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Principais Matérias

Terremoto na Colômbia: Setor de Turismo Pede Viagens Mantidas e Adia Cancelamentos em Regiões Afetadas

Setor turístico da Colômbia apela para que visitantes não cancelem viagens após terremoto no Eixo Cafeteiro Um forte terremoto atingiu a Colômbia no dia 10, causando danos significativos em uma das regiões mais cobiçadas por turistas, o Eixo Cafeteiro. Apesar da situação ainda delicada, o setor de turismo local e autoridades pedem que os visitantes não desistam de seus planos de viagem, buscando alternativas como o adiamento de reservas. Pereira, uma das cidades mais impactadas, e outras localidades do Eixo Cafeteiro, como Salento e Filandia, sofrem com a diminuição do fluxo turístico. Mesmo com os desafios, atividades e passeios já foram retomados em diversos pontos turísticos da região, demonstrando a resiliência do setor. O apelo para manter as viagens e a solidariedade com a região afetada vem de associações como a Cotelco e a Anato, além de representantes do governo local. Conforme apurado pela Folha, o objetivo é mitigar o impacto econômico e social dos cancelamentos em massa, conforme informação divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo. Impacto e Resiliência no Eixo Cafeteiro O Eixo Cafeteiro, conhecido por suas paisagens deslumbrantes com as imponentes palmeiras do Valle de Cocora, cidades charmosas como Salento e Filandia, hotéis de águas termais e o Parque Nacional Natural Los Nevados, sofreu com o abalo sísmico. O Parque del Café, com suas atrações como montanhas-russas, já retomou suas atividades, mostrando um esforço para a normalização. A cidade de Pereira, um importante ponto de acesso para turistas devido ao seu aeroporto, Matecaña, sofreu danos consideráveis na infraestrutura aeroportuária. Funcionários trabalham para restabelecer as operações, que já operam com algumas restrições, como o uso parcial do terminal. A oferta de hospedagem em cidades como Manizales também foi afetada, com estabelecimentos danificados e serviços limitados, como a falta de água em alguns locais. Apelo por Solidariedade e Manutenção de Reservas Cristian Toro, secretário de Desenvolvimento Econômico de Pereira, relatou que mais de 200 operadoras turísticas foram impactadas, afetando quase 900 empregos diretos. “As reservas despencaram”, afirmou Toro, pedindo que as pessoas **adiem, e não cancelem**, suas viagens. A intenção é manter a reativação econômica através de eventos programados e do turismo, que é vital para a recuperação da cidade. Jose Duarte Garcia, presidente da Cotelco, divulgou um vídeo alertando sobre os cancelamentos massivos e solicitando **solidariedade** ao setor. Ele enfatiza que adiar a visita, em vez de cancelar, é uma forma crucial de ajudar a região a se recuperar economicamente. Os cancelamentos representam um segundo golpe, afetando emprego, desenvolvimento e atividade econômica, que são mais necessários do que nunca nas áreas mais atingidas pelo terremoto. Apoio ao Turismo como Forma de Ajuda Paula Cortés Calle, presidente da Anato, reforçou o apelo em suas redes sociais, destacando que **não cancelar viagens** é a melhor maneira de apoiar o Chocó, o Eixo Cafeteiro e o Valle del Cauca. O secretário Toro também garante que os parques da região estão funcionando normalmente e convida os turistas a visitarem Pereira, ressaltando que **qualquer visita será grandiosa** para a recuperação da cidade. Apesar dos

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Minha Casa, Minha Vida: Venda de Imóvel Subsidiado ou Financiado Tem Regras Distintas; Veja Como Evitar Problemas

Minha Casa, Minha Vida: Venda de Imóvel Subsidiado ou Financiado Tem Regras Distintas; Veja Como Evitar Problemas O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é um pilar fundamental para a realização do sonho da casa própria para famílias de baixa renda no Brasil. No entanto, imprevistos ou mudanças na vida dos beneficiários podem levar à necessidade de vender o imóvel adquirido. É crucial entender que as regras para essa transação variam significativamente dependendo da modalidade de aquisição do imóvel, seja ele subsidiado ou financiado. A distinção entre essas modalidades não é meramente burocrática, mas impacta diretamente o processo de venda, os prazos e as possíveis devoluções de subsídios ou descontos. Ignorar essas diferenças pode levar a complicações legais e financeiras, como a conhecida “venda de gaveta”, que traz riscos tanto para o comprador quanto para o vendedor. Com base em informações divulgadas pelo Ministério das Cidades e especialistas em direito imobiliário, este artigo detalha as regras específicas para a venda de imóveis do Minha Casa, Minha Vida, esclarecendo as particularidades de cada linha do programa para que você possa realizar a transação de forma segura e dentro da lei. Imóvel Subsidiado: Restrições e Possíveis Devoluções Para imóveis adquiridos na linha subsidiada do Minha Casa, Minha Vida, que utilizam recursos de fundos como o FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) e o FDS (Fundo de Desenvolvimento Social), a venda é mais restrita. Geralmente, há um período de 60 meses (cinco anos) de inalienabilidade, ou seja, o imóvel não pode ser vendido durante este tempo. Essa regra visa garantir a função social do benefício público concedido. A única exceção prevista para a venda antecipada em imóveis subsidiados é a quitação integral e antecipada do saldo devedor. Contudo, essa opção exige a restituição proporcional e corrigida dos subsídios governamentais recebidos. Famílias isentas, como as beneficiárias do Bolsa Família ou BPC, não podem antecipar a venda, mesmo com a quitação, pois recebem 100% de subsídio e devem aguardar o prazo de cinco anos. É importante ressaltar que a restrição de 60 meses se aplica a unidades que receberam subvenção econômica da União, e não apenas à faixa de renda do beneficiário. Ou seja, nem todo imóvel da Faixa 1 está automaticamente sujeito a essa trava de venda. A modalidade do contrato é o fator determinante. Imóvel Financiado: Mais Flexibilidade, Mas com Atenção aos Descontos Já os imóveis adquiridos pela linha financiada do Minha Casa, Minha Vida seguem um regime diferente. A venda pode ocorrer antes do fim do contrato, desde que o saldo devedor seja quitado ou que a dívida seja transferida legalmente para o comprador. Não há, em regra, a exigência de esperar os 60 meses de inalienabilidade. No entanto, se o financiamento utilizou descontos do FGTS, a venda realizada antes de prazos mínimos estabelecidos pelo Conselho Curador do fundo pode exigir a devolução proporcional do benefício concedido. Essa devolução faz com que a operação seja tratada pelas regras gerais do mercado imobiliário. A advogada Mayara Barbieri explica que, nos imóveis financiados, a questão

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Lula sugere a Trump encontro com Xi Jinping e Putin em resort de luxo para buscar a paz mundial

Lula propõe encontro histórico entre líderes mundiais em resort de luxo para negociar a paz global O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou, na noite desta sexta-feira (21), uma ousada sugestão feita ao então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Lula propôs a realização de um encontro entre líderes globais na mansão de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida, com o objetivo de buscar soluções para os conflitos internacionais e promover a paz. A declaração foi feita durante um comício em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde o presidente reforçou o discurso em defesa da soberania nacional e criticou duramente as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, classificando-as como irrealistas e baseadas em mentiras. Segundo Lula, essas acusações americanas se referem a questões como trabalho forçado e taxas de desmatamento no país. A proposta de Lula, conforme relatado pelo próprio presidente, foi feita em referência à reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro. Ele teria dito a Trump: “Convida o Xi Jinping e o [Vladimir] Putin na sua casa —ele tem uma casa de golfe, lá para o lado de Miami— toma um trago, e vamos tentar encontrar um jeito de fazer paz”. A declaração, segundo o presidente, foi dada em Belo Horizonte, durante comício realizado para fortalecer o palanque estadual do PT em Minas Gerais. Críticas às tarifas americanas e defesa da soberania nacional Lula rebateu as acusações do governo americano sobre trabalho forçado e desmatamento, afirmando que as taxas impostas ao Brasil são

