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Urnas Eletrônicas Sob Lupa: TRE-SP Realiza Testes de Integridade em Tempo Real na Capital Paulista

Testes de Integridade de Urnas Eletrônicas em São Paulo: Transparência e Segurança em Evidência Neste domingo, 4 de fevereiro, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) iniciou uma série de testes de integridade com as urnas eletrônicas na capital paulista. A iniciativa visa reforçar a confiança no processo eleitoral, submetendo os equipamentos a uma auditoria pública e detalhada. Cerca de 400 pessoas, entre servidores do TRE e voluntários, participam ativamente desta demonstração de segurança. O objetivo principal é comprovar que os votos digitados nas urnas eletrônicas correspondem exatamente aos votos registrados em cédulas de papel preenchidas previamente pelos voluntários. Este procedimento, que já ocorre há duas décadas, é uma importante ferramenta para a fiscalização e validação do sistema de votação eletrônica. Os resultados dos testes são acompanhados de perto e os detalhes do processo são transmitidos por câmeras, garantindo total transparência. A informação é do próprio TRE-SP. Como Funciona o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas O teste de integridade das urnas eletrônicas é um processo meticuloso projetado para verificar a equivalência entre os votos registrados eletronicamente e os votos em papel. Voluntários preenchem cédulas de papel com votos simulados, que são então digitados nas urnas eletrônicas em um ambiente controlado e monitorado. Ao final do período de votação simulada, que ocorre até as 17h, é realizada uma conferência detalhada. O total de votos registrados nas cédulas de papel é comparado com o total de votos que a urna eletrônica indica ter recebido. Esse processo é repetido em diversas urnas para garantir a robustez da auditoria. Mais de 20 Anos de Segurança Comprovada O juiz eleitoral Francisco Shintate, membro da comissão de teste de integridade de urnas, ressalta a confiabilidade do sistema. “É uma demonstração de que o resultado que as urnas emitem ao final do período de votação corresponde aos votos que efetivamente foram lançados. Até hoje, em mais de 20 anos, o resultado sempre bateu em todo o Brasil”, afirmou Shintate. Essa longa trajetória de acertos nos testes de integridade reforça a segurança e a precisão das urnas eletrônicas utilizadas no país, um feito notável em mais de duas décadas de eleições. Locais e Acesso para Visitação Este ano, os testes estão concentrados em 30 urnas localizadas no Centro Cultural São Paulo, situado na Rua Vergueiro, 1000, no bairro Paraíso, zona sul da capital. Adicionalmente, três urnas estão sendo testadas em uma seção da Universidade Paulista (Unip) Vergueiro, nas proximidades. A unidade especial no Centro Cultural São Paulo está aberta para visitação pública durante todo o dia, até o encerramento das atividades eleitorais. “O espaço é essencialmente para demonstrar a lisura do processo”, complementou o juiz eleitoral. A participação cidadã e a observação direta são incentivadas para fortalecer a **confiança no sistema eleitoral brasileiro**. Ambiente Controlado para Auditoria Ampliada O teste de integridade é realizado fora do sistema eleitoral oficial, o que permite auditar uma quantidade maior de urnas eletrônicas. Esse ambiente controlado possibilita um monitoramento minucioso de todos os detalhes do procedimento, garantindo que qualquer eventual

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Trump divulga número de celular de Senador Republicano em briga acirrada sobre horário de verão permanente

Donald Trump expõe número de senador em disputa sobre horário de verão, alimentando polêmica nacional O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou um novo escândalo ao divulgar publicamente o número de celular atribuído ao senador republicano Tom Cotton. A ação ocorreu em meio a uma intensa discordância sobre a permanência do horário de verão no país, evidenciando a polarização política em torno da questão. A publicação, feita na plataforma Truth Social, instigava os cidadãos a contatarem diretamente o senador do Arkansas, que se posiciona contra um projeto de lei de Trump para manter o horário de verão o ano inteiro. Essa manobra política intensificou o debate e trouxe à tona a divisão de opiniões sobre a medida. A controvérsia gira em torno da Lei de Proteção à Luz Solar, que visa acabar com a prática de ajustar os relógios duas vezes ao ano. Enquanto Trump defende a ideia, alegando que a maioria dos americanos prefere mais luz solar no período da tarde, Cotton argumenta que a mudança prejudicaria quem acorda cedo, mantendo-os no escuro durante os meses de inverno. Oposição de Tom Cotton e os argumentos contra o horário de verão permanente Trump acusou Cotton de ser um obstáculo para um projeto importante, declarando: “Tom Cotton, um amigo meu, está impedindo o avanço de um projeto de lei muito importante. Todos no Arkansas precisam saber disso”. A resposta de Cotton veio através da rede social X, onde ele reiterou sua posição. “Ninguém gosta de mudar os relógios — eu inclusive—, mas o Congresso já instituiu o horário de verão permanente várias vezes e o revogou em todas elas, depois que os americanos vivenciaram nasceres do sol absurdamente tardios no inverno”, escreveu o senador. Ele enfatizou que os moradores do Arkansas não desejam que seus filhos frequentem a escola ainda escuro, reafirmando seu compromisso em priorizar os interesses de seu estado. Trump intensifica a pressão e dá tom político à disputa Esta não foi a primeira vez que Trump abordou a oposição de Cotton ao projeto em poucos dias. Após a declaração do senador, Trump voltou à carga no Truth Social, transformando a questão em um embate político. Ele pediu uma “vitória no Senado para o Partido Republicano” e instou Cotton a “simplesmente aceitar a vitória”. Apesar de Cotton estar concorrendo à reeleição, sua disputa não é considerada acirrada. No entanto, a intervenção de Trump adiciona uma camada de complexidade e visibilidade à já existente divisão sobre o horário de verão. A Câmara dos Representantes já aprovou o projeto, mas sua tramitação no Senado enfrenta resistência, com Cotton expressando dúvidas sobre a disposição do líder da maioria em submetê-lo à votação. Apoio de diversos setores e precedentes de Trump Trump buscou apoio para sua causa citando grupos como golfistas e agricultores. Ele compartilhou uma carta do CEO do PGA Tour, Brian Rolapp, que destacou a necessidade de mais luz solar à tarde para a conclusão de torneios. O presidente também mencionou tenistas, caçadores e a segurança pública, argumentando que “criminosos

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Eleições 2026: Camiseta, Adesivo ou Bandeira? Descubra o que pode usar para votar sem problemas e evitar multas

Eleições 2026: O que você pode (e não pode) usar para expressar seu voto no dia da eleição À medida que as eleições de 2026 se aproximam, muitos eleitores já pensam em como demonstrar suas preferências políticas no dia da votação. É comum ver pessoas com camisetas, adesivos ou até mesmo pequenas bandeiras, mas é crucial entender o que a legislação eleitoral permite para evitar transtornos. A liberdade de expressão é um direito garantido, mas possui limites claros durante o período eleitoral. A Justiça Eleitoral estabelece regras específicas para o dia da votação, visando garantir a tranquilidade e a lisura do processo. Saber dessas normas é fundamental para que todos possam exercer sua cidadania sem cometer infrações. Neste guia, vamos detalhar o que é permitido e o que é proibido em termos de manifestações políticas individuais no dia da eleição. Além disso, apresentaremos como você pode colaborar para um pleito mais seguro, denunciando possíveis irregularidades. Continue lendo para ficar bem informado e votar com consciência. Manifestação individual e silenciosa: o que é permitido? Conforme informação divulgada pela Justiça Eleitoral, durante a votação, é permitida a **manifestação individual e silenciosa** da sua posição política. Isso significa que eleitores têm a liberdade de usar itens que expressem sua preferência, como bandeiras, camisetas, broches e adesivos. O objetivo é permitir que cada cidadão demonstre seu apoio a um candidato ou partido de forma pessoal e discreta. É importante ressaltar que essa permissão se restringe a atos individuais e que não perturbem a ordem ou influenciem outros eleitores. A ideia é que a escolha de cada um seja respeitada, sem que haja qualquer tipo de coação ou tumulto no ambiente de votação. Portanto, usar uma camiseta com o número do seu candidato ou um adesivo discreto no peito é permitido. O que é proibido no dia da eleição Por outro lado, a legislação é clara quanto ao que **não pode** acontecer no dia da votação. A proibição recai sobre aglomerações, manifestações coletivas ruidosas, a abordagem a outros eleitores ou qualquer tentativa de aliciamento. Essas ações são consideradas crimes de boca de urna e podem acarretar sérias consequências legais. A intenção dessas restrições é garantir que o eleitor possa exercer seu direito ao voto de forma livre e segura, sem sofrer qualquer tipo de pressão ou influência indevida. A proibição de aliciamento, por exemplo, visa impedir que eleitores tentem convencer outros a votar em determinado candidato, o que configura crime eleitoral. Como denunciar irregularidades e garantir um pleito mais seguro Para combater e prevenir irregularidades no processo eleitoral, a Justiça Eleitoral disponibiliza ferramentas para que os cidadãos possam colaborar. Quem identificar possíveis práticas proibidas, como boca de urna ou aliciamento, pode e deve denunciar. A ferramenta para isso é o aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. Através dele, é possível informar o local da ocorrência, descrever os fatos detalhadamente e, se possível, anexar fotos, vídeos, áudios ou links que ajudem na apuração. Essa colaboração é fundamental para a manutenção da democracia e a lisura das eleições.

