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Principais Matérias

Eleição no Brasil: Pesquisadora alerta que resultado definirá se América Latina seguirá Trump ou terá agenda própria

Eleição no Brasil pode definir o futuro da América Latina: alinhamento a Trump ou autonomia regional O resultado das eleições presidenciais no Brasil neste domingo (4) carrega um peso inédito para a América Latina, segundo a cientista política Guadalupe González. A especialista avalia que uma vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode representar um freio para os planos dos Estados Unidos na região, enquanto a eleição de Jair Bolsonaro (PL) poderia significar um alinhamento quase completo a Washington. O que está em jogo, conforme a pesquisadora do Colégio do México, é a capacidade da América Latina de construir sua própria agenda nas próximas décadas, em contraste com a possibilidade de acatar um projeto dos EUA de restaurar sua esfera de influência. Essa dinâmica ganhou destaque na política externa de Washington desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca. A importância do pleito brasileiro para os próprios Estados Unidos foi reforçada pelo próprio Donald Trump em declarações recentes. A análise de González, divulgada pela newsletter da Folha sobre América Latina, editada pela historiadora Sylvia Colombo, aponta para um cenário de redefinição de poder e influência no continente. A influência de Trump e a ascensão da direita na América Latina A eleição de Jair Bolsonaro, segundo González, viria em linha com outras vitórias da direita em países latino-americanos, como Rodrigo Paz na Bolívia, José Antonio Kast no Chile, Abelardo de la Espriella na Colômbia e Keiko Fujimori no Peru. Esse cenário poderia levar a um isolamento do México, país de origem da pesquisadora. Apesar da tendência observada, Guadalupe ressalta que a maioria da população latino-americana, cerca de 64%, é governada por administrações de centro e centro-esquerda. Apenas 35% a 36% são liderados por governos de direita ou centro-direita. Essa disparidade, segundo ela, evidencia a relevância da eleição no Brasil, um país com mais de 214 milhões de habitantes. Brasil como contrapeso estratégico e o declínio da ordem liberal Além do peso demográfico, o Brasil se destaca por sua influência em fóruns multilaterais fora da região, algo que o México, também governado pela esquerda, não possui com a mesma magnitude. González define o contrapeso do Brasil como aquele com a maior margem de manobra, citando sua participação em blocos como o Brics. O plano dos EUA de “restaurar a preeminência americana no Hemisfério Ocidental” ficou evidente na Estratégia de Segurança Nacional divulgada em novembro do ano passado. Para Guadalupe, testemunhamos um momento monumental: o fim de uma ordem liberal e multilateral na América Latina. Ela descreve os EUA como uma potência hegemônica em declínio, que está transitando de um modelo de persuasão e construção de regras para um de mudança de status quo pela força. Essa mudança, segundo ela, resulta em um mundo mais incerto, onde a dominação se baseia em cálculos imediatos. Insegurança como ferramenta política e a “miopia” dos governos latino-americanos Um exemplo claro dessa nova postura é a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, vista como um uso unilateral da força com baixo custo político e militar

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Governo Lula em Corrida Contra o Tempo: Prazo do Imposto Seletivo Ameaça Entrar em Vigor em 2027 e Gera Incerteza no Setor Privado

Governo Lula corre contra o tempo para definir “tributo do pecado” e evitar adiamento em 2027 O Governo Federal está em uma corrida contra o relógio para definir as alíquotas do Imposto Seletivo, popularmente conhecido como “tributo do pecado”. O prazo final para a publicação da medida provisória que estabelece essas regras é neste sábado. Sem a definição até lá, a nova cobrança, prevista para janeiro de 2027, pode ser adiada, gerando insegurança jurídica e dificultando o planejamento financeiro das empresas brasileiras. A nova tributação tem como objetivo desestimular o consumo de produtos considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, além de gerar receita para o governo. O orçamento de 2027 prevê a arrecadação de quase 42 bilhões de reais com o Imposto Seletivo, o que reforça a importância de sua implementação dentro do prazo legal. A falta de clareza sobre as alíquotas e as regras de incidência do Imposto Seletivo causa apreensão no setor produtivo. Conforme apurado pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo, a indefinição impede que as empresas tomem decisões estratégicas sobre preços, contratos e investimentos, essenciais para a saúde financeira e a continuidade dos negócios. Atraso na definição das alíquotas pode adiar a cobrança do Imposto Seletivo Caso o governo não consiga publicar a Medida Provisória com as alíquotas do Imposto Seletivo até este sábado, a regra da noventena, que exige um intervalo de 90 dias entre a criação de um tributo e o início de sua cobrança, impedirá a entrada em vigor da nova taxa em 1º de janeiro de 2027. Esse adiamento frustra os planos de arrecadação previstos no orçamento e o objetivo de desestimular o consumo de produtos nocivos logo no início do ano. Indefinição das regras do Imposto Seletivo afeta o planejamento empresarial A falta de clareza sobre os valores a serem cobrados pelo Imposto Seletivo cria um cenário de incerteza para as empresas. Sem saber quanto será a carga tributária, torna-se difícil planejar precificação, renegociar contratos e definir estratégias de investimento. Especialistas recomendam que os empresários trabalhem com diferentes cenários e revisem cláusulas contratuais para se preparar para uma adaptação que poderá ser feita em curto prazo. Produtos que serão atingidos pelo Imposto Seletivo O Imposto Seletivo incidirá sobre bens e serviços que apresentem riscos à saúde humana ou ao meio ambiente. Entre os itens já confirmados estão cigarros, bebidas alcoólicas e veículos poluentes. Inicialmente, o setor de apostas on-line também seria tributado, mas essa possibilidade foi descartada após uma recente proibição determinada pelo governo. O intuito é que o tributo atue como um desincentivo ao consumo de produtos com altos custos sociais. Risco de validade jurídica do Imposto Seletivo preocupa empresas Um ponto de grande insegurança jurídica reside no fato de o governo ter optado por uma Medida Provisória (MP) para instituir o Imposto Seletivo. Embora a MP tenha força imediata, ela precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade. Para que a cobrança ocorra em 2027, a MP precisa ser

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EUA já interferiram em 2 eleições no Brasil, aponta pesquisa: Entenda os casos de 1955 e 1962 e os indícios atuais

