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Principais Matérias

França em Chamas: Protestos contra Custo de Vida Levam a Ataques a Prefeituras e Queima de Edifício

França Mergulha em Onda de Protestos Violentos Contra Custo de Vida e Desigualdade A França vive um dos momentos de maior tensão social dos últimos anos, com manifestantes tomando as ruas em diversas cidades neste sábado (17). Os protestos, motivados pela insatisfação com a alta dos preços, a desigualdade social, cortes em gastos públicos e precariedade de serviços essenciais como a educação, escalaram para confrontos violentos com a polícia e invasões a prédios públicos. A violência atingiu um novo patamar com a invasão de prefeituras e o incêndio de um edifício em Lyon. Em Marselha, manifestantes derrubaram um busto e quebraram móveis dentro da prefeitura, enquanto em Lille, o gabinete do prefeito foi depredado. A situação reflete um profundo descontentamento popular que se espalha pelo país. As manifestações, que ganharam força a partir de protestos em escolas de ensino médio, agora questionam de forma mais ampla a gestão econômica e social do governo. A CGT, confederação sindical, aponta que mais de 500 mil pessoas foram às ruas, exigindo que o governo atenda às reivindicações sociais em vez de reprimir os manifestantes. Conforme informação divulgada pela AFP, as autoridades francesas registraram 140 manifestações fora de Paris, com a participação de 32,8 mil pessoas até o meio-dia. Violência e Confrontos Marcados por Gritos de “Macron, Renuncie” Em Paris, dezenas de milhares de pessoas marcharam em um clima de revolta, com palavras de ordem como “todo mundo odeia a polícia” e “Macron, renuncie”. A atriz Agnes, de 50 anos, expressou o sentimento de muitos ao afirmar que “há anos temos problemas climáticos, econômicos e de desigualdade, mas o governo não está fazendo nada a respeito”. A polícia respondeu com gás lacrimogêneo em diversas cidades, em meio a relatos de que artefatos como granadas de efeito moral, que haviam sido suspensos, poderiam ser utilizados. Um adolescente perdeu uma mão após contato com uma dessas granadas, e o governo informou que mais de 900 policiais ficaram feridos nos confrontos. O órgão responsável pela fiscalização policial investiga cerca de duas dezenas de denúncias de violência por parte de agentes. Raízes Profundas: Da Crise Escolar ao Movimento dos “Coletes Amarelos” Os protestos tiveram início no mês passado em escolas de ensino médio nos subúrbios de Paris, inicialmente contra a falta de professores e as más condições das instalações. Contudo, o movimento rapidamente se expandiu, incorporando questões mais amplas como a desigualdade, os gastos públicos e o elevado custo de vida, ecoando o descontentamento que marcou o primeiro mandato do presidente Emmanuel Macron. A referência aos “Coletes Amarelos”, movimento de 2018 que começou com o aumento do imposto sobre diesel e se tornou uma revolta contra o custo de vida, é clara. Manifestantes usam coletes de alta visibilidade, e a organização nas redes sociais parece ter ampliado a participação, atraindo veteranos de movimentos anteriores. Yannick Maillou, professor e participante dos “Coletes Amarelos”, relatou a organização de diversos pontos de concentração locais para os protestos deste sábado. Divisões Políticas e Pressão Econômica sobre Macron A onda de protestos gerou

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Sanções da Rússia suspensas por Trump impulsionam avanço na Ucrânia, enquanto Kiev perde inteligência vital dos EUA

Guerra na Ucrânia entra em fase crítica com avanço russo e corte de inteligência dos EUA Um dia após o presidente Donald Trump suspender um pacote de sanções contra a Rússia, Moscou anunciou um significativo avanço no leste da Ucrânia. Segundo o Ministério da Defesa russo, oito localidades foram conquistadas, incluindo a estratégica cidade de Dobropillia. A Ucrânia admitiu a gravidade da situação, embora negue a perda total de controle, indicando que os combates continuam intensos na região de Donetsk. Este desenvolvimento ocorre em um momento delicado para Kiev, que tem enfrentado não apenas a pressão militar russa, mas também interrupções no fornecimento de inteligência vital vinda dos Estados Unidos. A suspensão das sanções por Trump, justificada pela necessidade de importar diesel russo para reduzir os preços domésticos nos EUA, levanta questionamentos sobre o impacto de suas decisões no conflito e na capacidade de defesa ucraniana. A situação se agrava com relatos de falhas na comunicação militar, incluindo a interrupção do envio de informações em tempo real sobre lançamentos de mísseis russos e o funcionamento limitado da rede de satélites Starlink, gerenciada por empresas ligadas a Trump. Essas falhas comprometem não apenas operações ofensivas, mas também a capacidade de interceptação de ataques aéreos, conforme alertado pelo presidente ucraniano, Volodimir Zelensky. As informações são baseadas em conteúdo divulgado por fontes jornalísticas sobre o conflito. Avanço Russo no Leste e Objetivos de Putin O avanço russo parece focado no eixo sul, visando as últimas cidades importantes na região de Donetsk. Putin declarou recentemente que apenas 10% do território ucraniano na região permanecem fora de seu controle, um objetivo que ele busca consolidar após a anexação ilegal de quatro regiões em 2022. O Kremlin já controla toda a região de Luhansk e mais de 80% de Zaporizhzhia e Kherson. Impacto das Decisões de Trump na Ucrânia A decisão de Trump de suspender as sanções, que incluíam punições a instituições financeiras e à frota de petroleiros russos, foi vista pelo Kremlin como um passo histórico. Especialistas apontam que essa medida pode oferecer um alívio financeiro a Putin em um momento de crescente dificuldade para a Ucrânia. A suspensão, que afeta a lei batizada em homenagem ao senador Lindsey Graham, previa tarifas para países compradores de produtos russos, incluindo os próprios EUA, além de sobretaxas para China e Índia, grandes compradores de gás russo. Falhas na Comunicação Militar e Alerta de Ataque Imminente As falhas nos sistemas de comunicação e inteligência dos EUA representam um golpe severo para a defesa ucraniana. Relatos indicam que o envio de informações sobre mísseis balísticos russos cessou, e a rede Starlink, crucial para a comunicação militar, opera com restrições. Zelensky ampliou o alerta, mencionando que essas falhas afetam não apenas operações em terra, mas também o uso de mísseis antiaéreos. Monitores ucranianos indicam preparativos para um forte ataque russo, possivelmente já neste sábado. Zelensky Busca Apoio Europeu Diante da Redução da Ajuda Americana Diante da redução da ajuda americana, Zelensky buscou apoio dos aliados europeus da OTAN. No entanto,

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Lula celebra fim da jornada 6×1 em Minas e promete crescimento econômico em 4º mandato

