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Principais Matérias

Índice de Aprovação de Donald Trump Oscila Para 32% a Uma Semana das Eleições Legislativas nos EUA

Aprovação de Donald Trump sobe ligeiramente, mas democratas mantêm vantagem em pesquisa antes das eleições legislativas O índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou uma leve oscilação, atingindo 32%. Este número representa um ponto percentual acima da mínima histórica registrada na semana anterior. Os dados são fruto da pesquisa Reuters/Ipsos, divulgada na segunda-feira, 26 de outubro, a apenas uma semana das eleições legislativas de meio de mandato. Estas eleições são cruciais, pois definirão qual partido controlará a Câmara dos Representantes e o Senado nos próximos anos. A pesquisa nacional, realizada ao longo de cinco dias, oferece um panorama importante do sentimento do eleitorado americano. A pesquisa Reuters/Ipsos, realizada online com 1.679 adultos, incluindo 1.280 eleitores registrados, indica que, apesar da pequena alta na aprovação de Trump, os democratas mantêm uma vantagem significativa. Conforme informação divulgada pela Reuters/Ipsos, os eleitores registrados favorecem amplamente os democratas sobre os republicanos em uma pergunta de “voto genérico”, com 47% contra 36%. Disputa pelo Congresso: Democratas à frente no voto genérico A pesquisa “voto genérico” revelou que os eleitores registrados preferem os democratas para o Congresso em uma proporção de 47% a 36%. Uma pequena parcela, cerca de 11%, ainda não decidiu seu voto. Essa diferença de 11 pontos percentuais entre os partidos é ligeiramente menor do que a registrada em uma pesquisa anterior, encerrada em 19 de outubro, quando a vantagem democrata era de 12 pontos. Ao considerar os eleitores indecisos e para qual partido eles estavam se inclinando, a disputa nacional se mostra um pouco mais acirrada. Nesse cenário, os democratas lideram por 9 pontos percentuais, com 50% das intenções de voto, contra 41% dos republicanos. Para os republicanos, a perda do controle de qualquer uma das Casas do Congresso pode dificultar a agenda de Trump nos próximos dois anos de seu mandato. Inflação e economia dominam o debate eleitoral A disputa pelo controle do Congresso parece estar cada vez mais centrada nas percepções sobre a **inflação**, que disparou nos últimos meses, impactando o custo de vida dos americanos. Cerca de 73% dos eleitores entrevistados afirmaram que a situação econômica em relação ao custo de vida está caminhando na direção errada. Antes do início de conflitos que elevaram os preços, pesquisas anteriores mostravam os republicanos como mais preparados para conduzir a economia. No entanto, a pesquisa mais recente indica uma mudança nesse sentimento. Agora, 37% dos eleitores acreditam que os democratas têm uma abordagem melhor para a economia, enquanto 33% preferem a abordagem republicana. Essa percepção pode influenciar significativamente o resultado das eleições. Entusiasmo eleitoral e o desafio republicano Um dado relevante da pesquisa Reuters/Ipsos é o maior entusiasmo demonstrado pelos eleitores democratas em participar das eleições de meio de mandato. Cerca de 46% dos democratas se declararam “muito entusiasmados”, em comparação com 30% dos republicanos que expressaram o mesmo nível de empolgação. Esse maior engajamento democrata pode ser um fator decisivo. Apesar da vantagem democrata no voto genérico, analistas políticos avaliam que a conquista do controle da Câmara

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Empresários Anunciam Fim de Ações Sociais Pós-Vitória de Lula: Incerteza Econômica Leva a Cortes em Doações e Apoios

Empresários encerram ações sociais em meio a incertezas econômicas após eleição de Lula Empresários de diversas regiões do país têm anunciado o encerramento de ações de assistência social que promoviam ou de que participavam após o resultado do segundo turno das eleições presidenciais, que reelegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão é justificada por eles com o cenário de incerteza econômica que o país deve enfrentar nos próximos anos, durante o quarto mandato do petista. Um dos casos é o da gráfica Casa das Cópias, de Joinville (SC), que informou na segunda-feira (26) o cancelamento por tempo indeterminado de todos os apoios, patrocínios, participações em ações sociais, rifas, doações e compras institucionais. Segundo comunicado divulgado pela empresa no Instagram, a prioridade absoluta será concentrar esforços e recursos na manutenção da operação e na sustentabilidade do negócio. A gráfica também informou que fará uma reavaliação da decisão em janeiro de 2032. O cirurgião plástico André Miolo, que atende em Minas Gerais e São Paulo, anunciou a suspensão do programa de cirurgias gratuitas que mantinha há duas décadas, citando a instabilidade econômica e política do país e o grave cenário fiscal. Impacto em programas sociais e críticas nas redes A rede Ice Cream Mix, com lojas em diversas cidades brasileiras e em Angola, também comunicou que não promoverá mais qualquer tipo de ação que envolva doação de cestas básicas, brinquedos ou qualquer tipo de ajuda. A justificativa da empresa, no entanto, foi diferente, expressando cansaço em ajudar quem, segundo eles, prefere viver de auxílios do governo. A publicação gerou críticas nas redes sociais, levando o fundador da rede, Adriano Reis, a responder aos comentários. Em um vídeo, ele questionou por que eleitores do presidente reeleito ainda precisariam de cestas básicas se, segundo a narrativa política, teriam sido tirados da pobreza. Essa declaração intensificou o debate sobre as motivações por trás do encerramento das ações sociais. Repercussão política e ações legais contra demissões discriminatórias O deputado estadual reeleito Mário Gualberto (PL) atribuiu as decisões dos empresários à escolha feita pelo eleitorado, afirmando que a esquerda estaria acabando com a assistência social. Por outro lado, relatos de demissões de eleitores de Lula e incentivos a boicotes a empresas começaram a circular nas redes sociais. Essa prática é ilegal, pois a Constituição garante a liberdade de convicção política e a Lei 9.029/1995 proíbe discriminação nas relações de trabalho. O juiz Leonardo Saggese Fonseca, da 3ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou a remoção de uma postagem da deputada estadual Índia Armelau (PL) que questionava se empresários deveriam manter funcionários que votaram em Lula. Investigação sobre incentivos a demissões e boicotes O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo na Câmara, anunciou ter acionado o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) para investigar os incentivos a demissões e boicotes divulgados nas redes sociais. Ele afirmou que há um comando centralizado por trás dessa ação. Pimenta destacou a gravidade das notícias sobre ações deliberadas e organizadas por

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Lula emociona eleitores idosos em festa de aniversário: “Imagem mais forte e humana” em eleição histórica

