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Tragédia em Mina de Carvão na Colômbia: Explosão de Gás Deixa 9 Trabalhadores Mortos em Sutatausa

Explosão em Mina de Carvão Mata Nove Trabalhadores na Colômbia Uma trágica explosão em uma mina de carvão no centro da Colômbia resultou na morte de nove trabalhadores. O incidente, ocorrido na segunda-feira, 4 de março, foi atribuído ao acúmulo de gases no subsolo, conforme divulgado pela autoridade mineradora do país. A mina, localizada no município de Sutatausa, a cerca de 72 quilômetros ao norte da capital Bogotá, operava de forma legalizada. No entanto, a segurança em operações de mineração na Colômbia, especialmente em locais com infraestrutura precária ou clandestinos, é um problema recorrente e muitas vezes fatal. A Agência Nacional de Mineração confirmou o balanço sombrio: seis mineradores foram resgatados com vida, enquanto outros nove foram declarados mortos após a emergência em Sutatausa, Cundinamarca. As autoridades foram notificadas e equipes de resgate foram mobilizadas para o local, com o governador de Cundinamarca, Jorge Emilio Rey, informando sobre a situação nas redes sociais. Acúmulo de Gases: A Causa Provável da Tragédia O governador Jorge Emilio Rey indicou que a explosão foi, aparentemente, causada por um **acúmulo de gases**. Ele havia mencionado anteriormente que 12 pessoas estavam presas, mas três conseguiram escapar antes da confirmação do número total de vítimas. Ambulâncias foram vistas na entrada da mina, evidenciando a gravidade da situação e o esforço de resgate. As operações de resgate foram **imediatamente suspensas** para que as autoridades pudessem avaliar os níveis de gás na mina. Essa medida é crucial para garantir a segurança das equipes de salvamento e evitar novos incidentes durante os trabalhos de recuperação dos corpos e investigação das causas. Segurança em Minas Colombianas: Um Desafio Constante Acidentes em minas na Colômbia são infelizmente comuns, com a **má ventilação** sendo frequentemente apontada como um dos principais fatores de risco. A região onde ocorreu o incidente em Sutatausa também abriga minas ilegais que não seguem os padrões de segurança estabelecidos, aumentando a vulnerabilidade dos trabalhadores a eventos como este. A falta de regulamentação e fiscalização adequadas em algumas dessas operações contribui para um ambiente de trabalho perigoso. A comunidade mineradora e as autoridades enfrentam o desafio contínuo de implementar medidas de segurança mais rigorosas para prevenir futuras tragédias e proteger a vida dos trabalhadores do carvão.

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Israel prorroga prisão de ativista brasileiro Thiago Ávila e espanhol-palestino em flotilha para Gaza; Lula condena

Tribunal israelense estende detenção de ativista brasileiro e espanhol-palestino detidos em flotilha rumo a Gaza Um tribunal israelense prorrogou até domingo (10) a prisão de Thiago Ávila, ativista brasileiro, e Saif Abu Keshek, cidadão espanhol-palestino. Ambos integravam uma flotilha humanitária com destino à Faixa de Gaza. A decisão foi tomada após solicitação da polícia israelense para continuar os interrogatórios. A advogada Hadeel Abu Salih, do grupo de direitos humanos Adalah, que representa os detidos, classificou a medida como uma tentativa de “criminalizar qualquer solidariedade com o povo palestino e qualquer tentativa de romper o cerco ilegal a Gaza”. A defesa pretende recorrer da decisão em um tribunal distrital. Esta é a segunda vez que a prisão preventiva dos ativistas é estendida. Anteriormente, no domingo (3), um tribunal já havia autorizado a detenção por mais dois dias. Conforme informações divulgadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a decisão israelense e pediu a libertação dos dois ativistas em suas redes sociais. Ativistas alegam maus-tratos e greve de fome A advogada dos ativistas relatou que a apresentação dos detidos em um tribunal civil é uma “forma de espalhar medo e fazer os ativistas reconsiderarem sua participação” em futuras ações. A organização Adalah, que atua em defesa dos direitos humanos da minoria árabe em Israel, considera a prisão ilegal e alega que os dois sofreram maus-tratos durante os interrogatórios. Segundo a ONG, os ativistas foram submetidos a interrogatórios de até oito horas, mantidos em celas com iluminação constante e vendados durante deslocamentos, inclusive para consultas médicas. O governo israelense negou as acusações de maus-tratos. Os detidos iniciaram uma greve de fome. Em resposta, o tribunal determinou que o serviço penitenciário monitore a condição médica de ambos. Israel acusa ativistas de ligação com organização terrorista Documentos judiciais revelam que Israel acusa Thiago Ávila e Saif Abu Keshek de crimes como filiação a organização terrorista e assistência ao terrorismo durante período de guerra, com penas que podem chegar a 20 anos de prisão. O Ministério das Relações Exteriores de Israel alega que os ativistas possuem ligações com a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA), organização sancionada pelos Estados Unidos por supostamente agir em nome do Hamas. O governo israelense afirma que Abu Keshek é um membro proeminente da PCPA, enquanto Ávila é suspeito de atividades ilegais e possui conexões com a mesma organização. A flotilha, composta por mais de 50 embarcações, partiu de portos europeus com o objetivo de entregar suprimentos a Gaza e romper o bloqueio israelense. Espanha e Brasil condenam interceptação e detenção As forças israelenses interceptaram a flotilha em águas internacionais, próximo à costa da Grécia, na madrugada de quinta-feira (30). Thiago Ávila e Saif Abu Keshek foram detidos junto com outros 175 ativistas, que foram posteriormente libertados na Grécia. A Espanha reiterou o pedido de libertação imediata de Abu Keshek e exigiu que todos os seus direitos sejam respeitados. Antes da prorrogação da prisão, o Itamaraty e o governo espanhol emitiram uma nota conjunta condenando o que chamaram

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Guerra de Retóricas: Trump exige ‘bandeira branca’ do Irã enquanto Teerã avisa que ‘ainda nem começou’

Tensão aumenta no Oriente Médio: EUA e Irã trocam ameaças e escalam operações militares no Estreito de Hormuz O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Irã trocaram declarações acaloradas nesta terça-feira (5), com o líder americano minimizando a capacidade militar iraniana e sugerindo que o país deveria se render. Teerã, por sua vez, elevou o tom das ameaças, afirmando que o conflito ainda está longe de seu ápice. Essa nova escalada de retórica ocorre em um momento de alta tensão na região, marcada por ataques recentes e operações militares para garantir a livre navegação em uma das rotas de petróleo mais importantes do mundo. A situação gera preocupação internacional sobre um possível conflito de larga escala. A disputa verbal e as ações militares no Estreito de Hormuz, por onde transitava cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente antes da guerra, evidenciam a complexidade e a instabilidade da relação entre os dois países. As informações foram divulgadas conforme o conteúdo fonte. Trump desafia o Irã e afirma que país quer acordo nos bastidores Donald Trump declarou a repórteres em Washington que o poder militar iraniano foi significativamente reduzido. Segundo o presidente americano, apesar da retórica agressiva em público, o Irã estaria buscando um acordo nos bastidores. “Eles fazem jogos, mas vou dizer uma coisa: eles querem fazer um acordo. E quem não iria querer, quando seu poder militar praticamente desapareceu?”, afirmou Trump. O republicano também elogiou as ações dos EUA para bloquear portos iranianos, indicando que a estratégia está “funcionando muito bem”. A declaração de Trump surge um dia após uma série de ataques na região que colocaram em xeque um cessar-fogo. Irã rebate e promete “resposta firme” a qualquer desvio no Estreito de Hormuz Mohamad Bagher Ghalibaf, chefe do Parlamento iraniano e principal negociador do país, respondeu às declarações de Trump em uma mensagem na rede social X. Ele afirmou que a “continuidade da situação atual é insustentável para os EUA, enquanto nós ainda nem começamos”. Ghalibaf também previu que a “presença maligna” das forças americanas na região diminuirá. Posteriormente, a Guarda Revolucionária iraniana emitiu um comunicado na TV estatal prometendo uma “resposta firme” a navios que tentem passar pelo Estreito de Hormuz por áreas não autorizadas por Teerã. “Alertamos todos os navios que planejam transitar pelo estreito de Hormuz que a única passagem segura é o corredor previamente anunciado pelo Irã. Qualquer desvio de navios para outras rotas é perigoso e resultará em uma resposta firme”, declarou a Guarda. Operação dos EUA visa garantir navegação, mas conflito não é descartado O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, explicou que a operação americana para proteger navios comerciais é temporária e que Washington não busca um confronto direto, mantendo um trégua com o Irã. No entanto, Hegseth ressaltou que uma ação militar não está fora de cogitação, e que qualquer ataque iraniano provocará uma resposta “devastadora”. “Não estamos buscando um conflito. Mas também não podemos permitir que o Irã bloqueie países inocentes e suas mercadorias em uma