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Tragédia em Gaza: Ataque de Israel mata cinco, incluindo mãe e filha cristãs, em prédio residencial

Ataque aéreo em Gaza resulta em mortes de civis, incluindo família cristã, e destruição de prédio residencial. Israel confirma ação contra alvo do Hamas. Um ataque aéreo do Exército de Israel na madrugada deste sábado (3) resultou na morte de cinco palestinos, incluindo quatro mulheres, em um prédio de apartamentos na Cidade de Gaza. Entre as vítimas fatais estão uma mãe cristã, Maisa Abu Dawoud, e sua filha Mary, conforme informado por autoridades de saúde e pela Igreja local. As forças israelenses confirmaram ter realizado um ataque contra um apartamento em Gaza com o objetivo de eliminar Ali al-Amoudi, líder do escritório político do Hamas. No entanto, ainda não está claro se este foi o mesmo incidente que causou a morte dos cinco palestinos. As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram que os resultados do ataque estão sendo avaliados. O prédio residencial foi completamente destruído e um incêndio se iniciou após o bombardeio. Testemunhas relataram momentos de pânico e destruição. “Estávamos dormindo e, de repente, ouvimos ataques contínuos e explosões intensas. As crianças acordaram assustadas e começaram a correr e gritar”, disse Ahmed al-Dahdouh, que presenciou o ocorrido. Família cristã entre as vítimas em Gaza Amigos, muçulmanos e parentes se reuniram na Igreja de São Porfírio, na Cidade de Gaza, para se despedir de Maisa e Mary. Os cristãos representam uma pequena minoria em Gaza, com cerca de 1% da população total. O Patriarcado Greco-Ortodoxo de Jerusalém lamentou as mortes e expressou condolências à família, clamando pelo fim da guerra. Tensões aumentam e cessar-fogo é questionado Israel tem intensificado seus ataques contra o Hamas nas últimas semanas, alegando que o grupo está se rearmando e realizando ações em violação ao cessar-fogo. O Hamas, por sua vez, nega as acusações e acusa Tel Aviv de minar o acordo de paz mediado pelos Estados Unidos no ano passado, que previa a reconstrução do território e, eventualmente, o desarmamento do Hamas e a retirada das tropas israelenses. Balanço de vítimas em meio ao conflito Autoridades de saúde de Gaza afirmam que pelo menos 1.400 palestinos foram mortos em ataques israelenses desde o cessar-fogo de outubro. Do lado israelense, quatro soldados teriam sido mortos por terroristas em Gaza no mesmo período, segundo informações de Israel. A comunidade internacional continua a monitorar a situação com preocupação.

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Execução Falha de Christa Pike: Repórter com 500 Mortes no Texas Revela Choque e Reflexões Profundas

Repórter Relata Ineditismo em Falha de Execução: Quase 500 Mortes no Texas e Nenhum Caso Como o de Christa Pike O jornalista Michael Graczyk, veterano com quase 500 execuções acompanhadas no Texas, expressou surpresa e reflexão diante da falha na execução de Christa Pike, no Tennessee. Ele detalha que, em décadas de cobertura, nunca presenciou um caso em que o condenado sobreviveu após a administração do protocolo de injeção letal. Graczyk, que cobriu a pena capital extensivamente para a Associated Press (AP) e continua a fazê-lo como freelancer após sua aposentadoria em 2018, considera a ocorrência no Tennessee como um sinal do que ele já antecipava. “Para mim, era só uma questão de tempo”, afirmou o repórter à BBC News, ressaltando que a possibilidade de falhas sempre esteve presente em sua mente durante sua longa carreira cobrindo o tema. A declaração vem em um momento de crescente escrutínio sobre os métodos de execução nos Estados Unidos, conforme divulgado pela BBC News. Protocolos em Xeque e Revisão Urgente Após Tentativa de Execução O protocolo de execução do Tennessee prevê um segundo conjunto de doses de pentobarbital caso a primeira não seja eficaz. No entanto, o procedimento não especifica ações a serem tomadas se o condenado permanecer vivo após a segunda aplicação, como ocorreu com Christa Pike. Diante do ocorrido, o governador Bill Lee suspendeu as execuções no estado e ordenou uma revisão independente dos procedimentos. A falha na execução de Pike, de 50 anos, que continuou respirando após duas doses do barbitúrico, levou à remoção do chefe do sistema prisional do Tennessee de seu cargo. O caso reacende o debate sobre a eficácia e a humanidade das injeções letais, método mais utilizado de pena capital nos 27 estados americanos onde ela é permitida. A Ascensão das Execuções Mal Sucedidas e a Busca por Alternativas Execuções malsucedidas têm ganhado mais atenção na última década, impulsionadas pela escassez de medicamentos essenciais para a injeção letal. Alguns estados buscaram fórmulas alternativas ou obtiveram substâncias de fontes menos convencionais, enquanto outros chegaram a retomar métodos como o fuzilamento. O Death Penalty Information Center, uma organização de estudos sobre a pena de morte, define uma execução malsucedida como aquela que envolve “problemas ou atrasos inesperados que causaram, ao menos possivelmente, sofrimento desnecessário ao preso, ou que refletem grave incompetência do executor”. A organização registrou 64 execuções malsucedidas desde 1982, sendo 51 delas por injeção letal. Em pelo menos sete casos, as execuções foram interrompidas pela impossibilidade de inserir a via intravenosa. Contudo, Graczyk enfatiza que, em suas quase 500 coberturas no Texas, nunca testemunhou uma falha após a injeção ter sido administrada. O Papel do Jornalista e a Responsabilidade de Testemunhar a Pena Capital Graczyk, que dedicou 46 anos à AP, vê sua presença em execuções como um dever jornalístico crucial. “De todos os poderes que o governo estadual ou federal tem sobre nós, nenhum é maior do que o de tirar a nossa vida”, declarou. Ele acredita ser fundamental que alguém sem interesse direto no

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Creta em Alerta Vermelho: Chuvas Intensas Causam Inundações, Danos e Evacuações Turísticas na Ilha Grega

