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Mundo

Trump vira ‘pé frio’ em eleições globais: Derrota de Orbán na Hungria reforça histórico, mas América Latina é exceção

Derrota de Viktor Orbán na Hungria evidencia ‘azar’ de Trump em eleições globais, com América Latina como contraponto A recente derrota do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, em eleição realizada neste domingo (12), reforça um padrão observado em pleitos internacionais desde 2025: candidatos e partidos alinhados a Donald Trump têm acumulado mais perdas do que vitórias. Essa tendência, no entanto, não se aplica à América Latina, onde o cenário tem sido favorável aos movimentos trumpistas. Desde que assumiu a presidência em janeiro de 2025, Trump viu seus aliados perderem em países como Canadá, Austrália, Romênia e, agora, Hungria. A exceção notável vem da América Latina, onde vitórias foram registradas na Argentina, Chile, Honduras e Bolívia. O único candidato apoiado diretamente por Trump que obteve sucesso em outro continente foi Karol Nawrocki, atual presidente da Polônia, em agosto do ano passado. A vitória expressiva do partido Tisza, liderado por Péter Magyar, na Hungria, levanta questionamentos sobre a eficácia das tentativas de Trump de influenciar eleições estrangeiras, uma marca de sua política externa. Apesar das pesquisas indicarem um desempenho fraco para Orbán, Trump mobilizou esforços, incluindo a visita de seu vice-presidente, J.D. Vance, ao país, transmitindo apoio fervoroso ao aliado. Conforme divulgado em reportagem, Magyar reagiu à interferência declarando: “Nenhum país estrangeiro pode interferir nas eleições húngaras. Este é o nosso país”. Aliados de Trump sofrem reveses em democracias ocidentais No Canadá e na Austrália, por exemplo, candidatos que pareciam favoritos e alinhados ao ideário trumpista acabaram derrotados por forças centristas. No Canadá, o Partido Liberal se fortaleceu após Trump iniciar uma guerra comercial e fazer ameaças ao país, resultando na eleição de Mark Carney como primeiro-ministro. Já na Austrália, o candidato associado ao movimento “Maga” (Make America Great Again), Peter Dutton, perdeu para o Partido Trabalhista. Romênia e Polônia: Vitórias e derrotas sob influência trumpista A Romênia também presenciou uma derrota para um candidato alinhado ao trumpismo. Em maio de 2025, o centrista Nicușor Dan venceu George Simion, que era considerado favorito. Simion chegou a contestar o resultado judicialmente, mas seu recurso foi negado. Em contrapartida, a Polônia apresentou um cenário diferente, com a vitória do conservador Karol Nawrocki, que contou com apoio explícito de Trump e até mesmo com a participação de Kristi Noem, então secretária de Segurança Interna dos EUA, em discursos de campanha. América Latina: O contraponto onde o ‘toque de Trump’ tem sido vitorioso O cenário latino-americano se destaca como um ponto fora da curva no histórico recente de Trump. Em Honduras, no final do ano passado, o candidato de ultradireita Nasry “Tito” Asfura, apoiado por Trump, saiu vitorioso. A ex-presidente Xiomara Castro chegou a denunciar um “golpe eleitoral” devido à alegada “interferência do presidente dos Estados Unidos”. Na Argentina, a eleição legislativa do ano passado viu Trump condicionar um pacote de ajuda financeira de US$ 20 bilhões ao bom desempenho do partido de Javier Milei, o que se concretizou. O Brasil e o Peru se preparam para serem os próximos testes da chamada “Doutrina Monroe” na região,

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Trump Ameaça Controlar Estreito de Hormuz: Ilhas Estratégicas e Poder Iraniano em Jogo

Trump busca controlar o Estreito de Hormuz, ponto vital para o comércio global de petróleo, mas encontra um Irã com poder estratégico em ilhas próximas. Nas últimas semanas, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no Oriente Médio. Essa movimentação ocorre em meio a declarações controversas do presidente Donald Trump sobre um possível fim para o conflito com o Irã. Antes mesmo de um cessar-fogo ser anunciado, mais de 5.000 militares, incluindo fuzileiros navais e forças especiais, chegaram à região, aumentando a especulação sobre uma possível invasão terrestre. Trump já expressou a intenção de invadir a ilha de Kharg, principal ponto de exportação de petróleo do Irã, e destruir suas instalações caso o país impedisse a retomada do tráfego marítimo pelo Estreito de Hormuz. Após o Irã ter bloqueado a passagem em resposta a ataques dos EUA e de Israel, a ordem de Trump para manter o bloqueio persistiu mesmo após a trégua anunciada. A possibilidade de uma operação militar para controlar o Estreito de Hormuz levanta questões sobre a viabilidade e os riscos envolvidos. Especialistas apontam que, embora o objetivo seja garantir a livre navegação, a geografia da região e o poder de fogo iraniano representam desafios significativos para as forças americanas. Conforme informação divulgada por fontes especializadas, a complexidade da operação pode ter implicações profundas para a estabilidade regional e o mercado global de energia. Ameaças diretas e o poder iraniano nas ilhas estratégicas Em uma eventual invasão à ilha de Kharg, as forças anfíbias americanas teriam que percorrer cerca de 800 km pelo Golfo Pérsico. Mark Cancian, consultor sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, avalia essa ação como “muito arriscada”, sugerindo que a abertura do estreito pode ser o primeiro passo. Autoridades americanas indicam que Trump também considerou a tomada de ilhas próximas ao estreito, essenciais para o fluxo normal de petróleo e gás. O Irã, com seus postos avançados militares em diversas ilhas e na costa, possui a capacidade de cobrir rapidamente as rotas marítimas com drones, mísseis antinavio e lanchas de ataque rápido. Para contornar essa defesa, os Estados Unidos precisariam capturar um conjunto de ilhas, incluindo Qeshm, Larak, Abu Musa e Tunb, conforme análise de Farzin Nadimi, pesquisador sênior do Instituto de Washington. Ele ressalta que “Eles precisam tomar todas elas” para garantir o controle. Riscos e custos de uma operação terrestre em ilhas iranianas O envio de 2.000 paraquedistas e forças de operações especiais para a região sinaliza a seriedade das intenções americanas. Se desembarcassem nas ilhas, essas tropas poderiam desmantelar redes de túneis e bases subterrâneas de mísseis, que são “inacessíveis até mesmo para bombas antibunker”, segundo Nadimi. A decisão crucial seria se as instalações seriam destruídas ou se as ilhas seriam mantidas para proteger o estreito, o que poderia gerar uma vantagem nas negociações com o Irã. No entanto, a permanência nas ilhas exigiria fuzileiros navais bem equipados e defesas aéreas robustas contra ameaças iranianas. Nadimi descreve essa possibilidade como uma “operação de alto risco e com muitas baixas”.

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Tragédia em Escola na Turquia: Ex-aluno de 19 anos abre fogo e fere 16 pessoas antes de se suicidar

Ataque a tiros em escola na Turquia deixa 16 feridos e autor se suicida Um ataque chocante abalou uma escola de ensino médio na província de Sanliurfa, no sudeste da Turquia, nesta terça-feira (14). Ao menos 16 pessoas, incluindo estudantes e professores, foram feridas por disparos realizados por um ex-aluno de 19 anos. Após o crime, o jovem autor dos disparos tirou a própria vida enquanto a polícia tentava detê-lo. O incidente levanta preocupações sobre a segurança em ambientes educacionais e a saúde mental de jovens. As autoridades locais confirmaram o número de feridos e o suicídio do atirador. A investigação sobre as motivações por trás da ação já está em andamento. Conforme informado pelo governador Hasan Sildak à emissora NTV, o autor dos disparos utilizou uma espingarda e agiu de forma indiscriminada no pátio da escola antes de adentrar o prédio. Detalhes do ataque e vítimas Segundo o governador Hasan Sildak, o atirador não possuía antecedentes criminais e a escola em questão era considerada segura pelas autoridades. O Ministério do Interior detalhou que entre os feridos estão dez estudantes, quatro professores, um policial e um funcionário da cantina. A gravidade dos ferimentos não foi divulgada, mas cinco das vítimas precisaram ser transferidas para hospitais na cidade central para tratamento adicional. Investigação em curso Imagens divulgadas do local mostram o pânico e a evacuação rápida dos estudantes enquanto equipes de emergência chegavam para prestar socorro. Ataques a tiros em escolas são eventos raros na Turquia, o que torna este incidente ainda mais alarmante para a sociedade e as autoridades. Contexto e segurança escolar A rápida resposta policial e das equipes de emergência foi crucial para minimizar o número de vítimas. No entanto, o ocorrido intensifica o debate sobre medidas de segurança em escolas e a necessidade de programas de apoio psicológico para estudantes. As autoridades turcas seguem apurando todas as circunstâncias que levaram ao trágico evento.

