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Principais Matérias

Rússia na ONU: Lavrov acusa EUA de sequestro na Venezuela, condena “agressão” no Irã e culpa Europa por sabotar paz na Ucrânia

Lavrov condena ações dos EUA na Venezuela e Irã e acusa Europa de sabotar paz na Ucrânia Em um discurso contundente na Assembleia Geral da ONU, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, dirigiu fortes críticas às ações dos Estados Unidos na Venezuela e no Irã. Ao mesmo tempo, o chanceler russo acusou a Europa de minar os esforços de paz na Ucrânia, país que tem sido palco de um conflito prolongado. Lavrov apresentou uma visão de uma Rússia que busca estabilidade global, mas que se vê cercada por ações que considera desestabilizadoras e contrárias ao direito internacional. A fala do ministro russo na ONU ressaltou as tensões geopolíticas atuais e as diferentes narrativas sobre os conflitos em curso. As declarações foram divulgadas neste sábado (26), e refletem a posição oficial de Moscou em relação a diversos temas sensíveis na agenda internacional, apresentando a perspectiva russa sobre eventos recentes e históricos. Conforme informação divulgada pelo g1, Lavrov detalhou as acusações em seu discurso. Acusações contra os EUA na Venezuela e Irã O chefe da diplomacia russa declarou que os Estados Unidos “invadiram a Venezuela e sequestraram seu presidente, Nicolás Maduro, junto da esposa”. Segundo Lavrov, ambos estariam detidos em uma prisão americana sem julgamento, apesar da imunidade garantida a chefes de Estado pela lei internacional. O julgamento de Maduro, acusado pelos EUA de facilitar o tráfico de drogas, está previsto para junho de 2027. Lavrov também condenou o uso da força contra Ali Khamenei, ex-líder supremo do Irã, e seus familiares, referindo-se a uma suposta “agressão israelo-americana” que atingiria a infraestrutura civil iraniana, incluindo a nuclear. A Rússia se mostrou disposta a cooperar para “estabilizar” o estreito de Hormuz, que foi bloqueado pelo Irã. Rússia se vê como potência global em ascensão O ministro russo buscou projetar uma imagem de uma Rússia forte, cercada por aliados e parceiros, e não isolada internacionalmente. Lavrov destacou que “os países do sul e do leste global vem, cada vez mais, assumindo sua segurança por conta própria, sempre em respeito ao direito internacional”. Ele citou o Brics e a Organização de Cooperação de Xangai como exemplos de alianças que demonstram essa nova dinâmica global. Lavrov argumentou que o Ocidente, em sua tentativa de conter a Rússia, acabou por criar um regime “russofóbico” em Kiev, o que, segundo ele, prejudicou a segurança europeia. Europa acusada de sabotar a paz na Ucrânia Abordando o conflito na Ucrânia, Lavrov classificou como “ações irresponsáveis” a entrega de armas por aliados de Kiev, que seriam utilizadas contra a Rússia. Ele afirmou que a Europa, ao invés de buscar a paz, “faz de tudo para sabotar conversas de paz” nas quais, segundo ele, o governo Trump teria interesse. Lavrov reiterou a justificativa russa para a invasão, afirmando que a “operação militar especial” foi iniciada “para proteger pessoas” nas regiões anexadas. Ele concluiu declarando que a Rússia lutará até completar seus objetivos, eliminando ameaças à sua segurança e restaurando a paz. Encontro com a Alemanha e tensões persistentes Pouco

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Alemanha na ONU: IA é ‘perturbadora’ como bomba atômica, pede regulação urgente e comparativo com poder nuclear

Alemanha defende regulação da Inteligência Artificial na ONU, comparando os riscos à bomba atômica Em um discurso contundente na Assembleia Geral da ONU, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, traçou um paralelo alarmante entre o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) e a proliferação nuclear. A comparação, segundo ele, serve para dimensionar a urgência de se estabelecer um controle internacional sobre essa tecnologia disruptiva. Wadephul utilizou uma analogia provocativa para ilustrar sua preocupação. Ele imaginou um cenário onde armas nucleares fossem desenvolvidas por empresas privadas, com arsenais em suas instalações e códigos de lançamento sob controle de executivos. Essa imagem, classificada por ele como “perturbadora”, foi usada para enfatizar a necessidade de regulação da IA. A declaração do chanceler alemão vem em um momento de tensões globais e questionamentos sobre a ordem internacional, com potências que, segundo o ministro, “acreditam que se saem melhor se ignorarem as regras consagradas na Carta das Nações Unidas”. A intervenção da Alemanha na ONU, conforme divulgado, busca alertar a comunidade internacional sobre os perigos de uma IA desregulada. Concentração de poder e influência em poucas mãos Johann Wadephul destacou que a maior parte das patentes relacionadas à tecnologia de IA está concentrada em apenas dois países. Essa concentração representa, em suas palavras, “uma enorme quantidade de influência na mão de muito poucos”. Essa realidade, segundo o ministro, exige atenção imediata para evitar desequilíbrios de poder e garantir um desenvolvimento ético e seguro da IA. A urgência da adaptação das instituições internacionais O chanceler alemão ressaltou que a revolução tecnológica da IA não espera pela adaptação das instituições globais. “São nossas instituições que precisam se adaptar à IA”, afirmou Wadephul, conclamando os países-membros da ONU a trabalharem na criação de requisitos comuns de segurança para os modelos mais avançados de inteligência artificial. Ele alertou que a “esmagadora maioria dos 193 países representados nesta Assembleia Geral” poderá sofrer as consequências se o direito internacional for enfraquecido. Contexto geopolítico e diplomacia ativa da Alemanha O discurso na ONU ocorreu após um breve encontro entre Wadephul e seu homólogo russo, Sergei Lavrov, o primeiro em nível ministerial desde o início da guerra na Ucrânia. A Alemanha, que se posiciona como a maior apoiadora da Ucrânia em sua defesa contra a agressão russa, buscou, segundo informações da imprensa alemã, alertar a Rússia sobre o “caminho perigoso da escalada contra a Alemanha, a Europa e a Otan”. O episódio do drone com explosivos encontrado em Leipzig, atribuído por Berlim aos serviços de inteligência russos, também foi abordado na reunião. Preocupações adicionais e a necessidade de reforma na ONU Além da questão da IA, o ministro alemão expressou preocupação com a situação humanitária em locais como o Haiti, o Sudão e a Ucrânia. Wadephul reiterou a necessidade de reforma do Conselho de Segurança da ONU, um pleito compartilhado por outros países, incluindo o Brasil, visando tornar a organização mais representativa e eficaz diante dos desafios globais atuais.

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Acordo de Paz na Colômbia: Farc não viram força política, mas abriram caminho para a esquerda