Lula celebra o fim da jornada 6×1 em Minas Gerais e promete um novo ciclo de crescimento econômico, caso eleito para um quarto mandato. O candidato do PT participou de passeatas em Juiz de Fora e Ipatinga, reforçando suas propostas e criticando a gestão de Jair Bolsonaro. A promulgação do fim da escala de trabalho 6×1 no Senado Federal foi o grande destaque da agenda de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em Minas Gerais nesta sexta-feira (16). O candidato do PT à presidência da República vinha defendendo a aprovação da proposta há meses e celebrou a conquista durante suas passagens por Juiz de Fora e Ipatinga. Em Juiz de Fora, Lula se dirigiu especialmente aos comerciantes e trabalhadores, assegurando que a mudança na jornada de trabalho não trará prejuízos. Ele enfatizou que a alteração beneficiará o Brasil, o povo trabalhador e, em particular, as mulheres, que terão mais tempo para descanso e cuidados com a família. O candidato também incentivou seus apoiadores a convencerem os eleitores indecisos e aqueles que não votaram no primeiro turno a comparecerem às urnas no segundo turno. Durante o evento, Lula ressaltou feitos de seus governos anteriores, como os investimentos em escolas de tempo integral e a criação do Programa Pé-de-Meia. Este programa, segundo o candidato, é um incentivo financeiro-educacional fundamental para garantir a permanência e a conclusão dos estudos por estudantes do ensino médio público. A informação foi divulgada com base no conteúdo da fonte 1. Lula promete governo de crescimento e fim de impostos em alimentos Em Ipatinga, já no início da noite, Lula reforçou a mensagem de recuperação do país após o governo Bolsonaro. Ele afirmou que um eventual quarto mandato seria focado no **crescimento econômico** e na melhoria da vida da população, com destaque para a redução da inflação nos alimentos. A promessa é que, a partir de janeiro, a cesta básica não sofrerá mais com impostos, nem mesmo sobre carne e feijão. Críticas à Globo e encontro de Flávio Bolsonaro Ainda em Ipatinga, Lula direcionou críticas à emissora Globo, sugerindo que a empresa estaria sob suspeita de sua campanha. A declaração surgiu após a notícia de que Flávio Bolsonaro, filho do atual presidente e seu adversário na corrida eleitoral, teria almoçado com diretores da emissora no mesmo dia em que o candidato petista foi sabatinado no Jornal Nacional. Lula destacou que sua entrevista não contou com um almoço prévio com os executivos. Globo confirma almoço institucional com Flávio Bolsonaro Em resposta às declarações, a Globo confirmou, por meio de nota, que Flávio Bolsonaro realizou uma visita institucional à sede da emissora no Rio de Janeiro. O encontro incluiu um almoço reservado com o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e o vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet. O canal ressaltou que o almoço não teve a participação de representantes da área de jornalismo e que tais encontros são uma **rotina e cortesia com candidatos**. Foco na recuperação do poder de compra e no bem-estar do trabalhador A

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Flávio Bolsonaro em Sabatina: Propostas Ausentes, Acusações Sem Provas e Mudança de Posição sobre Escala 6×1

Flávio Bolsonaro em Sabatina: Propostas Ausentes, Acusações Sem Provas e Mudança de Posição sobre Escala 6×1 Em sabatina promovida pela TV Globo, o candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, apresentou um discurso marcado pela ausência de propostas concretas e pela profusão de acusações sem apresentação de provas. Durante o debate, que se estendeu por pouco mais de 40 minutos, o senador negou a configuração de tentativa de golpe de Estado em relação aos eventos de 8 de janeiro de 2023 e declarou que, caso eleito, não buscaria a reeleição. A entrevista, que abordou desde a tentativa de golpe até questões econômicas e trabalhistas, revelou um candidato que, por vezes, demonstrou desconforto ao ser confrontado com fatos e dados concretos. A dinâmica da sabatina, que buscou aprofundar o conhecimento do eleitorado sobre as propostas e o histórico do candidato, acabou por evidenciar lacunas em sua apresentação e a preferência por narrativas que carecem de embasamento factual. Conforme apurado e divulgado pela própria emissora, Flávio Bolsonaro evitou detalhar planos econômicos e focou em críticas ao atual governo e a adversários. Um dos pontos de maior atenção foi a mudança de postura do candidato em relação à escala 6×1 de trabalho. Após meses de críticas à medida aprovada no Senado, Flávio Bolsonaro declarou apoio à proposta, justificando a decisão com base em conversas com trabalhadores. Essa reviravolta gerou repercussão, especialmente por sua atuação anterior como senador, onde votou a favor da nova legislação. A sabatina, portanto, serviu como palco para esclarecimentos, mas também para a exposição de contradições e a falta de detalhamento em temas cruciais para o país. Negacionismo e Acusações sobre 8 de Janeiro Flávio Bolsonaro minimizou a invasão e depredação dos prédios públicos em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023, classificando o evento como uma “farsa” e negando que tenha configurado uma tentativa de golpe de Estado. Ele chegou a afirmar que a história demonstraria que o julgamento de seu pai, Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão, foi “totalmente armado”. Essa declaração contrasta com as imagens e relatos que mostram milhares de pessoas agredindo policiais e vandalizando o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal. Propostas Econômicas e Mudança de Rumo na Legislação Trabalhista No campo econômico, Flávio Bolsonaro mencionou a promessa de um corte na dívida da União superior a R$ 200 bilhões, a ser obtido com a venda de imóveis públicos abandonados. Ele também citou a possibilidade de arrecadar “R$ 100 bilhões de largada” com a exploração da margem equatorial, ignorando, no entanto, que a Petrobras prevê o início dessa exploração apenas a partir de 2033. Além disso, o candidato reiterou a intenção de extinguir ao menos dez ministérios, argumentando que seu pai cortou milhares de cargos em comissão. Contudo, dados do UOL indicam que o governo de Jair Bolsonaro registrou um aumento nesses cargos, saltando de 31,8 mil em 2019 para 46,2 mil em 2022. Um dos pontos que gerou surpresa foi a mudança de posicionamento

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Atirador de 16 anos que matou 4 em escola nos EUA usou arma da mãe; pai de alunas é herói

Tragédia em Bend, Oregon: Atirador de 16 anos mata quatro em escola primária Uma escola primária na cidade de Bend, Oregon, nos Estados Unidos, foi palco de uma terrível tragédia na quinta-feira (15), quando um adolescente de 16 anos abriu fogo, tirando a vida de três crianças e uma professora. A identidade do atirador não foi divulgada, mas a polícia confirmou que ele possuía “necessidades especiais”. O jovem teria disparado contra uma porta trancada para acessar a Silver Rail Elementary School. As vítimas menores de idade tinham 5, 8 e 11 anos. A ação rápida de um homem que estava na escola, e que perseguiu o atirador, foi crucial para impedir que mais vidas fossem perdidas. A mãe do adolescente era a proprietária da arma utilizada no ataque, uma espingarda calibre 12. A polícia está investigando como o jovem obteve acesso à arma e quais foram os motivos que o levaram a cometer o crime. As informações são baseadas em declarações de autoridades citadas pelo jornal The New York Times. Arma pertencia à mãe do adolescente e homem armado é celebrado como herói A espingarda utilizada no ataque, segundo o The New York Times, pertencia à mãe do atirador, que está colaborando com as investigações. A polícia realizou buscas na residência do adolescente, apreendendo dispositivos eletrônicos que podem conter pistas sobre o ocorrido. O homem que conseguiu deter o atirador, e que foi morto por ele, é pai de duas alunas da escola. A governadora do Oregon, Tina Kotek, e o presidente Donald Trump, elogiaram a atitude do homem, classificando-o como um “grande herói” por sua intervenção corajosa. Trump comentou sobre a importância da presença de um indivíduo armado e preparado no local, afirmando: “Ainda bem que havia um homem armado [no local] e que sabia como usá-la”. Professora agiu para salvar alunos e vítimas estavam em sala de necessidades especiais Antes da intervenção do homem armado, uma professora demonstrou grande bravura. Ela arremessou seu celular contra o adolescente e entrou em uma luta corporal com ele, uma ação que, segundo o chefe da polícia Mike Krantz, também pode ter salvado muitas vidas. Além das quatro vítimas fatais, um aluno de sete anos e uma professora de 54 anos foram hospitalizados em estado crítico. Investigadores apontam que o atirador frequentava a escola e que as vítimas fatais estavam em uma sala de aula destinada a alunos com necessidades especiais. Ataque reacende debate sobre controle de armas nos EUA A escola Silver Rail Elementary atende aproximadamente 450 estudantes, com idades entre 5 e 11 anos, e conta com 40 funcionários. O primeiro chamado de emergência foi registrado às 12h59, horário local, após relatos de disparos contra um veículo. Em poucos minutos, dezenas de ligações informaram que o atirador havia entrado na escola. A polícia chegou ao local às 13h02 e, logo depois, confirmou a morte do adolescente, que teria efetuado cerca de 15 disparos. Este trágico evento intensifica o debate sobre o acesso a armas de fogo nos Estados Unidos, onde

