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Principais Matérias

China Revela Pacote Massivo para Frear Guerra de Preços Devastadora entre Montadoras e Impactar o Brasil

China Lança Medidas Drásticas para Evitar Colapso na Indústria Automotiva e Aumentar o Controle Sobre a Produção de Veículos O governo chinês anunciou um novo e robusto pacote de medidas com o objetivo de frear a acirrada guerra de preços que tem assolado o seu saturado mercado de montadoras. A disputa chegou a um ponto crítico, onde empresas operam com margens mínimas, vendendo carros próximos ao custo de produção e recorrendo a atrasos no pagamento a fornecedores para cobrir os prejuízos. Essa prática insustentável, que o governo chinês busca reverter há dois anos, tem raízes profundas na competição entre governos locais. O termo “neijuan”, que pode ser traduzido como “involução”, descreve essa corrida desenfreada onde o aumento de investimentos não resulta em progresso, mas sim em um cenário de estagnação para todos os envolvidos. A origem do problema reside na política de províncias que, em busca de atrair montadoras, ofereceram incentivos como terrenos baratos e isenções fiscais, culminando em uma capacidade de produção excessiva que o mercado interno não consegue absorver. As tentativas anteriores de solucionar o problema focaram nos sintomas, como a promessa de 17 montadoras em junho do ano passado de pagar fornecedores em até 60 dias. No entanto, essa medida resultou em uma queda de 0,2% na receita e um declínio de 18% no lucro no primeiro trimestre, com a margem de lucro caindo para 3,2%, inferior à média industrial chinesa. Conforme informações divulgadas, fabricar carros na China tornou-se menos rentável do que produzir outros bens, em um cenário de mercado encolhido. Dados de empresas de capital aberto indicam uma queda de 20% nas vendas entre janeiro e julho, parcialmente atribuída ao fim da isenção do imposto de compra para carros elétricos no início do ano. Nova Regulação e o Fim da “Involução” Automotiva Diante desse cenário, Pequim optou por um caminho de maior controle. O pacote anunciado pelo vice-ministro da Indústria, Xin Guobin, visa regular o acesso à indústria automotiva através de licenciamento, registro e validação. O objetivo é determinar quais empresas e modelos terão permissão para entrar no mercado, sem, contudo, fechar as fábricas já existentes. Atualmente, muitas marcas operam com apenas 20% a 30% de sua capacidade instalada, produzindo veículos que não encontram compradores. Exportações em Alta: Brasil se Torna Principal Destino de Elétricos Chineses Com a produção superando a demanda interna, as fábricas chinesas têm direcionado o excedente para exportação. No semestre em que o mercado chinês encolheu, as exportações de veículos cresceram impressionantes 53%. O Brasil emergiu como o principal destino global para carros elétricos e híbridos da China, recebendo 299.803 unidades entre janeiro e junho. No mercado brasileiro, as marcas chinesas já representam 23% dos emplacamentos em julho, segundo a consultoria Bright Consulting. Impacto Global e Reações Internacionais A ascensão das marcas chinesas não se limita ao Brasil. Elas lideram em diversos mercados, incluindo Bélgica, Rússia, Holanda, Alemanha, México e Chile. Essa dominância tem levado ao declínio de marcas tradicionais e a crescentes reclamações de empresas europeias sobre condições de concorrência

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13 Gigantes Brasileiras Que Viraram Pó na Bolsa: De R$ 20 Mil a Centavos, Veja Quem Derreteu Mais de 80% em 3 Anos

A Bolsa de Valores Virou Deserto para 13 Gigantes Brasileiras que Viram Seu Valor Derreter Acima de 80% em 3 Anos Recentemente, o mercado financeiro brasileiro testemunhou eventos chocantes, como a falência da Oi e os pedidos de recuperação judicial da Casas Bahia e Braskem. Estes casos são apenas a ponta do iceberg de um fenômeno preocupante: empresas que um dia foram gigantes em seus setores e hoje enfrentam crises financeiras severas. O alto endividamento, em um cenário de juros elevados, tem sido o principal vilão, dificultando a rolagem de dívidas e a captação de novos recursos. O resultado é a destruição do valor para os antigos acionistas, mesmo quando a empresa sobrevive. A lista de empresas que sofreram perdas expressivas de valor de mercado é extensa e abrange diversos setores. Conforme informações divulgadas, o valor das ações de várias delas recuou mais de 80% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026, com algumas registrando quedas superiores a 99%. Sequoia Logística: A Queda de 99,99% de um Gigante da Expansão Acelerada A Sequoia Logística (SEQL3) encabeça a lista com uma queda impressionante de 99,99%. A empresa, que saiu de R$ 586 para R$ 0,07, sofreu com uma expansão acelerada e operações deficitárias, especialmente no e-commerce. Uma recuperação judicial e uma profunda reorganização foram necessárias, incluindo a saída do segmento B2C. Gafisa e Azul: Gigantes que Viram Seu Valor Evaporar A incorporadora Gafisa (GFSA3) despencou 99,92%, passando de R$ 283,20 para R$ 0,22. Mudanças estratégicas constantes e disputas societárias marcaram seu caminho. Já a companhia aérea Azul (AZUL4/AZUL3) registrou uma queda de 99,91%, saindo de R$ 20.600 para R$ 19,05. O alto endividamento, agravado pela pandemia e pelo custo financeiro em dólar, tornou sua estrutura de capital insustentável. Gol e Americanas: Recuperação Judicial e Perdas Históricas A Gol (GOLL4/GOLL54) entrou em recuperação judicial nos EUA em 2024, após anos acumulando dívidas, e viu suas ações caírem 99,85%, de R$ 6,88 para R$ 0,01. A Americanas (AMER3), por sua vez, protagonizou uma das maiores perdas da história recente da Bolsa, com uma queda de 99,46% (de R$ 903 para R$ 4,92), após a revelação de inconsistências contábeis bilionárias em janeiro de 2023. Casas Bahia e Ambipar: O Impacto dos Juros Altos e da Expansão Agressiva A varejista Casas Bahia (VIIA3/BHIA3) enfrentou uma crise aguda em 2026, com um pedido de recuperação judicial para renegociar R$ 28 bilhões em dívidas, resultando em uma queda de 99,41% (de R$ 57,75 para R$ 0,34). A Ambipar (AMBP3), que cresceu rapidamente por aquisições, viu suas ações derreterem 99,21% (de R$ 20,34 para R$ 0,16) devido a preocupações com endividamento e estrutura financeira. Infracommerce, Viveo, Oi, Raízen, PDG e Marisa: Outros Casos de Grandes Desvalorizações A empresa de soluções para e-commerce Infracommerce (IFCM3) perdeu 97,17% de seu valor (de R$ 62,80 para R$ 1,78), enfrentando dificuldades em gerar caixa. A distribuidora de produtos para saúde Viveo (VVEO3) caiu 95,44% (de R$ 15,80 para R$ 0,72), pressionada por despesas financeiras. A Oi (OIBR3), já fragilizada, teve sua

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Neurocientista e Psicóloga Celebram Primeiro Casamento Homoafetivo da Bolívia Após Jornada Legal

