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Luciano Hang desafia impostos e burocracia: Havan mira 200 lojas e R$ 22 bi em faturamento até 2026

Havan projeta expansão ambiciosa apesar dos desafios tributários e burocráticos O empresário Luciano Hang, fundador da Havan, lidera um plano de expansão audacioso para a rede de lojas, com o objetivo de alcançar a marca de 200 unidades em todo o Brasil até o final de 2026. A empresa, que teve início em Brusque, Santa Catarina, projeta um faturamento expressivo de R$ 22 bilhões para o ano corrente. Este crescimento expressivo ocorre em um cenário repleto de desafios. A Havan se prepara para desembolsar aproximadamente R$ 6 bilhões em impostos ainda em 2023, um valor que supera o lucro líquido estimado para o mesmo período. A jornada de Hang, de filho de operários a um dos maiores nomes do varejo nacional, é marcada pela persistência. A Havan, que hoje conta com 196 lojas e emprega cerca de 22 mil pessoas, mantém sua essência catarinense. A rede enfrenta, contudo, a alta carga tributária e a complexa burocracia estatal, que impactam diretamente a operação e o ritmo de crescimento. Conforme informações divulgadas pela Gazeta do Povo, a empresa busca superar esses obstáculos com uma estratégia focada em diversificação e expansão geográfica. A trajetória de Luciano Hang e a fundação da Havan Luciano Hang demonstrou seu espírito empreendedor desde a infância, vendendo bolachas na escola. Após experiências em fábricas de tecidos, ele fundou a Havan em 1986, em uma pequena sala de 45 metros quadrados em Brusque. Inicialmente focada em tecidos importados, a loja evoluiu e, em 1995, inaugurou sua primeira filial em Curitiba, com a icônica fachada inspirada na Casa Branca, símbolo que se tornaria marca registrada da rede. O peso dos impostos no faturamento da Havan A carga tributária é apontada pela Havan como o **maior custo operacional**, superando gastos com fornecedores e o próprio lucro líquido. Para 2023, a previsão é de que a empresa recolha cerca de R$ 6 bilhões em tributos, o que representa aproximadamente 30% do faturamento total. Luciano Hang critica a **assimetria tributária**, especialmente a isenção de impostos para compras internacionais de até US$ 50, que gera uma concorrência desigual. O Imposto sobre Valor Agregado (IVA) brasileiro é estimado entre 26,5% e 28%, um dos mais altos do mundo, bem acima da média de países desenvolvidos da OCDE. Essa alta carga tributária é um dos principais entraves para o planejamento e expansão de negócios no país, exigindo das empresas estratégias robustas para manter a rentabilidade. Burocracia estatal: um obstáculo crônico para a expansão A burocracia estatal é frequentemente descrita como um **obstáculo crônico que retarda o crescimento econômico** no Brasil. Hang relata casos em que a obtenção de alvarás para novas lojas levou até 22 anos. Projetos em cidades como Matinhos e Joinville enfrentam impasses com órgãos ambientais e promotores públicos, evidenciando a lentidão dos processos. Um exemplo notório é a cidade de São Paulo, o maior mercado consumidor do país, onde a Havan ainda não possui nenhuma loja devido às dificuldades de licenciamento. Para o empresário, o problema central não é o investimento financeiro, mas

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Rio em Festa: Milhares Tomam Copacabana em Ato Vibrante pela Democracia e Apoio a Lula

Rio de Janeiro pulsa em uníssono: Democracia e Lula unem multidão em Copacabana A icônica praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, transformou-se em um mar de gente na tarde desta segunda-feira, 12 de outubro. Milhares de brasileiros ocuparam as duas faixas da orla em um expressivo ato em defesa da democracia e em claro apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O evento, que aconteceu no feriado de Nossa Senhora Aparecida, demonstrou a força e a mobilização popular em torno de pautas cruciais para o país. A diversidade de participantes, desde aposentados engajados até jovens estudantes, reforçou o caráter democrático e inclusivo da manifestação. A manifestação em Copacabana é um reflexo do momento político que o Brasil vive, com cidadãos buscando expressar suas convicções e projetar um futuro com mais direitos e oportunidades. Conforme informações divulgadas, o evento destacou a importância da participação cívica. Vozes da Experiência e da Juventude se Unem Pela Democracia Entre os presentes, Dona Clara Davidorch, professora aposentada de 87 anos, emocionou ao falar sobre sua participação. Acompanhada de amigas de 85 e 82 anos, ela ressaltou a importância do voto e do futuro das novas gerações. “Vim nesse ato pelo Lula e pelas mulheres que morreram para que eu pudesse votar. Tenho dois filhos e três netos e penso no futuro deles”, declarou, visivelmente emocionada. Dona Clara, que atua nas ruas pela reeleição de Lula desde 16 de agosto, mostrou-se otimista. “A garotada nos encheu de gás”, afirmou, referindo-se às mobilizações estudantis que têm ocorrido em diversas partes do país. Sua energia e convicção inspiraram muitos ao redor. Educação, Saúde e Igualdade como Bandeiras do Ato em Copacabana Suelen Geovana, estudante de pós-graduação de 25 anos, veio de Campo Grande, na zona oeste, para participar do ato. Para ela, a manifestação representa a luta por **democracia**, acesso à **educação**, **saúde** e **igualdade para todos**. “Graças ao governo Lula, pude fazer uma faculdade pública. Entrei como cotista porque venho de uma família pobre”, contou. A estudante expressou otimismo em relação ao futuro, citando a diferença de votos do primeiro turno, onde Flávio Bolsonaro obteve 47,03% e Lula, 45,16%. “A gente vai virar”, disse ela, confiante na vitória do presidente. Famílias Presentes: Um Legado de Participação Cívica A advogada Carolina Estrela, de 43 anos, levou seus filhos, Larissa, de 11 anos, e Davi, de 8 anos, para vivenciar o momento. Ela acredita que é fundamental que as crianças aprendam sobre a **dinâmica social** e que “viver é um ato político”. Carolina enfatizou a importância de mostrar aos filhos os diferentes pontos de vista. “Não quero que meus filhos cresçam num ambiente onde todo mundo pensa igual. Eu quero que eles tenham o direito de discordar. Esse é o processo democrático”, explicou, valorizando a pluralidade de ideias. Atos em Diversas Localidades do Rio de Janeiro Além do grande ato em Copacabana, manifestações em apoio ao presidente Lula estavam previstas para outros pontos do estado do Rio de Janeiro. Entre eles, Niterói, na Praça

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Operação da Justiça em casa de Ilhan Omar: Acusações de fraude imigratória e guerra política contra Trump