Lula celebra 81 anos em festa emocionante com eleitores idosos no Palácio da Alvorada O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completou 81 anos nesta terça-feira (27) com uma celebração especial no Palácio da Alvorada, em Brasília. O evento reuniu centenas de eleitores, com destaque para um grupo de idosos que demonstraram grande emoção ao participar da homenagem. A festa foi marcada por discursos emocionados e agradecimentos. A aposentada potiguar Cícera Brasil, de 90 anos, foi uma das presentes, expressando sua alegria por ter votado em Lula para seu quarto mandato. Ela destacou como as políticas públicas implementadas pelo presidente nos anos 2000 transformaram a vida de sua família, permitindo que seus filhos e netos tivessem acesso à educação e a uma vida digna. Diante de centenas de apoiadores, o presidente Lula se emocionou ao agradecer o empenho dos eleitores idosos. Conforme informações divulgadas pela Agência Brasil, ele descreveu a imagem de idosos sendo levados para votar como “a imagem mais forte e humana que já vi em uma eleição”. Lula relembrou que muitas pessoas precisaram de ajuda, sendo carregadas no colo, em cadeiras de rodas ou em macas para chegar às urnas. A força dos idosos e o significado do voto A coragem demonstrada pelos idosos ao exercerem seu direito ao voto foi ressaltada por Rivanda Pereira da Silva, de 71 anos, moradora da periferia do Distrito Federal. “Esses idosos demonstraram a coragem de dizer ao mundo que o Brasil não é quintal de ninguém”, afirmou ela, que se emocionou ao cantar parabéns para o presidente, compartilhando o sobrenome “Silva”. Rivanda, que veio de Teresina para Brasília em 1962, contou que precisou adiar seus estudos para trabalhar. Com voto em Lula desde 1989, ela reconhece que foi a partir de 2003, com o primeiro mandato dele, que passou a valorizar a importância da educação. “Esse presidente me fez pensar muito sobre isso”, explicou. Poesia e inspiração: o pedreiro que escreve sobre Lula O pedreiro Henrique Pereira de Oliveira, de 73 anos, também celebrou o aniversário do presidente. Vindo do Piauí para Brasília em 2004, ele se sente inspirado por Lula a ponto de escrever poemas e livros sobre o político. “Eu via esse homem e me deu vontade de escrever”, confessou. Henrique já produziu sete obras, sendo a mais recente “O indomável Lula”, publicada no mês passado. Ele sonha em entregar seus livros ao presidente e expressou a felicidade de estar “misturado com o povo que o elegeu presidente”. Esperança e o futuro do Brasil A advogada Lígia Câmara, de 48 anos, conterrânea de Lula, expressou sua felicidade em votar no presidente, vendo nele a “esperança de mantermos nosso país soberano e livre da possibilidade de termos um projeto de governo que é excludente com as minorias”. A oftalmologista baiana Barbra Bita relembrou a trajetória de Lula desde suas primeiras disputas eleitorais. “Nestes três mandatos, representou a esperança de que um país mais justo, solidário e humano é possível”, declarou. Kemilly Pereira de Souza, de 26 anos, compartilhou a

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Steve Bannon acusa Lula de “regime marxista” e defende anulação da eleição; Trump se distancia e elogia o petista

Steve Bannon, figura influente da direita americana, volta a semear dúvidas sobre a eleição brasileira, contrastando com a postura de Donald Trump. As declarações do ex-estrategista da Casa Branca geram polêmica ao classificar o governo Lula como “regime marxista” e insistir em fraudes, enquanto o ex-presidente dos EUA adota um tom mais ameno. Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump, afirmou à Folha que acredita que o presidente americano tentará pressionar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva até que o Brasil concorde em anular o resultado das eleições presidenciais de domingo (25). Ele alega que Flávio Bolsonaro foi o verdadeiro vencedor. “Acredito que o presidente Trump vai agir para isolar o regime marxista de Lula até que ele concorde em anular essa eleição roubada”, disse Bannon, um dos principais ideólogos do movimento MAGA (Make America Great Again), à reportagem. Ele também declarou, sem apresentar provas, que Flávio Bolsonaro venceu e assumirá a Presidência. As falas de Bannon contrastam com a postura do Partido Liberal (PL) de Flávio Bolsonaro, que reconheceu a vitória de Lula e recuou da intenção inicial de pedir a anulação da votação. O partido agora foca em organizar a oposição no Congresso. Bannon insiste em fraude e prevê ações de Trump Bannon adotou um discurso mais incisivo do que o próprio Donald Trump. Embora o ex-presidente americano tenha afirmado que as eleições brasileiras lhe pareceram fraudulentas, sem apresentar provas, ele também declarou gostar de Lula. “Eu gosto do Lula, me dou muito bem com ele”, disse Trump. Questionado sobre a possibilidade de tomar alguma medida em relação ao processo eleitoral, Trump respondeu: “Eu governo os Estados Unidos, não o Brasil”. O republicano também criticou a prorrogação do horário de votação, considerando-a “muito estranha”. O governo americano, contudo, ainda não reconheceu formalmente a reeleição de Lula. Mesmo com o recuo de Flávio Bolsonaro em contestar a validade da votação, Bannon insistiu na acusação de fraude. “O presidente Trump resumiu da melhor maneira: a eleição foi fraudada”, afirmou, sem apresentar evidências. Ele interpretou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de apreender o passaporte de Flávio Bolsonaro como uma ação de controle. Flávio Bolsonaro foca em oposição e contesta chapa vencedora Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro declarou que pretende organizar a oposição ao governo petista no Congresso Nacional. A campanha do senador decidiu concentrar a contestação judicial em uma ação para tentar cassar a chapa de Lula por suposto abuso de poder econômico e político, em vez de pedir a anulação do pleito. O resultado oficial proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu a Lula 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de mais de 4,4 milhões de votos. A Folha mostrou que apenas 34,3 mil votos foram registrados após as 17h, o que representa 0,03% da diferença total. PL reconhece vitória de Lula, mas pede esclarecimentos Na noite de domingo, Flávio Bolsonaro havia anunciado que não reconheceria o resultado e pediria a anulação da eleição, questionando a

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Xi Jinping parabeniza Lula pela reeleição e mira ‘patamares cada vez mais altos’ na relação Brasil-China

Xi Jinping parabeniza Lula pela reeleição e mira ‘patamares cada vez mais altos’ na relação Brasil-China O líder da China, Xi Jinping, enviou um telegrama ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, parabenizando-o por sua reeleição. A mensagem, divulgada pela agência estatal Xinhua, expressa o desejo de Xi Jinping de elevar a relação entre Brasil e China a “patamares cada vez mais altos”. A felicitação ocorre dois dias após a confirmação da vitória de Lula no segundo turno das eleições presidenciais brasileiras. O gesto demonstra a importância que a China atribui à parceria estratégica com o Brasil, vista como um exemplo de cooperação entre países do Sul Global. O telegrama de Xi Jinping ressalta a comunicação estreita mantida entre os líderes e a contribuição de Lula para o fortalecimento dos laços bilaterais. A China se posiciona favorável a uma coordenação estratégica mais ampla, visando novas perspectivas para a colaboração. China reforça compromisso com a parceria estratégica No telegrama, Xi Jinping afirmou que atribui “grande importância ao desenvolvimento das relações China-Brasil” e está “disposto a trabalhar com o presidente Lula para conduzir a construção da comunidade de futuro compartilhado China-Brasil a patamares cada vez mais altos”. Ele também destacou que o laço com o Brasil se tornou “um modelo de unidade e cooperação entre os países do Sul Global”, evidenciando o “caráter global, estratégico e de longo prazo” das relações. Vice-presidente chinês também felicita Alckmin Em sintonia com a mensagem de Xi Jinping, o vice-presidente chinês, Han Zheng, enviou um telegrama de felicitações a Geraldo Alckmin, que foi reeleito vice-presidente do Brasil. Essa ação demonstra a continuidade e o reconhecimento da parceria em todos os níveis de governo. China respeita a escolha do povo brasileiro O Ministério das Relações Exteriores da China, através de seu porta-voz Guo Jiakun, já havia manifestado, na segunda-feira (26), que o país estava pronto para avançar na “comunidade China-Brasil de futuro compartilhado”. Ao ser questionado sobre o pedido de anulação do pleito, o porta-voz foi enfático ao afirmar que a “China respeita a escolha do povo brasileiro”, reforçando a postura de não interferência em assuntos internos de outros países. Imprensa estatal chinesa destaca discurso de Lula A imprensa estatal chinesa deu destaque à frase de Lula em seu discurso de vitória, na qual o presidente afirmou que o Brasil “não é quintal de ninguém”. Essa declaração foi interpretada como um reforço à soberania nacional e à independência do país, um ponto que já havia sido abordado por Xi Jinping em julho, quando expressou o apoio chinês à “defesa da soberania e independência” brasileira e se opôs à “interferência externa”.