Casamento Homoafetivo na Bolívia: Um Marco Histórico Conquistado por Amor e Persistência Fabiana Justiniano e Scarlett Rocha, uma neurocientista e uma psicóloga, tornaram-se o primeiro casal do mesmo sexo a celebrar um casamento na Bolívia. A conquista, oficializada em 7 de agosto, encerra uma longa jornada repleta de desafios legais e sociais em um país conservador. A decisão de buscar o casamento, que não era reconhecido legalmente para casais homoafetivos, surgiu após um evento em Santa Cruz de la Sierra, onde uma palestrante as incentivou a solicitar o matrimônio à Justiça. A iniciativa, que começou como um desejo de formalizar o compromisso, transformou-se em uma odisseia jurídica. Essa histórica união, apesar de individual, carrega um peso significativo para a comunidade LGBTQIA+ boliviana, espelhando o impacto que a garantia da união estável para casais do mesmo sexo em 2023 já demonstrou. A história de Fabiana e Scarlett, conforme divulgado pela newsletter Cercanías da Folha, é um testemunho de resiliência e um passo crucial para a igualdade no país. A Faísca do Amor e a Decisão de Lutar pelo Casamento Fabiana, psicóloga, e Scarlett, neurocientista com vivência nos EUA e na Bolívia, conheceram-se há quatro anos. O que começou como uma amizade evoluiu rapidamente para um romance profundo. Scarlett relembra o momento em que percebeu seus sentimentos por Fabiana durante uma viagem de carro noturna, embalada pela lua. A ideia de casamento, inicialmente distante devido à falta de reconhecimento legal na Bolívia, ganhou força em 2022. Inspiradas pela possibilidade de formalizar sua união e impulsionadas por colegas, elas decidiram iniciar o processo, mesmo cientes dos desafios que enfrentariam em um contexto social e legal ainda restritivo. Uma Odisseia Legal Contra a Resistência A jornada para o casamento foi árdua, marcada por obstáculos burocráticos e resistência. O casal enviou uma carta ao diretor do serviço de cartório de Santa Cruz de la Sierra, fundamentando seu pedido em direitos constitucionais e em declarações da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Enfrentaram a demora na resposta dos órgãos competentes e até mesmo comentários discriminatórios. Quatro anos de espera e de promessas de

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Colapso na Bolsa: Gigantes Brasileiras Derretem Quase 100% do Valor de Mercado em 2023; Veja Quem Perdeu Mais

Gigantes Brasileiras Sofrem Derrocada Histórica na Bolsa: Juros Altos e Dívidas Levam a Perdas de Quase 100% O início de 2023 marcou um período sombrio para diversas empresas de grande porte na Bolsa de Valores brasileira, a B3. Setores variados foram abalados por colapsos financeiros sem precedentes, com algumas companhias vendo seu valor de mercado despencar para perto de zero. A combinação de juros elevados e endividamento excessivo se mostrou devastadora para modelos de negócio já fragilizados. Grandes nomes como Casas Bahia, Americanas e Azul lideram uma lista de empresas que enfrentaram desvalorizações extremas, chegando a atingir 99,9% de perda. Para tentar sobreviver a este cenário adverso, muitas dessas companhias precisaram recorrer a processos de recuperação judicial, medidas que frequentemente resultam em sacrifícios significativos para os antigos acionistas. Conforme apurado pela Gazeta do Povo, o ambiente econômico desafiador, com custos de crédito nas alturas e um consumo mais retraído, expôs as vulnerabilidades de empresas que já acumulavam passivos consideráveis. As informações detalhadas sobre essa crise e seus desdobramentos foram divulgadas pela equipe de reportagem da Gazeta do Povo. Sequoia Logística Lidera o Ranking de Desvalorização com Queda de 99,99% A Sequoia Logística se destaca no cenário de perdas com uma desvalorização impressionante de 99,99%. A empresa, que antes valia R$ 586 por ação, viu seu valor cair para meros R$ 0,07. Esse colapso reflete profundas dificuldades em seu modelo de negócio e gestão. Seguindo de perto, a incorporadora Gafisa registrou um recuo de 99,92%, enquanto a companhia aérea Azul perdeu 99,91% de seu valor original. Outras empresas amplamente conhecidas pelo público brasileiro, como a Gol, as Lojas Americanas e as Casas Bahia, também sofreram perdas superiores a 99%, evidenciando um derretimento quase total do patrimônio investido nessas marcas. Juros Altos e Endividamento: Vilões Comuns por Trás da Crise Embora cada empresa enfrente seus próprios desafios internos, como os problemas contábeis das Americanas ou a expansão agressiva da Sequoia, um fator comum tem sido o ambiente de juros elevados. Taxas de juros altas tornam o acesso a crédito e a rolagem de dívidas antigas significativamente mais caros. Muitas dessas gigantes já operavam com um alto nível de endividamento. Com o custo do dinheiro disparando e o consumo das famílias enfraquecido, a capacidade de financiar prejuízos se tornou insustentável. Esse aperto financeiro severo afugentou a confiança dos investidores, provocando a rápida e drástica queda no preço das ações. Recuperação Judicial: Um Caminho Doloroso para Acionistas Para evitar a falência total, diversas empresas optaram pela recuperação judicial ou extrajudicial. Este é um pedido formal de socorro à Justiça, com o objetivo de suspender cobranças e renegociar prazos com credores, permitindo uma reestruturação. Durante esses processos, é comum a ocorrência de reestruturações societárias e o grupamento de ações. O grupamento une várias ações de baixo valor em uma única de maior valor, buscando evitar que os papéis negociem por centavos. No entanto, essa medida frequentemente resulta em uma diluição agressiva, onde o antigo acionista passa a deter uma participação significativamente menor na empresa. Oi

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ONG Revela Conexões do PCC com Tráfico Humano e Golpes Virtuais no Camboja; Vítimas Relatam Intimidação

ONG brasileira expõe elos entre PCC e redes de tráfico humano no Camboja, onde vítimas são forçadas a aplicar golpes eletrônicos. Relatos apontam uso da facção como forma de intimidação e controle. Um complexo de seis prédios em Phnom Penh, capital do Camboja, que abrigava vítimas de tráfico humano para a aplicação de golpes eletrônicos, apresenta conexões com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A informação foi divulgada pela ONG The Exodus Road Brasil, que atua no combate ao tráfico de pessoas. Segundo a organização, que é membro observador do grupo de especialistas em crimes da Interpol, as vítimas resgatadas relataram ter vivenciado uma rotina onde pessoas associadas à facção paulista estavam presentes. Esses depoimentos foram cruciais para a conclusão da Exodus Road sobre a atuação transnacional dessas redes criminosas. As vítimas, de diversas nacionalidades, eram mantidas em condições precárias, com grades e arames farpados para impedir fugas, e forçadas a realizar golpes virtuais. A ONG destaca que o tráfico humano deve ser compreendido como parte de uma engrenagem maior do crime organizado, que utiliza técnicas sofisticadas de engenharia social. Conforme divulgado pela Exodus Road Brasil, combater essa prática exige entender como essas organizações operam para interromper a cadeia antes que novas vítimas sejam capturadas. Estrutura de Golpes e Intimidação no Camboja Os apartamentos, com cerca de 40 m², serviam como base para a aplicação de golpes eletrônicos. Criminosos, muitos deles brasileiros, se passavam por agentes públicos, como policiais federais, militares e civis, para enganar vítimas em seus países de origem. Promessas de altos salários, acomodação e passagens aéreas atraíam as pessoas, que ao chegarem ao Camboja, tinham sua liberdade cerceada. As vítimas eram submetidas a jornadas exaustivas e, frequentemente, torturadas caso não atingissem as metas estabelecidas. Relatos indicam que gerentes das operações frequentemente mencionavam o PCC, afirmando ter vínculos com a facção e o poder de ordenar agressões e assassinatos. Um sobrevivente descreveu ter visto fotos de um gerente ao lado de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder do PCC. Em outros casos, o nome da facção era usado como forma de pressão psicológica. Ameaças como “A gente só precisa fazer uma ligação para os irmãos aparecerem para a sua família no Brasil” eram comuns, segundo Pedro Alencar, 25, que passou por centros de exploração em diversos países asiáticos. Anistia Internacional Corrobora Relatos O mesmo endereço mapeado pela Exodus Road Brasil aparece em um relatório da Anistia Internacional sobre a indústria de golpes no Camboja como um “complexo confirmado”. A organização baseia sua classificação em depoimentos de sobreviventes e visitas de pesquisadores. A Anistia Internacional observou que a menção ao PCC não surgiu espontaneamente nos depoimentos, sugerindo que a facção pode ter sido mencionada de forma estratégica. O relatório de junho de 2025 avalia que o complexo foi projetado para impedir fugas, com infraestrutura que reforça a ideia de privação de liberdade. Crescimento dos Golpes e Investigação Policial A indústria de golpes virtuais no Sudeste Asiático, que ganhou força durante a pandemia de coronavírus, tem crescido em paralelo

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Presidente 2026: Agenda agitada dos presidenciáveis na sexta (28) com debates, sabatinas e compromissos pelo Brasil