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Xi Jinping alerta contra “lei da selva” e critica Trump na crise Irã-EUA, enquanto bloqueio naval gera tensão

Xi Jinping, líder da China, se posiciona contra a “lei da selva” em meio à escalada de tensões entre EUA e Irã, criticando duramente as ações de Donald Trump e propondo um plano genérico para a paz na região, que vive um cessar-fogo frágil. Em declarações contundentes sobre a crise no Oriente Médio, o presidente chinês, Xi Jinping, afirmou nesta terça-feira (14) que o mundo não pode retroceder à “lei da selva”. A declaração foi feita em Pequim, durante um encontro com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, xeque Khaled bin Mohamed bin Zayed al-Nahyan. Os Emirados Árabes Unidos foram um dos alvos da retaliação iraniana durante o recente conflito iniciado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Xi Jinping, que comanda a China, principal rival estratégica dos Estados Unidos, apresentou um plano genérico que visa a paz na região. A proposta se baseia em quatro pilares: coexistência pacífica, respeito à soberania, proteção ao Estado de Direito e desenvolvimento conjunto. No entanto, o plano não detalha soluções práticas para os pontos mais sensíveis da disputa atual, como o destino do programa nuclear iraniano. A crítica à “lei da selva” foi explicitamente direcionada ao presidente Donald Trump. Xi Jinping enfatizou que “o Estado de Direito não pode ser usado quando é conveniente e descartado quando não é”. A China, antes da guerra, dependia do Irã como seu terceiro maior fornecedor de petróleo, atrás apenas da Rússia e da Arábia Saudita. Conforme informação divulgada pelo g1, essa dependência torna a instabilidade na região uma preocupação para Pequim. Bloqueio Naval Americano Gera Preocupação e Tensão na Navegação Apesar de possuir confortáveis reservas de petróleo e gás para atravessar a instabilidade, Xi Jinping expressou preocupação com o bloqueio naval imposto por Trump ao trânsito de navios para e de portos iranianos, que entrou em vigor na segunda-feira (13). A chancelaria chinesa classificou a restrição como “irresponsável e perigosa” e solicitou a reabertura das vias normais de navegação na região. A negociação direta entre Estados Unidos e Irã, que ocorria no Paquistão, não apresentou avanços significativos, mas há a possibilidade de ser retomada em breve, coincidindo com o fim do cessar-fogo. A medida de bloqueio surtiu efeito, limitando drasticamente o tráfego marítimo na área. Antes do conflito, cerca de 140 embarcações passavam pelo estreito de Hormuz, número que caiu para apenas 10% após as hostilidades. Navios Chineses e o Dilema do Embargo na Rota Marítima Segundo dados do serviço MarineTraffic, da consultoria britânica Kpler, apenas seis navios transitaram pelo estreito de Hormuz após o bloqueio. Este estreito, controlado pelo Irã, tornou-se palco de uma rota alternativa de pagamento de pedágio ilegal. Desses seis navios, alguns não estavam sob as restrições do embargo, enquanto outros, como o navio chinês Rich Star, que transportava metanol, estavam sob sanções ocidentais por negócios anteriores com petróleo iraniano. A situação do Rich Star permanece incerta, apesar de tudo indicar que ele conseguirá seguir para a China sem maiores problemas. Donald Trump havia declarado que abordaria quaisquer navios que aceitassem

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Hezbollah Recusa Negociações de Paz do Líbano com Israel, Aumentando Tensão na Fronteira Sul

Hezbollah se opõe às conversas de paz entre Líbano e Israel, mediadas pelos EUA, e promete continuar a luta. O grupo armado libanês Hezbollah manifestou forte oposição às negociações de paz entre o Líbano e Israel, que estavam previstas para ocorrer em Washington com mediação dos Estados Unidos. Naim Qassem, líder do Hezbollah, classificou as conversas como inúteis e declarou que o grupo continuará a enfrentar as forças israelenses. A posição do Hezbollah adiciona uma camada significativa de incerteza ao já complexo cenário do conflito. O grupo, que é um importante aliado regional do Irã, afirmou categoricamente que não se sentirá vinculado a quaisquer acordos que possam ser firmados entre Beirute e Tel Aviv. Wafiq Safa, uma autoridade do conselho político do Hezbollah, foi explícito ao dizer que a facção “não está vinculada ao que for acordado”. Ele acrescentou, “Não estamos interessados ou preocupados com os resultados das negociações”, conforme relatado pela fonte. Essa declaração, feita antes das conversas, sinaliza um desafio direto à autoridade do governo libanês e às tentativas de mediação internacional. Israel Avança em Bint Jbeil e Reforça Controle na Fronteira Em paralelo à crise diplomática interna, as Forças Armadas de Israel intensificaram suas operações militares no sul do Líbano. As tropas israelenses completaram o cerco à cidade de Bint Jbeil, um reduto estratégico do Hezbollah, e iniciaram um ataque terrestre. A cidade é considerada de grande importância simbólica e estratégica para o grupo. Um porta-voz militar israelense confirmou o avanço, enquanto funcionários de segurança libaneses relataram à agência Reuters que combatentes do Hezbollah estão entrincheirados e prontos para resistir até a morte. Oficiais israelenses esperam obter o controle total da cidade em poucos dias, o que lhes daria maior domínio sobre a faixa de fronteira. Netanyahu Visita Tropas e Enfatiza Zona de Segurança O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitou tropas israelenses que ocupam território libanês no domingo (12). Ele discursou aos soldados, enfatizando a importância da “zona de segurança” para evitar invasões vindas do Líbano. “Ainda há mais a ser feito, e estamos fazendo. Estamos repelindo o perigo das munições antitanque e estamos lidando com foguetes”, declarou Netanyahu, acompanhado pelo ministro da Defesa e altos comandantes militares. Ataques Cruzados e Impacto Humanitário na Região A escalada do conflito se reflete em ataques mútuos. O Exército de Israel informou ter interceptado mais de dez drones e foguetes lançados do Líbano. Por outro lado, um foguete do Hezbollah atingiu a cidade de Nahariyya, no norte de Israel, ferindo uma mulher e danificando um prédio residencial. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha também relatou um ataque a um de seus centros em Tiro, no sul do Líbano, que resultou na morte de uma pessoa, segundo a agência de notícias estatal libanesa. O exército israelense afirmou ter realizado um ataque contra um “terrorista do Hezbollah” em Tiro e está investigando o incidente. Governo Libanês em Posição Delicada O governo libanês encontra-se em uma posição extremamente delicada, com a necessidade de equilibrar as negociações de paz com a forte influência

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Primeira-dama da Espanha, Begoña Gómez, é formalmente acusada de corrupção e tráfico de influência por juiz espanhol