Pesquisa revela intervenções dos EUA em eleições brasileiras: Entenda os casos históricos e os indícios recentes. Uma pesquisa acadêmica revelou que os Estados Unidos já interferiram em ao menos duas eleições no Brasil, em 1955 e 1962. Os casos, documentados em relatórios oficiais da diplomacia americana e em depoimentos de ex-agentes da CIA, são apontados como tentativas fracassadas de influenciar o resultado eleitoral. O estudo, publicado no livro “Meddling in the Ballot Box”, mapeou intervenções de potências mundiais em eleições globais. A pesquisa analisou 187 intervenções dos EUA, Rússia e antiga União Soviética em eleições presidenciais ou parlamentares em todo o mundo, entre 1946 e 2014. Segundo o cientista político Dov H. Levin, autor do estudo e professor na Universidade de Hong Kong, a cada oito eleições nacionais analisadas no período, uma sofreu algum tipo de intervenção. A pesquisa, conforme divulgada pelo jornal O Globo, traz detalhes sobre as ações americanas no Brasil e discute possíveis influências em processos eleitorais futuros, como o de 2026. Intervenções históricas: JK e João Goulart no foco americano Em 1955, a candidatura de Juscelino Kubitschek, visto como simpático aos soviéticos, foi o alvo da intervenção americana. Os EUA atenderam a um pedido do adversário de JK, Juarez Távora, concedendo um empréstimo de US$ 75 milhões para estabilizar a economia. No entanto, a manobra não surtiu efeito, e Kubitschek foi eleito presidente. Já em 1962, a preocupação americana se voltou para João Goulart e o que Washington percebia como um avanço de tendências de esquerda no Brasil. De acordo com a pesquisa de Levin, a CIA teria destinado cerca de US$ 8 milhões para financiar campanhas de grupos e políticos que se opunham a Goulart. Assim como no caso anterior, essa intervenção também não obteve sucesso. Levin afirma a veracidade das intervenções passadas Dov H. Levin enfatiza a confiabilidade das informações sobre as intervenções ocorridas no Brasil. “Nesses dois casos, sabemos com segurança que as intervenções aconteceram, com base em fontes muito confiáveis. Não se trata de teoria da conspiração ou desinformação”, declarou o pesquisador. Ele ressalta que as intervenções americanas foram classificadas como clandestinas ou abertas e puderam envolver financiamento de campanhas, disseminação de informações negativas contra adversários, assistência técnica e estratégica, ameaças, alteração de ajuda externa, entre outras pressões. Indícios de interferência em 2026 e a Guerra Tarifária Para as eleições de 2026 no Brasil, o pesquisador aponta indícios que poderiam se enquadrar em modelos de interferência estrangeira, mas ressalta a ausência de provas concretas sobre a intenção por trás das ações americanas. Ele menciona a guerra tarifária e a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas. “Algumas dessas ações certamente seriam classificadas como interferência se soubéssemos com certeza que essa era a intenção. O problema é que ainda não sabemos”, afirma Levin. Ele exemplifica que o uso de tarifas para favorecer uma candidatura ou prejudicar outra seria uma clássica forma de intervenção, contudo, a ameaça tarifária de Trump já ocorreu por motivos não eleitorais. Tensões recentes e o papel das redes sociais

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Agenda Presidencial 2026: Veja os Atos de Campanha de Lula, Flávio Bolsonaro e Outros Candidatos na Sexta-Feira de Eleições

Agenda Presidencial 2026: Candidatos Intensificam Campanhas em Vésperas do Primeiro Turno A sexta-feira (2) marcou um dia agitado na corrida presidencial de 2026, com candidatos percorrendo diversas cidades brasileiras em busca de votos. Caminhadas, comícios e entrevistas foram as principais ferramentas utilizadas na reta final antes do primeiro turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, esteve no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, focando em públicos específicos e defendendo investimentos em áreas cruciais para o país. Outros postulantes também movimentaram suas agendas, buscando consolidar apoio e apresentar suas propostas. A campanha eleitoral de 2026 segue a todo vapor, e a sexta-feira de atividades dos presidenciáveis, conforme divulgado pelo g1, reflete a urgência em conquistar a preferência do eleitorado antes da decisão nas urnas. Lula em Ação: Carreata no Rio e Defesa de Universidades em BH No Rio de Janeiro, o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, participou de uma carreata que percorreu o centro da cidade, incentivando a participação dos eleitores, especialmente os com mais de 70 anos, cujo voto é facultativo. Lula destacou a importância do voto para o futuro, afirmando que “Se não tiver mais vontade de votar por ela, tem os filhos, os netos, os bisnetos. É importante”. Em Belo Horizonte, o candidato petista focou sua agenda na defesa de investimentos em universidades públicas e na ciência. O discurso ressaltou a relevância dessas áreas para o desenvolvimento do país, buscando o apoio de setores acadêmicos e científicos. Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado: Mobilização em Minas e Goiás Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, participou de um ato de campanha em Montes Claros, Minas Gerais, acompanhado pelo candidato a deputado federal Nikolas Ferreira. O evento buscou reforçar a base de apoio no estado em um momento crucial da campanha presidencial de 2026. Em Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) concentrou suas atividades em Goiânia, com caminhadas e um bandeiraço. Durante sua agenda, Caiado criticou a isenção de impostos para compras internacionais de até US$ 50 e defendeu que um benefício semelhante seja estendido aos empresários brasileiros, argumentando que “Se está dando 100% de isenção até US$ 50, que seja dado também a nós que estamos produzindo no Brasil”. Outros Candidatos e Agendas A sexta-feira também contou com a participação de outros candidatos. Rui Costa Pimenta (PCO) encerrou sua campanha em São Paulo, enquanto Samara Martins (UP) realizou um comício e caminhada no Recife. Wilson Grassi (Democrata) concedeu entrevista à Sputnik Brasil. Augusto Cury (Avante) esteve em Brasília para um ato contra a interferência nas eleições, criticando decisões judiciais e propondo um pacto com os poderes Legislativo e Judiciário. “Numa democracia, o Judiciário representa o alicerce. Ele é o guardião da Constituição, mas ele não pode interferir”, declarou Cury. Edmilson Costa (PCB) concedeu entrevistas a uma rádio em Cidade de Goiás e a um canal do YouTube. Hertz Dias (PSTU) participou de uma caminhada no centro de São Paulo. Renan Santos (Missão) gravou um podcast e participou de coletiva de imprensa na capital

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China Supera EUA na América Latina: Pesquisa Revela Mudança Histórica na Percepção Regional

América Latina Vira a Mesa: China Ganha Preferência Sobre os EUA em Nova Pesquisa Uma reviravolta significativa na geopolítica latino-americana foi revelada por uma pesquisa recente, mostrando que a China agora detém uma imagem mais positiva na região do que os Estados Unidos. Este é um marco histórico, considerando a tradicional aliança pró-americana da América Latina. A pesquisa Latinobarômetro, que abrange 17 países, aponta para uma diminuição na percepção favorável dos EUA, especialmente desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca. Paralelamente, a influência chinesa tem crescido, superando a americana em termos de aprovação popular. O estudo, divulgado com exclusividade pela The Economist, também aborda a ascensão de líderes de direita na região, muitos inspirados pelo estilo de Trump, e a persistente busca por segurança e estabilidade em meio a desafios econômicos e sociais. Conforme informação divulgada pela The Economist, a pesquisa Latinobarômetro indica essa mudança de percepção. Declínio da Imagem Americana na Região A visão dos latino-americanos sobre os Estados Unidos piorou consideravelmente. A parcela da população com opinião favorável aos EUA caiu de 73% em 2024 para 63% na mais recente pesquisa. Esse declínio é atribuído, em parte, à postura agressiva de Donald Trump em relação à região, vista por ele como área de domínio americano. Embora a captura de Nicolás Maduro, organizada por Trump, tenha tido alta aprovação (69%), apenas 35% acreditam que a intervenção americana trará benefícios para a Venezuela. Quase dois terços dos entrevistados desaprovam a condução das relações internacionais por Trump, evidenciando um descontentamento generalizado. China Ascende como Potência de Influência Favorável Pela primeira vez, a influência chinesa é vista de maneira mais favorável do que a americana na América Latina. A pesquisa aponta que 65% dos latino-americanos consideram a influência chinesa positiva, contra 57% para os Estados Unidos. Essa mudança reflete um interesse crescente nas relações comerciais e de investimento com a China. A China tem expandido sua presença econômica na região através de investimentos em infraestrutura e acordos comerciais, o que tem sido percebido positivamente por muitos países. Essa estratégia contrasta com a abordagem mais confrontadora dos EUA sob a administração Trump. Ascensão da Nova Direita e o Legado de Bukele A pesquisa Latinobarômetro também destaca a popularidade de figuras como Nayib Bukele, presidente de El Salvador. Sua abordagem linha-dura no combate ao crime, mesmo com controvérsias sobre o enfraquecimento de instituições democráticas, ressoa com parte da população latino-americana que anseia por segurança. Muitos candidatos de direita na região têm adotado plataformas semelhantes, prometendo erradicar o crime e a insegurança. Esse apelo por ordem e controle tem impulsionado vitórias eleitorais de direita em diversos países, como na Colômbia e em El Salvador. Democracia e Desafios Econômicos na América Latina Apesar da admiração por líderes autoritários, metade dos entrevistados na pesquisa ainda acredita na democracia. O apoio às instituições democráticas se estabilizou em um patamar mais baixo após a crise econômica da década de 2010, mas permanece relevante. A insatisfação com o funcionamento prático da democracia é generalizada, com parlamentos sendo particularmente