Busca na residência de Ilhan Omar: Investigação de imigração e acusações de abuso de poder marcam eleição nos EUA Autoridades americanas realizaram uma operação de busca na casa da deputada democrata Ilhan Omar, de Minnesota, na madrugada desta segunda-feira (12). A congressista, conhecida por suas críticas a Donald Trump, vê a ação como uma tentativa de perseguição política. O Departamento de Justiça confirmou que a operação faz parte de uma investigação em andamento, que, segundo fontes, envolve suspeitas de fraude imigratória. O foco estaria em documentos de imigração da parlamentar, nascida na Somália, preenchidos por seu pai, já falecido, quando ela era criança. Ilhan Omar utilizou as redes sociais para expressar sua indignação, afirmando que o governo está sendo instrumentalizado para perseguir um adversário político do presidente. Ela declarou que não se calará diante da escalada de intimidação política, conforme divulgado pelo Departamento de Justiça. Deputada denuncia instrumentalização do governo contra opositores Em sua publicação, Ilhan Omar acusou Donald Trump de perseguição há uma década, com base em “mentiras infundadas e campanhas difamatórias”. Ela classificou a busca em sua casa como a “mais recente escalada em sua campanha de intimidação política”. A deputada, que busca seu quinto mandato nas eleições de meio de mandato em 3 de novembro, reiterou sua determinação em não se calar diante de tais táticas. Outros democratas também se manifestaram, acusando Trump e seu governo de abuso de poder. Um porta-voz do Departamento de Justiça informou que agentes da Investigação de Segurança Interna cumpriram um mandado de busca autorizado pela Justiça na região de Washington. O órgão faz parte do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE). Secretário de Segurança Interna sinaliza ação contra a deputada O Secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, indicado por Trump, havia declarado no mês anterior que “algo vai acontecer” na apuração sobre a entrada da família de Omar nos EUA. Na ocasião, ele afirmou ao podcaster conservador Benny Johnson que, caso se prove que ela “não deveria estar aqui desde o início”, ela seria deportada. A operação ocorre pouco mais de três semanas antes das eleições de meio de mandato, um período historicamente sensível para ações investigativas contra candidatos, segundo normas do Departamento de Justiça. A pasta geralmente evita tomar medidas que possam influenciar o resultado eleitoral nos 60 dias anteriores a uma votação. Democratas condenam ação e falam em “máquina de deportações” Em uma declaração conjunta, a liderança democrata na Câmara, incluindo Hakeem Jeffries, expressou profunda preocupação com a operação, levantando sérias questões sobre a instrumentalização do governo federal contra adversários de Trump. Os democratas acusaram os republicanos de perseguir Omar “implacavelmente” e afirmaram que a “máquina de deportações em massa de Trump chegou à casa de uma integrante eleita do Congresso”. O governador democrata de Minnesota, Tim Walz, também condenou a ação, escrevendo nas redes sociais que “o presidente Trump está abusando de seu poder para perseguir adversários políticos semanas antes de uma eleição”. Democratas de Minnesota endossaram a condenação, chamando a atenção para o que consideram

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EUA Anunciam ‘Cessar-Fogo Energético’ entre Rússia e Ucrânia, Mas Zelenski Surpreende: ‘Não Fui Informado’

EUA e Ucrânia em Tensão: Trump Declara ‘Cessar-Fogo Energético’ Sem Consultar Kiev O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (11) um acordo de ‘cessar-fogo energético’ entre Rússia e Ucrânia, com efeito imediato. Segundo Trump, ambas as partes concordaram em interromper ataques contra suas respectivas infraestruturas energéticas. A declaração foi feita em sua rede social Truth Social, sem a divulgação de detalhes adicionais sobre os termos do acordo ou mecanismos de verificação. A notícia, no entanto, pegou de surpresa o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski. Em declarações posteriores, Zelenski afirmou que Kiev aceitará a trégua caso Moscou também o faça, mas ressaltou que não foi informado previamente sobre o anúncio. Esta divergência surge em um momento de crescentes tensões e negociações complexas para o encerramento do conflito. O anúncio de Trump ocorre após ele ter, no dia anterior, sugerido que a Ucrânia deveria buscar um novo líder, criticando Zelenski por dificultar um entendimento com Moscou. Trump também questionou os ataques ucranianos a refinarias russas e a ausência de eleições no país desde o início da invasão em fevereiro de 2022. Zelenski, por sua vez, defendeu o direito soberano da Ucrânia de escolher seus governantes. Zelenski Condiciona Eleições a Trégua e Pede Esclarecimentos a Trump Em resposta às declarações de Trump, Volodimir Zelenski enfatizou que a decisão sobre a liderança da Ucrânia cabe exclusivamente ao povo ucraniano. Durante uma entrevista ao canal americano ABC, ele estabeleceu uma condição para a realização de eleições: um cessar-fogo de 60 dias. Esse período, segundo ele, seria necessário para organizar o processo eleitoral de forma segura e democrática. Zelenski comunicou à equipe americana que, se Washington deseja a realização de eleições na Ucrânia, deveria solicitar ao presidente russo, Vladimir Putin, a aceitação de uma trégua de dois meses. “Digam a Putin que nos conceda dois meses, 60 dias de cessar-fogo total, 60 dias, e organizaremos eleições”, declarou, reafirmando sua disposição em aceitar o resultado das urnas. Acordo Energético Sem Detalhes e Pressão Americana Crescente A falta de detalhes sobre os termos do ‘cessar-fogo energético’ e os mecanismos de fiscalização gerou incertezas. Em entrevista ao site americano Axios, Zelenski expressou sua surpresa com o anúncio: “O anúncio da trégua foi uma notícia para mim. Mas, se os russos aceitarem um cessar-fogo energético, a Ucrânia estará de acordo”. Ele solicitou esclarecimentos sobre a data de entrada em vigor do acordo, afirmando: “Se o presidente Trump negociou com Putin, por favor, digam-nos quando a trégua entra em vigor. Estamos preparados e a aceitaremos.”. As divergências entre EUA e Ucrânia se estendem à recente decisão de Washington de flexibilizar as sanções às exportações russas de diesel, justificada por Trump como uma medida para ampliar a oferta global de combustíveis. Enquanto Trump defende a ação, Zelenski a classificou como fraca, e autoridades europeias alertam que o alívio das restrições pode, indiretamente, financiar a ofensiva russa. Ameaças dos EUA Podem Suspender Apoio Militar à Ucrânia Adicionalmente, o jornal Financial Times reportou que os Estados Unidos ameaçam interromper o mecanismo de

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Meta alega “problemas técnicos” e nega benefício a Flávio Bolsonaro em alcance de posts, PT aciona TSE

Meta atribui “problemas técnicos” à redução de alcance de posts de Lula e refuta acusações de favorecimento a Flávio Bolsonaro. A Meta, gigante por trás de Facebook, Instagram e WhatsApp, declarou que “problemas técnicos” foram a causa da diminuição no alcance de publicações ligadas à campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência. Simultaneamente, a empresa sediada nos Estados Unidos negou categoricamente as alegações da campanha petista de que estaria beneficiando as postagens do candidato Flávio Bolsonaro (PL) em suas plataformas. A campanha de Lula, por sua vez, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), expressando “fortes suspeitas de tentativa de interferência no processo eleitoral brasileiro”. Conforme informações divulgadas pela campanha, a Meta reconheceu a falha, mas reiterou a explicação de “problemas técnicos”, sem apresentar evidências de que a falha tenha afetado outros anunciantes ou candidatos no Brasil de forma similar. TSE exige explicações da Meta sobre alcance de posts O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu um prazo de 48 horas para que a Meta apresente uma explicação detalhada sobre as acusações feitas pela campanha de Lula. Um levantamento realizado pela Secretaria Nacional de Comunicação do PT indicou que a página do senador Flávio Bolsonaro apresentava um engajamento médio 2,96 vezes maior que a de Lula, mesmo possuindo 17,2% menos seguidores. A campanha de Lula criticou a resposta da Meta, afirmando que a empresa alega uma “falha” que afetou outros anunciantes e mercados, mas não apresentou nenhuma prova disso, nem de que o problema tenha impactado outros candidatos no Brasil. A nota do PT destaca que, mais uma vez, a justificativa foi um “problema técnico”. Histórico de polêmicas envolvendo a Meta e eleições Este não é o primeiro episódio em que a Meta se vê envolvida em discussões sobre manipulação de informações em processos eleitorais. Um caso notório foi o escândalo da Cambridge Analytica, que coletou dados de milhões de usuários do Facebook para direcionar campanhas, incluindo a eleição de Donald Trump em 2016 nos EUA e a campanha do Brexit no Reino Unido. Em 2018, o Facebook (atual Meta) admitiu “falhas” em seu sistema que permitiram a coleta massiva de dados utilizada pela Cambridge Analytica. Posteriormente, em 2019, a empresa foi multada em US$ 5 bilhões pela Comissão Federal de Comércio dos EUA por supostamente enganar usuários sobre o controle de privacidade de suas informações. Meta reafirma compromisso com a isonomia e normas eleitorais Em sua nota oficial, a Meta declarou que “as alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos”. A empresa reiterou que muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas em suas plataformas. A companhia ressaltou que cumpre com as normas eleitorais e está comprometida com a isonomia no uso de suas plataformas por todos os candidatos e campanhas. A empresa busca, assim, tranquilizar os órgãos eleitorais e o público sobre sua neutralidade no processo democrático.