Creta Sofre com Chuvas Torrenciais: Inundações e Danos Colocam a Ilha em Alerta Máximo A maior ilha da Grécia, Creta, foi severamente atingida por chuvas intensas que resultaram em inundações e danos significativos. As precipitações volumosas causaram transtornos generalizados, obrigando as autoridades a emitir um alerta vermelho, o nível mais alto de vigilância meteorológica. A situação levou à retirada de alguns turistas e exigiu o bloqueio de estradas devido ao acúmulo de água e destroços. Equipes de resgate trabalham intensamente para normalizar o tráfego e garantir a segurança da população e dos visitantes. A Defesa Civil solicitou que os moradores de diversas localidades limitassem seus deslocamentos e buscassem áreas mais elevadas. O cenário exigiu mobilização de equipes de emergência para lidar com os impactos das enxurradas e deslizamentos. Conforme informação divulgada pela agência AFP, o prefeito de Ierapetra, Emmanouil Fragkoulis, descreveu a situação como de “problemas graves, foi acumulado um volume maciço de água”. Impactos em Ierapetra e Chania Na localidade de Ierapetra, os temporais deixaram várias estradas bloqueadas e cobertas por detritos arrastados pelas fortes correntezas. Uma mulher precisou ser hospitalizada como medida de precaução, e alguns turistas foram realocados de áreas de risco. Em Chania, um importante centro turístico, o histórico porto veneziano sofreu danos consideráveis devido à intensa agitação marítima. Restaurantes e outros estabelecimentos voltados ao turismo também foram afetados. Turistas e Funcionários em Segurança Um incidente preocupante ocorreu em uma estrada entre Ierapetra e Sitia, onde 23 pessoas ficaram presas em seus veículos. Segundo a televisão pública ERT, um táxi com três turistas foi arrastado por uma enxurrada, mas felizmente, o motorista e os passageiros conseguiram sair ilesos após o veículo ser bloqueado contra um talude. Além disso, oito funcionários do parque nacional das Gargantas de Samaria, um popular atrativo natural, ficaram isolados. As autoridades garantiram que eles estão em um local seguro, com suprimentos de alimentos, medicamentos e abrigo. Dados Meteorológicos e Alerta Contínuo O departamento de Chania registrou um volume impressionante de 420 milímetros de chuva entre sexta-feira (2) e a tarde de sábado (3), de acordo com o Observatório Nacional de Atenas. Os fortes ventos que atingiram o mar Egeu também levaram à suspensão de parte do tráfego marítimo, com diversos ferries permanecendo atracados nos portos de Pireu, Lavrio e Rafina durante boa parte do dia. A ilha de Creta permanece sob alerta vermelho, indicando a necessidade de máxima atenção às condições climáticas. Esforços de Resgate e Recuperação Equipes de resgate estão atuando para desobstruir as vias afetadas por pequenos deslizamentos de terra e pelo acúmulo de materiais trazidos pelas chuvas. O objetivo principal é restabelecer a normalidade e garantir a segurança de todos os residentes e turistas na ilha. A colaboração entre as autoridades e a população é fundamental para superar os desafios impostos por este evento climático extremo em Creta.

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Janja: De Articuladora de Campanha a Voz de Deus na Defesa de Lula e Críticas a Opositores

Janja da Silva: A Primeira-Dama Que Ganhou Destaque na Campanha Eleitoral A participação da primeira-dama Janja da Silva na campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi marcada por uma atuação intensa e multifacetada. Entre 16 de agosto e 3 de outubro, Janja esteve presente em quase 30 comícios, consolidando sua posição como uma figura central na estratégia eleitoral. Sua jornada a levou de articuladora política a defensora fervorosa do presidente, especialmente em momentos de alta polarização. A socióloga demonstrou habilidade em navegar por controvérsias, utilizando sua plataforma para defender Lula e rebater críticas. Sua trajetória na campanha revelou uma faceta de sua personalidade que ia além do papel tradicional da primeira-dama, mostrando-se uma aliada estratégica e vocal em diversas frentes de batalha política e midiática. Conforme informações divulgadas, Janja não apenas participou de reuniões estratégicas, mas também interferiu diretamente na organização de eventos e na escolha de atrações. Sua influência nos bastidores foi descrita como crescente, participando ativamente de discussões cruciais para o sucesso da campanha presidencial, conforme reportagem da Folha. O Papel de Janja nas Controvérsias da Campanha Janja da Silva assumiu um papel de destaque na defesa do presidente Lula durante a campanha, especialmente em duas controvérsias que agitaram a reta final do primeiro turno. Sua atuação foi marcada por declarações enfáticas e ações simbólicas que buscavam fortalecer a imagem do marido e descreditar adversários. Um dos episódios envolveu a disputa religiosa em torno de Nossa Senhora Aparecida. Diante de fake news que associavam Flávio Bolsonaro a uma suposta intenção de retirar o título de padroeira do Brasil da santa, Janja agiu prontamente. Ela publicou uma imagem de Lula com a santa e, posteriormente, foi vista usando uma medalha da padroeira no Planalto, reforçando sua conexão com a fé popular. Além disso, em setembro, durante um ato em Teresina, Janja declarou que Lula era o “verdadeiro ungido de Deus”. Essa afirmação foi uma resposta direta ao apoio de Michelle Bolsonaro ao ministro André Mendonça, a quem ela havia chamado de “escolhido e ungido do Senhor”. Janja demonstrou assim sua capacidade de engajar em debates religiosos e de se posicionar firmemente em temas sensíveis. Janja Contra-Ataca Opositores com Linguagem Assertiva A primeira-dama também demonstrou sua veia combativa em relação a declarações polêmicas de opositores. Após uma fala do presidente Lula em Belém, que posteriormente explicou como uma referência a exames ginecológicos, Janja não hesitou em confrontar o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Em Salvador, Janja chamou o deputado de “piá de b*sta” e o alertou para “lavar a boca” antes de falar sobre Lula. Dias depois, em Minas Gerais, ela reiterou os ataques, qualificando-o também de “mentiroso”. Essa postura assertiva de Janja evidencia sua disposição em defender o presidente e em confrontar diretamente seus críticos, utilizando uma linguagem direta e contundente. Janja: Da Influência nos Bastidores à Voz Religiosa e Feminista Fora das polêmicas, a atuação de Janja na campanha abrangeu também a mobilização de eleitorado e a defesa de pautas femininas. Sem um cargo formal, ela participou

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Governo Brasileiro Sabia de Fechamento de Missões Diplomáticas Americanas, Mas Evita Falar em Interferência Eleitoral

Governo Brasileiro Cauteloso com Suspensão de Atividades Diplomáticas dos EUA às Vésperas das Eleições O governo brasileiro já estava ciente de que os Estados Unidos poderiam suspender as atividades de sua embaixada e consulados no país. A interrupção dos trabalhos foi anunciada nesta sexta-feira (2), sem previsão de retorno. A gestão do presidente Lula monitorava os fatores que levaram à decisão do governo de Donald Trump, que justificou a medida por “questões de segurança”. Apesar de o governo brasileiro ter acompanhado de perto os indícios e o desenrolar da situação, a administração de Lula evita, até o momento, classificar a ação como uma tentativa de interferência nos assuntos internos do Brasil, especialmente a dois dias do primeiro turno das eleições presidenciais, que ocorrem neste domingo (4). A Polícia Federal informou ter cumprido dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e no entorno do Distrito Federal para investigar um suposto planejamento de atos que poderiam comprometer a segurança de instalações diplomáticas entre os dois países. Conforme a corporação, tratou-se de uma ação preventiva em investigação sigilosa, fruto de cooperação com agências de inteligência estrangeiras. As medidas não identificaram elementos que corroborassem os riscos apontados inicialmente. Austrália Segue os EUA em Suspensão de Atividades Diplomáticas A embaixada da Austrália também anunciou a suspensão de suas atividades, acompanhando a decisão americana. Fontes do governo brasileiro indicam que o país não havia relatado problemas de segurança e que a medida australiana foi uma adesão à deliberação dos Estados Unidos. Um comunicado oficial alertou cidadãos australianos sobre possíveis ameaças terroristas e crimes violentos no Brasil, recomendando evitar áreas próximas às representações diplomáticas americanas. Cautela Brasileira Evita Alarde e Possível Interferência Embora a suspensão das atividades consulares ocorra em um momento de tensões relacionadas às eleições brasileiras, autoridades nacionais afirmam que ainda não há elementos concretos para inferir interferência. A postura do governo Lula é de não gerar alarde, evitando pânico desnecessário antes do pleito eleitoral. Essa cautela visa manter a estabilidade e a tranquilidade no processo democrático. Histórico de Questionamentos Americanos sobre Segurança e Justiça no Brasil Internamente, o governo Lula percebe um histórico de manipulação do tema de segurança brasileira por parte dos Estados Unidos. Em outras ocasiões, o governo Trump já questionou a forma como o Brasil lida com seus problemas de justiça e segurança. Esses questionamentos se intensificaram com o tarifário americano de 2025, quando Donald Trump criticou as decisões do Judiciário brasileiro no caso do ex-presidente Jair Bolsonaro. EUA Já Questionaram Processo Eleitoral Brasileiro Anteriormente Mais recentemente, os Estados Unidos direcionaram questionamentos ao processo eleitoral brasileiro. Na ocasião, o Itamaraty negou vistos a dois funcionários do Departamento de Estado que demonstraram interesse em acompanhar o processo democrático, sob a perspectiva de haver interferência direta e questionamentos às urnas eletrônicas. Este ano, o Brasil também vivenciou outros atritos diplomáticos, como o rebaixamento das relações com a Argentina após ataques do presidente Javier Milei a Lula e ao Brasil.