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Cruzeiro com 3 mortes sob suspeita de Hantavírus é barrado em Cabo Verde e passageiros clamam por socorro

Navio de cruzeiro com mortes suspeitas de Hantavírus é impedido de atracar em Cabo Verde; passageiros relatam incerteza e medo Um navio de cruzeiro que partiu da Argentina encontra-se em quarentena forçada na costa de Cabo Verde, com passageiros e tripulantes isolados a bordo. A proibição de desembarque ocorreu após a confirmação de três mortes em circunstâncias que levantam suspeitas de um surto de hantavírus. O MV Hondius, com 149 pessoas de 23 nacionalidades a bordo, navega próximo à capital Praia, em Cabo Verde, mas as autoridades locais negaram autorização para atracar, visando proteger a população do arquipélago africano. A situação a bordo é descrita pela operadora turística Oceanwide Expeditions como “uma situação médica grave”. A notícia chegou a público e gerou apreensão entre os viajantes, que buscam respostas e um retorno seguro para suas casas. Conforme relatou um passageiro em redes sociais, a incerteza é o fator mais difícil de lidar neste momento, com um forte desejo de segurança e clareza sobre os próximos passos. Suspeita de Hantavírus e mortes levantam alerta sanitário em alto mar A operadora do cruzeiro confirmou três mortes até o momento. Uma delas ocorreu em 11 de abril a bordo, com o corpo sendo desembarcado em Santa Helena em 24 de abril. Sua esposa, que o acompanhava, também faleceu posteriormente. Ambas as vítimas eram de nacionalidade holandesa. Um passageiro britânico, que adoeceu em 27 de abril e foi levado à África do Sul, testou positivo para hantavírus, segundo a operadora. Um cidadão alemão faleceu a bordo em 2 de maio, mas a causa ainda é desconhecida. Além disso, dois membros da tripulação apresentam sintomas respiratórios agudos e necessitam de atendimento médico urgente. As autoridades holandesas se prontificaram a coordenar uma operação para repatriar os tripulantes doentes, mas a ação depende da autorização de Cabo Verde. Cabo Verde nega desembarque e pede ajuda internacional para evacuação A presidente do Instituto Nacional de Saúde Pública de Cabo Verde, Maria da Luz Lima, declarou que o navio não recebeu permissão para atracar no porto da Praia para “proteger a população cabo-verdiana”. Em resposta, a Direção Nacional de Saúde de Cabo Verde solicitou ao Reino Unido e à Holanda o envio de ambulâncias aéreas para “evacuar pacientes” com urgência. A operadora Oceanwide Expeditions estuda a possibilidade de levar os passageiros para as ilhas Canárias, na Espanha, como alternativa, após a negativa de Cabo Verde. Medidas rigorosas de precaução, incluindo isolamento, higiene e vigilância médica, estão sendo aplicadas a bordo. OMS investiga surto e tranquiliza sobre risco para a população geral A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que está investigando o possível surto de hantavírus. Testes laboratoriais confirmaram a presença do vírus em uma das seis pessoas que apresentaram sintomas. O Ministério das Relações Exteriores da Holanda também confirmou estar analisando a situação. Hans Kluge, diretor da OMS para a Europa, ressaltou que o risco para a população em geral é baixo e que não há motivo para pânico ou restrições de viagem. Ele explicou que as infecções

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Desenrola 2.0 e FGTS para Dívidas: Setor Imobiliário Alerta para Crise em 2026 com Saques Bilionários

Governo lança Desenrola 2.0 com uso de FGTS para quitar dívidas, gerando apreensão no mercado imobiliário para 2026. O otimismo inicial para o setor imobiliário em 2026, impulsionado pela expectativa de queda nos juros, foi abalado por uma nova medida do governo federal. O programa Desenrola 2.0, focado na renegociação de dívidas, autoriza o uso de até 20% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar débitos, uma decisão que preocupa entidades do setor. A iniciativa visa auxiliar famílias de baixa e média renda, público-alvo de programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida. No entanto, a liberação de recursos do FGTS para essa finalidade levanta sérias preocupações sobre o futuro do financiamento imobiliário e a geração de empregos no segmento. Conforme informações divulgadas, a Associação Brasileira de Incorporadoras (ABRAINC) estima que a retirada de recursos do FGTS pode resultar na não criação de até 107 mil postos de trabalho e impedir que 46 mil famílias realizem o sonho da casa própria. O governo federal, por meio do Desenrola 2.0, busca conter o endividamento recorde da população, focando em dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal. Impacto nos Empregos e na Economia Preocupa Setor Imobiliário A ABRAINC apresentou simulações que indicam uma potencial perda de entre 59 mil e 107 mil empregos diretos e indiretos no sistema habitacional. Além disso, a entidade projeta que o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 1,4 bilhão e R$ 2,4 bilhões em impostos. Luiz França, presidente da ABRAINC, criticou a medida, classificando-a como um paliativo. “Estamos trocando a reserva de uma vida, destinada à conquista da casa própria, por um pagamento imediato de dívidas que tendem a reaparecer”, declarou. Ele ressaltou que o uso do FGTS, um ativo de longo prazo, para quitar dívidas de curto prazo já se mostrou ineficaz em ciclos anteriores. Minha Casa, Minha Vida e Futuro do Financiamento Sob Risco A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) também manifestou preocupação, especialmente quanto ao impacto no programa Minha Casa, Minha Vida. A liberação de recursos do FGTS agrava um cenário já incerto, marcado por juros altos, aumento do custo das obras e discussões sobre a reforma tributária. A dependência do FGTS para o financiamento habitacional é significativa. Em 2025, o fundo respondeu por cerca de 43% dos novos financiamentos imobiliários, totalizando R$ 138 bilhões. No estoque, o FGTS representa 27% da carteira de crédito imobiliário, atrás apenas da poupança (SBPE). Empresas do Setor Reagem com Silêncio e Quedas na Bolsa Empresas do setor imobiliário listadas em bolsa, como MRV, Cury, Direcional, Tenda, Plano & Plano e Cyrela, evitaram comentar o assunto. No dia do anúncio, Cyrela, MRV e Cury registraram quedas expressivas no Ibovespa, refletindo a apreensão do mercado. A ABRAINC, apesar de manter o otimismo fundamentado na queda dos juros, admitiu que a inclusão do FGTS no Desenrola 2.0 foi uma surpresa negativa. A entidade esperava soluções para o endividamento, mas não que envolvessem a redução de um fundo crucial

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Tiroteio perto da Casa Branca: Suspeito armado troca tiros com Serviço Secreto e é baleado após fuga