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Papa Leão 14 anuncia nódulo pulmonar: entenda os riscos, diagnóstico e o que significa ter uma massa no pulmão

Nódulos pulmonares: o que são e por que são comuns, como o do Papa Leão 14 O Papa Leão 14 anunciou publicamente ter um nódulo em seu pulmão, que será removido em uma cirurgia nos próximos dias. Essa notícia levanta dúvidas sobre a condição médica e seus riscos. Um nódulo pulmonar é definido como uma pequena massa anormal, com tamanho igual ou inferior a 3 cm, encontrada no órgão. É importante ressaltar que a presença de um nódulo não significa, necessariamente, que se trata de câncer. A informação sobre o nódulo do pontífice foi divulgada após a oração do Angelus, da janela do Palácio Apostólico. Conforme relatado, o nódulo foi identificado em fase inicial e bem localizado, levando os médicos a recomendarem a intervenção cirúrgica. Conforme informações divulgadas pela assessoria do Vaticano, nódulos pulmonares são, de fato, extremamente comuns. Segundo a Cleveland Clinic, uma referência médica nos Estados Unidos, eles são encontrados em cerca de 1 em cada 500 radiografias e em 80% a 90% das tomografias computadorizadas. Diagnóstico acidental e a maioria benigna dos nódulos Frequentemente, a descoberta de nódulos pulmonares ocorre de maneira acidental durante exames de imagem solicitados por outros motivos, como aponta o Manual MSD. Essa pode ter sido a situação do Papa Leão 14, que mencionou que a descoberta se deu durante alguns exames. A grande maioria dos nódulos pulmonares não são cancerígenos, de acordo com a American Cancer Society. Eles estão mais frequentemente associados a quadros de infecções, processos de cicatrização ou outras condições benignas do pulmão. Tratamento: cirurgia nem sempre é a primeira opção Embora o Papa Leão 14 tenha decidido pela cirurgia para remover o nódulo pulmonar, esta nem sempre é a indicação médica. O tratamento varia conforme o risco de malignidade e as características do nódulo. Segundo o Manual MSD, se a probabilidade de câncer for baixa, se o nódulo for muito pequeno, menor que 1 cm, ou se o paciente não tiver condições clínicas para uma cirurgia, o acompanhamento regular por meio de exames pode ser a conduta indicada. No entanto, quando há uma maior probabilidade de o nódulo ser maligno, a sua retirada cirúrgica torna-se a opção recomendada para tratamento. Recuperação e agenda do Pontífice A assessoria de imprensa da Santa Sé informou que o tempo previsto de internação após a cirurgia é de aproximadamente uma semana. O procedimento será realizado no hospital Agostino Gemelli, em Roma, que dispõe de uma estrutura adaptada para receber o Papa. Até o momento, outras agendas do pontífice não foram impactadas pela decisão de passar pela operação. Sua viagem pastoral programada para o Uruguai, Argentina e Peru, entre 6 e 17 de novembro, permanece confirmada. O próprio Papa Leão 14 fez referência a esse compromisso durante a mensagem do Angelus, agradecendo as orações para a visita ao Peru, demonstrando seu engajamento com as atividades programadas.

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Corregedor Eleitoral Derruba Decisão que Suspendia Canal “Exército do Lula” no WhatsApp

Corregedor Eleitoral Revoga Suspensão do Canal “Exército do Lula” no WhatsApp O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, tomou uma decisão neste domingo (11) que reverteu a suspensão do canal “Exército do Lula”, criado no WhatsApp para divulgar apoio ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão inicial de suspensão havia sido proferida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques. Vilas Bôas Cuêva, que é o relator do processo, solicitou informações complementares ao candidato, mas optou por não manter a suspensão do canal. A questão da legalidade do “Exército do Lula” já estava em debate no TSE antes mesmo da intervenção de Kassio Nunes Marques. A campanha do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PL), ingressou com uma ação buscando a cassação do mandato do deputado André Janones, criador do canal, e também a suspensão das atividades do “Exército do Lula”. A decisão final sobre o caso caberá ao plenário do TSE. Suspensão Inicial e Alegações da Campanha de Bolsonaro Anteriormente, Kassio Nunes Marques havia determinado a suspensão do canal, que conta com mais de 3,4 milhões de inscritos. A medida atendeu ao pedido da campanha de Bolsonaro, que argumentou que o canal estava sendo utilizado para disseminar desinformação. Entre as alegações estavam a divulgação de notícias falsas sobre o cancelamento do Bolsa Família e a redução de aposentadorias. De acordo com o entendimento de Kassio Nunes Marques, o canal “Exército do Lula” replicou conteúdos já considerados inverídicos pelo tribunal. Exemplos citados foram a afirmação de que Bolsonaro apoiaria a retirada do título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil e a alegação de que ele reduziria o valor das aposentadorias em caso de eleição. Reação de André Janones e Lula O deputado federal André Janones (Rede-MG), criador do canal, criticou a decisão de suspensão, declarando nas redes sociais que “a censura já começou”. Ele explicou que o “Exército do Lula” foi criado com o objetivo de mobilizar e orientar eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais. O próprio candidato Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou sobre o caso. Durante um ato de campanha em São Paulo, Lula questionou a imparcialidade das decisões judiciais desfavoráveis à sua candidatura. Ele afirmou que o PT acionaria a Justiça para contestar a suspensão do canal e buscar o equilíbrio na disputa eleitoral. Argumentos do Corregedor e Decisão de Envio ao Plenário Na sua decisão, o corregedor Vilas Bôas Cuêva ressaltou que o pedido da campanha de Bolsonaro para suspender o canal foi protocolado na presidência do TSE apenas 41 minutos após sua própria decisão, que pedia informações complementares. Ele também apontou que a campanha de Bolsonaro apresentou a Kassio documentos que não haviam sido anexados ao processo sob sua relatoria. “Em regra, uma vez submetida determinada controvérsia à apreciação jurisdicional do órgão competente, a prudência institucional recomenda que a atuação administrativa não antecipe a solução da mesma pretensão, sob pena de comprometer a coerência das decisões e a segurança jurídica”,

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Execução de terrorista de Fort Hood: Secretário de Segurança dos EUA descarta risco de mártir em possível transmissão ao vivo