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Eleições 2022: Lula e Bolsonaro evitam China, mas minerais estratégicos colocam o país no centro da disputa EUA-Pequim

Brasil na encruzilhada: A disputa pela influência da China e os minerais que podem definir o futuro A China, gigante econômica global, mal apareceu nos debates e discursos da campanha eleitoral brasileira. Temas como o caso Banco Master, conflitos com o STF e tarifas americanas dominaram o noticiário, relegando Pequim a um papel secundário, geralmente utilizado como munição retórica. Flávio Bolsonaro, por exemplo, criticou o governo Lula por, segundo ele, “lamber as botas da China”, mas ao mesmo tempo prometeu uma relação “pragmática economicamente” com o país asiático. Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, elogiou a “ousadia dos investidores chineses” na América Latina durante entrevista ao Flow Podcast. Ambos os candidatos parecem acenar para a ideia de que o Brasil não precisa escolher entre Pequim e Washington, uma posição que, segundo analistas, dificilmente se sustentará no próximo mandato presidencial, independentemente de quem vença. Essa estratégia de neutralidade, que funcionou enquanto o comércio com a China se resumia a commodities como soja e minério de ferro, enfrenta novos desafios. A crescente demanda por minerais críticos, como as terras raras – essenciais para a fabricação de componentes eletrônicos, motores de carros elétricos e armamentos –, coloca o Brasil em uma posição estratégica de destaque. A China detém o controle de grande parte do refino desses minerais, e o Brasil possui a segunda maior reserva mundial, atrás apenas da própria China. Essas informações foram divulgadas pela fonte de conteúdo 1. Goiás: O laboratório da disputa por terras raras O estado de Goiás tem sido palco de intensas negociações e investimentos em terras raras. Em abril, a empresa americana USA Rare Earth adquiriu a mina de Serra Verde por cerca de US$ 2,8 bilhões. O Pentágono, órgão de defesa dos Estados Unidos, reforçou seu interesse no projeto com um investimento de US$ 750 milhões em agosto, pouco antes de a China apresentar uma proposta de parceria ao governo brasileiro. Paralelamente, a chinesa CMOC já opera em Goiás desde 2016, após a compra de minas de nióbio da Anglo American. Bolsonaro e a aliança com os EUA contra o domínio chinês Flávio Bolsonaro, em março, apresentou o Brasil em um encontro conservador em Dallas, nos Estados Unidos, como uma alternativa americana ao domínio chinês sobre minerais estratégicos. Segundo o site Amado Mundo, dias antes, um aliado de Bolsonaro teria apresentado a doadores ligados a Donald Trump um documento que visava criar uma cadeia de suprimentos paralela à chinesa. Embora o aliado tenha negado relação direta com a campanha, o documento ostentava a marca da campanha presidencial. Lula busca processamento local e enfrenta pressão de Washington O plano de Lula é que o minério seja processado no Brasil antes de ser exportado, buscando parcerias independentemente da origem. Uma lei sancionada em 16 de setembro criou um conselho ligado à Presidência para avaliar a participação estrangeira em projetos estratégicos. No entanto, essa postura de neutralidade não agrada a Washington, que em janeiro chegou a solicitar ao Itamaraty a revisão da venda de minas de níquel

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Sustentabilidade no Mercado Imobiliário: Como Certificações Geram Valor Real e Economia para Compradores e Construtoras

Sustentabilidade no Mercado Imobiliário: Desvendando o Valor Real e os Benefícios Tangíveis para Todos os Envolvidos Por muito tempo, a sustentabilidade no setor imobiliário foi vista principalmente como um selo ou um argumento de marketing. No entanto, a realidade é que as práticas sustentáveis já estão gerando valor concreto em diversas etapas do negócio, desde a concepção do projeto até a operação do imóvel. Para quem compra, a grande questão é entender como essa abordagem se traduz em ganhos práticos, seja no preço, nos custos de manutenção ou na valorização do patrimônio. Relatórios de sustentabilidade de construtoras e incorporadoras revelam que as soluções ambientais já demonstram efeitos econômicos significativos. Essas informações, cada vez mais detalhadas, permitem avaliar os impactos ambientais, sociais e de governança das empresas, além de suas metas e iniciativas. Conforme informações divulgadas pelas próprias companhias, as soluções voltadas para construções mais sustentáveis estão sendo empregadas e gerando resultados mensuráveis. A forma como esses ganhos se manifestam pode variar. Em alguns casos, a sustentabilidade permite otimizar o uso do terreno, possibilitando a construção de mais unidades. Em outros, o foco está na redução dos custos de produção ou de operação. Há também situações em que o ganho ainda é uma estimativa de projeto, sem comprovação de quanto efetivamente se converteu em economia para o comprador. A seguir, exploramos como essa transformação está acontecendo no mercado imobiliário. O Impacto das Certificações e o Ganho de Área Construída Um exemplo notável de como a sustentabilidade gera valor real vem da Cyrela. A empresa conseguiu erguer três pavimentos adicionais em dois edifícios em Porto Alegre, Félix Moinhos e Skyline Menino Deus, ao obter a classificação Diamante do Certificado de Sustentabilidade municipal. Este certificado reconhece empreendimentos com amplos critérios ambientais, como eficiência energética e gestão de resíduos. O resultado para a Cyrela foi um aumento no potencial construtivo dos terrenos, o que representou uma área adicional equivalente a R$ 55 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV). Para o morador, a vantagem direta é o desconto de 10% no IPTU do imóvel, conforme as regras municipais. Este caso ilustra como a adoção de práticas sustentáveis pode se traduzir em benefícios econômicos tangíveis tanto para a incorporadora quanto para o futuro proprietário. Redução de Custos Operacionais e Eficiência Energética A economia gerada pela sustentabilidade muitas vezes se manifesta nas despesas do dia a dia. Incorporadoras relatam o uso de soluções como redutores de vazão, bacias com duplo acionamento, iluminação LED, medição individualizada de água, sensores de presença e reservatórios para água de chuva e reuso. A Cury, por exemplo, informa que 100% de seus empreendimentos possuem redutores de vazão e bacias com duplo acionamento, além de iluminação LED e elevadores de baixo consumo nas áreas comuns. No Condomínio Candeeiro, no Rio de Janeiro, a Cury substituiu chuveiros elétricos por aquecimento a gás, uma medida que visa reduzir o consumo de energia. A MRV, em seu relatório, também cita descargas inteligentes e redutores de vazão. A Direcional lista medidores individuais de água, bacias com

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Urnas Eletrônicas Sob Lupa: TRE-SP Realiza Testes de Integridade em Tempo Real na Capital Paulista

