinados a programas de segurança e combate à violência. A adoção de uma perspectiva de direitos humanos, com foco especial nas necessidades e vulnerabilidades das mulheres, é outro ponto destacado. Busca-se a produção de impactos mensuráveis, evitando respostas legislativas que sejam apenas simbólicas e não tragam resultados concretos para a vida das mulheres. O Medo como Mobilizador Político Janine Salles de Carvalho, coordenadora executiva da Rede Justiça Criminal, ressalta que o medo vivenciado pelas brasileiras é real e justificado. Ela aponta que esse receio, embora compreensível, também se tornou um ativo político capaz de mobilizar votos. No entanto, a resposta à insegurança não deve se limitar a um aumento da presença policial ou a mais prisões. “Precisamos olhar para aquilo que impede que a violência aconteça”, enfatiza.

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Transporte Gratuito no 2º Turno das Eleições: Prefeituras e Estados Garantem Passe Livre para Eleitores em Todo o Brasil

Prefeituras e Estados Garantem Transporte Gratuito no 2º Turno das Eleições Presidenciais e de Governadores Mais de 158,7 milhões de eleitores brasileiros estão aptos a votar neste domingo, 25 de outubro, para decidir o próximo presidente da república e, em alguns estados e no Distrito Federal, seus governadores. Para garantir que o maior número possível de cidadãos exerça sua cidadania, prefeituras e governos estaduais de todo o país implementarão o transporte público gratuito. A medida, que visa facilitar o deslocamento e assegurar o direito ao voto, é uma determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que estabelecem a obrigatoriedade da oferta de transporte público coletivo urbano e intermunicipal gratuito nos dias de votação. A proibição de fornecimento de transporte por candidatos, partidos ou coligações também está em vigor. A frota de transporte público deverá operar com frequência e horários equivalentes aos de dias úteis, e qualquer redução ou interrupção do serviço pode configurar crime eleitoral. Em caso de descumprimento, os cidadãos podem realizar denúncias ao Ministério Público por meio do aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. Conforme informações divulgadas pela Agência Brasil, o transporte público gratuito será essencial para a participação democrática. Transporte Gratuito nas Capitais: Um Guia Completo para o Eleitor Em Curitiba (PR), 206 dos 399 municípios paranaenses terão transporte coletivo gratuito. Embora a capital tenha liberado as catracas no primeiro turno, detalhes específicos para o dia 25 ainda não foram confirmados. Em Florianópolis (SC), o passe livre abrangerá linhas regulares municipais, intermunicipais e metropolitanas, sem necessidade de cartão de transporte. Os horários e itinerários podem ser consultados pelo aplicativo Floripa no Ponto 2.0. Porto Alegre (RS) garante tarifa zero no transporte coletivo, com informações de horários disponíveis no site da Eptc e em diversos aplicativos. Belo Horizonte (MG) oferecerá acesso gratuito às linhas de ônibus convencionais e suplementares, exigindo o cartão BHBus. O metrô também será gratuito, com intervalo reduzido entre os trens. No Rio de Janeiro (RJ), ônibus municipais, BRT, VLT, vans, metrô e barcas serão gratuitos das 6h às 20h. São Paulo e Vitória Detalham Operação Especial para o Voto Em São Paulo (SP), os ônibus municipais circularão gratuitamente das 0h às 23h59, mesmo sem o Bilhete Único. A SPTrans ampliará as linhas em operação, totalizando cerca de 6,9 mil ônibus. Vitória (ES) implementará a gratuidade no Sistema Transcol e no Sistema Aquaviário. A prefeitura ressalta que, por razões contratuais, não garante o passe livre no Sistema Sitrip. Em Brasília (DF), ônibus e metrô operarão gratuitamente, como já é habitual aos domingos, com horários estendidos para atender à demanda eleitoral. Cuiabá (MT) também manterá a gratuidade aos domingos, reforçando a frota para facilitar o deslocamento dos eleitores. Goiânia (GO) e outras 20 cidades da Região Metropolitana terão transporte público gratuito durante todo o dia, com custos ressarcidos pelo governo estadual e prefeituras. Nordeste Garante Mobilidade para o Exercício da Cidadania Aracaju (SE) assegura passagem gratuita no transporte coletivo metropolitano, exigindo título de eleitor ou documento de identificação para quem se desloca

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Lula e Flávio Bolsonaro Aceitam Quebra Total de Sigilos Bancários e Fiscais em Acordo Histórico no TSE