Secretário de Segurança dos EUA minimiza riscos de execução pública e descarta vitimização de terrorista O Secretário de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Markwayne Mullin, afastou neste domingo (11) a preocupação de que a transmissão ao vivo da execução de Nidal Hasan, autor do massacre na base militar de Fort Hood em 2009, possa transformá-lo em um mártir. A declaração surge em meio a um debate sobre a proposta de divulgar publicamente o procedimento, previsto para dezembro. Mullin declarou à emissora CBS News que não vê um risco adicional à segurança dos Estados Unidos com a possível transmissão. Ele enfatizou a firmeza do governo americano em punir aqueles que atacam o país, garantindo que a punição seja proporcional ao crime cometido. A ideia de transmitir a execução de Hasan, um psiquiatra do Exército que matou 13 pessoas e feriu mais de 30 em 2009, foi apresentada pelo Secretário de Defesa e pelo Pentágono. A proposta gerou críticas tanto dentro quanto fora dos EUA, mas o presidente Trump evitou confirmar a iniciativa publicamente. As informações foram divulgadas pelo próprio Secretário de Segurança Nacional, Markwayne Mullin, em entrevista à CBS News. Execução militar histórica e controvérsia internacional Caso a execução de Nidal Hasan se concretize e seja transmitida, ele será a primeira pessoa a ser executada por um pelotão de fuzilamento militar americano desde 1945. A proposta, que visa realizar o ato no dia 3 de dezembro, tem sido alvo de intensos debates. Mullin, ao ser questionado sobre a obrigatoriedade de assistir, respondeu que ninguém é obrigado a ver, reforçando a postura direta e firme do governo Trump. Reações e críticas à possível transmissão A possibilidade de uma execução pública nos Estados Unidos provocou reações negativas de diversas partes. O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, condenou a iniciativa, classificando-a como abominável e algo que ele não gostaria de ver em nenhum lugar do mundo. A declaração de Burnham foi feita ao podcast “The Rest is Politics”, evidenciando a repercussão internacional da proposta. Firmeza do governo americano e a mensagem para terroristas Mullin reiterou a visão de que o governo Trump está restaurando valores americanos e agindo com determinação. A mensagem implícita é de que os Estados Unidos responderão com severidade a qualquer ato de terrorismo, buscando dissuadir futuros ataques. A decisão final sobre a transmissão da execução de Nidal Hasan ainda está pendente de confirmação oficial.

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Nossa Senhora: De Símbolo Religioso a Ícone Político e Cultural em Lutas Sociais

A Virgem Maria: Uma Figura Sagrada em Disputa e Reivindicação ao Longo da História A imagem de Nossa Senhora, em suas diversas representações, tem sido um poderoso símbolo em diferentes contextos históricos e sociais. Mais do que uma figura religiosa, ela se tornou um estandarte em lutas por independência, identidade nacional e resistência contra opressões, tanto no México quanto na Polônia e no Brasil. De atentados a manifestações políticas, a veneração a Nossa Senhora frequentemente se entrelaça com narrativas de conflito e reivindicação. A forma como diferentes povos e movimentos sociais se apropriam e reinterpretam a figura da Virgem Maria revela a complexidade de sua influência cultural e política. Este artigo explora as múltiplas facetas de Nossa Senhora, desde sua proteção em momentos de perigo até seu papel como defensora de causas sociais e identitárias, conforme relatado em diversas fontes, incluindo narrativas pessoais e históricas. Nossa Senhora de Guadalupe: Símbolo de Resistência no México No México, a Virgem de Guadalupe, com sua pele morena associada às populações indígenas e mestiças, transcendeu o sagrado para se tornar um símbolo político. Em 1921, um atentado com bomba contra a imagem em plena Cidade do México, em um período de conflito entre a Igreja Católica e setores anticlericais, evidenciou sua importância. A bomba danificou o altar e entortou um crucifixo, mas a imagem de Nossa Senhora permaneceu intacta, reforçando sua aura de proteção. A imagem já havia sido utilizada por Miguel Hidalgo em 1810 como símbolo da luta pela independência mexicana. Essa apropriação demonstra como a figura de Nossa Senhora é constantemente reivindicada por diferentes movimentos sociais e políticos ao longo da história. Nossa Senhora de Częstochowa: Identidade Nacional Polonesa Na Polônia, Nossa Senhora de Częstochowa, conhecida como a Virgem Negra, é um pilar da identidade nacional. Durante o regime comunista, as peregrinações católicas a ela se transformaram em atos de resistência política. O Estado chegou a apreender uma imagem em 1966 que percorria o país, buscando evitar as aglomerações em torno da santa, o que apenas sublinhava seu poder de mobilização popular. Mãe Tamain e Nossa Senhora das Montanhas: A Devoção Xukuru No Brasil, especificamente na Serra do Ororubá, em Pernambuco, o povo Xukuru reverencia Mãe Tamain, chamada pelos não indígenas de Nossa Senhora das Montanhas. A pequena imagem, um “tamain”, reside no altar da igreja de Cimbres, um antigo aldeamento que, segundo pesquisas, visava interromper o apoio indígena aos quilombos da região, como Palmares. Na tradição Xukuru, a santa encontrada na mata por seus ancestrais pertence à natureza e ao povo indígena. Por isso, apenas o cacique Xukuru tem o direito de manuseá-la. A disputa pelo direito de carregar seu andor já gerou conflitos com autoridades religiosas católicas, evidenciando a tensão entre as práticas indígenas e a hierarquia da Igreja. O cacique Xicão Xukuru, líder na mobilização pela recuperação das terras tradicionais nos anos 1980, foi assassinado na década seguinte em meio aos conflitos pela demarcação. Os Xukuru atribuem à influência de Tamain a homologação da Terra Indígena Xukuru em 2001.

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Lula empolga multidão na Paulista: “Semana decisiva” para o Brasil e promessa de “revolução” na tecnologia e segurança

Avenida Paulista vibrante: Lula lidera ato massivo pela democracia e reeleição, com foco em pautas cruciais para o futuro do país. A Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco de um grande ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (11). A manifestação, batizada de “Marcha Pela Democracia”, reuniu milhares de pessoas e contou com a presença do próprio candidato, além de movimentos sociais, fandoms de artistas pop, torcidas organizadas e grupos estudantis. O evento, organizado de forma independente, destacou a diversidade de apoiadores e a força da mobilização popular. A presença de comunidades de fãs de Lady Gaga, BTS, Beyoncé e Taylor Swift, ao lado de torcidas de Palmeiras e Corinthians, além da Parada do Orgulho LGBT+ e movimentos estudantis, demonstrou a ampla base de apoio ao atual governo. Em declarações à imprensa antes do ato, Lula ressaltou a importância da semana que se inicia, classificando-a como “decisiva” para o cenário eleitoral. O presidente enfatizou a votação no Senado sobre o fim da escala de trabalho 6×1, prevista para a próxima quarta-feira (14), como um ponto crucial para o futuro dos trabalhadores. Conforme informação divulgada pela fonte do conteúdo, Lula afirmou: “Vai se provar como é que o partido do meu adversário [o PL] vai votar: se ele vai querer manter os trabalhadores trabalhando seis dias e descansando um, ou se ele vai votar para o trabalhador ter os dois dias de descanso”. “Tesouraço” de Flávio Bolsonaro e o impacto nos mais pobres O presidente Lula voltou a criticar o plano de corte de gastos anunciado por seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), apelidado de “tesouraço”. Lula expressou preocupação de que a medida possa afetar desproporcionalmente os cidadãos de menor renda. “O tesouraço dele possivelmente seria o mesmo tesouraço do [presidente da Argentina, Javier] Milei, ou seja, cortar direito do povo pobre, cortar direito do aposentado, cortar direito daqueles que precisam ganhar um pouco mais, e levar o povo outra vez para a situação de miséria neste país. Isso a gente não permite de forma alguma que volte a acontecer no Brasil”, declarou o candidato. Avanço na Segurança Pública e promessas de revolução tecnológica Outro ponto abordado por Lula foi a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que deve avançar no Congresso Nacional. A PEC visa a criação do Ministério da Segurança Pública, com o objetivo de fortalecer a atuação do governo federal no combate à criminalidade. O presidente enfatizou que a medida permitirá uma ação mais direta: “A gente poderá dizer ao povo brasileiro o seguinte: para o povo trabalhador, para a comunidade, para o território, proteção; para os bandidos, prisão, porque o governo vai fazer uma intervenção na segurança pública, coisa que a Constituição não permite até agora”. Lula também prometeu uma “revolução” nas áreas de tecnologia e educação, destacando os avanços em sua gestão. Ele lembrou que, em 2003, o Brasil contava com apenas 4,8 milhões de pessoas com diploma universitário no mercado de trabalho, número que saltou

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Luciano Hang desafia impostos e burocracia: Havan mira 200 lojas e R$ 22 bi em faturamento até 2026