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Lula é a Última Esperança da Esquerda na América Latina: Influenciadores Lamentam Não Poder Votar no Brasil

Esquerda Latino-Americana Vê no Brasil Refúgio Contra Onda Conservadora e Lamenta Não Poder Votar em Lula A onda conservadora que varre a América Latina tem levado muitos influenciadores e ativistas progressistas a olhar para o Brasil com esperança. Diante da derrota de seus campos políticos em seus próprios países, muitos expressam nas redes sociais o desejo de poder, de alguma forma, influenciar o resultado das eleições brasileiras, demonstrando apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Frases como “Mood: pensando em como votar pelo Lula com documento colombiano” e “Como não vou poder votar no Lula se eu vi Avenida Brasil?” viralizam em plataformas digitais. Esses desabafos refletem a frustração de quem vê no Brasil um possível freio para o avanço da direita na região, onde, desde o início de 2025, a esquerda perdeu espaço em diversas nações. O Brasil, juntamente com Uruguai, México e Guatemala, representa um dos poucos redutos de governos de esquerda na América do Sul. Essa constatação, vinda de fontes como o ator argentino Lucas Tresca, destaca a importância estratégica da eleição brasileira para o futuro político do continente. Conforme informação divulgada por esses influenciadores, o Brasil é visto como a “última esperança na América Latina de continuar tendo um governo de esquerda”. Argentina Critica Relações com Brasil e Apoia Flávio Bolsonaro O presidente argentino, Javier Milei, figura ultraliberal e um dos mais vocais apoiadores de Flávio Bolsonaro na região, abriu uma crise diplomática com o Brasil no final de julho. Após atacar autoridades brasileiras, incluindo Lula, durante um evento em São Paulo, as relações diplomáticas entre os dois países foram rebaixadas. “É aí que você percebe que a Argentina está nas mãos de um sujeito que não tem juízo”, comentou Lucas Tresca, criticando a postura de Milei. Tresca, que se manifestou em apoio a Lula, ressaltou a importância econômica e geográfica da relação entre Brasil e Argentina. “Não dá para romper relações com o seu principal parceiro econômico — e que, além disso, é o país vizinho, que está logo ao seu lado”, afirmou o argentino, que vive sob o governo de Milei desde 2023. Colômbia Lamenta Retrocessos em Direitos e Vê Lula como Aliado Andre Arcos, estudante de direito colombiano e ativista LGBT+, também se manifestou sobre a importância da eleição brasileira. Ele citou a frase de Lula na ONU, “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, como uma inspiração para seu vídeo de apoio. Arcos definiu as eleições em seu país, que levaram à vitória do ultradireitista Abelardo de la Espriella, como “uma das mais tristes”. O ativista colombiano destacou que o governo de Lula representa a continuidade das lutas sociais e a defesa dos direitos das populações LGBT+. A Colômbia, em setembro, deixou a Coalizão pela Igualdade de Direitos, uma organização internacional de direitos LGBTQIA+. “Já tenho uma trajetória de aproximadamente oito ou nove anos na luta social LGBT+, e isso foi uma das coisas que mais me atingiu”, disse Arcos, evidenciando a preocupação com retrocessos em direitos na região. Brasil

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Copiloto da Flydubai usou machado de emergência contra comandante em voo para Israel, revelam autoridades dos Emirados

Copiloto da Flydubai atacou comandante com machado em voo para Israel, dizem Emirados Árabes Unidos O copiloto de um voo da Flydubai com destino a Israel atacou o comandante da aeronave utilizando um machado de emergência, em vez de uma faca, conforme especulado anteriormente. A revelação foi feita pelas autoridades dos Emirados Árabes Unidos neste sábado (3), que classificaram o ato como uma tentativa de ataque terrorista. O incidente ocorreu na quarta-feira (30) e gerou grande apreensão. O copiloto, identificado como Hammam al-Hammami, cidadão de Omã, teria tentado assumir o controle da aeronave. As autoridades dos Emirados ainda não confirmaram oficialmente o nome do suspeito, e Omã não comentou o caso até o momento. O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, já havia afirmado que o copiloto passava por um processo de radicalização islâmica e era “claramente suicida”. Segundo reportagem do Wall Street Journal, o homem já havia sido proibido de pilotar em Omã devido a preocupações com sua ideologia, mas foi contratado pela Flydubai. Comandante reagiu e permitiu dominarem o agressor Apesar de ferido, o comandante do voo, o indiano Smit Machchhar, lutou contra o agressor e conseguiu abrir a porta da cabine. Essa ação permitiu que outros membros da tripulação e passageiros interviessem, conseguindo dominar o copiloto e evitar uma tragédia maior. Um piloto reserva da companhia, que estava a bordo, assumiu os comandos após o incidente. Ele realizou um pouso de emergência em Tabuk, no noroeste da Arábia Saudita, onde o copiloto foi detido. No dia seguinte, o suspeito foi transferido para Abu Dhabi, nos Emirados. Avião perdeu altitude rapidamente sobre território saudita Dados de rastreamento de voo, como os do Flightradar24, indicam que a aeronave perdeu aproximadamente 16.625 pés de altitude em pouco mais de 30 segundos enquanto sobrevoava o território saudita. Essa rápida descida reforça a gravidade do confronto na cabine. A maioria dos passageiros a bordo era de nacionalidade israelense. Autoridades de Israel devem participar da investigação, que está sendo conduzida pelos Emirados Árabes Unidos, com o objetivo de apurar os motivos e o histórico completo do copiloto. Investigação busca entender radicalização e histórico do copiloto A investigação em andamento visa esclarecer completamente os motivos que levaram o copiloto a cometer o ato. A possibilidade de radicalização ideológica, já levantada por autoridades israelenses e pela imprensa, é um ponto central. O fato de o copiloto ter sido previamente impedido de pilotar em Omã, mas ter sido contratado pela Flydubai para operar voos internacionais, incluindo rotas para Israel, levanta questões sobre os processos de contratação e verificação de antecedentes da companhia aérea. A Flydubai, companhia pertencente ao governo de Dubai, informou que não fará novos comentários sobre o caso enquanto a investigação estiver em curso. A cooperação entre as autoridades dos Emirados e de Israel é esperada para obter respostas completas sobre o incidente.