Serviço Secreto dos EUA reage a indivíduo armado em área restrita, resultando em confronto e prisão. Um indivíduo suspeito, que aparentava estar portando uma arma de fogo, foi confrontado por agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos nas proximidades da Casa Branca. O homem não chegou a adentrar as instalações presidenciais, mas a situação gerou tensão e um breve bloqueio na área. Após ser abordado pelos agentes, o suspeito empreendeu fuga a pé e, segundo informações divulgadas pelo vice-diretor do Serviço Secreto, Matthew Quinn, efetuou disparos contra os policiais. Em resposta, os agentes do Serviço Secreto também dispararam contra o indivíduo, que foi atingido e posteriormente encaminhado a um hospital. O incidente ocorreu em um momento de alerta elevado para as forças de segurança na capital americana, especialmente após uma tentativa de atentado durante o Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca no final do mês passado. Autoridades ainda investigam se o ataque desta segunda-feira possui alguma ligação com outros eventos recentes. Conforme informação divulgada pelo Serviço Secreto dos EUA, um menor de idade que se encontrava no local foi atingido por disparos do suspeito. Felizmente, o jovem não sofreu ferimentos com risco de vida e recebeu atendimento médico em um hospital. A comitiva do vice-presidente J. D. Vance passou pela área pouco antes do ocorrido, mas não há indícios de que o suspeito visava se aproximar dela. Suspeito armado e ferido é detido após troca de tiros Matthew Quinn, vice-diretor do Serviço Secreto, confirmou que uma arma de fogo foi recuperada com o suspeito. As investigações sobre a motivação e os detalhes exatos do incidente estão a cargo do Departamento de Polícia de Washington. A possibilidade de o ataque ter sido direcionado ao presidente, que estava na Casa Branca no momento, ainda está sendo apurada. Segurança reforçada na capital após eventos recentes As forças de segurança dos Estados Unidos têm mantido um nível de alerta elevado na capital. Esta medida se intensificou após a prisão de um homem suspeito de tentar um atentado durante o Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, um evento que contou com a presença do presidente Trump e de outras autoridades governamentais. Investigação em andamento para determinar conexões do ataque O Serviço Secreto segue com as investigações para esclarecer todos os pormenores do confronto. A prioridade é determinar a identidade do suspeito, sua possível ligação com outros incidentes e se havia alguma intenção específica em relação às autoridades presentes na Casa Branca. A recuperação da arma de fogo é um ponto crucial para o andamento da apuração. Bloqueio temporário na Casa Branca e impacto na rotina O incidente provocou um breve, porém significativo, bloqueio nas imediações da Casa Branca, afetando o acesso e a rotina da área. A rápida resposta dos agentes do Serviço Secreto foi fundamental para conter a situação e garantir a segurança do perímetro, evitando que o suspeito pudesse avançar para áreas mais restritas do complexo presidencial.

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Bolsonaro recebe alta após cirurgia no ombro e volta para casa; veja detalhes da recuperação e autorização judicial

Bolsonaro tem alta hospitalar após cirurgia bem-sucedida no ombro direito O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o hospital DF Star, em Brasília, na tarde desta segunda-feira (4), encerrando sua internação iniciada na última sexta-feira (1º). A alta médica marca o fim de um período de cuidados após uma cirurgia no ombro direito, visando tratar uma lesão no manguito rotador. A intervenção cirúrgica, que consistiu em um reparo artroscópico, transcorreu sem complicações. Segundo informações divulgadas, o ex-presidente apresentou uma **boa evolução clínica** após o procedimento, indicando que a recuperação inicial está ocorrendo conforme o esperado pelos médicos responsáveis. A equipe médica que acompanhou Bolsonaro é composta por cinco profissionais renomados. Entre eles, destacam-se o cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago e o cirurgião geral Claudio Birolini, além dos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e o diretor-geral Alisson Borges. A nota do hospital atesta a segurança e o sucesso da operação. Autorização judicial para a cirurgia de Bolsonaro A realização da cirurgia no ombro do ex-presidente **Jair Bolsonaro** demandou uma autorização judicial específica. O procedimento foi liberado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após uma manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Essa etapa ressalta o contexto legal em que se encontra o ex-presidente. Contexto da prisão domiciliar e estado de saúde Jair Bolsonaro, aos 71 anos, encontra-se em regime de **prisão domiciliar humanitária** desde 24 de março. A decisão de Moraes permitiu essa modalidade de cumprimento de pena após uma internação anterior por pneumonia bacteriana. A cirurgia no ombro é mais um capítulo em sua atual condição de saúde e restrições legais. Detalhes do procedimento no manguito rotador O reparo artroscópico do manguito rotador foi realizado para corrigir lesões previamente identificadas por meio de exames e comprovadas em relatório fisioterápico. Essa técnica cirúrgica minimamente invasiva visa restaurar a função e aliviar a dor causada por danos nessa importante estrutura do ombro, permitindo que Bolsonaro inicie sua reabilitação. Próximos passos da recuperação de Bolsonaro Com a alta hospitalar, o ex-presidente Jair Bolsonaro iniciará o período de recuperação em casa. A expectativa é que ele siga as orientações médicas para garantir o sucesso do tratamento e o retorno gradual às suas atividades. O acompanhamento fisioterápico será crucial nos próximos meses para a completa reabilitação do ombro.

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Kora Saúde: Gigante Hospitalar Fechou Acordo com Credores em Plano de Recuperação Extrajudicial para Evitar Impacto nos Hospitais

Kora Saúde: Gigante Hospitalar Chega a Acordo com Credores para Reestruturar Dívida de R$ 1,3 Bilhão A Kora Saúde, uma das maiores redes hospitalares independentes do Brasil, anunciou um importante acordo com seus credores no âmbito de seu plano de recuperação extrajudicial. O objetivo principal é reajustar o vencimento de uma dívida de R$ 1,3 bilhão, alinhando-a com a capacidade real de geração de caixa da companhia. Essa manobra financeira visa preservar a continuidade das operações e garantir a estabilidade dos negócios da empresa, que opera 17 hospitais em diversos estados brasileiros. A estratégia busca separar o problema financeiro da operação, minimizando qualquer impacto na qualidade e disponibilidade dos serviços de saúde oferecidos aos pacientes. A rede hospitalar, que registrou um faturamento de R$ 2,4 bilhões no ano passado, pretende com este plano manter o funcionamento regular de suas unidades enquanto reorganiza suas obrigações financeiras. Conforme informação divulgada pela Kora Saúde, a postergação de pagamentos se restringe a credores financeiros e não operacionais, garantindo que médicos, fornecedores, funcionários e outros parceiros essenciais continuem recebendo em dia. Reestruturação Financeira e Operacional em Foco O plano de recuperação extrajudicial da Kora Saúde prevê uma reestruturação abrangente de seu passivo. A companhia está em negociações com outros credores que não foram inicialmente incluídos no acordo, buscando uma solução mais ampla para suas dívidas. O objetivo é aliviar a pressão de curto prazo sobre o caixa e tornar o endividamento mais sustentável a longo prazo. Paralelamente, a Kora Saúde tem implementado medidas internas para reforçar a disciplina financeira. Isso inclui a contenção de despesas administrativas e ajustes na governança corporativa, com foco na redução de custos e na preservação de caixa, diante do atual cenário econômico. A meta é sair do processo com uma dívida menor, menor alavancagem e um fluxo de pagamentos compatível com a geração de caixa da empresa. Mudanças na Governança e Gestão Em linha com a reestruturação financeira, a Kora Saúde também anunciou mudanças na área de governança e gestão. O objetivo é diminuir a estrutura organizacional e enxugar gastos administrativos. Como parte dessas medidas, um membro do conselho de administração foi destituído, e não houve reposição imediata para evitar custos adicionais. Além disso, o número mínimo de conselheiros foi reduzido. A pressão financeira sobre a Kora Saúde já havia sido evidenciada em suas últimas divulgações de resultados. No último trimestre do ano passado, a rede registrou um prejuízo líquido de R$ 167,6 milhões. No acumulado de 2025, o prejuízo totalizou R$ 421,3 milhões, com um aumento de 46,7% nas despesas financeiras, que chegaram a R$ 646 milhões. Desempenho Operacional e Endividamento Apesar dos desafios financeiros, a operação da Kora Saúde demonstrou crescimento. A receita líquida somou R$ 597,9 milhões no quarto trimestre, um aumento de 7,4% em relação ao ano anterior. No acumulado de 2025, a receita atingiu R$ 2,38 bilhões, com crescimento de 5,1%. O Ebitda ajustado, indicador de geração de caixa operacional, somou R$ 118,6 milhões no trimestre, com leve queda de 26,1% na comparação anual, e