O legado complexo do Acordo de Paz: da guerrilha ao Congresso e os desafios da política institucional Luis Alberto Albán Urbano, que ingressou nas Farc aos 20 anos, viveu a transição de combatente para político. Após décadas de luta armada, ele se tornou deputado em 2018, simbolizando a entrada do grupo na política institucional. A jornada, no entanto, revela os desafios enfrentados pelas Farc na arena eleitoral após a assinatura do Acordo de Paz em 2016. A entrega das armas e a criação do partido Comunes (anteriormente Força Alternativa Revolucionária do Comum) foram marcos do acordo. Contudo, as eleições legislativas de 2026 evidenciaram a fragilidade eleitoral da legenda, que não conseguiu eleger nenhum representante, registrando seu pior desempenho desde a fundação. Apesar do declínio eleitoral, o Acordo de Paz é visto como um catalisador para a ascensão da esquerda no país. O ex-deputado Albán destaca que o pacto abriu portas para o governo de Gustavo Petro, o primeiro de esquerda na história recente da Colômbia. Essa perspectiva é compartilhada por especialistas, que ressaltam a esperança de mudança gerada pelo acordo. A difícil caminhada eleitoral dos ex-guerrilheiros Desde a participação nas eleições de 2018, sob a sigla das Farc, o grupo enfrentou obstáculos. Naquele ano, o partido não conseguiu lançar candidato à Presidência, e o último líder da guerrilha, Rodrigo Londoño, retirou sua candidatura. Nas legislativas, o partido obteve pouco mais de 85 mil votos, garantindo assentos no Congresso apenas pelas dez cadeiras reservadas pelo acordo. Em 2022, o cenário eleitoral se manteve desfavorável, com ainda menos simpatizantes. A situação se agravou em 2026, quando o fim das reservas de assentos levou à não eleição de nenhum representante. Nas eleições locais de 2019, o grupo conquistou 96.447 votos, número que despencou para 13.772 em 2023, uma redução de 85,7%. A mudança de nome para Comunes, em 2021, visou mitigar a estigmatização, mas não reverteu a tendência de queda. Albán explica que a alteração buscou preservar os ideais do grupo, apesar das dificuldades de adaptação à política civil. Contrastes históricos e os desafios da transição Em contraste com o cenário colombiano, outras guerrilhas latino-americanas obtiveram maior sucesso político e eleitoral. O Movimento 26 de Julho em Cuba e a Frente Sandinista na Nicarágua chegaram ao poder após suas revoluções. No Uruguai, os Tupamaros se integraram a um partido que elegeu o ex-presidente José Mujica. Em El Salvador, a FMLN se consolidou como segunda força política antes de chegar à Presidência em 2009. A Colômbia já havia presenciado uma tentativa de transição política em 1985 com a União Patriótica, formada pelas Farc e outros grupos de esquerda. O partido chegou a ser a terceira força política em 1986, mas seus membros eleitos foram alvo de assassinatos, o que levou à desarticulação do projeto. O legado do Acordo de Paz: mais que votos, um novo cenário político Apesar da inexperiência e das disputas internas sobre a estratégia de mobilização civil, Albán considera a participação no Congresso como um avanço. Ele destaca a luta pela

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Quase 1 Milhão de Brasileiros no Exterior Estão Aptos a Votar em 2026: Saiba Quem São e Onde Estão os Eleitores Fora do País

Quase 1 milhão de brasileiros no exterior estão aptos a votar nas eleições de 2026, um número que cresce a cada pleito. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um levantamento impressionante: quase 1 milhão de brasileiros, com domicílio eleitoral no exterior, estão habilitados para votar nas próximas eleições presidenciais de 2026. São 918.876 eleitores espalhados por 134 países, representando um contingente significativo, embora ainda menor que 1% do eleitorado total do Brasil. Essa parcela do eleitorado tem um papel crucial, pois vota diretamente na eleição para Presidente e Vice-Presidente da República. O direito ao voto é exercido com dedicação por esses cidadãos, que buscam manter sua conexão com o futuro político do país, mesmo estando geograficamente distantes. O aumento no número de brasileiros aptos a votar fora do país é uma tendência clara e crescente. De acordo com o TSE, o crescimento registrado entre 2010 e 2026 foi de expressivos 358%. Este dado reflete uma maior organização e interesse dos brasileiros no exterior em participar ativamente do processo democrático brasileiro, conforme informações divulgadas pelo próprio TSE. O Crescimento do Voto Brasileiro no Exterior A evolução do eleitorado brasileiro no exterior é notável. Em 2010, o número de eleitores habilitados era de cerca de 210 mil. Este contingente saltou para 354 mil em 2014 e atingiu 500 mil em 2018. Nas eleições de 2022, o número já se aproximava de 700 mil, e agora, para 2026, supera a marca de 900 mil eleitores. A jornalista Victoria Duarte, 30 anos, morando no Canadá desde 2025, exemplifica essa participação. Para ela, esta será a primeira eleição brasileira no exterior. “Queria votar, mesmo morando fora, porque sei da importância dessas eleições para o futuro do meu país. Fiz todo o processo necessário para isso”, relatou à Agência Brasil, evidenciando o forte senso de dever cívico. Onde e Como os Brasileiros no Exterior Votarão Para garantir o exercício do voto, serão instaladas seções eleitorais em 186 cidades no exterior. Essas instalações ocorrerão principalmente em consulados e embaixadas brasileiras, mas também poderão ser realizadas em outros locais como escolas e hotéis, facilitando o acesso dos eleitores. A experiência de Victoria, por exemplo, exigirá um deslocamento até Toronto para votar. A vivência no exterior, segundo Victoria, intensificou seu vínculo com o Brasil. “Fiquei mais patriota e orgulhosa do próprio país”, afirmou, destacando que “quem mora fora sabe disso porque compara”. Essa perspectiva reforça a importância da participação eleitoral para manter a conexão com a nação. Perfil Detalhado do Eleitor Brasileiro no Exterior Os dados do TSE revelam um perfil diversificado do eleitorado fora do país. As mulheres representam a maioria, com 57% dos eleitores registrados, enquanto os homens somam 43%. Em relação ao estado civil, os solteiros são o grupo predominante, com 52%, seguidos pelos casados (42%). O cadastro eleitoral também inclui 6.614 pessoas com deficiência, o que representa 0,72% do total. No quesito escolaridade, 38% dos eleitores residentes no exterior possuem ensino superior completo, o maior percentual entre os níveis de instrução registrados. O ensino médio

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Eleições 2026 em Mato Grosso: Conheça os 5 Candidatos ao Governo e o Perfil do Eleitorado Matogrossense

Eleições 2026 em Mato Grosso: Conheça os 5 Candidatos ao Governo e o Perfil do Eleitorado Matogrossense A corrida eleitoral para o governo de Mato Grosso em 2026 já tem seus protagonistas definidos. Ao todo, cinco candidatos disputam o comando do estado, buscando conquistar a confiança de mais de 2,6 milhões de eleitores aptos a votar no primeiro turno, marcado para o dia 4 de outubro. As urnas mato-grossenses decidirão não apenas o Poder Executivo, mas também a composição do Legislativo. O cenário político de Mato Grosso se desenha com nomes que buscam apresentar suas propostas e visões para o futuro do estado. A diversidade do eleitorado, composta majoritariamente por mulheres e com uma expressiva parcela de pardos, brancos e pretos, reflete a complexidade social e a importância de campanhas que dialoguem com todos os segmentos da população. Acompanhe a seguir os candidatos ao governo de Mato Grosso, em ordem alfabética conforme aparecem na urna eletrônica, e entenda um pouco mais sobre o eleitorado que definirá os rumos do estado nos próximos anos. As informações foram divulgadas conforme apuração e dados oficiais. Conheça os Candidatos ao Governo de Mato Grosso A disputa pelo governo de Mato Grosso em 2026 conta com cinco nomes que buscam liderar o estado. Cada um deles representa diferentes partidos e propostas, buscando apresentar um projeto de governo que atenda às demandas da população mato-grossense. A escolha dos eleitores definirá o futuro do Poder Executivo estadual. Em ordem alfabética, os candidatos são: Doutora Natasha (Natasha Slhessarenko Fraife Barreto), do partido Mato Grosso para Todos; Mauricio Coelho (Mauricio Coelho de Souza Junior), do Mobiliza; Otaviano Pivetta (Otaviano Olavo Pivetta), do Mato Grosso não Pode Parar; Rafaell Milas (Rafaell Milas de Oliveira), do Missão; e Sargento Laudicério (Laudicério Aguiar Machado), do Agir. Perfil do Eleitorado Matogrossense O colégio eleitoral de Mato Grosso para as eleições de 2026 é composto por 2.638.230 eleitores aptos a votar. Uma característica marcante desse eleitorado é a predominância feminina, com 51% do total, enquanto os homens representam 49%. Essa divisão demográfica é um fator importante a ser considerado pelas campanhas eleitorais. Ao analisar a declaração de cor/raça, os dados revelam uma maioria de 59,85% de pessoas pardas. Em seguida, vêm os eleitores brancos, representando 27,16%, seguidos pelos pretos, com 10,21%. Completam o quadro os eleitores indígenas (2,17%) e amarelos (0,62%). Essa diversidade racial e étnica exige que os candidatos apresentem propostas inclusivas e que contemplem as particularidades de cada grupo. Datas Importantes das Eleições O calendário eleitoral de 2026 prevê o primeiro turno das eleições para o dia 4 de outubro. Caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta dos votos válidos, um segundo turno será realizado em 25 de outubro. Nessas datas, os eleitores de Mato Grosso exercerão seu direito de voto para escolher o governador e o vice-governador, além de outros cargos legislativos. A eleição abrange a escolha dos chefes do Poder Executivo em nível nacional e estadual, bem como a renovação das bancadas de senadores, deputados federais e estaduais. A participação