Juiz espanhol acusa Begoña Gómez de crimes graves, incluindo peculato e tráfico de influência A primeira-dama da Espanha, Begoña Gómez, foi formalmente acusada de uma série de crimes graves nesta segunda-feira (13). Um juiz espanhol decidiu encerrar as investigações preliminares e apontou a esposa do premiê Pedro Sánchez para os crimes de peculato, tráfico de influência, corrupção e apropriação indevida de marca registrada. Gómez, que sempre negou veementemente qualquer irregularidade, terá agora um prazo de cinco dias para apresentar seus argumentos à justiça. A decisão do juiz Juan Carlos Peinado marca uma nova e crucial etapa no caso que já se arrasta desde abril de 2024. As investigações, conforme noticiado, giram em torno da suspeita de que Begoña Gómez teria se beneficiado de sua posição para obter financiamentos e favorecer empresários. A esposa do chefe de governo espanhol acompanha Pedro Sánchez em uma viagem oficial à China durante o desenrolar desses acontecimentos. A denúncia inicial partiu do sindicato de funcionários públicos Manos Limpias, uma entidade ligada à ultradireita espanhola. O sindicato alega que a primeira-dama utilizou sua influência para beneficiar um empresário específico, emitindo cartas de recomendação que teriam sido cruciais para a obtenção de mais de 10 milhões de euros em contratos públicos, financiados por fundos europeus. Ampliação das suspeitas e envolvimento de assessora Ao longo do processo, o juiz Juan Carlos Peinado ampliou o escopo das suspeitas, adicionando novos crimes à lista contra Begoña Gómez. Inicialmente, a investigação baseou-se em reportagens que levantaram indícios de um esquema de favorecimento. A investigação também alcança a assistente pessoal da primeira-dama, que, segundo o juiz, pode ter auxiliado Gómez em suas atividades profissionais externas, além de suas funções de apoio. Decisões judiciais anteriores e embate com o Ministério Público É importante notar que o caso já passou por reviravoltas. Em fevereiro, um tribunal de Madri chegou a anular a decisão de processar a primeira-dama, considerando-a prematura. Contudo, essa anulação não interrompeu a investigação, que seguiu seu curso. O tribunal determinou o retorno do processo à fase de diligências prévias, cabendo ao juiz Peinado decidir sobre a emissão de uma nova acusação. O caso tem gerado atritos constantes entre o juiz Peinado e o Ministério Público, que defende o arquivamento da denúncia. A situação também provocou forte irritação em Pedro Sánchez, que chegou a cogitar a renúncia diante do que classifica como uma **campanha de difamação orquestrada pela extrema direita e pela oposição de direita**. Contexto político e oposição a Sánchez A investigação envolvendo a primeira-dama é um dos diversos processos judiciais que cercam o governo de Pedro Sánchez, alimentando as pressões da oposição para que ele renuncie. A situação expõe as **tensões políticas e judiciais na Espanha**, com o caso de Begoña Gómez no centro das atenções públicas e midiáticas.

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Trump se Recusa a Pedir Desculpas ao Papa Leão 14, Apaga Imagem Controversa e Gera Debate entre Católicos nos EUA

Donald Trump desafia o Papa Leão 14 e minimiza polêmica de imagem divina, gerando incertezas na base eleitoral cristã As relações entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o papa Leão 14 azedaram significativamente após o líder americano criticar o pontífice nas redes sociais, chamando-o de “terrível” e “fraco”. A controvérsia se intensificou com a postagem de uma imagem criada por inteligência artificial, onde Trump aparece vestido como Jesus Cristo, com uma mão sobre a testa de um homem doente. Em resposta às críticas do papa, especialmente sobre a questão nuclear do Irã, Trump declarou que não fará qualquer pedido de desculpas. O presidente afirmou que o papa disse coisas “erradas” e que sua postura é contrária às ações americanas em relação ao Irã, destacando a necessidade de impedir que o país obtenha armas nucleares. A polêmica foi divulgada por fontes em Washington, onde o presidente Trump, em entrevista a jornalistas na Casa Branca, reiterou sua posição. Conforme relatado pelas fontes, o papa Leão 14 tem se posicionado contra conflitos, afirmando que “Deus não abençoa nenhum conflito” e que seguidores de Cristo não apoiam o lançamento de bombas, declarações que parecem ter motivado a reação de Trump. A reportagem aponta que, após a crítica do presidente, o pontífice assegurou que não teme o governo republicano e que continuará a se manifestar sobre a guerra. Trump atribui a polêmica à “imprensa falsa” e defende sua intenção com a imagem Horas após a repercussão negativa, a imagem de Trump em pose divina foi retirada do ar. Em declarações posteriores, o presidente justificou que a imagem foi publicada por ele mesmo e que a interpretação de que ele se comparava a Jesus era uma invenção da imprensa. Ele alegou que a intenção era mostrar-se como um “médico”, associado a um trabalho humanitário, possivelmente ligando-o à Cruz Vermelha, organização que ele afirma apoiar. “Achei que fosse eu como médico e que tivesse a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha lá, que nós apoiamos”, disse Trump, atribuindo à “imprensa falsa” a comparação com Jesus. Ele acrescentou: “Só a imprensa falsa poderia inventar essa. Acabei de ouvir sobre isso e disse: como eles chegaram a essa conclusão? A ideia é que eu fosse um médico, fazendo as pessoas se sentirem melhor —e eu faço as pessoas se sentirem melhores.” Reações conservadoras e o dilema eleitoral para Trump A publicação da imagem gerou críticas de figuras conservadoras nos Estados Unidos, que pediram a remoção da montagem e acusaram Trump de blasfêmia. Megan Basham, escritora e comentarista cristã protestante, classificou a postagem como “blasfêmia revoltante” e exigiu um pedido de perdão a Deus e ao povo americano. Isabel Brown, influenciadora conservadora, descreveu o post como “nojento e inaceitável”. Michael Knowles, podcaster católico conservador, sugeriu que, independentemente da intenção, seria mais prudente para o presidente deletar a imagem por razões espirituais e políticas. Riley Gaines, ativista conservadora, criticou a aparente falta de humildade na postagem, questionando se o presidente realmente pensa dessa

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Deputado Eric Swalwell Renuncia à Campanha para Governador da Califórnia Após Acusações de Abuso Sexual e Emprego Ilegal de Babá Brasileira

Democrata Eric Swalwell se retira da disputa pelo governo da Califórnia em meio a graves acusações O deputado americano Eric Swalwell, que despontava como um dos favoritos para a eleição de governador da Califórnia em 2026, anunciou sua renúncia à campanha e ao cargo no Congresso. A decisão veio após a divulgação de acusações de crimes sexuais por parte de uma ex-funcionária, além de alegações de emprego ilegal de uma babá brasileira. As denúncias, que vieram à tona através de reportagens do The San Francisco Chronicle e da CNN no último sábado, alegam que Swalwell cometeu violência sexual contra uma mulher em duas ocasiões distintas. A CNN também relatou que outras três mulheres apresentaram queixas semelhantes contra o deputado, que ocupava uma cadeira na Câmara dos Representantes dos EUA desde 2013. Apesar de ter negado veementemente as acusações, classificando-as como “absolutamente falsas” e prometendo combatê-las judicialmente, a pressão sobre Swalwell aumentou significativamente. A renúncia ocorre após um clamor por parte de membros do seu próprio partido e de mais de 50 ex-empregados do deputado, que divulgaram uma carta aberta no domingo (12) considerando as acusações “sérias e críveis”. Pressão de ex-funcionários e a carta aberta A carta aberta, assinada por um grupo expressivo de ex-assessores e funcionários do gabinete de Eric Swalwell, foi um marco na crise que se abateu sobre o deputado. O documento enfatiza a gravidade das alegações e a incompatibilidade de Swalwell permanecer em cargos públicos enquanto as investigações estiverem em andamento. “Permanecer em qualquer um dos cargos enquanto essas acusações pairam sem resolução é um insulto a todas as pessoas que já trabalharam para ele”, declarou a carta, ecoando o sentimento de desconfiança e a necessidade de responsabilização. A pressão pública e política tornou-se insustentável para a continuidade de sua carreira política. Investigação sobre emprego ilegal de babá brasileira Paralelamente às acusações de abuso sexual, o Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) confirmou, também no domingo, que está analisando alegações de que Eric Swalwell teria empregado ilegalmente uma babá de nacionalidade brasileira. Esta nova frente de investigação adiciona mais um elemento de gravidade à situação do deputado. Um porta-voz do USCIS, órgão vinculado ao Departamento de Segurança Interna, informou à agência Reuters que as alegações são consideradas sérias e que o caso foi encaminhado às autoridades policiais competentes para uma investigação detalhada. A notícia sobre o possível emprego irregular de trabalhador estrangeiro intensificou o escrutínio sobre a conduta de Swalwell. Futuro político incerto e renúncia estratégica A renúncia de Eric Swalwell à candidatura para governador da Califórnia e ao seu assento no Congresso representa um ponto de inflexão em sua carreira. O deputado, que se tornou uma figura conhecida em Washington, agora enfrenta um futuro político incerto, com as investigações em curso e a imagem pública abalada. A decisão de se afastar dos cargos pode ser interpretada como uma tentativa de gerenciar a crise e focar na defesa contra as acusações. No entanto, o impacto dessas denúncias na política da Califórnia e no