Testes de Integridade de Urnas Eletrônicas em São Paulo: Transparência e Segurança em Evidência Neste domingo, 4 de fevereiro, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) iniciou uma série de testes de integridade com as urnas eletrônicas na capital paulista. A iniciativa visa reforçar a confiança no processo eleitoral, submetendo os equipamentos a uma auditoria pública e detalhada. Cerca de 400 pessoas, entre servidores do TRE e voluntários, participam ativamente desta demonstração de segurança. O objetivo principal é comprovar que os votos digitados nas urnas eletrônicas correspondem exatamente aos votos registrados em cédulas de papel preenchidas previamente pelos voluntários. Este procedimento, que já ocorre há duas décadas, é uma importante ferramenta para a fiscalização e validação do sistema de votação eletrônica. Os resultados dos testes são acompanhados de perto e os detalhes do processo são transmitidos por câmeras, garantindo total transparência. A informação é do próprio TRE-SP. Como Funciona o Teste de Integridade das Urnas Eletrônicas O teste de integridade das urnas eletrônicas é um processo meticuloso projetado para verificar a equivalência entre os votos registrados eletronicamente e os votos em papel. Voluntários preenchem cédulas de papel com votos simulados, que são então digitados nas urnas eletrônicas em um ambiente controlado e monitorado. Ao final do período de votação simulada, que ocorre até as 17h, é realizada uma conferência detalhada. O total de votos registrados nas cédulas de papel é comparado com o total de votos que a urna eletrônica indica ter recebido. Esse processo é repetido em diversas urnas para garantir a robustez da auditoria. Mais de 20 Anos de Segurança Comprovada O juiz eleitoral Francisco Shintate, membro da comissão de teste de integridade de urnas, ressalta a confiabilidade do sistema. “É uma demonstração de que o resultado que as urnas emitem ao final do período de votação corresponde aos votos que efetivamente foram lançados. Até hoje, em mais de 20 anos, o resultado sempre bateu em todo o Brasil”, afirmou Shintate. Essa longa trajetória de acertos nos testes de integridade reforça a segurança e a precisão das urnas eletrônicas utilizadas no país, um feito notável em mais de duas décadas de eleições. Locais e Acesso para Visitação Este ano, os testes estão concentrados em 30 urnas localizadas no Centro Cultural São Paulo, situado na Rua Vergueiro, 1000, no bairro Paraíso, zona sul da capital. Adicionalmente, três urnas estão sendo testadas em uma seção da Universidade Paulista (Unip) Vergueiro, nas proximidades. A unidade especial no Centro Cultural São Paulo está aberta para visitação pública durante todo o dia, até o encerramento das atividades eleitorais. “O espaço é essencialmente para demonstrar a lisura do processo”, complementou o juiz eleitoral. A participação cidadã e a observação direta são incentivadas para fortalecer a **confiança no sistema eleitoral brasileiro**. Ambiente Controlado para Auditoria Ampliada O teste de integridade é realizado fora do sistema eleitoral oficial, o que permite auditar uma quantidade maior de urnas eletrônicas. Esse ambiente controlado possibilita um monitoramento minucioso de todos os detalhes do procedimento, garantindo que qualquer eventual

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Trump divulga número de celular de Senador Republicano em briga acirrada sobre horário de verão permanente

Donald Trump expõe número de senador em disputa sobre horário de verão, alimentando polêmica nacional O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, gerou um novo escândalo ao divulgar publicamente o número de celular atribuído ao senador republicano Tom Cotton. A ação ocorreu em meio a uma intensa discordância sobre a permanência do horário de verão no país, evidenciando a polarização política em torno da questão. A publicação, feita na plataforma Truth Social, instigava os cidadãos a contatarem diretamente o senador do Arkansas, que se posiciona contra um projeto de lei de Trump para manter o horário de verão o ano inteiro. Essa manobra política intensificou o debate e trouxe à tona a divisão de opiniões sobre a medida. A controvérsia gira em torno da Lei de Proteção à Luz Solar, que visa acabar com a prática de ajustar os relógios duas vezes ao ano. Enquanto Trump defende a ideia, alegando que a maioria dos americanos prefere mais luz solar no período da tarde, Cotton argumenta que a mudança prejudicaria quem acorda cedo, mantendo-os no escuro durante os meses de inverno. Oposição de Tom Cotton e os argumentos contra o horário de verão permanente Trump acusou Cotton de ser um obstáculo para um projeto importante, declarando: “Tom Cotton, um amigo meu, está impedindo o avanço de um projeto de lei muito importante. Todos no Arkansas precisam saber disso”. A resposta de Cotton veio através da rede social X, onde ele reiterou sua posição. “Ninguém gosta de mudar os relógios — eu inclusive—, mas o Congresso já instituiu o horário de verão permanente várias vezes e o revogou em todas elas, depois que os americanos vivenciaram nasceres do sol absurdamente tardios no inverno”, escreveu o senador. Ele enfatizou que os moradores do Arkansas não desejam que seus filhos frequentem a escola ainda escuro, reafirmando seu compromisso em priorizar os interesses de seu estado. Trump intensifica a pressão e dá tom político à disputa Esta não foi a primeira vez que Trump abordou a oposição de Cotton ao projeto em poucos dias. Após a declaração do senador, Trump voltou à carga no Truth Social, transformando a questão em um embate político. Ele pediu uma “vitória no Senado para o Partido Republicano” e instou Cotton a “simplesmente aceitar a vitória”. Apesar de Cotton estar concorrendo à reeleição, sua disputa não é considerada acirrada. No entanto, a intervenção de Trump adiciona uma camada de complexidade e visibilidade à já existente divisão sobre o horário de verão. A Câmara dos Representantes já aprovou o projeto, mas sua tramitação no Senado enfrenta resistência, com Cotton expressando dúvidas sobre a disposição do líder da maioria em submetê-lo à votação. Apoio de diversos setores e precedentes de Trump Trump buscou apoio para sua causa citando grupos como golfistas e agricultores. Ele compartilhou uma carta do CEO do PGA Tour, Brian Rolapp, que destacou a necessidade de mais luz solar à tarde para a conclusão de torneios. O presidente também mencionou tenistas, caçadores e a segurança pública, argumentando que “criminosos

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Eleições 2026: Camiseta, Adesivo ou Bandeira? Descubra o que pode usar para votar sem problemas e evitar multas

Eleições 2026: O que você pode (e não pode) usar para expressar seu voto no dia da eleição À medida que as eleições de 2026 se aproximam, muitos eleitores já pensam em como demonstrar suas preferências políticas no dia da votação. É comum ver pessoas com camisetas, adesivos ou até mesmo pequenas bandeiras, mas é crucial entender o que a legislação eleitoral permite para evitar transtornos. A liberdade de expressão é um direito garantido, mas possui limites claros durante o período eleitoral. A Justiça Eleitoral estabelece regras específicas para o dia da votação, visando garantir a tranquilidade e a lisura do processo. Saber dessas normas é fundamental para que todos possam exercer sua cidadania sem cometer infrações. Neste guia, vamos detalhar o que é permitido e o que é proibido em termos de manifestações políticas individuais no dia da eleição. Além disso, apresentaremos como você pode colaborar para um pleito mais seguro, denunciando possíveis irregularidades. Continue lendo para ficar bem informado e votar com consciência. Manifestação individual e silenciosa: o que é permitido? Conforme informação divulgada pela Justiça Eleitoral, durante a votação, é permitida a **manifestação individual e silenciosa** da sua posição política. Isso significa que eleitores têm a liberdade de usar itens que expressem sua preferência, como bandeiras, camisetas, broches e adesivos. O objetivo é permitir que cada cidadão demonstre seu apoio a um candidato ou partido de forma pessoal e discreta. É importante ressaltar que essa permissão se restringe a atos individuais e que não perturbem a ordem ou influenciem outros eleitores. A ideia é que a escolha de cada um seja respeitada, sem que haja qualquer tipo de coação ou tumulto no ambiente de votação. Portanto, usar uma camiseta com o número do seu candidato ou um adesivo discreto no peito é permitido. O que é proibido no dia da eleição Por outro lado, a legislação é clara quanto ao que **não pode** acontecer no dia da votação. A proibição recai sobre aglomerações, manifestações coletivas ruidosas, a abordagem a outros eleitores ou qualquer tentativa de aliciamento. Essas ações são consideradas crimes de boca de urna e podem acarretar sérias consequências legais. A intenção dessas restrições é garantir que o eleitor possa exercer seu direito ao voto de forma livre e segura, sem sofrer qualquer tipo de pressão ou influência indevida. A proibição de aliciamento, por exemplo, visa impedir que eleitores tentem convencer outros a votar em determinado candidato, o que configura crime eleitoral. Como denunciar irregularidades e garantir um pleito mais seguro Para combater e prevenir irregularidades no processo eleitoral, a Justiça Eleitoral disponibiliza ferramentas para que os cidadãos possam colaborar. Quem identificar possíveis práticas proibidas, como boca de urna ou aliciamento, pode e deve denunciar. A ferramenta para isso é o aplicativo Pardal, da Justiça Eleitoral. Através dele, é possível informar o local da ocorrência, descrever os fatos detalhadamente e, se possível, anexar fotos, vídeos, áudios ou links que ajudem na apuração. Essa colaboração é fundamental para a manutenção da democracia e a lisura das eleições.