Havan projeta expansão ambiciosa apesar dos desafios tributários e burocráticos O empresário Luciano Hang, fundador da Havan, lidera um plano de expansão audacioso para a rede de lojas, com o objetivo de alcançar a marca de 200 unidades em todo o Brasil até o final de 2026. A empresa, que teve início em Brusque, Santa Catarina, projeta um faturamento expressivo de R$ 22 bilhões para o ano corrente. Este crescimento expressivo ocorre em um cenário repleto de desafios. A Havan se prepara para desembolsar aproximadamente R$ 6 bilhões em impostos ainda em 2023, um valor que supera o lucro líquido estimado para o mesmo período. A jornada de Hang, de filho de operários a um dos maiores nomes do varejo nacional, é marcada pela persistência. A Havan, que hoje conta com 196 lojas e emprega cerca de 22 mil pessoas, mantém sua essência catarinense. A rede enfrenta, contudo, a alta carga tributária e a complexa burocracia estatal, que impactam diretamente a operação e o ritmo de crescimento. Conforme informações divulgadas pela Gazeta do Povo, a empresa busca superar esses obstáculos com uma estratégia focada em diversificação e expansão geográfica. A trajetória de Luciano Hang e a fundação da Havan Luciano Hang demonstrou seu espírito empreendedor desde a infância, vendendo bolachas na escola. Após experiências em fábricas de tecidos, ele fundou a Havan em 1986, em uma pequena sala de 45 metros quadrados em Brusque. Inicialmente focada em tecidos importados, a loja evoluiu e, em 1995, inaugurou sua primeira filial em Curitiba, com a icônica fachada inspirada na Casa Branca, símbolo que se tornaria marca registrada da rede. O peso dos impostos no faturamento da Havan A carga tributária é apontada pela Havan como o **maior custo operacional**, superando gastos com fornecedores e o próprio lucro líquido. Para 2023, a previsão é de que a empresa recolha cerca de R$ 6 bilhões em tributos, o que representa aproximadamente 30% do faturamento total. Luciano Hang critica a **assimetria tributária**, especialmente a isenção de impostos para compras internacionais de até US$ 50, que gera uma concorrência desigual. O Imposto sobre Valor Agregado (IVA) brasileiro é estimado entre 26,5% e 28%, um dos mais altos do mundo, bem acima da média de países desenvolvidos da OCDE. Essa alta carga tributária é um dos principais entraves para o planejamento e expansão de negócios no país, exigindo das empresas estratégias robustas para manter a rentabilidade. Burocracia estatal: um obstáculo crônico para a expansão A burocracia estatal é frequentemente descrita como um **obstáculo crônico que retarda o crescimento econômico** no Brasil. Hang relata casos em que a obtenção de alvarás para novas lojas levou até 22 anos. Projetos em cidades como Matinhos e Joinville enfrentam impasses com órgãos ambientais e promotores públicos, evidenciando a lentidão dos processos. Um exemplo notório é a cidade de São Paulo, o maior mercado consumidor do país, onde a Havan ainda não possui nenhuma loja devido às dificuldades de licenciamento. Para o empresário, o problema central não é o investimento financeiro, mas

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Rio em Festa: Milhares Tomam Copacabana em Ato Vibrante pela Democracia e Apoio a Lula

Rio de Janeiro pulsa em uníssono: Democracia e Lula unem multidão em Copacabana A icônica praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, transformou-se em um mar de gente na tarde desta segunda-feira, 12 de outubro. Milhares de brasileiros ocuparam as duas faixas da orla em um expressivo ato em defesa da democracia e em claro apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O evento, que aconteceu no feriado de Nossa Senhora Aparecida, demonstrou a força e a mobilização popular em torno de pautas cruciais para o país. A diversidade de participantes, desde aposentados engajados até jovens estudantes, reforçou o caráter democrático e inclusivo da manifestação. A manifestação em Copacabana é um reflexo do momento político que o Brasil vive, com cidadãos buscando expressar suas convicções e projetar um futuro com mais direitos e oportunidades. Conforme informações divulgadas, o evento destacou a importância da participação cívica. Vozes da Experiência e da Juventude se Unem Pela Democracia Entre os presentes, Dona Clara Davidorch, professora aposentada de 87 anos, emocionou ao falar sobre sua participação. Acompanhada de amigas de 85 e 82 anos, ela ressaltou a importância do voto e do futuro das novas gerações. “Vim nesse ato pelo Lula e pelas mulheres que morreram para que eu pudesse votar. Tenho dois filhos e três netos e penso no futuro deles”, declarou, visivelmente emocionada. Dona Clara, que atua nas ruas pela reeleição de Lula desde 16 de agosto, mostrou-se otimista. “A garotada nos encheu de gás”, afirmou, referindo-se às mobilizações estudantis que têm ocorrido em diversas partes do país. Sua energia e convicção inspiraram muitos ao redor. Educação, Saúde e Igualdade como Bandeiras do Ato em Copacabana Suelen Geovana, estudante de pós-graduação de 25 anos, veio de Campo Grande, na zona oeste, para participar do ato. Para ela, a manifestação representa a luta por **democracia**, acesso à **educação**, **saúde** e **igualdade para todos**. “Graças ao governo Lula, pude fazer uma faculdade pública. Entrei como cotista porque venho de uma família pobre”, contou. A estudante expressou otimismo em relação ao futuro, citando a diferença de votos do primeiro turno, onde Flávio Bolsonaro obteve 47,03% e Lula, 45,16%. “A gente vai virar”, disse ela, confiante na vitória do presidente. Famílias Presentes: Um Legado de Participação Cívica A advogada Carolina Estrela, de 43 anos, levou seus filhos, Larissa, de 11 anos, e Davi, de 8 anos, para vivenciar o momento. Ela acredita que é fundamental que as crianças aprendam sobre a **dinâmica social** e que “viver é um ato político”. Carolina enfatizou a importância de mostrar aos filhos os diferentes pontos de vista. “Não quero que meus filhos cresçam num ambiente onde todo mundo pensa igual. Eu quero que eles tenham o direito de discordar. Esse é o processo democrático”, explicou, valorizando a pluralidade de ideias. Atos em Diversas Localidades do Rio de Janeiro Além do grande ato em Copacabana, manifestações em apoio ao presidente Lula estavam previstas para outros pontos do estado do Rio de Janeiro. Entre eles, Niterói, na Praça

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Operação da Justiça em casa de Ilhan Omar: Acusações de fraude imigratória e guerra política contra Trump