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Alcolumbre homenageia Paulo Paim na promulgação do fim da escala 6×1: “Um grande brasileiro” lutou por essa conquista

Fim da escala 6×1 no Brasil: Davi Alcolumbre presta homenagem a Paulo Paim em cerimônia histórica Em um momento marcante para os trabalhadores brasileiros, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), quebrou o protocolo durante a promulgação da Emenda Constitucional que extingue a escala 6×1. Ele convidou o senador Paulo Paim (PT-RS) para se sentar à mesa oficial da cerimônia, em um gesto de reconhecimento pela sua longa trajetória de luta pela redução da jornada de trabalho. “Eu sei que o cerimonial estabeleceu esse rito constitucional de uma sessão solene, mas o meu coração não me permitiria, presidente Hugo Motta e presidente Lula, deixar de convidar uma pessoa para a mesa para representar o povo brasileiro”, declarou Alcolumbre, evidenciando a importância de Paim na conquista. Paulo Paim, que se despede do Senado ao final desta legislatura, é uma figura emblemática na defesa dos direitos trabalhistas no Brasil. Com mais de 40 anos de vida pública, o senador gaúcho de 76 anos foi fundamental na articulação e pressão para a aprovação da emenda que agora beneficia milhões de trabalhadores. Conforme divulgado pelo Congresso Nacional, a nova emenda constitucional, a de número 141 de 2026, estabelece a escala 5×2, com duas folgas semanais, para todos os trabalhadores do país em até dois meses. Uma vida dedicada à luta pela jornada de 40 horas A homenagem de Alcolumbre ressalta a persistência de Paulo Paim em sua missão. O senador gaúcho, que já cumpriu quatro mandatos como deputado federal e agora encerra seu terceiro mandato no Senado, tem um histórico de atuação firme em prol da classe trabalhadora. Sua jornada no Senado se encerra, mas seu legado permanece. “Nós precisamos fazer uma homenagem a um grande ser humano, a um grande brasileiro que esteve, nas últimas quatro décadas, lutando por esta conquista”, enfatizou Alcolumbre sobre Paulo Paim. A luta pela redução da jornada de trabalho não é nova para Paim, que já em 1994 apresentou o Projeto de Lei 4.653, visando reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais, uma proposta que, assim como outras, enfrentou obstáculos. A emoção de uma conquista histórica Em conversa com jornalistas após a cerimônia, Paulo Paim expressou a profunda emoção de ver a jornada de trabalho finalmente reduzida. Ele comparou o sentimento à promulgação da Constituição de 1988, quando a jornada também foi reduzida, de 48 para 44 horas semanais. “Eu me sinto realizado, de lá para cá, da constituinte, eu apresentei dez projetos”, afirmou Paim, ressaltando que a emenda promulgada “vai melhorar a vida da nossa gente”. O fim da escala 6×1 e a transição para a 5×2 A Emenda Constitucional 141 de 2026, promulgada nesta sexta-feira, representa um marco para os trabalhadores brasileiros. A nova regra extingue a escala 6×1, que previa um dia de descanso para cada seis trabalhados, e implementa a escala 5×2, garantindo duas folgas semanais a todos. A transição para a jornada de 40 horas semanais terá um período mais longo, com a carga horária caindo para 42 horas

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Impasse na ONU: Votos de membros permanentes travam escolha do novo Secretário-Geral e criam clima de incerteza

ONU em impasse: Vetos de potências mundiais complicam sucessão de António Guterres e geram incerteza global A corrida para definir o próximo Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) encontra um cenário de **profundo impasse**, conforme revelado pelas recentes votações secretas no Conselho de Segurança. Todos os candidatos que disputam a posição enfrentam vetos de pelo menos dois dos cinco membros permanentes do Conselho, um obstáculo significativo que dificulta a escolha e adia a definição de quem sucederá o português António Guterres no final deste ano. O processo de seleção, conhecido como “straw polls”, envolve votações secretas entre os 15 membros do Conselho de Segurança. A particularidade desta rodada foi o uso de cédulas de cores distintas para os membros permanentes (China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia), evidenciando a importância de seus votos e o poder de veto que possuem. Nenhum candidato pode ser eleito sem o aval de todos os cinco, conhecidos como P5. A situação atual levanta sérias questões sobre a capacidade da ONU de garantir uma transição de liderança tranquila e em tempo hábil. Sem um sucessor definido, a organização corre o risco de iniciar o próximo mandato sem uma liderança consolidada, o que pode impactar sua atuação e influência em um cenário global cada vez mais complexo. A informação sobre o impasse foi divulgada nesta sexta-feira (16). Rebeca Grynspan lidera, mas enfrenta vetos cruciais A economista costarriquenha Rebeca Grynspan, atual diretora da agência da ONU para Comércio e Desenvolvimento, desponta como a candidata mais bem colocada. Em sua última votação, obteve nove apoios, mas também cinco “desencorajamentos”, que na prática funcionam como vetos. Destes, dois partiram de membros permanentes do Conselho de Segurança. Grynspan, se eleita, seria a primeira mulher, a primeira centro-americana e a primeira judia a chefiar a organização. Apesar de seu histórico e de seu foco em uma gestão mais enxuta e eficiente da ONU, Grynspan enfrenta desafios geopolíticos. Relatos da imprensa americana indicam que os Estados Unidos não a apoiariam, possivelmente devido a relatórios críticos de sua agência sobre a ocupação israelense em Gaza e na Cisjordânia. A relação de Grynspan com a política de redução de custos da ONU, no entanto, tem sido sinalizada como um ponto positivo para os EUA. Outros candidatos e a dinâmica do Conselho de Segurança Além de Grynspan, outros nomes surgiram com apoio relevante, mas também com vetos. A representante da Guiana na ONU, Carolyn Rodrigues Birkett, recebeu oito apoios, sendo três de membros permanentes, e seis não apoios, dois deles do P5. O argentino Rafael Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, também obteve oito apoios, com dois vetos de membros permanentes, e seis não apoios, igualmente com dois vetos do P5. Grossi tem sido publicamente criticado pela Rússia. A dinâmica de vetos demonstra a complexidade das negociações entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. A possibilidade de um novo nome surgir com apoio pré-costurado entre o P5 não está descartada, assim como a retirada de vetos existentes. A história da

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Colonos Israelenses Atacam Vila Palestina na Cisjordânia, Ferindo Jornalista Americana em Colheita de Azeitonas