Acordo Histórico no TSE: Lula e Flávio Bolsonaro Aceitam Quebra Total de Sigilos em Movimento Surpreendente Em um movimento que promete agitar o cenário político brasileiro, o senador Camilo Santana (PT-CE) revelou nesta quinta-feira (22) um acordo sem precedentes entre os candidatos à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. O termo, assinado por ambos, autoriza a abertura irrestrita e simultânea de seus sigilos bancário, fiscal e telefônico. A decisão, protocolada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), representa um “tudo ou nada” na disputa eleitoral e visa aprofundar a transparência em meio a debates e desconfianças. O acordo, que ainda depende de análise do ministro relator André Mendonça, abrange não apenas os candidatos, mas também familiares e pessoas jurídicas a eles ligadas, intensificando o escrutínio público. A iniciativa partiu de um desafio lançado por Lula durante um debate televisivo no último domingo (18), onde propôs a divulgação mútua de informações. A campanha de Flávio Bolsonaro, após ponderação, aceitou a proposta, que culminou na formalização do acordo no TSE. Conforme informação divulgada pelo portal G1, o documento estabelece que a quebra de sigilos ocorrerá de forma recíproca e integral, com prazo para finalização ainda nesta quinta-feira, até as 23h59. Detalhes do Acordo e Condições Impostas O acordo firmado entre as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro é abrangente e detalhado. A quebra dos sigilos se estende a familiares e empresas ligadas aos dois candidatos, ampliando o alcance da investigação. Essa decisão surge após intensas negociações e a inclusão de condições específicas para ambas as partes, buscando um equilíbrio na exposição de informações pessoais e empresariais. Um dos pontos cruciais para a aceitação por parte da campanha de Flávio Bolsonaro foi a inclusão da empresa Alcazar Holdings, de propriedade de Willer Tomaz. O candidato do PL reconhece Tomaz como amigo e ambos são alvos de um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeitas de lavagem de dinheiro. A inclusão da empresa no acordo demonstra a complexidade das negociações e a importância dada a essa investigação específica. Contrapartidas e Exigências de Lula Em contrapartida, Luiz Inácio Lula da Silva concordou com as exigências apresentadas por Flávio Bolsonaro. Entre elas, destacam-se a quebra dos sigilos de seu ex-chefe de gabinete, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola. Além disso, Lula autorizou a divulgação dos gastos com cartões corporativos da Presidência e da agenda da primeira-dama, Janja Lula da Silva. Essas contrapartidas foram consideradas essenciais pela campanha de Bolsonaro para selar o acordo. A iniciativa de Lula em propor a quebra de sigilos foi formalizada no TSE na última terça-feira (20), quando protocolou uma autorização para a divulgação de suas informações e de pessoas jurídicas ligadas a ele, condicionada à reciprocidade por parte de Flávio Bolsonaro. Este ato demonstra a estratégia da campanha petista em promover a transparência e, ao mesmo tempo, pressionar o adversário. Representantes e Próximos Passos no TSE Representantes de ambas as campanhas estiveram presentes no TSE para oficializar o acordo. Pela campanha de Lula, participaram o senador

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Aliados de Trump defendem Lei Marcial em caso de derrota eleitoral; Casa Branca nega discussão

Aliados de Trump levantam hipótese de Lei Marcial em eleições; Casa Branca se manifesta A menos de duas semanas das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, aliadas do presidente Donald Trump têm discutido abertamente a possibilidade de decretar lei marcial caso as eleições de 3 de novembro sejam consideradas fraudulentas. Essas propostas, que incluem a apreensão de urnas e equipamentos de votação, ganham força entre integrantes do movimento Maga (Faça a América Grandiosa Novamente). A lei marcial, que transfere funções civis para os militares e pode restringir direitos, é um tema controverso nos EUA devido aos limites constitucionais ao poder presidencial de decretá-la unilateralmente. As discussões foram reveladas pela imprensa, e embora não haja evidências de fraude generalizada, a Casa Branca reagiu às especulações. A porta-voz da Casa Branca, Lauren Bis, defendeu as ações do governo na garantia da integridade eleitoral e acusou os democratas de rejeitarem medidas de segurança. Ela afirmou que o presidente Trump tem trabalhado para assegurar eleições livres e justas, e questionou por que a “esquerda radical” se opõe a requisitos como identificação de eleitores e verificação de cidadania. A Casa Branca, no entanto, não confirmou se Trump discutiu a possibilidade de lei marcial com seus apoiadores. Advogado e amigo de infância de Trump defende a medida Um dos defensores explícitos da lei marcial é Peter Ticktin, advogado e amigo de longa data de Donald Trump. Em setembro, Ticktin participou de uma reunião virtual de conservadores onde declarou que seria necessário recorrer à lei marcial se a eleição fosse considerada fraudada. Ele também mencionou a possibilidade de apreender cédulas e equipamentos eleitorais para investigação. Em entrevistas anteriores, Ticktin já havia defendido a medida, afirmando que se a eleição se tornasse um “desastre”, Trump “teria de decretar lei marcial”. Segundo ele, a intervenção seria necessária para evitar violência e garantir que o grupo político de Trump controlasse o governo. Ticktin já se reuniu com a ex-funcionária eleitoral do Colorado, Tina Peters, figura conhecida por contestar o resultado da eleição de 2020, na Casa Branca em junho. Tina Peters e a contestação eleitoral Tina Peters, que foi condenada em 2024 por violar equipamentos eleitorais, voltou a se encontrar com Trump recentemente, segundo informações. Ela defende a contagem manual de todos os votos, registrados em cédulas de papel preenchidas à mão, sem o uso de equipamentos eletrônicos. Atualmente, a maioria dos americanos vota em papel, mas a contagem é majoritariamente feita por scanners eletrônicos. Apesar da proximidade de alguns desses apoiadores com o presidente, não há indícios de que a Casa Branca tenha adotado formalmente essas propostas ou planejado sua implementação. A legislação americana sobre lei marcial não é unívoca, e a Suprema Corte nunca definiu de forma definitiva se o presidente pode decretá-la sozinho, segundo o Brennan Center for Justice. Limites constitucionais e a atuação do Departamento de Justiça Organizações como o Brennan Center for Justice ressaltam que poderes emergenciais não se sobrepõem à Constituição ou às leis do Congresso. Eles também não autorizariam Trump a

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