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PL de Flávio Bolsonaro Reconhece Vitória de Lula, Mas Cobra Esclarecimentos sobre “Medidas Eleitoreiras” em Gastos Públicos

Presidente do PL, partido de Flávio Bolsonaro, reconhece vitória de Lula e pede explicações sobre gastos públicos O Partido Liberal (PL), sigla do senador Flávio Bolsonaro, divulgou um comunicado oficial nesta segunda-feira (26) admitindo o resultado da eleição presidencial, proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na nota, Valdemar Costa Neto, presidente da legenda, reconhece a vitória do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, a declaração não foi isenta de ressalvas. O PL exigiu esclarecimentos sobre o que foram classificadas como medidas “eleitoreiras”, com foco na “ampliação de gastos públicos”. O partido busca entender os efeitos dessas ações em um processo eleitoral considerado justo. A posição do PL contrasta com a fala inicial do candidato derrotado, Flávio Bolsonaro, que chegou a declarar que não reconheceria o resultado. A justificativa apresentada por ele na ocasião se baseava na prorrogação do horário de votação, decisão do ministro do STF, Cristiano Zanin, que atendeu a pedidos de ambas as campanhas. Argumentos do PL para o pedido de esclarecimentos Diferentemente do argumento levantado por Flávio Bolsonaro, a nota do PL, assinada por Valdemar Costa Neto, foca na ampliação de gastos públicos com benefícios sociais. O partido questiona a realização dessas ações “às vésperas da votação”, levantando dúvidas sobre a imparcialidade do processo eleitoral. O presidente do PL afirmou que a legenda irá acompanhar os desdobramentos dos fatos e buscará “respostas com responsabilidade, transparência e respeito à instituições”. A exigência por explicações demonstra a insatisfação do partido com a forma como algumas decisões foram tomadas no período eleitoral. Resultados Finais da Eleição Presidencial Na eleição presidencial deste ano, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva obteve 64,2 milhões de votos, o que representa 51,7% do total. Já o senador Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, alcançou 59,8 milhões de votos, correspondendo a 48,2% dos votos válidos. O resultado oficial, proclamado pelo TSE, coloca Lula como o vencedor do pleito. A nota do PL, ao reconhecer o resultado, mas pedir esclarecimentos, sinaliza um posicionamento mais institucional, embora mantenha o tom de questionamento sobre as ações governamentais recentes.

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Raízen emite 159 bilhões de ações para levantar R$ 39,8 bilhões e sanar dívida bilionária de R$ 61,4 bilhões

Raízen anuncia mega emissão de ações para combater dívida bilionária de R$ 61,4 bilhões A Raízen, gigante do setor de energia, anunciou nesta segunda-feira (26) um plano ambicioso para lidar com sua dívida que ultrapassa os R$ 61,4 bilhões. A companhia pretende emitir um volume expressivo de 159,2 bilhões de novas ações, buscando captar até R$ 39,8 bilhões para reforçar seu capital. Esta operação estratégica, contudo, ainda aguarda o aval de assembleias de acionistas, com reuniões agendadas para esta sexta-feira (30). Uma deliberação crucial do Conselho de Administração também está prevista para 6 de novembro, definindo os próximos passos da reestruturação financeira da empresa. Caso as aprovações ocorram conforme o cronograma, a expectativa é que os novos papéis sejam creditados aos investidores já em 18 de dezembro. A iniciativa visa aliviar a pressão do endividamento, que se tornou um ponto crítico para a Raízen, especialmente em um contexto de juros elevados no país. Conforme informação divulgada pela própria empresa, a reestruturação busca adequar o pagamento da dívida à capacidade de geração de caixa das operações. Três tipos de ativos serão ofertados aos investidores A emissão abrangerá três tipos distintos de ativos, cada um com suas características e negociação. Serão lançadas ações ordinárias (ON), que conferem direito a voto e são negociadas na bolsa, pelo valor de R$ 0,25 por unidade. Paralelamente, serão ofertadas as Units, uma combinação de uma ação ordinária com uma ação preferencial classe A (PNA), com preço inicial de R$ 0,50. Haverá também a emissão de ações preferenciais classe B (PNB), que não serão negociadas no mercado de ações e terão o custo inicial de R$ 0,25. A companhia ressalta que cada titular de ações ordinárias ou preferenciais terá direito de preferência nessas três emissões, podendo escolher quais valores mobiliários deseja subscrever, individualmente ou em combinação, dentro do limite de seu direito. Mudanças na B3 e o cenário de endividamento da Raízen A movimentação também implicará em alterações no painel da B3, a bolsa de valores brasileira. O código RAIZ4, atualmente utilizado para ações preferenciais, será modificado para RAIZ55, para representar a ação preferencial classe A. Essa mudança reflete a nova estrutura de capital que a empresa pretende implementar. A Raízen tem enfrentado desafios significativos devido ao custo do endividamento, que se intensificou com o ciclo de alta da taxa Selic. A taxa básica de juros, que estava em 4,5% ao ano em dezembro de 2019, retornou aos dois dígitos em março de 2021, durante a pandemia de Covid-19, elevando consideravelmente as despesas financeiras da companhia. É importante notar que a Raízen já apresentava um endividamento considerável mesmo antes desse cenário de juros elevados. No terceiro trimestre de 2019, a dívida bruta da empresa somava R$ 18,35 bilhões, com a dívida líquida em R$ 13,16 bilhões. Desde então, o passivo cresceu de forma expressiva, alcançando os R$ 61,4 bilhões que motivam o atual plano de recuperação extrajudicial. Impacto dos juros altos e riscos globais no endividamento O cenário de juros elevados no Brasil, impulsionado por fatores internos

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Ponto Facultativo Dia do Servidor 2026: Governo Federal Define Folga para Servidores Públicos em Outubro

Governo Federal estabelece ponto facultativo para o Dia do Servidor Público em 2026, impactando órgãos federais e gerando dúvidas sobre abrangência estadual e municipal. O governo federal anunciou que o Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro de 2026, será ponto facultativo para os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional. A decisão, oficializada pela Portaria MGI nº 11.460/2025, suspende o expediente nesses órgãos, mas garante a manutenção dos serviços essenciais para o funcionamento do país e o atendimento à população. Essa medida federal, no entanto, não se aplica automaticamente a estados e municípios, que possuem autonomia para definir suas próprias regras. A notícia traz um alívio para muitos servidores, mas é crucial entender as particularidades de cada esfera governamental. Acompanhe os detalhes sobre quem realmente terá a folga, as diferenças cruciais entre ponto facultativo e feriado, e quais são os próximos feriados nacionais previstos para o final de 2026, conforme informações divulgadas pelo governo federal. Dia do Servidor Público 2026: Quem pode folgar? No âmbito federal, o ponto facultativo para o Dia do Servidor Público em 28 de outubro de 2026 está garantido. Contudo, é fundamental que os servidores estejam cientes da necessidade de manter os **serviços essenciais** em pleno funcionamento, assegurando o atendimento contínuo à população. Essa ressalva é crucial para evitar interrupções em áreas críticas. Já para os servidores estaduais e municipais, a situação pode variar. Cada governo local tem a liberdade de decidir se concede a folga na data original, a transfere para outro dia ou se opta por não adotá-la. Em 2026, por exemplo, estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará já anunciaram a transferência do ponto facultativo para a sexta-feira, 30 de outubro. Para trabalhadores da iniciativa privada, a folga não é automática e depende de acordos coletivos ou individuais com os empregadores. Feriado Nacional vs. Ponto Facultativo: Entenda a Diferença É importante esclarecer que o Dia do Servidor Público **não é um feriado nacional**. Isso significa que o comércio e as empresas privadas, em regra, funcionam normalmente. O ponto facultativo é um decreto que desobriga o trabalho em repartições públicas em datas específicas, mas sua aplicação é uma decisão de cada esfera de governo: federal, estadual ou municipal. No caso de 2026, a portaria federal definiu o descanso para o dia 28 de outubro, mas permitiu que governadores e prefeitos ajustassem seus calendários. Por essa razão, a folga para o funcionalismo público pode variar geograficamente, e os servidores devem sempre verificar as regras específicas de seus respectivos órgãos e localidades. Próximos Feriados Nacionais em 2026 Após o ponto facultativo do Dia do Servidor Público, o calendário brasileiro de 2026 ainda reserva quatro feriados nacionais. O primeiro deles será o **Dia de Finados**, em 2 de novembro, que cairá em uma segunda-feira. Em seguida, teremos a **Proclamação da República**, em 15 de novembro, que será em um domingo. Na mesma semana, celebraremos o **Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra**, em 20 de novembro, uma sexta-feira. O último