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Caos Eleitoral no Peru: Votação se Estende por Segundo Dia Após Falhas e Disputa Acirrada por Segundo Turno

Peru enfrenta segundo dia de votação após caos eleitoral e indefinição no segundo turno Peruanos que não conseguiram exercer seu direito ao voto no domingo (12) devido ao caos em alguns centros de votação de Lima, retornaram às urnas nesta segunda-feira (13) para eleger seu próximo presidente. A situação reflete a complexidade e a tensão que marcam a atual disputa eleitoral no país. A trabalhadora autônoma Berta Arotoma, 35, exemplifica a persistência dos eleitores. Ela compareceu ao seu local de votação pela quarta vez em dois dias, buscando garantir seu voto mesmo com o transtorno. “Ontem vim aqui três vezes”, relatou, admitindo ter perdido horas de trabalho nesta segunda para conseguir votar. A escola em que Berta votava, localizada no sul de Lima, foi um dos 13 pontos na capital que não receberam material eleitoral a tempo, impactando mais de 50 mil eleitores, segundo autoridades locais. A falha gerou críticas e a primeira prisão relacionada ao pleito nesta segunda: José Samamé Blas, funcionário que pediu demissão no domingo e assumiu responsabilidade pelas falhas, foi detido. Conforme informação divulgada pela mídia peruana, o órgão eleitoral, o Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), tem sido alvo de críticas por eleitores e políticos após as falhas logísticas. Candidato acusa fraude e pede prisão de chefe do órgão eleitoral Na véspera, o candidato Rafael López Aliaga, que busca se consolidar como uma figura de extrema-direita no Peru, chegou a falar em fraude e solicitou a prisão do chefe do ONPE, Piero Corvetto. “Onde está a Procuradoria-Geral da República? Onde está a Polícia Nacional? Piero Corvetto deve ser preso imediatamente por negligência no cumprimento do dever”, declarou Aliaga, rejeitando a justificativa de problemas logísticos. A retórica de Aliaga, comparada a um “Donald Trump latino”, tem lhe rendido popularidade. Com mais de 57% das atas apuradas, ele figurava com quase 14,2% dos votos, atrás apenas de Keiko Fujimori, com 16,9%. Esses números, segundo projeções, indicam que ambos podem disputar o segundo turno. Indefinição sobre adversário de Keiko Fujimori no segundo turno No entanto, a definição do segundo turno permanece incerta. Enquanto algumas projeções da empresa Datum confirmam Keiko Fujimori e Rafael López Aliaga na disputa final, levantamentos da Ipsos apontam Keiko ao lado de Roberto Sánchez, ex-ministro de Pedro Castillo. Sánchez é associado ao movimento que apoiou Castillo, presidente que tentou um autogolpe em 2022. Caso a tendência se confirme com Aliaga no segundo turno, o Peru se depararia com uma escolha entre Keiko Fujimori, filha do ex-ditador Alberto Fujimori, e um representante de um movimento ultraconservador. A perspectiva de enfrentar Aliaga animou Keiko, que declarou: “Os resultados são um sinal muito positivo para o nosso país, porque o inimigo é a esquerda”. Keiko Fujimori, que concorre à presidência pela quarta vez, busca superar as derrotas anteriores no segundo turno, frequentemente atribuídas ao forte sentimento antifujimorista no Peru. Essa rejeição é motivada pelo histórico de seu pai, condenado por corrupção e violações de direitos humanos. A dinâmica de uma possível disputa contra um candidato tão radical

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Amanda Ungaro: A Brasileira que Ameaçou Expor Melania Trump e Acusou Donald Trump de “Pedofilia”

De amiga a inimiga: A reviravolta de Amanda Ungaro contra o casal Trump após deportação dos EUA. A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, emergiu nas manchetes internacionais após um perfil atribuído a ela no X (antigo Twitter) fazer ameaças contundentes à ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, e acusar o ex-presidente Donald Trump de ser um “pedófilo”. As declarações explosivas surgiram em um contexto de longa proximidade de Ungaro com o casal. Por quase duas décadas, Ungaro manteve laços estreitos com Donald e Melania Trump, em grande parte devido ao seu casamento com Paolo Zampolli, 56, um empresário italiano e aliado de longa data do ex-presidente. Zampolli, que já era amigo de Trump, foi o responsável por apresentar Melania Knauss ao republicano em 1998, em Nova York. A relação de Ungaro com figuras controversas como Jeffrey Epstein, um criminoso sexual condenado, também veio à tona. Em 2002, aos 17 anos, ela viajou em um dos aviões de Epstein de Paris para Nova York. Na ocasião, relatou ter visto cerca de 30 meninas jovens no que descreveu como um ambiente semelhante a um desfile de moda, mas com características de estudantes. Essa informação foi divulgada em entrevista ao jornal O Globo e ligada à então companheira de Epstein, Ghislaine Maxwell. A proximidade com os Trump e o rompimento abrupto Durante anos, Amanda Ungaro e Paolo Zampolli foram figuras recorrentes na vida social dos Trump, participando de eventos como festas de Ano-Novo na luxuosa residência Mar-a-Lago. Melania Trump, inclusive, demonstrava afeto pelo filho do casal, enviando presentes em aniversários e, segundo Ungaro, até o Serviço Secreto para parabenizá-lo em 2016. Contudo, após sua separação de Zampolli em 2023 e posterior casamento com um médico brasileiro, a vida de Ungaro tomou um rumo dramático. Ela e o novo marido foram presos em junho de 2025 sob acusações de fraude e exercício ilegal da medicina, relacionadas a um spa onde trabalhavam. Enquanto o marido foi liberado sob fiança, Ungaro permaneceu detida devido à expiração de seu visto. Acusações e deportação: O estopim das ameaças A situação de Ungaro se complicou quando, segundo o jornal The New York Times, Zampolli teria informado o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) sobre a permanência ilegal da ex-mulher nos EUA. Ungaro foi deportada em outubro de 2025. Em resposta, em publicações agora apagadas no X, ela direcionou fortes acusações a Melania Trump, alegando que a ex-primeira-dama sabia de sua detenção e de seu status migratório, e que tentou “envolvê-la” em algo que ela não fez. “Eu te conheço há 20 anos”, teria escrito Ungaro, dirigindo-se a Melania. “Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida. […] Vou destruir seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Não tenho mais nada a perder na minha vida. Tome cuidado comigo”, ameaçou a ex-modelo. O posicionamento oficial e a negação de envolvimento O Departamento de Segurança Interna dos EUA, responsável pelo ICE, emitiu uma nota oficial

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Trump vira ‘pé frio’ em eleições globais: Derrota de Orbán na Hungria reforça histórico, mas América Latina é exceção