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O Grito de uma Mãe em Voo da Flydubai: Como Passageiros Israelenses Salvaram 182 Vidas de Ataque Terrorista

Voo da Flydubai se Torna Palco de Terror e Heroísmo: Passageiros Israelenses Detêm Ataque em Pleno Ar O que começou como um voo de rotina da Flydubai, transportando passageiros de volta para casa, transformou-se em um pesadelo aéreo. Gritos e a visão de sangue na cabine de comando levaram passageiros a agir, impedindo o que poderia ter sido uma tragédia. A coragem de um grupo de israelenses a bordo do voo 1073 da Flydubai salvou 182 vidas. Diante de uma cena de violência chocante, eles agiram por instinto para dominar um copiloto que atacava o comandante. Esta matéria detalha os momentos de terror, a bravura dos passageiros e como a rápida ação de alguns indivíduos garantiu a segurança de todos a bordo. As informações foram compiladas a partir de relatos de passageiros e entrevistas divulgadas por emissoras israelenses. O Início do Pesadelo na Cabine de Comando A angustiante sequência de eventos começou quando Tali Manes, mãe de uma criança que usava o banheiro, ouviu gritos e fortes pancadas vindos da cabine de comando. Ao alertar um tripulante, a porta da cabine foi aberta, revelando uma cena de horror: sangue espalhado e o copiloto esfaqueando o comandante repetidamente. O comandante, Smit Machchhar, apesar de gravemente ferido e caído no chão, lutava para manter a porta da cabine destrancada, permitindo que os passageiros pudessem intervir. Ele sentia o avião despencar, mas agiu para salvar a si mesmo e a todos a bordo. A percepção de que estavam em perigo iminente fez com que alguns passageiros lembrassem de experiências traumáticas, como os ataques de 7 de outubro em Israel e o 11 de Setembro, impulsionando-os a agir sem hesitar. Heróis Inesperados Entram em Ação Quatro passageiros israelenses são aclamados por sua bravura. Yaniv Hayoun, um encanador, Asaf Rajuan, um planejador financeiro, Tzvika Manes, um executivo bancário, e Shota Musaev, um dentista, correram para a cabine de comando desarmados. Ao ouvirem os gritos de Tali Manes, que testemunhou a agressão, eles agiram por instinto. Hayoun relatou que o avião inclinou bruscamente, aumentando o senso de perigo e a urgência de sua ação. Ele agarrou o copiloto pela garganta e o dominou. Tzvika Manes, marido de Tali, também se juntou à luta após garantir que sua filha estivesse segura. Rajuan descreveu a ação como puramente instintiva, sem tempo para pensar. O Resgate e o Pouso de Emergência Com o copiloto dominado e imobilizado com cabos de fone de ouvido e abraçadeiras, o foco se voltou para o comandante ferido. O dentista Shota Musaev prestou os primeiros socorros a Machchhar, estancando o sangramento e administrando oxigênio. Apesar dos ferimentos graves, o comandante Machchhar conseguiu destrancar a porta da cabine, permitindo que os passageiros interviessem. O piloto reserva, após um momento de choque, assumiu o controle, auxiliado por Hayoun, que temporariamente segurou os comandos. O avião, com parte do leme aparentemente danificada, foi guiado para um pouso seguro em Tabuk, na Arábia Saudita. A gratidão e o alívio tomaram conta dos passageiros, que entoaram cânticos de louvor

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Alerta de Viagem: Canadá, Reino Unido e Alemanha Adverte Turistas sobre Riscos de Segurança Durante as Eleições no Brasil

Países emitem alertas de segurança para viagem ao Brasil citando eleições presidenciais O Canadá, o Reino Unido e a Alemanha, juntamente com a Irlanda, emitiram recentemente alertas para viajantes que planejam visitar o Brasil. As advertências focam em riscos de segurança que podem surgir no período que antecede, durante e após as eleições presidenciais, cujo primeiro turno está marcado para este domingo, dia 4. As recomendações, em termos bastante similares, apontam para a possibilidade de **protestos e questões de segurança**. O alerta britânico, por exemplo, menciona que “mesmo eventos pacíficos podem se tornar conflituosos e violentos”, e que a polícia tem utilizado “balas de borracha e gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes”. A orientação geral de todos os países é para que os viajantes **evitem locais com grandes aglomerações e manifestações**, mantenham-se informados através da imprensa local e sigam as instruções das autoridades. Essas advertências ocorrem em um contexto de tensões, evidenciado pelo fechamento temporário das embaixadas e consulados dos Estados Unidos e da Austrália para atendimento ao público nesta sexta-feira (2), também por motivos de segurança. Ameaça à Embaixada Americana e Alertas da Austrália No caso da embaixada americana, o fechamento foi motivado por uma suposta ameaça de bomba feita por um perfil em redes sociais. A Austrália também emitiu seus alertas, mencionando a eleição e pedindo um alto nível de cautela aos viajantes, chegando a citar possíveis **ameaças terroristas**, embora sem detalhar. A Polícia Federal brasileira informou que, em relação à ameaça à embaixada americana, **não encontrou elementos que confirmem um planejamento de atos** que pudessem colocar em risco as instalações diplomáticas. A corporação realizou buscas e apreensões em São Paulo e no entorno do Distrito Federal para investigar o caso. Diplomatas americanos ouvidos pela reportagem explicaram que é comum receberem mensagens de ameaça em redes sociais em embaixadas e consulados ao redor do mundo. Essas ameaças são levadas a sério devido ao histórico de ataques contra o país, mas nem sempre resultam no fechamento de todas as unidades diplomáticas em um determinado país. Investigação da Polícia Federal Continua Segundo a PF, as investigações também **não identificaram suspeitos ligados a organizações criminosas**. A ação policial teve caráter preventivo e faz parte de uma investigação sigilosa, resultado da cooperação entre a corporação e agências de inteligência estrangeiras. As apurações seguem com a análise de equipamentos de comunicação e mídias apreendidas. A Polícia Federal afirmou que outras providências poderão ser tomadas dependendo dos resultados dessa análise, demonstrando o compromisso com a segurança no período eleitoral.

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Fim da Escala 6×1 no Senado: Davi Alcolumbre marca votação crucial para a jornada de trabalho após eleições

Senado Federal define data para votação da PEC do fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que a **Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visa acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de trabalho** será pautada para análise em Plenário na próxima terça-feira, dia 6 de outubro. A decisão atende a um pedido antigo e reforça a relevância do tema para a sociedade brasileira. A proposta, que já foi aprovada na Câmara dos Deputados, tramita no Senado desde o final de maio. Após um período de espera, o texto foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em agosto e, no início de setembro, obteve aprovação na comissão. A expectativa agora se volta para a votação final no plenário. A declaração de Alcolumbre ocorreu em resposta a um apelo do senador Paulo Paim (PT-RS), que tem um histórico de defesa da redução da jornada de trabalho. O presidente do Senado garantiu que a votação aconteceria após as eleições, cumprindo o compromisso com o senador e com o país. O que muda com a PEC 221 de 2019? A **PEC 221 de 2019** propõe o fim da escala 6×1, que permite jornadas de trabalho com apenas um dia de descanso semanal. Em seu lugar, a proposta estabelece a **obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana**, garantindo maior qualidade de vida aos trabalhadores. Além disso, busca **reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais**, sem que haja qualquer tipo de redução salarial. A proposta prevê a possibilidade de compensar o sábado ou domingo trabalhados, especialmente para categorias com jornadas especiais. No entanto, o texto assegura que o número de folgas remuneradas se mantenha em duas por semana, em média, e que estas sejam gozadas obrigatoriamente no mesmo mês. Essa medida visa equilibrar as necessidades das empresas com o direito ao descanso do trabalhador. Regra de transição e exceções Para viabilizar a adaptação à nova regra, a PEC estipula uma **regra de transição de até 14 meses**. Este período permitirá que empresas e trabalhadores se ajustem às novas determinações de forma gradual. Uma exceção importante é para os trabalhadores terceirizados da Administração Pública, que terão uma regra de transição diferenciada, a ser definida posteriormente. A expectativa é que a votação no Senado gere um **debate aprofundado sobre os impactos da nova escala e jornada de trabalho**, considerando as diferentes perspectivas envolvidas. A aprovação da PEC pode representar um marco importante na legislação trabalhista brasileira, beneficiando milhões de trabalhadores em todo o país.