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Trump oferece R$ 5,4 milhões por denúncias de fraude eleitoral, enquanto republicanos temem derrota nas eleições de meio de mandato

Trump oferece recompensa milionária por denúncias de fraude eleitoral, mirando eleições de meio de mandato Em uma jogada que visa abalar a confiança no processo eleitoral, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma recompensa de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,4 milhões) para quem apresentar denúncias de fraude em eleições passadas e nas próximas eleições de meio de mandato, que ocorrem no dia 3 de novembro. A proposta, divulgada em sua rede social Truth Social, estipula que o valor só será pago mediante a prisão e condenação do indivíduo acusado de fraude eleitoral, uma ocorrência considerada extremamente rara nos Estados Unidos. A medida se insere em um contexto de crescentes questionamentos de Trump sobre a integridade do voto no país. Essa iniciativa surge em um momento crucial, com pesquisas indicando uma forte tendência de derrota para o Partido Republicano nas eleições legislativas. Caso os prognósticos se confirmem, o partido pode perder o controle da Câmara dos Deputados e, possivelmente, do Senado, o que enfraqueceria significativamente a governabilidade de Trump e poderia levar a mudanças drásticas na política americana. As informações são do portal G1. Ameaça democrata e estratégia de Trump A possível perda do controle do Congresso pelos republicanos abre portas para ações significativas por parte dos democratas. Entre elas, a aprovação de leis para encerrar conflitos, como a guerra no Irã, e a abertura de processos de impeachment contra membros impopulares do governo Trump, como o Secretário de Defesa e o Secretário de Saúde. No cenário mais extremo, a maioria democrata poderia até mesmo buscar a remoção de Trump do cargo, embora essa possibilidade ainda seja vista como remota. Campanha intensa e baixa popularidade Para tentar reverter esse cenário desfavorável, Trump tem se empenhado em campanhas pessoais em estados considerados decisivos, como Michigan e Tennessee. No entanto, a eficácia dessa estratégia é questionada devido à baixa aprovação do presidente. Atualmente, apenas 32% da população americana se declara satisfeita com seu governo, enquanto 66% expressam insatisfação, segundo pesquisa do Instituto Ipsos. Outras apostas de Trump para influenciar o voto Além da campanha e das alegações de fraude eleitoral, Trump também tem utilizado promessas de transferências diretas de dinheiro como ferramenta para influenciar o eleitorado. Em setembro, o presidente afirmou que, caso o Partido Republicano mantenha a maioria no Legislativo, um cheque no valor de US$ 5.000 (cerca de R$ 26 mil) seria enviado a cada cidadão adulto americano. Essa medida visa, possivelmente, angariar apoio popular e garantir a manutenção do poder republicano em meio a um cenário eleitoral desafiador. Desafios e o futuro político A combinação de denúncias de fraude, campanha intensa e promessas financeiras compõe um esforço multifacetado de Trump para conter uma possível onda vermelha democrata. A **integridade das eleições** e a **resposta do eleitorado** a essas táticas serão cruciais para definir o futuro político dos Estados Unidos nos próximos anos, com implicações diretas para a administração Trump e para a agenda legislativa do país.

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Motta e Alcolumbre Cumprimentam Lula: “Pacificar o Brasil” é o Novo Desafio Pós-Eleição

Líderes do Congresso Nacional parabenizam Lula e pedem pacificação e fortalecimento das instituições Em um pronunciamento conjunto à imprensa em Brasília, os líderes do Congresso Nacional saudaram a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado, destacaram a importância democrática da eleição e fizeram um apelo pela união do país. O momento é de celebração democrática, mas também de reflexão e trabalho conjunto. As falas dos líderes do Legislativo apontam para um novo ciclo, onde a conciliação e o fortalecimento das bases institucionais do Brasil serão cruciais para superar as divisões recentes. A mensagem principal é clara: a vitória de Lula representa uma nova oportunidade para o país avançar, com foco na pacificação e no governo para todos os brasileiros. As instituições democráticas, por sua vez, recebem um chamado especial para serem fortalecidas neste novo cenário, conforme divulgado pelos líderes do Congresso Nacional. Apelo por Pacificação e Autoavaliação Hugo Motta enfatizou que a eleição consagrou o presidente Lula de forma democrática e solicitou um apelo pela pacificação do país. Ele sugeriu que os líderes, incluindo o próprio presidente da República, façam uma avaliação sobre erros e acertos de seus mandatos. “Quero que o presidente reeleito possa fazer uma avaliação dos seus acertos, mas também dos erros cometidos”, declarou Motta. O deputado ressaltou a necessidade de autocrítica: “Nós somos humanos e precisamos nesse momento fazer uma autoavaliação daquilo que precisa ser melhorado. Nós temos um Brasil dividido, que passou, infelizmente, os últimos quatro anos radicalizado.” Motta acredita que a vitória oferece uma “nova oportunidade de conciliar o país, olhar para frente e governar para todos os brasileiros”. Fortalecimento das Instituições como Desafio Central Na mesma linha, Davi Alcolumbre destacou que um dos principais desafios do novo mandato de Lula será o de fortalecer as instituições. “Eu tenho muita confiança que o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva terá uma grande missão, além de todas que ele assumiu como compromisso eleitoral, político ou de campanha: unir o Brasil, pacificar o Brasil, fortalecer as instituições democráticas“, afirmou Alcolumbre. O presidente do Senado deixou clara a importância de preservar a solidez do Estado: “A ninguém interessa o enfraquecimento das instituições”, concluiu, reforçando a necessidade de um ambiente político estável e confiável para o desenvolvimento do país. STF Pede Serenidade e Compromisso com o País Em nota oficial, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, também se manifestou sobre o momento político. Fachin afirmou que o período exige serenidade, responsabilidade e compromisso com o país. Ele ressaltou a necessidade de que o Brasil alcance a paz e a estabilidade institucional. “O Brasil precisa de paz, estabilidade institucional e respostas concretas às legítimas aspirações da sociedade”, disse Fachin. A declaração do chefe do judiciário reforça o chamado à união e à governabilidade, visando atender às expectativas da população brasileira em um cenário de consolidação democrática.