Presidenciáveis cumprem agenda intensa nesta sexta-feira, com foco em debates, sabatinas e ações de campanha pelo país. A sexta-feira, 28 de outubro, foi marcada pela movimentação dos candidatos à Presidência da República, que participaram de uma série de atividades em diferentes regiões do Brasil. A agenda incluiu desde sabatinas em grandes veículos de comunicação até caminhadas em bairros e encontros com setores específicos da sociedade. Os presidenciáveis buscaram dialogar com o eleitorado, apresentar suas propostas e reforçar suas mensagens de campanha. As ações variaram entre debates em instituições de ensino, participação em feiras culturais e panfletagens, demonstrando a diversidade de estratégias adotadas na reta final da corrida eleitoral. Conforme informações divulgadas sobre as agendas, os candidatos buscam consolidar seu posicionamento e alcançar diferentes públicos, em um dia repleto de compromissos que visam influenciar a decisão dos eleitores. A cobertura detalhada mostra a dinâmica da campanha em um momento crucial. Renan Santos em BH e Romeu Zema foca em Porto Alegre O candidato Renan Santos (Missão) teve sua agenda voltada para Belo Horizonte, com visita à Favela do Taquaril e ações com apoiadores no centro da cidade. Ele também concedeu entrevista à imprensa e participou de um congresso estadual em Minas Gerais. Em Porto Alegre, Romeu Zema (Novo) reuniu-se com lideranças evangélicas e reiterou sua proposta de acabar com as apostas online caso seja eleito. O candidato ouviu relatos sobre o impacto do vício em apostas em diversas famílias. Ronaldo Caiado promete resgatar reforma trabalhista e Edmilson Costa propõe estatização No Rio de Janeiro, Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se eleito, irá resgatar a reforma trabalhista, que segundo ele foi “mutilada” pelo STF. Ele também abordou a questão da escala 6×1, buscando alternativas para não penalizar as empresas. Já Edmilson Costa (PCB), também no Rio de Janeiro, realizou panfletagem na Petrobras e participou do lançamento de um livro. Ele defendeu o fim da escala 6×1 e propôs a estatização do ensino universitário privado, visando oferecer educação gratuita e de qualidade. Lula em Salvador foca em educação, enquanto Hertz Dias debate jornada de trabalho Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de uma caminhada em Salvador, Bahia, e destacou a ampliação de investimentos em políticas educacionais como prioridade em um possível novo mandato. Ele ressaltou a importância de disputar tecnologia com outros países. Hertz Dias (PSTU) esteve em Natal, participando de panfletagem e mobilizações. Suas principais bandeiras incluem o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem perda de direitos, defendendo que a riqueza produzida retorne aos trabalhadores. Outros candidatos cumprem agendas diversificadas Samara Martins (UP) participou de caminhada em São Paulo e debates em faculdades. Flávio Bolsonaro (PL) estava previsto para participar de uma sabatina na TV Globo. Rui Costa Pimenta (PCO) participou de um programa de TV e reuniu-se com a coordenação de campanha, com viagem planejada para o Rio Grande do Sul. Wilson Grassi (Democrata) e Clariana Barão (DC) não tiveram agendas públicas divulgadas. Augusto Cury (Avante) participou de sabatinas com veículos de imprensa no

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Mulher de Serra Leoa em Belém: Destino Incerto Após Meses no Aeroporto e Passagem Adiada

Fatmata Sessay, cidadã de Serra Leoa, permanece em limbo após sucessivos adiamentos de viagem para o Panamá, onde busca reencontrar seu filho. A saga de Fatmata Sessay, uma mulher de 56 anos de Serra Leoa, que encontrou no aeroporto internacional de Belém um lar temporário por mais de oito meses, continua marcada pela incerteza. Sua esperança de seguir viagem para o Panamá, onde alega ter um filho, esbarra em burocracias e adiamentos de passagens. A passagem para o Panamá, adquirida com auxílio do Ministério Público do Pará, já foi adiada duas vezes. Inicialmente prevista para 22 de junho, a viagem foi postergada para 15 de agosto, data que também não se concretizou. A falta de documentos necessários, como o visto panamenho, é o principal obstáculo, conforme informado pela Secretaria de Estado de Justiça. A história de Fatmata em terras brasileiras começou em dezembro do ano passado, após uma longa jornada que iniciou em São Paulo, onde residiu por 18 anos. Sua viagem rumo ao Panamá teve um desvio no Peru, onde relatou ter sido assaltada e perdido seu passaporte. Com o apoio de voluntários, conseguiu chegar ao Suriname, de onde foi enviada para Belém, com a promessa de que seria mais fácil prosseguir para o seu destino final. A Jornada e a Busca por Documentos Em Belém, Fatmata conseguiu emitir um novo passaporte e recebeu a doação de uma passagem para o Panamá. No entanto, a ausência do visto exigido pelas autoridades panamenhas impediu o embarque. A Secretaria de Estado de Justiça confirmou que a emissão do visto é de competência exclusiva do Panamá e que, apesar de prestar assistência à migrante, não há data definida para a viagem. Desaparecimento do Aeroporto e Assistência Municipal No dia 15 de agosto, data marcada para o embarque, Fatmata deixou o aeroporto de Belém com seus pertences, embarcando em um táxi com destino desconhecido. Funcionários do aeroporto, que a auxiliaram durante os meses de permanência, relataram que ela recusou ofertas de hospedagem feitas por moradores locais. Dois dias depois, ela foi vista frequentando a Casa Rua, um espaço de acolhimento municipal onde costumava tomar café. Intervenção do Ministério Público e Decisão Judicial A situação de Fatmata motivou uma ação do Ministério Público Federal (MPF), que solicitou providências para garantir sua assistência consular. Em junho, a Justiça Federal determinou que o Governo do Pará e o Ministério das Relações Exteriores providenciassem a assistência e os trâmites documentais para a regularização de sua viagem. Contudo, em decisão de agosto, a Justiça considerou que a situação de urgência foi criada intencionalmente por Fatmata, indeferindo um pedido de multa contra o Estado. Acompanhamento e Competência dos Órgãos O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou que acompanha o caso e que Fatmata tem recebido atendimento da rede de assistência social local, da Defensoria Pública da União e do ACNUR. O MJSP ressaltou, porém, que não compete ao órgão prestar apoio consular a estrangeiros em território brasileiro, e que a concessão de visto para o Panamá é

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Nepal Paga Conta da Crise Climática: Países Pobres Sofrem com Desastres Causados por Nações Ricas, Alerta Especialista