Ataque de colonos israelenses à vila palestina de Abu Falah deixa dois feridos, incluindo jornalista do Washington Post Na sexta-feira (16), a vila palestina de Abu Falah, na Cisjordânia, foi palco de um violento ataque. Dezenas de colonos israelenses, vestidos de preto e mascarados, invadiram a área durante a tradicional colheita anual de azeitonas. O incidente resultou em ao menos duas pessoas feridas, entre elas a fotojornalista americana Heidi Levine, do Washington Post. Segundo relatos de testemunhas à agência Reuters, cerca de 80 colonos desceram de uma colina em direção a um olival onde moradores locais estavam reunidos para a colheita. O ataque, descrito como coordenado, envolveu a queima de oliveiras e o arremesso de pedras contra os palestinos presentes. As Forças Armadas israelenses afirmaram que seus soldados dispararam tiros de advertência e contra um indivíduo considerado uma ameaça. O incidente gerou condenação internacional e pedidos de investigação, destacando a crescente violência de colonos na região e o impacto sobre civis e jornalistas. Violência durante a colheita anual de azeitonas Os colonos, alguns portando botijões de gás, se posicionaram em frente às fileiras de oliveiras. Utilizando estilingues, eles começaram a lançar pedras contra os palestinos, que tentaram se defender. O agricultor Moutaz Abdelhadi, 42, relatou que o objetivo dos colonos é expulsá-los de suas casas. Durante o confronto, jipes militares israelenses passaram rapidamente pela área, levantando poeira. Relatos indicam que, mesmo após a chegada dos militares, o ataque continuou, com soldados disparando gás lacrimogêneo contra os palestinos. Um fotógrafo da Reuters teria visto um colono armado disparar uma arma. Jornalista americana atacada e ferida Heidi Levine, fotojornalista do Washington Post, foi uma das vítimas do ataque. Ela foi derrubada no chão e chutada por colonos, conforme imagens de vídeo e seu próprio relato posterior. Levine declarou que estava usando colete à prova de balas e capacete, o que a protegeu de ferimentos mais graves. O editor-executivo do Washington Post, Matt Murray, expressou indignação com o ataque injustificado à jornalista, que estava claramente identificada. Ele exigiu uma investigação completa e acompanhamento por parte das autoridades israelenses sobre o ocorrido. Aumento da violência de colonos e condenação internacional A violência de colonos israelenses contra palestinos na Cisjordânia tem aumentado significativamente. De acordo com o grupo israelense Yesh Din, foram registrados ao menos 170 ataques desde 27 de setembro. Essa escalada de violência ocorre em um contexto de apoio do governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu à expansão de assentamentos e postos militares na região. Embora Netanyahu tenha criticado a violência, poucas medidas foram tomadas para reprimir os incidentes. Os ataques têm gerado condenação internacional, com aliados como Estados Unidos e Reino Unido considerando a imposição de sanções. A Cisjordânia abriga cerca de 500 mil colonos israelenses e 3 milhões de palestinos, e a maioria dos países e órgãos da ONU considera os assentamentos ilegais sob o direito internacional.

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Lula defende redução da maioridade penal para crimes hediondos e propõe nova PEC de Segurança Pública

Candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de sabatina no Jornal Nacional (TV Globo) nesta quinta-feira (15) e defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos. Lula afirmou ser favorável à discussão do tema no Congresso Nacional, mas após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. “Meu pensamento, enquanto cidadão, eu sou a favor de reduzir a maioridade penal para todo e qualquer crime hediondo. Mas a PEC não estava discutindo isso. Eu sou favorável a reduzir para 16 anos, mas não nessa PEC. Aprova a PEC e aí discute isso”, declarou o presidente em resposta a uma pergunta da jornalista Renata Lo Prete. A PEC em questão, já aprovada pela Câmara dos Deputados, aguarda votação em plenário no Senado. A oposição busca incluir uma emenda para reduzir a maioridade penal para 14 anos em crimes hediondos. Lula, no entanto, prioriza a aprovação da PEC para fortalecer a segurança pública. Segurança Pública em Foco O presidente defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública com o objetivo de garantir a participação da União no policiamento dos estados. Segundo ele, alguns estados “não tiveram competência” para assegurar a segurança de seus cidadãos. A medida visa criar o Ministério da Segurança Pública, definir o papel das polícias e combater o crime organizado, inclusive de dentro dos presídios. “Precisamos asfixiar o crime organizado para libertar os territórios dos bandidos em todo o país”, enfatizou Lula, demonstrando a urgência em lidar com a criminalidade. Economia e Renda para o Povo Abordando a dívida pública, Lula defendeu o crescimento econômico do Brasil através do investimento na renda da população mais pobre. Ele argumenta que a distribuição de renda é fundamental para a prosperidade do país. “Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos, é pobreza, e pouco na mão de muitos, é riqueza. O que faz a economia do Brasil crescer é a microeconomia, é fazer o dinheiro rodar na mão do povo”, explicou o candidato. Lula relembrou que, durante seu governo, o Brasil saltou de 12ª para a 10ª maior economia mundial, impulsionado por políticas voltadas para a população de baixa renda. Ele criticou a ideia de que a solução para problemas fiscais deva recair sobre os mais pobres. “Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga. E eu não quero que o povo pobre pague. A forma de fazer crescer a economia não é cortar do pobre”, ressaltou. O presidente também anunciou um reajuste de 15% no valor do Bolsa Família, justificando que a medida não havia sido tomada antes por desconhecimento da necessidade e que agora há espaço fiscal para tal. Ele também mencionou a recente aprovação do fim da jornada 6×1 de trabalho, uma pauta defendida por seu governo, e a medida de perdão de dívidas para microempreendedores individuais (MEIs). Como proposta futura, Lula prometeu tarifa zero no transporte público nos fins de semana, visando beneficiar

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Tragédia no Oregon: Atirador Adolescente de 16 Anos Mata 3 Crianças e Professor em Escola nos EUA; Herói Comunitário Intervém

Atirador Adolescente de 16 Anos Provoca Massacre em Escola no Oregon, Deixando 4 Mortos Antes de Ser Contido por Cidadão Armado Uma onda de choque varreu a pacata cidade de Bend, no estado do Oregon, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (15), após um adolescente de 16 anos abrir fogo em uma escola de ensino fundamental. O ataque resultou na morte de três crianças e um professor, antes que a ação rápida de um membro da comunidade pusesse fim à violência. O autor do ataque, um jovem de 16 anos, foi baleado e morto por um cidadão que testemunhou o início da chacina. A polícia foi acionada e chegou ao local em poucos minutos, encontrando o atirador sem vida. As vítimas fatais incluem um professor e três crianças, com idades de 5, 8 e 11 anos, conforme informações divulgadas pelo chefe do Departamento de Polícia de Bend, Mike Krantz. Este trágico evento adiciona mais um capítulo sombrio à recorrente violência armada em escolas americanas, reacendendo debates acalorados sobre a necessidade de medidas mais eficazes para o controle de armas. O FBI já está colaborando com as autoridades locais na investigação do ocorrido. Conforme informação divulgada pela Reuters, este é mais um incidente chocante em um país que já registrou pelo menos 52 ataques a tiros em escolas neste ano. O Ataque e a Intervenção Heroica O incidente teve início quando o adolescente, portando uma arma, disparou contra um veículo antes de adentrar a escola de ensino fundamental Silver Rail. O alerta chegou às autoridades por volta da tarde, e a resposta policial foi ágil. Ao chegarem, os policiais confirmaram a morte do atirador, que foi neutralizado por um indivíduo armado que o perseguiu e o confrontou dentro da instituição de ensino. A escola Silver Rail atende alunos do jardim de infância até o quinto ano, com idades entre 5 e 11 anos, e conta com aproximadamente 450 alunos e 40 funcionários. As autoridades isolaram a área e mantêm uma presença policial reforçada no local e em uma igreja próxima, utilizada como ponto de encontro para as famílias das vítimas, por tempo indeterminado. Reações e Estatísticas Alarmantes O senador democrata do Oregon, Ron Wyden, expressou profunda consternação pelas famílias e alunos afetados. Ele destacou a urgência em debater ações para conter a violência armada, questionando a inércia política diante de tantos ataques a escolas nos Estados Unidos. Segundo uma análise da CNN, o ano de 2023 já testemunhou pelo menos 52 ataques a tiros em escolas nos EUA, resultando em cerca de 28 mortos e 48 feridos. O Contexto da Violência Armada nos EUA A cidade de Bend, localizada no centro do Oregon, com cerca de 100 mil habitantes, foi palco desta terrível tragédia. O ataque na escola Silver Rail serve como um doloroso lembrete da persistente crise de violência armada que assola o país, com consequências devastadoras para comunidades inteiras. A resposta das autoridades e o apoio do FBI visam esclarecer os motivos por trás deste ato e reforçar a segurança

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França em Chamas: Protestos contra Custo de Vida Levam a Ataques a Prefeituras e Queima de Edifício