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Índice de Aprovação de Donald Trump Oscila Para 32% a Uma Semana das Eleições Legislativas nos EUA

Aprovação de Donald Trump sobe ligeiramente, mas democratas mantêm vantagem em pesquisa antes das eleições legislativas O índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou uma leve oscilação, atingindo 32%. Este número representa um ponto percentual acima da mínima histórica registrada na semana anterior. Os dados são fruto da pesquisa Reuters/Ipsos, divulgada na segunda-feira, 26 de outubro, a apenas uma semana das eleições legislativas de meio de mandato. Estas eleições são cruciais, pois definirão qual partido controlará a Câmara dos Representantes e o Senado nos próximos anos. A pesquisa nacional, realizada ao longo de cinco dias, oferece um panorama importante do sentimento do eleitorado americano. A pesquisa Reuters/Ipsos, realizada online com 1.679 adultos, incluindo 1.280 eleitores registrados, indica que, apesar da pequena alta na aprovação de Trump, os democratas mantêm uma vantagem significativa. Conforme informação divulgada pela Reuters/Ipsos, os eleitores registrados favorecem amplamente os democratas sobre os republicanos em uma pergunta de “voto genérico”, com 47% contra 36%. Disputa pelo Congresso: Democratas à frente no voto genérico A pesquisa “voto genérico” revelou que os eleitores registrados preferem os democratas para o Congresso em uma proporção de 47% a 36%. Uma pequena parcela, cerca de 11%, ainda não decidiu seu voto. Essa diferença de 11 pontos percentuais entre os partidos é ligeiramente menor do que a registrada em uma pesquisa anterior, encerrada em 19 de outubro, quando a vantagem democrata era de 12 pontos. Ao considerar os eleitores indecisos e para qual partido eles estavam se inclinando, a disputa nacional se mostra um pouco mais acirrada. Nesse cenário, os democratas lideram por 9 pontos percentuais, com 50% das intenções de voto, contra 41% dos republicanos. Para os republicanos, a perda do controle de qualquer uma das Casas do Congresso pode dificultar a agenda de Trump nos próximos dois anos de seu mandato. Inflação e economia dominam o debate eleitoral A disputa pelo controle do Congresso parece estar cada vez mais centrada nas percepções sobre a **inflação**, que disparou nos últimos meses, impactando o custo de vida dos americanos. Cerca de 73% dos eleitores entrevistados afirmaram que a situação econômica em relação ao custo de vida está caminhando na direção errada. Antes do início de conflitos que elevaram os preços, pesquisas anteriores mostravam os republicanos como mais preparados para conduzir a economia. No entanto, a pesquisa mais recente indica uma mudança nesse sentimento. Agora, 37% dos eleitores acreditam que os democratas têm uma abordagem melhor para a economia, enquanto 33% preferem a abordagem republicana. Essa percepção pode influenciar significativamente o resultado das eleições. Entusiasmo eleitoral e o desafio republicano Um dado relevante da pesquisa Reuters/Ipsos é o maior entusiasmo demonstrado pelos eleitores democratas em participar das eleições de meio de mandato. Cerca de 46% dos democratas se declararam “muito entusiasmados”, em comparação com 30% dos republicanos que expressaram o mesmo nível de empolgação. Esse maior engajamento democrata pode ser um fator decisivo. Apesar da vantagem democrata no voto genérico, analistas políticos avaliam que a conquista do controle da Câmara

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Empresários Anunciam Fim de Ações Sociais Pós-Vitória de Lula: Incerteza Econômica Leva a Cortes em Doações e Apoios

Empresários encerram ações sociais em meio a incertezas econômicas após eleição de Lula Empresários de diversas regiões do país têm anunciado o encerramento de ações de assistência social que promoviam ou de que participavam após o resultado do segundo turno das eleições presidenciais, que reelegeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A decisão é justificada por eles com o cenário de incerteza econômica que o país deve enfrentar nos próximos anos, durante o quarto mandato do petista. Um dos casos é o da gráfica Casa das Cópias, de Joinville (SC), que informou na segunda-feira (26) o cancelamento por tempo indeterminado de todos os apoios, patrocínios, participações em ações sociais, rifas, doações e compras institucionais. Segundo comunicado divulgado pela empresa no Instagram, a prioridade absoluta será concentrar esforços e recursos na manutenção da operação e na sustentabilidade do negócio. A gráfica também informou que fará uma reavaliação da decisão em janeiro de 2032. O cirurgião plástico André Miolo, que atende em Minas Gerais e São Paulo, anunciou a suspensão do programa de cirurgias gratuitas que mantinha há duas décadas, citando a instabilidade econômica e política do país e o grave cenário fiscal. Impacto em programas sociais e críticas nas redes A rede Ice Cream Mix, com lojas em diversas cidades brasileiras e em Angola, também comunicou que não promoverá mais qualquer tipo de ação que envolva doação de cestas básicas, brinquedos ou qualquer tipo de ajuda. A justificativa da empresa, no entanto, foi diferente, expressando cansaço em ajudar quem, segundo eles, prefere viver de auxílios do governo. A publicação gerou críticas nas redes sociais, levando o fundador da rede, Adriano Reis, a responder aos comentários. Em um vídeo, ele questionou por que eleitores do presidente reeleito ainda precisariam de cestas básicas se, segundo a narrativa política, teriam sido tirados da pobreza. Essa declaração intensificou o debate sobre as motivações por trás do encerramento das ações sociais. Repercussão política e ações legais contra demissões discriminatórias O deputado estadual reeleito Mário Gualberto (PL) atribuiu as decisões dos empresários à escolha feita pelo eleitorado, afirmando que a esquerda estaria acabando com a assistência social. Por outro lado, relatos de demissões de eleitores de Lula e incentivos a boicotes a empresas começaram a circular nas redes sociais. Essa prática é ilegal, pois a Constituição garante a liberdade de convicção política e a Lei 9.029/1995 proíbe discriminação nas relações de trabalho. O juiz Leonardo Saggese Fonseca, da 3ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro, determinou a remoção de uma postagem da deputada estadual Índia Armelau (PL) que questionava se empresários deveriam manter funcionários que votaram em Lula. Investigação sobre incentivos a demissões e boicotes O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS), líder do governo na Câmara, anunciou ter acionado o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) para investigar os incentivos a demissões e boicotes divulgados nas redes sociais. Ele afirmou que há um comando centralizado por trás dessa ação. Pimenta destacou a gravidade das notícias sobre ações deliberadas e organizadas por

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Lula emociona eleitores idosos em festa de aniversário: “Imagem mais forte e humana” em eleição histórica