Nepal Paga Conta da Crise Climática: Países Pobres Sofrem com Desastres Causados por Nações Ricas, Alerta Especialista Uma recente avalanche de lama e gelo devastou o Nepal, reacendendo o debate sobre a injustiça climática. A tragédia, classificada como a de maior impacto econômico na história do país, expõe uma dura realidade: nações que pouco contribuíram para o aquecimento global são as mais afetadas pelos seus efeitos. O Nepal, por exemplo, é responsável por apenas 0,05% das emissões históricas de gases de efeito estufa. Mesmo assim, o país enfrenta as consequências de um problema que não criou, levantando questionamentos sobre a responsabilidade global e a necessidade de ações concretas. A afirmação é de Manjeet Dhakal, especialista em diplomacia climática e negociador pelo grupo dos Países Menos Desenvolvidos (PMD) nas conferências da ONU. Conforme informação divulgada em entrevista, Dhakal ressalta que países que não contribuíram em praticamente nada para a crise climática estão pagando a maior parte da conta, uma desigualdade que precisa ser enfrentada globalmente. O Impacto Desproporcional nos Países Vulneráveis O especialista nepalês destaca que o descumprimento de promessas de financiamento por parte dos países ricos agrava a situação. A falta de recursos compromete a capacidade de adaptação dos países mais pobres a eventos climáticos extremos, ampliando as desigualdades existentes. Dhakal explica que, diante da ineficácia da resposta global, muitas nações vulneráveis são forçadas a redirecionar recursos destinados a necessidades básicas, como saúde e educação, para lidar com os impactos climáticos. Esse redirecionamento, segundo ele, torna esses países ainda mais pobres e aumenta seu endividamento. Geleiras Derretendo, Desastres Aumentando Embora a dimensão exata do papel da crise climática no desastre recente no Nepal ainda esteja sob estudo, o colapso de geleiras é uma consequência conhecida do aquecimento global. O aumento das temperaturas provoca o degelo do permafrost, tornando o gelo em grandes altitudes perigosamente instável. O Nepal já tem um histórico de desastres relacionados ao clima. Em 2017, o rompimento de um lago glacial causou inundações. Em 2021, chuvas de monção e derretimento de neve alagaram um vale. No ano passado, uma enchente atingiu outro rio montanhoso, também afetado neste ano. Financiamento Climático Insuficiente e Promessas Não Cumpridas A meta global é que os países ricos financiem US$ 300 bilhões anuais para nações em desenvolvimento até 2035. No entanto, o valor originalmente pedido pelos países mais pobres era de US$ 1,3 trilhão. Uma promessa anterior de US$ 100 bilhões anuais até 2020 só foi parcialmente atingida em 2023. Dhakal lamenta que falta de recursos não é o problema global, citando que quando se trata de guerra, os recursos aparecem. Ele espera que a tragédia no Nepal sirva como um catalisador para impulsionar a ação climática e o financiamento para países montanhosos. Sistemas de Alerta Precoce e a Necessidade de Mais Tempo O especialista ressalta a importância de sistemas de monitoramento e alerta precoce, que podem salvar vidas. Apesar de alguns mecanismos terem sido instalados no Nepal, o tempo de aviso para o recente desastre foi de apenas 15 minutos. Dhakal

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Crédito Imobiliário Rumo a Recorde de R$ 411 Bilhões em 2026: Como Juros Altos de 14% Não Freiam o Mercado?

Crédito imobiliário em alta: entenda como o setor desafia a Selic a 14% e projeta recorde de R$ 411 bilhões em 2026 A projeção da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) de que o ano de 2026 deve atingir R$ 411 bilhões em crédito imobiliário, um avanço de 25% em relação a 2025, levanta uma questão crucial: como o setor de financiamento imobiliário continua a crescer em um cenário de taxa Selic a 14% ao ano? Especialistas apontam que o dinamismo do mercado imobiliário está ancorado em fontes de recursos que não são diretamente impactadas pela taxa básica de juros, como o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e os recursos do FGTS. Embora os juros elevados representem um desafio, existem fatores mitigadores que sustentam o volume de negócios. Essas fontes independentes da Selic, juntamente com uma demanda adaptada e programas habitacionais, explicam a resiliência do mercado. Conforme informação divulgada pela Abecip, a revisão da projeção de crescimento, que antes era de 16% e agora é de 25%, reflete o desempenho positivo dessas modalidades de financiamento. O Papel Fundamental do SBPE e FGTS no Crescimento do Crédito Imobiliário O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) são os pilares que sustentam o crescimento do crédito imobiliário, mesmo diante de uma taxa Selic elevada. A Abecip estima que o SBPE movimentará R$ 185 bilhões em concessões em 2026, um aumento de 18% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre de 2026, as operações com recursos da poupança já somaram R$ 93,7 bilhões, um avanço de 29% na comparação anual. O crédito à produção, que financia a construção de novos empreendimentos, apresentou um crescimento expressivo de 107%, totalizando R$ 26,5 bilhões, enquanto o crédito ao comprador final cresceu 12%, alcançando R$ 67,2 bilhões. O impulso mais significativo para a revisão da projeção, contudo, vem dos recursos do FGTS e do Fundo Social do Pré-Sal. A Abecip estima aproximadamente R$ 195 bilhões em concessões dessas fontes em 2026, o que representa um crescimento de 38% sobre o ano anterior. Esse reforço de recursos públicos e regulados é crucial para manter um volume elevado de concessões. Juros Altos e a Relação Não Linear com o Financiamento Imobiliário A relação entre a taxa Selic e as taxas de financiamento imobiliário não é direta. Especialistas como Alberto Ajzental, coordenador de negócios imobiliários da FGV, explicam que uma elevação na Selic não se traduz proporcionalmente no custo do crédito imobiliário. Isso ocorre porque parte importante das operações é financiada por fontes com regras próprias, como o FGTS. Ajzental estima que uma variação de 2 a 2,5 pontos percentuais na Selic resulte em cerca de 1 ponto percentual de aumento na taxa de financiamento imobiliário. Mesmo quando a Selic esteve em patamares baixos, como 2% ao ano entre agosto de 2020 e março de 2021, as taxas de financiamento imobiliário não acompanharam essa queda, mantendo-se entre 8,5% e 9%. Em

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Quem é Haakon 8º, o Novo Rei da Noruega: Da Academia Naval ao Trono Após Morte do Rei Harald 5º

Haakon 8º assume o trono da Noruega após o falecimento do Rei Harald 5º, trazendo consigo uma nova era para a monarquia nórdica. A Noruega tem um novo monarca. Com a morte do Rei Harald 5º, o príncipe herdeiro Haakon, de 53 anos, ascendeu ao trono, tornando-se o Rei Haakon 8º. Embora o papel da monarquia na Noruega seja predominantemente cerimonial e simbólico, sua função pública e representativa para o país, tanto interna quanto externamente, permanece significativa. Haakon, que dedicou sua vida ao cumprimento de deveres reais como herdeiro, intensificou sua participação à medida que a saúde de seu pai declinava. Em seu primeiro ato oficial como rei, ele se reuniu com o primeiro-ministro Jonas Gahr Store e seu gabinete em Oslo, acompanhado de sua filha, a princesa Ingrid Alexandra. A linha de sucessão, que historicamente priorizava herdeiros homens, viu sua irmã mais velha, Martha Louise, precedida por Haakon devido às leis vigentes na época de seu nascimento. No entanto, a mudança na lei de sucessão em 1990 estabeleceu que sua filha, Ingrid Alexandra, é a próxima na linha de sucessão ao trono, refletindo uma modernização da monarquia. Essas informações foram divulgadas oficialmente, conforme noticiado. Uma Formação Acadêmica e Militar Sólida Nascido em Oslo em 20 de julho de 1973, Haakon é filho do Rei Harald e da Rainha Sonja. Ele seguiu a tradição familiar ao ingressar nas Forças Armadas norueguesas após concluir seus estudos em escolas públicas e particulares. Sua formação militar incluiu a Real Academia Naval da Noruega. Diferente de seu pai e avô, que estudaram em Oxford, Haakon optou por expandir seus horizontes acadêmicos. Ele cursou ciência política na Universidade da Califórnia em Berkeley e, posteriormente, obteve um mestrado em estudos do desenvolvimento na London School of Economics, com foco em comércio internacional e estudos africanos, concluído em 2003. Um Casamento que Desafiou Tradições Assim como seu pai, Haakon escolheu se casar com uma plebeia, Mette-Marit Tjessem Hoiby, em 2001. O casamento, embora celebrado, gerou controvérsia na época, uma vez que Mette-Marit era divorciada e mãe de um filho pequeno. Detalhes de seu passado foram amplamente divulgados pela mídia, mas a família real e o público acabaram por acolher a nova princesa. Recentemente, a imagem de Mette-Marit foi afetada por revelações sobre sua amizade com o condenado por crimes sexuais Jeffrey Epstein. Além disso, o filho mais velho de Mette-Marit, Marius Borg Hoiby, enfrentou problemas legais, sendo condenado em junho por estupro e violência doméstica, resultando em uma pena de quatro anos de prisão. Mette-Marit, por sua vez, passou por um transplante de pulmão neste ano. A Nova Geração Real Haakon e Mette-Marit são pais de dois filhos: a princesa Ingrid Alexandra, que é a herdeira aparente ao trono, e o príncipe Sverre Magnus. A ascensão de Haakon ao trono marca o início de um novo capítulo para a monarquia norueguesa, com a expectativa de que ele continue a desempenhar seu papel com dedicação e representatividade.