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Tragédia em Gaza: Ataque de Israel mata cinco, incluindo mãe e filha cristãs, em prédio residencial

Ataque aéreo em Gaza resulta em mortes de civis, incluindo família cristã, e destruição de prédio residencial. Israel confirma ação contra alvo do Hamas. Um ataque aéreo do Exército de Israel na madrugada deste sábado (3) resultou na morte de cinco palestinos, incluindo quatro mulheres, em um prédio de apartamentos na Cidade de Gaza. Entre as vítimas fatais estão uma mãe cristã, Maisa Abu Dawoud, e sua filha Mary, conforme informado por autoridades de saúde e pela Igreja local. As forças israelenses confirmaram ter realizado um ataque contra um apartamento em Gaza com o objetivo de eliminar Ali al-Amoudi, líder do escritório político do Hamas. No entanto, ainda não está claro se este foi o mesmo incidente que causou a morte dos cinco palestinos. As Forças de Defesa de Israel (FDI) informaram que os resultados do ataque estão sendo avaliados. O prédio residencial foi completamente destruído e um incêndio se iniciou após o bombardeio. Testemunhas relataram momentos de pânico e destruição. “Estávamos dormindo e, de repente, ouvimos ataques contínuos e explosões intensas. As crianças acordaram assustadas e começaram a correr e gritar”, disse Ahmed al-Dahdouh, que presenciou o ocorrido. Família cristã entre as vítimas em Gaza Amigos, muçulmanos e parentes se reuniram na Igreja de São Porfírio, na Cidade de Gaza, para se despedir de Maisa e Mary. Os cristãos representam uma pequena minoria em Gaza, com cerca de 1% da população total. O Patriarcado Greco-Ortodoxo de Jerusalém lamentou as mortes e expressou condolências à família, clamando pelo fim da guerra. Tensões aumentam e cessar-fogo é questionado Israel tem intensificado seus ataques contra o Hamas nas últimas semanas, alegando que o grupo está se rearmando e realizando ações em violação ao cessar-fogo. O Hamas, por sua vez, nega as acusações e acusa Tel Aviv de minar o acordo de paz mediado pelos Estados Unidos no ano passado, que previa a reconstrução do território e, eventualmente, o desarmamento do Hamas e a retirada das tropas israelenses. Balanço de vítimas em meio ao conflito Autoridades de saúde de Gaza afirmam que pelo menos 1.400 palestinos foram mortos em ataques israelenses desde o cessar-fogo de outubro. Do lado israelense, quatro soldados teriam sido mortos por terroristas em Gaza no mesmo período, segundo informações de Israel. A comunidade internacional continua a monitorar a situação com preocupação.

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Execução Falha de Christa Pike: Repórter com 500 Mortes no Texas Revela Choque e Reflexões Profundas

Repórter Relata Ineditismo em Falha de Execução: Quase 500 Mortes no Texas e Nenhum Caso Como o de Christa Pike O jornalista Michael Graczyk, veterano com quase 500 execuções acompanhadas no Texas, expressou surpresa e reflexão diante da falha na execução de Christa Pike, no Tennessee. Ele detalha que, em décadas de cobertura, nunca presenciou um caso em que o condenado sobreviveu após a administração do protocolo de injeção letal. Graczyk, que cobriu a pena capital extensivamente para a Associated Press (AP) e continua a fazê-lo como freelancer após sua aposentadoria em 2018, considera a ocorrência no Tennessee como um sinal do que ele já antecipava. “Para mim, era só uma questão de tempo”, afirmou o repórter à BBC News, ressaltando que a possibilidade de falhas sempre esteve presente em sua mente durante sua longa carreira cobrindo o tema. A declaração vem em um momento de crescente escrutínio sobre os métodos de execução nos Estados Unidos, conforme divulgado pela BBC News. Protocolos em Xeque e Revisão Urgente Após Tentativa de Execução O protocolo de execução do Tennessee prevê um segundo conjunto de doses de pentobarbital caso a primeira não seja eficaz. No entanto, o procedimento não especifica ações a serem tomadas se o condenado permanecer vivo após a segunda aplicação, como ocorreu com Christa Pike. Diante do ocorrido, o governador Bill Lee suspendeu as execuções no estado e ordenou uma revisão independente dos procedimentos. A falha na execução de Pike, de 50 anos, que continuou respirando após duas doses do barbitúrico, levou à remoção do chefe do sistema prisional do Tennessee de seu cargo. O caso reacende o debate sobre a eficácia e a humanidade das injeções letais, método mais utilizado de pena capital nos 27 estados americanos onde ela é permitida. A Ascensão das Execuções Mal Sucedidas e a Busca por Alternativas Execuções malsucedidas têm ganhado mais atenção na última década, impulsionadas pela escassez de medicamentos essenciais para a injeção letal. Alguns estados buscaram fórmulas alternativas ou obtiveram substâncias de fontes menos convencionais, enquanto outros chegaram a retomar métodos como o fuzilamento. O Death Penalty Information Center, uma organização de estudos sobre a pena de morte, define uma execução malsucedida como aquela que envolve “problemas ou atrasos inesperados que causaram, ao menos possivelmente, sofrimento desnecessário ao preso, ou que refletem grave incompetência do executor”. A organização registrou 64 execuções malsucedidas desde 1982, sendo 51 delas por injeção letal. Em pelo menos sete casos, as execuções foram interrompidas pela impossibilidade de inserir a via intravenosa. Contudo, Graczyk enfatiza que, em suas quase 500 coberturas no Texas, nunca testemunhou uma falha após a injeção ter sido administrada. O Papel do Jornalista e a Responsabilidade de Testemunhar a Pena Capital Graczyk, que dedicou 46 anos à AP, vê sua presença em execuções como um dever jornalístico crucial. “De todos os poderes que o governo estadual ou federal tem sobre nós, nenhum é maior do que o de tirar a nossa vida”, declarou. Ele acredita ser fundamental que alguém sem interesse direto no

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Creta em Alerta Vermelho: Chuvas Intensas Causam Inundações, Danos e Evacuações Turísticas na Ilha Grega