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CEO que Vendeu Eventbrite por US$ 500 Milhões Agora Pensa em Ser Estagiária e Aprender Código

Julia Hartz, ex-CEO da Eventbrite, vive um “pós-parto” profissional e explora o aprendizado em novas áreas após a venda milionária da empresa. Após 20 anos dedicados à criação e expansão da Eventbrite, Julia Hartz, a visionária CEO por trás da plataforma de venda de ingressos, encontra-se em um momento de redefinição profissional. A executiva liderou a empresa em uma jornada que incluiu captações bilionárias, um IPO e, finalmente, sua venda por US$ 500 milhões para a Bending Spoons. Agora, com a agenda livre, Hartz está explorando um caminho incomum: o aprendizado profundo e até mesmo a possibilidade de um estágio. A sensação, segundo ela, é semelhante ao período pós-parto, uma mistura de vazio e novas possibilidades. Hartz, que nunca ficou sem emprego desde os 15 anos, expressa uma profunda paixão por aprender e recomeçar do zero. Sua trajetória profissional, que começou com trabalhos diversos na adolescência e passagens pela MTV e FX, culminou na fundação da Eventbrite, que ela agora vê como um ciclo completo. A decisão de vender a Eventbrite, embora dolorosa, foi vista como necessária para o futuro da empresa. Hartz reconhece a importância de tomar decisões difíceis, mesmo que contrariem o desejo pessoal, visando o melhor para o negócio. A jornada da Eventbrite, marcada por desafios como a pandemia de COVID-19 e flutuações no mercado de ações após seu IPO em 2018, exigiu resiliência e adaptabilidade. Conforme informação divulgada pela Fortune, a venda por US$ 500 milhões e o fechamento de capital marcam o fim de uma era para Hartz e a empresa. Uma Nova Jornada de Aprendizado e Recomeço Julia Hartz, aos 46 anos, não está parada. Ela assumiu um cargo no conselho da Live Like Braun Foundation, dedicando-se a causas sociais. Além disso, tem atuado como uma “recrutadora solo”, auxiliando ex-funcionários da Eventbrite a encontrar novas oportunidades de trabalho, demonstrando seu compromisso com aqueles que fizeram parte de sua jornada. Paralelamente, Hartz está retomando hobbies e explorando novas fronteiras. Ela dedica tempo ao aprendizado de piano, aprimoramento do golfe e até mesmo a desafios intelectuais como jogar xadrez com um robô. Sua curiosidade a leva a mergulhar nas novas ferramentas de Inteligência Artificial, como o Claude e o OpenClaw, dedicando horas ao estudo de códigos e algoritmos. A Intriga do Estágio para Líderes Experientes O que mais chama a atenção é a possibilidade de Julia Hartz buscar um estágio. Ela valoriza a experiência de estar na base da hierarquia corporativa como uma forma de adquirir conhecimento profundo e acesso a novas perspectivas. A ideia de líderes experientes passarem por estágios em outras áreas, mesmo que por curtos períodos, é algo que a entusiasma. Hartz acredita que essa troca de experiências em diferentes níveis pode gerar um aprendizado simbiótico e enriquecedor. A possibilidade de um estágio, para alguém que construiu um império como o da Eventbrite, reflete uma mentalidade de aprendizado contínuo e humildade diante de novas descobertas. Ela vê o estágio como uma porta para entender os mecanismos internos de outras empresas e setores. O

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Juíza dos EUA critica “confinamento solitário efetivo” de suspeito de tentar matar Trump, compara com detentos de 6 de janeiro

Juíza expressa forte preocupação com o tratamento de Cole Thomas Allen, suspeito de atentado contra Trump Uma juíza federal dos Estados Unidos, Zia Faruqui, manifestou profunda apreensão quanto às condições de detenção de Cole Thomas Allen, o homem acusado de tentar assassinar Donald Trump em um jantar com a imprensa no final de abril. Allen tem sido mantido em uma regime de segurança excepcionalmente rigoroso por vários dias. Durante uma audiência convocada às pressas em Washington, a juíza Faruqui exigiu explicações sobre a decisão de colocar o suspeito em vigilância contra suicídio, privá-lo de serviços básicos e mantê-lo em um “confinamento solitário efetivo” por quase uma semana. Isso ocorre enquanto o governo ainda está reunindo fatos cruciais para o processo federal contra ele. A situação de Allen chamou a atenção quando seus advogados levantaram alertas sobre as condições de sua detenção no fim de semana. Conforme relatado, ele foi colocado em vigilância sem uma avaliação psiquiátrica completa e mantido em isolamento por até 23 horas diárias. As informações foram divulgadas conforme reportado em matéria jornalística. Acusações graves contra o suspeito de atentado contra Trump Cole Thomas Allen, de 31 anos, compareceu ao tribunal na semana passada, onde promotores o acusaram de tentar assassinar Trump e de disparar uma arma ao invadir o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. O Departamento de Justiça também o acusa de transportar armas, incluindo uma espingarda, da Califórnia para Washington, e de conspirar para matar vários funcionários de alto escalão. Apesar da gravidade das acusações, que poderiam levar a uma pena de prisão perpétua, o governo ainda não havia confirmado oficialmente que foi a bala disparada por Allen que feriu um agente do Serviço Secreto. No entanto, a procuradora federal Jeanine Pirro afirmou no domingo que os investigadores concluíram que a bala era dele, descrevendo o ato como “violento e premeditado, calculado para derrubar o presidente e qualquer pessoa que estivesse na linha de fogo”. Juíza compara tratamento de Allen com o de detentos de 6 de janeiro A juíza Zia Faruqui criticou veementemente o tratamento dado a Allen, comparando-o com o de dezenas de pessoas condenadas por crimes violentos durante o motim no Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Estes últimos foram colocados em alojamentos de segurança mais baixa e isentos de medidas de prevenção de suicídio. Em contraste, Faruqui observou que Allen, que não possui antecedentes criminais, foi submetido às condições “mais punitivas e severas”. Ela expressou surpresa, afirmando: “Ele tem sido tratado de maneira completamente diferente de qualquer pessoa que eu já tenha visto”. A juíza questionou o funcionário do Departamento de Correções, Tony Towns, sobre a privação de privilégios básicos de Allen, como visitas e acesso a uma bíblia. Condições de detenção e próximas etapas no caso Eugene Ohm, defensor público federal de Allen, corroborou a informação de que seu cliente foi mantido sozinho por até 23 horas por dia, situação que a juíza descreveu como “confinamento solitário efetivo”. Faruqui declarou estar “muito preocupada com o modo como

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Tragédia em Mina de Carvão na Colômbia: Explosão de Gás Deixa 9 Trabalhadores Mortos em Sutatausa