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China Revela Pacote Massivo para Frear Guerra de Preços Devastadora entre Montadoras e Impactar o Brasil

China Lança Medidas Drásticas para Evitar Colapso na Indústria Automotiva e Aumentar o Controle Sobre a Produção de Veículos O governo chinês anunciou um novo e robusto pacote de medidas com o objetivo de frear a acirrada guerra de preços que tem assolado o seu saturado mercado de montadoras. A disputa chegou a um ponto crítico, onde empresas operam com margens mínimas, vendendo carros próximos ao custo de produção e recorrendo a atrasos no pagamento a fornecedores para cobrir os prejuízos. Essa prática insustentável, que o governo chinês busca reverter há dois anos, tem raízes profundas na competição entre governos locais. O termo “neijuan”, que pode ser traduzido como “involução”, descreve essa corrida desenfreada onde o aumento de investimentos não resulta em progresso, mas sim em um cenário de estagnação para todos os envolvidos. A origem do problema reside na política de províncias que, em busca de atrair montadoras, ofereceram incentivos como terrenos baratos e isenções fiscais, culminando em uma capacidade de produção excessiva que o mercado interno não consegue absorver. As tentativas anteriores de solucionar o problema focaram nos sintomas, como a promessa de 17 montadoras em junho do ano passado de pagar fornecedores em até 60 dias. No entanto, essa medida resultou em uma queda de 0,2% na receita e um declínio de 18% no lucro no primeiro trimestre, com a margem de lucro caindo para 3,2%, inferior à média industrial chinesa. Conforme informações divulgadas, fabricar carros na China tornou-se menos rentável do que produzir outros bens, em um cenário de mercado encolhido. Dados de empresas de capital aberto indicam uma queda de 20% nas vendas entre janeiro e julho, parcialmente atribuída ao fim da isenção do imposto de compra para carros elétricos no início do ano. Nova Regulação e o Fim da “Involução” Automotiva Diante desse cenário, Pequim optou por um caminho de maior controle. O pacote anunciado pelo vice-ministro da Indústria, Xin Guobin, visa regular o acesso à indústria automotiva através de licenciamento, registro e validação. O objetivo é determinar quais empresas e modelos terão permissão para entrar no mercado, sem, contudo, fechar as fábricas já existentes. Atualmente, muitas marcas operam com apenas 20% a 30% de sua capacidade instalada, produzindo veículos que não encontram compradores. Exportações em Alta: Brasil se Torna Principal Destino de Elétricos Chineses Com a produção superando a demanda interna, as fábricas chinesas têm direcionado o excedente para exportação. No semestre em que o mercado chinês encolheu, as exportações de veículos cresceram impressionantes 53%. O Brasil emergiu como o principal destino global para carros elétricos e híbridos da China, recebendo 299.803 unidades entre janeiro e junho. No mercado brasileiro, as marcas chinesas já representam 23% dos emplacamentos em julho, segundo a consultoria Bright Consulting. Impacto Global e Reações Internacionais A ascensão das marcas chinesas não se limita ao Brasil. Elas lideram em diversos mercados, incluindo Bélgica, Rússia, Holanda, Alemanha, México e Chile. Essa dominância tem levado ao declínio de marcas tradicionais e a crescentes reclamações de empresas europeias sobre condições de concorrência

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13 Gigantes Brasileiras Que Viraram Pó na Bolsa: De R$ 20 Mil a Centavos, Veja Quem Derreteu Mais de 80% em 3 Anos

A Bolsa de Valores Virou Deserto para 13 Gigantes Brasileiras que Viram Seu Valor Derreter Acima de 80% em 3 Anos Recentemente, o mercado financeiro brasileiro testemunhou eventos chocantes, como a falência da Oi e os pedidos de recuperação judicial da Casas Bahia e Braskem. Estes casos são apenas a ponta do iceberg de um fenômeno preocupante: empresas que um dia foram gigantes em seus setores e hoje enfrentam crises financeiras severas. O alto endividamento, em um cenário de juros elevados, tem sido o principal vilão, dificultando a rolagem de dívidas e a captação de novos recursos. O resultado é a destruição do valor para os antigos acionistas, mesmo quando a empresa sobrevive. A lista de empresas que sofreram perdas expressivas de valor de mercado é extensa e abrange diversos setores. Conforme informações divulgadas, o valor das ações de várias delas recuou mais de 80% entre janeiro de 2023 e agosto de 2026, com algumas registrando quedas superiores a 99%. Sequoia Logística: A Queda de 99,99% de um Gigante da Expansão Acelerada A Sequoia Logística (SEQL3) encabeça a lista com uma queda impressionante de 99,99%. A empresa, que saiu de R$ 586 para R$ 0,07, sofreu com uma expansão acelerada e operações deficitárias, especialmente no e-commerce. Uma recuperação judicial e uma profunda reorganização foram necessárias, incluindo a saída do segmento B2C. Gafisa e Azul: Gigantes que Viram Seu Valor Evaporar A incorporadora Gafisa (GFSA3) despencou 99,92%, passando de R$ 283,20 para R$ 0,22. Mudanças estratégicas constantes e disputas societárias marcaram seu caminho. Já a companhia aérea Azul (AZUL4/AZUL3) registrou uma queda de 99,91%, saindo de R$ 20.600 para R$ 19,05. O alto endividamento, agravado pela pandemia e pelo custo financeiro em dólar, tornou sua estrutura de capital insustentável. Gol e Americanas: Recuperação Judicial e Perdas Históricas A Gol (GOLL4/GOLL54) entrou em recuperação judicial nos EUA em 2024, após anos acumulando dívidas, e viu suas ações caírem 99,85%, de R$ 6,88 para R$ 0,01. A Americanas (AMER3), por sua vez, protagonizou uma das maiores perdas da história recente da Bolsa, com uma queda de 99,46% (de R$ 903 para R$ 4,92), após a revelação de inconsistências contábeis bilionárias em janeiro de 2023. Casas Bahia e Ambipar: O Impacto dos Juros Altos e da Expansão Agressiva A varejista Casas Bahia (VIIA3/BHIA3) enfrentou uma crise aguda em 2026, com um pedido de recuperação judicial para renegociar R$ 28 bilhões em dívidas, resultando em uma queda de 99,41% (de R$ 57,75 para R$ 0,34). A Ambipar (AMBP3), que cresceu rapidamente por aquisições, viu suas ações derreterem 99,21% (de R$ 20,34 para R$ 0,16) devido a preocupações com endividamento e estrutura financeira. Infracommerce, Viveo, Oi, Raízen, PDG e Marisa: Outros Casos de Grandes Desvalorizações A empresa de soluções para e-commerce Infracommerce (IFCM3) perdeu 97,17% de seu valor (de R$ 62,80 para R$ 1,78), enfrentando dificuldades em gerar caixa. A distribuidora de produtos para saúde Viveo (VVEO3) caiu 95,44% (de R$ 15,80 para R$ 0,72), pressionada por despesas financeiras. A Oi (OIBR3), já fragilizada, teve sua

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Neurocientista e Psicóloga Celebram Primeiro Casamento Homoafetivo da Bolívia Após Jornada Legal