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Eleições 2026 MS: Conheça os 6 Candidatos a Governador de Mato Grosso do Sul e seus Planos

Mato Grosso do Sul em 2026: Quem Disputa o Governo do Estado e Quais as Propostas? As eleições de 2026 prometem agitar Mato Grosso do Sul com a disputa pelo cargo de governador. Ao todo, seis candidatos apresentarão suas propostas para administrar o estado, buscando conquistar os votos dos mais de 2 milhões de eleitores aptos a votar. O cenário político sul-mato-grossense se define com nomes que buscam renovação e outros que já possuem experiência na vida pública. A diversidade de partidos e ideologias reflete o desejo da população por diferentes caminhos para o desenvolvimento do estado. Acompanhe a seguir um panorama completo sobre os candidatos, suas trajetórias e as plataformas que defendem. Conhecer cada um é fundamental para uma escolha consciente no dia da votação, garantindo que o futuro de Mato Grosso do Sul seja moldado pelas mãos certas. Conforme informação divulgada sobre as eleições, o primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro, com um eventual segundo turno em 25 de outubro. Conheça os Candidatos a Governador de Mato Grosso do Sul em Ordem Alfabética A corrida pelo governo de Mato Grosso do Sul em 2026 conta com seis nomes que buscam convencer o eleitorado. A lista, apresentada em ordem alfabética de acordo com o nome que aparecerá na urna eletrônica, inclui representantes de diferentes legendas e visões para o estado. Os eleitores de Mato Grosso do Sul, que somam 2.024.884 pessoas aptas a votar, terão a oportunidade de escolher seu próximo líder. A composição do eleitorado é majoritariamente feminina, com 53% de mulheres e 47% de homens, segundo dados divulgados. Quanto à declaração de cor/raça, pessoas pardas representam a maior parcela, com 49,62%. Os Aspirantes ao Governo Sul-Mato-Grossense Entre os candidatos a governador de Mato Grosso do Sul, destaca-se Daniel Lemes, representando o PCO. Sua candidatura busca apresentar uma alternativa para o eleitorado que procura por novas perspectivas políticas no estado. Outro nome na disputa é Delcídio Amaral, que concorre pela Federação Renovação Solidária, composta pelos partidos PRD e Solidariedade. Sua trajetória política o credencia a apresentar um plano de governo robusto para Mato Grosso do Sul. O economista Renato Gomes, candidato pelo DC, também figura na lista. Sua formação profissional sugere um foco em propostas econômicas e de gestão para o estado, buscando trazer soluções para os desafios de Mato Grosso do Sul. Novos Rostos e Experiências na Disputa Eleitoral Eduardo Riedel, com a plataforma “Fazendo o Futuro Acontecer”, busca a confiança dos eleitores para liderar Mato Grosso do Sul. Sua candidatura se insere em um contexto de busca por desenvolvimento e progresso para a região. Fábio Trad, com o slogan “Por um MS do Povo”, apresenta-se como uma opção para os cidadãos que almejam uma gestão mais próxima das demandas populares. Sua campanha visa conectar-se diretamente com as necessidades da população sul-mato-grossense. Completando a lista de candidatos a governador de Mato Grosso do Sul, temos Jeferson Bezerra, pelo partido Agir. Ele busca se firmar como uma opção viável para os eleitores que desejam uma nova representação

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Casa Branca Proíbe CNN de Viajar com Trump no Air Force One, Escalando Tensão com a Mídia

Casa Branca impede CNN de viajar com Trump no Air Force One, diz jornal A Casa Branca tomou uma medida drástica ao impedir a emissora CNN de acompanhar o presidente Donald Trump em sua viagem a Knoxville, no Tennessee, neste sábado, 26 de agosto. A decisão, revelada pelo jornal Washington Post com base em duas fontes anônimas, coloca em xeque o sistema rotativo de emissoras que cobrem o presidente em suas viagens oficiais. Este sistema, que garante o acesso de diferentes veículos de imprensa, havia sido retomado na sexta-feira (25), após um período de interrupção. A proibição imposta à CNN, portanto, representa um retrocesso e pode afetar a transparência da cobertura presidencial. A tensão entre a Casa Branca e alguns veículos de imprensa não é nova. Na semana passada, a CNN, a MS NOW e o Politico foram temporariamente banidos das dependências da Casa Branca. Embora um juiz federal tenha restabelecido o acesso provisoriamente na quinta-feira (24), a nova proibição de embarque no Air Force One demonstra que as restrições persistem. Sistema rotativo de cobertura em risco O pool de emissoras, composto por CNN, ABC, CBS, NBC e Fox News, é fundamental para garantir que a imprensa acompanhe o presidente em suas atividades. A interrupção da cobertura por parte deste grupo, que ocorreu após a proibição inicial à CNN, já havia gerado preocupações. Agora, a exclusão da CNN de uma viagem presidencial agrava a situação. Na sexta-feira, a CBS foi a emissora responsável pela cobertura em vídeo dos eventos com o líder chinês, Xi Jinping. No entanto, uma atividade específica no Arquivo Nacional, na qual a CNN era a emissora designada para o pool, demonstra a complexidade e a fragilidade do sistema quando há restrições de acesso. Histórico de conflitos entre Trump e a imprensa Donald Trump tem um histórico de confrontos com a imprensa, frequentemente criticando veículos que considera como “fake news”. Essas tensões parecem ter se intensificado com a proibição de acesso a eventos e, agora, com a restrição de viagens em aeronaves presidenciais. Tanto a CNN quanto a Casa Branca não emitiram comentários imediatos sobre o ocorrido, segundo o Washington Post. A situação levanta questionamentos sobre a liberdade de imprensa e o direito do público à informação, especialmente em um período eleitoral. Impacto na cobertura presidencial A exclusão de uma emissora importante como a CNN de viagens presidenciais pode limitar a capacidade da imprensa de fiscalizar e informar o público sobre as ações do governo. O sistema rotativo foi criado justamente para evitar que um único veículo tenha acesso privilegiado e para garantir uma cobertura diversificada. A decisão da Casa Branca pode abrir precedentes perigosos, incentivando novas restrições a outros veículos de comunicação. A comunidade jornalística acompanha de perto os desdobramentos, buscando garantir o livre acesso à informação e a proteção da liberdade de imprensa nos Estados Unidos.

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Agenda Presidenciáveis Fim de Semana: Caminhadas, Comícios e Debates em SP, MG, BA e Mais!