Derrota de Viktor Orbán na Hungria evidencia ‘azar’ de Trump em eleições globais, com América Latina como contraponto A recente derrota do primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, em eleição realizada neste domingo (12), reforça um padrão observado em pleitos internacionais desde 2025: candidatos e partidos alinhados a Donald Trump têm acumulado mais perdas do que vitórias. Essa tendência, no entanto, não se aplica à América Latina, onde o cenário tem sido favorável aos movimentos trumpistas. Desde que assumiu a presidência em janeiro de 2025, Trump viu seus aliados perderem em países como Canadá, Austrália, Romênia e, agora, Hungria. A exceção notável vem da América Latina, onde vitórias foram registradas na Argentina, Chile, Honduras e Bolívia. O único candidato apoiado diretamente por Trump que obteve sucesso em outro continente foi Karol Nawrocki, atual presidente da Polônia, em agosto do ano passado. A vitória expressiva do partido Tisza, liderado por Péter Magyar, na Hungria, levanta questionamentos sobre a eficácia das tentativas de Trump de influenciar eleições estrangeiras, uma marca de sua política externa. Apesar das pesquisas indicarem um desempenho fraco para Orbán, Trump mobilizou esforços, incluindo a visita de seu vice-presidente, J.D. Vance, ao país, transmitindo apoio fervoroso ao aliado. Conforme divulgado em reportagem, Magyar reagiu à interferência declarando: “Nenhum país estrangeiro pode interferir nas eleições húngaras. Este é o nosso país”. Aliados de Trump sofrem reveses em democracias ocidentais No Canadá e na Austrália, por exemplo, candidatos que pareciam favoritos e alinhados ao ideário trumpista acabaram derrotados por forças centristas. No Canadá, o Partido Liberal se fortaleceu após Trump iniciar uma guerra comercial e fazer ameaças ao país, resultando na eleição de Mark Carney como primeiro-ministro. Já na Austrália, o candidato associado ao movimento “Maga” (Make America Great Again), Peter Dutton, perdeu para o Partido Trabalhista. Romênia e Polônia: Vitórias e derrotas sob influência trumpista A Romênia também presenciou uma derrota para um candidato alinhado ao trumpismo. Em maio de 2025, o centrista Nicușor Dan venceu George Simion, que era considerado favorito. Simion chegou a contestar o resultado judicialmente, mas seu recurso foi negado. Em contrapartida, a Polônia apresentou um cenário diferente, com a vitória do conservador Karol Nawrocki, que contou com apoio explícito de Trump e até mesmo com a participação de Kristi Noem, então secretária de Segurança Interna dos EUA, em discursos de campanha. América Latina: O contraponto onde o ‘toque de Trump’ tem sido vitorioso O cenário latino-americano se destaca como um ponto fora da curva no histórico recente de Trump. Em Honduras, no final do ano passado, o candidato de ultradireita Nasry “Tito” Asfura, apoiado por Trump, saiu vitorioso. A ex-presidente Xiomara Castro chegou a denunciar um “golpe eleitoral” devido à alegada “interferência do presidente dos Estados Unidos”. Na Argentina, a eleição legislativa do ano passado viu Trump condicionar um pacote de ajuda financeira de US$ 20 bilhões ao bom desempenho do partido de Javier Milei, o que se concretizou. O Brasil e o Peru se preparam para serem os próximos testes da chamada “Doutrina Monroe” na região,

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Trump Ameaça Controlar Estreito de Hormuz: Ilhas Estratégicas e Poder Iraniano em Jogo

Trump busca controlar o Estreito de Hormuz, ponto vital para o comércio global de petróleo, mas encontra um Irã com poder estratégico em ilhas próximas. Nas últimas semanas, os Estados Unidos intensificaram sua presença militar no Oriente Médio. Essa movimentação ocorre em meio a declarações controversas do presidente Donald Trump sobre um possível fim para o conflito com o Irã. Antes mesmo de um cessar-fogo ser anunciado, mais de 5.000 militares, incluindo fuzileiros navais e forças especiais, chegaram à região, aumentando a especulação sobre uma possível invasão terrestre. Trump já expressou a intenção de invadir a ilha de Kharg, principal ponto de exportação de petróleo do Irã, e destruir suas instalações caso o país impedisse a retomada do tráfego marítimo pelo Estreito de Hormuz. Após o Irã ter bloqueado a passagem em resposta a ataques dos EUA e de Israel, a ordem de Trump para manter o bloqueio persistiu mesmo após a trégua anunciada. A possibilidade de uma operação militar para controlar o Estreito de Hormuz levanta questões sobre a viabilidade e os riscos envolvidos. Especialistas apontam que, embora o objetivo seja garantir a livre navegação, a geografia da região e o poder de fogo iraniano representam desafios significativos para as forças americanas. Conforme informação divulgada por fontes especializadas, a complexidade da operação pode ter implicações profundas para a estabilidade regional e o mercado global de energia. Ameaças diretas e o poder iraniano nas ilhas estratégicas Em uma eventual invasão à ilha de Kharg, as forças anfíbias americanas teriam que percorrer cerca de 800 km pelo Golfo Pérsico. Mark Cancian, consultor sênior do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, avalia essa ação como “muito arriscada”, sugerindo que a abertura do estreito pode ser o primeiro passo. Autoridades americanas indicam que Trump também considerou a tomada de ilhas próximas ao estreito, essenciais para o fluxo normal de petróleo e gás. O Irã, com seus postos avançados militares em diversas ilhas e na costa, possui a capacidade de cobrir rapidamente as rotas marítimas com drones, mísseis antinavio e lanchas de ataque rápido. Para contornar essa defesa, os Estados Unidos precisariam capturar um conjunto de ilhas, incluindo Qeshm, Larak, Abu Musa e Tunb, conforme análise de Farzin Nadimi, pesquisador sênior do Instituto de Washington. Ele ressalta que “Eles precisam tomar todas elas” para garantir o controle. Riscos e custos de uma operação terrestre em ilhas iranianas O envio de 2.000 paraquedistas e forças de operações especiais para a região sinaliza a seriedade das intenções americanas. Se desembarcassem nas ilhas, essas tropas poderiam desmantelar redes de túneis e bases subterrâneas de mísseis, que são “inacessíveis até mesmo para bombas antibunker”, segundo Nadimi. A decisão crucial seria se as instalações seriam destruídas ou se as ilhas seriam mantidas para proteger o estreito, o que poderia gerar uma vantagem nas negociações com o Irã. No entanto, a permanência nas ilhas exigiria fuzileiros navais bem equipados e defesas aéreas robustas contra ameaças iranianas. Nadimi descreve essa possibilidade como uma “operação de alto risco e com muitas baixas”.

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Tragédia em Escola na Turquia: Ex-aluno de 19 anos abre fogo e fere 16 pessoas antes de se suicidar

Ataque a tiros em escola na Turquia deixa 16 feridos e autor se suicida Um ataque chocante abalou uma escola de ensino médio na província de Sanliurfa, no sudeste da Turquia, nesta terça-feira (14). Ao menos 16 pessoas, incluindo estudantes e professores, foram feridas por disparos realizados por um ex-aluno de 19 anos. Após o crime, o jovem autor dos disparos tirou a própria vida enquanto a polícia tentava detê-lo. O incidente levanta preocupações sobre a segurança em ambientes educacionais e a saúde mental de jovens. As autoridades locais confirmaram o número de feridos e o suicídio do atirador. A investigação sobre as motivações por trás da ação já está em andamento. Conforme informado pelo governador Hasan Sildak à emissora NTV, o autor dos disparos utilizou uma espingarda e agiu de forma indiscriminada no pátio da escola antes de adentrar o prédio. Detalhes do ataque e vítimas Segundo o governador Hasan Sildak, o atirador não possuía antecedentes criminais e a escola em questão era considerada segura pelas autoridades. O Ministério do Interior detalhou que entre os feridos estão dez estudantes, quatro professores, um policial e um funcionário da cantina. A gravidade dos ferimentos não foi divulgada, mas cinco das vítimas precisaram ser transferidas para hospitais na cidade central para tratamento adicional. Investigação em curso Imagens divulgadas do local mostram o pânico e a evacuação rápida dos estudantes enquanto equipes de emergência chegavam para prestar socorro. Ataques a tiros em escolas são eventos raros na Turquia, o que torna este incidente ainda mais alarmante para a sociedade e as autoridades. Contexto e segurança escolar A rápida resposta policial e das equipes de emergência foi crucial para minimizar o número de vítimas. No entanto, o ocorrido intensifica o debate sobre medidas de segurança em escolas e a necessidade de programas de apoio psicológico para estudantes. As autoridades turcas seguem apurando todas as circunstâncias que levaram ao trágico evento.