Casamento Homoafetivo na Bolívia: Um Marco Histórico Conquistado por Amor e Persistência Fabiana Justiniano e Scarlett Rocha, uma neurocientista e uma psicóloga, tornaram-se o primeiro casal do mesmo sexo a celebrar um casamento na Bolívia. A conquista, oficializada em 7 de agosto, encerra uma longa jornada repleta de desafios legais e sociais em um país conservador. A decisão de buscar o casamento, que não era reconhecido legalmente para casais homoafetivos, surgiu após um evento em Santa Cruz de la Sierra, onde uma palestrante as incentivou a solicitar o matrimônio à Justiça. A iniciativa, que começou como um desejo de formalizar o compromisso, transformou-se em uma odisseia jurídica. Essa histórica união, apesar de individual, carrega um peso significativo para a comunidade LGBTQIA+ boliviana, espelhando o impacto que a garantia da união estável para casais do mesmo sexo em 2023 já demonstrou. A história de Fabiana e Scarlett, conforme divulgado pela newsletter Cercanías da Folha, é um testemunho de resiliência e um passo crucial para a igualdade no país. A Faísca do Amor e a Decisão de Lutar pelo Casamento Fabiana, psicóloga, e Scarlett, neurocientista com vivência nos EUA e na Bolívia, conheceram-se há quatro anos. O que começou como uma amizade evoluiu rapidamente para um romance profundo. Scarlett relembra o momento em que percebeu seus sentimentos por Fabiana durante uma viagem de carro noturna, embalada pela lua. A ideia de casamento, inicialmente distante devido à falta de reconhecimento legal na Bolívia, ganhou força em 2022. Inspiradas pela possibilidade de formalizar sua união e impulsionadas por colegas, elas decidiram iniciar o processo, mesmo cientes dos desafios que enfrentariam em um contexto social e legal ainda restritivo. Uma Odisseia Legal Contra a Resistência A jornada para o casamento foi árdua, marcada por obstáculos burocráticos e resistência. O casal enviou uma carta ao diretor do serviço de cartório de Santa Cruz de la Sierra, fundamentando seu pedido em direitos constitucionais e em declarações da Corte Interamericana de Direitos Humanos. Enfrentaram a demora na resposta dos órgãos competentes e até mesmo comentários discriminatórios. Quatro anos de espera e de promessas de

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Colapso na Bolsa: Gigantes Brasileiras Derretem Quase 100% do Valor de Mercado em 2023; Veja Quem Perdeu Mais

Gigantes Brasileiras Sofrem Derrocada Histórica na Bolsa: Juros Altos e Dívidas Levam a Perdas de Quase 100% O início de 2023 marcou um período sombrio para diversas empresas de grande porte na Bolsa de Valores brasileira, a B3. Setores variados foram abalados por colapsos financeiros sem precedentes, com algumas companhias vendo seu valor de mercado despencar para perto de zero. A combinação de juros elevados e endividamento excessivo se mostrou devastadora para modelos de negócio já fragilizados. Grandes nomes como Casas Bahia, Americanas e Azul lideram uma lista de empresas que enfrentaram desvalorizações extremas, chegando a atingir 99,9% de perda. Para tentar sobreviver a este cenário adverso, muitas dessas companhias precisaram recorrer a processos de recuperação judicial, medidas que frequentemente resultam em sacrifícios significativos para os antigos acionistas. Conforme apurado pela Gazeta do Povo, o ambiente econômico desafiador, com custos de crédito nas alturas e um consumo mais retraído, expôs as vulnerabilidades de empresas que já acumulavam passivos consideráveis. As informações detalhadas sobre essa crise e seus desdobramentos foram divulgadas pela equipe de reportagem da Gazeta do Povo. Sequoia Logística Lidera o Ranking de Desvalorização com Queda de 99,99% A Sequoia Logística se destaca no cenário de perdas com uma desvalorização impressionante de 99,99%. A empresa, que antes valia R$ 586 por ação, viu seu valor cair para meros R$ 0,07. Esse colapso reflete profundas dificuldades em seu modelo de negócio e gestão. Seguindo de perto, a incorporadora Gafisa registrou um recuo de 99,92%, enquanto a companhia aérea Azul perdeu 99,91% de seu valor original. Outras empresas amplamente conhecidas pelo público brasileiro, como a Gol, as Lojas Americanas e as Casas Bahia, também sofreram perdas superiores a 99%, evidenciando um derretimento quase total do patrimônio investido nessas marcas. Juros Altos e Endividamento: Vilões Comuns por Trás da Crise Embora cada empresa enfrente seus próprios desafios internos, como os problemas contábeis das Americanas ou a expansão agressiva da Sequoia, um fator comum tem sido o ambiente de juros elevados. Taxas de juros altas tornam o acesso a crédito e a rolagem de dívidas antigas significativamente mais caros. Muitas dessas gigantes já operavam com um alto nível de endividamento. Com o custo do dinheiro disparando e o consumo das famílias enfraquecido, a capacidade de financiar prejuízos se tornou insustentável. Esse aperto financeiro severo afugentou a confiança dos investidores, provocando a rápida e drástica queda no preço das ações. Recuperação Judicial: Um Caminho Doloroso para Acionistas Para evitar a falência total, diversas empresas optaram pela recuperação judicial ou extrajudicial. Este é um pedido formal de socorro à Justiça, com o objetivo de suspender cobranças e renegociar prazos com credores, permitindo uma reestruturação. Durante esses processos, é comum a ocorrência de reestruturações societárias e o grupamento de ações. O grupamento une várias ações de baixo valor em uma única de maior valor, buscando evitar que os papéis negociem por centavos. No entanto, essa medida frequentemente resulta em uma diluição agressiva, onde o antigo acionista passa a deter uma participação significativamente menor na empresa. Oi

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ONG Revela Conexões do PCC com Tráfico Humano e Golpes Virtuais no Camboja; Vítimas Relatam Intimidação

ONG brasileira expõe elos entre PCC e redes de tráfico humano no Camboja, onde vítimas são forçadas a aplicar golpes eletrônicos. Relatos apontam uso da facção como forma de intimidação e controle. Um complexo de seis prédios em Phnom Penh, capital do Camboja, que abrigava vítimas de tráfico humano para a aplicação de golpes eletrônicos, apresenta conexões com o PCC (Primeiro Comando da Capital). A informação foi divulgada pela ONG The Exodus Road Brasil, que atua no combate ao tráfico de pessoas. Segundo a organização, que é membro observador do grupo de especialistas em crimes da Interpol, as vítimas resgatadas relataram ter vivenciado uma rotina onde pessoas associadas à facção paulista estavam presentes. Esses depoimentos foram cruciais para a conclusão da Exodus Road sobre a atuação transnacional dessas redes criminosas. As vítimas, de diversas nacionalidades, eram mantidas em condições precárias, com grades e arames farpados para impedir fugas, e forçadas a realizar golpes virtuais. A ONG destaca que o tráfico humano deve ser compreendido como parte de uma engrenagem maior do crime organizado, que utiliza técnicas sofisticadas de engenharia social. Conforme divulgado pela Exodus Road Brasil, combater essa prática exige entender como essas organizações operam para interromper a cadeia antes que novas vítimas sejam capturadas. Estrutura de Golpes e Intimidação no Camboja Os apartamentos, com cerca de 40 m², serviam como base para a aplicação de golpes eletrônicos. Criminosos, muitos deles brasileiros, se passavam por agentes públicos, como policiais federais, militares e civis, para enganar vítimas em seus países de origem. Promessas de altos salários, acomodação e passagens aéreas atraíam as pessoas, que ao chegarem ao Camboja, tinham sua liberdade cerceada. As vítimas eram submetidas a jornadas exaustivas e, frequentemente, torturadas caso não atingissem as metas estabelecidas. Relatos indicam que gerentes das operações frequentemente mencionavam o PCC, afirmando ter vínculos com a facção e o poder de ordenar agressões e assassinatos. Um sobrevivente descreveu ter visto fotos de um gerente ao lado de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, líder do PCC. Em outros casos, o nome da facção era usado como forma de pressão psicológica. Ameaças como “A gente só precisa fazer uma ligação para os irmãos aparecerem para a sua família no Brasil” eram comuns, segundo Pedro Alencar, 25, que passou por centros de exploração em diversos países asiáticos. Anistia Internacional Corrobora Relatos O mesmo endereço mapeado pela Exodus Road Brasil aparece em um relatório da Anistia Internacional sobre a indústria de golpes no Camboja como um “complexo confirmado”. A organização baseia sua classificação em depoimentos de sobreviventes e visitas de pesquisadores. A Anistia Internacional observou que a menção ao PCC não surgiu espontaneamente nos depoimentos, sugerindo que a facção pode ter sido mencionada de forma estratégica. O relatório de junho de 2025 avalia que o complexo foi projetado para impedir fugas, com infraestrutura que reforça a ideia de privação de liberdade. Crescimento dos Golpes e Investigação Policial A indústria de golpes virtuais no Sudeste Asiático, que ganhou força durante a pandemia de coronavírus, tem crescido em paralelo

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Presidente 2026: Agenda agitada dos presidenciáveis na sexta (28) com debates, sabatinas e compromissos pelo Brasil