Agenda Presidenciáveis Fim de Semana: Veja os Compromissos de Sábado e Domingo em Todo o Brasil O cenário eleitoral segue agitado neste fim de semana, com os candidatos à Presidência da República empenhados em ampliar o alcance de suas campanhas. A agenda prevê uma série de atividades, incluindo caminhadas, comícios, entrevistas e encontros com apoiadores, espalhadas por diversos estados brasileiros. De São Paulo a Minas Gerais, passando pelo Rio de Janeiro, Bahia e Paraná, os presidenciáveis buscam dialogar com o eleitorado e apresentar suas propostas. As mobilizações deste sábado e domingo prometem ser cruciais para consolidar ou expandir o apoio popular rumo às eleições. Confira os detalhes dos eventos divulgados. Conforme informações divulgadas, as agendas dos candidatos incluem desde carreata em Goiás até debates transmitidos online, mostrando a diversidade de estratégias de campanha. Acompanhe os principais compromissos para não perder nenhum detalhe da corrida presidencial. Romeu Zema (Novo) Foca no Sul de Minas com Entrevistas e Caminhada Romeu Zema, candidato pelo Novo, dedicará o sábado a atos de campanha em cidades do Sul de Minas Gerais. Pela manhã, concederá entrevista ao portal Terra do Mandu em Pouso Alegre e posteriormente se reunirá com apoiadores locais. Ao meio-dia, Zema participará de uma caminhada comercial em Varginha, seguida de almoço com apoiadores. No início da tarde, concederá entrevista ao vivo para a rádio Itatiaia, também em Varginha, reforçando sua presença no estado. Ronaldo Caiado (PSD) Mobiliza Goiás com Carreata e Caminhada Ronaldo Caiado, do PSD, terá um sábado movimentado em Goiás. Pela manhã, participará de carreata nas cidades de Luziânia e Cristalina. Às 13h30, estará em Valparaíso de Goiás para uma caminhada. O dia se encerrará com um encontro com lideranças e apoiadores em Águas Lindas de Goiás, município estratégico no entorno do Distrito Federal, a partir das 18h30. Debates Concentram Agenda de Diversos Candidatos no Sábado à Noite O final da tarde de sábado será marcado por debates presidenciais, com a participação de diversos candidatos. Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) estarão envolvidos em discussões transmitidas ao vivo. Estes debates, promovidos por podcasts como Kritikê e Três Irmãos, além da rádio My News, oferecem uma plataforma para os candidatos apresentarem suas visões e confrontarem ideias sobre a conjuntura nacional e internacional. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) Realizam Atos em São Paulo e Rio Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará da caminhada “Brasil Pronto pra Mais” na zona leste de São Paulo no sábado, com concentração às 9h e início da caminhada às 10h. Por outro lado, Flávio Bolsonaro (PL) estará no Rio de Janeiro, com duas moto-carreatas agendadas: uma em São João de Meriti às 10h30 e outra em Jacarepaguá, na capital fluminense, às 15h. As agendas para o domingo ainda não foram totalmente divulgadas para estes candidatos. Outras Agendas e Eventos Destacados Samara Martins (UP) também participará do debate presidencial no sábado à noite. Rui Costa Pimenta (PCO) terá um dia intenso, com participação em programa da

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Trump rejeita trégua com Irã e planeja novos bombardeios após eleições de novembro, aponta jornal

Trump descarta cessar-fogo com Irã e sinaliza novos ataques após eleições de novembro O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou uma proposta de cessar-fogo de sete dias apresentada pelo Irã. Segundo autoridades americanas ouvidas pelo Wall Street Journal, Trump informou a assessores que planeja retomar os bombardeios contra o país após as eleições legislativas de novembro. A proposta iraniana incluía a suspensão do bloqueio naval americano, o descongelamento de ativos iranianos e a retirada de sanções ao petróleo. Em contrapartida, o Irã prometia reabrir o Estreito de Hormuz e iniciar negociações sobre seu programa nuclear. No entanto, Washington comunicou ao regime iraniano e aos mediadores que Trump não tem intenção de suspender o embargo marítimo, conforme reportado pelo jornal. Essa decisão ocorre em um momento de alta tensão entre os dois países, com implicações diretas para a política interna americana. Ceticismo privado e planos de ataque Apesar de defender publicamente a busca por um acordo e o desmantelamento do programa nuclear iraniano, Donald Trump tem expressado em conversas privadas um forte ceticismo sobre a disposição do Irã em atender às exigências americanas. O presidente confidenciou a membros de sua equipe a probabilidade de uma nova campanha de bombardeios. A dimensão desses possíveis ataques ainda não está definida. Autoridades americanas indicam que Trump reluta em autorizar operações militares de grande escala, em parte para preservar estoques de munições, que estariam em declínio. Contudo, a mesma fonte ressalta que a posição do presidente pode sofrer alterações nas próximas semanas, influenciada pelo resultado das eleições legislativas. Eleições legislativas e o impacto na guerra A proximidade das eleições legislativas de 3 de novembro adiciona uma camada de sensibilidade à questão da guerra com o Irã. O conflito, iniciado em fevereiro, é impopular entre os americanos e tem sido associado ao aumento dos preços dos combustíveis e do custo de vida, temas centrais para os eleitores. Uma pesquisa Reuters/Ipsos recente mostrou a aprovação de Trump em 32%, com apenas 24% aprovando sua condução da guerra contra Teerã e 17% sua gestão do custo de vida. A pesquisa também revelou que 43% dos entrevistados afirmaram que votariam nos democratas, contra 35% nos republicanos, para as eleições legislativas. A perda de controle de uma das Casas do Congresso poderia dificultar significativamente a agenda de Trump nos últimos dois anos de seu mandato. O presidente tem buscado transformar o pleito em um referendo sobre seu governo. Negociações tensas e escalada retórica Enquanto a retórica entre Trump e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, se intensifica, as negociações por meio de mediadores continuam. Na Assembleia Geral da ONU, Trump declarou que a escolha era entre um acordo com Teerã ou a “aniquilação da República Islâmica”. Em resposta, Pezeshkian acusou EUA e Israel de terrorismo, reafirmou a posição do Irã sobre seu programa nuclear e exibiu fotos de crianças mortas em um bombardeio. Apesar da troca de acusações, contatos diretos foram retomados à margem da Assembleia Geral, com reuniões entre o chanceler iraniano e enviados americanos. Posição do Irã e

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Acordo de Paz com Farc Completa 10 Anos Sob Sombra de Ataques e Expansão de Grupos Armados na Colômbia

Acordo de Paz com Farc: 10 Anos de Luta Contra a Violência e Desafios na Colômbia Há uma década, a Colômbia celebrava um marco histórico: o acordo de paz entre o governo e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Em 26 de setembro de 2016, o então presidente Juan Manuel Santos e o líder das Farc, Rodrigo Londoño, selavam o fim de um conflito de 52 anos. A cerimônia em Cartagena, com a multidão vestida de branco, simbolizava o cansaço de um país com a guerra e rendeu o Nobel da Paz a Santos. No entanto, a euforia inicial logo deu lugar à incerteza. Menos de uma semana após a assinatura, a população rejeitou o acordo em um plebiscito por uma margem apertada. Uma nova versão foi assinada em novembro, em uma cerimônia mais discreta. Esse início conturbado prenunciava as dificuldades na implementação, e hoje, dez anos depois, a Colômbia enfrenta uma nova escalada de violência, com a expansão de grupos armados e o aumento de massacres. Determinar o legado do acordo é complexo. Por um lado, mais de 13 mil pessoas deixaram as armas, e cerca de 85% estão em processo de reintegração. Por outro, a violência persiste. Conforme informações divulgadas pela Força Pública da Colômbia, o número de membros nas três principais organizações armadas do país saltou de 6.519 em 2017 para 24.610 em 2025, um aumento quase quádruplo em oito anos. A Unidade para as Vítimas reporta que o número de deslocados forçados quase dobrou desde 2016, ultrapassando 290 mil no ano passado. Dados do Indepaz indicam um aumento de massacres, de 137 em 2016 para 256 em 2025. Lentidão na Implementação e Impacto nas Vítimas Especialistas apontam a lentidão na implementação do acordo como um dos principais fatores para o cenário atual. O Kroc, instituto de estudos para a paz da Universidade Notre Dame, estima que, em 2025, apenas 36% das 578 cláusulas do acordo foram completamente implementadas, enquanto 8% sequer foram iniciadas. O prazo para a execução completa é 2031, 15 anos após a assinatura. A advogada Paola Molano Ayala, mestre em direito internacional, destaca os Programas de Desenvolvimento com Foco Territorial como um dos avanços significativos. Entre 2018 e 2024, essa iniciativa reduziu a pobreza multidimensional em mais de 15 pontos percentuais em municípios afetados pelo conflito, segundo a Agência de Renovação do Território. No entanto, a proteção de ex-guerrilheiros é um ponto crítico. Um relatório da Missão de Verificação das Nações Unidas na Colômbia apontou que 493 ex-combatentes foram mortos desde a assinatura do acordo. Desafios Políticos e a Busca pela “Paz Total” A oposição ao acordo de paz não é nova. O plebiscito que rejeitou o texto inicial foi considerado um erro estratégico por Andrei Gómez Suárez, especialista em resolução de conflitos armados. A implementação, segundo ele, começou sem legitimidade suficiente, o que abriu espaço para críticas e tentativas de modificação, como as defendidas pelo partido Centro Democrático. A eleição do primeiro presidente de esquerda, Gustavo Petro, em 2022, trouxe esperança,