França Mergulha em Onda de Protestos Violentos Contra Custo de Vida e Desigualdade A França vive um dos momentos de maior tensão social dos últimos anos, com manifestantes tomando as ruas em diversas cidades neste sábado (17). Os protestos, motivados pela insatisfação com a alta dos preços, a desigualdade social, cortes em gastos públicos e precariedade de serviços essenciais como a educação, escalaram para confrontos violentos com a polícia e invasões a prédios públicos. A violência atingiu um novo patamar com a invasão de prefeituras e o incêndio de um edifício em Lyon. Em Marselha, manifestantes derrubaram um busto e quebraram móveis dentro da prefeitura, enquanto em Lille, o gabinete do prefeito foi depredado. A situação reflete um profundo descontentamento popular que se espalha pelo país. As manifestações, que ganharam força a partir de protestos em escolas de ensino médio, agora questionam de forma mais ampla a gestão econômica e social do governo. A CGT, confederação sindical, aponta que mais de 500 mil pessoas foram às ruas, exigindo que o governo atenda às reivindicações sociais em vez de reprimir os manifestantes. Conforme informação divulgada pela AFP, as autoridades francesas registraram 140 manifestações fora de Paris, com a participação de 32,8 mil pessoas até o meio-dia. Violência e Confrontos Marcados por Gritos de “Macron, Renuncie” Em Paris, dezenas de milhares de pessoas marcharam em um clima de revolta, com palavras de ordem como “todo mundo odeia a polícia” e “Macron, renuncie”. A atriz Agnes, de 50 anos, expressou o sentimento de muitos ao afirmar que “há anos temos problemas climáticos, econômicos e de desigualdade, mas o governo não está fazendo nada a respeito”. A polícia respondeu com gás lacrimogêneo em diversas cidades, em meio a relatos de que artefatos como granadas de efeito moral, que haviam sido suspensos, poderiam ser utilizados. Um adolescente perdeu uma mão após contato com uma dessas granadas, e o governo informou que mais de 900 policiais ficaram feridos nos confrontos. O órgão responsável pela fiscalização policial investiga cerca de duas dezenas de denúncias de violência por parte de agentes. Raízes Profundas: Da Crise Escolar ao Movimento dos “Coletes Amarelos” Os protestos tiveram início no mês passado em escolas de ensino médio nos subúrbios de Paris, inicialmente contra a falta de professores e as más condições das instalações. Contudo, o movimento rapidamente se expandiu, incorporando questões mais amplas como a desigualdade, os gastos públicos e o elevado custo de vida, ecoando o descontentamento que marcou o primeiro mandato do presidente Emmanuel Macron. A referência aos “Coletes Amarelos”, movimento de 2018 que começou com o aumento do imposto sobre diesel e se tornou uma revolta contra o custo de vida, é clara. Manifestantes usam coletes de alta visibilidade, e a organização nas redes sociais parece ter ampliado a participação, atraindo veteranos de movimentos anteriores. Yannick Maillou, professor e participante dos “Coletes Amarelos”, relatou a organização de diversos pontos de concentração locais para os protestos deste sábado. Divisões Políticas e Pressão Econômica sobre Macron A onda de protestos gerou

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Sanções da Rússia suspensas por Trump impulsionam avanço na Ucrânia, enquanto Kiev perde inteligência vital dos EUA

Guerra na Ucrânia entra em fase crítica com avanço russo e corte de inteligência dos EUA Um dia após o presidente Donald Trump suspender um pacote de sanções contra a Rússia, Moscou anunciou um significativo avanço no leste da Ucrânia. Segundo o Ministério da Defesa russo, oito localidades foram conquistadas, incluindo a estratégica cidade de Dobropillia. A Ucrânia admitiu a gravidade da situação, embora negue a perda total de controle, indicando que os combates continuam intensos na região de Donetsk. Este desenvolvimento ocorre em um momento delicado para Kiev, que tem enfrentado não apenas a pressão militar russa, mas também interrupções no fornecimento de inteligência vital vinda dos Estados Unidos. A suspensão das sanções por Trump, justificada pela necessidade de importar diesel russo para reduzir os preços domésticos nos EUA, levanta questionamentos sobre o impacto de suas decisões no conflito e na capacidade de defesa ucraniana. A situação se agrava com relatos de falhas na comunicação militar, incluindo a interrupção do envio de informações em tempo real sobre lançamentos de mísseis russos e o funcionamento limitado da rede de satélites Starlink, gerenciada por empresas ligadas a Trump. Essas falhas comprometem não apenas operações ofensivas, mas também a capacidade de interceptação de ataques aéreos, conforme alertado pelo presidente ucraniano, Volodimir Zelensky. As informações são baseadas em conteúdo divulgado por fontes jornalísticas sobre o conflito. Avanço Russo no Leste e Objetivos de Putin O avanço russo parece focado no eixo sul, visando as últimas cidades importantes na região de Donetsk. Putin declarou recentemente que apenas 10% do território ucraniano na região permanecem fora de seu controle, um objetivo que ele busca consolidar após a anexação ilegal de quatro regiões em 2022. O Kremlin já controla toda a região de Luhansk e mais de 80% de Zaporizhzhia e Kherson. Impacto das Decisões de Trump na Ucrânia A decisão de Trump de suspender as sanções, que incluíam punições a instituições financeiras e à frota de petroleiros russos, foi vista pelo Kremlin como um passo histórico. Especialistas apontam que essa medida pode oferecer um alívio financeiro a Putin em um momento de crescente dificuldade para a Ucrânia. A suspensão, que afeta a lei batizada em homenagem ao senador Lindsey Graham, previa tarifas para países compradores de produtos russos, incluindo os próprios EUA, além de sobretaxas para China e Índia, grandes compradores de gás russo. Falhas na Comunicação Militar e Alerta de Ataque Imminente As falhas nos sistemas de comunicação e inteligência dos EUA representam um golpe severo para a defesa ucraniana. Relatos indicam que o envio de informações sobre mísseis balísticos russos cessou, e a rede Starlink, crucial para a comunicação militar, opera com restrições. Zelensky ampliou o alerta, mencionando que essas falhas afetam não apenas operações em terra, mas também o uso de mísseis antiaéreos. Monitores ucranianos indicam preparativos para um forte ataque russo, possivelmente já neste sábado. Zelensky Busca Apoio Europeu Diante da Redução da Ajuda Americana Diante da redução da ajuda americana, Zelensky buscou apoio dos aliados europeus da OTAN. No entanto,

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Lula celebra fim da jornada 6×1 em Minas e promete crescimento econômico em 4º mandato