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Eleições 2026: Saiba as Propostas Detalhadas dos Candidatos à Presidência para Habitação e Moradia

Eleições 2026: Candidatos à Presidência Detalham Propostas de Moradia e Habitação As eleições presidenciais de 2026 prometem trazer à tona um debate crucial sobre o futuro da política habitacional no Brasil. Diversos candidatos já apresentaram suas propostas para enfrentar o persistente déficit habitacional, ampliar o acesso à moradia digna, promover a regularização fundiária e urbanizar áreas precárias. As estratégias variam desde a retomada e reformulação de programas habitacionais já existentes até a implementação de novos modelos de aluguel social e urbanização de favelas. Acompanhar essas propostas é fundamental para entender os caminhos que o país poderá tomar em relação a um dos direitos básicos do cidadão. Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro e o segundo para 26 de outubro, os eleitores terão a oportunidade de conhecer em profundidade os planos de governo dos postulantes ao cargo máximo da República. Conforme divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 13 candidatos ao todo, e os planos de governo detalhados podem ser consultados no site oficial da Justiça Eleitoral. Lula: Ampliação do Minha Casa, Minha Vida e Periferia Viva Luiz Inácio Lula da Silva propõe a manutenção e expansão do programa Minha Casa, Minha Vida, com a meta ambiciosa de 3 milhões de contratações até o final do ano, abrangendo todas as faixas de renda e priorizando as famílias mais necessitadas. Além disso, prevê o uso da compra assistida de imóveis prontos em situações específicas. Um dos focos de sua plataforma é a destinação de imóveis e terrenos ociosos da União para a regularização fundiária de famílias. O programa Periferia Viva visa investimentos em urbanização de favelas, regularização de assentamentos precários e melhoria das condições de moradia nas periferias urbanas. Flávio Bolsonaro: Retomada do Casa Verde e Amarela e Regularização para Mulheres Flávio Bolsonaro defende a retomada do programa Casa Verde e Amarela, com a meta de construir 2,5 milhões de residências e oferecer as menores taxas de juros possíveis para financiamento. A regularização fundiária é outro ponto central, com a promessa de entrega de escrituras a famílias que ocupam áreas há anos, dando prioridade ao registro em nome da mulher. Ele também propõe a urbanização de áreas degradadas por meio de parcerias público-privadas, integrando moradia, infraestrutura e urbanização. Uma iniciativa voltada para mulheres em situação de violência doméstica prevê assessoria jurídica para que elas possam registrar a escritura da residência em seu nome. Ronaldo Caiado: Integração de Políticas Habitacionais e Foco em Vulneráveis Ronaldo Caiado apresenta uma proposta que visa integrar a produção habitacional com a regularização fundiária, aluguel social e melhoria de moradias degradadas. Sua plataforma prioriza famílias vulneráveis, incluindo aquelas com crianças, idosos, pessoas com deficiência e mulheres vítimas de violência. Um aspecto inovador de sua proposta é a sugestão de que novos projetos habitacionais sejam construídos próximos a polos de emprego, transporte público e serviços essenciais como saúde e educação, promovendo a inclusão urbana. Renan Santos: Desfavelização em Dez Anos e Financiamento Inovador Renan Santos propõe um plano ambicioso de desfavelização em dez anos, transformando favelas

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Ministro de Lula culpa sindicatos por pauta trabalhista parada e ataca meta de inflação: “Excessivamente ambicioso”

Ministro do Trabalho critica falta de mobilização sindical e se opõe a compensações para empresários em pauta trabalhista. O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, admitiu que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa acabar com a escala 6×1 pode não avançar neste ano, ficando “adormecida nas gavetas”. Segundo ele, a **falta de mobilização de sindicatos e trabalhadores** é um dos principais entraves para que projetos do governo prosperem. “Por que os trabalhadores não se mobilizaram? Se as centrais [sindicais] não conseguiram organizar um processo de pressão suficiente, não é responsabilidade do governo sozinho”, declarou Marinho em entrevista, ressaltando que a **pressão popular é fundamental** para a aprovação de pautas importantes. A PEC sobre a escala 6×1 foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, com o governo buscando sua votação em setembro, antes das eleições. O Planalto articula para que um aliado de Lula assuma a relatoria, a fim de **evitar alterações no texto aprovado na Câmara**, o que inviabilizaria sua aprovação ainda neste mandato. Empresários pressionam por compensações, mas ministro se opõe O ministro expressou **oposição à pressão de empresários** para incluir medidas de compensação para empresas no texto do Senado. Marinho considera que o **perfil atual do Congresso Nacional** dificulta o avanço de pautas trabalhistas, afirmando que, se o cenário fosse diferente, a PEC da 6×1 não estaria parada há tanto tempo. Meta de inflação de 3% é “excessivamente ambiciosa”, diz Marinho Em outra crítica à equipe econômica do governo, Luiz Marinho classificou a **meta de inflação de 3% ao ano**, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), como **”excessivamente ambiciosa”**. Ele argumenta que, para atingir essa meta, seria necessário manter os juros em patamares muito elevados, o que prejudicaria a economia. Marinho já demonstrou divergências anteriores com a área econômica, especialmente em relação à revisão de gastos e benefícios como o abono salarial. Ele defende que **metas muito restritivas podem levar a juros altos**, algo que, segundo ele, deveria ser evitado. Regulamentação de trabalho por aplicativo e ganho real do salário mínimo em pauta para futuro mandato O ministro também sinalizou que, em um eventual quarto mandato de Lula, haverá avanços em propostas que ficaram travadas neste ano, como a **regulamentação do trabalho por aplicativo**. Ele atribui a paralisação atual ao receio dos parlamentares em se desgastar com trabalhadores e plataformas. Além disso, Marinho garantiu que o presidente, caso reeleito, **manterá o ganho real do salário mínimo**, garantindo aumentos acima da inflação oficial. Essas promessas reforçam o compromisso do governo com a valorização do trabalhador brasileiro.

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China Expõe Sistema Massivo de Vigilância de Estrangeiros: Dados Revelam Monitoramento Detalhado de Residentes e Visitantes