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Xi Jinping alerta contra “lei da selva” e critica Trump na crise Irã-EUA, enquanto bloqueio naval gera tensão

Xi Jinping, líder da China, se posiciona contra a “lei da selva” em meio à escalada de tensões entre EUA e Irã, criticando duramente as ações de Donald Trump e propondo um plano genérico para a paz na região, que vive um cessar-fogo frágil. Em declarações contundentes sobre a crise no Oriente Médio, o presidente chinês, Xi Jinping, afirmou nesta terça-feira (14) que o mundo não pode retroceder à “lei da selva”. A declaração foi feita em Pequim, durante um encontro com o príncipe herdeiro de Abu Dhabi, xeque Khaled bin Mohamed bin Zayed al-Nahyan. Os Emirados Árabes Unidos foram um dos alvos da retaliação iraniana durante o recente conflito iniciado pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã. Xi Jinping, que comanda a China, principal rival estratégica dos Estados Unidos, apresentou um plano genérico que visa a paz na região. A proposta se baseia em quatro pilares: coexistência pacífica, respeito à soberania, proteção ao Estado de Direito e desenvolvimento conjunto. No entanto, o plano não detalha soluções práticas para os pontos mais sensíveis da disputa atual, como o destino do programa nuclear iraniano. A crítica à “lei da selva” foi explicitamente direcionada ao presidente Donald Trump. Xi Jinping enfatizou que “o Estado de Direito não pode ser usado quando é conveniente e descartado quando não é”. A China, antes da guerra, dependia do Irã como seu terceiro maior fornecedor de petróleo, atrás apenas da Rússia e da Arábia Saudita. Conforme informação divulgada pelo g1, essa dependência torna a instabilidade na região uma preocupação para Pequim. Bloqueio Naval Americano Gera Preocupação e Tensão na Navegação Apesar de possuir confortáveis reservas de petróleo e gás para atravessar a instabilidade, Xi Jinping expressou preocupação com o bloqueio naval imposto por Trump ao trânsito de navios para e de portos iranianos, que entrou em vigor na segunda-feira (13). A chancelaria chinesa classificou a restrição como “irresponsável e perigosa” e solicitou a reabertura das vias normais de navegação na região. A negociação direta entre Estados Unidos e Irã, que ocorria no Paquistão, não apresentou avanços significativos, mas há a possibilidade de ser retomada em breve, coincidindo com o fim do cessar-fogo. A medida de bloqueio surtiu efeito, limitando drasticamente o tráfego marítimo na área. Antes do conflito, cerca de 140 embarcações passavam pelo estreito de Hormuz, número que caiu para apenas 10% após as hostilidades. Navios Chineses e o Dilema do Embargo na Rota Marítima Segundo dados do serviço MarineTraffic, da consultoria britânica Kpler, apenas seis navios transitaram pelo estreito de Hormuz após o bloqueio. Este estreito, controlado pelo Irã, tornou-se palco de uma rota alternativa de pagamento de pedágio ilegal. Desses seis navios, alguns não estavam sob as restrições do embargo, enquanto outros, como o navio chinês Rich Star, que transportava metanol, estavam sob sanções ocidentais por negócios anteriores com petróleo iraniano. A situação do Rich Star permanece incerta, apesar de tudo indicar que ele conseguirá seguir para a China sem maiores problemas. Donald Trump havia declarado que abordaria quaisquer navios que aceitassem

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Hezbollah Recusa Negociações de Paz do Líbano com Israel, Aumentando Tensão na Fronteira Sul

Hezbollah se opõe às conversas de paz entre Líbano e Israel, mediadas pelos EUA, e promete continuar a luta. O grupo armado libanês Hezbollah manifestou forte oposição às negociações de paz entre o Líbano e Israel, que estavam previstas para ocorrer em Washington com mediação dos Estados Unidos. Naim Qassem, líder do Hezbollah, classificou as conversas como inúteis e declarou que o grupo continuará a enfrentar as forças israelenses. A posição do Hezbollah adiciona uma camada significativa de incerteza ao já complexo cenário do conflito. O grupo, que é um importante aliado regional do Irã, afirmou categoricamente que não se sentirá vinculado a quaisquer acordos que possam ser firmados entre Beirute e Tel Aviv. Wafiq Safa, uma autoridade do conselho político do Hezbollah, foi explícito ao dizer que a facção “não está vinculada ao que for acordado”. Ele acrescentou, “Não estamos interessados ou preocupados com os resultados das negociações”, conforme relatado pela fonte. Essa declaração, feita antes das conversas, sinaliza um desafio direto à autoridade do governo libanês e às tentativas de mediação internacional. Israel Avança em Bint Jbeil e Reforça Controle na Fronteira Em paralelo à crise diplomática interna, as Forças Armadas de Israel intensificaram suas operações militares no sul do Líbano. As tropas israelenses completaram o cerco à cidade de Bint Jbeil, um reduto estratégico do Hezbollah, e iniciaram um ataque terrestre. A cidade é considerada de grande importância simbólica e estratégica para o grupo. Um porta-voz militar israelense confirmou o avanço, enquanto funcionários de segurança libaneses relataram à agência Reuters que combatentes do Hezbollah estão entrincheirados e prontos para resistir até a morte. Oficiais israelenses esperam obter o controle total da cidade em poucos dias, o que lhes daria maior domínio sobre a faixa de fronteira. Netanyahu Visita Tropas e Enfatiza Zona de Segurança O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitou tropas israelenses que ocupam território libanês no domingo (12). Ele discursou aos soldados, enfatizando a importância da “zona de segurança” para evitar invasões vindas do Líbano. “Ainda há mais a ser feito, e estamos fazendo. Estamos repelindo o perigo das munições antitanque e estamos lidando com foguetes”, declarou Netanyahu, acompanhado pelo ministro da Defesa e altos comandantes militares. Ataques Cruzados e Impacto Humanitário na Região A escalada do conflito se reflete em ataques mútuos. O Exército de Israel informou ter interceptado mais de dez drones e foguetes lançados do Líbano. Por outro lado, um foguete do Hezbollah atingiu a cidade de Nahariyya, no norte de Israel, ferindo uma mulher e danificando um prédio residencial. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha também relatou um ataque a um de seus centros em Tiro, no sul do Líbano, que resultou na morte de uma pessoa, segundo a agência de notícias estatal libanesa. O exército israelense afirmou ter realizado um ataque contra um “terrorista do Hezbollah” em Tiro e está investigando o incidente. Governo Libanês em Posição Delicada O governo libanês encontra-se em uma posição extremamente delicada, com a necessidade de equilibrar as negociações de paz com a forte influência

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Primeira-dama da Espanha, Begoña Gómez, é formalmente acusada de corrupção e tráfico de influência por juiz espanhol