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Eleição no Brasil: Pesquisadora alerta que resultado definirá se América Latina seguirá Trump ou terá agenda própria

Eleição no Brasil pode definir o futuro da América Latina: alinhamento a Trump ou autonomia regional O resultado das eleições presidenciais no Brasil neste domingo (4) carrega um peso inédito para a América Latina, segundo a cientista política Guadalupe González. A especialista avalia que uma vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode representar um freio para os planos dos Estados Unidos na região, enquanto a eleição de Jair Bolsonaro (PL) poderia significar um alinhamento quase completo a Washington. O que está em jogo, conforme a pesquisadora do Colégio do México, é a capacidade da América Latina de construir sua própria agenda nas próximas décadas, em contraste com a possibilidade de acatar um projeto dos EUA de restaurar sua esfera de influência. Essa dinâmica ganhou destaque na política externa de Washington desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca. A importância do pleito brasileiro para os próprios Estados Unidos foi reforçada pelo próprio Donald Trump em declarações recentes. A análise de González, divulgada pela newsletter da Folha sobre América Latina, editada pela historiadora Sylvia Colombo, aponta para um cenário de redefinição de poder e influência no continente. A influência de Trump e a ascensão da direita na América Latina A eleição de Jair Bolsonaro, segundo González, viria em linha com outras vitórias da direita em países latino-americanos, como Rodrigo Paz na Bolívia, José Antonio Kast no Chile, Abelardo de la Espriella na Colômbia e Keiko Fujimori no Peru. Esse cenário poderia levar a um isolamento do México, país de origem da pesquisadora. Apesar da tendência observada, Guadalupe ressalta que a maioria da população latino-americana, cerca de 64%, é governada por administrações de centro e centro-esquerda. Apenas 35% a 36% são liderados por governos de direita ou centro-direita. Essa disparidade, segundo ela, evidencia a relevância da eleição no Brasil, um país com mais de 214 milhões de habitantes. Brasil como contrapeso estratégico e o declínio da ordem liberal Além do peso demográfico, o Brasil se destaca por sua influência em fóruns multilaterais fora da região, algo que o México, também governado pela esquerda, não possui com a mesma magnitude. González define o contrapeso do Brasil como aquele com a maior margem de manobra, citando sua participação em blocos como o Brics. O plano dos EUA de “restaurar a preeminência americana no Hemisfério Ocidental” ficou evidente na Estratégia de Segurança Nacional divulgada em novembro do ano passado. Para Guadalupe, testemunhamos um momento monumental: o fim de uma ordem liberal e multilateral na América Latina. Ela descreve os EUA como uma potência hegemônica em declínio, que está transitando de um modelo de persuasão e construção de regras para um de mudança de status quo pela força. Essa mudança, segundo ela, resulta em um mundo mais incerto, onde a dominação se baseia em cálculos imediatos. Insegurança como ferramenta política e a “miopia” dos governos latino-americanos Um exemplo claro dessa nova postura é a captura de Nicolás Maduro na Venezuela, vista como um uso unilateral da força com baixo custo político e militar

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Governo Lula em Corrida Contra o Tempo: Prazo do Imposto Seletivo Ameaça Entrar em Vigor em 2027 e Gera Incerteza no Setor Privado

Governo Lula corre contra o tempo para definir “tributo do pecado” e evitar adiamento em 2027 O Governo Federal está em uma corrida contra o relógio para definir as alíquotas do Imposto Seletivo, popularmente conhecido como “tributo do pecado”. O prazo final para a publicação da medida provisória que estabelece essas regras é neste sábado. Sem a definição até lá, a nova cobrança, prevista para janeiro de 2027, pode ser adiada, gerando insegurança jurídica e dificultando o planejamento financeiro das empresas brasileiras. A nova tributação tem como objetivo desestimular o consumo de produtos considerados prejudiciais à saúde e ao meio ambiente, além de gerar receita para o governo. O orçamento de 2027 prevê a arrecadação de quase 42 bilhões de reais com o Imposto Seletivo, o que reforça a importância de sua implementação dentro do prazo legal. A falta de clareza sobre as alíquotas e as regras de incidência do Imposto Seletivo causa apreensão no setor produtivo. Conforme apurado pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo, a indefinição impede que as empresas tomem decisões estratégicas sobre preços, contratos e investimentos, essenciais para a saúde financeira e a continuidade dos negócios. Atraso na definição das alíquotas pode adiar a cobrança do Imposto Seletivo Caso o governo não consiga publicar a Medida Provisória com as alíquotas do Imposto Seletivo até este sábado, a regra da noventena, que exige um intervalo de 90 dias entre a criação de um tributo e o início de sua cobrança, impedirá a entrada em vigor da nova taxa em 1º de janeiro de 2027. Esse adiamento frustra os planos de arrecadação previstos no orçamento e o objetivo de desestimular o consumo de produtos nocivos logo no início do ano. Indefinição das regras do Imposto Seletivo afeta o planejamento empresarial A falta de clareza sobre os valores a serem cobrados pelo Imposto Seletivo cria um cenário de incerteza para as empresas. Sem saber quanto será a carga tributária, torna-se difícil planejar precificação, renegociar contratos e definir estratégias de investimento. Especialistas recomendam que os empresários trabalhem com diferentes cenários e revisem cláusulas contratuais para se preparar para uma adaptação que poderá ser feita em curto prazo. Produtos que serão atingidos pelo Imposto Seletivo O Imposto Seletivo incidirá sobre bens e serviços que apresentem riscos à saúde humana ou ao meio ambiente. Entre os itens já confirmados estão cigarros, bebidas alcoólicas e veículos poluentes. Inicialmente, o setor de apostas on-line também seria tributado, mas essa possibilidade foi descartada após uma recente proibição determinada pelo governo. O intuito é que o tributo atue como um desincentivo ao consumo de produtos com altos custos sociais. Risco de validade jurídica do Imposto Seletivo preocupa empresas Um ponto de grande insegurança jurídica reside no fato de o governo ter optado por uma Medida Provisória (MP) para instituir o Imposto Seletivo. Embora a MP tenha força imediata, ela precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional em até 120 dias para não perder a validade. Para que a cobrança ocorra em 2027, a MP precisa ser

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EUA já interferiram em 2 eleições no Brasil, aponta pesquisa: Entenda os casos de 1955 e 1962 e os indícios atuais