Explosão em Mina de Carvão Mata Nove Trabalhadores na Colômbia Uma trágica explosão em uma mina de carvão no centro da Colômbia resultou na morte de nove trabalhadores. O incidente, ocorrido na segunda-feira, 4 de março, foi atribuído ao acúmulo de gases no subsolo, conforme divulgado pela autoridade mineradora do país. A mina, localizada no município de Sutatausa, a cerca de 72 quilômetros ao norte da capital Bogotá, operava de forma legalizada. No entanto, a segurança em operações de mineração na Colômbia, especialmente em locais com infraestrutura precária ou clandestinos, é um problema recorrente e muitas vezes fatal. A Agência Nacional de Mineração confirmou o balanço sombrio: seis mineradores foram resgatados com vida, enquanto outros nove foram declarados mortos após a emergência em Sutatausa, Cundinamarca. As autoridades foram notificadas e equipes de resgate foram mobilizadas para o local, com o governador de Cundinamarca, Jorge Emilio Rey, informando sobre a situação nas redes sociais. Acúmulo de Gases: A Causa Provável da Tragédia O governador Jorge Emilio Rey indicou que a explosão foi, aparentemente, causada por um **acúmulo de gases**. Ele havia mencionado anteriormente que 12 pessoas estavam presas, mas três conseguiram escapar antes da confirmação do número total de vítimas. Ambulâncias foram vistas na entrada da mina, evidenciando a gravidade da situação e o esforço de resgate. As operações de resgate foram **imediatamente suspensas** para que as autoridades pudessem avaliar os níveis de gás na mina. Essa medida é crucial para garantir a segurança das equipes de salvamento e evitar novos incidentes durante os trabalhos de recuperação dos corpos e investigação das causas. Segurança em Minas Colombianas: Um Desafio Constante Acidentes em minas na Colômbia são infelizmente comuns, com a **má ventilação** sendo frequentemente apontada como um dos principais fatores de risco. A região onde ocorreu o incidente em Sutatausa também abriga minas ilegais que não seguem os padrões de segurança estabelecidos, aumentando a vulnerabilidade dos trabalhadores a eventos como este. A falta de regulamentação e fiscalização adequadas em algumas dessas operações contribui para um ambiente de trabalho perigoso. A comunidade mineradora e as autoridades enfrentam o desafio contínuo de implementar medidas de segurança mais rigorosas para prevenir futuras tragédias e proteger a vida dos trabalhadores do carvão.

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Israel prorroga prisão de ativista brasileiro Thiago Ávila e espanhol-palestino em flotilha para Gaza; Lula condena

Tribunal israelense estende detenção de ativista brasileiro e espanhol-palestino detidos em flotilha rumo a Gaza Um tribunal israelense prorrogou até domingo (10) a prisão de Thiago Ávila, ativista brasileiro, e Saif Abu Keshek, cidadão espanhol-palestino. Ambos integravam uma flotilha humanitária com destino à Faixa de Gaza. A decisão foi tomada após solicitação da polícia israelense para continuar os interrogatórios. A advogada Hadeel Abu Salih, do grupo de direitos humanos Adalah, que representa os detidos, classificou a medida como uma tentativa de “criminalizar qualquer solidariedade com o povo palestino e qualquer tentativa de romper o cerco ilegal a Gaza”. A defesa pretende recorrer da decisão em um tribunal distrital. Esta é a segunda vez que a prisão preventiva dos ativistas é estendida. Anteriormente, no domingo (3), um tribunal já havia autorizado a detenção por mais dois dias. Conforme informações divulgadas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou a decisão israelense e pediu a libertação dos dois ativistas em suas redes sociais. Ativistas alegam maus-tratos e greve de fome A advogada dos ativistas relatou que a apresentação dos detidos em um tribunal civil é uma “forma de espalhar medo e fazer os ativistas reconsiderarem sua participação” em futuras ações. A organização Adalah, que atua em defesa dos direitos humanos da minoria árabe em Israel, considera a prisão ilegal e alega que os dois sofreram maus-tratos durante os interrogatórios. Segundo a ONG, os ativistas foram submetidos a interrogatórios de até oito horas, mantidos em celas com iluminação constante e vendados durante deslocamentos, inclusive para consultas médicas. O governo israelense negou as acusações de maus-tratos. Os detidos iniciaram uma greve de fome. Em resposta, o tribunal determinou que o serviço penitenciário monitore a condição médica de ambos. Israel acusa ativistas de ligação com organização terrorista Documentos judiciais revelam que Israel acusa Thiago Ávila e Saif Abu Keshek de crimes como filiação a organização terrorista e assistência ao terrorismo durante período de guerra, com penas que podem chegar a 20 anos de prisão. O Ministério das Relações Exteriores de Israel alega que os ativistas possuem ligações com a Conferência Popular para os Palestinos no Exterior (PCPA), organização sancionada pelos Estados Unidos por supostamente agir em nome do Hamas. O governo israelense afirma que Abu Keshek é um membro proeminente da PCPA, enquanto Ávila é suspeito de atividades ilegais e possui conexões com a mesma organização. A flotilha, composta por mais de 50 embarcações, partiu de portos europeus com o objetivo de entregar suprimentos a Gaza e romper o bloqueio israelense. Espanha e Brasil condenam interceptação e detenção As forças israelenses interceptaram a flotilha em águas internacionais, próximo à costa da Grécia, na madrugada de quinta-feira (30). Thiago Ávila e Saif Abu Keshek foram detidos junto com outros 175 ativistas, que foram posteriormente libertados na Grécia. A Espanha reiterou o pedido de libertação imediata de Abu Keshek e exigiu que todos os seus direitos sejam respeitados. Antes da prorrogação da prisão, o Itamaraty e o governo espanhol emitiram uma nota conjunta condenando o que chamaram

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Guerra de Retóricas: Trump exige ‘bandeira branca’ do Irã enquanto Teerã avisa que ‘ainda nem começou’

Tensão aumenta no Oriente Médio: EUA e Irã trocam ameaças e escalam operações militares no Estreito de Hormuz O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o Irã trocaram declarações acaloradas nesta terça-feira (5), com o líder americano minimizando a capacidade militar iraniana e sugerindo que o país deveria se render. Teerã, por sua vez, elevou o tom das ameaças, afirmando que o conflito ainda está longe de seu ápice. Essa nova escalada de retórica ocorre em um momento de alta tensão na região, marcada por ataques recentes e operações militares para garantir a livre navegação em uma das rotas de petróleo mais importantes do mundo. A situação gera preocupação internacional sobre um possível conflito de larga escala. A disputa verbal e as ações militares no Estreito de Hormuz, por onde transitava cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente antes da guerra, evidenciam a complexidade e a instabilidade da relação entre os dois países. As informações foram divulgadas conforme o conteúdo fonte. Trump desafia o Irã e afirma que país quer acordo nos bastidores Donald Trump declarou a repórteres em Washington que o poder militar iraniano foi significativamente reduzido. Segundo o presidente americano, apesar da retórica agressiva em público, o Irã estaria buscando um acordo nos bastidores. “Eles fazem jogos, mas vou dizer uma coisa: eles querem fazer um acordo. E quem não iria querer, quando seu poder militar praticamente desapareceu?”, afirmou Trump. O republicano também elogiou as ações dos EUA para bloquear portos iranianos, indicando que a estratégia está “funcionando muito bem”. A declaração de Trump surge um dia após uma série de ataques na região que colocaram em xeque um cessar-fogo. Irã rebate e promete “resposta firme” a qualquer desvio no Estreito de Hormuz Mohamad Bagher Ghalibaf, chefe do Parlamento iraniano e principal negociador do país, respondeu às declarações de Trump em uma mensagem na rede social X. Ele afirmou que a “continuidade da situação atual é insustentável para os EUA, enquanto nós ainda nem começamos”. Ghalibaf também previu que a “presença maligna” das forças americanas na região diminuirá. Posteriormente, a Guarda Revolucionária iraniana emitiu um comunicado na TV estatal prometendo uma “resposta firme” a navios que tentem passar pelo Estreito de Hormuz por áreas não autorizadas por Teerã. “Alertamos todos os navios que planejam transitar pelo estreito de Hormuz que a única passagem segura é o corredor previamente anunciado pelo Irã. Qualquer desvio de navios para outras rotas é perigoso e resultará em uma resposta firme”, declarou a Guarda. Operação dos EUA visa garantir navegação, mas conflito não é descartado O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, explicou que a operação americana para proteger navios comerciais é temporária e que Washington não busca um confronto direto, mantendo um trégua com o Irã. No entanto, Hegseth ressaltou que uma ação militar não está fora de cogitação, e que qualquer ataque iraniano provocará uma resposta “devastadora”. “Não estamos buscando um conflito. Mas também não podemos permitir que o Irã bloqueie países inocentes e suas mercadorias em uma