Busca na residência de Ilhan Omar: Investigação de imigração e acusações de abuso de poder marcam eleição nos EUA Autoridades americanas realizaram uma operação de busca na casa da deputada democrata Ilhan Omar, de Minnesota, na madrugada desta segunda-feira (12). A congressista, conhecida por suas críticas a Donald Trump, vê a ação como uma tentativa de perseguição política. O Departamento de Justiça confirmou que a operação faz parte de uma investigação em andamento, que, segundo fontes, envolve suspeitas de fraude imigratória. O foco estaria em documentos de imigração da parlamentar, nascida na Somália, preenchidos por seu pai, já falecido, quando ela era criança. Ilhan Omar utilizou as redes sociais para expressar sua indignação, afirmando que o governo está sendo instrumentalizado para perseguir um adversário político do presidente. Ela declarou que não se calará diante da escalada de intimidação política, conforme divulgado pelo Departamento de Justiça. Deputada denuncia instrumentalização do governo contra opositores Em sua publicação, Ilhan Omar acusou Donald Trump de perseguição há uma década, com base em “mentiras infundadas e campanhas difamatórias”. Ela classificou a busca em sua casa como a “mais recente escalada em sua campanha de intimidação política”. A deputada, que busca seu quinto mandato nas eleições de meio de mandato em 3 de novembro, reiterou sua determinação em não se calar diante de tais táticas. Outros democratas também se manifestaram, acusando Trump e seu governo de abuso de poder. Um porta-voz do Departamento de Justiça informou que agentes da Investigação de Segurança Interna cumpriram um mandado de busca autorizado pela Justiça na região de Washington. O órgão faz parte do Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE). Secretário de Segurança Interna sinaliza ação contra a deputada O Secretário de Segurança Interna, Markwayne Mullin, indicado por Trump, havia declarado no mês anterior que “algo vai acontecer” na apuração sobre a entrada da família de Omar nos EUA. Na ocasião, ele afirmou ao podcaster conservador Benny Johnson que, caso se prove que ela “não deveria estar aqui desde o início”, ela seria deportada. A operação ocorre pouco mais de três semanas antes das eleições de meio de mandato, um período historicamente sensível para ações investigativas contra candidatos, segundo normas do Departamento de Justiça. A pasta geralmente evita tomar medidas que possam influenciar o resultado eleitoral nos 60 dias anteriores a uma votação. Democratas condenam ação e falam em “máquina de deportações” Em uma declaração conjunta, a liderança democrata na Câmara, incluindo Hakeem Jeffries, expressou profunda preocupação com a operação, levantando sérias questões sobre a instrumentalização do governo federal contra adversários de Trump. Os democratas acusaram os republicanos de perseguir Omar “implacavelmente” e afirmaram que a “máquina de deportações em massa de Trump chegou à casa de uma integrante eleita do Congresso”. O governador democrata de Minnesota, Tim Walz, também condenou a ação, escrevendo nas redes sociais que “o presidente Trump está abusando de seu poder para perseguir adversários políticos semanas antes de uma eleição”. Democratas de Minnesota endossaram a condenação, chamando a atenção para o que consideram

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EUA Anunciam ‘Cessar-Fogo Energético’ entre Rússia e Ucrânia, Mas Zelenski Surpreende: ‘Não Fui Informado’

EUA e Ucrânia em Tensão: Trump Declara ‘Cessar-Fogo Energético’ Sem Consultar Kiev O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (11) um acordo de ‘cessar-fogo energético’ entre Rússia e Ucrânia, com efeito imediato. Segundo Trump, ambas as partes concordaram em interromper ataques contra suas respectivas infraestruturas energéticas. A declaração foi feita em sua rede social Truth Social, sem a divulgação de detalhes adicionais sobre os termos do acordo ou mecanismos de verificação. A notícia, no entanto, pegou de surpresa o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski. Em declarações posteriores, Zelenski afirmou que Kiev aceitará a trégua caso Moscou também o faça, mas ressaltou que não foi informado previamente sobre o anúncio. Esta divergência surge em um momento de crescentes tensões e negociações complexas para o encerramento do conflito. O anúncio de Trump ocorre após ele ter, no dia anterior, sugerido que a Ucrânia deveria buscar um novo líder, criticando Zelenski por dificultar um entendimento com Moscou. Trump também questionou os ataques ucranianos a refinarias russas e a ausência de eleições no país desde o início da invasão em fevereiro de 2022. Zelenski, por sua vez, defendeu o direito soberano da Ucrânia de escolher seus governantes. Zelenski Condiciona Eleições a Trégua e Pede Esclarecimentos a Trump Em resposta às declarações de Trump, Volodimir Zelenski enfatizou que a decisão sobre a liderança da Ucrânia cabe exclusivamente ao povo ucraniano. Durante uma entrevista ao canal americano ABC, ele estabeleceu uma condição para a realização de eleições: um cessar-fogo de 60 dias. Esse período, segundo ele, seria necessário para organizar o processo eleitoral de forma segura e democrática. Zelenski comunicou à equipe americana que, se Washington deseja a realização de eleições na Ucrânia, deveria solicitar ao presidente russo, Vladimir Putin, a aceitação de uma trégua de dois meses. “Digam a Putin que nos conceda dois meses, 60 dias de cessar-fogo total, 60 dias, e organizaremos eleições”, declarou, reafirmando sua disposição em aceitar o resultado das urnas. Acordo Energético Sem Detalhes e Pressão Americana Crescente A falta de detalhes sobre os termos do ‘cessar-fogo energético’ e os mecanismos de fiscalização gerou incertezas. Em entrevista ao site americano Axios, Zelenski expressou sua surpresa com o anúncio: “O anúncio da trégua foi uma notícia para mim. Mas, se os russos aceitarem um cessar-fogo energético, a Ucrânia estará de acordo”. Ele solicitou esclarecimentos sobre a data de entrada em vigor do acordo, afirmando: “Se o presidente Trump negociou com Putin, por favor, digam-nos quando a trégua entra em vigor. Estamos preparados e a aceitaremos.”. As divergências entre EUA e Ucrânia se estendem à recente decisão de Washington de flexibilizar as sanções às exportações russas de diesel, justificada por Trump como uma medida para ampliar a oferta global de combustíveis. Enquanto Trump defende a ação, Zelenski a classificou como fraca, e autoridades europeias alertam que o alívio das restrições pode, indiretamente, financiar a ofensiva russa. Ameaças dos EUA Podem Suspender Apoio Militar à Ucrânia Adicionalmente, o jornal Financial Times reportou que os Estados Unidos ameaçam interromper o mecanismo de

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Meta alega “problemas técnicos” e nega benefício a Flávio Bolsonaro em alcance de posts, PT aciona TSE

Meta atribui “problemas técnicos” à redução de alcance de posts de Lula e refuta acusações de favorecimento a Flávio Bolsonaro. A Meta, gigante por trás de Facebook, Instagram e WhatsApp, declarou que “problemas técnicos” foram a causa da diminuição no alcance de publicações ligadas à campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à presidência. Simultaneamente, a empresa sediada nos Estados Unidos negou categoricamente as alegações da campanha petista de que estaria beneficiando as postagens do candidato Flávio Bolsonaro (PL) em suas plataformas. A campanha de Lula, por sua vez, acionou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), expressando “fortes suspeitas de tentativa de interferência no processo eleitoral brasileiro”. Conforme informações divulgadas pela campanha, a Meta reconheceu a falha, mas reiterou a explicação de “problemas técnicos”, sem apresentar evidências de que a falha tenha afetado outros anunciantes ou candidatos no Brasil de forma similar. TSE exige explicações da Meta sobre alcance de posts O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu um prazo de 48 horas para que a Meta apresente uma explicação detalhada sobre as acusações feitas pela campanha de Lula. Um levantamento realizado pela Secretaria Nacional de Comunicação do PT indicou que a página do senador Flávio Bolsonaro apresentava um engajamento médio 2,96 vezes maior que a de Lula, mesmo possuindo 17,2% menos seguidores. A campanha de Lula criticou a resposta da Meta, afirmando que a empresa alega uma “falha” que afetou outros anunciantes e mercados, mas não apresentou nenhuma prova disso, nem de que o problema tenha impactado outros candidatos no Brasil. A nota do PT destaca que, mais uma vez, a justificativa foi um “problema técnico”. Histórico de polêmicas envolvendo a Meta e eleições Este não é o primeiro episódio em que a Meta se vê envolvida em discussões sobre manipulação de informações em processos eleitorais. Um caso notório foi o escândalo da Cambridge Analytica, que coletou dados de milhões de usuários do Facebook para direcionar campanhas, incluindo a eleição de Donald Trump em 2016 nos EUA e a campanha do Brexit no Reino Unido. Em 2018, o Facebook (atual Meta) admitiu “falhas” em seu sistema que permitiram a coleta massiva de dados utilizada pela Cambridge Analytica. Posteriormente, em 2019, a empresa foi multada em US$ 5 bilhões pela Comissão Federal de Comércio dos EUA por supostamente enganar usuários sobre o controle de privacidade de suas informações. Meta reafirma compromisso com a isonomia e normas eleitorais Em sua nota oficial, a Meta declarou que “as alegações são simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos”. A empresa reiterou que muitos dos problemas técnicos mencionados não afetaram exclusivamente o Brasil ou contas específicas em suas plataformas. A companhia ressaltou que cumpre com as normas eleitorais e está comprometida com a isonomia no uso de suas plataformas por todos os candidatos e campanhas. A empresa busca, assim, tranquilizar os órgãos eleitorais e o público sobre sua neutralidade no processo democrático.