Pesquisa revela intervenções dos EUA em eleições brasileiras: Entenda os casos históricos e os indícios recentes. Uma pesquisa acadêmica revelou que os Estados Unidos já interferiram em ao menos duas eleições no Brasil, em 1955 e 1962. Os casos, documentados em relatórios oficiais da diplomacia americana e em depoimentos de ex-agentes da CIA, são apontados como tentativas fracassadas de influenciar o resultado eleitoral. O estudo, publicado no livro “Meddling in the Ballot Box”, mapeou intervenções de potências mundiais em eleições globais. A pesquisa analisou 187 intervenções dos EUA, Rússia e antiga União Soviética em eleições presidenciais ou parlamentares em todo o mundo, entre 1946 e 2014. Segundo o cientista político Dov H. Levin, autor do estudo e professor na Universidade de Hong Kong, a cada oito eleições nacionais analisadas no período, uma sofreu algum tipo de intervenção. A pesquisa, conforme divulgada pelo jornal O Globo, traz detalhes sobre as ações americanas no Brasil e discute possíveis influências em processos eleitorais futuros, como o de 2026. Intervenções históricas: JK e João Goulart no foco americano Em 1955, a candidatura de Juscelino Kubitschek, visto como simpático aos soviéticos, foi o alvo da intervenção americana. Os EUA atenderam a um pedido do adversário de JK, Juarez Távora, concedendo um empréstimo de US$ 75 milhões para estabilizar a economia. No entanto, a manobra não surtiu efeito, e Kubitschek foi eleito presidente. Já em 1962, a preocupação americana se voltou para João Goulart e o que Washington percebia como um avanço de tendências de esquerda no Brasil. De acordo com a pesquisa de Levin, a CIA teria destinado cerca de US$ 8 milhões para financiar campanhas de grupos e políticos que se opunham a Goulart. Assim como no caso anterior, essa intervenção também não obteve sucesso. Levin afirma a veracidade das intervenções passadas Dov H. Levin enfatiza a confiabilidade das informações sobre as intervenções ocorridas no Brasil. “Nesses dois casos, sabemos com segurança que as intervenções aconteceram, com base em fontes muito confiáveis. Não se trata de teoria da conspiração ou desinformação”, declarou o pesquisador. Ele ressalta que as intervenções americanas foram classificadas como clandestinas ou abertas e puderam envolver financiamento de campanhas, disseminação de informações negativas contra adversários, assistência técnica e estratégica, ameaças, alteração de ajuda externa, entre outras pressões. Indícios de interferência em 2026 e a Guerra Tarifária Para as eleições de 2026 no Brasil, o pesquisador aponta indícios que poderiam se enquadrar em modelos de interferência estrangeira, mas ressalta a ausência de provas concretas sobre a intenção por trás das ações americanas. Ele menciona a guerra tarifária e a classificação de facções brasileiras como organizações terroristas. “Algumas dessas ações certamente seriam classificadas como interferência se soubéssemos com certeza que essa era a intenção. O problema é que ainda não sabemos”, afirma Levin. Ele exemplifica que o uso de tarifas para favorecer uma candidatura ou prejudicar outra seria uma clássica forma de intervenção, contudo, a ameaça tarifária de Trump já ocorreu por motivos não eleitorais. Tensões recentes e o papel das redes sociais

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Agenda Presidencial 2026: Veja os Atos de Campanha de Lula, Flávio Bolsonaro e Outros Candidatos na Sexta-Feira de Eleições

Agenda Presidencial 2026: Candidatos Intensificam Campanhas em Vésperas do Primeiro Turno A sexta-feira (2) marcou um dia agitado na corrida presidencial de 2026, com candidatos percorrendo diversas cidades brasileiras em busca de votos. Caminhadas, comícios e entrevistas foram as principais ferramentas utilizadas na reta final antes do primeiro turno. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, esteve no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, focando em públicos específicos e defendendo investimentos em áreas cruciais para o país. Outros postulantes também movimentaram suas agendas, buscando consolidar apoio e apresentar suas propostas. A campanha eleitoral de 2026 segue a todo vapor, e a sexta-feira de atividades dos presidenciáveis, conforme divulgado pelo g1, reflete a urgência em conquistar a preferência do eleitorado antes da decisão nas urnas. Lula em Ação: Carreata no Rio e Defesa de Universidades em BH No Rio de Janeiro, o presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, participou de uma carreata que percorreu o centro da cidade, incentivando a participação dos eleitores, especialmente os com mais de 70 anos, cujo voto é facultativo. Lula destacou a importância do voto para o futuro, afirmando que “Se não tiver mais vontade de votar por ela, tem os filhos, os netos, os bisnetos. É importante”. Em Belo Horizonte, o candidato petista focou sua agenda na defesa de investimentos em universidades públicas e na ciência. O discurso ressaltou a relevância dessas áreas para o desenvolvimento do país, buscando o apoio de setores acadêmicos e científicos. Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado: Mobilização em Minas e Goiás Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, participou de um ato de campanha em Montes Claros, Minas Gerais, acompanhado pelo candidato a deputado federal Nikolas Ferreira. O evento buscou reforçar a base de apoio no estado em um momento crucial da campanha presidencial de 2026. Em Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) concentrou suas atividades em Goiânia, com caminhadas e um bandeiraço. Durante sua agenda, Caiado criticou a isenção de impostos para compras internacionais de até US$ 50 e defendeu que um benefício semelhante seja estendido aos empresários brasileiros, argumentando que “Se está dando 100% de isenção até US$ 50, que seja dado também a nós que estamos produzindo no Brasil”. Outros Candidatos e Agendas A sexta-feira também contou com a participação de outros candidatos. Rui Costa Pimenta (PCO) encerrou sua campanha em São Paulo, enquanto Samara Martins (UP) realizou um comício e caminhada no Recife. Wilson Grassi (Democrata) concedeu entrevista à Sputnik Brasil. Augusto Cury (Avante) esteve em Brasília para um ato contra a interferência nas eleições, criticando decisões judiciais e propondo um pacto com os poderes Legislativo e Judiciário. “Numa democracia, o Judiciário representa o alicerce. Ele é o guardião da Constituição, mas ele não pode interferir”, declarou Cury. Edmilson Costa (PCB) concedeu entrevistas a uma rádio em Cidade de Goiás e a um canal do YouTube. Hertz Dias (PSTU) participou de uma caminhada no centro de São Paulo. Renan Santos (Missão) gravou um podcast e participou de coletiva de imprensa na capital

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China Supera EUA na América Latina: Pesquisa Revela Mudança Histórica na Percepção Regional

América Latina Vira a Mesa: China Ganha Preferência Sobre os EUA em Nova Pesquisa Uma reviravolta significativa na geopolítica latino-americana foi revelada por uma pesquisa recente, mostrando que a China agora detém uma imagem mais positiva na região do que os Estados Unidos. Este é um marco histórico, considerando a tradicional aliança pró-americana da América Latina. A pesquisa Latinobarômetro, que abrange 17 países, aponta para uma diminuição na percepção favorável dos EUA, especialmente desde o retorno de Donald Trump à Casa Branca. Paralelamente, a influência chinesa tem crescido, superando a americana em termos de aprovação popular. O estudo, divulgado com exclusividade pela The Economist, também aborda a ascensão de líderes de direita na região, muitos inspirados pelo estilo de Trump, e a persistente busca por segurança e estabilidade em meio a desafios econômicos e sociais. Conforme informação divulgada pela The Economist, a pesquisa Latinobarômetro indica essa mudança de percepção. Declínio da Imagem Americana na Região A visão dos latino-americanos sobre os Estados Unidos piorou consideravelmente. A parcela da população com opinião favorável aos EUA caiu de 73% em 2024 para 63% na mais recente pesquisa. Esse declínio é atribuído, em parte, à postura agressiva de Donald Trump em relação à região, vista por ele como área de domínio americano. Embora a captura de Nicolás Maduro, organizada por Trump, tenha tido alta aprovação (69%), apenas 35% acreditam que a intervenção americana trará benefícios para a Venezuela. Quase dois terços dos entrevistados desaprovam a condução das relações internacionais por Trump, evidenciando um descontentamento generalizado. China Ascende como Potência de Influência Favorável Pela primeira vez, a influência chinesa é vista de maneira mais favorável do que a americana na América Latina. A pesquisa aponta que 65% dos latino-americanos consideram a influência chinesa positiva, contra 57% para os Estados Unidos. Essa mudança reflete um interesse crescente nas relações comerciais e de investimento com a China. A China tem expandido sua presença econômica na região através de investimentos em infraestrutura e acordos comerciais, o que tem sido percebido positivamente por muitos países. Essa estratégia contrasta com a abordagem mais confrontadora dos EUA sob a administração Trump. Ascensão da Nova Direita e o Legado de Bukele A pesquisa Latinobarômetro também destaca a popularidade de figuras como Nayib Bukele, presidente de El Salvador. Sua abordagem linha-dura no combate ao crime, mesmo com controvérsias sobre o enfraquecimento de instituições democráticas, ressoa com parte da população latino-americana que anseia por segurança. Muitos candidatos de direita na região têm adotado plataformas semelhantes, prometendo erradicar o crime e a insegurança. Esse apelo por ordem e controle tem impulsionado vitórias eleitorais de direita em diversos países, como na Colômbia e em El Salvador. Democracia e Desafios Econômicos na América Latina Apesar da admiração por líderes autoritários, metade dos entrevistados na pesquisa ainda acredita na democracia. O apoio às instituições democráticas se estabilizou em um patamar mais baixo após a crise econômica da década de 2010, mas permanece relevante. A insatisfação com o funcionamento prático da democracia é generalizada, com parlamentos sendo particularmente