China Expõe Sistema Massivo de Vigilância de Estrangeiros: Dados Revelam Monitoramento Detalhado de Residentes e Visitantes Um pesquisador de cibersegurança descobriu um vasto banco de dados que detalha o monitoramento de estrangeiros na China, expondo como o governo coleta e organiza informações sobre indivíduos que vivem ou visitam o país. A plataforma, apelidada de “Plataforma de Controle Dinâmico de Pessoal Estrangeiro”, oferece um vislumbre sem precedentes da escala e profundidade da vigilância chinesa sobre não-cidadãos. A descoberta, feita por Marc Hofer, revelou um painel que parecia saído de um filme de ficção científica, rastreando centenas de estrangeiros em Zhangjiakou, cidade que sediou eventos das Olimpíadas de Inverno de 2022. O sistema continha registros de quase 12 mil pessoas, incluindo foragidos, jornalistas estrangeiros e indivíduos de Hong Kong e Taiwan, muitos dos quais nunca estiveram na cidade. O acesso não autorizado a essas informações sensíveis levanta sérias questões sobre a privacidade e a segurança dos dados. A existência e o funcionamento deste sistema indicam uma integração profunda de diversas fontes de dados para fins de vigilância, um tema cada vez mais presente na gestão da segurança pública sob a liderança do Partido Comunista Chinês. As informações foram compartilhadas com o New York Times, que corroborou a veracidade de parte dos dados. Descoberta Chocante de um Pesquisador de Cibersegurança Marc Hofer, um pesquisador de cibersegurança e jornalista baseado em Amsterdã, estava em sua rotina de busca por informações sobre a vigilância chinesa quando se deparou com a “Plataforma de Controle Dinâmico de Pessoal Estrangeiro”. Ele descreveu o painel como algo retirado do filme “Minority Report”, com um design futurista. Ao explorar o sistema, Hofer se viu listado, com sua própria foto tirada por autoridades de imigração chinesas, seu número de passaporte e o número de celular que utilizou na China. “Quem quer que tenha colocado essas coisas ali tinha acesso a dados reais”, declarou Hofer, impressionado com a precisão das informações. Ele também notou uma lista de usuários que haviam acessado o site recentemente, incluindo delegacias de Zhangjiakou e de outras cidades, indicando que o sistema era utilizado por órgãos de segurança pública. A plataforma, que continha dados sobre mais de 700 residentes estrangeiros em Zhangjiakou, foi retirada do ar em maio, após Hofer ter baixado o máximo de informações possível em janeiro. Origem e Conexões da Plataforma de Vigilância Investigações posteriores pelo The New York Times ligaram a plataforma à Origin Dynamic, uma empresa sediada em Pequim que fornece robótica e equipamentos de vigilância para a polícia chinesa. Documentos públicos de licitação confirmam essa relação comercial. Em 2023, a Origin Dynamic solicitou uma patente para um sistema descrito como uma “interface de informações para cidadãos não chineses”, que apresentava design e funcionalidades quase idênticas à plataforma encontrada em Zhangjiakou. A empresa tem participação acionária do governo municipal de Yancheng, na província de Jiangsu, o que reforça a conexão entre o setor privado e órgãos estatais na disseminação de tecnologias de vigilância. Embora a Origin Dynamic e o Departamento de Segurança Pública

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Irã Promete Resposta “Devastadora” a Novas Sanções dos EUA que Visam Derrubar o Regime; Petróleo Oscila

Tensões se Intensificam: Irã Ameaça “Resposta Devastadora” a Novas Sanções dos EUA O Irã elevou o tom nesta sexta-feira (21), prometendo uma reação “devastadora” a quaisquer novas ameaças dos Estados Unidos. A declaração surge após Washington anunciar a intenção de impor as sanções financeiras “mais severas da história” com o objetivo de desestabilizar o regime iraniano. As novas medidas, detalhadas pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, na quinta-feira (20), seguem declarações do presidente Donald Trump sobre uma “guerra econômica” contra qualquer nação que ofereça apoio financeiro ao Irã. Os detalhes completos das sanções são esperados para a próxima segunda-feira (24). O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, major-general Ali Abdollahi, classificou a potencial resposta de sua nação como “esmagadora, punitiva e devastadora”. Essa escalada verbal ocorre em um momento delicado para a economia global e para as relações internacionais, com o preço do petróleo já reagindo às incertezas. Irã Busca Posição de Força e Critica “Guerra Econômica” Mohammad Bagher Qalibaf, presidente do Parlamento iraniano e principal negociador do país, sugeriu que Washington reconhece a impossibilidade de uma vitória militar direta contra o Irã. Durante uma visita ao Iraque, Qalibaf acusou os EUA e Israel de recorrerem a táticas de “guerra econômica” e “cognitiva”. Em linha com essa visão, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que é o momento de encerrar o conflito, pois Teerã estaria em uma posição de força. “É melhor que coloquemos fim à guerra agora, pois estamos em uma posição de poder e dignidade, e o mundo inteiro reconhece nossa vitória”, afirmou Pezeshkian. O Irã já enfrenta sanções econômicas severas e quase contínuas há cerca de 50 anos, desde a Revolução Islâmica de 1979. Antes mesmo das novas ameaças americanas, o Ministério das Relações Exteriores do Irã já havia condenado as sanções dos EUA como “terrorismo econômico”. Mercado de Petróleo em Alerta e a Influência da China Os preços do petróleo, embora estáveis nesta sexta-feira, caminhavam para a segunda alta semanal consecutiva, impulsionados pelas preocupações com as exportações de energia do Golfo. Na quinta-feira, o valor do barril atingiu o maior patamar em mais de três semanas após a ameaça de novas sanções americanas. A estratégia dos EUA visa pressionar o Irã a aceitar o fim de um conflito que tem impactado significativamente o fluxo de milhões de barris de petróleo do Oriente Médio. Scott Bessent comentou à CNBC que a “máxima pressão econômica” dos EUA pode reduzir a probabilidade de uma nova ofensiva militar em larga escala. A China, que importa mais de 80% do petróleo iraniano transportado por navios, segundo dados de 2025 da Kpler, mostra-se cautelosa. Ampliar a guerra econômica contra Pequim poderia gerar retaliações, dado o papel crucial da China como exportadora para os EUA. A embaixada chinesa em Washington declarou que “sanções e pressão não ajudam a resolver o problema” e pediu uma solução política e diplomática. Histórico de Conflito e Sanções no Irã A guerra, que já durou quase seis meses, resultou em milhares de mortes e

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Plano de Governo de Romeu Zema: Privatização Total, Menos Impostos e Choque Fiscal para Reduzir o “Custo Brasil”

Plano de Governo de Romeu Zema foca em “choque fiscal” com privatização de estatais, cortes de gastos e reformas estruturais para impulsionar a economia brasileira. O programa de governo de Romeu Zema (Novo) apresenta uma visão econômica centrada na redução drástica do tamanho e da atuação do Estado. A proposta parte do princípio de que o Brasil gasta em excesso, cobra impostos elevados e interfere demasiadamente na atividade econômica, fatores que, segundo o candidato, explicam a alta dívida pública, juros elevados, baixo investimento e o “Custo Brasil”. A estratégia de Zema envolve um “choque fiscal” baseado em cortes de despesas, privatizações e reformas estruturais. O objetivo é estabilizar a relação dívida/PIB, criar condições para a queda dos juros e, subsequentemente, reduzir a carga tributária. O plano detalha o diagnóstico da situação econômica brasileira, ressaltando que a dívida pública se aproxima de 80% do PIB e que o pagamento de juros consome cerca de R$ 1 trilhão anualmente. O documento critica o crescimento automático das despesas obrigatórias, que, na visão da campanha, limita o espaço orçamentário para investimentos. Conforme informações divulgadas pela campanha, a proposta visa uma ampla reforma das contas públicas, com foco em eficiência e redução do endividamento estatal. Acompanhe os detalhes das propostas. Reforma da Previdência, Administrativa e “Choque Fiscal” Uma das principais bandeiras do plano é a realização de uma **nova reforma da Previdência**, abrangendo União, estados e municípios, incluindo os regimes rural e militar. A proposta prevê o reajuste automático da idade mínima de aposentadoria com base na expectativa de vida e na sustentabilidade do sistema previdenciário. Para atacar as despesas obrigatórias, a campanha de Zema pretende revisar mecanismos que levam ao crescimento automático dos gastos, debatendo inclusive o uso de emendas parlamentares. A intenção é **liberar espaço orçamentário para investimentos** e projetos estratégicos para o país. A proposta também inclui uma **reforma administrativa** com o objetivo de reduzir o número de ministérios, cortar cargos comissionados e revisar autarquias e fundações. O plano sugere o estabelecimento de metas progressivas de redução da carga tributária, forçando o governo a realizar os cortes de despesa necessários para atingir os objetivos fiscais. Privatização de Todas as Estatais e Ampliação de PPPs A proposta mais enfática de redução do Estado é a **privatização de todas as empresas estatais**. Zema defende que o governo se concentre em funções essenciais, como segurança e educação, argumentando que as privatizações aumentariam a eficiência, ampliariam a competição e reduziriam o espaço para corrupção. O plano também prevê a ampliação das **Parcerias Público-Privadas (PPPs)** para a prestação de serviços públicos, incluindo áreas como saúde e educação. Além disso, propõe a venda de imóveis e outros ativos públicos considerados sem função essencial para o Estado. Estratégias para Redução de Juros e Custo Brasil Para derrubar os juros, considerados entre os mais altos do mundo, Zema aposta em uma **estratégia fiscal consistente**. A ideia é estabilizar a relação dívida/PIB por meio do choque fiscal, reformas e superávits primários, visando à redução do endividamento e, consequentemente, do risco fiscal