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Rússia na ONU: Lavrov acusa EUA de sequestro na Venezuela, condena “agressão” no Irã e culpa Europa por sabotar paz na Ucrânia

Lavrov condena ações dos EUA na Venezuela e Irã e acusa Europa de sabotar paz na Ucrânia Em um discurso contundente na Assembleia Geral da ONU, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, dirigiu fortes críticas às ações dos Estados Unidos na Venezuela e no Irã. Ao mesmo tempo, o chanceler russo acusou a Europa de minar os esforços de paz na Ucrânia, país que tem sido palco de um conflito prolongado. Lavrov apresentou uma visão de uma Rússia que busca estabilidade global, mas que se vê cercada por ações que considera desestabilizadoras e contrárias ao direito internacional. A fala do ministro russo na ONU ressaltou as tensões geopolíticas atuais e as diferentes narrativas sobre os conflitos em curso. As declarações foram divulgadas neste sábado (26), e refletem a posição oficial de Moscou em relação a diversos temas sensíveis na agenda internacional, apresentando a perspectiva russa sobre eventos recentes e históricos. Conforme informação divulgada pelo g1, Lavrov detalhou as acusações em seu discurso. Acusações contra os EUA na Venezuela e Irã O chefe da diplomacia russa declarou que os Estados Unidos “invadiram a Venezuela e sequestraram seu presidente, Nicolás Maduro, junto da esposa”. Segundo Lavrov, ambos estariam detidos em uma prisão americana sem julgamento, apesar da imunidade garantida a chefes de Estado pela lei internacional. O julgamento de Maduro, acusado pelos EUA de facilitar o tráfico de drogas, está previsto para junho de 2027. Lavrov também condenou o uso da força contra Ali Khamenei, ex-líder supremo do Irã, e seus familiares, referindo-se a uma suposta “agressão israelo-americana” que atingiria a infraestrutura civil iraniana, incluindo a nuclear. A Rússia se mostrou disposta a cooperar para “estabilizar” o estreito de Hormuz, que foi bloqueado pelo Irã. Rússia se vê como potência global em ascensão O ministro russo buscou projetar uma imagem de uma Rússia forte, cercada por aliados e parceiros, e não isolada internacionalmente. Lavrov destacou que “os países do sul e do leste global vem, cada vez mais, assumindo sua segurança por conta própria, sempre em respeito ao direito internacional”. Ele citou o Brics e a Organização de Cooperação de Xangai como exemplos de alianças que demonstram essa nova dinâmica global. Lavrov argumentou que o Ocidente, em sua tentativa de conter a Rússia, acabou por criar um regime “russofóbico” em Kiev, o que, segundo ele, prejudicou a segurança europeia. Europa acusada de sabotar a paz na Ucrânia Abordando o conflito na Ucrânia, Lavrov classificou como “ações irresponsáveis” a entrega de armas por aliados de Kiev, que seriam utilizadas contra a Rússia. Ele afirmou que a Europa, ao invés de buscar a paz, “faz de tudo para sabotar conversas de paz” nas quais, segundo ele, o governo Trump teria interesse. Lavrov reiterou a justificativa russa para a invasão, afirmando que a “operação militar especial” foi iniciada “para proteger pessoas” nas regiões anexadas. Ele concluiu declarando que a Rússia lutará até completar seus objetivos, eliminando ameaças à sua segurança e restaurando a paz. Encontro com a Alemanha e tensões persistentes Pouco

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Alemanha na ONU: IA é ‘perturbadora’ como bomba atômica, pede regulação urgente e comparativo com poder nuclear

Alemanha defende regulação da Inteligência Artificial na ONU, comparando os riscos à bomba atômica Em um discurso contundente na Assembleia Geral da ONU, o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul, traçou um paralelo alarmante entre o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) e a proliferação nuclear. A comparação, segundo ele, serve para dimensionar a urgência de se estabelecer um controle internacional sobre essa tecnologia disruptiva. Wadephul utilizou uma analogia provocativa para ilustrar sua preocupação. Ele imaginou um cenário onde armas nucleares fossem desenvolvidas por empresas privadas, com arsenais em suas instalações e códigos de lançamento sob controle de executivos. Essa imagem, classificada por ele como “perturbadora”, foi usada para enfatizar a necessidade de regulação da IA. A declaração do chanceler alemão vem em um momento de tensões globais e questionamentos sobre a ordem internacional, com potências que, segundo o ministro, “acreditam que se saem melhor se ignorarem as regras consagradas na Carta das Nações Unidas”. A intervenção da Alemanha na ONU, conforme divulgado, busca alertar a comunidade internacional sobre os perigos de uma IA desregulada. Concentração de poder e influência em poucas mãos Johann Wadephul destacou que a maior parte das patentes relacionadas à tecnologia de IA está concentrada em apenas dois países. Essa concentração representa, em suas palavras, “uma enorme quantidade de influência na mão de muito poucos”. Essa realidade, segundo o ministro, exige atenção imediata para evitar desequilíbrios de poder e garantir um desenvolvimento ético e seguro da IA. A urgência da adaptação das instituições internacionais O chanceler alemão ressaltou que a revolução tecnológica da IA não espera pela adaptação das instituições globais. “São nossas instituições que precisam se adaptar à IA”, afirmou Wadephul, conclamando os países-membros da ONU a trabalharem na criação de requisitos comuns de segurança para os modelos mais avançados de inteligência artificial. Ele alertou que a “esmagadora maioria dos 193 países representados nesta Assembleia Geral” poderá sofrer as consequências se o direito internacional for enfraquecido. Contexto geopolítico e diplomacia ativa da Alemanha O discurso na ONU ocorreu após um breve encontro entre Wadephul e seu homólogo russo, Sergei Lavrov, o primeiro em nível ministerial desde o início da guerra na Ucrânia. A Alemanha, que se posiciona como a maior apoiadora da Ucrânia em sua defesa contra a agressão russa, buscou, segundo informações da imprensa alemã, alertar a Rússia sobre o “caminho perigoso da escalada contra a Alemanha, a Europa e a Otan”. O episódio do drone com explosivos encontrado em Leipzig, atribuído por Berlim aos serviços de inteligência russos, também foi abordado na reunião. Preocupações adicionais e a necessidade de reforma na ONU Além da questão da IA, o ministro alemão expressou preocupação com a situação humanitária em locais como o Haiti, o Sudão e a Ucrânia. Wadephul reiterou a necessidade de reforma do Conselho de Segurança da ONU, um pleito compartilhado por outros países, incluindo o Brasil, visando tornar a organização mais representativa e eficaz diante dos desafios globais atuais.

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Acordo de Paz na Colômbia: Farc não viram força política, mas abriram caminho para a esquerda