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Lula é a Última Esperança da Esquerda na América Latina: Influenciadores Lamentam Não Poder Votar no Brasil

Esquerda Latino-Americana Vê no Brasil Refúgio Contra Onda Conservadora e Lamenta Não Poder Votar em Lula A onda conservadora que varre a América Latina tem levado muitos influenciadores e ativistas progressistas a olhar para o Brasil com esperança. Diante da derrota de seus campos políticos em seus próprios países, muitos expressam nas redes sociais o desejo de poder, de alguma forma, influenciar o resultado das eleições brasileiras, demonstrando apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Frases como “Mood: pensando em como votar pelo Lula com documento colombiano” e “Como não vou poder votar no Lula se eu vi Avenida Brasil?” viralizam em plataformas digitais. Esses desabafos refletem a frustração de quem vê no Brasil um possível freio para o avanço da direita na região, onde, desde o início de 2025, a esquerda perdeu espaço em diversas nações. O Brasil, juntamente com Uruguai, México e Guatemala, representa um dos poucos redutos de governos de esquerda na América do Sul. Essa constatação, vinda de fontes como o ator argentino Lucas Tresca, destaca a importância estratégica da eleição brasileira para o futuro político do continente. Conforme informação divulgada por esses influenciadores, o Brasil é visto como a “última esperança na América Latina de continuar tendo um governo de esquerda”. Argentina Critica Relações com Brasil e Apoia Flávio Bolsonaro O presidente argentino, Javier Milei, figura ultraliberal e um dos mais vocais apoiadores de Flávio Bolsonaro na região, abriu uma crise diplomática com o Brasil no final de julho. Após atacar autoridades brasileiras, incluindo Lula, durante um evento em São Paulo, as relações diplomáticas entre os dois países foram rebaixadas. “É aí que você percebe que a Argentina está nas mãos de um sujeito que não tem juízo”, comentou Lucas Tresca, criticando a postura de Milei. Tresca, que se manifestou em apoio a Lula, ressaltou a importância econômica e geográfica da relação entre Brasil e Argentina. “Não dá para romper relações com o seu principal parceiro econômico — e que, além disso, é o país vizinho, que está logo ao seu lado”, afirmou o argentino, que vive sob o governo de Milei desde 2023. Colômbia Lamenta Retrocessos em Direitos e Vê Lula como Aliado Andre Arcos, estudante de direito colombiano e ativista LGBT+, também se manifestou sobre a importância da eleição brasileira. Ele citou a frase de Lula na ONU, “O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, como uma inspiração para seu vídeo de apoio. Arcos definiu as eleições em seu país, que levaram à vitória do ultradireitista Abelardo de la Espriella, como “uma das mais tristes”. O ativista colombiano destacou que o governo de Lula representa a continuidade das lutas sociais e a defesa dos direitos das populações LGBT+. A Colômbia, em setembro, deixou a Coalizão pela Igualdade de Direitos, uma organização internacional de direitos LGBTQIA+. “Já tenho uma trajetória de aproximadamente oito ou nove anos na luta social LGBT+, e isso foi uma das coisas que mais me atingiu”, disse Arcos, evidenciando a preocupação com retrocessos em direitos na região. Brasil

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Copiloto da Flydubai usou machado de emergência contra comandante em voo para Israel, revelam autoridades dos Emirados

Copiloto da Flydubai atacou comandante com machado em voo para Israel, dizem Emirados Árabes Unidos O copiloto de um voo da Flydubai com destino a Israel atacou o comandante da aeronave utilizando um machado de emergência, em vez de uma faca, conforme especulado anteriormente. A revelação foi feita pelas autoridades dos Emirados Árabes Unidos neste sábado (3), que classificaram o ato como uma tentativa de ataque terrorista. O incidente ocorreu na quarta-feira (30) e gerou grande apreensão. O copiloto, identificado como Hammam al-Hammami, cidadão de Omã, teria tentado assumir o controle da aeronave. As autoridades dos Emirados ainda não confirmaram oficialmente o nome do suspeito, e Omã não comentou o caso até o momento. O premiê de Israel, Binyamin Netanyahu, já havia afirmado que o copiloto passava por um processo de radicalização islâmica e era “claramente suicida”. Segundo reportagem do Wall Street Journal, o homem já havia sido proibido de pilotar em Omã devido a preocupações com sua ideologia, mas foi contratado pela Flydubai. Comandante reagiu e permitiu dominarem o agressor Apesar de ferido, o comandante do voo, o indiano Smit Machchhar, lutou contra o agressor e conseguiu abrir a porta da cabine. Essa ação permitiu que outros membros da tripulação e passageiros interviessem, conseguindo dominar o copiloto e evitar uma tragédia maior. Um piloto reserva da companhia, que estava a bordo, assumiu os comandos após o incidente. Ele realizou um pouso de emergência em Tabuk, no noroeste da Arábia Saudita, onde o copiloto foi detido. No dia seguinte, o suspeito foi transferido para Abu Dhabi, nos Emirados. Avião perdeu altitude rapidamente sobre território saudita Dados de rastreamento de voo, como os do Flightradar24, indicam que a aeronave perdeu aproximadamente 16.625 pés de altitude em pouco mais de 30 segundos enquanto sobrevoava o território saudita. Essa rápida descida reforça a gravidade do confronto na cabine. A maioria dos passageiros a bordo era de nacionalidade israelense. Autoridades de Israel devem participar da investigação, que está sendo conduzida pelos Emirados Árabes Unidos, com o objetivo de apurar os motivos e o histórico completo do copiloto. Investigação busca entender radicalização e histórico do copiloto A investigação em andamento visa esclarecer completamente os motivos que levaram o copiloto a cometer o ato. A possibilidade de radicalização ideológica, já levantada por autoridades israelenses e pela imprensa, é um ponto central. O fato de o copiloto ter sido previamente impedido de pilotar em Omã, mas ter sido contratado pela Flydubai para operar voos internacionais, incluindo rotas para Israel, levanta questões sobre os processos de contratação e verificação de antecedentes da companhia aérea. A Flydubai, companhia pertencente ao governo de Dubai, informou que não fará novos comentários sobre o caso enquanto a investigação estiver em curso. A cooperação entre as autoridades dos Emirados e de Israel é esperada para obter respostas completas sobre o incidente.