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Cruzeiro com 3 mortes sob suspeita de Hantavírus é barrado em Cabo Verde e passageiros clamam por socorro

Navio de cruzeiro com mortes suspeitas de Hantavírus é impedido de atracar em Cabo Verde; passageiros relatam incerteza e medo Um navio de cruzeiro que partiu da Argentina encontra-se em quarentena forçada na costa de Cabo Verde, com passageiros e tripulantes isolados a bordo. A proibição de desembarque ocorreu após a confirmação de três mortes em circunstâncias que levantam suspeitas de um surto de hantavírus. O MV Hondius, com 149 pessoas de 23 nacionalidades a bordo, navega próximo à capital Praia, em Cabo Verde, mas as autoridades locais negaram autorização para atracar, visando proteger a população do arquipélago africano. A situação a bordo é descrita pela operadora turística Oceanwide Expeditions como “uma situação médica grave”. A notícia chegou a público e gerou apreensão entre os viajantes, que buscam respostas e um retorno seguro para suas casas. Conforme relatou um passageiro em redes sociais, a incerteza é o fator mais difícil de lidar neste momento, com um forte desejo de segurança e clareza sobre os próximos passos. Suspeita de Hantavírus e mortes levantam alerta sanitário em alto mar A operadora do cruzeiro confirmou três mortes até o momento. Uma delas ocorreu em 11 de abril a bordo, com o corpo sendo desembarcado em Santa Helena em 24 de abril. Sua esposa, que o acompanhava, também faleceu posteriormente. Ambas as vítimas eram de nacionalidade holandesa. Um passageiro britânico, que adoeceu em 27 de abril e foi levado à África do Sul, testou positivo para hantavírus, segundo a operadora. Um cidadão alemão faleceu a bordo em 2 de maio, mas a causa ainda é desconhecida. Além disso, dois membros da tripulação apresentam sintomas respiratórios agudos e necessitam de atendimento médico urgente. As autoridades holandesas se prontificaram a coordenar uma operação para repatriar os tripulantes doentes, mas a ação depende da autorização de Cabo Verde. Cabo Verde nega desembarque e pede ajuda internacional para evacuação A presidente do Instituto Nacional de Saúde Pública de Cabo Verde, Maria da Luz Lima, declarou que o navio não recebeu permissão para atracar no porto da Praia para “proteger a população cabo-verdiana”. Em resposta, a Direção Nacional de Saúde de Cabo Verde solicitou ao Reino Unido e à Holanda o envio de ambulâncias aéreas para “evacuar pacientes” com urgência. A operadora Oceanwide Expeditions estuda a possibilidade de levar os passageiros para as ilhas Canárias, na Espanha, como alternativa, após a negativa de Cabo Verde. Medidas rigorosas de precaução, incluindo isolamento, higiene e vigilância médica, estão sendo aplicadas a bordo. OMS investiga surto e tranquiliza sobre risco para a população geral A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que está investigando o possível surto de hantavírus. Testes laboratoriais confirmaram a presença do vírus em uma das seis pessoas que apresentaram sintomas. O Ministério das Relações Exteriores da Holanda também confirmou estar analisando a situação. Hans Kluge, diretor da OMS para a Europa, ressaltou que o risco para a população em geral é baixo e que não há motivo para pânico ou restrições de viagem. Ele explicou que as infecções

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Desenrola 2.0 e FGTS para Dívidas: Setor Imobiliário Alerta para Crise em 2026 com Saques Bilionários

Governo lança Desenrola 2.0 com uso de FGTS para quitar dívidas, gerando apreensão no mercado imobiliário para 2026. O otimismo inicial para o setor imobiliário em 2026, impulsionado pela expectativa de queda nos juros, foi abalado por uma nova medida do governo federal. O programa Desenrola 2.0, focado na renegociação de dívidas, autoriza o uso de até 20% do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitar débitos, uma decisão que preocupa entidades do setor. A iniciativa visa auxiliar famílias de baixa e média renda, público-alvo de programas habitacionais como o Minha Casa, Minha Vida. No entanto, a liberação de recursos do FGTS para essa finalidade levanta sérias preocupações sobre o futuro do financiamento imobiliário e a geração de empregos no segmento. Conforme informações divulgadas, a Associação Brasileira de Incorporadoras (ABRAINC) estima que a retirada de recursos do FGTS pode resultar na não criação de até 107 mil postos de trabalho e impedir que 46 mil famílias realizem o sonho da casa própria. O governo federal, por meio do Desenrola 2.0, busca conter o endividamento recorde da população, focando em dívidas de cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal. Impacto nos Empregos e na Economia Preocupa Setor Imobiliário A ABRAINC apresentou simulações que indicam uma potencial perda de entre 59 mil e 107 mil empregos diretos e indiretos no sistema habitacional. Além disso, a entidade projeta que o Estado pode deixar de arrecadar entre R$ 1,4 bilhão e R$ 2,4 bilhões em impostos. Luiz França, presidente da ABRAINC, criticou a medida, classificando-a como um paliativo. “Estamos trocando a reserva de uma vida, destinada à conquista da casa própria, por um pagamento imediato de dívidas que tendem a reaparecer”, declarou. Ele ressaltou que o uso do FGTS, um ativo de longo prazo, para quitar dívidas de curto prazo já se mostrou ineficaz em ciclos anteriores. Minha Casa, Minha Vida e Futuro do Financiamento Sob Risco A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) também manifestou preocupação, especialmente quanto ao impacto no programa Minha Casa, Minha Vida. A liberação de recursos do FGTS agrava um cenário já incerto, marcado por juros altos, aumento do custo das obras e discussões sobre a reforma tributária. A dependência do FGTS para o financiamento habitacional é significativa. Em 2025, o fundo respondeu por cerca de 43% dos novos financiamentos imobiliários, totalizando R$ 138 bilhões. No estoque, o FGTS representa 27% da carteira de crédito imobiliário, atrás apenas da poupança (SBPE). Empresas do Setor Reagem com Silêncio e Quedas na Bolsa Empresas do setor imobiliário listadas em bolsa, como MRV, Cury, Direcional, Tenda, Plano & Plano e Cyrela, evitaram comentar o assunto. No dia do anúncio, Cyrela, MRV e Cury registraram quedas expressivas no Ibovespa, refletindo a apreensão do mercado. A ABRAINC, apesar de manter o otimismo fundamentado na queda dos juros, admitiu que a inclusão do FGTS no Desenrola 2.0 foi uma surpresa negativa. A entidade esperava soluções para o endividamento, mas não que envolvessem a redução de um fundo crucial

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Tiroteio perto da Casa Branca: Suspeito armado troca tiros com Serviço Secreto e é baleado após fuga