O legado complexo do Acordo de Paz: da guerrilha ao Congresso e os desafios da política institucional Luis Alberto Albán Urbano, que ingressou nas Farc aos 20 anos, viveu a transição de combatente para político. Após décadas de luta armada, ele se tornou deputado em 2018, simbolizando a entrada do grupo na política institucional. A jornada, no entanto, revela os desafios enfrentados pelas Farc na arena eleitoral após a assinatura do Acordo de Paz em 2016. A entrega das armas e a criação do partido Comunes (anteriormente Força Alternativa Revolucionária do Comum) foram marcos do acordo. Contudo, as eleições legislativas de 2026 evidenciaram a fragilidade eleitoral da legenda, que não conseguiu eleger nenhum representante, registrando seu pior desempenho desde a fundação. Apesar do declínio eleitoral, o Acordo de Paz é visto como um catalisador para a ascensão da esquerda no país. O ex-deputado Albán destaca que o pacto abriu portas para o governo de Gustavo Petro, o primeiro de esquerda na história recente da Colômbia. Essa perspectiva é compartilhada por especialistas, que ressaltam a esperança de mudança gerada pelo acordo. A difícil caminhada eleitoral dos ex-guerrilheiros Desde a participação nas eleições de 2018, sob a sigla das Farc, o grupo enfrentou obstáculos. Naquele ano, o partido não conseguiu lançar candidato à Presidência, e o último líder da guerrilha, Rodrigo Londoño, retirou sua candidatura. Nas legislativas, o partido obteve pouco mais de 85 mil votos, garantindo assentos no Congresso apenas pelas dez cadeiras reservadas pelo acordo. Em 2022, o cenário eleitoral se manteve desfavorável, com ainda menos simpatizantes. A situação se agravou em 2026, quando o fim das reservas de assentos levou à não eleição de nenhum representante. Nas eleições locais de 2019, o grupo conquistou 96.447 votos, número que despencou para 13.772 em 2023, uma redução de 85,7%. A mudança de nome para Comunes, em 2021, visou mitigar a estigmatização, mas não reverteu a tendência de queda. Albán explica que a alteração buscou preservar os ideais do grupo, apesar das dificuldades de adaptação à política civil. Contrastes históricos e os desafios da transição Em contraste com o cenário colombiano, outras guerrilhas latino-americanas obtiveram maior sucesso político e eleitoral. O Movimento 26 de Julho em Cuba e a Frente Sandinista na Nicarágua chegaram ao poder após suas revoluções. No Uruguai, os Tupamaros se integraram a um partido que elegeu o ex-presidente José Mujica. Em El Salvador, a FMLN se consolidou como segunda força política antes de chegar à Presidência em 2009. A Colômbia já havia presenciado uma tentativa de transição política em 1985 com a União Patriótica, formada pelas Farc e outros grupos de esquerda. O partido chegou a ser a terceira força política em 1986, mas seus membros eleitos foram alvo de assassinatos, o que levou à desarticulação do projeto. O legado do Acordo de Paz: mais que votos, um novo cenário político Apesar da inexperiência e das disputas internas sobre a estratégia de mobilização civil, Albán considera a participação no Congresso como um avanço. Ele destaca a luta pela

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Quase 1 Milhão de Brasileiros no Exterior Estão Aptos a Votar em 2026: Saiba Quem São e Onde Estão os Eleitores Fora do País

Quase 1 milhão de brasileiros no exterior estão aptos a votar nas eleições de 2026, um número que cresce a cada pleito. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou um levantamento impressionante: quase 1 milhão de brasileiros, com domicílio eleitoral no exterior, estão habilitados para votar nas próximas eleições presidenciais de 2026. São 918.876 eleitores espalhados por 134 países, representando um contingente significativo, embora ainda menor que 1% do eleitorado total do Brasil. Essa parcela do eleitorado tem um papel crucial, pois vota diretamente na eleição para Presidente e Vice-Presidente da República. O direito ao voto é exercido com dedicação por esses cidadãos, que buscam manter sua conexão com o futuro político do país, mesmo estando geograficamente distantes. O aumento no número de brasileiros aptos a votar fora do país é uma tendência clara e crescente. De acordo com o TSE, o crescimento registrado entre 2010 e 2026 foi de expressivos 358%. Este dado reflete uma maior organização e interesse dos brasileiros no exterior em participar ativamente do processo democrático brasileiro, conforme informações divulgadas pelo próprio TSE. O Crescimento do Voto Brasileiro no Exterior A evolução do eleitorado brasileiro no exterior é notável. Em 2010, o número de eleitores habilitados era de cerca de 210 mil. Este contingente saltou para 354 mil em 2014 e atingiu 500 mil em 2018. Nas eleições de 2022, o número já se aproximava de 700 mil, e agora, para 2026, supera a marca de 900 mil eleitores. A jornalista Victoria Duarte, 30 anos, morando no Canadá desde 2025, exemplifica essa participação. Para ela, esta será a primeira eleição brasileira no exterior. “Queria votar, mesmo morando fora, porque sei da importância dessas eleições para o futuro do meu país. Fiz todo o processo necessário para isso”, relatou à Agência Brasil, evidenciando o forte senso de dever cívico. Onde e Como os Brasileiros no Exterior Votarão Para garantir o exercício do voto, serão instaladas seções eleitorais em 186 cidades no exterior. Essas instalações ocorrerão principalmente em consulados e embaixadas brasileiras, mas também poderão ser realizadas em outros locais como escolas e hotéis, facilitando o acesso dos eleitores. A experiência de Victoria, por exemplo, exigirá um deslocamento até Toronto para votar. A vivência no exterior, segundo Victoria, intensificou seu vínculo com o Brasil. “Fiquei mais patriota e orgulhosa do próprio país”, afirmou, destacando que “quem mora fora sabe disso porque compara”. Essa perspectiva reforça a importância da participação eleitoral para manter a conexão com a nação. Perfil Detalhado do Eleitor Brasileiro no Exterior Os dados do TSE revelam um perfil diversificado do eleitorado fora do país. As mulheres representam a maioria, com 57% dos eleitores registrados, enquanto os homens somam 43%. Em relação ao estado civil, os solteiros são o grupo predominante, com 52%, seguidos pelos casados (42%). O cadastro eleitoral também inclui 6.614 pessoas com deficiência, o que representa 0,72% do total. No quesito escolaridade, 38% dos eleitores residentes no exterior possuem ensino superior completo, o maior percentual entre os níveis de instrução registrados. O ensino médio

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Eleições 2026 em Mato Grosso: Conheça os 5 Candidatos ao Governo e o Perfil do Eleitorado Matogrossense

Eleições 2026 em Mato Grosso: Conheça os 5 Candidatos ao Governo e o Perfil do Eleitorado Matogrossense A corrida eleitoral para o governo de Mato Grosso em 2026 já tem seus protagonistas definidos. Ao todo, cinco candidatos disputam o comando do estado, buscando conquistar a confiança de mais de 2,6 milhões de eleitores aptos a votar no primeiro turno, marcado para o dia 4 de outubro. As urnas mato-grossenses decidirão não apenas o Poder Executivo, mas também a composição do Legislativo. O cenário político de Mato Grosso se desenha com nomes que buscam apresentar suas propostas e visões para o futuro do estado. A diversidade do eleitorado, composta majoritariamente por mulheres e com uma expressiva parcela de pardos, brancos e pretos, reflete a complexidade social e a importância de campanhas que dialoguem com todos os segmentos da população. Acompanhe a seguir os candidatos ao governo de Mato Grosso, em ordem alfabética conforme aparecem na urna eletrônica, e entenda um pouco mais sobre o eleitorado que definirá os rumos do estado nos próximos anos. As informações foram divulgadas conforme apuração e dados oficiais. Conheça os Candidatos ao Governo de Mato Grosso A disputa pelo governo de Mato Grosso em 2026 conta com cinco nomes que buscam liderar o estado. Cada um deles representa diferentes partidos e propostas, buscando apresentar um projeto de governo que atenda às demandas da população mato-grossense. A escolha dos eleitores definirá o futuro do Poder Executivo estadual. Em ordem alfabética, os candidatos são: Doutora Natasha (Natasha Slhessarenko Fraife Barreto), do partido Mato Grosso para Todos; Mauricio Coelho (Mauricio Coelho de Souza Junior), do Mobiliza; Otaviano Pivetta (Otaviano Olavo Pivetta), do Mato Grosso não Pode Parar; Rafaell Milas (Rafaell Milas de Oliveira), do Missão; e Sargento Laudicério (Laudicério Aguiar Machado), do Agir. Perfil do Eleitorado Matogrossense O colégio eleitoral de Mato Grosso para as eleições de 2026 é composto por 2.638.230 eleitores aptos a votar. Uma característica marcante desse eleitorado é a predominância feminina, com 51% do total, enquanto os homens representam 49%. Essa divisão demográfica é um fator importante a ser considerado pelas campanhas eleitorais. Ao analisar a declaração de cor/raça, os dados revelam uma maioria de 59,85% de pessoas pardas. Em seguida, vêm os eleitores brancos, representando 27,16%, seguidos pelos pretos, com 10,21%. Completam o quadro os eleitores indígenas (2,17%) e amarelos (0,62%). Essa diversidade racial e étnica exige que os candidatos apresentem propostas inclusivas e que contemplem as particularidades de cada grupo. Datas Importantes das Eleições O calendário eleitoral de 2026 prevê o primeiro turno das eleições para o dia 4 de outubro. Caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta dos votos válidos, um segundo turno será realizado em 25 de outubro. Nessas datas, os eleitores de Mato Grosso exercerão seu direito de voto para escolher o governador e o vice-governador, além de outros cargos legislativos. A eleição abrange a escolha dos chefes do Poder Executivo em nível nacional e estadual, bem como a renovação das bancadas de senadores, deputados federais e estaduais. A participação