Lula celebra 81 anos em festa emocionante com eleitores idosos no Palácio da Alvorada O presidente Luiz Inácio Lula da Silva completou 81 anos nesta terça-feira (27) com uma celebração especial no Palácio da Alvorada, em Brasília. O evento reuniu centenas de eleitores, com destaque para um grupo de idosos que demonstraram grande emoção ao participar da homenagem. A festa foi marcada por discursos emocionados e agradecimentos. A aposentada potiguar Cícera Brasil, de 90 anos, foi uma das presentes, expressando sua alegria por ter votado em Lula para seu quarto mandato. Ela destacou como as políticas públicas implementadas pelo presidente nos anos 2000 transformaram a vida de sua família, permitindo que seus filhos e netos tivessem acesso à educação e a uma vida digna. Diante de centenas de apoiadores, o presidente Lula se emocionou ao agradecer o empenho dos eleitores idosos. Conforme informações divulgadas pela Agência Brasil, ele descreveu a imagem de idosos sendo levados para votar como “a imagem mais forte e humana que já vi em uma eleição”. Lula relembrou que muitas pessoas precisaram de ajuda, sendo carregadas no colo, em cadeiras de rodas ou em macas para chegar às urnas. A força dos idosos e o significado do voto A coragem demonstrada pelos idosos ao exercerem seu direito ao voto foi ressaltada por Rivanda Pereira da Silva, de 71 anos, moradora da periferia do Distrito Federal. “Esses idosos demonstraram a coragem de dizer ao mundo que o Brasil não é quintal de ninguém”, afirmou ela, que se emocionou ao cantar parabéns para o presidente, compartilhando o sobrenome “Silva”. Rivanda, que veio de Teresina para Brasília em 1962, contou que precisou adiar seus estudos para trabalhar. Com voto em Lula desde 1989, ela reconhece que foi a partir de 2003, com o primeiro mandato dele, que passou a valorizar a importância da educação. “Esse presidente me fez pensar muito sobre isso”, explicou. Poesia e inspiração: o pedreiro que escreve sobre Lula O pedreiro Henrique Pereira de Oliveira, de 73 anos, também celebrou o aniversário do presidente. Vindo do Piauí para Brasília em 2004, ele se sente inspirado por Lula a ponto de escrever poemas e livros sobre o político. “Eu via esse homem e me deu vontade de escrever”, confessou. Henrique já produziu sete obras, sendo a mais recente “O indomável Lula”, publicada no mês passado. Ele sonha em entregar seus livros ao presidente e expressou a felicidade de estar “misturado com o povo que o elegeu presidente”. Esperança e o futuro do Brasil A advogada Lígia Câmara, de 48 anos, conterrânea de Lula, expressou sua felicidade em votar no presidente, vendo nele a “esperança de mantermos nosso país soberano e livre da possibilidade de termos um projeto de governo que é excludente com as minorias”. A oftalmologista baiana Barbra Bita relembrou a trajetória de Lula desde suas primeiras disputas eleitorais. “Nestes três mandatos, representou a esperança de que um país mais justo, solidário e humano é possível”, declarou. Kemilly Pereira de Souza, de 26 anos, compartilhou a

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Steve Bannon acusa Lula de “regime marxista” e defende anulação da eleição; Trump se distancia e elogia o petista

Steve Bannon, figura influente da direita americana, volta a semear dúvidas sobre a eleição brasileira, contrastando com a postura de Donald Trump. As declarações do ex-estrategista da Casa Branca geram polêmica ao classificar o governo Lula como “regime marxista” e insistir em fraudes, enquanto o ex-presidente dos EUA adota um tom mais ameno. Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump, afirmou à Folha que acredita que o presidente americano tentará pressionar o governo de Luiz Inácio Lula da Silva até que o Brasil concorde em anular o resultado das eleições presidenciais de domingo (25). Ele alega que Flávio Bolsonaro foi o verdadeiro vencedor. “Acredito que o presidente Trump vai agir para isolar o regime marxista de Lula até que ele concorde em anular essa eleição roubada”, disse Bannon, um dos principais ideólogos do movimento MAGA (Make America Great Again), à reportagem. Ele também declarou, sem apresentar provas, que Flávio Bolsonaro venceu e assumirá a Presidência. As falas de Bannon contrastam com a postura do Partido Liberal (PL) de Flávio Bolsonaro, que reconheceu a vitória de Lula e recuou da intenção inicial de pedir a anulação da votação. O partido agora foca em organizar a oposição no Congresso. Bannon insiste em fraude e prevê ações de Trump Bannon adotou um discurso mais incisivo do que o próprio Donald Trump. Embora o ex-presidente americano tenha afirmado que as eleições brasileiras lhe pareceram fraudulentas, sem apresentar provas, ele também declarou gostar de Lula. “Eu gosto do Lula, me dou muito bem com ele”, disse Trump. Questionado sobre a possibilidade de tomar alguma medida em relação ao processo eleitoral, Trump respondeu: “Eu governo os Estados Unidos, não o Brasil”. O republicano também criticou a prorrogação do horário de votação, considerando-a “muito estranha”. O governo americano, contudo, ainda não reconheceu formalmente a reeleição de Lula. Mesmo com o recuo de Flávio Bolsonaro em contestar a validade da votação, Bannon insistiu na acusação de fraude. “O presidente Trump resumiu da melhor maneira: a eleição foi fraudada”, afirmou, sem apresentar evidências. Ele interpretou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, de apreender o passaporte de Flávio Bolsonaro como uma ação de controle. Flávio Bolsonaro foca em oposição e contesta chapa vencedora Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio Bolsonaro declarou que pretende organizar a oposição ao governo petista no Congresso Nacional. A campanha do senador decidiu concentrar a contestação judicial em uma ação para tentar cassar a chapa de Lula por suposto abuso de poder econômico e político, em vez de pedir a anulação do pleito. O resultado oficial proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deu a Lula 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro, uma diferença de mais de 4,4 milhões de votos. A Folha mostrou que apenas 34,3 mil votos foram registrados após as 17h, o que representa 0,03% da diferença total. PL reconhece vitória de Lula, mas pede esclarecimentos Na noite de domingo, Flávio Bolsonaro havia anunciado que não reconheceria o resultado e pediria a anulação da eleição, questionando a

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Xi Jinping parabeniza Lula pela reeleição e mira ‘patamares cada vez mais altos’ na relação Brasil-China

Xi Jinping parabeniza Lula pela reeleição e mira ‘patamares cada vez mais altos’ na relação Brasil-China O líder da China, Xi Jinping, enviou um telegrama ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, parabenizando-o por sua reeleição. A mensagem, divulgada pela agência estatal Xinhua, expressa o desejo de Xi Jinping de elevar a relação entre Brasil e China a “patamares cada vez mais altos”. A felicitação ocorre dois dias após a confirmação da vitória de Lula no segundo turno das eleições presidenciais brasileiras. O gesto demonstra a importância que a China atribui à parceria estratégica com o Brasil, vista como um exemplo de cooperação entre países do Sul Global. O telegrama de Xi Jinping ressalta a comunicação estreita mantida entre os líderes e a contribuição de Lula para o fortalecimento dos laços bilaterais. A China se posiciona favorável a uma coordenação estratégica mais ampla, visando novas perspectivas para a colaboração. China reforça compromisso com a parceria estratégica No telegrama, Xi Jinping afirmou que atribui “grande importância ao desenvolvimento das relações China-Brasil” e está “disposto a trabalhar com o presidente Lula para conduzir a construção da comunidade de futuro compartilhado China-Brasil a patamares cada vez mais altos”. Ele também destacou que o laço com o Brasil se tornou “um modelo de unidade e cooperação entre os países do Sul Global”, evidenciando o “caráter global, estratégico e de longo prazo” das relações. Vice-presidente chinês também felicita Alckmin Em sintonia com a mensagem de Xi Jinping, o vice-presidente chinês, Han Zheng, enviou um telegrama de felicitações a Geraldo Alckmin, que foi reeleito vice-presidente do Brasil. Essa ação demonstra a continuidade e o reconhecimento da parceria em todos os níveis de governo. China respeita a escolha do povo brasileiro O Ministério das Relações Exteriores da China, através de seu porta-voz Guo Jiakun, já havia manifestado, na segunda-feira (26), que o país estava pronto para avançar na “comunidade China-Brasil de futuro compartilhado”. Ao ser questionado sobre o pedido de anulação do pleito, o porta-voz foi enfático ao afirmar que a “China respeita a escolha do povo brasileiro”, reforçando a postura de não interferência em assuntos internos de outros países. Imprensa estatal chinesa destaca discurso de Lula A imprensa estatal chinesa deu destaque à frase de Lula em seu discurso de vitória, na qual o presidente afirmou que o Brasil “não é quintal de ninguém”. Essa declaração foi interpretada como um reforço à soberania nacional e à independência do país, um ponto que já havia sido abordado por Xi Jinping em julho, quando expressou o apoio chinês à “defesa da soberania e independência” brasileira e se opôs à “interferência externa”.