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Justiça de Hong Kong condena ativistas pró-democracia por subversão em memória de Tiananmen, gerando protestos internacionais

Hong Kong: Condenação de organizadores de vigília de Tiananmen acende alerta internacional sobre liberdades O Tribunal Superior de Hong Kong proferiu nesta sexta-feira (21) uma decisão que condena dois proeminentes ativistas pró-democracia, Lee Cheuk-yan e Chow Hang-tung, por incitação à subversão. A condenação está diretamente ligada à organização de atos anuais em memória do massacre da Praça Tiananmen em 1989. Segundo a corte, o uso repetido da frase “acabar com a ditadura de partido único” durante as atividades foi considerado uma violação da Lei de Segurança Nacional. A decisão, emitida por juízes aprovados pelo governo, aponta que a intenção dos réus era minar a confiança no Partido Comunista Chinês e enfraquecer o sistema fundamental do país. A Lei de Segurança Nacional, imposta por Pequim em 2020, criminaliza atos de secessão, subversão, terrorismo e conluio com forças estrangeiras, gerando preocupação global quanto à erosão das liberdades em Hong Kong. A informação é baseada em reportagem detalhada sobre o caso. Ativistas condenados por expressar oposição política Lee Cheuk-yan, de 69 anos, e Chow Hang-tung, de 41 anos, ex-presidente e ex-vice-presidente, respectivamente, da extinta Aliança de Hong Kong em Apoio aos Movimentos Democráticos Patrióticos da China, foram considerados culpados. A Aliança era conhecida por organizar as vigílias anuais em memória da repressão aos protestos pró-democracia na Praça Tiananmen, em Pequim, em 1989. A lei, que entrou em vigor em resposta aos protestos pró-democracia de 2019 em Hong Kong, prevê pena de até dez anos de prisão para os crimes de subversão. Os juízes rejeitaram o argumento da defesa de que os réus agiam dentro das liberdades de expressão garantidas em Hong Kong, afirmando que eles “simplesmente se recusaram a recuar à beira do precipício e estavam determinados a seguir até o fim”. Lei de Segurança Nacional e o fim das vigílias de Tiananmen As manifestações em memória dos eventos de 1989 eram, até 2020, eventos legais e tolerados em Hong Kong, simbolizando a relativa liberdade do território em contraste com a China continental. Com a promulgação da Lei de Segurança Nacional, essas vigílias foram efetivamente proibidas. A decisão judicial destacou que, mesmo que os atos de resistência não envolvessem violência, a intenção de enfraquecer o sistema político chinês configura uma violação da lei, representando um risco de prisão de longo prazo. “Os réus pretendiam fazer com que outras pessoas perdessem a confiança no Partido Comunista Chinês, incitando a hostilidade e provocando divisões, a fim de alcançar o objetivo de enfraquecer o sistema fundamental básico”, declararam os magistrados. Repercussão internacional e críticas à decisão O julgamento contou com a presença de diplomatas estrangeiros e gerou forte repercussão internacional. Países como Estados Unidos, França e Alemanha, além da União Europeia, condenaram a decisão do tribunal. “A defesa pacífica dos direitos humanos não constitui crime”, afirmaram os ministérios das Relações Exteriores da França e da Alemanha. A União Europeia alertou que a sentença “confirma a contínua deterioração das liberdades de expressão e de reunião e uma nova redução do espaço para uma sociedade civil independente em

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Ministro de Israel filma propaganda em local de futuras execuções de palestinos, gerando polêmica internacional

Ministro extremista de Israel grava vídeo de propaganda em local destinado a execuções de palestinos O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, publicou um vídeo chocante que gerou forte repercussão internacional. Nas imagens, ele aparece em um local que deve ser utilizado para a execução de palestinos condenados por ataques terroristas, de acordo com uma legislação aprovada recentemente no país. O vídeo, que tem o formato de propaganda eleitoral, mostra Ben-Gvir declarando: “É aqui que os terroristas serão executados. Teremos uma forca, salas para que as vítimas do crime possam vir e assistir, igualzinho nos Estados Unidos, aliás”. Ele acrescentou: “Estamos cumprindo nossas promessas. Houve quem duvidasse, houve quem zombasse. Está aí. A obra começou.” A publicação ocorre em um momento delicado, com eleições gerais em Israel marcadas para 27 de outubro. A iniciativa de aprovar a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados por ataques letais partiu do próprio Ben-Gvir em março deste ano. Durante a votação no Parlamento, o ministro utilizou um broche em formato de forca, reforçando sua posição. Lei de pena de morte: aplicação restrita e acusações de apartheid Embora a lei não especifique que a pena de morte se aplicará exclusivamente a palestinos, sua implementação é restrita a casos julgados em tribunais militares e que envolvam o motivo de “negar a existência do Estado de Israel”. Essa configuração torna praticamente nula a possibilidade de extremistas judeus serem enquadrados por essa legislação. Um ponto crucial é que cidadãos israelenses não são julgados em tribunais militares na Cisjordânia. Mesmo colonos judeus em assentamentos ilegais são submetidos à lei civil israelense. Por outro lado, palestinos acusados de crimes relacionados à “segurança nacional” de Israel passam pelo sistema de lei militar. Essa disparidade é o cerne das acusações de apartheid feitas por entidades como a Anistia Internacional. Israel nega as acusações, alegando que as diferenças de tratamento são justificadas por preocupações legítimas de segurança e por questões de nacionalidade, não de raça. O direito internacional define apartheid como um crime que envolve discriminação racial. Assentamentos israelenses e condenação internacional Os assentamentos israelenses na Cisjordânia são considerados ilegais pelo direito internacional, pois a Convenção de Genebra proíbe a potência ocupante de transferir sua população para o território ocupado. Atualmente, cerca de 500 mil judeus vivem em assentamentos na Cisjordânia e 250 mil na Jerusalém Oriental ocupada. Em um desenvolvimento recente, França, Alemanha, Reino Unido e Itália condenaram a proposta israelense de expandir o assentamento E1. Esse projeto, se concluído, separaria Jerusalém Oriental do restante da Cisjordânia, o que foi considerado inaceitável pelos governos europeus. Histórico de declarações controversas de Ben-Gvir A pena de morte é legal em Israel, mas raramente aplicada. Apenas duas pessoas foram executadas na história do país, sendo uma delas o nazista Adolf Eichmann. Itamar Ben-Gvir tem um histórico de declarações e ações controversas, o que lhe rendeu sanções de diversos países, como Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Irlanda e Noruega. Recentemente, Ben-Gvir sugeriu que Israel deveria matar “de 30 a 40” pessoas

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Terremoto na Colômbia: Setor de Turismo Pede Viagens Mantidas e Adia Cancelamentos em Regiões Afetadas