Lula celebra o fim da jornada 6×1 em Minas Gerais e promete um novo ciclo de crescimento econômico, caso eleito para um quarto mandato. O candidato do PT participou de passeatas em Juiz de Fora e Ipatinga, reforçando suas propostas e criticando a gestão de Jair Bolsonaro. A promulgação do fim da escala de trabalho 6×1 no Senado Federal foi o grande destaque da agenda de campanha de Luiz Inácio Lula da Silva em Minas Gerais nesta sexta-feira (16). O candidato do PT à presidência da República vinha defendendo a aprovação da proposta há meses e celebrou a conquista durante suas passagens por Juiz de Fora e Ipatinga. Em Juiz de Fora, Lula se dirigiu especialmente aos comerciantes e trabalhadores, assegurando que a mudança na jornada de trabalho não trará prejuízos. Ele enfatizou que a alteração beneficiará o Brasil, o povo trabalhador e, em particular, as mulheres, que terão mais tempo para descanso e cuidados com a família. O candidato também incentivou seus apoiadores a convencerem os eleitores indecisos e aqueles que não votaram no primeiro turno a comparecerem às urnas no segundo turno. Durante o evento, Lula ressaltou feitos de seus governos anteriores, como os investimentos em escolas de tempo integral e a criação do Programa Pé-de-Meia. Este programa, segundo o candidato, é um incentivo financeiro-educacional fundamental para garantir a permanência e a conclusão dos estudos por estudantes do ensino médio público. A informação foi divulgada com base no conteúdo da fonte 1. Lula promete governo de crescimento e fim de impostos em alimentos Em Ipatinga, já no início da noite, Lula reforçou a mensagem de recuperação do país após o governo Bolsonaro. Ele afirmou que um eventual quarto mandato seria focado no **crescimento econômico** e na melhoria da vida da população, com destaque para a redução da inflação nos alimentos. A promessa é que, a partir de janeiro, a cesta básica não sofrerá mais com impostos, nem mesmo sobre carne e feijão. Críticas à Globo e encontro de Flávio Bolsonaro Ainda em Ipatinga, Lula direcionou críticas à emissora Globo, sugerindo que a empresa estaria sob suspeita de sua campanha. A declaração surgiu após a notícia de que Flávio Bolsonaro, filho do atual presidente e seu adversário na corrida eleitoral, teria almoçado com diretores da emissora no mesmo dia em que o candidato petista foi sabatinado no Jornal Nacional. Lula destacou que sua entrevista não contou com um almoço prévio com os executivos. Globo confirma almoço institucional com Flávio Bolsonaro Em resposta às declarações, a Globo confirmou, por meio de nota, que Flávio Bolsonaro realizou uma visita institucional à sede da emissora no Rio de Janeiro. O encontro incluiu um almoço reservado com o presidente do Grupo Globo, João Roberto Marinho, e o vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet. O canal ressaltou que o almoço não teve a participação de representantes da área de jornalismo e que tais encontros são uma **rotina e cortesia com candidatos**. Foco na recuperação do poder de compra e no bem-estar do trabalhador A

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Flávio Bolsonaro em Sabatina: Propostas Ausentes, Acusações Sem Provas e Mudança de Posição sobre Escala 6×1

Flávio Bolsonaro em Sabatina: Propostas Ausentes, Acusações Sem Provas e Mudança de Posição sobre Escala 6×1 Em sabatina promovida pela TV Globo, o candidato à presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, apresentou um discurso marcado pela ausência de propostas concretas e pela profusão de acusações sem apresentação de provas. Durante o debate, que se estendeu por pouco mais de 40 minutos, o senador negou a configuração de tentativa de golpe de Estado em relação aos eventos de 8 de janeiro de 2023 e declarou que, caso eleito, não buscaria a reeleição. A entrevista, que abordou desde a tentativa de golpe até questões econômicas e trabalhistas, revelou um candidato que, por vezes, demonstrou desconforto ao ser confrontado com fatos e dados concretos. A dinâmica da sabatina, que buscou aprofundar o conhecimento do eleitorado sobre as propostas e o histórico do candidato, acabou por evidenciar lacunas em sua apresentação e a preferência por narrativas que carecem de embasamento factual. Conforme apurado e divulgado pela própria emissora, Flávio Bolsonaro evitou detalhar planos econômicos e focou em críticas ao atual governo e a adversários. Um dos pontos de maior atenção foi a mudança de postura do candidato em relação à escala 6×1 de trabalho. Após meses de críticas à medida aprovada no Senado, Flávio Bolsonaro declarou apoio à proposta, justificando a decisão com base em conversas com trabalhadores. Essa reviravolta gerou repercussão, especialmente por sua atuação anterior como senador, onde votou a favor da nova legislação. A sabatina, portanto, serviu como palco para esclarecimentos, mas também para a exposição de contradições e a falta de detalhamento em temas cruciais para o país. Negacionismo e Acusações sobre 8 de Janeiro Flávio Bolsonaro minimizou a invasão e depredação dos prédios públicos em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023, classificando o evento como uma “farsa” e negando que tenha configurado uma tentativa de golpe de Estado. Ele chegou a afirmar que a história demonstraria que o julgamento de seu pai, Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão, foi “totalmente armado”. Essa declaração contrasta com as imagens e relatos que mostram milhares de pessoas agredindo policiais e vandalizando o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal. Propostas Econômicas e Mudança de Rumo na Legislação Trabalhista No campo econômico, Flávio Bolsonaro mencionou a promessa de um corte na dívida da União superior a R$ 200 bilhões, a ser obtido com a venda de imóveis públicos abandonados. Ele também citou a possibilidade de arrecadar “R$ 100 bilhões de largada” com a exploração da margem equatorial, ignorando, no entanto, que a Petrobras prevê o início dessa exploração apenas a partir de 2033. Além disso, o candidato reiterou a intenção de extinguir ao menos dez ministérios, argumentando que seu pai cortou milhares de cargos em comissão. Contudo, dados do UOL indicam que o governo de Jair Bolsonaro registrou um aumento nesses cargos, saltando de 31,8 mil em 2019 para 46,2 mil em 2022. Um dos pontos que gerou surpresa foi a mudança de posicionamento

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Atirador de 16 anos que matou 4 em escola nos EUA usou arma da mãe; pai de alunas é herói

Tragédia em Bend, Oregon: Atirador de 16 anos mata quatro em escola primária Uma escola primária na cidade de Bend, Oregon, nos Estados Unidos, foi palco de uma terrível tragédia na quinta-feira (15), quando um adolescente de 16 anos abriu fogo, tirando a vida de três crianças e uma professora. A identidade do atirador não foi divulgada, mas a polícia confirmou que ele possuía “necessidades especiais”. O jovem teria disparado contra uma porta trancada para acessar a Silver Rail Elementary School. As vítimas menores de idade tinham 5, 8 e 11 anos. A ação rápida de um homem que estava na escola, e que perseguiu o atirador, foi crucial para impedir que mais vidas fossem perdidas. A mãe do adolescente era a proprietária da arma utilizada no ataque, uma espingarda calibre 12. A polícia está investigando como o jovem obteve acesso à arma e quais foram os motivos que o levaram a cometer o crime. As informações são baseadas em declarações de autoridades citadas pelo jornal The New York Times. Arma pertencia à mãe do adolescente e homem armado é celebrado como herói A espingarda utilizada no ataque, segundo o The New York Times, pertencia à mãe do atirador, que está colaborando com as investigações. A polícia realizou buscas na residência do adolescente, apreendendo dispositivos eletrônicos que podem conter pistas sobre o ocorrido. O homem que conseguiu deter o atirador, e que foi morto por ele, é pai de duas alunas da escola. A governadora do Oregon, Tina Kotek, e o presidente Donald Trump, elogiaram a atitude do homem, classificando-o como um “grande herói” por sua intervenção corajosa. Trump comentou sobre a importância da presença de um indivíduo armado e preparado no local, afirmando: “Ainda bem que havia um homem armado [no local] e que sabia como usá-la”. Professora agiu para salvar alunos e vítimas estavam em sala de necessidades especiais Antes da intervenção do homem armado, uma professora demonstrou grande bravura. Ela arremessou seu celular contra o adolescente e entrou em uma luta corporal com ele, uma ação que, segundo o chefe da polícia Mike Krantz, também pode ter salvado muitas vidas. Além das quatro vítimas fatais, um aluno de sete anos e uma professora de 54 anos foram hospitalizados em estado crítico. Investigadores apontam que o atirador frequentava a escola e que as vítimas fatais estavam em uma sala de aula destinada a alunos com necessidades especiais. Ataque reacende debate sobre controle de armas nos EUA A escola Silver Rail Elementary atende aproximadamente 450 estudantes, com idades entre 5 e 11 anos, e conta com 40 funcionários. O primeiro chamado de emergência foi registrado às 12h59, horário local, após relatos de disparos contra um veículo. Em poucos minutos, dezenas de ligações informaram que o atirador havia entrado na escola. A polícia chegou ao local às 13h02 e, logo depois, confirmou a morte do adolescente, que teria efetuado cerca de 15 disparos. Este trágico evento intensifica o debate sobre o acesso a armas de fogo nos Estados Unidos, onde