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PL de Flávio Bolsonaro Reconhece Vitória de Lula, Mas Cobra Esclarecimentos sobre “Medidas Eleitoreiras” em Gastos Públicos

Presidente do PL, partido de Flávio Bolsonaro, reconhece vitória de Lula e pede explicações sobre gastos públicos O Partido Liberal (PL), sigla do senador Flávio Bolsonaro, divulgou um comunicado oficial nesta segunda-feira (26) admitindo o resultado da eleição presidencial, proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na nota, Valdemar Costa Neto, presidente da legenda, reconhece a vitória do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, a declaração não foi isenta de ressalvas. O PL exigiu esclarecimentos sobre o que foram classificadas como medidas “eleitoreiras”, com foco na “ampliação de gastos públicos”. O partido busca entender os efeitos dessas ações em um processo eleitoral considerado justo. A posição do PL contrasta com a fala inicial do candidato derrotado, Flávio Bolsonaro, que chegou a declarar que não reconheceria o resultado. A justificativa apresentada por ele na ocasião se baseava na prorrogação do horário de votação, decisão do ministro do STF, Cristiano Zanin, que atendeu a pedidos de ambas as campanhas. Argumentos do PL para o pedido de esclarecimentos Diferentemente do argumento levantado por Flávio Bolsonaro, a nota do PL, assinada por Valdemar Costa Neto, foca na ampliação de gastos públicos com benefícios sociais. O partido questiona a realização dessas ações “às vésperas da votação”, levantando dúvidas sobre a imparcialidade do processo eleitoral. O presidente do PL afirmou que a legenda irá acompanhar os desdobramentos dos fatos e buscará “respostas com responsabilidade, transparência e respeito à instituições”. A exigência por explicações demonstra a insatisfação do partido com a forma como algumas decisões foram tomadas no período eleitoral. Resultados Finais da Eleição Presidencial Na eleição presidencial deste ano, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva obteve 64,2 milhões de votos, o que representa 51,7% do total. Já o senador Flávio Bolsonaro, candidato pelo PL, alcançou 59,8 milhões de votos, correspondendo a 48,2% dos votos válidos. O resultado oficial, proclamado pelo TSE, coloca Lula como o vencedor do pleito. A nota do PL, ao reconhecer o resultado, mas pedir esclarecimentos, sinaliza um posicionamento mais institucional, embora mantenha o tom de questionamento sobre as ações governamentais recentes.

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Raízen emite 159 bilhões de ações para levantar R$ 39,8 bilhões e sanar dívida bilionária de R$ 61,4 bilhões

Raízen anuncia mega emissão de ações para combater dívida bilionária de R$ 61,4 bilhões A Raízen, gigante do setor de energia, anunciou nesta segunda-feira (26) um plano ambicioso para lidar com sua dívida que ultrapassa os R$ 61,4 bilhões. A companhia pretende emitir um volume expressivo de 159,2 bilhões de novas ações, buscando captar até R$ 39,8 bilhões para reforçar seu capital. Esta operação estratégica, contudo, ainda aguarda o aval de assembleias de acionistas, com reuniões agendadas para esta sexta-feira (30). Uma deliberação crucial do Conselho de Administração também está prevista para 6 de novembro, definindo os próximos passos da reestruturação financeira da empresa. Caso as aprovações ocorram conforme o cronograma, a expectativa é que os novos papéis sejam creditados aos investidores já em 18 de dezembro. A iniciativa visa aliviar a pressão do endividamento, que se tornou um ponto crítico para a Raízen, especialmente em um contexto de juros elevados no país. Conforme informação divulgada pela própria empresa, a reestruturação busca adequar o pagamento da dívida à capacidade de geração de caixa das operações. Três tipos de ativos serão ofertados aos investidores A emissão abrangerá três tipos distintos de ativos, cada um com suas características e negociação. Serão lançadas ações ordinárias (ON), que conferem direito a voto e são negociadas na bolsa, pelo valor de R$ 0,25 por unidade. Paralelamente, serão ofertadas as Units, uma combinação de uma ação ordinária com uma ação preferencial classe A (PNA), com preço inicial de R$ 0,50. Haverá também a emissão de ações preferenciais classe B (PNB), que não serão negociadas no mercado de ações e terão o custo inicial de R$ 0,25. A companhia ressalta que cada titular de ações ordinárias ou preferenciais terá direito de preferência nessas três emissões, podendo escolher quais valores mobiliários deseja subscrever, individualmente ou em combinação, dentro do limite de seu direito. Mudanças na B3 e o cenário de endividamento da Raízen A movimentação também implicará em alterações no painel da B3, a bolsa de valores brasileira. O código RAIZ4, atualmente utilizado para ações preferenciais, será modificado para RAIZ55, para representar a ação preferencial classe A. Essa mudança reflete a nova estrutura de capital que a empresa pretende implementar. A Raízen tem enfrentado desafios significativos devido ao custo do endividamento, que se intensificou com o ciclo de alta da taxa Selic. A taxa básica de juros, que estava em 4,5% ao ano em dezembro de 2019, retornou aos dois dígitos em março de 2021, durante a pandemia de Covid-19, elevando consideravelmente as despesas financeiras da companhia. É importante notar que a Raízen já apresentava um endividamento considerável mesmo antes desse cenário de juros elevados. No terceiro trimestre de 2019, a dívida bruta da empresa somava R$ 18,35 bilhões, com a dívida líquida em R$ 13,16 bilhões. Desde então, o passivo cresceu de forma expressiva, alcançando os R$ 61,4 bilhões que motivam o atual plano de recuperação extrajudicial. Impacto dos juros altos e riscos globais no endividamento O cenário de juros elevados no Brasil, impulsionado por fatores internos

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Ponto Facultativo Dia do Servidor 2026: Governo Federal Define Folga para Servidores Públicos em Outubro

Governo Federal estabelece ponto facultativo para o Dia do Servidor Público em 2026, impactando órgãos federais e gerando dúvidas sobre abrangência estadual e municipal. O governo federal anunciou que o Dia do Servidor Público, celebrado em 28 de outubro de 2026, será ponto facultativo para os órgãos da administração pública direta, autárquica e fundacional. A decisão, oficializada pela Portaria MGI nº 11.460/2025, suspende o expediente nesses órgãos, mas garante a manutenção dos serviços essenciais para o funcionamento do país e o atendimento à população. Essa medida federal, no entanto, não se aplica automaticamente a estados e municípios, que possuem autonomia para definir suas próprias regras. A notícia traz um alívio para muitos servidores, mas é crucial entender as particularidades de cada esfera governamental. Acompanhe os detalhes sobre quem realmente terá a folga, as diferenças cruciais entre ponto facultativo e feriado, e quais são os próximos feriados nacionais previstos para o final de 2026, conforme informações divulgadas pelo governo federal. Dia do Servidor Público 2026: Quem pode folgar? No âmbito federal, o ponto facultativo para o Dia do Servidor Público em 28 de outubro de 2026 está garantido. Contudo, é fundamental que os servidores estejam cientes da necessidade de manter os **serviços essenciais** em pleno funcionamento, assegurando o atendimento contínuo à população. Essa ressalva é crucial para evitar interrupções em áreas críticas. Já para os servidores estaduais e municipais, a situação pode variar. Cada governo local tem a liberdade de decidir se concede a folga na data original, a transfere para outro dia ou se opta por não adotá-la. Em 2026, por exemplo, estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará já anunciaram a transferência do ponto facultativo para a sexta-feira, 30 de outubro. Para trabalhadores da iniciativa privada, a folga não é automática e depende de acordos coletivos ou individuais com os empregadores. Feriado Nacional vs. Ponto Facultativo: Entenda a Diferença É importante esclarecer que o Dia do Servidor Público **não é um feriado nacional**. Isso significa que o comércio e as empresas privadas, em regra, funcionam normalmente. O ponto facultativo é um decreto que desobriga o trabalho em repartições públicas em datas específicas, mas sua aplicação é uma decisão de cada esfera de governo: federal, estadual ou municipal. No caso de 2026, a portaria federal definiu o descanso para o dia 28 de outubro, mas permitiu que governadores e prefeitos ajustassem seus calendários. Por essa razão, a folga para o funcionalismo público pode variar geograficamente, e os servidores devem sempre verificar as regras específicas de seus respectivos órgãos e localidades. Próximos Feriados Nacionais em 2026 Após o ponto facultativo do Dia do Servidor Público, o calendário brasileiro de 2026 ainda reserva quatro feriados nacionais. O primeiro deles será o **Dia de Finados**, em 2 de novembro, que cairá em uma segunda-feira. Em seguida, teremos a **Proclamação da República**, em 15 de novembro, que será em um domingo. Na mesma semana, celebraremos o **Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra**, em 20 de novembro, uma sexta-feira. O último