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Eleições 2026 MS: Conheça os 6 Candidatos a Governador de Mato Grosso do Sul e seus Planos

Mato Grosso do Sul em 2026: Quem Disputa o Governo do Estado e Quais as Propostas? As eleições de 2026 prometem agitar Mato Grosso do Sul com a disputa pelo cargo de governador. Ao todo, seis candidatos apresentarão suas propostas para administrar o estado, buscando conquistar os votos dos mais de 2 milhões de eleitores aptos a votar. O cenário político sul-mato-grossense se define com nomes que buscam renovação e outros que já possuem experiência na vida pública. A diversidade de partidos e ideologias reflete o desejo da população por diferentes caminhos para o desenvolvimento do estado. Acompanhe a seguir um panorama completo sobre os candidatos, suas trajetórias e as plataformas que defendem. Conhecer cada um é fundamental para uma escolha consciente no dia da votação, garantindo que o futuro de Mato Grosso do Sul seja moldado pelas mãos certas. Conforme informação divulgada sobre as eleições, o primeiro turno ocorrerá em 4 de outubro, com um eventual segundo turno em 25 de outubro. Conheça os Candidatos a Governador de Mato Grosso do Sul em Ordem Alfabética A corrida pelo governo de Mato Grosso do Sul em 2026 conta com seis nomes que buscam convencer o eleitorado. A lista, apresentada em ordem alfabética de acordo com o nome que aparecerá na urna eletrônica, inclui representantes de diferentes legendas e visões para o estado. Os eleitores de Mato Grosso do Sul, que somam 2.024.884 pessoas aptas a votar, terão a oportunidade de escolher seu próximo líder. A composição do eleitorado é majoritariamente feminina, com 53% de mulheres e 47% de homens, segundo dados divulgados. Quanto à declaração de cor/raça, pessoas pardas representam a maior parcela, com 49,62%. Os Aspirantes ao Governo Sul-Mato-Grossense Entre os candidatos a governador de Mato Grosso do Sul, destaca-se Daniel Lemes, representando o PCO. Sua candidatura busca apresentar uma alternativa para o eleitorado que procura por novas perspectivas políticas no estado. Outro nome na disputa é Delcídio Amaral, que concorre pela Federação Renovação Solidária, composta pelos partidos PRD e Solidariedade. Sua trajetória política o credencia a apresentar um plano de governo robusto para Mato Grosso do Sul. O economista Renato Gomes, candidato pelo DC, também figura na lista. Sua formação profissional sugere um foco em propostas econômicas e de gestão para o estado, buscando trazer soluções para os desafios de Mato Grosso do Sul. Novos Rostos e Experiências na Disputa Eleitoral Eduardo Riedel, com a plataforma “Fazendo o Futuro Acontecer”, busca a confiança dos eleitores para liderar Mato Grosso do Sul. Sua candidatura se insere em um contexto de busca por desenvolvimento e progresso para a região. Fábio Trad, com o slogan “Por um MS do Povo”, apresenta-se como uma opção para os cidadãos que almejam uma gestão mais próxima das demandas populares. Sua campanha visa conectar-se diretamente com as necessidades da população sul-mato-grossense. Completando a lista de candidatos a governador de Mato Grosso do Sul, temos Jeferson Bezerra, pelo partido Agir. Ele busca se firmar como uma opção viável para os eleitores que desejam uma nova representação

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Casa Branca Proíbe CNN de Viajar com Trump no Air Force One, Escalando Tensão com a Mídia

Casa Branca impede CNN de viajar com Trump no Air Force One, diz jornal A Casa Branca tomou uma medida drástica ao impedir a emissora CNN de acompanhar o presidente Donald Trump em sua viagem a Knoxville, no Tennessee, neste sábado, 26 de agosto. A decisão, revelada pelo jornal Washington Post com base em duas fontes anônimas, coloca em xeque o sistema rotativo de emissoras que cobrem o presidente em suas viagens oficiais. Este sistema, que garante o acesso de diferentes veículos de imprensa, havia sido retomado na sexta-feira (25), após um período de interrupção. A proibição imposta à CNN, portanto, representa um retrocesso e pode afetar a transparência da cobertura presidencial. A tensão entre a Casa Branca e alguns veículos de imprensa não é nova. Na semana passada, a CNN, a MS NOW e o Politico foram temporariamente banidos das dependências da Casa Branca. Embora um juiz federal tenha restabelecido o acesso provisoriamente na quinta-feira (24), a nova proibição de embarque no Air Force One demonstra que as restrições persistem. Sistema rotativo de cobertura em risco O pool de emissoras, composto por CNN, ABC, CBS, NBC e Fox News, é fundamental para garantir que a imprensa acompanhe o presidente em suas atividades. A interrupção da cobertura por parte deste grupo, que ocorreu após a proibição inicial à CNN, já havia gerado preocupações. Agora, a exclusão da CNN de uma viagem presidencial agrava a situação. Na sexta-feira, a CBS foi a emissora responsável pela cobertura em vídeo dos eventos com o líder chinês, Xi Jinping. No entanto, uma atividade específica no Arquivo Nacional, na qual a CNN era a emissora designada para o pool, demonstra a complexidade e a fragilidade do sistema quando há restrições de acesso. Histórico de conflitos entre Trump e a imprensa Donald Trump tem um histórico de confrontos com a imprensa, frequentemente criticando veículos que considera como “fake news”. Essas tensões parecem ter se intensificado com a proibição de acesso a eventos e, agora, com a restrição de viagens em aeronaves presidenciais. Tanto a CNN quanto a Casa Branca não emitiram comentários imediatos sobre o ocorrido, segundo o Washington Post. A situação levanta questionamentos sobre a liberdade de imprensa e o direito do público à informação, especialmente em um período eleitoral. Impacto na cobertura presidencial A exclusão de uma emissora importante como a CNN de viagens presidenciais pode limitar a capacidade da imprensa de fiscalizar e informar o público sobre as ações do governo. O sistema rotativo foi criado justamente para evitar que um único veículo tenha acesso privilegiado e para garantir uma cobertura diversificada. A decisão da Casa Branca pode abrir precedentes perigosos, incentivando novas restrições a outros veículos de comunicação. A comunidade jornalística acompanha de perto os desdobramentos, buscando garantir o livre acesso à informação e a proteção da liberdade de imprensa nos Estados Unidos.

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Agenda Presidenciáveis Fim de Semana: Caminhadas, Comícios e Debates em SP, MG, BA e Mais!