Presidenciáveis cumprem agenda intensa nesta sexta-feira, com foco em debates, sabatinas e ações de campanha pelo país. A sexta-feira, 28 de outubro, foi marcada pela movimentação dos candidatos à Presidência da República, que participaram de uma série de atividades em diferentes regiões do Brasil. A agenda incluiu desde sabatinas em grandes veículos de comunicação até caminhadas em bairros e encontros com setores específicos da sociedade. Os presidenciáveis buscaram dialogar com o eleitorado, apresentar suas propostas e reforçar suas mensagens de campanha. As ações variaram entre debates em instituições de ensino, participação em feiras culturais e panfletagens, demonstrando a diversidade de estratégias adotadas na reta final da corrida eleitoral. Conforme informações divulgadas sobre as agendas, os candidatos buscam consolidar seu posicionamento e alcançar diferentes públicos, em um dia repleto de compromissos que visam influenciar a decisão dos eleitores. A cobertura detalhada mostra a dinâmica da campanha em um momento crucial. Renan Santos em BH e Romeu Zema foca em Porto Alegre O candidato Renan Santos (Missão) teve sua agenda voltada para Belo Horizonte, com visita à Favela do Taquaril e ações com apoiadores no centro da cidade. Ele também concedeu entrevista à imprensa e participou de um congresso estadual em Minas Gerais. Em Porto Alegre, Romeu Zema (Novo) reuniu-se com lideranças evangélicas e reiterou sua proposta de acabar com as apostas online caso seja eleito. O candidato ouviu relatos sobre o impacto do vício em apostas em diversas famílias. Ronaldo Caiado promete resgatar reforma trabalhista e Edmilson Costa propõe estatização No Rio de Janeiro, Ronaldo Caiado (PSD) afirmou que, se eleito, irá resgatar a reforma trabalhista, que segundo ele foi “mutilada” pelo STF. Ele também abordou a questão da escala 6×1, buscando alternativas para não penalizar as empresas. Já Edmilson Costa (PCB), também no Rio de Janeiro, realizou panfletagem na Petrobras e participou do lançamento de um livro. Ele defendeu o fim da escala 6×1 e propôs a estatização do ensino universitário privado, visando oferecer educação gratuita e de qualidade. Lula em Salvador foca em educação, enquanto Hertz Dias debate jornada de trabalho Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de uma caminhada em Salvador, Bahia, e destacou a ampliação de investimentos em políticas educacionais como prioridade em um possível novo mandato. Ele ressaltou a importância de disputar tecnologia com outros países. Hertz Dias (PSTU) esteve em Natal, participando de panfletagem e mobilizações. Suas principais bandeiras incluem o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem perda de direitos, defendendo que a riqueza produzida retorne aos trabalhadores. Outros candidatos cumprem agendas diversificadas Samara Martins (UP) participou de caminhada em São Paulo e debates em faculdades. Flávio Bolsonaro (PL) estava previsto para participar de uma sabatina na TV Globo. Rui Costa Pimenta (PCO) participou de um programa de TV e reuniu-se com a coordenação de campanha, com viagem planejada para o Rio Grande do Sul. Wilson Grassi (Democrata) e Clariana Barão (DC) não tiveram agendas públicas divulgadas. Augusto Cury (Avante) participou de sabatinas com veículos de imprensa no

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Mulher de Serra Leoa em Belém: Destino Incerto Após Meses no Aeroporto e Passagem Adiada

Fatmata Sessay, cidadã de Serra Leoa, permanece em limbo após sucessivos adiamentos de viagem para o Panamá, onde busca reencontrar seu filho. A saga de Fatmata Sessay, uma mulher de 56 anos de Serra Leoa, que encontrou no aeroporto internacional de Belém um lar temporário por mais de oito meses, continua marcada pela incerteza. Sua esperança de seguir viagem para o Panamá, onde alega ter um filho, esbarra em burocracias e adiamentos de passagens. A passagem para o Panamá, adquirida com auxílio do Ministério Público do Pará, já foi adiada duas vezes. Inicialmente prevista para 22 de junho, a viagem foi postergada para 15 de agosto, data que também não se concretizou. A falta de documentos necessários, como o visto panamenho, é o principal obstáculo, conforme informado pela Secretaria de Estado de Justiça. A história de Fatmata em terras brasileiras começou em dezembro do ano passado, após uma longa jornada que iniciou em São Paulo, onde residiu por 18 anos. Sua viagem rumo ao Panamá teve um desvio no Peru, onde relatou ter sido assaltada e perdido seu passaporte. Com o apoio de voluntários, conseguiu chegar ao Suriname, de onde foi enviada para Belém, com a promessa de que seria mais fácil prosseguir para o seu destino final. A Jornada e a Busca por Documentos Em Belém, Fatmata conseguiu emitir um novo passaporte e recebeu a doação de uma passagem para o Panamá. No entanto, a ausência do visto exigido pelas autoridades panamenhas impediu o embarque. A Secretaria de Estado de Justiça confirmou que a emissão do visto é de competência exclusiva do Panamá e que, apesar de prestar assistência à migrante, não há data definida para a viagem. Desaparecimento do Aeroporto e Assistência Municipal No dia 15 de agosto, data marcada para o embarque, Fatmata deixou o aeroporto de Belém com seus pertences, embarcando em um táxi com destino desconhecido. Funcionários do aeroporto, que a auxiliaram durante os meses de permanência, relataram que ela recusou ofertas de hospedagem feitas por moradores locais. Dois dias depois, ela foi vista frequentando a Casa Rua, um espaço de acolhimento municipal onde costumava tomar café. Intervenção do Ministério Público e Decisão Judicial A situação de Fatmata motivou uma ação do Ministério Público Federal (MPF), que solicitou providências para garantir sua assistência consular. Em junho, a Justiça Federal determinou que o Governo do Pará e o Ministério das Relações Exteriores providenciassem a assistência e os trâmites documentais para a regularização de sua viagem. Contudo, em decisão de agosto, a Justiça considerou que a situação de urgência foi criada intencionalmente por Fatmata, indeferindo um pedido de multa contra o Estado. Acompanhamento e Competência dos Órgãos O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) informou que acompanha o caso e que Fatmata tem recebido atendimento da rede de assistência social local, da Defensoria Pública da União e do ACNUR. O MJSP ressaltou, porém, que não compete ao órgão prestar apoio consular a estrangeiros em território brasileiro, e que a concessão de visto para o Panamá é

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Nepal Paga Conta da Crise Climática: Países Pobres Sofrem com Desastres Causados por Nações Ricas, Alerta Especialista