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Alcolumbre homenageia Paulo Paim na promulgação do fim da escala 6×1: “Um grande brasileiro” lutou por essa conquista

Fim da escala 6×1 no Brasil: Davi Alcolumbre presta homenagem a Paulo Paim em cerimônia histórica Em um momento marcante para os trabalhadores brasileiros, o presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União-AP), quebrou o protocolo durante a promulgação da Emenda Constitucional que extingue a escala 6×1. Ele convidou o senador Paulo Paim (PT-RS) para se sentar à mesa oficial da cerimônia, em um gesto de reconhecimento pela sua longa trajetória de luta pela redução da jornada de trabalho. “Eu sei que o cerimonial estabeleceu esse rito constitucional de uma sessão solene, mas o meu coração não me permitiria, presidente Hugo Motta e presidente Lula, deixar de convidar uma pessoa para a mesa para representar o povo brasileiro”, declarou Alcolumbre, evidenciando a importância de Paim na conquista. Paulo Paim, que se despede do Senado ao final desta legislatura, é uma figura emblemática na defesa dos direitos trabalhistas no Brasil. Com mais de 40 anos de vida pública, o senador gaúcho de 76 anos foi fundamental na articulação e pressão para a aprovação da emenda que agora beneficia milhões de trabalhadores. Conforme divulgado pelo Congresso Nacional, a nova emenda constitucional, a de número 141 de 2026, estabelece a escala 5×2, com duas folgas semanais, para todos os trabalhadores do país em até dois meses. Uma vida dedicada à luta pela jornada de 40 horas A homenagem de Alcolumbre ressalta a persistência de Paulo Paim em sua missão. O senador gaúcho, que já cumpriu quatro mandatos como deputado federal e agora encerra seu terceiro mandato no Senado, tem um histórico de atuação firme em prol da classe trabalhadora. Sua jornada no Senado se encerra, mas seu legado permanece. “Nós precisamos fazer uma homenagem a um grande ser humano, a um grande brasileiro que esteve, nas últimas quatro décadas, lutando por esta conquista”, enfatizou Alcolumbre sobre Paulo Paim. A luta pela redução da jornada de trabalho não é nova para Paim, que já em 1994 apresentou o Projeto de Lei 4.653, visando reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais, uma proposta que, assim como outras, enfrentou obstáculos. A emoção de uma conquista histórica Em conversa com jornalistas após a cerimônia, Paulo Paim expressou a profunda emoção de ver a jornada de trabalho finalmente reduzida. Ele comparou o sentimento à promulgação da Constituição de 1988, quando a jornada também foi reduzida, de 48 para 44 horas semanais. “Eu me sinto realizado, de lá para cá, da constituinte, eu apresentei dez projetos”, afirmou Paim, ressaltando que a emenda promulgada “vai melhorar a vida da nossa gente”. O fim da escala 6×1 e a transição para a 5×2 A Emenda Constitucional 141 de 2026, promulgada nesta sexta-feira, representa um marco para os trabalhadores brasileiros. A nova regra extingue a escala 6×1, que previa um dia de descanso para cada seis trabalhados, e implementa a escala 5×2, garantindo duas folgas semanais a todos. A transição para a jornada de 40 horas semanais terá um período mais longo, com a carga horária caindo para 42 horas

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Impasse na ONU: Votos de membros permanentes travam escolha do novo Secretário-Geral e criam clima de incerteza

ONU em impasse: Vetos de potências mundiais complicam sucessão de António Guterres e geram incerteza global A corrida para definir o próximo Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) encontra um cenário de **profundo impasse**, conforme revelado pelas recentes votações secretas no Conselho de Segurança. Todos os candidatos que disputam a posição enfrentam vetos de pelo menos dois dos cinco membros permanentes do Conselho, um obstáculo significativo que dificulta a escolha e adia a definição de quem sucederá o português António Guterres no final deste ano. O processo de seleção, conhecido como “straw polls”, envolve votações secretas entre os 15 membros do Conselho de Segurança. A particularidade desta rodada foi o uso de cédulas de cores distintas para os membros permanentes (China, Estados Unidos, França, Reino Unido e Rússia), evidenciando a importância de seus votos e o poder de veto que possuem. Nenhum candidato pode ser eleito sem o aval de todos os cinco, conhecidos como P5. A situação atual levanta sérias questões sobre a capacidade da ONU de garantir uma transição de liderança tranquila e em tempo hábil. Sem um sucessor definido, a organização corre o risco de iniciar o próximo mandato sem uma liderança consolidada, o que pode impactar sua atuação e influência em um cenário global cada vez mais complexo. A informação sobre o impasse foi divulgada nesta sexta-feira (16). Rebeca Grynspan lidera, mas enfrenta vetos cruciais A economista costarriquenha Rebeca Grynspan, atual diretora da agência da ONU para Comércio e Desenvolvimento, desponta como a candidata mais bem colocada. Em sua última votação, obteve nove apoios, mas também cinco “desencorajamentos”, que na prática funcionam como vetos. Destes, dois partiram de membros permanentes do Conselho de Segurança. Grynspan, se eleita, seria a primeira mulher, a primeira centro-americana e a primeira judia a chefiar a organização. Apesar de seu histórico e de seu foco em uma gestão mais enxuta e eficiente da ONU, Grynspan enfrenta desafios geopolíticos. Relatos da imprensa americana indicam que os Estados Unidos não a apoiariam, possivelmente devido a relatórios críticos de sua agência sobre a ocupação israelense em Gaza e na Cisjordânia. A relação de Grynspan com a política de redução de custos da ONU, no entanto, tem sido sinalizada como um ponto positivo para os EUA. Outros candidatos e a dinâmica do Conselho de Segurança Além de Grynspan, outros nomes surgiram com apoio relevante, mas também com vetos. A representante da Guiana na ONU, Carolyn Rodrigues Birkett, recebeu oito apoios, sendo três de membros permanentes, e seis não apoios, dois deles do P5. O argentino Rafael Grossi, diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica, também obteve oito apoios, com dois vetos de membros permanentes, e seis não apoios, igualmente com dois vetos do P5. Grossi tem sido publicamente criticado pela Rússia. A dinâmica de vetos demonstra a complexidade das negociações entre os membros permanentes do Conselho de Segurança. A possibilidade de um novo nome surgir com apoio pré-costurado entre o P5 não está descartada, assim como a retirada de vetos existentes. A história da

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Colonos Israelenses Atacam Vila Palestina na Cisjordânia, Ferindo Jornalista Americana em Colheita de Azeitonas