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O Grito de uma Mãe em Voo da Flydubai: Como Passageiros Israelenses Salvaram 182 Vidas de Ataque Terrorista

Voo da Flydubai se Torna Palco de Terror e Heroísmo: Passageiros Israelenses Detêm Ataque em Pleno Ar O que começou como um voo de rotina da Flydubai, transportando passageiros de volta para casa, transformou-se em um pesadelo aéreo. Gritos e a visão de sangue na cabine de comando levaram passageiros a agir, impedindo o que poderia ter sido uma tragédia. A coragem de um grupo de israelenses a bordo do voo 1073 da Flydubai salvou 182 vidas. Diante de uma cena de violência chocante, eles agiram por instinto para dominar um copiloto que atacava o comandante. Esta matéria detalha os momentos de terror, a bravura dos passageiros e como a rápida ação de alguns indivíduos garantiu a segurança de todos a bordo. As informações foram compiladas a partir de relatos de passageiros e entrevistas divulgadas por emissoras israelenses. O Início do Pesadelo na Cabine de Comando A angustiante sequência de eventos começou quando Tali Manes, mãe de uma criança que usava o banheiro, ouviu gritos e fortes pancadas vindos da cabine de comando. Ao alertar um tripulante, a porta da cabine foi aberta, revelando uma cena de horror: sangue espalhado e o copiloto esfaqueando o comandante repetidamente. O comandante, Smit Machchhar, apesar de gravemente ferido e caído no chão, lutava para manter a porta da cabine destrancada, permitindo que os passageiros pudessem intervir. Ele sentia o avião despencar, mas agiu para salvar a si mesmo e a todos a bordo. A percepção de que estavam em perigo iminente fez com que alguns passageiros lembrassem de experiências traumáticas, como os ataques de 7 de outubro em Israel e o 11 de Setembro, impulsionando-os a agir sem hesitar. Heróis Inesperados Entram em Ação Quatro passageiros israelenses são aclamados por sua bravura. Yaniv Hayoun, um encanador, Asaf Rajuan, um planejador financeiro, Tzvika Manes, um executivo bancário, e Shota Musaev, um dentista, correram para a cabine de comando desarmados. Ao ouvirem os gritos de Tali Manes, que testemunhou a agressão, eles agiram por instinto. Hayoun relatou que o avião inclinou bruscamente, aumentando o senso de perigo e a urgência de sua ação. Ele agarrou o copiloto pela garganta e o dominou. Tzvika Manes, marido de Tali, também se juntou à luta após garantir que sua filha estivesse segura. Rajuan descreveu a ação como puramente instintiva, sem tempo para pensar. O Resgate e o Pouso de Emergência Com o copiloto dominado e imobilizado com cabos de fone de ouvido e abraçadeiras, o foco se voltou para o comandante ferido. O dentista Shota Musaev prestou os primeiros socorros a Machchhar, estancando o sangramento e administrando oxigênio. Apesar dos ferimentos graves, o comandante Machchhar conseguiu destrancar a porta da cabine, permitindo que os passageiros interviessem. O piloto reserva, após um momento de choque, assumiu o controle, auxiliado por Hayoun, que temporariamente segurou os comandos. O avião, com parte do leme aparentemente danificada, foi guiado para um pouso seguro em Tabuk, na Arábia Saudita. A gratidão e o alívio tomaram conta dos passageiros, que entoaram cânticos de louvor

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Alerta de Viagem: Canadá, Reino Unido e Alemanha Adverte Turistas sobre Riscos de Segurança Durante as Eleições no Brasil

Países emitem alertas de segurança para viagem ao Brasil citando eleições presidenciais O Canadá, o Reino Unido e a Alemanha, juntamente com a Irlanda, emitiram recentemente alertas para viajantes que planejam visitar o Brasil. As advertências focam em riscos de segurança que podem surgir no período que antecede, durante e após as eleições presidenciais, cujo primeiro turno está marcado para este domingo, dia 4. As recomendações, em termos bastante similares, apontam para a possibilidade de **protestos e questões de segurança**. O alerta britânico, por exemplo, menciona que “mesmo eventos pacíficos podem se tornar conflituosos e violentos”, e que a polícia tem utilizado “balas de borracha e gás lacrimogêneo para dispersar manifestantes”. A orientação geral de todos os países é para que os viajantes **evitem locais com grandes aglomerações e manifestações**, mantenham-se informados através da imprensa local e sigam as instruções das autoridades. Essas advertências ocorrem em um contexto de tensões, evidenciado pelo fechamento temporário das embaixadas e consulados dos Estados Unidos e da Austrália para atendimento ao público nesta sexta-feira (2), também por motivos de segurança. Ameaça à Embaixada Americana e Alertas da Austrália No caso da embaixada americana, o fechamento foi motivado por uma suposta ameaça de bomba feita por um perfil em redes sociais. A Austrália também emitiu seus alertas, mencionando a eleição e pedindo um alto nível de cautela aos viajantes, chegando a citar possíveis **ameaças terroristas**, embora sem detalhar. A Polícia Federal brasileira informou que, em relação à ameaça à embaixada americana, **não encontrou elementos que confirmem um planejamento de atos** que pudessem colocar em risco as instalações diplomáticas. A corporação realizou buscas e apreensões em São Paulo e no entorno do Distrito Federal para investigar o caso. Diplomatas americanos ouvidos pela reportagem explicaram que é comum receberem mensagens de ameaça em redes sociais em embaixadas e consulados ao redor do mundo. Essas ameaças são levadas a sério devido ao histórico de ataques contra o país, mas nem sempre resultam no fechamento de todas as unidades diplomáticas em um determinado país. Investigação da Polícia Federal Continua Segundo a PF, as investigações também **não identificaram suspeitos ligados a organizações criminosas**. A ação policial teve caráter preventivo e faz parte de uma investigação sigilosa, resultado da cooperação entre a corporação e agências de inteligência estrangeiras. As apurações seguem com a análise de equipamentos de comunicação e mídias apreendidas. A Polícia Federal afirmou que outras providências poderão ser tomadas dependendo dos resultados dessa análise, demonstrando o compromisso com a segurança no período eleitoral.

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Fim da Escala 6×1 no Senado: Davi Alcolumbre marca votação crucial para a jornada de trabalho após eleições

Senado Federal define data para votação da PEC do fim da escala 6×1 e redução da jornada de trabalho O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, anunciou que a **Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que visa acabar com a escala 6×1 e reduzir a jornada de trabalho** será pautada para análise em Plenário na próxima terça-feira, dia 6 de outubro. A decisão atende a um pedido antigo e reforça a relevância do tema para a sociedade brasileira. A proposta, que já foi aprovada na Câmara dos Deputados, tramita no Senado desde o final de maio. Após um período de espera, o texto foi encaminhado à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em agosto e, no início de setembro, obteve aprovação na comissão. A expectativa agora se volta para a votação final no plenário. A declaração de Alcolumbre ocorreu em resposta a um apelo do senador Paulo Paim (PT-RS), que tem um histórico de defesa da redução da jornada de trabalho. O presidente do Senado garantiu que a votação aconteceria após as eleições, cumprindo o compromisso com o senador e com o país. O que muda com a PEC 221 de 2019? A **PEC 221 de 2019** propõe o fim da escala 6×1, que permite jornadas de trabalho com apenas um dia de descanso semanal. Em seu lugar, a proposta estabelece a **obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana**, garantindo maior qualidade de vida aos trabalhadores. Além disso, busca **reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais**, sem que haja qualquer tipo de redução salarial. A proposta prevê a possibilidade de compensar o sábado ou domingo trabalhados, especialmente para categorias com jornadas especiais. No entanto, o texto assegura que o número de folgas remuneradas se mantenha em duas por semana, em média, e que estas sejam gozadas obrigatoriamente no mesmo mês. Essa medida visa equilibrar as necessidades das empresas com o direito ao descanso do trabalhador. Regra de transição e exceções Para viabilizar a adaptação à nova regra, a PEC estipula uma **regra de transição de até 14 meses**. Este período permitirá que empresas e trabalhadores se ajustem às novas determinações de forma gradual. Uma exceção importante é para os trabalhadores terceirizados da Administração Pública, que terão uma regra de transição diferenciada, a ser definida posteriormente. A expectativa é que a votação no Senado gere um **debate aprofundado sobre os impactos da nova escala e jornada de trabalho**, considerando as diferentes perspectivas envolvidas. A aprovação da PEC pode representar um marco importante na legislação trabalhista brasileira, beneficiando milhões de trabalhadores em todo o país.

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