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Papa Leão 14 anuncia nódulo pulmonar: entenda os riscos, diagnóstico e o que significa ter uma massa no pulmão

Nódulos pulmonares: o que são e por que são comuns, como o do Papa Leão 14 O Papa Leão 14 anunciou publicamente ter um nódulo em seu pulmão, que será removido em uma cirurgia nos próximos dias. Essa notícia levanta dúvidas sobre a condição médica e seus riscos. Um nódulo pulmonar é definido como uma pequena massa anormal, com tamanho igual ou inferior a 3 cm, encontrada no órgão. É importante ressaltar que a presença de um nódulo não significa, necessariamente, que se trata de câncer. A informação sobre o nódulo do pontífice foi divulgada após a oração do Angelus, da janela do Palácio Apostólico. Conforme relatado, o nódulo foi identificado em fase inicial e bem localizado, levando os médicos a recomendarem a intervenção cirúrgica. Conforme informações divulgadas pela assessoria do Vaticano, nódulos pulmonares são, de fato, extremamente comuns. Segundo a Cleveland Clinic, uma referência médica nos Estados Unidos, eles são encontrados em cerca de 1 em cada 500 radiografias e em 80% a 90% das tomografias computadorizadas. Diagnóstico acidental e a maioria benigna dos nódulos Frequentemente, a descoberta de nódulos pulmonares ocorre de maneira acidental durante exames de imagem solicitados por outros motivos, como aponta o Manual MSD. Essa pode ter sido a situação do Papa Leão 14, que mencionou que a descoberta se deu durante alguns exames. A grande maioria dos nódulos pulmonares não são cancerígenos, de acordo com a American Cancer Society. Eles estão mais frequentemente associados a quadros de infecções, processos de cicatrização ou outras condições benignas do pulmão. Tratamento: cirurgia nem sempre é a primeira opção Embora o Papa Leão 14 tenha decidido pela cirurgia para remover o nódulo pulmonar, esta nem sempre é a indicação médica. O tratamento varia conforme o risco de malignidade e as características do nódulo. Segundo o Manual MSD, se a probabilidade de câncer for baixa, se o nódulo for muito pequeno, menor que 1 cm, ou se o paciente não tiver condições clínicas para uma cirurgia, o acompanhamento regular por meio de exames pode ser a conduta indicada. No entanto, quando há uma maior probabilidade de o nódulo ser maligno, a sua retirada cirúrgica torna-se a opção recomendada para tratamento. Recuperação e agenda do Pontífice A assessoria de imprensa da Santa Sé informou que o tempo previsto de internação após a cirurgia é de aproximadamente uma semana. O procedimento será realizado no hospital Agostino Gemelli, em Roma, que dispõe de uma estrutura adaptada para receber o Papa. Até o momento, outras agendas do pontífice não foram impactadas pela decisão de passar pela operação. Sua viagem pastoral programada para o Uruguai, Argentina e Peru, entre 6 e 17 de novembro, permanece confirmada. O próprio Papa Leão 14 fez referência a esse compromisso durante a mensagem do Angelus, agradecendo as orações para a visita ao Peru, demonstrando seu engajamento com as atividades programadas.

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Corregedor Eleitoral Derruba Decisão que Suspendia Canal “Exército do Lula” no WhatsApp

Corregedor Eleitoral Revoga Suspensão do Canal “Exército do Lula” no WhatsApp O corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, tomou uma decisão neste domingo (11) que reverteu a suspensão do canal “Exército do Lula”, criado no WhatsApp para divulgar apoio ao candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão inicial de suspensão havia sido proferida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques. Vilas Bôas Cuêva, que é o relator do processo, solicitou informações complementares ao candidato, mas optou por não manter a suspensão do canal. A questão da legalidade do “Exército do Lula” já estava em debate no TSE antes mesmo da intervenção de Kassio Nunes Marques. A campanha do candidato à Presidência da República, Jair Bolsonaro (PL), ingressou com uma ação buscando a cassação do mandato do deputado André Janones, criador do canal, e também a suspensão das atividades do “Exército do Lula”. A decisão final sobre o caso caberá ao plenário do TSE. Suspensão Inicial e Alegações da Campanha de Bolsonaro Anteriormente, Kassio Nunes Marques havia determinado a suspensão do canal, que conta com mais de 3,4 milhões de inscritos. A medida atendeu ao pedido da campanha de Bolsonaro, que argumentou que o canal estava sendo utilizado para disseminar desinformação. Entre as alegações estavam a divulgação de notícias falsas sobre o cancelamento do Bolsa Família e a redução de aposentadorias. De acordo com o entendimento de Kassio Nunes Marques, o canal “Exército do Lula” replicou conteúdos já considerados inverídicos pelo tribunal. Exemplos citados foram a afirmação de que Bolsonaro apoiaria a retirada do título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil e a alegação de que ele reduziria o valor das aposentadorias em caso de eleição. Reação de André Janones e Lula O deputado federal André Janones (Rede-MG), criador do canal, criticou a decisão de suspensão, declarando nas redes sociais que “a censura já começou”. Ele explicou que o “Exército do Lula” foi criado com o objetivo de mobilizar e orientar eleitores durante o segundo turno das eleições presidenciais. O próprio candidato Luiz Inácio Lula da Silva também se manifestou sobre o caso. Durante um ato de campanha em São Paulo, Lula questionou a imparcialidade das decisões judiciais desfavoráveis à sua candidatura. Ele afirmou que o PT acionaria a Justiça para contestar a suspensão do canal e buscar o equilíbrio na disputa eleitoral. Argumentos do Corregedor e Decisão de Envio ao Plenário Na sua decisão, o corregedor Vilas Bôas Cuêva ressaltou que o pedido da campanha de Bolsonaro para suspender o canal foi protocolado na presidência do TSE apenas 41 minutos após sua própria decisão, que pedia informações complementares. Ele também apontou que a campanha de Bolsonaro apresentou a Kassio documentos que não haviam sido anexados ao processo sob sua relatoria. “Em regra, uma vez submetida determinada controvérsia à apreciação jurisdicional do órgão competente, a prudência institucional recomenda que a atuação administrativa não antecipe a solução da mesma pretensão, sob pena de comprometer a coerência das decisões e a segurança jurídica”,

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Execução de terrorista de Fort Hood: Secretário de Segurança dos EUA descarta risco de mártir em possível transmissão ao vivo