Agenda Presidenciáveis Fim de Semana: Veja os Compromissos de Sábado e Domingo em Todo o Brasil O cenário eleitoral segue agitado neste fim de semana, com os candidatos à Presidência da República empenhados em ampliar o alcance de suas campanhas. A agenda prevê uma série de atividades, incluindo caminhadas, comícios, entrevistas e encontros com apoiadores, espalhadas por diversos estados brasileiros. De São Paulo a Minas Gerais, passando pelo Rio de Janeiro, Bahia e Paraná, os presidenciáveis buscam dialogar com o eleitorado e apresentar suas propostas. As mobilizações deste sábado e domingo prometem ser cruciais para consolidar ou expandir o apoio popular rumo às eleições. Confira os detalhes dos eventos divulgados. Conforme informações divulgadas, as agendas dos candidatos incluem desde carreata em Goiás até debates transmitidos online, mostrando a diversidade de estratégias de campanha. Acompanhe os principais compromissos para não perder nenhum detalhe da corrida presidencial. Romeu Zema (Novo) Foca no Sul de Minas com Entrevistas e Caminhada Romeu Zema, candidato pelo Novo, dedicará o sábado a atos de campanha em cidades do Sul de Minas Gerais. Pela manhã, concederá entrevista ao portal Terra do Mandu em Pouso Alegre e posteriormente se reunirá com apoiadores locais. Ao meio-dia, Zema participará de uma caminhada comercial em Varginha, seguida de almoço com apoiadores. No início da tarde, concederá entrevista ao vivo para a rádio Itatiaia, também em Varginha, reforçando sua presença no estado. Ronaldo Caiado (PSD) Mobiliza Goiás com Carreata e Caminhada Ronaldo Caiado, do PSD, terá um sábado movimentado em Goiás. Pela manhã, participará de carreata nas cidades de Luziânia e Cristalina. Às 13h30, estará em Valparaíso de Goiás para uma caminhada. O dia se encerrará com um encontro com lideranças e apoiadores em Águas Lindas de Goiás, município estratégico no entorno do Distrito Federal, a partir das 18h30. Debates Concentram Agenda de Diversos Candidatos no Sábado à Noite O final da tarde de sábado será marcado por debates presidenciais, com a participação de diversos candidatos. Rui Costa Pimenta (PCO), Samara Martins (UP), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) estarão envolvidos em discussões transmitidas ao vivo. Estes debates, promovidos por podcasts como Kritikê e Três Irmãos, além da rádio My News, oferecem uma plataforma para os candidatos apresentarem suas visões e confrontarem ideias sobre a conjuntura nacional e internacional. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) Realizam Atos em São Paulo e Rio Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participará da caminhada “Brasil Pronto pra Mais” na zona leste de São Paulo no sábado, com concentração às 9h e início da caminhada às 10h. Por outro lado, Flávio Bolsonaro (PL) estará no Rio de Janeiro, com duas moto-carreatas agendadas: uma em São João de Meriti às 10h30 e outra em Jacarepaguá, na capital fluminense, às 15h. As agendas para o domingo ainda não foram totalmente divulgadas para estes candidatos. Outras Agendas e Eventos Destacados Samara Martins (UP) também participará do debate presidencial no sábado à noite. Rui Costa Pimenta (PCO) terá um dia intenso, com participação em programa da

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Trump rejeita trégua com Irã e planeja novos bombardeios após eleições de novembro, aponta jornal

Trump descarta cessar-fogo com Irã e sinaliza novos ataques após eleições de novembro O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, rejeitou uma proposta de cessar-fogo de sete dias apresentada pelo Irã. Segundo autoridades americanas ouvidas pelo Wall Street Journal, Trump informou a assessores que planeja retomar os bombardeios contra o país após as eleições legislativas de novembro. A proposta iraniana incluía a suspensão do bloqueio naval americano, o descongelamento de ativos iranianos e a retirada de sanções ao petróleo. Em contrapartida, o Irã prometia reabrir o Estreito de Hormuz e iniciar negociações sobre seu programa nuclear. No entanto, Washington comunicou ao regime iraniano e aos mediadores que Trump não tem intenção de suspender o embargo marítimo, conforme reportado pelo jornal. Essa decisão ocorre em um momento de alta tensão entre os dois países, com implicações diretas para a política interna americana. Ceticismo privado e planos de ataque Apesar de defender publicamente a busca por um acordo e o desmantelamento do programa nuclear iraniano, Donald Trump tem expressado em conversas privadas um forte ceticismo sobre a disposição do Irã em atender às exigências americanas. O presidente confidenciou a membros de sua equipe a probabilidade de uma nova campanha de bombardeios. A dimensão desses possíveis ataques ainda não está definida. Autoridades americanas indicam que Trump reluta em autorizar operações militares de grande escala, em parte para preservar estoques de munições, que estariam em declínio. Contudo, a mesma fonte ressalta que a posição do presidente pode sofrer alterações nas próximas semanas, influenciada pelo resultado das eleições legislativas. Eleições legislativas e o impacto na guerra A proximidade das eleições legislativas de 3 de novembro adiciona uma camada de sensibilidade à questão da guerra com o Irã. O conflito, iniciado em fevereiro, é impopular entre os americanos e tem sido associado ao aumento dos preços dos combustíveis e do custo de vida, temas centrais para os eleitores. Uma pesquisa Reuters/Ipsos recente mostrou a aprovação de Trump em 32%, com apenas 24% aprovando sua condução da guerra contra Teerã e 17% sua gestão do custo de vida. A pesquisa também revelou que 43% dos entrevistados afirmaram que votariam nos democratas, contra 35% nos republicanos, para as eleições legislativas. A perda de controle de uma das Casas do Congresso poderia dificultar significativamente a agenda de Trump nos últimos dois anos de seu mandato. O presidente tem buscado transformar o pleito em um referendo sobre seu governo. Negociações tensas e escalada retórica Enquanto a retórica entre Trump e o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, se intensifica, as negociações por meio de mediadores continuam. Na Assembleia Geral da ONU, Trump declarou que a escolha era entre um acordo com Teerã ou a “aniquilação da República Islâmica”. Em resposta, Pezeshkian acusou EUA e Israel de terrorismo, reafirmou a posição do Irã sobre seu programa nuclear e exibiu fotos de crianças mortas em um bombardeio. Apesar da troca de acusações, contatos diretos foram retomados à margem da Assembleia Geral, com reuniões entre o chanceler iraniano e enviados americanos. Posição do Irã e

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Acordo de Paz com Farc Completa 10 Anos Sob Sombra de Ataques e Expansão de Grupos Armados na Colômbia

Acordo de Paz com Farc: 10 Anos de Luta Contra a Violência e Desafios na Colômbia Há uma década, a Colômbia celebrava um marco histórico: o acordo de paz entre o governo e as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). Em 26 de setembro de 2016, o então presidente Juan Manuel Santos e o líder das Farc, Rodrigo Londoño, selavam o fim de um conflito de 52 anos. A cerimônia em Cartagena, com a multidão vestida de branco, simbolizava o cansaço de um país com a guerra e rendeu o Nobel da Paz a Santos. No entanto, a euforia inicial logo deu lugar à incerteza. Menos de uma semana após a assinatura, a população rejeitou o acordo em um plebiscito por uma margem apertada. Uma nova versão foi assinada em novembro, em uma cerimônia mais discreta. Esse início conturbado prenunciava as dificuldades na implementação, e hoje, dez anos depois, a Colômbia enfrenta uma nova escalada de violência, com a expansão de grupos armados e o aumento de massacres. Determinar o legado do acordo é complexo. Por um lado, mais de 13 mil pessoas deixaram as armas, e cerca de 85% estão em processo de reintegração. Por outro, a violência persiste. Conforme informações divulgadas pela Força Pública da Colômbia, o número de membros nas três principais organizações armadas do país saltou de 6.519 em 2017 para 24.610 em 2025, um aumento quase quádruplo em oito anos. A Unidade para as Vítimas reporta que o número de deslocados forçados quase dobrou desde 2016, ultrapassando 290 mil no ano passado. Dados do Indepaz indicam um aumento de massacres, de 137 em 2016 para 256 em 2025. Lentidão na Implementação e Impacto nas Vítimas Especialistas apontam a lentidão na implementação do acordo como um dos principais fatores para o cenário atual. O Kroc, instituto de estudos para a paz da Universidade Notre Dame, estima que, em 2025, apenas 36% das 578 cláusulas do acordo foram completamente implementadas, enquanto 8% sequer foram iniciadas. O prazo para a execução completa é 2031, 15 anos após a assinatura. A advogada Paola Molano Ayala, mestre em direito internacional, destaca os Programas de Desenvolvimento com Foco Territorial como um dos avanços significativos. Entre 2018 e 2024, essa iniciativa reduziu a pobreza multidimensional em mais de 15 pontos percentuais em municípios afetados pelo conflito, segundo a Agência de Renovação do Território. No entanto, a proteção de ex-guerrilheiros é um ponto crítico. Um relatório da Missão de Verificação das Nações Unidas na Colômbia apontou que 493 ex-combatentes foram mortos desde a assinatura do acordo. Desafios Políticos e a Busca pela “Paz Total” A oposição ao acordo de paz não é nova. O plebiscito que rejeitou o texto inicial foi considerado um erro estratégico por Andrei Gómez Suárez, especialista em resolução de conflitos armados. A implementação, segundo ele, começou sem legitimidade suficiente, o que abriu espaço para críticas e tentativas de modificação, como as defendidas pelo partido Centro Democrático. A eleição do primeiro presidente de esquerda, Gustavo Petro, em 2022, trouxe esperança,

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