Nepal Paga Conta da Crise Climática: Países Pobres Sofrem com Desastres Causados por Nações Ricas, Alerta Especialista Uma recente avalanche de lama e gelo devastou o Nepal, reacendendo o debate sobre a injustiça climática. A tragédia, classificada como a de maior impacto econômico na história do país, expõe uma dura realidade: nações que pouco contribuíram para o aquecimento global são as mais afetadas pelos seus efeitos. O Nepal, por exemplo, é responsável por apenas 0,05% das emissões históricas de gases de efeito estufa. Mesmo assim, o país enfrenta as consequências de um problema que não criou, levantando questionamentos sobre a responsabilidade global e a necessidade de ações concretas. A afirmação é de Manjeet Dhakal, especialista em diplomacia climática e negociador pelo grupo dos Países Menos Desenvolvidos (PMD) nas conferências da ONU. Conforme informação divulgada em entrevista, Dhakal ressalta que países que não contribuíram em praticamente nada para a crise climática estão pagando a maior parte da conta, uma desigualdade que precisa ser enfrentada globalmente. O Impacto Desproporcional nos Países Vulneráveis O especialista nepalês destaca que o descumprimento de promessas de financiamento por parte dos países ricos agrava a situação. A falta de recursos compromete a capacidade de adaptação dos países mais pobres a eventos climáticos extremos, ampliando as desigualdades existentes. Dhakal explica que, diante da ineficácia da resposta global, muitas nações vulneráveis são forçadas a redirecionar recursos destinados a necessidades básicas, como saúde e educação, para lidar com os impactos climáticos. Esse redirecionamento, segundo ele, torna esses países ainda mais pobres e aumenta seu endividamento. Geleiras Derretendo, Desastres Aumentando Embora a dimensão exata do papel da crise climática no desastre recente no Nepal ainda esteja sob estudo, o colapso de geleiras é uma consequência conhecida do aquecimento global. O aumento das temperaturas provoca o degelo do permafrost, tornando o gelo em grandes altitudes perigosamente instável. O Nepal já tem um histórico de desastres relacionados ao clima. Em 2017, o rompimento de um lago glacial causou inundações. Em 2021, chuvas de monção e derretimento de neve alagaram um vale. No ano passado, uma enchente atingiu outro rio montanhoso, também afetado neste ano. Financiamento Climático Insuficiente e Promessas Não Cumpridas A meta global é que os países ricos financiem US$ 300 bilhões anuais para nações em desenvolvimento até 2035. No entanto, o valor originalmente pedido pelos países mais pobres era de US$ 1,3 trilhão. Uma promessa anterior de US$ 100 bilhões anuais até 2020 só foi parcialmente atingida em 2023. Dhakal lamenta que falta de recursos não é o problema global, citando que quando se trata de guerra, os recursos aparecem. Ele espera que a tragédia no Nepal sirva como um catalisador para impulsionar a ação climática e o financiamento para países montanhosos. Sistemas de Alerta Precoce e a Necessidade de Mais Tempo O especialista ressalta a importância de sistemas de monitoramento e alerta precoce, que podem salvar vidas. Apesar de alguns mecanismos terem sido instalados no Nepal, o tempo de aviso para o recente desastre foi de apenas 15 minutos. Dhakal

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Crédito Imobiliário Rumo a Recorde de R$ 411 Bilhões em 2026: Como Juros Altos de 14% Não Freiam o Mercado?

Crédito imobiliário em alta: entenda como o setor desafia a Selic a 14% e projeta recorde de R$ 411 bilhões em 2026 A projeção da Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança) de que o ano de 2026 deve atingir R$ 411 bilhões em crédito imobiliário, um avanço de 25% em relação a 2025, levanta uma questão crucial: como o setor de financiamento imobiliário continua a crescer em um cenário de taxa Selic a 14% ao ano? Especialistas apontam que o dinamismo do mercado imobiliário está ancorado em fontes de recursos que não são diretamente impactadas pela taxa básica de juros, como o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e os recursos do FGTS. Embora os juros elevados representem um desafio, existem fatores mitigadores que sustentam o volume de negócios. Essas fontes independentes da Selic, juntamente com uma demanda adaptada e programas habitacionais, explicam a resiliência do mercado. Conforme informação divulgada pela Abecip, a revisão da projeção de crescimento, que antes era de 16% e agora é de 25%, reflete o desempenho positivo dessas modalidades de financiamento. O Papel Fundamental do SBPE e FGTS no Crescimento do Crédito Imobiliário O Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e os recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) são os pilares que sustentam o crescimento do crédito imobiliário, mesmo diante de uma taxa Selic elevada. A Abecip estima que o SBPE movimentará R$ 185 bilhões em concessões em 2026, um aumento de 18% em relação ao ano anterior. No primeiro semestre de 2026, as operações com recursos da poupança já somaram R$ 93,7 bilhões, um avanço de 29% na comparação anual. O crédito à produção, que financia a construção de novos empreendimentos, apresentou um crescimento expressivo de 107%, totalizando R$ 26,5 bilhões, enquanto o crédito ao comprador final cresceu 12%, alcançando R$ 67,2 bilhões. O impulso mais significativo para a revisão da projeção, contudo, vem dos recursos do FGTS e do Fundo Social do Pré-Sal. A Abecip estima aproximadamente R$ 195 bilhões em concessões dessas fontes em 2026, o que representa um crescimento de 38% sobre o ano anterior. Esse reforço de recursos públicos e regulados é crucial para manter um volume elevado de concessões. Juros Altos e a Relação Não Linear com o Financiamento Imobiliário A relação entre a taxa Selic e as taxas de financiamento imobiliário não é direta. Especialistas como Alberto Ajzental, coordenador de negócios imobiliários da FGV, explicam que uma elevação na Selic não se traduz proporcionalmente no custo do crédito imobiliário. Isso ocorre porque parte importante das operações é financiada por fontes com regras próprias, como o FGTS. Ajzental estima que uma variação de 2 a 2,5 pontos percentuais na Selic resulte em cerca de 1 ponto percentual de aumento na taxa de financiamento imobiliário. Mesmo quando a Selic esteve em patamares baixos, como 2% ao ano entre agosto de 2020 e março de 2021, as taxas de financiamento imobiliário não acompanharam essa queda, mantendo-se entre 8,5% e 9%. Em

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Quem é Haakon 8º, o Novo Rei da Noruega: Da Academia Naval ao Trono Após Morte do Rei Harald 5º

Haakon 8º assume o trono da Noruega após o falecimento do Rei Harald 5º, trazendo consigo uma nova era para a monarquia nórdica. A Noruega tem um novo monarca. Com a morte do Rei Harald 5º, o príncipe herdeiro Haakon, de 53 anos, ascendeu ao trono, tornando-se o Rei Haakon 8º. Embora o papel da monarquia na Noruega seja predominantemente cerimonial e simbólico, sua função pública e representativa para o país, tanto interna quanto externamente, permanece significativa. Haakon, que dedicou sua vida ao cumprimento de deveres reais como herdeiro, intensificou sua participação à medida que a saúde de seu pai declinava. Em seu primeiro ato oficial como rei, ele se reuniu com o primeiro-ministro Jonas Gahr Store e seu gabinete em Oslo, acompanhado de sua filha, a princesa Ingrid Alexandra. A linha de sucessão, que historicamente priorizava herdeiros homens, viu sua irmã mais velha, Martha Louise, precedida por Haakon devido às leis vigentes na época de seu nascimento. No entanto, a mudança na lei de sucessão em 1990 estabeleceu que sua filha, Ingrid Alexandra, é a próxima na linha de sucessão ao trono, refletindo uma modernização da monarquia. Essas informações foram divulgadas oficialmente, conforme noticiado. Uma Formação Acadêmica e Militar Sólida Nascido em Oslo em 20 de julho de 1973, Haakon é filho do Rei Harald e da Rainha Sonja. Ele seguiu a tradição familiar ao ingressar nas Forças Armadas norueguesas após concluir seus estudos em escolas públicas e particulares. Sua formação militar incluiu a Real Academia Naval da Noruega. Diferente de seu pai e avô, que estudaram em Oxford, Haakon optou por expandir seus horizontes acadêmicos. Ele cursou ciência política na Universidade da Califórnia em Berkeley e, posteriormente, obteve um mestrado em estudos do desenvolvimento na London School of Economics, com foco em comércio internacional e estudos africanos, concluído em 2003. Um Casamento que Desafiou Tradições Assim como seu pai, Haakon escolheu se casar com uma plebeia, Mette-Marit Tjessem Hoiby, em 2001. O casamento, embora celebrado, gerou controvérsia na época, uma vez que Mette-Marit era divorciada e mãe de um filho pequeno. Detalhes de seu passado foram amplamente divulgados pela mídia, mas a família real e o público acabaram por acolher a nova princesa. Recentemente, a imagem de Mette-Marit foi afetada por revelações sobre sua amizade com o condenado por crimes sexuais Jeffrey Epstein. Além disso, o filho mais velho de Mette-Marit, Marius Borg Hoiby, enfrentou problemas legais, sendo condenado em junho por estupro e violência doméstica, resultando em uma pena de quatro anos de prisão. Mette-Marit, por sua vez, passou por um transplante de pulmão neste ano. A Nova Geração Real Haakon e Mette-Marit são pais de dois filhos: a princesa Ingrid Alexandra, que é a herdeira aparente ao trono, e o príncipe Sverre Magnus. A ascensão de Haakon ao trono marca o início de um novo capítulo para a monarquia norueguesa, com a expectativa de que ele continue a desempenhar seu papel com dedicação e representatividade.

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