Serviço Secreto dos EUA reage a indivíduo armado em área restrita, resultando em confronto e prisão. Um indivíduo suspeito, que aparentava estar portando uma arma de fogo, foi confrontado por agentes do Serviço Secreto dos Estados Unidos nas proximidades da Casa Branca. O homem não chegou a adentrar as instalações presidenciais, mas a situação gerou tensão e um breve bloqueio na área. Após ser abordado pelos agentes, o suspeito empreendeu fuga a pé e, segundo informações divulgadas pelo vice-diretor do Serviço Secreto, Matthew Quinn, efetuou disparos contra os policiais. Em resposta, os agentes do Serviço Secreto também dispararam contra o indivíduo, que foi atingido e posteriormente encaminhado a um hospital. O incidente ocorreu em um momento de alerta elevado para as forças de segurança na capital americana, especialmente após uma tentativa de atentado durante o Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca no final do mês passado. Autoridades ainda investigam se o ataque desta segunda-feira possui alguma ligação com outros eventos recentes. Conforme informação divulgada pelo Serviço Secreto dos EUA, um menor de idade que se encontrava no local foi atingido por disparos do suspeito. Felizmente, o jovem não sofreu ferimentos com risco de vida e recebeu atendimento médico em um hospital. A comitiva do vice-presidente J. D. Vance passou pela área pouco antes do ocorrido, mas não há indícios de que o suspeito visava se aproximar dela. Suspeito armado e ferido é detido após troca de tiros Matthew Quinn, vice-diretor do Serviço Secreto, confirmou que uma arma de fogo foi recuperada com o suspeito. As investigações sobre a motivação e os detalhes exatos do incidente estão a cargo do Departamento de Polícia de Washington. A possibilidade de o ataque ter sido direcionado ao presidente, que estava na Casa Branca no momento, ainda está sendo apurada. Segurança reforçada na capital após eventos recentes As forças de segurança dos Estados Unidos têm mantido um nível de alerta elevado na capital. Esta medida se intensificou após a prisão de um homem suspeito de tentar um atentado durante o Jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, um evento que contou com a presença do presidente Trump e de outras autoridades governamentais. Investigação em andamento para determinar conexões do ataque O Serviço Secreto segue com as investigações para esclarecer todos os pormenores do confronto. A prioridade é determinar a identidade do suspeito, sua possível ligação com outros incidentes e se havia alguma intenção específica em relação às autoridades presentes na Casa Branca. A recuperação da arma de fogo é um ponto crucial para o andamento da apuração. Bloqueio temporário na Casa Branca e impacto na rotina O incidente provocou um breve, porém significativo, bloqueio nas imediações da Casa Branca, afetando o acesso e a rotina da área. A rápida resposta dos agentes do Serviço Secreto foi fundamental para conter a situação e garantir a segurança do perímetro, evitando que o suspeito pudesse avançar para áreas mais restritas do complexo presidencial.

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Bolsonaro recebe alta após cirurgia no ombro e volta para casa; veja detalhes da recuperação e autorização judicial

Bolsonaro tem alta hospitalar após cirurgia bem-sucedida no ombro direito O ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o hospital DF Star, em Brasília, na tarde desta segunda-feira (4), encerrando sua internação iniciada na última sexta-feira (1º). A alta médica marca o fim de um período de cuidados após uma cirurgia no ombro direito, visando tratar uma lesão no manguito rotador. A intervenção cirúrgica, que consistiu em um reparo artroscópico, transcorreu sem complicações. Segundo informações divulgadas, o ex-presidente apresentou uma **boa evolução clínica** após o procedimento, indicando que a recuperação inicial está ocorrendo conforme o esperado pelos médicos responsáveis. A equipe médica que acompanhou Bolsonaro é composta por cinco profissionais renomados. Entre eles, destacam-se o cirurgião de ombro Alexandre Firmino Paniago e o cirurgião geral Claudio Birolini, além dos cardiologistas Leandro Echenique e Brasil Caiado, e o diretor-geral Alisson Borges. A nota do hospital atesta a segurança e o sucesso da operação. Autorização judicial para a cirurgia de Bolsonaro A realização da cirurgia no ombro do ex-presidente **Jair Bolsonaro** demandou uma autorização judicial específica. O procedimento foi liberado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após uma manifestação favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Essa etapa ressalta o contexto legal em que se encontra o ex-presidente. Contexto da prisão domiciliar e estado de saúde Jair Bolsonaro, aos 71 anos, encontra-se em regime de **prisão domiciliar humanitária** desde 24 de março. A decisão de Moraes permitiu essa modalidade de cumprimento de pena após uma internação anterior por pneumonia bacteriana. A cirurgia no ombro é mais um capítulo em sua atual condição de saúde e restrições legais. Detalhes do procedimento no manguito rotador O reparo artroscópico do manguito rotador foi realizado para corrigir lesões previamente identificadas por meio de exames e comprovadas em relatório fisioterápico. Essa técnica cirúrgica minimamente invasiva visa restaurar a função e aliviar a dor causada por danos nessa importante estrutura do ombro, permitindo que Bolsonaro inicie sua reabilitação. Próximos passos da recuperação de Bolsonaro Com a alta hospitalar, o ex-presidente Jair Bolsonaro iniciará o período de recuperação em casa. A expectativa é que ele siga as orientações médicas para garantir o sucesso do tratamento e o retorno gradual às suas atividades. O acompanhamento fisioterápico será crucial nos próximos meses para a completa reabilitação do ombro.

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Kora Saúde: Gigante Hospitalar Fechou Acordo com Credores em Plano de Recuperação Extrajudicial para Evitar Impacto nos Hospitais

Kora Saúde: Gigante Hospitalar Chega a Acordo com Credores para Reestruturar Dívida de R$ 1,3 Bilhão A Kora Saúde, uma das maiores redes hospitalares independentes do Brasil, anunciou um importante acordo com seus credores no âmbito de seu plano de recuperação extrajudicial. O objetivo principal é reajustar o vencimento de uma dívida de R$ 1,3 bilhão, alinhando-a com a capacidade real de geração de caixa da companhia. Essa manobra financeira visa preservar a continuidade das operações e garantir a estabilidade dos negócios da empresa, que opera 17 hospitais em diversos estados brasileiros. A estratégia busca separar o problema financeiro da operação, minimizando qualquer impacto na qualidade e disponibilidade dos serviços de saúde oferecidos aos pacientes. A rede hospitalar, que registrou um faturamento de R$ 2,4 bilhões no ano passado, pretende com este plano manter o funcionamento regular de suas unidades enquanto reorganiza suas obrigações financeiras. Conforme informação divulgada pela Kora Saúde, a postergação de pagamentos se restringe a credores financeiros e não operacionais, garantindo que médicos, fornecedores, funcionários e outros parceiros essenciais continuem recebendo em dia. Reestruturação Financeira e Operacional em Foco O plano de recuperação extrajudicial da Kora Saúde prevê uma reestruturação abrangente de seu passivo. A companhia está em negociações com outros credores que não foram inicialmente incluídos no acordo, buscando uma solução mais ampla para suas dívidas. O objetivo é aliviar a pressão de curto prazo sobre o caixa e tornar o endividamento mais sustentável a longo prazo. Paralelamente, a Kora Saúde tem implementado medidas internas para reforçar a disciplina financeira. Isso inclui a contenção de despesas administrativas e ajustes na governança corporativa, com foco na redução de custos e na preservação de caixa, diante do atual cenário econômico. A meta é sair do processo com uma dívida menor, menor alavancagem e um fluxo de pagamentos compatível com a geração de caixa da empresa. Mudanças na Governança e Gestão Em linha com a reestruturação financeira, a Kora Saúde também anunciou mudanças na área de governança e gestão. O objetivo é diminuir a estrutura organizacional e enxugar gastos administrativos. Como parte dessas medidas, um membro do conselho de administração foi destituído, e não houve reposição imediata para evitar custos adicionais. Além disso, o número mínimo de conselheiros foi reduzido. A pressão financeira sobre a Kora Saúde já havia sido evidenciada em suas últimas divulgações de resultados. No último trimestre do ano passado, a rede registrou um prejuízo líquido de R$ 167,6 milhões. No acumulado de 2025, o prejuízo totalizou R$ 421,3 milhões, com um aumento de 46,7% nas despesas financeiras, que chegaram a R$ 646 milhões. Desempenho Operacional e Endividamento Apesar dos desafios financeiros, a operação da Kora Saúde demonstrou crescimento. A receita líquida somou R$ 597,9 milhões no quarto trimestre, um aumento de 7,4% em relação ao ano anterior. No acumulado de 2025, a receita atingiu R$ 2,38 bilhões, com crescimento de 5,1%. O Ebitda ajustado, indicador de geração de caixa operacional, somou R$ 118,6 milhões no trimestre, com leve queda de 26,1% na comparação anual, e