Secretário de Segurança dos EUA minimiza riscos de execução pública e descarta vitimização de terrorista O Secretário de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Markwayne Mullin, afastou neste domingo (11) a preocupação de que a transmissão ao vivo da execução de Nidal Hasan, autor do massacre na base militar de Fort Hood em 2009, possa transformá-lo em um mártir. A declaração surge em meio a um debate sobre a proposta de divulgar publicamente o procedimento, previsto para dezembro. Mullin declarou à emissora CBS News que não vê um risco adicional à segurança dos Estados Unidos com a possível transmissão. Ele enfatizou a firmeza do governo americano em punir aqueles que atacam o país, garantindo que a punição seja proporcional ao crime cometido. A ideia de transmitir a execução de Hasan, um psiquiatra do Exército que matou 13 pessoas e feriu mais de 30 em 2009, foi apresentada pelo Secretário de Defesa e pelo Pentágono. A proposta gerou críticas tanto dentro quanto fora dos EUA, mas o presidente Trump evitou confirmar a iniciativa publicamente. As informações foram divulgadas pelo próprio Secretário de Segurança Nacional, Markwayne Mullin, em entrevista à CBS News. Execução militar histórica e controvérsia internacional Caso a execução de Nidal Hasan se concretize e seja transmitida, ele será a primeira pessoa a ser executada por um pelotão de fuzilamento militar americano desde 1945. A proposta, que visa realizar o ato no dia 3 de dezembro, tem sido alvo de intensos debates. Mullin, ao ser questionado sobre a obrigatoriedade de assistir, respondeu que ninguém é obrigado a ver, reforçando a postura direta e firme do governo Trump. Reações e críticas à possível transmissão A possibilidade de uma execução pública nos Estados Unidos provocou reações negativas de diversas partes. O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, condenou a iniciativa, classificando-a como abominável e algo que ele não gostaria de ver em nenhum lugar do mundo. A declaração de Burnham foi feita ao podcast “The Rest is Politics”, evidenciando a repercussão internacional da proposta. Firmeza do governo americano e a mensagem para terroristas Mullin reiterou a visão de que o governo Trump está restaurando valores americanos e agindo com determinação. A mensagem implícita é de que os Estados Unidos responderão com severidade a qualquer ato de terrorismo, buscando dissuadir futuros ataques. A decisão final sobre a transmissão da execução de Nidal Hasan ainda está pendente de confirmação oficial.

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Nossa Senhora: De Símbolo Religioso a Ícone Político e Cultural em Lutas Sociais

A Virgem Maria: Uma Figura Sagrada em Disputa e Reivindicação ao Longo da História A imagem de Nossa Senhora, em suas diversas representações, tem sido um poderoso símbolo em diferentes contextos históricos e sociais. Mais do que uma figura religiosa, ela se tornou um estandarte em lutas por independência, identidade nacional e resistência contra opressões, tanto no México quanto na Polônia e no Brasil. De atentados a manifestações políticas, a veneração a Nossa Senhora frequentemente se entrelaça com narrativas de conflito e reivindicação. A forma como diferentes povos e movimentos sociais se apropriam e reinterpretam a figura da Virgem Maria revela a complexidade de sua influência cultural e política. Este artigo explora as múltiplas facetas de Nossa Senhora, desde sua proteção em momentos de perigo até seu papel como defensora de causas sociais e identitárias, conforme relatado em diversas fontes, incluindo narrativas pessoais e históricas. Nossa Senhora de Guadalupe: Símbolo de Resistência no México No México, a Virgem de Guadalupe, com sua pele morena associada às populações indígenas e mestiças, transcendeu o sagrado para se tornar um símbolo político. Em 1921, um atentado com bomba contra a imagem em plena Cidade do México, em um período de conflito entre a Igreja Católica e setores anticlericais, evidenciou sua importância. A bomba danificou o altar e entortou um crucifixo, mas a imagem de Nossa Senhora permaneceu intacta, reforçando sua aura de proteção. A imagem já havia sido utilizada por Miguel Hidalgo em 1810 como símbolo da luta pela independência mexicana. Essa apropriação demonstra como a figura de Nossa Senhora é constantemente reivindicada por diferentes movimentos sociais e políticos ao longo da história. Nossa Senhora de Częstochowa: Identidade Nacional Polonesa Na Polônia, Nossa Senhora de Częstochowa, conhecida como a Virgem Negra, é um pilar da identidade nacional. Durante o regime comunista, as peregrinações católicas a ela se transformaram em atos de resistência política. O Estado chegou a apreender uma imagem em 1966 que percorria o país, buscando evitar as aglomerações em torno da santa, o que apenas sublinhava seu poder de mobilização popular. Mãe Tamain e Nossa Senhora das Montanhas: A Devoção Xukuru No Brasil, especificamente na Serra do Ororubá, em Pernambuco, o povo Xukuru reverencia Mãe Tamain, chamada pelos não indígenas de Nossa Senhora das Montanhas. A pequena imagem, um “tamain”, reside no altar da igreja de Cimbres, um antigo aldeamento que, segundo pesquisas, visava interromper o apoio indígena aos quilombos da região, como Palmares. Na tradição Xukuru, a santa encontrada na mata por seus ancestrais pertence à natureza e ao povo indígena. Por isso, apenas o cacique Xukuru tem o direito de manuseá-la. A disputa pelo direito de carregar seu andor já gerou conflitos com autoridades religiosas católicas, evidenciando a tensão entre as práticas indígenas e a hierarquia da Igreja. O cacique Xicão Xukuru, líder na mobilização pela recuperação das terras tradicionais nos anos 1980, foi assassinado na década seguinte em meio aos conflitos pela demarcação. Os Xukuru atribuem à influência de Tamain a homologação da Terra Indígena Xukuru em 2001.

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Lula empolga multidão na Paulista: “Semana decisiva” para o Brasil e promessa de “revolução” na tecnologia e segurança

Avenida Paulista vibrante: Lula lidera ato massivo pela democracia e reeleição, com foco em pautas cruciais para o futuro do país. A Avenida Paulista, em São Paulo, foi palco de um grande ato em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) neste domingo (11). A manifestação, batizada de “Marcha Pela Democracia”, reuniu milhares de pessoas e contou com a presença do próprio candidato, além de movimentos sociais, fandoms de artistas pop, torcidas organizadas e grupos estudantis. O evento, organizado de forma independente, destacou a diversidade de apoiadores e a força da mobilização popular. A presença de comunidades de fãs de Lady Gaga, BTS, Beyoncé e Taylor Swift, ao lado de torcidas de Palmeiras e Corinthians, além da Parada do Orgulho LGBT+ e movimentos estudantis, demonstrou a ampla base de apoio ao atual governo. Em declarações à imprensa antes do ato, Lula ressaltou a importância da semana que se inicia, classificando-a como “decisiva” para o cenário eleitoral. O presidente enfatizou a votação no Senado sobre o fim da escala de trabalho 6×1, prevista para a próxima quarta-feira (14), como um ponto crucial para o futuro dos trabalhadores. Conforme informação divulgada pela fonte do conteúdo, Lula afirmou: “Vai se provar como é que o partido do meu adversário [o PL] vai votar: se ele vai querer manter os trabalhadores trabalhando seis dias e descansando um, ou se ele vai votar para o trabalhador ter os dois dias de descanso”. “Tesouraço” de Flávio Bolsonaro e o impacto nos mais pobres O presidente Lula voltou a criticar o plano de corte de gastos anunciado por seu adversário, Flávio Bolsonaro (PL), apelidado de “tesouraço”. Lula expressou preocupação de que a medida possa afetar desproporcionalmente os cidadãos de menor renda. “O tesouraço dele possivelmente seria o mesmo tesouraço do [presidente da Argentina, Javier] Milei, ou seja, cortar direito do povo pobre, cortar direito do aposentado, cortar direito daqueles que precisam ganhar um pouco mais, e levar o povo outra vez para a situação de miséria neste país. Isso a gente não permite de forma alguma que volte a acontecer no Brasil”, declarou o candidato. Avanço na Segurança Pública e promessas de revolução tecnológica Outro ponto abordado por Lula foi a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que deve avançar no Congresso Nacional. A PEC visa a criação do Ministério da Segurança Pública, com o objetivo de fortalecer a atuação do governo federal no combate à criminalidade. O presidente enfatizou que a medida permitirá uma ação mais direta: “A gente poderá dizer ao povo brasileiro o seguinte: para o povo trabalhador, para a comunidade, para o território, proteção; para os bandidos, prisão, porque o governo vai fazer uma intervenção na segurança pública, coisa que a Constituição não permite até agora”. Lula também prometeu uma “revolução” nas áreas de tecnologia e educação, destacando os avanços em sua gestão. Ele lembrou que, em 2003, o Brasil contava com apenas 4,8 milhões de pessoas com diploma universitário no mercado de trabalho, número que saltou

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