Creta Sofre com Chuvas Torrenciais: Inundações e Danos Colocam a Ilha em Alerta Máximo A maior ilha da Grécia, Creta, foi severamente atingida por chuvas intensas que resultaram em inundações e danos significativos. As precipitações volumosas causaram transtornos generalizados, obrigando as autoridades a emitir um alerta vermelho, o nível mais alto de vigilância meteorológica. A situação levou à retirada de alguns turistas e exigiu o bloqueio de estradas devido ao acúmulo de água e destroços. Equipes de resgate trabalham intensamente para normalizar o tráfego e garantir a segurança da população e dos visitantes. A Defesa Civil solicitou que os moradores de diversas localidades limitassem seus deslocamentos e buscassem áreas mais elevadas. O cenário exigiu mobilização de equipes de emergência para lidar com os impactos das enxurradas e deslizamentos. Conforme informação divulgada pela agência AFP, o prefeito de Ierapetra, Emmanouil Fragkoulis, descreveu a situação como de “problemas graves, foi acumulado um volume maciço de água”. Impactos em Ierapetra e Chania Na localidade de Ierapetra, os temporais deixaram várias estradas bloqueadas e cobertas por detritos arrastados pelas fortes correntezas. Uma mulher precisou ser hospitalizada como medida de precaução, e alguns turistas foram realocados de áreas de risco. Em Chania, um importante centro turístico, o histórico porto veneziano sofreu danos consideráveis devido à intensa agitação marítima. Restaurantes e outros estabelecimentos voltados ao turismo também foram afetados. Turistas e Funcionários em Segurança Um incidente preocupante ocorreu em uma estrada entre Ierapetra e Sitia, onde 23 pessoas ficaram presas em seus veículos. Segundo a televisão pública ERT, um táxi com três turistas foi arrastado por uma enxurrada, mas felizmente, o motorista e os passageiros conseguiram sair ilesos após o veículo ser bloqueado contra um talude. Além disso, oito funcionários do parque nacional das Gargantas de Samaria, um popular atrativo natural, ficaram isolados. As autoridades garantiram que eles estão em um local seguro, com suprimentos de alimentos, medicamentos e abrigo. Dados Meteorológicos e Alerta Contínuo O departamento de Chania registrou um volume impressionante de 420 milímetros de chuva entre sexta-feira (2) e a tarde de sábado (3), de acordo com o Observatório Nacional de Atenas. Os fortes ventos que atingiram o mar Egeu também levaram à suspensão de parte do tráfego marítimo, com diversos ferries permanecendo atracados nos portos de Pireu, Lavrio e Rafina durante boa parte do dia. A ilha de Creta permanece sob alerta vermelho, indicando a necessidade de máxima atenção às condições climáticas. Esforços de Resgate e Recuperação Equipes de resgate estão atuando para desobstruir as vias afetadas por pequenos deslizamentos de terra e pelo acúmulo de materiais trazidos pelas chuvas. O objetivo principal é restabelecer a normalidade e garantir a segurança de todos os residentes e turistas na ilha. A colaboração entre as autoridades e a população é fundamental para superar os desafios impostos por este evento climático extremo em Creta.

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Janja: De Articuladora de Campanha a Voz de Deus na Defesa de Lula e Críticas a Opositores

Janja da Silva: A Primeira-Dama Que Ganhou Destaque na Campanha Eleitoral A participação da primeira-dama Janja da Silva na campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi marcada por uma atuação intensa e multifacetada. Entre 16 de agosto e 3 de outubro, Janja esteve presente em quase 30 comícios, consolidando sua posição como uma figura central na estratégia eleitoral. Sua jornada a levou de articuladora política a defensora fervorosa do presidente, especialmente em momentos de alta polarização. A socióloga demonstrou habilidade em navegar por controvérsias, utilizando sua plataforma para defender Lula e rebater críticas. Sua trajetória na campanha revelou uma faceta de sua personalidade que ia além do papel tradicional da primeira-dama, mostrando-se uma aliada estratégica e vocal em diversas frentes de batalha política e midiática. Conforme informações divulgadas, Janja não apenas participou de reuniões estratégicas, mas também interferiu diretamente na organização de eventos e na escolha de atrações. Sua influência nos bastidores foi descrita como crescente, participando ativamente de discussões cruciais para o sucesso da campanha presidencial, conforme reportagem da Folha. O Papel de Janja nas Controvérsias da Campanha Janja da Silva assumiu um papel de destaque na defesa do presidente Lula durante a campanha, especialmente em duas controvérsias que agitaram a reta final do primeiro turno. Sua atuação foi marcada por declarações enfáticas e ações simbólicas que buscavam fortalecer a imagem do marido e descreditar adversários. Um dos episódios envolveu a disputa religiosa em torno de Nossa Senhora Aparecida. Diante de fake news que associavam Flávio Bolsonaro a uma suposta intenção de retirar o título de padroeira do Brasil da santa, Janja agiu prontamente. Ela publicou uma imagem de Lula com a santa e, posteriormente, foi vista usando uma medalha da padroeira no Planalto, reforçando sua conexão com a fé popular. Além disso, em setembro, durante um ato em Teresina, Janja declarou que Lula era o “verdadeiro ungido de Deus”. Essa afirmação foi uma resposta direta ao apoio de Michelle Bolsonaro ao ministro André Mendonça, a quem ela havia chamado de “escolhido e ungido do Senhor”. Janja demonstrou assim sua capacidade de engajar em debates religiosos e de se posicionar firmemente em temas sensíveis. Janja Contra-Ataca Opositores com Linguagem Assertiva A primeira-dama também demonstrou sua veia combativa em relação a declarações polêmicas de opositores. Após uma fala do presidente Lula em Belém, que posteriormente explicou como uma referência a exames ginecológicos, Janja não hesitou em confrontar o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). Em Salvador, Janja chamou o deputado de “piá de b*sta” e o alertou para “lavar a boca” antes de falar sobre Lula. Dias depois, em Minas Gerais, ela reiterou os ataques, qualificando-o também de “mentiroso”. Essa postura assertiva de Janja evidencia sua disposição em defender o presidente e em confrontar diretamente seus críticos, utilizando uma linguagem direta e contundente. Janja: Da Influência nos Bastidores à Voz Religiosa e Feminista Fora das polêmicas, a atuação de Janja na campanha abrangeu também a mobilização de eleitorado e a defesa de pautas femininas. Sem um cargo formal, ela participou

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Governo Brasileiro Sabia de Fechamento de Missões Diplomáticas Americanas, Mas Evita Falar em Interferência Eleitoral

Governo Brasileiro Cauteloso com Suspensão de Atividades Diplomáticas dos EUA às Vésperas das Eleições O governo brasileiro já estava ciente de que os Estados Unidos poderiam suspender as atividades de sua embaixada e consulados no país. A interrupção dos trabalhos foi anunciada nesta sexta-feira (2), sem previsão de retorno. A gestão do presidente Lula monitorava os fatores que levaram à decisão do governo de Donald Trump, que justificou a medida por “questões de segurança”. Apesar de o governo brasileiro ter acompanhado de perto os indícios e o desenrolar da situação, a administração de Lula evita, até o momento, classificar a ação como uma tentativa de interferência nos assuntos internos do Brasil, especialmente a dois dias do primeiro turno das eleições presidenciais, que ocorrem neste domingo (4). A Polícia Federal informou ter cumprido dois mandados de busca e apreensão em São Paulo e no entorno do Distrito Federal para investigar um suposto planejamento de atos que poderiam comprometer a segurança de instalações diplomáticas entre os dois países. Conforme a corporação, tratou-se de uma ação preventiva em investigação sigilosa, fruto de cooperação com agências de inteligência estrangeiras. As medidas não identificaram elementos que corroborassem os riscos apontados inicialmente. Austrália Segue os EUA em Suspensão de Atividades Diplomáticas A embaixada da Austrália também anunciou a suspensão de suas atividades, acompanhando a decisão americana. Fontes do governo brasileiro indicam que o país não havia relatado problemas de segurança e que a medida australiana foi uma adesão à deliberação dos Estados Unidos. Um comunicado oficial alertou cidadãos australianos sobre possíveis ameaças terroristas e crimes violentos no Brasil, recomendando evitar áreas próximas às representações diplomáticas americanas. Cautela Brasileira Evita Alarde e Possível Interferência Embora a suspensão das atividades consulares ocorra em um momento de tensões relacionadas às eleições brasileiras, autoridades nacionais afirmam que ainda não há elementos concretos para inferir interferência. A postura do governo Lula é de não gerar alarde, evitando pânico desnecessário antes do pleito eleitoral. Essa cautela visa manter a estabilidade e a tranquilidade no processo democrático. Histórico de Questionamentos Americanos sobre Segurança e Justiça no Brasil Internamente, o governo Lula percebe um histórico de manipulação do tema de segurança brasileira por parte dos Estados Unidos. Em outras ocasiões, o governo Trump já questionou a forma como o Brasil lida com seus problemas de justiça e segurança. Esses questionamentos se intensificaram com o tarifário americano de 2025, quando Donald Trump criticou as decisões do Judiciário brasileiro no caso do ex-presidente Jair Bolsonaro. EUA Já Questionaram Processo Eleitoral Brasileiro Anteriormente Mais recentemente, os Estados Unidos direcionaram questionamentos ao processo eleitoral brasileiro. Na ocasião, o Itamaraty negou vistos a dois funcionários do Departamento de Estado que demonstraram interesse em acompanhar o processo democrático, sob a perspectiva de haver interferência direta e questionamentos às urnas eletrônicas. Este ano, o Brasil também vivenciou outros atritos diplomáticos, como o rebaixamento das relações com a Argentina após ataques do presidente Javier Milei a Lula e ao Brasil.