Juiz espanhol acusa Begoña Gómez de crimes graves, incluindo peculato e tráfico de influência A primeira-dama da Espanha, Begoña Gómez, foi formalmente acusada de uma série de crimes graves nesta segunda-feira (13). Um juiz espanhol decidiu encerrar as investigações preliminares e apontou a esposa do premiê Pedro Sánchez para os crimes de peculato, tráfico de influência, corrupção e apropriação indevida de marca registrada. Gómez, que sempre negou veementemente qualquer irregularidade, terá agora um prazo de cinco dias para apresentar seus argumentos à justiça. A decisão do juiz Juan Carlos Peinado marca uma nova e crucial etapa no caso que já se arrasta desde abril de 2024. As investigações, conforme noticiado, giram em torno da suspeita de que Begoña Gómez teria se beneficiado de sua posição para obter financiamentos e favorecer empresários. A esposa do chefe de governo espanhol acompanha Pedro Sánchez em uma viagem oficial à China durante o desenrolar desses acontecimentos. A denúncia inicial partiu do sindicato de funcionários públicos Manos Limpias, uma entidade ligada à ultradireita espanhola. O sindicato alega que a primeira-dama utilizou sua influência para beneficiar um empresário específico, emitindo cartas de recomendação que teriam sido cruciais para a obtenção de mais de 10 milhões de euros em contratos públicos, financiados por fundos europeus. Ampliação das suspeitas e envolvimento de assessora Ao longo do processo, o juiz Juan Carlos Peinado ampliou o escopo das suspeitas, adicionando novos crimes à lista contra Begoña Gómez. Inicialmente, a investigação baseou-se em reportagens que levantaram indícios de um esquema de favorecimento. A investigação também alcança a assistente pessoal da primeira-dama, que, segundo o juiz, pode ter auxiliado Gómez em suas atividades profissionais externas, além de suas funções de apoio. Decisões judiciais anteriores e embate com o Ministério Público É importante notar que o caso já passou por reviravoltas. Em fevereiro, um tribunal de Madri chegou a anular a decisão de processar a primeira-dama, considerando-a prematura. Contudo, essa anulação não interrompeu a investigação, que seguiu seu curso. O tribunal determinou o retorno do processo à fase de diligências prévias, cabendo ao juiz Peinado decidir sobre a emissão de uma nova acusação. O caso tem gerado atritos constantes entre o juiz Peinado e o Ministério Público, que defende o arquivamento da denúncia. A situação também provocou forte irritação em Pedro Sánchez, que chegou a cogitar a renúncia diante do que classifica como uma **campanha de difamação orquestrada pela extrema direita e pela oposição de direita**. Contexto político e oposição a Sánchez A investigação envolvendo a primeira-dama é um dos diversos processos judiciais que cercam o governo de Pedro Sánchez, alimentando as pressões da oposição para que ele renuncie. A situação expõe as **tensões políticas e judiciais na Espanha**, com o caso de Begoña Gómez no centro das atenções públicas e midiáticas.

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Trump se Recusa a Pedir Desculpas ao Papa Leão 14, Apaga Imagem Controversa e Gera Debate entre Católicos nos EUA

Donald Trump desafia o Papa Leão 14 e minimiza polêmica de imagem divina, gerando incertezas na base eleitoral cristã As relações entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o papa Leão 14 azedaram significativamente após o líder americano criticar o pontífice nas redes sociais, chamando-o de “terrível” e “fraco”. A controvérsia se intensificou com a postagem de uma imagem criada por inteligência artificial, onde Trump aparece vestido como Jesus Cristo, com uma mão sobre a testa de um homem doente. Em resposta às críticas do papa, especialmente sobre a questão nuclear do Irã, Trump declarou que não fará qualquer pedido de desculpas. O presidente afirmou que o papa disse coisas “erradas” e que sua postura é contrária às ações americanas em relação ao Irã, destacando a necessidade de impedir que o país obtenha armas nucleares. A polêmica foi divulgada por fontes em Washington, onde o presidente Trump, em entrevista a jornalistas na Casa Branca, reiterou sua posição. Conforme relatado pelas fontes, o papa Leão 14 tem se posicionado contra conflitos, afirmando que “Deus não abençoa nenhum conflito” e que seguidores de Cristo não apoiam o lançamento de bombas, declarações que parecem ter motivado a reação de Trump. A reportagem aponta que, após a crítica do presidente, o pontífice assegurou que não teme o governo republicano e que continuará a se manifestar sobre a guerra. Trump atribui a polêmica à “imprensa falsa” e defende sua intenção com a imagem Horas após a repercussão negativa, a imagem de Trump em pose divina foi retirada do ar. Em declarações posteriores, o presidente justificou que a imagem foi publicada por ele mesmo e que a interpretação de que ele se comparava a Jesus era uma invenção da imprensa. Ele alegou que a intenção era mostrar-se como um “médico”, associado a um trabalho humanitário, possivelmente ligando-o à Cruz Vermelha, organização que ele afirma apoiar. “Achei que fosse eu como médico e que tivesse a ver com a Cruz Vermelha, como um trabalhador da Cruz Vermelha lá, que nós apoiamos”, disse Trump, atribuindo à “imprensa falsa” a comparação com Jesus. Ele acrescentou: “Só a imprensa falsa poderia inventar essa. Acabei de ouvir sobre isso e disse: como eles chegaram a essa conclusão? A ideia é que eu fosse um médico, fazendo as pessoas se sentirem melhor —e eu faço as pessoas se sentirem melhores.” Reações conservadoras e o dilema eleitoral para Trump A publicação da imagem gerou críticas de figuras conservadoras nos Estados Unidos, que pediram a remoção da montagem e acusaram Trump de blasfêmia. Megan Basham, escritora e comentarista cristã protestante, classificou a postagem como “blasfêmia revoltante” e exigiu um pedido de perdão a Deus e ao povo americano. Isabel Brown, influenciadora conservadora, descreveu o post como “nojento e inaceitável”. Michael Knowles, podcaster católico conservador, sugeriu que, independentemente da intenção, seria mais prudente para o presidente deletar a imagem por razões espirituais e políticas. Riley Gaines, ativista conservadora, criticou a aparente falta de humildade na postagem, questionando se o presidente realmente pensa dessa

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Deputado Eric Swalwell Renuncia à Campanha para Governador da Califórnia Após Acusações de Abuso Sexual e Emprego Ilegal de Babá Brasileira

Democrata Eric Swalwell se retira da disputa pelo governo da Califórnia em meio a graves acusações O deputado americano Eric Swalwell, que despontava como um dos favoritos para a eleição de governador da Califórnia em 2026, anunciou sua renúncia à campanha e ao cargo no Congresso. A decisão veio após a divulgação de acusações de crimes sexuais por parte de uma ex-funcionária, além de alegações de emprego ilegal de uma babá brasileira. As denúncias, que vieram à tona através de reportagens do The San Francisco Chronicle e da CNN no último sábado, alegam que Swalwell cometeu violência sexual contra uma mulher em duas ocasiões distintas. A CNN também relatou que outras três mulheres apresentaram queixas semelhantes contra o deputado, que ocupava uma cadeira na Câmara dos Representantes dos EUA desde 2013. Apesar de ter negado veementemente as acusações, classificando-as como “absolutamente falsas” e prometendo combatê-las judicialmente, a pressão sobre Swalwell aumentou significativamente. A renúncia ocorre após um clamor por parte de membros do seu próprio partido e de mais de 50 ex-empregados do deputado, que divulgaram uma carta aberta no domingo (12) considerando as acusações “sérias e críveis”. Pressão de ex-funcionários e a carta aberta A carta aberta, assinada por um grupo expressivo de ex-assessores e funcionários do gabinete de Eric Swalwell, foi um marco na crise que se abateu sobre o deputado. O documento enfatiza a gravidade das alegações e a incompatibilidade de Swalwell permanecer em cargos públicos enquanto as investigações estiverem em andamento. “Permanecer em qualquer um dos cargos enquanto essas acusações pairam sem resolução é um insulto a todas as pessoas que já trabalharam para ele”, declarou a carta, ecoando o sentimento de desconfiança e a necessidade de responsabilização. A pressão pública e política tornou-se insustentável para a continuidade de sua carreira política. Investigação sobre emprego ilegal de babá brasileira Paralelamente às acusações de abuso sexual, o Serviço de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos (USCIS) confirmou, também no domingo, que está analisando alegações de que Eric Swalwell teria empregado ilegalmente uma babá de nacionalidade brasileira. Esta nova frente de investigação adiciona mais um elemento de gravidade à situação do deputado. Um porta-voz do USCIS, órgão vinculado ao Departamento de Segurança Interna, informou à agência Reuters que as alegações são consideradas sérias e que o caso foi encaminhado às autoridades policiais competentes para uma investigação detalhada. A notícia sobre o possível emprego irregular de trabalhador estrangeiro intensificou o escrutínio sobre a conduta de Swalwell. Futuro político incerto e renúncia estratégica A renúncia de Eric Swalwell à candidatura para governador da Califórnia e ao seu assento no Congresso representa um ponto de inflexão em sua carreira. O deputado, que se tornou uma figura conhecida em Washington, agora enfrenta um futuro político incerto, com as investigações em curso e a imagem pública abalada. A decisão de se afastar dos cargos pode ser interpretada como uma tentativa de gerenciar a crise e focar na defesa contra as acusações. No entanto, o impacto dessas denúncias na política da Califórnia e no