Setor turístico da Colômbia apela para que visitantes não cancelem viagens após terremoto no Eixo Cafeteiro Um forte terremoto atingiu a Colômbia no dia 10, causando danos significativos em uma das regiões mais cobiçadas por turistas, o Eixo Cafeteiro. Apesar da situação ainda delicada, o setor de turismo local e autoridades pedem que os visitantes não desistam de seus planos de viagem, buscando alternativas como o adiamento de reservas. Pereira, uma das cidades mais impactadas, e outras localidades do Eixo Cafeteiro, como Salento e Filandia, sofrem com a diminuição do fluxo turístico. Mesmo com os desafios, atividades e passeios já foram retomados em diversos pontos turísticos da região, demonstrando a resiliência do setor. O apelo para manter as viagens e a solidariedade com a região afetada vem de associações como a Cotelco e a Anato, além de representantes do governo local. Conforme apurado pela Folha, o objetivo é mitigar o impacto econômico e social dos cancelamentos em massa, conforme informação divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo. Impacto e Resiliência no Eixo Cafeteiro O Eixo Cafeteiro, conhecido por suas paisagens deslumbrantes com as imponentes palmeiras do Valle de Cocora, cidades charmosas como Salento e Filandia, hotéis de águas termais e o Parque Nacional Natural Los Nevados, sofreu com o abalo sísmico. O Parque del Café, com suas atrações como montanhas-russas, já retomou suas atividades, mostrando um esforço para a normalização. A cidade de Pereira, um importante ponto de acesso para turistas devido ao seu aeroporto, Matecaña, sofreu danos consideráveis na infraestrutura aeroportuária. Funcionários trabalham para restabelecer as operações, que já operam com algumas restrições, como o uso parcial do terminal. A oferta de hospedagem em cidades como Manizales também foi afetada, com estabelecimentos danificados e serviços limitados, como a falta de água em alguns locais. Apelo por Solidariedade e Manutenção de Reservas Cristian Toro, secretário de Desenvolvimento Econômico de Pereira, relatou que mais de 200 operadoras turísticas foram impactadas, afetando quase 900 empregos diretos. “As reservas despencaram”, afirmou Toro, pedindo que as pessoas **adiem, e não cancelem**, suas viagens. A intenção é manter a reativação econômica através de eventos programados e do turismo, que é vital para a recuperação da cidade. Jose Duarte Garcia, presidente da Cotelco, divulgou um vídeo alertando sobre os cancelamentos massivos e solicitando **solidariedade** ao setor. Ele enfatiza que adiar a visita, em vez de cancelar, é uma forma crucial de ajudar a região a se recuperar economicamente. Os cancelamentos representam um segundo golpe, afetando emprego, desenvolvimento e atividade econômica, que são mais necessários do que nunca nas áreas mais atingidas pelo terremoto. Apoio ao Turismo como Forma de Ajuda Paula Cortés Calle, presidente da Anato, reforçou o apelo em suas redes sociais, destacando que **não cancelar viagens** é a melhor maneira de apoiar o Chocó, o Eixo Cafeteiro e o Valle del Cauca. O secretário Toro também garante que os parques da região estão funcionando normalmente e convida os turistas a visitarem Pereira, ressaltando que **qualquer visita será grandiosa** para a recuperação da cidade. Apesar dos

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Minha Casa, Minha Vida: Venda de Imóvel Subsidiado ou Financiado Tem Regras Distintas; Veja Como Evitar Problemas

Minha Casa, Minha Vida: Venda de Imóvel Subsidiado ou Financiado Tem Regras Distintas; Veja Como Evitar Problemas O programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) é um pilar fundamental para a realização do sonho da casa própria para famílias de baixa renda no Brasil. No entanto, imprevistos ou mudanças na vida dos beneficiários podem levar à necessidade de vender o imóvel adquirido. É crucial entender que as regras para essa transação variam significativamente dependendo da modalidade de aquisição do imóvel, seja ele subsidiado ou financiado. A distinção entre essas modalidades não é meramente burocrática, mas impacta diretamente o processo de venda, os prazos e as possíveis devoluções de subsídios ou descontos. Ignorar essas diferenças pode levar a complicações legais e financeiras, como a conhecida “venda de gaveta”, que traz riscos tanto para o comprador quanto para o vendedor. Com base em informações divulgadas pelo Ministério das Cidades e especialistas em direito imobiliário, este artigo detalha as regras específicas para a venda de imóveis do Minha Casa, Minha Vida, esclarecendo as particularidades de cada linha do programa para que você possa realizar a transação de forma segura e dentro da lei. Imóvel Subsidiado: Restrições e Possíveis Devoluções Para imóveis adquiridos na linha subsidiada do Minha Casa, Minha Vida, que utilizam recursos de fundos como o FAR (Fundo de Arrendamento Residencial) e o FDS (Fundo de Desenvolvimento Social), a venda é mais restrita. Geralmente, há um período de 60 meses (cinco anos) de inalienabilidade, ou seja, o imóvel não pode ser vendido durante este tempo. Essa regra visa garantir a função social do benefício público concedido. A única exceção prevista para a venda antecipada em imóveis subsidiados é a quitação integral e antecipada do saldo devedor. Contudo, essa opção exige a restituição proporcional e corrigida dos subsídios governamentais recebidos. Famílias isentas, como as beneficiárias do Bolsa Família ou BPC, não podem antecipar a venda, mesmo com a quitação, pois recebem 100% de subsídio e devem aguardar o prazo de cinco anos. É importante ressaltar que a restrição de 60 meses se aplica a unidades que receberam subvenção econômica da União, e não apenas à faixa de renda do beneficiário. Ou seja, nem todo imóvel da Faixa 1 está automaticamente sujeito a essa trava de venda. A modalidade do contrato é o fator determinante. Imóvel Financiado: Mais Flexibilidade, Mas com Atenção aos Descontos Já os imóveis adquiridos pela linha financiada do Minha Casa, Minha Vida seguem um regime diferente. A venda pode ocorrer antes do fim do contrato, desde que o saldo devedor seja quitado ou que a dívida seja transferida legalmente para o comprador. Não há, em regra, a exigência de esperar os 60 meses de inalienabilidade. No entanto, se o financiamento utilizou descontos do FGTS, a venda realizada antes de prazos mínimos estabelecidos pelo Conselho Curador do fundo pode exigir a devolução proporcional do benefício concedido. Essa devolução faz com que a operação seja tratada pelas regras gerais do mercado imobiliário. A advogada Mayara Barbieri explica que, nos imóveis financiados, a questão

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Lula sugere a Trump encontro com Xi Jinping e Putin em resort de luxo para buscar a paz mundial

Lula propõe encontro histórico entre líderes mundiais em resort de luxo para negociar a paz global O presidente Luiz Inácio Lula da Silva revelou, na noite desta sexta-feira (21), uma ousada sugestão feita ao então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Lula propôs a realização de um encontro entre líderes globais na mansão de Trump em Mar-a-Lago, na Flórida, com o objetivo de buscar soluções para os conflitos internacionais e promover a paz. A declaração foi feita durante um comício em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde o presidente reforçou o discurso em defesa da soberania nacional e criticou duramente as tarifas impostas pelos Estados Unidos ao Brasil, classificando-as como irrealistas e baseadas em mentiras. Segundo Lula, essas acusações americanas se referem a questões como trabalho forçado e taxas de desmatamento no país. A proposta de Lula, conforme relatado pelo próprio presidente, foi feita em referência à reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro. Ele teria dito a Trump: “Convida o Xi Jinping e o [Vladimir] Putin na sua casa —ele tem uma casa de golfe, lá para o lado de Miami— toma um trago, e vamos tentar encontrar um jeito de fazer paz”. A declaração, segundo o presidente, foi dada em Belo Horizonte, durante comício realizado para fortalecer o palanque estadual do PT em Minas Gerais. Críticas às tarifas americanas e defesa da soberania nacional Lula rebateu as acusações do governo americano sobre trabalho forçado e desmatamento, afirmando que as taxas impostas ao Brasil são