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Eleições 2022: Lula e Bolsonaro evitam China, mas minerais estratégicos colocam o país no centro da disputa EUA-Pequim

Brasil na encruzilhada: A disputa pela influência da China e os minerais que podem definir o futuro A China, gigante econômica global, mal apareceu nos debates e discursos da campanha eleitoral brasileira. Temas como o caso Banco Master, conflitos com o STF e tarifas americanas dominaram o noticiário, relegando Pequim a um papel secundário, geralmente utilizado como munição retórica. Flávio Bolsonaro, por exemplo, criticou o governo Lula por, segundo ele, “lamber as botas da China”, mas ao mesmo tempo prometeu uma relação “pragmática economicamente” com o país asiático. Luiz Inácio Lula da Silva, por sua vez, elogiou a “ousadia dos investidores chineses” na América Latina durante entrevista ao Flow Podcast. Ambos os candidatos parecem acenar para a ideia de que o Brasil não precisa escolher entre Pequim e Washington, uma posição que, segundo analistas, dificilmente se sustentará no próximo mandato presidencial, independentemente de quem vença. Essa estratégia de neutralidade, que funcionou enquanto o comércio com a China se resumia a commodities como soja e minério de ferro, enfrenta novos desafios. A crescente demanda por minerais críticos, como as terras raras – essenciais para a fabricação de componentes eletrônicos, motores de carros elétricos e armamentos –, coloca o Brasil em uma posição estratégica de destaque. A China detém o controle de grande parte do refino desses minerais, e o Brasil possui a segunda maior reserva mundial, atrás apenas da própria China. Essas informações foram divulgadas pela fonte de conteúdo 1. Goiás: O laboratório da disputa por terras raras O estado de Goiás tem sido palco de intensas negociações e investimentos em terras raras. Em abril, a empresa americana USA Rare Earth adquiriu a mina de Serra Verde por cerca de US$ 2,8 bilhões. O Pentágono, órgão de defesa dos Estados Unidos, reforçou seu interesse no projeto com um investimento de US$ 750 milhões em agosto, pouco antes de a China apresentar uma proposta de parceria ao governo brasileiro. Paralelamente, a chinesa CMOC já opera em Goiás desde 2016, após a compra de minas de nióbio da Anglo American. Bolsonaro e a aliança com os EUA contra o domínio chinês Flávio Bolsonaro, em março, apresentou o Brasil em um encontro conservador em Dallas, nos Estados Unidos, como uma alternativa americana ao domínio chinês sobre minerais estratégicos. Segundo o site Amado Mundo, dias antes, um aliado de Bolsonaro teria apresentado a doadores ligados a Donald Trump um documento que visava criar uma cadeia de suprimentos paralela à chinesa. Embora o aliado tenha negado relação direta com a campanha, o documento ostentava a marca da campanha presidencial. Lula busca processamento local e enfrenta pressão de Washington O plano de Lula é que o minério seja processado no Brasil antes de ser exportado, buscando parcerias independentemente da origem. Uma lei sancionada em 16 de setembro criou um conselho ligado à Presidência para avaliar a participação estrangeira em projetos estratégicos. No entanto, essa postura de neutralidade não agrada a Washington, que em janeiro chegou a solicitar ao Itamaraty a revisão da venda de minas de níquel

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Sustentabilidade no Mercado Imobiliário: Como Certificações Geram Valor Real e Economia para Compradores e Construtoras

Sustentabilidade no Mercado Imobiliário: Desvendando o Valor Real e os Benefícios Tangíveis para Todos os Envolvidos Por muito tempo, a sustentabilidade no setor imobiliário foi vista principalmente como um selo ou um argumento de marketing. No entanto, a realidade é que as práticas sustentáveis já estão gerando valor concreto em diversas etapas do negócio, desde a concepção do projeto até a operação do imóvel. Para quem compra, a grande questão é entender como essa abordagem se traduz em ganhos práticos, seja no preço, nos custos de manutenção ou na valorização do patrimônio. Relatórios de sustentabilidade de construtoras e incorporadoras revelam que as soluções ambientais já demonstram efeitos econômicos significativos. Essas informações, cada vez mais detalhadas, permitem avaliar os impactos ambientais, sociais e de governança das empresas, além de suas metas e iniciativas. Conforme informações divulgadas pelas próprias companhias, as soluções voltadas para construções mais sustentáveis estão sendo empregadas e gerando resultados mensuráveis. A forma como esses ganhos se manifestam pode variar. Em alguns casos, a sustentabilidade permite otimizar o uso do terreno, possibilitando a construção de mais unidades. Em outros, o foco está na redução dos custos de produção ou de operação. Há também situações em que o ganho ainda é uma estimativa de projeto, sem comprovação de quanto efetivamente se converteu em economia para o comprador. A seguir, exploramos como essa transformação está acontecendo no mercado imobiliário. O Impacto das Certificações e o Ganho de Área Construída Um exemplo notável de como a sustentabilidade gera valor real vem da Cyrela. A empresa conseguiu erguer três pavimentos adicionais em dois edifícios em Porto Alegre, Félix Moinhos e Skyline Menino Deus, ao obter a classificação Diamante do Certificado de Sustentabilidade municipal. Este certificado reconhece empreendimentos com amplos critérios ambientais, como eficiência energética e gestão de resíduos. O resultado para a Cyrela foi um aumento no potencial construtivo dos terrenos, o que representou uma área adicional equivalente a R$ 55 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV). Para o morador, a vantagem direta é o desconto de 10% no IPTU do imóvel, conforme as regras municipais. Este caso ilustra como a adoção de práticas sustentáveis pode se traduzir em benefícios econômicos tangíveis tanto para a incorporadora quanto para o futuro proprietário. Redução de Custos Operacionais e Eficiência Energética A economia gerada pela sustentabilidade muitas vezes se manifesta nas despesas do dia a dia. Incorporadoras relatam o uso de soluções como redutores de vazão, bacias com duplo acionamento, iluminação LED, medição individualizada de água, sensores de presença e reservatórios para água de chuva e reuso. A Cury, por exemplo, informa que 100% de seus empreendimentos possuem redutores de vazão e bacias com duplo acionamento, além de iluminação LED e elevadores de baixo consumo nas áreas comuns. No Condomínio Candeeiro, no Rio de Janeiro, a Cury substituiu chuveiros elétricos por aquecimento a gás, uma medida que visa reduzir o consumo de energia. A MRV, em seu relatório, também cita descargas inteligentes e redutores de vazão. A Direcional lista medidores individuais de água, bacias com

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