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Caos Eleitoral no Peru: Votação se Estende por Segundo Dia Após Falhas e Disputa Acirrada por Segundo Turno

Peru enfrenta segundo dia de votação após caos eleitoral e indefinição no segundo turno Peruanos que não conseguiram exercer seu direito ao voto no domingo (12) devido ao caos em alguns centros de votação de Lima, retornaram às urnas nesta segunda-feira (13) para eleger seu próximo presidente. A situação reflete a complexidade e a tensão que marcam a atual disputa eleitoral no país. A trabalhadora autônoma Berta Arotoma, 35, exemplifica a persistência dos eleitores. Ela compareceu ao seu local de votação pela quarta vez em dois dias, buscando garantir seu voto mesmo com o transtorno. “Ontem vim aqui três vezes”, relatou, admitindo ter perdido horas de trabalho nesta segunda para conseguir votar. A escola em que Berta votava, localizada no sul de Lima, foi um dos 13 pontos na capital que não receberam material eleitoral a tempo, impactando mais de 50 mil eleitores, segundo autoridades locais. A falha gerou críticas e a primeira prisão relacionada ao pleito nesta segunda: José Samamé Blas, funcionário que pediu demissão no domingo e assumiu responsabilidade pelas falhas, foi detido. Conforme informação divulgada pela mídia peruana, o órgão eleitoral, o Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE), tem sido alvo de críticas por eleitores e políticos após as falhas logísticas. Candidato acusa fraude e pede prisão de chefe do órgão eleitoral Na véspera, o candidato Rafael López Aliaga, que busca se consolidar como uma figura de extrema-direita no Peru, chegou a falar em fraude e solicitou a prisão do chefe do ONPE, Piero Corvetto. “Onde está a Procuradoria-Geral da República? Onde está a Polícia Nacional? Piero Corvetto deve ser preso imediatamente por negligência no cumprimento do dever”, declarou Aliaga, rejeitando a justificativa de problemas logísticos. A retórica de Aliaga, comparada a um “Donald Trump latino”, tem lhe rendido popularidade. Com mais de 57% das atas apuradas, ele figurava com quase 14,2% dos votos, atrás apenas de Keiko Fujimori, com 16,9%. Esses números, segundo projeções, indicam que ambos podem disputar o segundo turno. Indefinição sobre adversário de Keiko Fujimori no segundo turno No entanto, a definição do segundo turno permanece incerta. Enquanto algumas projeções da empresa Datum confirmam Keiko Fujimori e Rafael López Aliaga na disputa final, levantamentos da Ipsos apontam Keiko ao lado de Roberto Sánchez, ex-ministro de Pedro Castillo. Sánchez é associado ao movimento que apoiou Castillo, presidente que tentou um autogolpe em 2022. Caso a tendência se confirme com Aliaga no segundo turno, o Peru se depararia com uma escolha entre Keiko Fujimori, filha do ex-ditador Alberto Fujimori, e um representante de um movimento ultraconservador. A perspectiva de enfrentar Aliaga animou Keiko, que declarou: “Os resultados são um sinal muito positivo para o nosso país, porque o inimigo é a esquerda”. Keiko Fujimori, que concorre à presidência pela quarta vez, busca superar as derrotas anteriores no segundo turno, frequentemente atribuídas ao forte sentimento antifujimorista no Peru. Essa rejeição é motivada pelo histórico de seu pai, condenado por corrupção e violações de direitos humanos. A dinâmica de uma possível disputa contra um candidato tão radical

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Amanda Ungaro: A Brasileira que Ameaçou Expor Melania Trump e Acusou Donald Trump de “Pedofilia”

De amiga a inimiga: A reviravolta de Amanda Ungaro contra o casal Trump após deportação dos EUA. A ex-modelo brasileira Amanda Ungaro, de 41 anos, emergiu nas manchetes internacionais após um perfil atribuído a ela no X (antigo Twitter) fazer ameaças contundentes à ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Melania Trump, e acusar o ex-presidente Donald Trump de ser um “pedófilo”. As declarações explosivas surgiram em um contexto de longa proximidade de Ungaro com o casal. Por quase duas décadas, Ungaro manteve laços estreitos com Donald e Melania Trump, em grande parte devido ao seu casamento com Paolo Zampolli, 56, um empresário italiano e aliado de longa data do ex-presidente. Zampolli, que já era amigo de Trump, foi o responsável por apresentar Melania Knauss ao republicano em 1998, em Nova York. A relação de Ungaro com figuras controversas como Jeffrey Epstein, um criminoso sexual condenado, também veio à tona. Em 2002, aos 17 anos, ela viajou em um dos aviões de Epstein de Paris para Nova York. Na ocasião, relatou ter visto cerca de 30 meninas jovens no que descreveu como um ambiente semelhante a um desfile de moda, mas com características de estudantes. Essa informação foi divulgada em entrevista ao jornal O Globo e ligada à então companheira de Epstein, Ghislaine Maxwell. A proximidade com os Trump e o rompimento abrupto Durante anos, Amanda Ungaro e Paolo Zampolli foram figuras recorrentes na vida social dos Trump, participando de eventos como festas de Ano-Novo na luxuosa residência Mar-a-Lago. Melania Trump, inclusive, demonstrava afeto pelo filho do casal, enviando presentes em aniversários e, segundo Ungaro, até o Serviço Secreto para parabenizá-lo em 2016. Contudo, após sua separação de Zampolli em 2023 e posterior casamento com um médico brasileiro, a vida de Ungaro tomou um rumo dramático. Ela e o novo marido foram presos em junho de 2025 sob acusações de fraude e exercício ilegal da medicina, relacionadas a um spa onde trabalhavam. Enquanto o marido foi liberado sob fiança, Ungaro permaneceu detida devido à expiração de seu visto. Acusações e deportação: O estopim das ameaças A situação de Ungaro se complicou quando, segundo o jornal The New York Times, Zampolli teria informado o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) sobre a permanência ilegal da ex-mulher nos EUA. Ungaro foi deportada em outubro de 2025. Em resposta, em publicações agora apagadas no X, ela direcionou fortes acusações a Melania Trump, alegando que a ex-primeira-dama sabia de sua detenção e de seu status migratório, e que tentou “envolvê-la” em algo que ela não fez. “Eu te conheço há 20 anos”, teria escrito Ungaro, dirigindo-se a Melania. “Você sabia que eu estava detida no ICE. Você esteve presente na minha vida. […] Vou destruir seu sistema corrupto, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Não tenho mais nada a perder na minha vida. Tome cuidado comigo”, ameaçou a ex-modelo. O posicionamento oficial e a negação de envolvimento O Departamento de Segurança Interna dos EUA, responsável pelo ICE, emitiu uma nota oficial

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