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Eleições 2026: Saiba as Propostas Detalhadas dos Candidatos à Presidência para Habitação e Moradia

Eleições 2026: Candidatos à Presidência Detalham Propostas de Moradia e Habitação As eleições presidenciais de 2026 prometem trazer à tona um debate crucial sobre o futuro da política habitacional no Brasil. Diversos candidatos já apresentaram suas propostas para enfrentar o persistente déficit habitacional, ampliar o acesso à moradia digna, promover a regularização fundiária e urbanizar áreas precárias. As estratégias variam desde a retomada e reformulação de programas habitacionais já existentes até a implementação de novos modelos de aluguel social e urbanização de favelas. Acompanhar essas propostas é fundamental para entender os caminhos que o país poderá tomar em relação a um dos direitos básicos do cidadão. Com o primeiro turno marcado para 4 de outubro e o segundo para 26 de outubro, os eleitores terão a oportunidade de conhecer em profundidade os planos de governo dos postulantes ao cargo máximo da República. Conforme divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), são 13 candidatos ao todo, e os planos de governo detalhados podem ser consultados no site oficial da Justiça Eleitoral. Lula: Ampliação do Minha Casa, Minha Vida e Periferia Viva Luiz Inácio Lula da Silva propõe a manutenção e expansão do programa Minha Casa, Minha Vida, com a meta ambiciosa de 3 milhões de contratações até o final do ano, abrangendo todas as faixas de renda e priorizando as famílias mais necessitadas. Além disso, prevê o uso da compra assistida de imóveis prontos em situações específicas. Um dos focos de sua plataforma é a destinação de imóveis e terrenos ociosos da União para a regularização fundiária de famílias. O programa Periferia Viva visa investimentos em urbanização de favelas, regularização de assentamentos precários e melhoria das condições de moradia nas periferias urbanas. Flávio Bolsonaro: Retomada do Casa Verde e Amarela e Regularização para Mulheres Flávio Bolsonaro defende a retomada do programa Casa Verde e Amarela, com a meta de construir 2,5 milhões de residências e oferecer as menores taxas de juros possíveis para financiamento. A regularização fundiária é outro ponto central, com a promessa de entrega de escrituras a famílias que ocupam áreas há anos, dando prioridade ao registro em nome da mulher. Ele também propõe a urbanização de áreas degradadas por meio de parcerias público-privadas, integrando moradia, infraestrutura e urbanização. Uma iniciativa voltada para mulheres em situação de violência doméstica prevê assessoria jurídica para que elas possam registrar a escritura da residência em seu nome. Ronaldo Caiado: Integração de Políticas Habitacionais e Foco em Vulneráveis Ronaldo Caiado apresenta uma proposta que visa integrar a produção habitacional com a regularização fundiária, aluguel social e melhoria de moradias degradadas. Sua plataforma prioriza famílias vulneráveis, incluindo aquelas com crianças, idosos, pessoas com deficiência e mulheres vítimas de violência. Um aspecto inovador de sua proposta é a sugestão de que novos projetos habitacionais sejam construídos próximos a polos de emprego, transporte público e serviços essenciais como saúde e educação, promovendo a inclusão urbana. Renan Santos: Desfavelização em Dez Anos e Financiamento Inovador Renan Santos propõe um plano ambicioso de desfavelização em dez anos, transformando favelas

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Ministro de Lula culpa sindicatos por pauta trabalhista parada e ataca meta de inflação: “Excessivamente ambicioso”

Ministro do Trabalho critica falta de mobilização sindical e se opõe a compensações para empresários em pauta trabalhista. O Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, admitiu que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa acabar com a escala 6×1 pode não avançar neste ano, ficando “adormecida nas gavetas”. Segundo ele, a **falta de mobilização de sindicatos e trabalhadores** é um dos principais entraves para que projetos do governo prosperem. “Por que os trabalhadores não se mobilizaram? Se as centrais [sindicais] não conseguiram organizar um processo de pressão suficiente, não é responsabilidade do governo sozinho”, declarou Marinho em entrevista, ressaltando que a **pressão popular é fundamental** para a aprovação de pautas importantes. A PEC sobre a escala 6×1 foi encaminhada para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, com o governo buscando sua votação em setembro, antes das eleições. O Planalto articula para que um aliado de Lula assuma a relatoria, a fim de **evitar alterações no texto aprovado na Câmara**, o que inviabilizaria sua aprovação ainda neste mandato. Empresários pressionam por compensações, mas ministro se opõe O ministro expressou **oposição à pressão de empresários** para incluir medidas de compensação para empresas no texto do Senado. Marinho considera que o **perfil atual do Congresso Nacional** dificulta o avanço de pautas trabalhistas, afirmando que, se o cenário fosse diferente, a PEC da 6×1 não estaria parada há tanto tempo. Meta de inflação de 3% é “excessivamente ambiciosa”, diz Marinho Em outra crítica à equipe econômica do governo, Luiz Marinho classificou a **meta de inflação de 3% ao ano**, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), como **”excessivamente ambiciosa”**. Ele argumenta que, para atingir essa meta, seria necessário manter os juros em patamares muito elevados, o que prejudicaria a economia. Marinho já demonstrou divergências anteriores com a área econômica, especialmente em relação à revisão de gastos e benefícios como o abono salarial. Ele defende que **metas muito restritivas podem levar a juros altos**, algo que, segundo ele, deveria ser evitado. Regulamentação de trabalho por aplicativo e ganho real do salário mínimo em pauta para futuro mandato O ministro também sinalizou que, em um eventual quarto mandato de Lula, haverá avanços em propostas que ficaram travadas neste ano, como a **regulamentação do trabalho por aplicativo**. Ele atribui a paralisação atual ao receio dos parlamentares em se desgastar com trabalhadores e plataformas. Além disso, Marinho garantiu que o presidente, caso reeleito, **manterá o ganho real do salário mínimo**, garantindo aumentos acima da inflação oficial. Essas promessas reforçam o compromisso do governo com a valorização do trabalhador brasileiro.

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China Expõe Sistema Massivo de Vigilância de Estrangeiros: Dados Revelam Monitoramento Detalhado de Residentes e Visitantes