Ataque de colonos israelenses à vila palestina de Abu Falah deixa dois feridos, incluindo jornalista do Washington Post Na sexta-feira (16), a vila palestina de Abu Falah, na Cisjordânia, foi palco de um violento ataque. Dezenas de colonos israelenses, vestidos de preto e mascarados, invadiram a área durante a tradicional colheita anual de azeitonas. O incidente resultou em ao menos duas pessoas feridas, entre elas a fotojornalista americana Heidi Levine, do Washington Post. Segundo relatos de testemunhas à agência Reuters, cerca de 80 colonos desceram de uma colina em direção a um olival onde moradores locais estavam reunidos para a colheita. O ataque, descrito como coordenado, envolveu a queima de oliveiras e o arremesso de pedras contra os palestinos presentes. As Forças Armadas israelenses afirmaram que seus soldados dispararam tiros de advertência e contra um indivíduo considerado uma ameaça. O incidente gerou condenação internacional e pedidos de investigação, destacando a crescente violência de colonos na região e o impacto sobre civis e jornalistas. Violência durante a colheita anual de azeitonas Os colonos, alguns portando botijões de gás, se posicionaram em frente às fileiras de oliveiras. Utilizando estilingues, eles começaram a lançar pedras contra os palestinos, que tentaram se defender. O agricultor Moutaz Abdelhadi, 42, relatou que o objetivo dos colonos é expulsá-los de suas casas. Durante o confronto, jipes militares israelenses passaram rapidamente pela área, levantando poeira. Relatos indicam que, mesmo após a chegada dos militares, o ataque continuou, com soldados disparando gás lacrimogêneo contra os palestinos. Um fotógrafo da Reuters teria visto um colono armado disparar uma arma. Jornalista americana atacada e ferida Heidi Levine, fotojornalista do Washington Post, foi uma das vítimas do ataque. Ela foi derrubada no chão e chutada por colonos, conforme imagens de vídeo e seu próprio relato posterior. Levine declarou que estava usando colete à prova de balas e capacete, o que a protegeu de ferimentos mais graves. O editor-executivo do Washington Post, Matt Murray, expressou indignação com o ataque injustificado à jornalista, que estava claramente identificada. Ele exigiu uma investigação completa e acompanhamento por parte das autoridades israelenses sobre o ocorrido. Aumento da violência de colonos e condenação internacional A violência de colonos israelenses contra palestinos na Cisjordânia tem aumentado significativamente. De acordo com o grupo israelense Yesh Din, foram registrados ao menos 170 ataques desde 27 de setembro. Essa escalada de violência ocorre em um contexto de apoio do governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu à expansão de assentamentos e postos militares na região. Embora Netanyahu tenha criticado a violência, poucas medidas foram tomadas para reprimir os incidentes. Os ataques têm gerado condenação internacional, com aliados como Estados Unidos e Reino Unido considerando a imposição de sanções. A Cisjordânia abriga cerca de 500 mil colonos israelenses e 3 milhões de palestinos, e a maioria dos países e órgãos da ONU considera os assentamentos ilegais sob o direito internacional.

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Lula defende redução da maioridade penal para crimes hediondos e propõe nova PEC de Segurança Pública

Candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de sabatina no Jornal Nacional (TV Globo) nesta quinta-feira (15) e defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos. Lula afirmou ser favorável à discussão do tema no Congresso Nacional, mas após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. “Meu pensamento, enquanto cidadão, eu sou a favor de reduzir a maioridade penal para todo e qualquer crime hediondo. Mas a PEC não estava discutindo isso. Eu sou favorável a reduzir para 16 anos, mas não nessa PEC. Aprova a PEC e aí discute isso”, declarou o presidente em resposta a uma pergunta da jornalista Renata Lo Prete. A PEC em questão, já aprovada pela Câmara dos Deputados, aguarda votação em plenário no Senado. A oposição busca incluir uma emenda para reduzir a maioridade penal para 14 anos em crimes hediondos. Lula, no entanto, prioriza a aprovação da PEC para fortalecer a segurança pública. Segurança Pública em Foco O presidente defendeu a aprovação da PEC da Segurança Pública com o objetivo de garantir a participação da União no policiamento dos estados. Segundo ele, alguns estados “não tiveram competência” para assegurar a segurança de seus cidadãos. A medida visa criar o Ministério da Segurança Pública, definir o papel das polícias e combater o crime organizado, inclusive de dentro dos presídios. “Precisamos asfixiar o crime organizado para libertar os territórios dos bandidos em todo o país”, enfatizou Lula, demonstrando a urgência em lidar com a criminalidade. Economia e Renda para o Povo Abordando a dívida pública, Lula defendeu o crescimento econômico do Brasil através do investimento na renda da população mais pobre. Ele argumenta que a distribuição de renda é fundamental para a prosperidade do país. “Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos, é pobreza, e pouco na mão de muitos, é riqueza. O que faz a economia do Brasil crescer é a microeconomia, é fazer o dinheiro rodar na mão do povo”, explicou o candidato. Lula relembrou que, durante seu governo, o Brasil saltou de 12ª para a 10ª maior economia mundial, impulsionado por políticas voltadas para a população de baixa renda. Ele criticou a ideia de que a solução para problemas fiscais deva recair sobre os mais pobres. “Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga. E eu não quero que o povo pobre pague. A forma de fazer crescer a economia não é cortar do pobre”, ressaltou. O presidente também anunciou um reajuste de 15% no valor do Bolsa Família, justificando que a medida não havia sido tomada antes por desconhecimento da necessidade e que agora há espaço fiscal para tal. Ele também mencionou a recente aprovação do fim da jornada 6×1 de trabalho, uma pauta defendida por seu governo, e a medida de perdão de dívidas para microempreendedores individuais (MEIs). Como proposta futura, Lula prometeu tarifa zero no transporte público nos fins de semana, visando beneficiar

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Tragédia no Oregon: Atirador Adolescente de 16 Anos Mata 3 Crianças e Professor em Escola nos EUA; Herói Comunitário Intervém

Atirador Adolescente de 16 Anos Provoca Massacre em Escola no Oregon, Deixando 4 Mortos Antes de Ser Contido por Cidadão Armado Uma onda de choque varreu a pacata cidade de Bend, no estado do Oregon, nos Estados Unidos, nesta quinta-feira (15), após um adolescente de 16 anos abrir fogo em uma escola de ensino fundamental. O ataque resultou na morte de três crianças e um professor, antes que a ação rápida de um membro da comunidade pusesse fim à violência. O autor do ataque, um jovem de 16 anos, foi baleado e morto por um cidadão que testemunhou o início da chacina. A polícia foi acionada e chegou ao local em poucos minutos, encontrando o atirador sem vida. As vítimas fatais incluem um professor e três crianças, com idades de 5, 8 e 11 anos, conforme informações divulgadas pelo chefe do Departamento de Polícia de Bend, Mike Krantz. Este trágico evento adiciona mais um capítulo sombrio à recorrente violência armada em escolas americanas, reacendendo debates acalorados sobre a necessidade de medidas mais eficazes para o controle de armas. O FBI já está colaborando com as autoridades locais na investigação do ocorrido. Conforme informação divulgada pela Reuters, este é mais um incidente chocante em um país que já registrou pelo menos 52 ataques a tiros em escolas neste ano. O Ataque e a Intervenção Heroica O incidente teve início quando o adolescente, portando uma arma, disparou contra um veículo antes de adentrar a escola de ensino fundamental Silver Rail. O alerta chegou às autoridades por volta da tarde, e a resposta policial foi ágil. Ao chegarem, os policiais confirmaram a morte do atirador, que foi neutralizado por um indivíduo armado que o perseguiu e o confrontou dentro da instituição de ensino. A escola Silver Rail atende alunos do jardim de infância até o quinto ano, com idades entre 5 e 11 anos, e conta com aproximadamente 450 alunos e 40 funcionários. As autoridades isolaram a área e mantêm uma presença policial reforçada no local e em uma igreja próxima, utilizada como ponto de encontro para as famílias das vítimas, por tempo indeterminado. Reações e Estatísticas Alarmantes O senador democrata do Oregon, Ron Wyden, expressou profunda consternação pelas famílias e alunos afetados. Ele destacou a urgência em debater ações para conter a violência armada, questionando a inércia política diante de tantos ataques a escolas nos Estados Unidos. Segundo uma análise da CNN, o ano de 2023 já testemunhou pelo menos 52 ataques a tiros em escolas nos EUA, resultando em cerca de 28 mortos e 48 feridos. O Contexto da Violência Armada nos EUA A cidade de Bend, localizada no centro do Oregon, com cerca de 100 mil habitantes, foi palco desta terrível tragédia. O ataque na escola Silver Rail serve como um doloroso lembrete da persistente crise de violência armada que assola o país, com consequências devastadoras para comunidades inteiras. A resposta das autoridades e o apoio do FBI visam esclarecer os motivos por trás deste ato e reforçar a segurança

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