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Trump oferece R$ 5,4 milhões por denúncias de fraude eleitoral, enquanto republicanos temem derrota nas eleições de meio de mandato

Trump oferece recompensa milionária por denúncias de fraude eleitoral, mirando eleições de meio de mandato Em uma jogada que visa abalar a confiança no processo eleitoral, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma recompensa de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 5,4 milhões) para quem apresentar denúncias de fraude em eleições passadas e nas próximas eleições de meio de mandato, que ocorrem no dia 3 de novembro. A proposta, divulgada em sua rede social Truth Social, estipula que o valor só será pago mediante a prisão e condenação do indivíduo acusado de fraude eleitoral, uma ocorrência considerada extremamente rara nos Estados Unidos. A medida se insere em um contexto de crescentes questionamentos de Trump sobre a integridade do voto no país. Essa iniciativa surge em um momento crucial, com pesquisas indicando uma forte tendência de derrota para o Partido Republicano nas eleições legislativas. Caso os prognósticos se confirmem, o partido pode perder o controle da Câmara dos Deputados e, possivelmente, do Senado, o que enfraqueceria significativamente a governabilidade de Trump e poderia levar a mudanças drásticas na política americana. As informações são do portal G1. Ameaça democrata e estratégia de Trump A possível perda do controle do Congresso pelos republicanos abre portas para ações significativas por parte dos democratas. Entre elas, a aprovação de leis para encerrar conflitos, como a guerra no Irã, e a abertura de processos de impeachment contra membros impopulares do governo Trump, como o Secretário de Defesa e o Secretário de Saúde. No cenário mais extremo, a maioria democrata poderia até mesmo buscar a remoção de Trump do cargo, embora essa possibilidade ainda seja vista como remota. Campanha intensa e baixa popularidade Para tentar reverter esse cenário desfavorável, Trump tem se empenhado em campanhas pessoais em estados considerados decisivos, como Michigan e Tennessee. No entanto, a eficácia dessa estratégia é questionada devido à baixa aprovação do presidente. Atualmente, apenas 32% da população americana se declara satisfeita com seu governo, enquanto 66% expressam insatisfação, segundo pesquisa do Instituto Ipsos. Outras apostas de Trump para influenciar o voto Além da campanha e das alegações de fraude eleitoral, Trump também tem utilizado promessas de transferências diretas de dinheiro como ferramenta para influenciar o eleitorado. Em setembro, o presidente afirmou que, caso o Partido Republicano mantenha a maioria no Legislativo, um cheque no valor de US$ 5.000 (cerca de R$ 26 mil) seria enviado a cada cidadão adulto americano. Essa medida visa, possivelmente, angariar apoio popular e garantir a manutenção do poder republicano em meio a um cenário eleitoral desafiador. Desafios e o futuro político A combinação de denúncias de fraude, campanha intensa e promessas financeiras compõe um esforço multifacetado de Trump para conter uma possível onda vermelha democrata. A **integridade das eleições** e a **resposta do eleitorado** a essas táticas serão cruciais para definir o futuro político dos Estados Unidos nos próximos anos, com implicações diretas para a administração Trump e para a agenda legislativa do país.

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Motta e Alcolumbre Cumprimentam Lula: “Pacificar o Brasil” é o Novo Desafio Pós-Eleição

Líderes do Congresso Nacional parabenizam Lula e pedem pacificação e fortalecimento das instituições Em um pronunciamento conjunto à imprensa em Brasília, os líderes do Congresso Nacional saudaram a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado, destacaram a importância democrática da eleição e fizeram um apelo pela união do país. O momento é de celebração democrática, mas também de reflexão e trabalho conjunto. As falas dos líderes do Legislativo apontam para um novo ciclo, onde a conciliação e o fortalecimento das bases institucionais do Brasil serão cruciais para superar as divisões recentes. A mensagem principal é clara: a vitória de Lula representa uma nova oportunidade para o país avançar, com foco na pacificação e no governo para todos os brasileiros. As instituições democráticas, por sua vez, recebem um chamado especial para serem fortalecidas neste novo cenário, conforme divulgado pelos líderes do Congresso Nacional. Apelo por Pacificação e Autoavaliação Hugo Motta enfatizou que a eleição consagrou o presidente Lula de forma democrática e solicitou um apelo pela pacificação do país. Ele sugeriu que os líderes, incluindo o próprio presidente da República, façam uma avaliação sobre erros e acertos de seus mandatos. “Quero que o presidente reeleito possa fazer uma avaliação dos seus acertos, mas também dos erros cometidos”, declarou Motta. O deputado ressaltou a necessidade de autocrítica: “Nós somos humanos e precisamos nesse momento fazer uma autoavaliação daquilo que precisa ser melhorado. Nós temos um Brasil dividido, que passou, infelizmente, os últimos quatro anos radicalizado.” Motta acredita que a vitória oferece uma “nova oportunidade de conciliar o país, olhar para frente e governar para todos os brasileiros”. Fortalecimento das Instituições como Desafio Central Na mesma linha, Davi Alcolumbre destacou que um dos principais desafios do novo mandato de Lula será o de fortalecer as instituições. “Eu tenho muita confiança que o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva terá uma grande missão, além de todas que ele assumiu como compromisso eleitoral, político ou de campanha: unir o Brasil, pacificar o Brasil, fortalecer as instituições democráticas“, afirmou Alcolumbre. O presidente do Senado deixou clara a importância de preservar a solidez do Estado: “A ninguém interessa o enfraquecimento das instituições”, concluiu, reforçando a necessidade de um ambiente político estável e confiável para o desenvolvimento do país. STF Pede Serenidade e Compromisso com o País Em nota oficial, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, também se manifestou sobre o momento político. Fachin afirmou que o período exige serenidade, responsabilidade e compromisso com o país. Ele ressaltou a necessidade de que o Brasil alcance a paz e a estabilidade institucional. “O Brasil precisa de paz, estabilidade institucional e respostas concretas às legítimas aspirações da sociedade”, disse Fachin. A declaração do chefe do judiciário reforça o chamado à união e à governabilidade, visando atender às expectativas da população brasileira em um cenário de consolidação democrática.

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