China Expõe Sistema Massivo de Vigilância de Estrangeiros: Dados Revelam Monitoramento Detalhado de Residentes e Visitantes Um pesquisador de cibersegurança descobriu um vasto banco de dados que detalha o monitoramento de estrangeiros na China, expondo como o governo coleta e organiza informações sobre indivíduos que vivem ou visitam o país. A plataforma, apelidada de “Plataforma de Controle Dinâmico de Pessoal Estrangeiro”, oferece um vislumbre sem precedentes da escala e profundidade da vigilância chinesa sobre não-cidadãos. A descoberta, feita por Marc Hofer, revelou um painel que parecia saído de um filme de ficção científica, rastreando centenas de estrangeiros em Zhangjiakou, cidade que sediou eventos das Olimpíadas de Inverno de 2022. O sistema continha registros de quase 12 mil pessoas, incluindo foragidos, jornalistas estrangeiros e indivíduos de Hong Kong e Taiwan, muitos dos quais nunca estiveram na cidade. O acesso não autorizado a essas informações sensíveis levanta sérias questões sobre a privacidade e a segurança dos dados. A existência e o funcionamento deste sistema indicam uma integração profunda de diversas fontes de dados para fins de vigilância, um tema cada vez mais presente na gestão da segurança pública sob a liderança do Partido Comunista Chinês. As informações foram compartilhadas com o New York Times, que corroborou a veracidade de parte dos dados. Descoberta Chocante de um Pesquisador de Cibersegurança Marc Hofer, um pesquisador de cibersegurança e jornalista baseado em Amsterdã, estava em sua rotina de busca por informações sobre a vigilância chinesa quando se deparou com a “Plataforma de Controle Dinâmico de Pessoal Estrangeiro”. Ele descreveu o painel como algo retirado do filme “Minority Report”, com um design futurista. Ao explorar o sistema, Hofer se viu listado, com sua própria foto tirada por autoridades de imigração chinesas, seu número de passaporte e o número de celular que utilizou na China. “Quem quer que tenha colocado essas coisas ali tinha acesso a dados reais”, declarou Hofer, impressionado com a precisão das informações. Ele também notou uma lista de usuários que haviam acessado o site recentemente, incluindo delegacias de Zhangjiakou e de outras cidades, indicando que o sistema era utilizado por órgãos de segurança pública. A plataforma, que continha dados sobre mais de 700 residentes estrangeiros em Zhangjiakou, foi retirada do ar em maio, após Hofer ter baixado o máximo de informações possível em janeiro. Origem e Conexões da Plataforma de Vigilância Investigações posteriores pelo The New York Times ligaram a plataforma à Origin Dynamic, uma empresa sediada em Pequim que fornece robótica e equipamentos de vigilância para a polícia chinesa. Documentos públicos de licitação confirmam essa relação comercial. Em 2023, a Origin Dynamic solicitou uma patente para um sistema descrito como uma “interface de informações para cidadãos não chineses”, que apresentava design e funcionalidades quase idênticas à plataforma encontrada em Zhangjiakou. A empresa tem participação acionária do governo municipal de Yancheng, na província de Jiangsu, o que reforça a conexão entre o setor privado e órgãos estatais na disseminação de tecnologias de vigilância. Embora a Origin Dynamic e o Departamento de Segurança Pública

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Irã Promete Resposta “Devastadora” a Novas Sanções dos EUA que Visam Derrubar o Regime; Petróleo Oscila

Tensões se Intensificam: Irã Ameaça “Resposta Devastadora” a Novas Sanções dos EUA O Irã elevou o tom nesta sexta-feira (21), prometendo uma reação “devastadora” a quaisquer novas ameaças dos Estados Unidos. A declaração surge após Washington anunciar a intenção de impor as sanções financeiras “mais severas da história” com o objetivo de desestabilizar o regime iraniano. As novas medidas, detalhadas pelo secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, na quinta-feira (20), seguem declarações do presidente Donald Trump sobre uma “guerra econômica” contra qualquer nação que ofereça apoio financeiro ao Irã. Os detalhes completos das sanções são esperados para a próxima segunda-feira (24). O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas do Irã, major-general Ali Abdollahi, classificou a potencial resposta de sua nação como “esmagadora, punitiva e devastadora”. Essa escalada verbal ocorre em um momento delicado para a economia global e para as relações internacionais, com o preço do petróleo já reagindo às incertezas. Irã Busca Posição de Força e Critica “Guerra Econômica” Mohammad Bagher Qalibaf, presidente do Parlamento iraniano e principal negociador do país, sugeriu que Washington reconhece a impossibilidade de uma vitória militar direta contra o Irã. Durante uma visita ao Iraque, Qalibaf acusou os EUA e Israel de recorrerem a táticas de “guerra econômica” e “cognitiva”. Em linha com essa visão, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, declarou que é o momento de encerrar o conflito, pois Teerã estaria em uma posição de força. “É melhor que coloquemos fim à guerra agora, pois estamos em uma posição de poder e dignidade, e o mundo inteiro reconhece nossa vitória”, afirmou Pezeshkian. O Irã já enfrenta sanções econômicas severas e quase contínuas há cerca de 50 anos, desde a Revolução Islâmica de 1979. Antes mesmo das novas ameaças americanas, o Ministério das Relações Exteriores do Irã já havia condenado as sanções dos EUA como “terrorismo econômico”. Mercado de Petróleo em Alerta e a Influência da China Os preços do petróleo, embora estáveis nesta sexta-feira, caminhavam para a segunda alta semanal consecutiva, impulsionados pelas preocupações com as exportações de energia do Golfo. Na quinta-feira, o valor do barril atingiu o maior patamar em mais de três semanas após a ameaça de novas sanções americanas. A estratégia dos EUA visa pressionar o Irã a aceitar o fim de um conflito que tem impactado significativamente o fluxo de milhões de barris de petróleo do Oriente Médio. Scott Bessent comentou à CNBC que a “máxima pressão econômica” dos EUA pode reduzir a probabilidade de uma nova ofensiva militar em larga escala. A China, que importa mais de 80% do petróleo iraniano transportado por navios, segundo dados de 2025 da Kpler, mostra-se cautelosa. Ampliar a guerra econômica contra Pequim poderia gerar retaliações, dado o papel crucial da China como exportadora para os EUA. A embaixada chinesa em Washington declarou que “sanções e pressão não ajudam a resolver o problema” e pediu uma solução política e diplomática. Histórico de Conflito e Sanções no Irã A guerra, que já durou quase seis meses, resultou em milhares de mortes e

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Plano de Governo de Romeu Zema: Privatização Total, Menos Impostos e Choque Fiscal para Reduzir o “Custo Brasil”

Plano de Governo de Romeu Zema foca em “choque fiscal” com privatização de estatais, cortes de gastos e reformas estruturais para impulsionar a economia brasileira. O programa de governo de Romeu Zema (Novo) apresenta uma visão econômica centrada na redução drástica do tamanho e da atuação do Estado. A proposta parte do princípio de que o Brasil gasta em excesso, cobra impostos elevados e interfere demasiadamente na atividade econômica, fatores que, segundo o candidato, explicam a alta dívida pública, juros elevados, baixo investimento e o “Custo Brasil”. A estratégia de Zema envolve um “choque fiscal” baseado em cortes de despesas, privatizações e reformas estruturais. O objetivo é estabilizar a relação dívida/PIB, criar condições para a queda dos juros e, subsequentemente, reduzir a carga tributária. O plano detalha o diagnóstico da situação econômica brasileira, ressaltando que a dívida pública se aproxima de 80% do PIB e que o pagamento de juros consome cerca de R$ 1 trilhão anualmente. O documento critica o crescimento automático das despesas obrigatórias, que, na visão da campanha, limita o espaço orçamentário para investimentos. Conforme informações divulgadas pela campanha, a proposta visa uma ampla reforma das contas públicas, com foco em eficiência e redução do endividamento estatal. Acompanhe os detalhes das propostas. Reforma da Previdência, Administrativa e “Choque Fiscal” Uma das principais bandeiras do plano é a realização de uma **nova reforma da Previdência**, abrangendo União, estados e municípios, incluindo os regimes rural e militar. A proposta prevê o reajuste automático da idade mínima de aposentadoria com base na expectativa de vida e na sustentabilidade do sistema previdenciário. Para atacar as despesas obrigatórias, a campanha de Zema pretende revisar mecanismos que levam ao crescimento automático dos gastos, debatendo inclusive o uso de emendas parlamentares. A intenção é **liberar espaço orçamentário para investimentos** e projetos estratégicos para o país. A proposta também inclui uma **reforma administrativa** com o objetivo de reduzir o número de ministérios, cortar cargos comissionados e revisar autarquias e fundações. O plano sugere o estabelecimento de metas progressivas de redução da carga tributária, forçando o governo a realizar os cortes de despesa necessários para atingir os objetivos fiscais. Privatização de Todas as Estatais e Ampliação de PPPs A proposta mais enfática de redução do Estado é a **privatização de todas as empresas estatais**. Zema defende que o governo se concentre em funções essenciais, como segurança e educação, argumentando que as privatizações aumentariam a eficiência, ampliariam a competição e reduziriam o espaço para corrupção. O plano também prevê a ampliação das **Parcerias Público-Privadas (PPPs)** para a prestação de serviços públicos, incluindo áreas como saúde e educação. Além disso, propõe a venda de imóveis e outros ativos públicos considerados sem função essencial para o Estado. Estratégias para Redução de Juros e Custo Brasil Para derrubar os juros, considerados entre os mais altos do mundo, Zema aposta em uma **estratégia fiscal consistente**. A ideia é estabilizar a relação dívida/PIB por meio do choque fiscal, reformas e superávits primários, visando à redução do endividamento e, consequentemente, do risco fiscal