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CEO que Vendeu Eventbrite por US$ 500 Milhões Agora Pensa em Ser Estagiária e Aprender Código

Julia Hartz, ex-CEO da Eventbrite, vive um “pós-parto” profissional e explora o aprendizado em novas áreas após a venda milionária da empresa. Após 20 anos dedicados à criação e expansão da Eventbrite, Julia Hartz, a visionária CEO por trás da plataforma de venda de ingressos, encontra-se em um momento de redefinição profissional. A executiva liderou a empresa em uma jornada que incluiu captações bilionárias, um IPO e, finalmente, sua venda por US$ 500 milhões para a Bending Spoons. Agora, com a agenda livre, Hartz está explorando um caminho incomum: o aprendizado profundo e até mesmo a possibilidade de um estágio. A sensação, segundo ela, é semelhante ao período pós-parto, uma mistura de vazio e novas possibilidades. Hartz, que nunca ficou sem emprego desde os 15 anos, expressa uma profunda paixão por aprender e recomeçar do zero. Sua trajetória profissional, que começou com trabalhos diversos na adolescência e passagens pela MTV e FX, culminou na fundação da Eventbrite, que ela agora vê como um ciclo completo. A decisão de vender a Eventbrite, embora dolorosa, foi vista como necessária para o futuro da empresa. Hartz reconhece a importância de tomar decisões difíceis, mesmo que contrariem o desejo pessoal, visando o melhor para o negócio. A jornada da Eventbrite, marcada por desafios como a pandemia de COVID-19 e flutuações no mercado de ações após seu IPO em 2018, exigiu resiliência e adaptabilidade. Conforme informação divulgada pela Fortune, a venda por US$ 500 milhões e o fechamento de capital marcam o fim de uma era para Hartz e a empresa. Uma Nova Jornada de Aprendizado e Recomeço Julia Hartz, aos 46 anos, não está parada. Ela assumiu um cargo no conselho da Live Like Braun Foundation, dedicando-se a causas sociais. Além disso, tem atuado como uma “recrutadora solo”, auxiliando ex-funcionários da Eventbrite a encontrar novas oportunidades de trabalho, demonstrando seu compromisso com aqueles que fizeram parte de sua jornada. Paralelamente, Hartz está retomando hobbies e explorando novas fronteiras. Ela dedica tempo ao aprendizado de piano, aprimoramento do golfe e até mesmo a desafios intelectuais como jogar xadrez com um robô. Sua curiosidade a leva a mergulhar nas novas ferramentas de Inteligência Artificial, como o Claude e o OpenClaw, dedicando horas ao estudo de códigos e algoritmos. A Intriga do Estágio para Líderes Experientes O que mais chama a atenção é a possibilidade de Julia Hartz buscar um estágio. Ela valoriza a experiência de estar na base da hierarquia corporativa como uma forma de adquirir conhecimento profundo e acesso a novas perspectivas. A ideia de líderes experientes passarem por estágios em outras áreas, mesmo que por curtos períodos, é algo que a entusiasma. Hartz acredita que essa troca de experiências em diferentes níveis pode gerar um aprendizado simbiótico e enriquecedor. A possibilidade de um estágio, para alguém que construiu um império como o da Eventbrite, reflete uma mentalidade de aprendizado contínuo e humildade diante de novas descobertas. Ela vê o estágio como uma porta para entender os mecanismos internos de outras empresas e setores. O

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Juíza dos EUA critica “confinamento solitário efetivo” de suspeito de tentar matar Trump, compara com detentos de 6 de janeiro

Juíza expressa forte preocupação com o tratamento de Cole Thomas Allen, suspeito de atentado contra Trump Uma juíza federal dos Estados Unidos, Zia Faruqui, manifestou profunda apreensão quanto às condições de detenção de Cole Thomas Allen, o homem acusado de tentar assassinar Donald Trump em um jantar com a imprensa no final de abril. Allen tem sido mantido em uma regime de segurança excepcionalmente rigoroso por vários dias. Durante uma audiência convocada às pressas em Washington, a juíza Faruqui exigiu explicações sobre a decisão de colocar o suspeito em vigilância contra suicídio, privá-lo de serviços básicos e mantê-lo em um “confinamento solitário efetivo” por quase uma semana. Isso ocorre enquanto o governo ainda está reunindo fatos cruciais para o processo federal contra ele. A situação de Allen chamou a atenção quando seus advogados levantaram alertas sobre as condições de sua detenção no fim de semana. Conforme relatado, ele foi colocado em vigilância sem uma avaliação psiquiátrica completa e mantido em isolamento por até 23 horas diárias. As informações foram divulgadas conforme reportado em matéria jornalística. Acusações graves contra o suspeito de atentado contra Trump Cole Thomas Allen, de 31 anos, compareceu ao tribunal na semana passada, onde promotores o acusaram de tentar assassinar Trump e de disparar uma arma ao invadir o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca. O Departamento de Justiça também o acusa de transportar armas, incluindo uma espingarda, da Califórnia para Washington, e de conspirar para matar vários funcionários de alto escalão. Apesar da gravidade das acusações, que poderiam levar a uma pena de prisão perpétua, o governo ainda não havia confirmado oficialmente que foi a bala disparada por Allen que feriu um agente do Serviço Secreto. No entanto, a procuradora federal Jeanine Pirro afirmou no domingo que os investigadores concluíram que a bala era dele, descrevendo o ato como “violento e premeditado, calculado para derrubar o presidente e qualquer pessoa que estivesse na linha de fogo”. Juíza compara tratamento de Allen com o de detentos de 6 de janeiro A juíza Zia Faruqui criticou veementemente o tratamento dado a Allen, comparando-o com o de dezenas de pessoas condenadas por crimes violentos durante o motim no Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Estes últimos foram colocados em alojamentos de segurança mais baixa e isentos de medidas de prevenção de suicídio. Em contraste, Faruqui observou que Allen, que não possui antecedentes criminais, foi submetido às condições “mais punitivas e severas”. Ela expressou surpresa, afirmando: “Ele tem sido tratado de maneira completamente diferente de qualquer pessoa que eu já tenha visto”. A juíza questionou o funcionário do Departamento de Correções, Tony Towns, sobre a privação de privilégios básicos de Allen, como visitas e acesso a uma bíblia. Condições de detenção e próximas etapas no caso Eugene Ohm, defensor público federal de Allen, corroborou a informação de que seu cliente foi mantido sozinho por até 23 horas por dia, situação que a juíza descreveu como “confinamento solitário efetivo”. Faruqui declarou estar “muito preocupada com o modo como

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