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Justiça de Hong Kong condena ativistas pró-democracia por subversão em memória de Tiananmen, gerando protestos internacionais

Hong Kong: Condenação de organizadores de vigília de Tiananmen acende alerta internacional sobre liberdades O Tribunal Superior de Hong Kong proferiu nesta sexta-feira (21) uma decisão que condena dois proeminentes ativistas pró-democracia, Lee Cheuk-yan e Chow Hang-tung, por incitação à subversão. A condenação está diretamente ligada à organização de atos anuais em memória do massacre da Praça Tiananmen em 1989. Segundo a corte, o uso repetido da frase “acabar com a ditadura de partido único” durante as atividades foi considerado uma violação da Lei de Segurança Nacional. A decisão, emitida por juízes aprovados pelo governo, aponta que a intenção dos réus era minar a confiança no Partido Comunista Chinês e enfraquecer o sistema fundamental do país. A Lei de Segurança Nacional, imposta por Pequim em 2020, criminaliza atos de secessão, subversão, terrorismo e conluio com forças estrangeiras, gerando preocupação global quanto à erosão das liberdades em Hong Kong. A informação é baseada em reportagem detalhada sobre o caso. Ativistas condenados por expressar oposição política Lee Cheuk-yan, de 69 anos, e Chow Hang-tung, de 41 anos, ex-presidente e ex-vice-presidente, respectivamente, da extinta Aliança de Hong Kong em Apoio aos Movimentos Democráticos Patrióticos da China, foram considerados culpados. A Aliança era conhecida por organizar as vigílias anuais em memória da repressão aos protestos pró-democracia na Praça Tiananmen, em Pequim, em 1989. A lei, que entrou em vigor em resposta aos protestos pró-democracia de 2019 em Hong Kong, prevê pena de até dez anos de prisão para os crimes de subversão. Os juízes rejeitaram o argumento da defesa de que os réus agiam dentro das liberdades de expressão garantidas em Hong Kong, afirmando que eles “simplesmente se recusaram a recuar à beira do precipício e estavam determinados a seguir até o fim”. Lei de Segurança Nacional e o fim das vigílias de Tiananmen As manifestações em memória dos eventos de 1989 eram, até 2020, eventos legais e tolerados em Hong Kong, simbolizando a relativa liberdade do território em contraste com a China continental. Com a promulgação da Lei de Segurança Nacional, essas vigílias foram efetivamente proibidas. A decisão judicial destacou que, mesmo que os atos de resistência não envolvessem violência, a intenção de enfraquecer o sistema político chinês configura uma violação da lei, representando um risco de prisão de longo prazo. “Os réus pretendiam fazer com que outras pessoas perdessem a confiança no Partido Comunista Chinês, incitando a hostilidade e provocando divisões, a fim de alcançar o objetivo de enfraquecer o sistema fundamental básico”, declararam os magistrados. Repercussão internacional e críticas à decisão O julgamento contou com a presença de diplomatas estrangeiros e gerou forte repercussão internacional. Países como Estados Unidos, França e Alemanha, além da União Europeia, condenaram a decisão do tribunal. “A defesa pacífica dos direitos humanos não constitui crime”, afirmaram os ministérios das Relações Exteriores da França e da Alemanha. A União Europeia alertou que a sentença “confirma a contínua deterioração das liberdades de expressão e de reunião e uma nova redução do espaço para uma sociedade civil independente em

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Ministro de Israel filma propaganda em local de futuras execuções de palestinos, gerando polêmica internacional

Ministro extremista de Israel grava vídeo de propaganda em local destinado a execuções de palestinos O ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben-Gvir, publicou um vídeo chocante que gerou forte repercussão internacional. Nas imagens, ele aparece em um local que deve ser utilizado para a execução de palestinos condenados por ataques terroristas, de acordo com uma legislação aprovada recentemente no país. O vídeo, que tem o formato de propaganda eleitoral, mostra Ben-Gvir declarando: “É aqui que os terroristas serão executados. Teremos uma forca, salas para que as vítimas do crime possam vir e assistir, igualzinho nos Estados Unidos, aliás”. Ele acrescentou: “Estamos cumprindo nossas promessas. Houve quem duvidasse, houve quem zombasse. Está aí. A obra começou.” A publicação ocorre em um momento delicado, com eleições gerais em Israel marcadas para 27 de outubro. A iniciativa de aprovar a pena de morte como sentença padrão para palestinos condenados por ataques letais partiu do próprio Ben-Gvir em março deste ano. Durante a votação no Parlamento, o ministro utilizou um broche em formato de forca, reforçando sua posição. Lei de pena de morte: aplicação restrita e acusações de apartheid Embora a lei não especifique que a pena de morte se aplicará exclusivamente a palestinos, sua implementação é restrita a casos julgados em tribunais militares e que envolvam o motivo de “negar a existência do Estado de Israel”. Essa configuração torna praticamente nula a possibilidade de extremistas judeus serem enquadrados por essa legislação. Um ponto crucial é que cidadãos israelenses não são julgados em tribunais militares na Cisjordânia. Mesmo colonos judeus em assentamentos ilegais são submetidos à lei civil israelense. Por outro lado, palestinos acusados de crimes relacionados à “segurança nacional” de Israel passam pelo sistema de lei militar. Essa disparidade é o cerne das acusações de apartheid feitas por entidades como a Anistia Internacional. Israel nega as acusações, alegando que as diferenças de tratamento são justificadas por preocupações legítimas de segurança e por questões de nacionalidade, não de raça. O direito internacional define apartheid como um crime que envolve discriminação racial. Assentamentos israelenses e condenação internacional Os assentamentos israelenses na Cisjordânia são considerados ilegais pelo direito internacional, pois a Convenção de Genebra proíbe a potência ocupante de transferir sua população para o território ocupado. Atualmente, cerca de 500 mil judeus vivem em assentamentos na Cisjordânia e 250 mil na Jerusalém Oriental ocupada. Em um desenvolvimento recente, França, Alemanha, Reino Unido e Itália condenaram a proposta israelense de expandir o assentamento E1. Esse projeto, se concluído, separaria Jerusalém Oriental do restante da Cisjordânia, o que foi considerado inaceitável pelos governos europeus. Histórico de declarações controversas de Ben-Gvir A pena de morte é legal em Israel, mas raramente aplicada. Apenas duas pessoas foram executadas na história do país, sendo uma delas o nazista Adolf Eichmann. Itamar Ben-Gvir tem um histórico de declarações e ações controversas, o que lhe rendeu sanções de diversos países, como Reino Unido, Austrália, Canadá, França, Irlanda e Noruega. Recentemente, Ben-Gvir sugeriu que Israel deveria matar “de 30 a 40” pessoas

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